Sábado, 4 de Outubro de 2008

Mosaico da Freguesia de Moreiras

 

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Promessas são promessas e, ao contrário dos políticos, eu ainda vou cumprindo. Prometi que a seguir à ronda de todas as aldeias de uma freguesia com um post alargado, a freguesia teria direito a um mosaico fotográfico aqui no blog. Pois por terras da freguesia de Moreiras já cumpri a minha missão, ou seja Almorfe, France, Torre de Moreiras e a sede de freguesia – Moreiras, já todas tiveram aqui o seu post alargado, é tempo então do seu mosaiso. Aqui fica.

 

Não quero com isto dizer que a partir de agora esta freguesia fique esquecida, concerteza que isso não acontecerá, pois haverá sempre um pretexto, após a conclusão de todas as aldeias, de regressar a uma ou outra aldeia, por um ou outro motivo, um pormenor, nem que seja para mostrar um nevão, como já aconteceu com Moreiras.

 

Até amanhã com mais uma aldeia de Chaves.

publicado por Fer.Ribeiro às 01:28
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Discursos Sobre a Cidade - La heroicidad de un pequeño flaviense

 

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Texto de Fe Alvarez

 

 

 

LA HEROICIDAD DE UN PEQUEÑO FLAVIENSE

 

 

Corría el  año setenta del pasado siglo, cuando aún los niños ocupaban y disfrutaban de su espacio  natural, la calle, allí correteaban, jugaban y se ensuciaban en condiciones y fortalecían cuerpo y mente, con estas tempranas relaciones sociales, de las que en muchos casos, nacian amistades duraderas en el tiempo; los primos, niño y niña, de este relato estaban, digamos, más bien un poco  fuera de lugar por su tierna edad,  la proximidad familiar facilitaba la tolerancia, es decir, aquello de mamá me voy a la casa de la tía, o viciversa y ahí los mocosos podian empezar sus aventuras, libres como los pajarillos, recorriendo lugares, que sabian ser prohibidos y como tal más apetecibles para estos proyectos de gente, es de suponer que día a día las distancias recorridas irian aumentando, la audacia crecería, con la confianza de no ser descubiertos por los siempre incomprensibles mayores, que cortaban sus deseos de aventura y entretenimiento.

 

Aquel día, frío, en una de sus escapadas aventureras, se dirigieron hacia  el Tabolado, jugaron entre árboles, corretearon sin perder un detalle de la naturaleza, se escondieron de algunos paseantes, pocos, que el tiempo no estaba apetecible para esos menesteres, se imaginaron guerreros, cazadores, aventureros y después de  agotar las múltiples alegrías que fornecía  el  entorno, se encaminaron sin dudarlo hacia el rio, ese era otro escenario  que haría hervir sus cabecitas con nuevas y estraordinarias aventuras todas ellas muy excitantes, tiraron algunas piedras al agua, con algazara, para festejar sus hazañas y en cierto momento se fijaron en las lanchitas, que alegría! con rapidez fueron llegando al lugar, bajaron las escaleras de piedra,  cuando estaban intentando meterse en una de las lanchas, la pequeña F. resbala cayendo estrepitosamente al agua, su primo R. no lo duda, después de tanta aventura, tiene que demostrar que es un héroe, sin pensarlo un momento salta con agilidad a la pequeña embarcación e intenta levantar a su prima, nada, la empresa que pretende se presenta imposible para sus pocos años, no desiste, algo le dice que no debe soltarla, se le aferra con todas sus fuerzas a la cabellera, en algunos momentos casi pierde también el equilibrio, como buenamente puede se aferra a la barca, grita desesperado por ayuda, no se calla y no la suelta, el tiempo pasa lentamente en una agonía horrible para nuestros aventureros, el frío ya hacía tiempo que empezaba  a hacer mella en ellos, F. estaba algo azulada y el  miedo la atenazaba, a su primito parecía que por momentos le faltaban las fuerzas, le dolían las manos y la garganta, después de un tiempo que se alargó hasta el infinito, apareció un angel, disfrazado de señora que asustada consiguó poner fin a aquel tormento infantil.

 

A todo esto la familia ya se percatara de la falta de este par de pilluelos y los buscaban afanosamente por los alrededores, sin sospechar que el lugar de la escapada estaba más lejos, ya se prometian castigos ejemplarizantes para los infractores, pero... cuando llegaron con ellos, sanos y salvos y tomaron conocimiento del horror que  podría haber pasado, los castigos, por arte de mágia se volvieron lloros y besos, después de bañados y aseados, durmieron un sueño plácido, estaban agotados. Ni tuvieron tiempo para pesadillas, esas llegarian en dias posteriores

 

No es necesario decir, que no fueron necesarias agrias advertencias, la lección fue  dura, fría y drástica, el aprendizaje, automático, en los días posteriores, no se alejaron de los alrededores  de  la casa familiar, el río no era solo un lugar prohibido, ahora era el escenario de sus miedos.

 

publicado por Fer.Ribeiro às 01:07
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

Coleccionismo de Temática Flaviense – Algumas edições do CCC-Chaves

 

Autocolante em papel e plícula com as dimensões de 87x67mm

 

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Cada vez está mais na moda o all-in-on. Pois hoje vamos embarcar nessa e trazer aqui de uma só vez uma medalha, um crachá, um autocolante e um galhardete, tudo de uma única associação/clube, o CCCC – Clube de Campismo e Caravanismo de Chaves.

 

Na realidade as associações e clubes, com as suas publicações e edições, são bons aliados e contribuidores dos coleccionistas.

 

O CCC Chaves ao longo da sua existência tem contribuído em muito para o coleccionismo de temática flaviense, principalmente em galhardetes e crachás associados aos eventos, pelo menos bianuais, que foram e vão realizando ao longo da sua existência.

 

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Medalha em bronze 8cm de diâmetro, não numerada, edição 200 exemplares.

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Em termos de medalhas editaram duas, embora com o mesmo desenho. Uma, da qual fica aqui a imagem, em Bronze, com 8cm de diâmetro, sem assinatura, não numerada, editada em 1999, cunhada em duas séries com uma tiragem de 100 exemplares cada. A cunhagem é da empresa Metaloarte. Esta medalha destina-se a venda aos associados e oferta a entidades e outros clubes.

 

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Medalha em bronze 8cm de diâmetro, não numerada, edição 200 exemplares.

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Foi cunhada uma segunda medalha com as mesmas características, mas com banho de prata., destinada a homenagear associados com 25 anos de “casa”.

 

Vamos a um pouco da história deste clube que começou a ser pensado entre meia dúzia de campistas flavienses no ano de 1973, embora só em 4 de Outubro de 1974 fosse oficialmente constituído o Clube de Campismo e Caravanismo de Chaves, como associação de carácter desportivo , turístico e cultural e que graças (nestes campos) ao fomentar de actividades de interesse geral, ganhou o estatuto de Instituição de Utilidade Pública em 20 de Outubro de 1991.

 

Mas regressemos a 1974 quando o clube foi constituído, aos seus fundadores e aos primeiros dirigentes que foram assim constituídos:

 

Mesa da Assembleia Geral

 

Presidente – Emílio Macedo e Sousa

Vice-presidente – Fernando Pinto M.Gomes

Secretário – Abílio Castela da Costa

 

Conselho Fiscal

 

Presidente – Aníbal João Xavier Magalhães

Vice-presidente – Virgílio António Morais Chaves

Relator – Aníbal José Abrantes

 

Direcção

 

Presidente – António Chaves Medeiros

Vice – Presidente – Albano Ferreira Dinis Gomes

Secretário – Manuel Joaquim Cepeda

Tesoureiro – Luís Teixeira Magalhães

Vogal – Rui Jorge Costa Teixeira

2º Vogal – João Fernando Fachada de Freitas

3º Vogal – Avelino Lavrador dos Reis

 

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Crachá em liga metálica - 41x33 mm

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Feita a devida homenagem aos fundadores, vamos continuar com a vida deste clube ao longo dos anos. Clube que já contou com quase 1000 associados que com os familiares averbados significavam mais de 4000 mil pessoas ligadas ao clube. Actualmente conta com 400 associados, que com os familiares, significam cerca de 1600 pessoas ligadas ao clube.

 

Em termos de eventos realizados ao longo destes 34 anos de existência o clube tem vindo a realizar eventos bianuais, realizando o seu  “I Encontro Campista a Chaves” em Maio de 1977, contando actualmente com 12 realizações deste encontro, pois o “XII Encontro Campista a Chaves” foi realizado em 2005 e falhou em 2007, porque o encontro bianual foi substituído pela organização do “X Acampamento da Velha Guarda”, evento nacional  que é atribuído a um clube de campismo diferente todos os anos.

 

Conta ainda nas suas organizações e realização deste eventos, em parceria com a Federação Portuguesa de Campismo e Caravanismo,  com o “ I Circuito Transmontano/Galaico” num circuito com acampamentos realizados em Chaves e Bragança.

 

Esta tem sido a vida “intima” de um clube, que reúne em média 300 campistas em cada evento, vindos das mais diversas partes do país e de Espanha, em especial da Galiza.

 

No ano de 2000 o CCC Chaves assinou um protocolo com a Câmara Municipal de Chaves, em que esta passa a gestão do novo Parque de Campismo do Rebentão para o clube. Embora o clube mantenha a sua sede na Avenida Tenente Valadim em Chaves, passou a ter também a ter um espaço “no terreno”, aberto no entanto a todos os campista nacionais e internacionais.

 

No Parque de Campismo do Rebentão, com capacidade para 150 unidades, 300 pessoas, 35.000m2, conta ainda com 6 bungalows com capacidade para 4+1 pessoas, equipados com cozinha, instalações sanitárias, frigorífico e ar condicionado.

 

De realçar que o Parque de Campismo do Rebentão, além de estar dotado com todas as condições, está inserido numa antiga quinta rural, arborizado, com muita vegetação, um riacho, uma pequena albufeira com algumas espécies de aves aquáticas residentes, piscinas municipais, restaurante e um circuito de manutenção. Tudo isto dentro do perímetro de uma antiga quinta rural e de montanha, a 4 quilómetros da cidade de Chaves. Um pequeno paraíso que vale a pena desfrutar ou no mínimo visitar. Aberto todo o ano, com excepção para as piscinas que só estão abertas na época balnear de verão e para o parque de campismo que fecha (apenas) no mês de Dezembro.

 

Mas voltemos ao CCC Chaves e ao Parque de Campismo que também poderá visitar e recolher informações na net em: http://www.roteiro-campista.pt/V-Real/rebentao-moldura.htm e a um rosto que está ligado ao campismo flaviense e ao clube e ao seu corpo dirigente desde a sua fundação e que actualmente é o Presidente da Direcção – Albano Ferreira Dinis Gomes, ao qual agradecemos a disponibilidade para que este post fosse possível.

 

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Galhardete em duas modalidades: Tecido sintético simples e tecido sintético almofadado com cordão de bordadura

e suporte metálico, ambos coms as dimensões de 30cm de altura e 20 cm de largura (suporte)

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E hoje ficamos por aqui, com o coleccionismo de temática flaviense, excepcionalmente num all-in-on, com medalha, autocolante, crachá e galhardete.

 

É tudo, aqui no blog marcamos encontro novamente amanhã com um “discurso sobre a cidade” de autoria de Fe Alvarez, em castelhano ou,  pessoalmente,  na inauguração da exposição colectiva de fotografia onde além de mim, estará a Ana Maria Borges, o Dinis Ponteira, o João Madureira, a Lurdes Elias e o Rui Rodrigues, também todos blogueiros e, os dois últimos, também artistas e pintores tamaganis. Tal como alguns de vós, também eu estou curioso por conhecer os trabalhos a ser expostos, pois se ao Dinis Ponteira e ao João Madureira já há muitos anos que os conheço como fotógrafos, já o mesmo não posso dizer dos restantes com os quais conto ter uma agradável surpresa, pois conheço-lhes a raça e a arte de surpreender. Para quem gosta de fotografia, é uma exposição a não perder, não por mim, pois apenas vou expor uma selecção em formato papel do que tem passado nos meus blogs e que já é conhecida pelos que me acompanham na blogosfera, mas pelos restantes. Amanhã, às 18H30. Da minha parte estão todos convidados para a inauguração a realizar na Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves, ou seja, nas instalações da antiga estação da CP.

 

Até amanhã, no blog ou na exposição.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Fer.Ribeiro às 01:47
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Quem roubou o 19º arco à Ponte Romana de Chaves, a nossa top Model?

 

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Quem roubou o 19º arco à Ponte Romana de Chaves, a nossa top Model?

 

Se não fossem as recentes obras na nossa top model, aos meus olhos, ela seria como sempre foi e como sempre a conheci desde que nasci.

 

Todos sabemos que a nossa Ponte Romana nem sempre foi assim e desde o seu nascimento já sofreu muitas alterações. Dado a falta de documentação completa ou compilada sobre a Ponte Romana desde o seu nascimento até hoje, vamos sabendo algumas coisas ao seu respeito, mas para outras, temos que ter boa imaginação para a conseguirmos ver no seu todo, começando logo pela sua imagem quando foi construída, com os seus arcos todos à vista, muito antes (mil e tantos anos) sem ter ainda construções adossadas a ela de um e outro lado das margens do Tâmega.

 

A documentação que agora está mais acessível a todos e mais rápida, é a que a internet vai disponibilizando. Desde a Wikipédia, a enciclopédia on-line que embora tenha o seu mérito em termos de reunir informação, peca por não ser fiável e por muito do que por lá se diz, embora com boas intenções, não ser verdade ou pelo menos com falta de rigor.

 

Vejamos então o que diz a Wikipédia a respeito da Ponte Romana:

 

“Ponte Romana de Chaves (Séc. I - II) também designada, Ponte de Trajano, foi construída entre fins do século I e o início do século II d.C. A par do desenvolvimento das termas, constitui um dos melhores legados romanos da antiga Aquae Flaviae, que prevalece até aos nossos dias, resistindo a históricas cheias, e às fortes correntes do rio Tâmega. Com aproximadamente centena e meia de metros de comprimento e uma dúzia de arcos visíveis, as obras efectuadas nos anos 30, cobriram alguns dos arcos e outros ainda soterrados na construção dos casarios ali implantados e sobranceiros ao rio. Sendo o Ex libris da cidade, é com justiça o elemento mais apreciado e fotografado da cidade de Chaves.”

 

Mas se a Wikipédia pode não ser muito precisa, a página oficial da Câmara Municipal no que respeita à Ponte Romana também não o é, aliás o texto e conteúdo da Wikipédia é quase uma cópia do texto e conteúdo da página da Câmara, que passo a transcrever:

 

“A Ponte Romana também conhecida por Ponte de Trajano foi construída entre o fim do século I e o início do século II d. C. Este foi, talvez, o melhor contributo que os romanos deixaram à antiga Aquae Flaviae. Tem cerca de uma centena e meia de metros de comprimento e uma dúzia de arcos, apesar de as obras de regularização efectuadas nos anos 30 tenham coberto alguns arcos. 

Também se supõe que nas duas margens do Rio alguns arcos tenham sido subterrados para efectuar as construções que ali se implantaram. Ainda hoje se podem ler duas inscrições colocadas em duas colunas a montante e a jusante da Ponte Romana.
 
A primeira diz que “Imperando Cesar Nerva Trajano Augusto Germanico Dacico, pontifice máximo, com poder tribunício, cônsul a 5ª vez, pae da patria, os aquiflavienses trataram de fazer à sua custa esta ponte de pedra”; a Segunda diz que “”Imperando Cesar Vespasiano Augusto, pontífice máximo, com poder tribunício a décima vez, imperador a vigésimo, pae da patria, cônsul a nona vez, imperando também Tito Vespasiano Cesar, filho do Augusto, pontífice, com poder tribunício a oitava vez, imperador a decima Quarta, cônsul a sétimo (...) sendo legado do Augusto o propretor caio Calpetano Rancio Querinal Valerio Festo e sendo legado do Augusto na Legião Sétimo, Decio Cornelio Meciano e procurador do mesmo Augusto, Lucio Arruncio Maximo, a Legião Sétimo Gemina Feliz e dez cidades, a saber: os Aquiflavienses, os Aobrigenses, os Bibalos, os Coelernes, os Equesos, os Interamnicos, os Limicos, os Nebisocos, os Quarquernos e os Tamaganos (...)”.”

 

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Começando pelas obras dos “anos 30” que para leigo desprevenido, foram obras que aconteceram antes mesmo da ponte ser construída, a julgar pela data. Mas afinal qual foi o ano, 1930, 1830, 1730…Entre outras, uma das imprecisões de tudo que tenho encontrado na net e outra documentação escrita em papel tem a ver com o número de arcos da ponte. Em todos os documentos há consenso quanto ao número de arcos à vista (12), mas não o há quanto ao número total de arcos da ponte actual, incluindo os soterrados e não visíveis, bem como não existe nenhuma referência a número total de arcos que a ponte tinha inicialmente.

 

Em alguns escritos, ou na maioria, defendem que a ponte na totalidade tinha e tem 18 arcos (12 à vista e 6 soterrados). No entanto já vi escritos em que dizem ser 16 e até, outro escrito (on-line na net),diz ter 22 arcos. Pois eu (pessoalmente) penso que a ponte inicialmente tinha 19 arcos e que depois de lhe terem “roubado” 1, ficou com os actuais 18, pois ao que consta em alguns escritos a ponte, sem haver precisão na data e nas causas, ruiu pelo menos num troço de 3 arcos, sendo posteriormente reconstruída, mas com menos um arco (empreiteiros!). Prova disso mesmo, segundo a minha análise pessoal, está nas duas fotos que vos deixo a seguir, sendo a primeira uma foto actual (de autoria do nosso convidado de ontem) e a segunda uma foto trabalhada/montagem com a reposição do tal arco que lhe “roubaram”.

 

É apenas um pormenor curioso para quem não sabia ou nunca reparou nisso.


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E hoje a respeito da nossa Top Model fico-me por aqui, consciente de que a sua história merecia um estudo aprofundado e rigoroso de especialistas e craques na matéria, além de (já o defendi aqui várias vezes) pensar  que uma placa, simpática e com o resumo da sua história, ficaria bem colocada junto à sua entrada (de ambos os lados). Mas já agora, só depois de se fazer o tal estudo o mais rigoroso possível quanto à sua história.

 

Mas hoje fico por aqui para não esgotar tema de conversa, pois além de haver algumas imprecisões quanto à sua história, é sempre agradável fotografa-la, visitá-la e falar dela, eu diria mesmo que esta Top Model é mesmo um vício.

 

E já que falo em fotografar deixo por aqui também o anúncio de uma exposição colectiva de fotografia, com inauguração marcada para o próximo dia 3, às 18H30, no Centro Cultural de Chaves (antiga estação da CP), onde estarão presentes 6 fotógrafo(a)s cá da terrinha, entre os quais, o autor deste blog .

 

Fica o cartaz e quando puder passe por lá, de dia 3 a 25 de Outubro, onde pela certa a nossa Top Model também marcará presença.

 

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Até amanhã, com coleccionismo de temática flaviense.

publicado por Fer.Ribeiro às 02:36
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