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Ontem lá fui mais uma vez à caça de fotografias das nossas aldeias para o blog. O dia de chuva não era muito convidativo, mas estava combinado, com um velho amigo, uma visita a Redondelo. O que tem de ser tem muita força. Não dá para fotografar, dá para um passeio e para registar futuras fotografias.
Curalha, Casas Novas, Redondelo, como a chuva insistia em marcar presença, “bota” para Rebordondo, Anelhe, Souto Velho, Praia de Vidago. A chuva continuava. Chegados à Praia de Vidago, volta ao mesmo, ou quase. Já que estava por lá, havia que aproveitar para uma ou outra foto, mesmo com chuva. E de novo, Souto Velho, Anelhe, Rebordondo e aqui…, bem aqui, depois de entrar na aldeia e de começar a olhar com olhos de ver o casario, fui “obrigado” a parar num daqueles largos que é obrigatório parar e apreciar. Afinal estava perante uma casa solarenga, com brasão, capela, eira e quinta. Um pouco de conversa com dois residentes da aldeia e logo ali foi contada um pouco da história do solar. Solar dos Braganças, diziam-me, mas quem sabe mesmo é “aquele” ali, que é quem toma conta da “casa”, o Sr. Porfírio.
Claro que com a companhia do Sr. Porfírio e da sua esposa, e o contar da história da “casa” a visita da tarde tinha mesmo que terminar ali. Mas isso fica para outro post, em que o “Solar dos Braganças” terá o seu merecido post devidamente documentado. Fica prometido.
Entretanto fica o espigueiro ou canastro (como preferirem) do solar, uma construção bem rural que por sinal não é muito vulgar no nosso concelho. Deve servir para abrir o apetite do post sobre o Solar dos Branganças.
Já agora um pouco de Rebordondo:
Pertence à freguesia de Anelhe e fica a
A aldeia, ao contrário das aldeias de montanha, ainda tem vida nas ruas e população residente considerável, que vive da agricultura e da floresta, possuindo (como em todas as aldeias) a sua comunidade emigrante. Além de tudo isto, Rebordondo é ainda conhecida pela sua afamada Banda de Música, que durante o verão faz a delícia de muitas festas populares além dos concertos com que brinda a cidade de Chaves.
Fica então prometido que Rebordondo passará por este blog mais vezes, razões não faltam.
E por hoje é tudo e, lamento, mas este ano não voltarei por aqui.
Até pró ano, boas festas e um bom 2007.

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O blog mudou de imagem, mas continua fiel às nossas aldeias.
Então vamos mais uma vez até Castelões e até mais um pormenor cheio de pormenores e inovações.
Os tradicionais e velhos vermelhos sangue de boi e os velhos verdes garrafa, já há muito que (em parte infelizmente) começaram a cair
Deixando a cor de parte, vamos aos pormenores e à informação. Nos tempos que correm a informação e os pormenores são mais que importantes. Passemos a analisar então:
- Pela pintura da porta, nota-se que estamos em terra de Invernos rigorosos e Verões quentes, pois não há pintura que lhes resista;
- O proprietário é o Sr. ou Srª JAC, mais provável que seja Sr. que pela certa é José ou Joaquim. Poderá ser também Jaime, Jorge ou Júlio e será quase impossível ser Josué. Quanto à segunda inicial pode ser de António, mas o mais provável é que seja de um apelido do tipo Alves. Quanto à última inicial, esta sim é importante, pois é a inicial do apelido da família. Estando em Castelões eu arriscaria o apelido Cabeleira, pois é sabido que os Cabeleiras são de Castelões, mas também pode ser de um Carvalho, ou Cabral, Carneiro e por aí fora;
- O proprietário pela certa que não é do Benfica;
- A aldraba diz-nos que não está em casa;
- Está protegido contra invejas e maus-olhados;
- Quanto ao número da porta, há ofertas para todos os gostos. À primeira vista é o 10, mas poderá hipoteticamente, ser também o 910, mas o mais provável é que seja o 9.
- Não me parece ter cão, mas um gato, mesmo que não exista, é sempre bem-vindo.
Todos os pormenores estão cheios de informação e nem é necessário informatiza-los.
Até amanhã, por aí, numa aldeia de Chaves.
Ah!, e boas festas!

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Desde sempre o disse aqui que a Madalena é o outro lado da cidade, o outro lado do rio. O lado da cidade rural, o lado da cidade da minha infância, por isso, e sem menosprezar a cidade “cosmopolita” este é o meu lado natural da cidade, o lado onde todas as recordações dos tempos de puto estão guardadas no cantinho das boas memórias.
Recordações à parte, a Madalena possui um pequeno núcleo de construções muito interessante. As construções da ponte, a Igreja S.João de Deus, o Palacete de Cândido Sotto Mayor e seus jardins (!), o Jardim Público, a Capela de S. Roque, entre outros, são pontos de interesse que merecem um olhar atento.
Mas, esta situação do lado de lá da cidade, se por um lado deixa a Madalena sempre em segundo plano, por outro sofre também dos atentados urbanísticos de sempre, que infelizmente teimam em manter-se actuais.
O mamarracho mais recente, que ainda nem sequer está concluído, foi implantado nos jardins do palacete de Cândido Sotto Mayor, tendo-se sacrificado para o efeito, além do jardim, uma belíssima e enorme taça. Em tempos passados, documentado na foto de hoje, foi permitida a construção que se vê à esquerda, deixando prostrado um sonho de sempre, o sonho do Largo da Madalena.
Mas mesmo assim ainda vai sendo a madalena onde existe um pequeno centro comercial tradicional, este sim, igual a si próprio ao longo dos anos.
A respeito do post de hoje, só falta mesmo dizer que a fotografia é de arquivo e que foi tomada num Domingo, daí a ausência de vida humana (diúrna - claro) que a Madalena sempre nos habituou a ter.
E para terminar relembro que ao lado do post está uma votação on-line com algumas questões sobre o blog e sobre a cidade. Vá até lá, vote e vá vendo os resultados. A sua opinião, embora anónima, é importante.
Até amanhã de regresso ao nosso concelho rural. Uma aldeia espera por si.
Boas Festas!

Mais uma vez este cantinho que dá pelo nome de Praça do Município.
Não tenho culpa de ele ser tão solarengo, tão acolhedor, tão colorido e tão bonito, que faz a delícia de qualquer fotógrafo.
É um largo com vida, com pastéis, com fruta, relógios, ouro e onde até os cabelos se embelezam. Um largo onde passos se cruzam com passos que levam até aos paços dos nossos desígnios do concelho.
Um largo onde também os meus passos passam para a rotina dos dias.
Um daqueles largos que dá sempre gosto fotografar e partilhar
Até amanhã, numa rua, largo ou viela de Chaves
Pois vamos lá, então, ao post de hoje.
Claro que os pequenos ajustes no blog ainda vão continuar por mais uns dias, mas entretanto podemos ir “blogueando”.
A propósito da nova imagem do blog, lancei alguns links novos, sobretudo no campo da informação e deixei também on-line um novo inquérito/votação sobre o blog e sobre a cidade. Acho que é importante saber (todos nós) o que a maioria pensa da cidade, e aqui é importante o seu voto. Basta clickar, mesmo ao lado deste post, na caixinha do sítio onde diz – Vote aqui. Pormenores que nos podem ajudar a compreender melhor a cidade e também melhorar este blog.
Mas vamos ao que interessa e, o que interessa mesmo, é levar Chaves por esse mundo fora e principalmente aos pequenos-grandes mundos dos flavienses que se encontram fora da terrinha.
Então ficamos com uma vista parcial de Chaves, uma das que ainda é a vista da principal entrada na cidade de Chaves. Sei que até poderia ser mais interessante, mas mesmo assim vai marcando um bocadinho da cidade antiga e histórica, não tivéssemos lá ao fundo o imponente castelo, o nosso actor principal, como também marca a cidade actual e resume o quase todo de Chaves: O rio Tâmega, o Jardim do Tabolado, as Termas e um misto de cidade nova e antiga.
E vou ficar por aqui, mas só até amanhã, e de novo em Chaves – claro.
Entretanto como as obras de manutenção do blog continuam, estou aberto a sugestões, comentários, dificuldades de visualização ou outros. Qualquer coisinha é só contactar por mail para: proart@net.sapo.pt ou ribeiro.dc@gmail.com. E não esqueça a nova votação on-line, que poderá votar e ir vendo os resultados.
Até amanhã e continuação de boas festas!
Os trabalhos de manutenção ainda vão continuar por uns dias para limar pequenos pormenores e proceder a pequenas afinações, no entanto já posso voltar ao convívio do blog com novos posts.
E para recomeçar nada melhor que vos brindar com a ponte Romana, a velhinha “Top Model”, o nosso ex-libris.
Tal como vos disse no post anterior o blog manterá a sua estrutura, ou seja com imagens de Chaves e das nossas aldeias e pequenos textos. A alteração apenas se fará sentir ao nível gráfico, no entanto e dado que o novo modelo oferece mais algumas possibilidades, o blog está aberto às vossas sugestões, mesmo de conteúdo. As sugestões poderão ser feitas nos comentários ou por mail para proart@net.sapo.pt ou se preferirem para ribeiro.dc@gmail.com .
Para já, espero que gostem do novo visual.
Até amanhã em Chaves e Festas Felizes!











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