12 anos
Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

Chaves, apenas em imagens

 

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Como sabem estamos em plena campanha eleitoral para as eleições autárquicas.

 

Como cá pela terrinha os ânimos facilmente se animam e exaltam durante este período eleitoral,  garanti a alguns e prometi a mim mesmo que durante a campanha me remeteria ao silêncio em termos de opinião sobre a cidade e o concelho. Mesmo que a promessa tivesse sido feita a mim próprio, gosto de cumprir. Assim aqueles que poderiam esperar por aqui feijoadas ou outros pratos mais ou menos condimentados, desiludam-se, pois até ao dia das eleições irão ter por aqui apenas imagens ou outros assuntos que não interfiram com a campanha a decorrer.

 

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A partir das eleições estaremos de volta em pleno e faremos também o regresso às aldeias e freguesias que ainda não tiveram aqui o seu post alargado e o respectivo mosaico.

 

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Entretanto, vamos ficando com imagens de Chaves, principalmente do seu centro histórico que sempre encanta.

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publicado por Fer.Ribeiro às 13:53
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Os Olhares de Nuno Gomes sobre a cidade de Chaves

 

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Mais uma terça-feira, mais um dia de outros olhares sobre a cidade de Chaves. Muitas das vezes, quase sempre, olhares do mesmo, mas sempre diferentes. É esta uma das virtudes da fotografia, pois nenhum fotógrafo consegue uma fotografia igual do mesmo motivo. A fotografia é como o branco do OMO, não engana!


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NMGOMES ou Nuno Gomes, é este o nosso convidado de hoje, mais uma vez descoberto no flickr, onde o autor, quis partilhar os seus registos de Chaves com a comunidade fotográfica.


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Registos do melhor que Chaves tem. A Rua Direita, o Rio Tâmega e a sempre Top Model Ponte Romana com os seus 2000 anos de encanto, ou seja o seu Centro Histórico que tanto, por cá, se despreza e que é de uma riqueza sem igual.

 

Como sempre fica aqui também o link para a galeria de fotos no flickr do nosso convidado:

 

 

http://www.flickr.com/photos/nmgomes/

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:15
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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Para uma partida sem despedida

 

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Chaves, 27 de Setembro de 2009

 

Depois de um daqueles dias

em que a democracia

se conhece em pleno

no único dia em que

realmente nós

somos importantes

cai a noite e

a nossa importância

esfuma-se no regozijo

dos vencedores.

 

Como se de um coro

se tratasse

todos

cantam vitória

Uns

embora derrotados

venceram

e outros

embora vencidos

derrotaram.

 

Como se de um choro

se tratasse

prefiro

deixar aqui uma rosa

para uma amiga que partiu,

sem tempo

sequer,

para despedidas

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:13
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Domingo, 27 de Setembro de 2009

Elogios ao Fio Azul - Chaves - Portugal

Vila Nova de Monforte

 

 

 

Lamadarcos

 

 

 

Avelelas

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:07
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Sábado, 26 de Setembro de 2009

Cenas na Vida do Campo - Chaves - Portugal

SESMIL

 

 

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SAMAIÕES

 

 

 

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SAMAIÕES

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:52
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Casa de Trás-os-Montes - Homenagem a Nadir Afonso

 

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Por ocasião do 104º aniversário da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, esta casa regional  promove uma homenagem ao Mestre Nadir Afonso, Sábado, dia 26  pelas 16h 10m nas instalações das oficinas de S. José em Lisboa. 

 

Quanto ao programa:

 

16.10h – Homenagem ao Mestre Pintor Nadir Afonso

 

            - Palestra sobre a vida e obra do homenageado a cargo do Prof. Doutor José Henrique Rodrigues Dias;

            - Projecção de filme;

            - Leitura de poemas de Artur Maria Afonso (Pai de Nadir Afonso), por Glória de Sousa;

            - Atribuição de diploma e lembrança.

 

Uma boa oportunidade para os flavienses residentes na capital se associarem a esta homenagem ao Mestre Nadir.

 

Quanto à caricatura do mestre que apresento neste post, é de autoria de Fernando Campos e “roubei-a” no seu blog: http://ositiodosdesenhos.blogspot.com/

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:30
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Repórter de Serviço

 

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Pois é, o coitado do burro continua a pastar no pantanal. A táctica agora é deixar crescer as ervas para o burro ficar escondido entre elas, entretanto quem não se contenta com o seu território, é mesmo o pântano, e lá vai crescendo ao seu bel prazer e, pelo caminho que leva, não tarda e ocupa todo o parque infantil, ou suposto parque infantil, pois seria de supor que em vez do pântano, deveria existir por lá relva para os putos darem umas cambalhotas ou brincarem com o burro. Mas bem pior que o mau aspecto e os putos não poderem usufruir de um espaço que deveria ser para elas e o lixo, a mosquitada e as águas estagnadas, em suma, um atentado à saúde pública. Com tanta preocupação e alarmismo que há com a gripe A, que dizem andar por aí mas para além do negócio,  ninguém a vê, este pântano é bem visível, mas ninguém tomas medidas para o contrariar. E fiscalização, onde para!? Será que este parque infantil tem condições higiénicas e sanitárias para continuar aberto!?


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Mesmo ao lado, naquilo que se supunha ser um parque de estacionamento, continua a ser um parque de campismo de populações nómadas. E por lá fazem tudo… e tal como o pântano, também ninguém vê nada!


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Visível já é a reconstrução do muro que ruiu para o Tâmega. Demorou, mas finalmente está de pé, no entanto, como não se trata de um campo de futebol para um torneiro de fim-de-semana, a conclusão das obras (dada a sua complexidade) prometem demorar mais uns meses. São as chamadas e conhecidas obras de Santa Engrácia em que além de nunca terminarem, deixam sempre rabos de fora.

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:30
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Coleccionismo de Temática Flaviense * Label da Pensão Jaime e Hotel do Parque

 

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Mais uma vez com a preciosa colaboração de Carlos Caria trazemos aqui duas preciosidades do coleccionismo de temática flaviense, directamente relacionadas com o termalismo de Chaves e Vidago, mais propriamente com as unidades hoteleiras que lhes davam apoio em termos alojamento.

 

Trata-se da “Label” utilizada na Pensão Jaime de Chaves e a do Hotel do Parque de Vidago.

 

A “label” era utilizada nas unidades hoteleiras de Chaves e Vidago, nas malas dos hóspedes nas suas estadias enquanto desfrutavam das estâncias termais de Chaves e Vidago e serviam, essencialmente, para publicitar a respectiva unidade hoteleira.

 

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Preciosidades que fazem também a memória e história da importância que teve o termalismo na região no século passado, principalmente a de Vidago que se diluiu no tempo e que viu aos poucos, perder toda a sua importância nesta área do termalismo, arrastando consigo a importância do parque hoteleiro, caindo na decadência e fecho da maioria dos seus hotéis e pensões. Felizmente, tem resistido e está actualmente a ser sujeito a obras de restauro um dos hotéis mais belos e interessantes de Portugal, o Palace Hotel, que aliado ao seu parque e campo de golf, continuam a prometer ser um património do qual o concelho de Chaves e particularmente a Vila de Vidago, se pode orgulhar de possuir, como um do mais belos exemplares de Portugal e, porque não, da Europa.

 

Lamentos, vão só e mesmo para a marca das águas de Vidago terem saído do mercado. Mais uma perda para o concelho, infelizmente, a juntar a outras perdas de marcas do concelho, às quais, parecem passar à margem de quem tem responsabilidades nesta terra. Temos pena!

 

Mais uma vez um obrigado ao amigo Carlos Caria, um amigo desta rubrica do coleccionismo do qual esperamos continuar a contar com a sua colaboração.

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:54
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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Queimaram-me o Brunheiro - Chaves - Portugal

Imagem de Arquivo (infelizmente)

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Porque nasci na veiga de Chaves a uma ou duas centenas de metros das faldas do Brunheiro, sempre o tive por companheiro e testemunha das minhas brincadeiras e aventuras de criança. Tal como o Tâmega, o Castelo, a Ponte Romana ou os nevoeiros de Inverno, também o Brunheiro faz parte de nós, do ser flaviense, do estar sempre presente nas nossas vidas e nas nossas vistas, sendo talvez, até, aquele que mais marca na marca de Chaves.

 

Em criança, era comum vê-lo verde durante todo o ano e, nem sequer o avermelhar e amarelecer do Outono lhe tiravam o vigor do verde mais verde que surgia logo com as primeiras chuvas de Outono. Mas isso são tempos que já lá vão, em que as nossas montanhas estavam limpas de matos, as aldeias tinham gente e os incêndios eram raros e logo combatidos pelas populações.

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Dizia há dois dias atrás que o pulular da publicidade política nas rotundas da cidade me tinha chamado a atenção no meu regresso de férias, mas bem ao longe, o que primeiro me chamou a atenção, foi ver o Brunheiro, mais uma vez, vestido de preto, onde o que ainda restava de floresta, desde Vilar de Nantes até Lagarelhos, tinha sido vítima de um incêndio há dias atrás.

 

Embora este ano até nem tenha sido negro em termos de incêndios, este do Brunheiro é mais um a registar para o abater do pouco que resta da nossa floresta.

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Penso que já seria tempo de os nossos governantes terem vergonha e começarem a olhar para uma floresta em Portugal e no interior, a sério, sem compromissos com interesses menos claros que se prendem com o tipo de floresta que temos e com o negócio dos incêndios, senão, corremos o risco de a curto prazo, termos de acrescer ao despovoamento do interior também a sua desertificação, ou menos drástico mas também preocupante em termos económicos e ambientais e ecológicos, assistir à desflorestação de todo o território interior.


Seria bom que os governantes e as instituições oficiais a eles ligados pensassem seriamente numa floresta sustentada para Portugal, principalmente no interior montanhoso  onde praticamente só e mesmo a floresta é viável. Medidas. Uma nova política de florestação é urgente e necessária, não só em termos ambientais e ecológicos, mas também em termos económicos, com uma floresta de qualidade que dê trabalho às populações do interior e que contribua também para travar o despovoamento das nossas aldeias, ou melhor ainda, que permita o seu repovoamento.


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Com uma floresta menos sensível a incêndios, onde se privilegiem espécies autóctones não resinosas, tal como as várias espécies de carvalhos ou castanheiros, ou outras espécies, aliadas à limpeza constante de matos e a caminhos transitáveis que permitam o acesso fácil para a sua manutenção, mas também para o combate rápido a possíveis incêndios. Qual a solução ideal não a conheço, pois não sou técnico nem especialista no assunto, mas é notório que se poderia fazer muito mais e melhor pelas nossas florestas e, em vez de gastarem rios de dinheiro em equipamentos, meios e pessoal no negócio do combate a incêndios, deveria era zelar por uma nova floresta sustentável, pela sua manutenção e limpeza e pela prevenção. É a opinião de quem nada percebe do assunto mas que se dá conta que os incêndios, são um negócio e lucrativo para alguns. Digamos que tal como o negócio da recente pandemia de gripe, que de pandemia só tem o alarmismo e o negócio a ele associado, também os incêndios, são uma pandemia para as florestas, mas esta é a sério e mata, além de durante dezenas de anos, deixar as suas maleitas.

 

Em vez de, os nossos governantes, andarem tão preocupados com o luxo de TGV´s ou as novas tecnologias como os “Magalhães” para inglês ver, entre outros luxos e desperdícios, dever-se-iam preocupar mais com aquilo que é básico e essencial para a vida do interior montanhoso de Portugal, mas também para a vida em si, para o verde, para o ambiente, para a ecologia, para as populações e o seu sustento.

 

Costuma-se dizer que Portugal é só Lisboa e o resto é paisagem. Pelo andar deste comboio, não tarda que Portugal seja e só mesmo Lisboa e, perca definitivamente a paisagem que lhe restava. Lisboa, mato e deserto. Não é este, pela certa,  o Portugal que queremos.

 

E para aqueles que por aqui lêem aquilo que não escrevo, isto nada tem a ver com política partidária, mas antes (se assim o quiserem entender) com politica que se aplica a todos os políticos de Lisboa, sejam eles de que partido forem, pois até hoje, ainda NINGUÉM se preocupou com os problemas da nossa interioridade e mesmo os que daqui (presumivelmente) deveriam ir para Lisboa defender os nossos interesses, ao chegarem ao “glamour” das luzes da capital, trocam logo os bês pelos vês, ou seja, esquecem logo o engaço e a província que os pariu.  


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Pelo que tudo indica, Chaves na próxima legislatura irá ter dois deputados no Parlamento. Como já sabemos que não se sentarão na primeira fila (onde tudo se decide ou apontam aos outros onde devem votar), pelo menos no levantar de braços das restantes filas (onde estarão) que marquem a diferença ao levantar ou baixar o braço, e que o levante ou baixem conforme os nossos interesses e não conforme os interesses do pastor da primeira fila. Mas, como de costume, já sabemos que assim não vai acontecer e, o Presunto de Chaves vai ficar a léguas do queijo limiano, aliás até nem admira, pois o queijo limiano ainda continua a compor as nossas mesas enquanto que o presunto, só as imitações é que lá chegam. Mas não tarda nada, estão aí de novo os sabores e saberes de Chaves onde, quem sabe, se este ano o queijo limiano não marcará também presença.

 

Gostaria de um dia destes dizer com orgulho que estes rapazes e raparigas que vão para Lisboa são da minha colheita dos anos 60…

 

Queimaram-me o Brunheiro, como tal, não posso ter a boca doce.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:13
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Os Olhares de Jose Luis Salgueiro sobre a cidade

 

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Continuando o que é habitual aqui no blog às terças-feiras, vamos para os olhares de quem nos visita e leva registada a cidade em imagem.

 

Hoje temos os olhares de um vizinho galego, o Jose Luis Salgueiro de Pontevedra, Galiza, Espanha, que pelo que consta na sua galeria de fotos, foi mais um visitante/turista que se encantou com o nosso centro histórico, da antiga e também velha cidade.

 

Sem dúvida alguma que o nosso centro histórico onde o Romano, pontualmente,  ainda resiste e o traçado da velha cidade medieval ainda se impõe, quer dentro das antigas muralhas ou adossada a elas, é um dos patrimónios mais valiosos que a cidade tem e, assim deveria ser entendido, por todos. Neste todos, cabem a Autarquia, o IGESPAR e outras instituições oficiais, mas também os técnicos, os proprietários e a população e flavienses em geral, porque afinal, embora o nosso Centro Histórico não seja Património da Humanidade, é um património da cidade e de todos os flavienses.

 

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Medidas sérias para o Centro Histórico são urgentes, mas, só as medidas, não resolvem o problema, pois algumas até já existem, mas é necessário cumpri-las e faze-las cumprir, mesmo que para isso se tenha de recorrer a outras medidas, punitivas, para quem não cumpre ou destrói, tal como o contrário também deveria ser verdadeiro, ou seja, premiar, incentivar, apoiar, facilitar ou desburocratizar para quem quer recuperar preservando e fazer do nosso centro histórico, um centro histórico com vida, agradável e convidativo, onde se continue a fazer a história da história da cidade. Com seriedade e verdadeiro interesse, muito haveria que fazer ainda pelo nosso Centro Histórico.

 

"A cidade que temos é a cidade que fazemos, faça a sua parte" - São palavras que estão a passar na televisão. Pena é que sejam tão breves como o anúncio.

 

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Mas mesmo com um Centro Histórico moribundo e desabitado continua a atrair as objectivas das máquinas fotográficas de quem nos visita, porque, mesmo doente, o Centro Histórico ainda não perdeu totalmente o seu atractivo.

 

O caso das fotos de hoje que curiosamente até ilustram aquilo que disse atrás, pois dos 4 prédios fotografados, 3 estão desabitados, não deixam mesmo assim de mostrar o seu interesse arquitectónico e os pormenores que despertaram o interesse do José Luis Salgueiro para os registar em imagem e com elas fazer estas interessantes fotografias.

 

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Interessante também é a galeria de fotos do nosso convidado, que se confessa amante apaixonado de fotografia, tal como uma criança se apaixona por um novo brinquedo: " La fotografia es como un juego en el cual el fotografo es como un niño" .

 

São com esta palavras do autor das fotos que termino o post de hoje, mas antes, deixo aqui o link para a sua galeria, à qual recomendo uma visita:

 

http://www.flickr.com/photos/jsalgueiro/

 

(em tempo)

 

Poderá e deverá também consultar o blog do nosso convidado de hoje, onde Chaves também marca presença, em:

 

http://www.jsalgueiro.blogspot.com/

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 15:28
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

De regresso à terrinha - Chaves - Portugal

Penso que por aqui (no blog) não se deu conta da minha ausência, mas, como se costuma dizer em linguagem “boé”, “bazei” da terrinha por uns dias, para férias noutras paragens e aragens.

 

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Foto de Arquivo

 

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De regresso, esbarro com as festividades em honra da Nossa Senhora das Graças. Festividades!? - Enfim, bem poderiam ser e bem poderia ser a festa das freguesias na cidade, associada a uma feira com o que melhor produzem, aos seus usos, costumes e tradições, à banda no coreto, ao foguete no ar, a eventos sócio-culturais que promovessem a cidade e o concelho, que bem precisa. Mas esta festa, de festividade, apenas tem uma missa campal e uma procissão para o povo ajoelhar à sua passagem. Poderia ser a festa de verão que Chaves não tem, mas fica-se apenas pelo religioso de uma missa e uma procissão e de festa, nada tem. Temos pena.

 

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Foto de Arquivo

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Ainda falando de festividades, parece que durante as minhas férias e ausência, perdi a Feira Medieval, mas ao que apurei, decorreu como nos anos anteriores, ou seja, não perdi nada de interessante… mas também não vou por aí, pois não assisti à feira e por isso penso não ter direito a opinião.

 

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Congratulo-me por saber que a ameaça de férias prolongadas do semanário Notícias de Chaves, apenas se ficou pela ameaça, pois já está de novo nas bancas. Não é que seja um jornal essencial para a vida flaviense, pois (como os restantes) está longe de o ser, mas sempre dá para saber algumas novidades, como as que por lá li, nestes dois números editados na minha ausência, principalmente uma que me chamou à atenção por ser mais um atentado à democracia, à liberdade e à informação e ao direito de opinião, ou seja, a suspensão na Rádio Larouco dos programas de autoria da TAMAGANI, a Associação de Artistas do Alto Tâmega e Vale de Monterrei. A censura está de volta, ou ainda pior – a mordaça.

 

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Mas, ausente da terrinha que estive, sem acesso à Internet e às notícias locais e nacionais. O que mais me chamou à atenção no meu regresso, foi a publicidade política que pulula nas rotundas e outros locais da cidade, tanta e variada que aliada à minha distracção política, fiquei em dúvida se as próximas eleições serão legislativas ou autárquicas. Parece que as Legislativas vão ser primeiro, mas assim sendo e, tendo em vista que a maioria da publicidade é para as autárquicas, a pergunta inocente da minha filha ao ver tantas caras misturadas -  “ ó pai, o Sócrates também quer ser presidente de Chaves!?” até tem lógica e razão de ser.

 

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Por este desencadear e mistura de publicidade política fica bem à vista que informar pouco importa, pois o que importa mesmo, é mesmo o poder, e os de cá, estão mais preocupados com a casa do Morgado de Vilar de Perdizes, na da Praça do Duque que tem nome de Camões,  do que com o Palácio de S.Bento. Claro que alheando-nos assim da vida de Lisboa, que infelizmente é a nacional, não admira que os de lá e os que para lá vão, se estejam a borrifar para nós. A ser assim e visto que se repete por este Portugal fora, mais valia terem juntado as duas eleições, pois sempre se poupavam uns milhões de euros, mas isso, também pouco importa a quem gasta o dinheiro que é de todos.

 

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Mas no meio disto tudo, quem continua a marcar pontos na originalidade da publicidade é o PP local, pois trocou o coração que deu volta a Portugal,  por um burro, um presunto e uma enxada, mesmo sendo notório que o candidato não sabe pegar na enxada, marca pontos pela originalidade saloia. Quanto ao presunto, falta ainda apurar onde é que ele foi desencantar um presunto de Chaves, pois todos sabemos que é um produto em vias de extinção que já não aparece no comércio local. Talvez seja lá da colheita de casa, daqueles que clandestinamente se vão fazendo longe dos olhares da ASAE. Seja como for, a publicidade do PP, de novo, promete dar a volta ao nosso Portugal, desta vez, troca-se o coração pelo burro ou pela enxada!

 

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E assim vai a terrinha, como sempre igual…mas é esta a nossa terra da qual gostamos tanto. Pena que quem deveria gostar e interessar-se por ela, esteja apenas interessado em servir-se dela. De uma coisa estamos certos, um verão assim, não se repete, o próximo, promete se parecido, ou seja, diferente mas igual.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 14:43
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Domingo, 20 de Setembro de 2009

Granjinha, Chaves, vista por Torga - Portugal

 

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Granjinha, Chaves, 7 de Setembro de 1986

 

Uma capelinha visigótica arruinada perdida entre ramadas, com um original pórtico ornado de figuras zoomórficas que são desafios em pedra à imaginação. No telhado, uma airosa cruz vazada parece querer levantar voo. E dentro, por detrás do tosco altar de talha que durante séculos a escondeu, a mais bonita ara romana que se pode ver. É assim. O nosso génio criador, por mais que se exceda, acaba sempre nisto: num pungente testemunho de que só a incompreensão e o abandono esperam no futuro as obras de qualquer presente.

 

Miguel Torga, Diário XIV

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:47
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Sábado, 19 de Setembro de 2009

Aldeias de Chaves - Portugal

EN 314

 

 

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Dorna

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:00
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Discursos Sobre a Cidade - As Nossas Sombras Interiores

Texto e fotografias de Blog da Rua Nove 

 

As Nossas Sombras Interiores

 

Nostalgia. Mais do que saudade é nostalgia o que sinto quando por mim perpassam imagens de Chaves, imagens da vida na cidade, imagens dos amigos que ficaram e daqueles que não foram resistindo à distância.

 

Nostalgia porque essas são imagens de palavras nunca ditas, de vidas nunca vividas, de gestos nunca ousados.

 

Imagens prontas a sobressair das sombras, esperando-me a cada esquina das cidades interiores que vou criando. Imagens que me devolvem a um outro útero materno, que me fazem dobrar sobre mim mesmo e me fazem renascer para diferentes cidades, deixando-me confuso perante esse labirinto urbano.

 

Imagens que cintilam e são um momento eterno, não sendo mais do que um breve pestanejar. Imagens que me elevam, e me deixam suspenso e me fazem levitar.

 

Pairando sobre esta cidade, sobrevoando este vale, olhando estas imagens e estas sombras quase luminosas, sinto apaziguar-se uma inquietação de muitos anos.

 

Creio que é isto que sentimos quando chegamos a nossa casa, à nossa casa verdadeira, depois de muitas viagens e longas ausências. Um conforto que não sentimos em mais lado nenhum. 

 

Mas perplexo fico quando aqui passo alguns dias e compreendo que, afinal, as minhas muitas viagens e longas ausências fazem com que eu sinta ter muitas casas, sentindo-as todas verdadeiras...

 

 

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publicado por blogdaruanove às 00:10
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Coleccionismo de Temática Flaviense - I Meia Maratona do Alto Tâmega

 

 

Autocolante promocional da I Meia Maratona do Alto Tâmega, organizada pelo Ginásio Clube de Chaves em 11 de Dezembro de 1983.

 

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publicado por blogdaruanove às 00:23
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