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Promessas são promessas e, ao contrário dos políticos, eu ainda vou cumprindo. Prometi que a seguir à ronda de todas as aldeias de uma freguesia com um post alargado, a freguesia teria direito a um mosaico fotográfico aqui no blog. Pois por terras da freguesia de Moreiras já cumpri a minha missão, ou seja Almorfe, France, Torre de Moreiras e a sede de freguesia – Moreiras, já todas tiveram aqui o seu post alargado, é tempo então do seu mosaiso. Aqui fica.
Não quero com isto dizer que a partir de agora esta freguesia fique esquecida, concerteza que isso não acontecerá, pois haverá sempre um pretexto, após a conclusão de todas as aldeias, de regressar a uma ou outra aldeia, por um ou outro motivo, um pormenor, nem que seja para mostrar um nevão, como já aconteceu com Moreiras.
Até amanhã com mais uma aldeia de Chaves.

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Texto de Fe Alvarez
Corría el año setenta del pasado siglo, cuando aún los niños ocupaban y disfrutaban de su espacio natural, la calle, allí correteaban, jugaban y se ensuciaban en condiciones y fortalecían cuerpo y mente, con estas tempranas relaciones sociales, de las que en muchos casos, nacian amistades duraderas en el tiempo; los primos, niño y niña, de este relato estaban, digamos, más bien un poco fuera de lugar por su tierna edad, la proximidad familiar facilitaba la tolerancia, es decir, aquello de mamá me voy a la casa de la tía, o viciversa y ahí los mocosos podian empezar sus aventuras, libres como los pajarillos, recorriendo lugares, que sabian ser prohibidos y como tal más apetecibles para estos proyectos de gente, es de suponer que día a día las distancias recorridas irian aumentando, la audacia crecería, con la confianza de no ser descubiertos por los siempre incomprensibles mayores, que cortaban sus deseos de aventura y entretenimiento.
Aquel día, frío, en una de sus escapadas aventureras, se dirigieron hacia el Tabolado, jugaron entre árboles, corretearon sin perder un detalle de la naturaleza, se escondieron de algunos paseantes, pocos, que el tiempo no estaba apetecible para esos menesteres, se imaginaron guerreros, cazadores, aventureros y después de agotar las múltiples alegrías que fornecía el entorno, se encaminaron sin dudarlo hacia el rio, ese era otro escenario que haría hervir sus cabecitas con nuevas y estraordinarias aventuras todas ellas muy excitantes, tiraron algunas piedras al agua, con algazara, para festejar sus hazañas y en cierto momento se fijaron en las lanchitas, que alegría! con rapidez fueron llegando al lugar, bajaron las escaleras de piedra, cuando estaban intentando meterse en una de las lanchas,
A todo esto la familia ya se percatara de la falta de este par de pilluelos y los buscaban afanosamente por los alrededores, sin sospechar que el lugar de la escapada estaba más lejos, ya se prometian castigos ejemplarizantes para los infractores, pero... cuando llegaron con ellos, sanos y salvos y tomaron conocimiento del horror que podría haber pasado, los castigos, por arte de mágia se volvieron lloros y besos, después de bañados y aseados, durmieron un sueño plácido, estaban agotados. Ni tuvieron tiempo para pesadillas, esas llegarian en dias posteriores
No es necesario decir, que no fueron necesarias agrias advertencias, la lección fue dura, fría y drástica, el aprendizaje, automático, en los días posteriores, no se alejaron de los alrededores de la casa familiar, el río no era solo un lugar prohibido, ahora era el escenario de sus miedos.

Autocolante em papel e plícula com as dimensões de 87x67mm
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Cada vez está mais na moda o all-in-on. Pois hoje vamos embarcar nessa e trazer aqui de uma só vez uma medalha, um crachá, um autocolante e um galhardete, tudo de uma única associação/clube, o CCCC – Clube de Campismo e Caravanismo de Chaves.
Na realidade as associações e clubes, com as suas publicações e edições, são bons aliados e contribuidores dos coleccionistas.
O CCC Chaves ao longo da sua existência tem contribuído em muito para o coleccionismo de temática flaviense, principalmente em galhardetes e crachás associados aos eventos, pelo menos bianuais, que foram e vão realizando ao longo da sua existência.
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Medalha em bronze 8cm de diâmetro, não numerada, edição 200 exemplares.
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Em termos de medalhas editaram duas, embora com o mesmo desenho. Uma, da qual fica aqui a imagem, em Bronze, com 8cm de diâmetro, sem assinatura, não numerada, editada em 1999, cunhada em duas séries com uma tiragem de 100 exemplares cada. A cunhagem é da empresa Metaloarte. Esta medalha destina-se a venda aos associados e oferta a entidades e outros clubes.
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Medalha em bronze 8cm de diâmetro, não numerada, edição 200 exemplares.
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Foi cunhada uma segunda medalha com as mesmas características, mas com banho de prata., destinada a homenagear associados com 25 anos de “casa”.
Vamos a um pouco da história deste clube que começou a ser pensado entre meia dúzia de campistas flavienses no ano de 1973, embora só em 4 de Outubro de 1974 fosse oficialmente constituído o Clube de Campismo e Caravanismo de Chaves, como associação de carácter desportivo , turístico e cultural e que graças (nestes campos) ao fomentar de actividades de interesse geral, ganhou o estatuto de Instituição de Utilidade Pública em 20 de Outubro de 1991.
Mas regressemos a 1974 quando o clube foi constituído, aos seus fundadores e aos primeiros dirigentes que foram assim constituídos:
Mesa da Assembleia Geral
Presidente – Emílio Macedo e Sousa
Vice-presidente – Fernando Pinto M.Gomes
Secretário – Abílio Castela da Costa
Conselho Fiscal
Presidente – Aníbal João Xavier Magalhães
Vice-presidente – Virgílio António Morais Chaves
Relator – Aníbal José Abrantes
Direcção
Presidente – António Chaves Medeiros
Vice – Presidente – Albano
Secretário – Manuel Joaquim Cepeda
Tesoureiro – Luís Teixeira Magalhães
Vogal – Rui Jorge Costa Teixeira
2º Vogal – João Fernando Fachada de Freitas
3º Vogal – Avelino Lavrador dos Reis
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Crachá em liga metálica - 41x33 mm
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Feita a devida homenagem aos fundadores, vamos continuar com a vida deste clube ao longo dos anos. Clube que já contou com quase 1000 associados que com os familiares averbados significavam mais de 4000 mil pessoas ligadas ao clube. Actualmente conta com 400 associados, que com os familiares, significam cerca de 1600 pessoas ligadas ao clube.
Em termos de eventos realizados ao longo destes 34 anos de existência o clube tem vindo a realizar eventos bianuais, realizando o seu “I Encontro Campista a Chaves” em Maio de 1977, contando actualmente com 12 realizações deste encontro, pois o “XII Encontro Campista a Chaves” foi realizado em 2005 e falhou em 2007, porque o encontro bianual foi substituído pela organização do “X Acampamento da Velha Guarda”, evento nacional que é atribuído a um clube de campismo diferente todos os anos.
Conta ainda nas suas organizações e realização deste eventos, em parceria com a Federação Portuguesa de Campismo e Caravanismo, com o “ I Circuito Transmontano/Galaico” num circuito com acampamentos realizados em Chaves e Bragança.
Esta tem sido a vida “intima” de um clube, que reúne em média 300 campistas em cada evento, vindos das mais diversas partes do país e de Espanha, em especial da Galiza.
No ano de 2000 o CCC Chaves assinou um protocolo com a Câmara Municipal de Chaves, em que esta passa a gestão do novo Parque de Campismo do Rebentão para o clube. Embora o clube mantenha a sua sede na Avenida Tenente Valadim em Chaves, passou a ter também a ter um espaço “no terreno”, aberto no entanto a todos os campista nacionais e internacionais.
No Parque de Campismo do Rebentão, com capacidade para 150 unidades, 300 pessoas, 35.000m2, conta ainda com 6 bungalows com capacidade para 4+1 pessoas, equipados com cozinha, instalações sanitárias, frigorífico e ar condicionado.
De realçar que o Parque de Campismo do Rebentão, além de estar dotado com todas as condições, está inserido numa antiga quinta rural, arborizado, com muita vegetação, um riacho, uma pequena albufeira com algumas espécies de aves aquáticas residentes, piscinas municipais, restaurante e um circuito de manutenção. Tudo isto dentro do perímetro de uma antiga quinta rural e de montanha, a
Mas voltemos ao CCC Chaves e ao Parque de Campismo que também poderá visitar e recolher informações na net em: http://www.roteiro-campista.pt/V-Real/re
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Galhardete em duas modalidades: Tecido sintético simples e tecido sintético almofadado com cordão de bordadura
e suporte metálico, ambos coms as dimensões de 30cm de altura e 20 cm de largura (suporte)
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E hoje ficamos por aqui, com o coleccionismo de temática flaviense, excepcionalmente num all-in-on, com medalha, autocolante, crachá e galhardete.
É tudo, aqui no blog marcamos encontro novamente amanhã com um “discurso sobre a cidade” de autoria de Fe Alvarez, em castelhano ou, pessoalmente, na inauguração da exposição colectiva de fotografia onde além de mim, estará a Ana Maria Borges, o
Até amanhã, no blog ou na exposição.

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Quem roubou o 19º arco à Ponte Romana de Chaves, a nossa top Model?
Se não fossem as recentes obras na nossa top model, aos meus olhos, ela seria como sempre foi e como sempre a conheci desde que nasci.
Todos sabemos que a nossa Ponte Romana nem sempre foi assim e desde o seu nascimento já sofreu muitas alterações. Dado a falta de documentação completa ou compilada sobre a Ponte Romana desde o seu nascimento até hoje, vamos sabendo algumas coisas ao seu respeito, mas para outras, temos que ter boa imaginação para a conseguirmos ver no seu todo, começando logo pela sua imagem quando foi construída, com os seus arcos todos à vista, muito antes (mil e tantos anos) sem ter ainda construções adossadas a ela de um e outro lado das margens do Tâmega.
A documentação que agora está mais acessível a todos e mais rápida, é a que a internet vai disponibilizando. Desde a Wikipédia, a enciclopédia on-line que embora tenha o seu mérito em termos de reunir informação, peca por não ser fiável e por muito do que por lá se diz, embora com boas intenções, não ser verdade ou pelo menos com falta de rigor.
Vejamos então o que diz a Wikipédia a respeito da Ponte Romana:
“Ponte Romana de Chaves (Séc. I - II) também designada, Ponte de Trajano, foi construída entre fins do século I e o início do século II d.C. A par do desenvolvimento das termas, constitui um dos melhores legados romanos da antiga Aquae Flaviae, que prevalece até aos nossos dias, resistindo a históricas cheias, e às fortes correntes do rio Tâmega. Com aproximadamente centena e meia de metros de comprimento e uma dúzia de arcos visíveis, as obras efectuadas nos anos 30, cobriram alguns dos arcos e outros ainda soterrados na construção dos casarios ali implantados e sobranceiros ao rio. Sendo o Ex libris da cidade, é com justiça o elemento mais apreciado e fotografado da cidade de Chaves.”
Mas se a Wikipédia pode não ser muito precisa, a página oficial da Câmara Municipal no que respeita à Ponte Romana também não o é, aliás o texto e conteúdo da Wikipédia é quase uma cópia do texto e conteúdo da página da Câmara, que passo a transcrever:
“A Ponte Romana também conhecida por Ponte de Trajano foi construída entre o fim do século I e o início do século II d. C. Este foi, talvez, o melhor contributo que os romanos deixaram à antiga Aquae Flaviae. Tem cerca de uma centena e meia de metros de comprimento e uma dúzia de arcos, apesar de as obras de regularização efectuadas nos anos 30 tenham coberto alguns arcos.
Também se supõe que nas duas margens do Rio alguns arcos tenham sido subterrados para efectuar as construções que ali se implantaram. Ainda hoje se podem ler duas inscrições colocadas em duas colunas a montante e a jusante da Ponte Romana.
A primeira diz que “Imperando Cesar Nerva Trajano Augusto Germanico Dacico, pontifice máximo, com poder tribunício, cônsul a 5ª vez, pae da patria, os aquiflavienses trataram de fazer à sua custa esta ponte de pedra”; a Segunda diz que “”Imperando Cesar Vespasiano Augusto, pontífice máximo, com poder tribunício a décima vez, imperador a vigésimo, pae da patria, cônsul a nona vez, imperando também Tito Vespasiano Cesar, filho do Augusto, pontífice, com poder tribunício a oitava vez, imperador a decima Quarta, cônsul a sétimo (...) sendo legado do Augusto o propretor caio Calpetano Rancio Querinal Valerio Festo e sendo legado do Augusto na Legião Sétimo, Decio Cornelio Meciano e procurador do mesmo Augusto, Lucio Arruncio Maximo, a Legião Sétimo Gemina Feliz e dez cidades, a saber: os Aquiflavienses, os Aobrigenses, os Bibalos, os Coelernes, os Equesos, os Interamnicos, os Limicos, os Nebisocos, os Quarquernos e os Tamaganos (...)”.”
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Começando pelas obras dos “anos
Em alguns escritos, ou na maioria, defendem que a ponte na totalidade tinha e tem 18 arcos (12 à vista e 6 soterrados). No entanto já vi escritos em que dizem ser 16 e até, outro escrito (on-line na net),diz ter 22 arcos. Pois eu (pessoalmente) penso que a ponte inicialmente tinha 19 arcos e que depois de lhe terem “roubado” 1, ficou com os actuais 18, pois ao que consta em alguns escritos a ponte, sem haver precisão na data e nas causas, ruiu pelo menos num troço de 3 arcos, sendo posteriormente reconstruída, mas com menos um arco (empreiteiros!). Prova disso mesmo, segundo a minha análise pessoal, está nas duas fotos que vos deixo a seguir, sendo a primeira uma foto actual (de autoria do nosso convidado de ontem) e a segunda uma foto trabalhada/montagem com a reposição do tal arco que lhe “roubaram”.
É apenas um pormenor curioso para quem não sabia ou nunca reparou nisso.
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E hoje a respeito da nossa Top Model fico-me por aqui, consciente de que a sua história merecia um estudo aprofundado e rigoroso de especialistas e craques na matéria, além de (já o defendi aqui várias vezes) pensar que uma placa, simpática e com o resumo da sua história, ficaria bem colocada junto à sua entrada (de ambos os lados). Mas já agora, só depois de se fazer o tal estudo o mais rigoroso possível quanto à sua história.
Mas hoje fico por aqui para não esgotar tema de conversa, pois além de haver algumas imprecisões quanto à sua história, é sempre agradável fotografa-la, visitá-la e falar dela, eu diria mesmo que esta Top Model é mesmo um vício.
E já que falo em fotografar deixo por aqui também o anúncio de uma exposição colectiva de fotografia, com inauguração marcada para o próximo dia 3, às 18H30, no Centro Cultural de Chaves (antiga estação da CP), onde estarão presentes 6 fotógrafo(a)s cá da terrinha, entre os quais, o autor deste blog .
Fica o cartaz e quando puder passe por lá, de dia
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Até amanhã, com coleccionismo de temática flaviense.


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