Quarta-feira, 18 de Abril de 2007

Chaves - Pormenores da Rua Direita

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Não faltarei muito à verdade se disser que este é um dos mais belos edifícios de Chaves e felizmente que não é caso único, pois no Centro Histórico há umas dezenas destas belezas da arquitectura centenária da cidade, e nem sequer é preciso mudar de rua.
 
O que acabo de dizer pode parecer contraditório, mas não o é, pois cada edifício é um edifício que tem as suas belezas, os seus pormenores, as suas singularidades e que embora diferentes, cabem todos dentro do meu conceito de beleza.
 
Mas hoje o que interessa é mesmo este edifício da Rua Direita, mesmo no seu início e aberto ainda para o Largo do Arrabalde. Um edifício nobre, brasonado e onde todos os pormenores foram feitos com arte. Desde as caixilharias e o seu desenho com o pormenor dos vidros de cor que pela certa se transformam em alegria no ambiente interior, a riqueza de varandas e seus gradeamentos, as molduras dos vãos e até a cor dos rebocos e da pedras. Para mim cai tudo na perfeição, acho mesmo que a única coisa que está lá a mais é mesmo aquele cartaz do “ALUGA-SE”.
 
Gostaria de vos falar um pouca da história do edifício, do autor do projecto, do dono,  donos, ou famílias desta casa, mas sinceramente além de me espantar com admiração pelo edifício em sí, nada mais sei, mas pela certa que terá também uma história, por detrás de “grandes casas” há grandes histórias também.
 
Até amanhã, como sempre, em Chaves cidade.
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publicado por Fer.Ribeiro às 01:34
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14 comentários:
De qb a 18 de Abril de 2007 às 09:13
Perfeitamente de acordo com o Fernando.A única coisa imperfeita é o ALUGA-SE.
É que os imóveis não se alugam, arrendam-se....


De hpserra a 18 de Abril de 2007 às 12:29
Eu morei aqui neste prédio, entre 1961-69, nessa altura, o 1º andar era uma extensão da Casa de Saude de Dr. Alcinio Morais. Quanto á idade do imóvel, não sei exactamente, mas há no "ChaveAntiga" uma foto anterior a 1880, em já lá está o dito cujo, quanto ao Brazão, será da famíla que mandou construir e que habitava o edifício nessa mesma epoca, século XX.


De Pizarro Bravo a 18 de Abril de 2007 às 14:54
Prédio da Rua Direita, antiga rua Inácio Pizarro de Morais Sarmento. Século XIX. «Trata-se de uma família que era conhecida pelo apelidoBarros, não tendo qualquer parentesco com os Barros Teixeira Homem, de Samaiões, como é evidente pelos brasões respectivos. Estes Barros da Rua Direita eram originários do distrito de Braga e vieram para Chaves em meados, ou finais, do século XVIII. Eram comerciantes muito ricos; um deles diz mesmo, em 1865, que era "o primeiro negociante e um dos primeiros proprietários da Vila". Estiveram ligados no séc. XIX à administração local. Justificando nobreza por via materna - família natural do concelho de Lousada - requereram e obtiveram por três vezes Carta de Brasão. No início do sec. XX vivia ainda um descendente, Aníbal de Sousa Pinto de Barros, que era Presidente da Câmara em 1909 e, nessa qualidade, presidiu à Comissão local para a comemoração do Cerco e Tomada de Chaves nas invasões francesas em 1809. Esteve ligado à implantação da República, segundo creio. Há descendência desta família mais conhecida hoje em Chaves pelo apelido Cachapuz».


De Ana Cancelinha a 23 de Abril de 2007 às 15:42
Depois de ler os comentários feitos á casa em questão, apeteceu-me dizer, por amor á verdade, que quase todos eles são completamente falsos, com excepção de um deles, que toca a verdade pela rama. Na verdade sem falar em datas, ou promenores de origens, posso garantir que a casa em questão foi propriedade da familia de "Sousa Pinto de Barros", de que, por esse então Aníbal de Sousa Pinto de Barros" era descendente muito proximo. Registo até um promenor engraçado: Quando esta casa estava a ser construida, saíu uma postura Municipal, dizendo que as construções que tivessem determinada altura, até ao dia 31 de Dezº de certo ano, deveriam assim ficar. Sucede que o prorietário vendo que não conseguia atingir a altura que pretendia do 4º andar, em tempo útil ,fez a armação em madeira , enquanto, paulatinamente, foi fazendo a construção definitiva por dentro. Concluida esta, retirou o madeiramento após essa data, e a casa ficou com os 4 andares legalizados! Aníbal de Sousa Pinto de Barros, ( " rico comerciante da dita Vila de Chaves...") foi efectivamente o primeiro presidende da Câmara do Inicio da Republica, havendo relatórios assinados por ele , sobre o estado das Finanças Municipais. Este senhor tem descendentes ainda em Chaves, que são sobrinhos netos como é muito fácil de provar, uma vez que os dois últimos apelidos, são ainda bastante conhecidos na cidade... Depois, existe um pregaminho da familia "de Sousa Pinto de Barros" em poder de um desses sobrinhos netos. Por aí será tambem facil de provar que o brasão de armas da fachada da casa , é tambem brasão de armas dessa familia. De resto, o quarteirão que vai desde a actual casa Mairos, pela Rua Direita até ás escadinhas D. Dinis, foi madado construir pelo mesmo membro da familia, como é muito fácil de ver, pelo estilo da construção. E sendo ainda hoje propriedade desses sobrinhos netos, o edificio junto ás escadinhas D.Dinis, que vai desde a Rua Direita até ao Largo Tenente Ferreira da Silva. Não tenho nenguma ligação á familia de Sousa Pinto de Barros, mas sei que assim é porque foi aquilo que sempre ouvi ás pessoas mais antigas. Já agora acrescento que, no primeiro prédio onde funcionou a Delegação de Saúde, quando era delegado o Dr. Alcino Morais , apareceu nessa casa em escavações " um verdadeiro Tesouro" Tudo isto é muito fácil de averiguar, porque como disse há descendentes, há o pregaminho da familia, o brasão de armas em sinete e os testemunhos inquestionáveis. Valia a pena ter recolhido informação em vez de se escrever falsidades e incorrecções. É verdade que há uma relação de parentesco entre a dita familia e a familia Cachapuz, desconhecendo quaisquer outras ligações proximas a outros Barros, mas que não digo totalmente inexistentes.


De Fernando A.Ribeiro a 23 de Abril de 2007 às 18:49
D. Ana Cancelinha,
De facto, é bom saber que a história das familias ilústres da Vila de Chaves, não caíu no esquecimento de alguns flavienses.
É verdade que ainda existem descendentes nesta nossa cidade e não é por acaso, que até são bem conhecidos, estou a falar claro está, dos Srs.Drs. Francisco Pinto de Barros e seu filho Jorge Pinto de Barros, prestigiosos Advogados, com escritório na Rua Coronel Bento Roma ( Rua do Olival ) Chaves


De Pizarro Bravo a 23 de Abril de 2007 às 23:48
Exmª. Senhora:
Presumo que será a mim que pretende dizer que escrevi "falsidades e incorrecções". Do que escrevi, posso dizer-lhe que retirei as informações do "Tombo Heráldico de Nordeste Transmontano", da autoria do nosso conterrâneo, já falecido, prestigiado genealogista, Major General José Guilherme Calvão Borges.
As minhas informações, salvo melhor opinião, não colidem com as que V. faz no seu comentário! De diferente parece-me que V. só não refere o local de origem da família.
No entanto se houver outros pontos para rectificar muito grato ficarei se os indicar taxativamente. Agradeço o seu comentário e peço aceite os meus cumprimentos.


De Pizarro Bravo a 24 de Abril de 2007 às 09:12
Gostaria acrescentar que, no meu primeiro comentário, tive o cuidade de pôr entre «...» as informações o que, como é óbvio, significa que foram transcritas. Os meus cumprimentos.


De Ana Cancelinha a 24 de Abril de 2007 às 11:24
Dr.Pizarro Bravo,
Não tive a intenção de denegrir o seu comentário , que aliás muito apreciei, percebendo perfeitamente que se tratava de transcrições.
Quando disse falsidades, obviamente que não me referia ao seu texto, aplicando-se neste caso o termo de incorrecções.
O que eu disse, baseia-se em algum conhecimento pessoal da familia em questão e em testemunhos de pessoas que se fossem vivas , hoje teriam mais de 100 anos de idade. Repito, que não minimizei o seu comentário, antes o elogiei, com o senão das já citadas pequenas incorrecções. Disse que era fácil averiguar porque, pelo apelido de Pinto de Barros, facilmente se chegava aos sobrinhos netos e, na dúvida talvez este apelido pudesse ser relacionado com a familia " de Sousa Pinto de barros".
Já que foram destapados os nomes dos sobrinhos netos, registo que o pai e avô dos citados advogados, ainda hoje vivo, é António de Sousa Pinto de Barros e esta tão grande semelhança, não poderia ser pura coincidencia. Como o comentário do Sr.Dr. foi feito com substância, talvez pudesse ter sido complementado com estas pequenas histórias de familia que naturalmente não cabem, num estudo genealógico; mas que são coisas engraçadas , são! Quanto á origem da familia "de Sousa Pinto de Barros", não é claro nem assumido que seja Lousada ou Vinhais como também se aventa. De todo o modo o pai de António de Sousa Pinto de Barros, avô e visavô dos advogados em causa, João de Sousa Pinto de Barros, foi, figura importante na Vila de Chaves em finais do século XIX principios do século XX e suponlho eu, por testemunhos também orais, que foi o pai deste João de Sousa Pinto de Barros (Francisco de Sousa Pinto de Barros) que terá mandado construir o dito quarteirão com a casa em questão incluida, por alturas da compra da Quinta do Porto em Águas Frias, ainda hoje propriedade da familia, pelo preço de 63.000 Reis. Mais uma curiosidade !


De Pizarro Bravo a 24 de Abril de 2007 às 12:26
Dona Ana Cancelinha:
Muito obrigado pela sua resposta. Depois do agradecimento queria informá-la que não sou Dr..Sou um velho flaviense, nascido há 73 anos na Rua do Sol, " a mais brilhante de Chaves" (!!!!), e a quem interessa tudo que diga respeito à cidade que me viu nascer e que é "cabeça" de uma região de que muito gosto.
Quanto à família Pinto de Barros ,cujos descendentes tenho a honra de conhecer e de muito prezar, é uma das que contribuíu para o engrandecimento de Chaves. O trabalho do Major General Calvão Borges, que referi, poderá ter muito interesse para quem desejar conhecer mais sobre a família. Se alguém pretender a sua cópia, será para mim um prazer fornecê-la.Os meus cumprimentos.


De Jose Barros a 21 de Setembro de 2008 às 00:49
Foi com satisfação que encontrei as melhores referencias sobre os meus antepassados, em especial do meu avô João de Sousa Pinto de Barros.
Meu pai, Fernando de Barros, era o filho mais velho de meu avô, Nascendo depois o meu tio António.
Meu pai foi muito novo para França, e depois regressou para fazer a tropa, fixando-se depois em África
Eu nasci em 1940 sendo portanto o neto mais velho.
Algumas das referencias aí discutidas já eram do meu conhecimento, pois possuo uma cópia do pergaminho da família.
Sem mais muito grato pelas referencia
José Barros


De Ruth a 14 de Agosto de 2009 às 21:18
Olá caríssimo Sr. José Barros,
Li todos os comentários acima. Em verdade, estou realizando buscas na internet para saber tudo sobre a origem da FAMÍLIA SOUZA PINTO, aqui no Brasil.
Como verifiquei acima a existência de um "PERGAMINHO" com esses prováveis dados, pergunto se há possibilidade em aventurar-se e repassá-los à minha pessoa.
Resumidamente, informo que meu bisavô ARLINDO SOUZA PINTO era descendente direto de portugueses, não sabendo eu informar-lhe de que parte desse País, daí meu interesse nos comentários em tela.
Informo ainda que também sou advogada aqui no Brasil (cidade de Cuiabá-Mato Grosso), além de professora letrada; publicitária e policial militar aposentada.
Ao final, em oportuno ensejo, registro que tenho uma parente que reside aí na Europa e deseja regularizar, em tempo hábil, sua estada e naturalização portuguesas. Daí, o franco interesse em buscar a origem de nossa família materna para viabilizar a documentação defintiva.
Caso possa ajudar-me, grata serei sempre, colocando-me também à disposição por aqui.
Atenciosamente,
Ruth Dourado
(ruthdourado@terra.com.br; ruthdourado@yahoo.com.br; ruthdourado@gmail.com; ruthdourado@hotmail.com;

Telefones: (65) 3646-6967 (res.); (650 9222-2805; (65) 9609-1962; (65) 8133-4838)


De ana a 10 de Janeiro de 2010 às 03:30
ola,sou de cuiaba-mt(brasil) e procuro pessoas parentes do meu bisavô alexandre pinto de barros e seu irmao afonso pinto de barros que vieram do estado do rio de janeiro,grata email pompeubarros@hotmail.com


De Ana a 16 de Março de 2016 às 18:29
Olá
Meu bisavô Alexandre Pinto de Barros morava no Rio de Janeiro C o pai que era português e depois o Alexandre mudou se C seu irmão Afonso Pinto de Barros P Cuiaba Mt
Gostaria de saber se é a mesma família
Grt ana barros


De Alexandra a 26 de Fevereiro de 2012 às 22:43
Boa tarde,
descendo de Agostinho Sousa Pinto de Barros, Cachapuz e depois de dedicar algum estudo à genealogia da família entendo muito bem a confusão que se gera em torno dos nomes das familias Sousa Pinto de Barros e Cachapuz. Na verdade são uma só. São descendentes de José Joaquim de Barros e de Theresa Maria da Conceição, Agostinho foi o primeiro a adoptar a alcunha Cachapuz, seguido de um irmão e dos filhos respectivos. Os restantes filhos do anterior casal que não adoptaram a alcunha continuam a usar o nome Sousa Pinto de Barros. As minhas pesquisas centraram-se em documentos disponíveis no Arquivo de Vila Real e na troca de informação com genealogistas que também descendem da família. Espero ter ajudado. Cumprimentos, Alexandra


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