Domingo, 1 de Outubro de 2017

O Barroso aqui tão perto - Mourilhe

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Como já é hábito aqui no blog,  aos domingos vamos até ao Barroso aqui tão perto. Hoje vamos até Mourilhe, mais uma das aldeias do Barroso de Montalegre e por sinal bem próxima de Montalegre.

 

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Iniciemos então pela localização de Mourilhe,  que já sabemos ser do Barroso, ficando a Noroeste de Montalegre a pouco mais de 4,5 km desta. Tem como aldeias mais próximas a aldeia de Sabuzedo ( a 1 Km) e Donões ( a 2.3Km)  mas também a raia galega  a 2,6 Km mas sem ligação direta por estrada embora com caminhos que cheguem até ao outro lado da raia.

 

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Quanto ao melhor itinerário para chegar a Mourilhe a partir de Chaves, hoje não há dúvidas, recomendamos a Estrada Municipal 507, estrada do S.Caetano, via Soutelinho da Raia. Este itinerário tem 47,1Km e faz-se em menos de 1 hora. Claro que o tempo gasto nesta pequena viagem depende sempre das paragens que fizermos pelo caminho. Se forem como as nossas viagens em que temos paragens obrigatórias, por exemplo uma de contemplação da Serra do Larouco, outra para um café em Montalegre  e outras ocasionais provocadas por convites a um clique fotográfico, então aí o tempo de viagem alarga-se um pouco, mas neste itinerário nunca irá além das 2 horas.

 

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Mas como sempre ficam também as coordenadas de Mourilhe e o nosso habitual mapa:

41º 50’ 16.71”N e 7º 50’ 32.73”O. Quanto à altitude, já sabemos que são terras altas localizando-se a aldeia entre os 966 e os 1015 metros de altitude.

 

mapa-mourilhe.jpg

 

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Quanto ao topónimo Mourilhe, vamos espreitar o que diz a “Toponímia de Barroso”:

Mourilhe

Desde 2013 – União das Freguesias de Cambezes, Donões e Mourilhe.

“Não dá lugar a qualquer incongruência toponímica como a que já escutei “ o mesmo que Mouril, sítio onde se fixaram mouros!” Nada mais ridículo!

É o nome pessoal Maurellus que, pelo genitivo, Maurelli – Maurilli, donde “villa” Maurilli > Mourili > Mourilhe.

- 1258 de Sancti Jacibi de Mourili” – faltava apenas palatalizar!

Recebeu carta de foro do reguengo de D.Afonso III em Mourilhe, em:

- 1258, um tal “João Lopes e sua mulher Maior Pires”

 

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E continua a toponímia:

"Já Mourela, se não é feminino de Mourelo (Maurelus, e não creio que o seja), poderá ser o diminutivo de Mouro/a no sentido de serra pequena. Com efeito a serra da Mourela é muito menor que as adjacentes, mas revela muitos mais sinais  da presença de povos antigos a que normalmente o povo chama “mouros”. Daí a propriedade com que lhe aplicaram o nome! Sítio de “ mouros “ como Mouraria."

 

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E quanto ao topónimo, sua origem e significado, estamos conversados e postas as coisas como foram na “Toponímia de Barroso”,  desta vez nem sequer nos atrevemos  a divagar sobre o assunto, curiosamente e sinceramente, também não tínhamos nenhuma ideia sobre tal.

 

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Quanto à população da aldeia, tal como a grande maioria das nossas aldeias da região, o despovoamento também atacou Mourilhe. Segundo os dados dos CENSOS desde 1864 até 1970 a aldeia andou sempre a rondar os 500 habitantes, tendo atingido mesmo os 613 habitantes nos CENSOS de 1950. A partir dos anos 70 a queda da população foi vertiginosa, passando para 295 habitantes em 1981, para 197 em 1991, para 144 em 2001 e finalmente para 117 habitantes em 2011.

 

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Mas entremos em Mourilhe. Antes de deixar por aqui aquilo que encontrámos nas nossas pesquisas, vamos às nossas impressões pessoais.

 

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Para quem está em Montalegre e sobe ao Castelo, se lançar vistas a partir de aí, observa facilmente que a Nordeste a Serra do Larouro e o seu grande planalto dominam a paisagem e se lhe virarmos costas, a Sudoeste, é o pequeno vale do Cávado que nos atrai o olhar. Mourilhe fica nesta transição a cair mais para o Vale do Cávado.

 

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Mourilhe que aquando das nossas deslocações para fazer o levantamento fotográfico já não era novidade para nós. Já lhe conhecíamos a Igreja, pois desde que a vimos chamou-nos à atenção pela sua beleza, o largo da fonte/tanque e o Hotel Rural “Senhora dos Remédios” ou se preferirem o Hotel do Padre Fontes, aliás foram estes (Padre e Hotel)  que nos levaram lá, integrado num grupo de Animadores Socioculturais do qual o Padre Fontes também faz parte.

 

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Confesso que nessas primeiras visitas não houve muito tempo para dedicar à aldeia de Mourilhe, pois o menu da “Ceia das Bruxas Encantadas” era mais convidativo. Daí o termos lá voltado mais duas vezes sem hotel e sem ceia. Mas não resisto a deixar aqui a ementa da “Ceia” que para nós até foi almoço:

 

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Ceia das Bruxas encantadas:

- Presunto afumado nas lareiras do INFERNO

- Pão que o diabo amassou no forno do povo

- Caldo de urtigas malditas colhidas nas bordas do paraíso

- Vitela embruxada e batata com murro de bruxa branca

- Rabanada com leite e mel de bruxa voadora

- Vinho excomungado do outro Verão

- Café negro como o Diabo, quente como o Inferno

- Levanta o pau do diabo

-  Queimada monumental na lareira

 

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Nem de propósito, a 13ª imagem de Mourilhe aparece após esta ementa da “Ceia das Bruxas”. Tempo também para anunciar que o próximo dia 13 de outubro é numa sexta-feira, ou seja, sexta-feira 13, dia grande, dia das bruxas, dia de festa em Montalegre que já leva milhares de pessoas até esta vila Barrosã, tal é o bruxedo, pois depois de se ir lá uma primeira vez, fica-se fã das festas das sextas-feiras 13 para todo o sempre. Se não acredita, vá lá, e depois conversamos…

 

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 Passemos agora às nossas pesquisas, iniciando por aquilo que se diz na página da NET do Padre Fontes:

"Mourilhe

Mourilhe (S. Tiago) junto com Sabuzedo, são aldeias antigas de granito escuro, ruas a convergir ao centro e pouco povoadas como todas as do interior do concelho. Um belo cruzeiro em Mourilhe e alminhas, em Sabuzedo atraem o visitante. Mourilhe, de belas casas que arderam por 2 vezes no sec. XIX, é terra de encosta, casas típicas, Igreja, relógio de Sol, Cruzeiro, fontenários. São monumentos de valor regional. A festa de S. Brás com relicários é em 3 de Fevº e ponto de encontro para provar a água de S. Brás. A casa do Outão, com fama de assombramentos, é um Solar séc. XVlll, com linda capela particular, em 2001 transformada em Hotel rural paradisíaco. O altar da Moura na serra indica uma tradição de lendas esquecidas S. Paio e Santiago encaminhavam o peregrino para Compostela. Aldeia raiana com terras do Couto Misto e de Vilar Galego, conserva costumes e tradições ancestrais."

 

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Quanto ao Hotel Rural  que nasceu da Casa do Outão com fama de assombramentos e é verdade, sou testemunha disso mesmo, pelo menos eu fiquei assombrado com a vistas que desde ele se apreciam, com beleza da sua capela,  com a sua biblioteca de temas regionais, com museu profano, mítico, e sacro do Séc. XVIII, com peças raras e belas e claro, com a “Ceia das Bruxas Encantadas” que com o remate do “Levanta o pau do diabo” e a “Queimada monumental na lareira”, para ficar assombrado de todo só me faltou ficar lá a dormir…

 

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Já quase podia ficar por aqui, mas como hoje fui generoso nas fotografias (27 no total sem contar o mapa e o cabeçalho) vou ter que acrescentar mais alguma coisa. Pois é, ao começar a ver os motivos registados na aldeia, não resisto a acrescentar mais um, depois mais outro, e por aí fora. O Barroso é assim, também nos deixa assombrados com as suas belezas e aldeias.

 

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No livro Montalegre encontrámos as seguintes referências a Mourilhe (os negritos e sublinhados são meus):

“Os cruzeiros são mais de 60 e se lhes juntarmos os calvários ainda existentes com as cruzes das estações da via sacra serão três vezes mais.

Destacam-se o de Salto, Pondras, Mourilhe, Codessoso de Meixedo, de Montalegre, o da Interdependência da Vila da Ponte, Negrões, Meixedo, Sabuzedo, Santa Marinha, Santo André, Penedones, Antigo de Serraquinhos, Sezelhe, Travasços do Rio, Vila da Ponte, Bustelo e Parafita!

 

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Mais à frente, num capítulo intitulado “As àguas” diz-se o seguinte:

 

“As Águas

Para além do Parque Nacional a natureza continua presente em Barroso. Nos grandes planaltos nascem os rios, como é o caso: na segunda maior serra nacional – o Larouco, nasce o segundo maior rio nacional – o Cávado; ali bem perto nasce o Regavão e logo ao lado o Beça – três rios extremamente ricos que a administração pública alienou prejudicando os montalegrenses: neles se fizeram enormes barragens para fornecer energia aos grandes centros e às zonas industrializadas mas o fornecimento de energia que nos reservaram é deplorável; depois, via Serviços Florestais e Aquícolas, lançaram nas nossas águas espécies assassinas de peixes que levaram à extinção os maravilhosos e incomparáveis escalos e trutas indígenas; as gigantescas albufeiras ocuparam alguns dos nossos melhores vales de cultivo e de forragens. Enquanto isso, o barrosão emigra…e “come o pão que o diabo amassou pelo mundo além”! Agora vem aí outra “agressão” se os homens bons desta terra (a começar pelo Presidente da Câmara) se não acautelarem!...A mãe de todas as barragens barrosãs – a Barragem de Pisões – vai dar água a metade do distrito de Vila Real! Primeiro ficámos sem os campos, agora pagamos a energia (fraca e incerta) tão cara como os mais e, mais tarde, nem campos, nem peixes, nem água!!! A ver vamos! (…)

 

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E continua:

(…) Apesar de tudo ainda temos mais de mil fontes por esses recantos e algumas, que abasteceram as povoações, merecem uma visita! São as fontes de mergulho ou de chafurdo: em Mourilhe, Arcos, Vila da Ponte, Meixedo, Telhado, Viade de Baixo… Quase todas as povoações tinham a sua.

 

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Num outro capítulo intitulado “Factos” vem um triste facto do qual já tínhamos dado conta mas sem pormenores:

“Factos

(…)

 

“Incêndios de Mourilhe” - anos 1854 e 1875

No dia 4 de abril de 1854 a povoação ficou reduzida a cinzas.

Reconstruída por subscrição pública, no Minho e Trás-os-Montes, voltou a ser devorada pelas chamas, em 4 de julho de 1875, salvando-se apenas quatro casas e a igreja de s. Tiago.

 

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Aos pirómanos que ainda por cá vão resistindo, damos como exemplo esta mártir povoação. No dia 4 de Abril de 1854, ficou reduzida a cinzas, a igreja incluída. Reconstruída por subscrição pública, em terras do Minho e Trás-os-Montes, voltou a ser devorada pelas chamas, em 4 de Julho de 1875, apenas se salvando desta vez quatro casas e a igreja!

 

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E continua:

 

O Aquilégio Medicinal dá notícia dos efeitos curativos da fonte desta Igreja que foi benzida “(consagrada) por São Braz” e produz milagrosas curas nas moléstias da garganta. Não conseguimos descobrir como é que o bispo Arménio São Braz cá teria chegado trezentos anos depois de Cristo, visto que foi martirizado, em 316. Em lembrança do seu martírio, as cardadeiras e tecedeiras escolheram-no para seu patrono e advogado das gargantas doentes. Por isso, se diz, quando a criança se engasga:

 

São Braz te desafogue

Já que Deus não pode!

 

Em tempos, Mourilhe foi Comenda de Cristo e levantava rendas em metade

da povoação de São Pedro da freguesia de Contim.

 

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Pela certa que mais haveria para dizer e muitas estórias para contar sobre Mourilhe, mas ficamo-nos por aqui, pois tal como os mais velhos me ensinaram a respeito das refeições, ou seja,  em terminá-las antes de ficarmos saciados para assim saberem melhor e não perdermos o apetite às próxima refeições. Pois também por aqui devemos deixar um bocadinho para termos um pretexto para de futuro tornarmos a ir por Mourilhe e pelo Barroso.

 

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Bibliografia

 

BAPTISTA, José Dias, (2014), Toponímia de Barroso. Montalegre: Ecomuseu – Associação de Barroso

BAPTISTA, José Dias, (2006), “Montalegre” : Edição do Município de Montalegre.

 

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Sites

http://padrefontes.com/default.asp

 

 

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Links para anteriores abordagens ao Barroso:

A

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Algures no Barroso: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1533459

Amial - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ameal-1484516

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Antigo de Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-antigo-de-1581701

Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-arcos-1543113

 

B

Bagulhão - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bagulhao-1469670

Beçós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-becos-1574048

Bustelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bustelo-1505379

 

C

Cambezes do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cambezes-do-1547875

Caniçó - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-canico-1586496

Carvalhais - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-carvalhais-1550943

Castanheira da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-castanheira-1526991

Cepeda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cepeda-1406958

Cerdeira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cerdeira-1576573

Cervos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cervos-1473196

Contim - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-contim-1546192

Cortiço - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1490249

Corva - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-corva-1499531

 

D

Donões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-donoes-1446125

 

F

Fervidelas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fervidelas-1429294

Fiães do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fiaes-do-1432619

Fírvidas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-firvidas-1466833

Frades do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-frades-do-1440288

 

G

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Gralhós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhos-1531210

 

L

Ladrugães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ladrugaes-1520004

Lapela   - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-lapela-1435209

Larouco - Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

 

M

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

Meixide - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixide-1496229

 

N

Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-negroes-1511302

Nogeiró - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-nogueiro-1562925

 

O

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Olhando para e desde o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-olhando-1426886

Ormeche - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ormeche-1540443

 

P

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Paio Afonso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paio-afonso-1451464

Parafita: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-parafita-1443308

Pardieieros - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pardieiros-1556192

Paredes de Salto - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-1448799

Paredes do Rio -   http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-do-1583901

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Penedones -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-penedones-1571130

Pereira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pereira-1579473

Pomar da Rainha - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pomar-da-1415405

Ponteira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ponteira-1481696

 

R

Reboreda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-reboreda-1566026

Roteiro para um dia de visita – 1ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104214

Roteiro para um dia de visita – 2ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104590

Roteiro para um dia de visita – 3ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105061

Roteiro para um dia de visita – 4ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105355

Roteiro para um dia de visita – 5ª paragem, ou não! - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105510

 

S

São Ane - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-ane-1461677

São Pedro - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sarraquinhos-1560167

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Senhora de Vila Abril - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-senhora-de-1553325

Sezelhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sezelhe-1514548

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

 

T

Tabuadela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-tabuadela-1424376

Telhado - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-telhado-1403979

Travassos da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-travassos-1418417

 

V

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1508489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

Vilaça - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilaca-1493232

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

X

Xertelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-xertelo-1458784

 

Z

Zebral - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-zebral-1503453

 

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