Sábado, 11 de Outubro de 2008

Oucidres - Chaves - Portugal

 

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Mais uma vez vamos até terras do grande planalto partindo de Chaves através da famosa Nacional 103 que liga Braga a Bragança, uma via que sem dúvida alguma é estruturante (ou deveria ser) e que liga precisamente terras do litoral ao nosso Portugal mais profundo e mais esquecido pelos senhores de Lisboa, mas também por isso, talvez sejam as mais puras e as melhores de Portugal – bairrismo à parte.

 

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Digamos que esta tal via que é estruturante na ligação do interior do nordeste transmontano, que deveria ser estruturante a sério e não uma ligação de estrada secundária nacional, até já nem é descoberta ou invenção dos tempos actuais, pois já há 2000 anos os romanos fizeram deste traçado uma das suas principais vias pois era mais coisa menos coisa que por este traçado passava uma das “Vias Augustas”, mais precisamente a Via Augusta XVII uniam Asturica Augusta (Astorga) a Bracara Augusta (Braga). Sendo então uma das mais importantes rotas romanas de comunicação da antiga Hispânia.

 

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Oucidres não ficaria muito distante desta Via Augusta, embora esta, em relação à Nacional 103, a partir de Chaves fizesse um pequeno desvio por Valpaços e Mirandela para depois retomar novamente o traçado da actual Nacional 103 a partir de Vinhais.

 

Um pequeno aparte antes de entrarmos propriamente em Oucidres, que também tem a sua história, embora não ligada à Via Augusta. Mas um aparte para demonstrar a importância da Nacional 103 que atravessa o concelho de Chaves de lés-a-lés e que na sua totalidade é uma das estradas (estou certo disso) que mais belezas naturais atravessa em Portugal.

 

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Oucidres é sede de freguesia e fica a 15 quilómetros de Chaves. Aldeia localizada no grande planalto de Chaves, o planalto da batata (da boa, da melhor). É uma das freguesias limítrofes do nosso concelho, sendo também uma das freguesias que mais área tem em território no concelho de Chaves, com os seus 14, 55 Km2  e que confronta com as freguesias de  São Julião de Montenegro, Águas Frias, Bobadela e Concelho de Valpaços. É também uma das terras de Monforte, das tais que circundavam o Castelo de Monforte.

 

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Grande em território mas nem por isso em número de aldeias e população, pois quanto a aldeias Vila Nova de Monforte e Vilar de Izeu lhe pertencem e quanto a população tem actualmente 236 habitantes residentes (a totalidade da freguesia segundo Censos 2001), ou seja mais uma das freguesias que conhece bem o termo “despovoamento”, pois em apenas 20 anos perdeu quase metade da população (430 habitantes em 1981). O mesmo de sempre. Estranhar seria mesmo a aldeia ter muita população, habituados que estamos à morte lenta das aldeias de montanha (embora esta até seja do planalto). Realce-se que estou a falar de população da freguesia, pois se nos cingirmos apenas à aldeia de Oucidres, a sede de freguesia, esta conta com apenas 94 habitantes residentes (Censos 2001).

 

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Ainda ontem em conversa com amigos, técnicos ligados à construção, recordávamos o grande boom! das construções de moradias de emigrantes, há 30 anos atrás, nas suas aldeias. A par disso, as populações ansiavam por água canalizada, saneamento, vias de ligação pavimentadas e construção nova de algumas escolas, arranjos e alargamento de outras existentes… Isto há coisa de 30 anos atrás. Hoje em dia, todas as aldeias têm acessos pavimentados e a grande maioria tem água canalizada e saneamento básico, as escolas foram construídas, arranjadas e ampliadas para agora estarem fechadas e abandonadas e, as casas dos emigrantes sempre de persianas corridas, fechadas e não habitadas, resumindo-se agora o anseio da pouca população que existe, ao alargamento dos cemitérios, à construção de casas mortuárias, havendo outras que anseiam por lares de terceira idade. Penso que não será preciso dizer mais nada e tudo isto graças (continuo a insistir) às más políticas dos senhores de Lisboa e aos seus imitadores de província em quererem concentrar tudo nas cidades, principalmente nas grandes cidades, deixando moribundo todo o nosso interior sem qualquer política que lhes garanta a sustentação e a permanência da população nos seus locais de origem. Estou farto de dizer isto e digo para mim mesmo que é a última vez que falo do assunto, mas

 

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na próxima visita a uma aldeia, a revolta, ou seja a realidade, volta ao de cima, tanto que agora o que se exige para as aldeias até já nem são politicas acertadas, pois já são tardias e algumas delas já entraram num processo de não retorno no caminho do despovoamento total (daqui a 5 ou 10 anos indico-vos algumas), agora o que se exige mesmo, tal como na saúde, são os cuidados paliativos para a população que ainda lhes resta, e não ignorá-los com se eles não existissem. Mas claro que os de Lisboa andam é preocupados com o TGV os aeroportos, pontes sobre o Tejo e outros projectos megalómanos, mesmo que esteja mais que provado que são um mau negócio, um luxo para o qual todos somos obrigados a contribuir. Não admira que assim haja das tais crises financeiras e económicas, porque esses artolas estão mesmo convencidos que é o sonho e os números (mesmo que artificiais) colocados num papel, que comandam a vida. Há muita realidade esquecida e escondida por aqui, no interior e nas aldeias, que é feita de gente, que em princípio teria os mesmo direitos que a restante população, mas agora já nem os princípios são respeitados, e ideais, onde é que eles param, promessas, ainda as há, mas já todos estamos fartos de saber que promessas de político não é para cumprir, coisa que além de provada agora parece estar instituída.

 

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Mas mesmo assim o Sr. “Engº” Sócrates continua a vir amiúde por Chaves em visita e a inaugurar coisas (curiosamente as duas últimas foram lares de idosos ou “negócios com idosos”) que, com tantas vindas à nossa terrinha, até parece que tem Chaves no coração ou promessa (daqui por uns dias está cá outra vez, desta, para inaugurar alguns luxos de encher olho para votante ver). Só tenho mesmo pena é que nas aldeias já não haja braços jovens, nem carros de bois nem estadulhos e que os pouco resistentes vivam conformados, pois como ainda há tempos me dizia um dos resistentes: - “agora graças a Deus temos tudo, televisão e frigorifico…agora vivemos bem” e ainda conseguem amealhar uns tostões para uma Santa Casa qualquer lhe chupar nos seus últimos dias de vida. Puros, humildes e sempre agradecidos, que se adivinham nas palavras tempos bem difíceis que já passaram e que esperemos por bem, não sermos obrigados a passar novamente. Tudo é possível e os últimos dias e as novas políticas de modernidade, não são nada animadores… pás isto são contas de outro rosário, ou talvez não, pois pelos vistos o rosário é comum a todos. Globalização, é um termo que ainda se vão arrepender de terem inventado, o tempo o dirá…

 

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Peço desculpas, mas não me consigo conter, às vezes até chego a pensar que isto é uma nóia minha, um pesadelo inventado por mim, mas depois de entrar num aldeia, andar por lá quase uma hora e não ver uma única alma viva, dou-me conta que o pesadelo é bem real.

 

Mas não é o caso de Oucidres, pois no Domingo à tarde passado ainda consegui ver um carro a passar, um tractor a regressar dos campos, 5 pessoas e muitas galinhas.

 

 

Mas regressemos ao resumo do que há a dizer sobre Oucidres (freguesia e aldeia),  e também uma breve abordagem daquilo que é conhecido da sua história.

 

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Oucidres, freguesia com a área de 14,55 km2, uma população de 236 habitantes e 296 eleitores; constituída pelas aldeias de Oucidres, Vila Nova e Vilar de Izeu.. Assenta a aldeia nos cumeados da montanha, a cerca de três quilómetros do castelo de Monforte e tem como produções principais a batata, o centeio, castanha e pastos. O topónimo de Oucidres aventa o Padre João Vaz de Amorim que poderá proceder de um nome próprio de indivíduo (a falta de outra explicação ficamos com esta). A aldeia, situada no alto da serra, domina todo o vale aprazível de Tinhela já em terras de Valpaços, é por aqui que se faz a tal transição das terras frias do Barroso para a denominada terra quente, uma transição que é apenas uma ilusão, pois Oucidres também conhece o que é o rigor dos frios de inverno e graças à sua localização bem lá no cimo das montanhas. Estende-se ainda a freguesia de nascente para poente até aos confins de S. João da Castanheira, outra transição de terras de Monforte para Terras da Castanheira como quem sai (ao lado) de terras de Valpaços para entrar em terras da raia e de Vinhais.

 

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Oucidres foi cabeça de Comenda da Ordem de Cristo e do Padroado Real. Possui uma imponente Igreja Matriz, da devoção a Santo André. Tem uma só nave e três altares em belíssima talha barroca com lindas colunas salomónicas e arcadas muito trabalhadas. A raiz da construção deverá ter sido românica, sofrendo posteriores transformações, uma das quais em 1698 conforme consta de uma epígrafe no muro da capela mor.

 

Ao longo do arruamento da aldeia, de um e outro lado, situa-se o casario, ainda de construção tradicional em granito de onde sobressaem alguns edifícios, também em granito, de arquitectura rígida. Um deles, a casa que pertenceu a Jacinto Morais, pai do Dr. João Morais, conhecido médico de Chaves já falecido, foi adaptada a Casa de Turismo de Habitação Rural, pelos descendestes da família. É ao que dizem uma bela unidade turística com equipamentos de muito interesse, dizem, pois não conheço pessoalmente, aliás o que esta unidade deixa ver é mesmo o alçado principal da construção que confronta directamente com a rua principal da aldeia, mas se o interior foi sujeito ao mesmo tratamento do exterior, poderemos dizer que teve um tratamento interessante e cuidado.

 

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No centro da aldeia ergue-se ainda um interessante cruzeiro a umas dezenas de metros deste uma bela capela, conhecida por Capela do Larouco, de um só altar e com a frontaria ocupada por uma galilé. A padroeira é a Senhora do Rosário. É nesta capelinha que segundo dizem (também não conheço) guardam umas santas relíquias que o povo diz terem grandes virtudes contra a doença da raiva ou hidrofobia. A designação Larouco poderá indiciar a cristianização desta divindade pagã.

 

Possui ainda uma interessante fonte de mergulho.

 

No espaço das terras de cultura eleva-se uma pequena eminência a que o povo dá o nome de Alto da Torre (que também não conheço) o que poderá indicar que ali poderia ter existido uma fortaleza medieval.

 

Não sei se propositadamente mas vou deixando nas aldeias ainda uma ou outra coisa para conhecer, talvez seja o pretexto para por lá voltar numa terceira passagem em abordagem mais pormenorizada daquilo que lhes faz alguma história.

 

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E por pela aldeia de Oucidres é tudo, falta ainda uma aldeia da freguesia, que exige ainda mais uma deslocação por terras da freguesia para ficarmos a conhecer mais um pouco de Vila Nova, que suponho também ser de Monforte, a última aldeia da freguesia a passar por aqui para ter direito a mosaico fotográfico.

 

Até lá, entretanto até amanhã com mais uma aldeia do concelho.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:17
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37 comentários:
De JOSÉ MARCOLINO TOMAZ a 10 de Fevereiro de 2009 às 23:37
PARABÉNS A OUCIDRES E AO ARTISTA DAS FOTOS.

É CASO PARA PERGUNTAR? ONDE PARAM: Fernando Capela, Bino,Tó Benbinda e Mariazinha? Onde estejam dêem sinal de vida. Um abraço.
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PARABÉNS A OUCIDRES E AO ARTISTA DAS FOTOS. <BR><BR>É CASO PARA PERGUNTAR? ONDE PARAM: Fernando Capela, Bino,Tó Benbinda e Mariazinha? Onde estejam dêem sinal de vida. Um abraço. <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Zéca</A> de Dadim


De Luiz Fernando Fagury Videira a 1 de Abril de 2009 às 02:25
Meu avô nasceu em Oucidres e veio jovem para o Brasil. Fiquei feliz em ver as fotos e comentãrios. Sei que ainda tenho parentes lá. Caso alguém conheça alguem da família Videira, favor passar meu e-mail. Meu avô tinha um irmão chamado André, João, José e ALzira. Só André ficou em Oucidres. Obrigado por me aproximar da terra de meu saudoso avó. Espero um dia caminhar pelas ruas desta freguesia e voltar no tempo em que não vivi.


De JOSÉ MARCOLINO TOMAZ a 1 de Abril de 2009 às 20:42
Luís Fernando Videira, obrigado por esta informação. É muito importante falar destes valores, pois fazem parte da nossa identidade. Eu apenas conheci esses amigos de que falo, pois sou natural de Dadim e recordo as brincadeiras e a amizade destes rapazes. Em relação aos nomes que me indica não conheço ninguém em Oucidres,mas sim em Dadim a família Videira. O Fernado, o Bino, são descendentes do Sr. João Guarda de São Vicente da Raia. Um grande abraço para todos os descentes. José Marcolino Tomás


De carla videira teixeira a 27 de Abril de 2009 às 20:36
ola bom dia eu sou a carla e sou mesmo de oucidres , conheco as pessoas em questao , em relacao a familia videira ainda existe o filho do jose videira e sobrinho da alzira videira , os irmaos benvinda ,to , fernando nao conheco mas sei que residem em lisboa.


De Diana a 11 de Setembro de 2009 às 23:12
Olá Carla Videira Teixeira, sou familiar de alguém que nasceu aí em Oucidres. Este meu familiar reconheceu alguns nomes falados aqui neste blog, e contou-me algumas das histórias da família videira com excelentes recordações de infância. Percebi que é mesmo de Oucidres, e por isso mesmo deve reconhecer uma casa, que está colada á casa do Sr. Alexandre, e que faz esquina para a rua da igreja... Sou de uma geração mais jovem e não tenho qualquer referencia sobre a tal casa...
Tenho uma adoração especial por esta terra, por causa das histórias que já ouvi, e nem uma fotografia da casa tenho... Podia fazer o favor especial de me dizer o que sabe sobre a casa? É muito importante para mim...
Por isso mesmo, lhe deixo aqui o meu e-mail (pois nao tenho blog) para quando puder talvez me possa dar alguma ajuda.
desde já agradeço a atenção
E-mail:
diana_fragoso_6@hotmail.com


De Anónimo a 5 de Junho de 2012 às 18:45
Ola Diana, sobre a casa em questao sei pouco, pois so conheci um dos proprietarios que era tio do meu pai, chamava se Joao da Cunha. Este senhor foi para lisboa e acabou por falecer nao conheco mais niguem ligado diretamente a ele, a casa esta realmente la e abandonada. o meu email e carlaoucidres@hotmail.com


De MARIA BEATRIZ DA CUNHA a 1 de Junho de 2016 às 13:49
Olá Carla. Eu sou afilhada do seu pai e de Júlia Teixeira, o meu pai,João da Cunha e minha mãe,Isaura da Conceição filhos 9 vivemos todos nessa tal casa que fica pegada e faz esquina em direcção à igreja.um dia destes vou aí fazer uma visita porque tenho muitas saudades dessa linda Freguesia.OUCIDRES. MARIA BEATRIZ CUNHA. O MEU CONTACTO LISBOA 964351642. CUMPRIMENTOS



De joana Videira a 29 de Novembro de 2009 às 10:30
ola eu chamo-me Joana Videira resido em Oucidres e sou neta de josé Maria Videira, sobrenha de Alzira.
Pelo que sei o meu avo tinha um irmao Guelhermino,Joao e António no Brazil.
Meu pai José Videira e as minhas tias Rosa Videira e Ester Videira erm filhos de José Maria Vadeira.


De RC a 15 de Janeiro de 2010 às 04:03
Olá Joana Videira,
A minha família é de Oucidres e ao ler o seu comentário fiquei intrigada com uma situação. O seu avô era conhecido na aldeia, pelo "Zézinho Videira"? O seu avô morava perto da igreja?
Gostaria muito de esclarecer esta dúvida, pois tenho as melhores referências da sua família.
Aguardo resposta ansiosamente!


De joana Videira a 27 de Janeiro de 2010 às 22:16
Olá,
Sim, o meu avô era conhecido pelo, "Zézinho Videira" e morava em frente á Igreja. Onde ainda hoje eu moro com os meus pais. Deixo-lhe aqui o meu e-mail para me poder contactar: pikenita12@hotmail.com


De Irene Videia a 30 de Agosto de 2015 às 01:39
Olá Joana Videira
Eu sou filha de Guilhermino Videira, irmão do seu avô José Videira. Estive aí com minha irmã Janete Videira e posteriormente com meu filho Paulo Videira. Somos portanto primas em segundo grau e sou prima em primeiro grau de seu pai, José e de Ester e Rosa.
Faremos uma visita brevemente a voces.
Abraços
Irene Videira


De Fátima Videira a 29 de Outubro de 2012 às 23:55
Joana, meu pai se chama Antonio José Videira. Ele me disse que um dos irmãos deles se chama José Maria Videira e que tinha um sobrinho chamado José Videira.
Quando fui a Portugal na minha infância conheci uma prima chamada Ester. São muitas coincidências. Tomara que esse comentário chegue até você.
Abraços


De Fátima Videira a 30 de Outubro de 2012 às 17:08
Sou filha de Antonio José Videira, nascido em Mirandela.
Meu pai mencionou os nomes dos irmãos dele que são: José Maria Videira, Viriato dos Santos Videira, João Augusto Videira e César Augusto Lopes
Sobrinhos:Fernando Augusto Videira, Maria José Videira, João Videira, Dinis Videira, José Videira, Alberto Videira.
Meus avós paternos eram: Beatriz Jesus Alvites e Artur Augusto Videira.


De JOSE MARCOLINO TOMAZ a 21 de Junho de 2010 às 20:03
Luís, VIVA PORTUGAL e VIVA o BRASIL e Todos Irmãos Brasileiros. A copa do Mundo está aí. Sinto muito orgulho nas duas Equipas. Que vença o Melhor. O Brasil nosso País irmão tem boa equipa mas nós os pequeninos temos uma Alma Grande no Mundo. Um grande abraço a todos os Brasileiros, nomeadamente aos nossos conterrâneos. Que Deus abençoo todos.
Um grande abraço, Tomaz , Natural de Dadim - Chaves


De MC a 20 de Setembro de 2009 às 18:48
Eu sei de boa fonte toda e qualquer informaçao sobre esses amigos de que fala.
Sei onde, e como estao todos os irmaos.
Posso dar-lhe mais referencias se quizer, mas para isso tera que me contactar pessoalmente .

marie_clest@hotmail.com


De Vera a 21 de Janeiro de 2011 às 14:04
Boa tarde , sou a a filha da Benvinda de quem fala estão todos muito bem .


De carla a 27 de Abril de 2009 às 20:40
gostei muito das imagens. uma aldeia fantastica nao fosse eu ser de la.


De Gabriela Videira Teixeira a 28 de Abril de 2009 às 22:08
Ola!! Eu tambem sou de Oucidres :) é uma aldeia muito bonita, um lugar fantastico para estar!! Sou irma da carla e neta de Jose videira..Quanto aos outros nao conheço.. Abraços


De José Marcolino Tomaz a 10 de Maio de 2009 às 16:46
Olá Carla e Gabriela. Desde já agradeço toda a informação dispensada acerca dos meus amigos. Fico satisfeito saber de que ainda são familiares. Vivo na cidade de Chaves. A minha profissão é Professor do Ensino Secundário. Actualmente, estou destacado pelo ME, no SPZN , Rua do Olival, nº 3, 1º Dto. Chaves. A Escola de Quadro é Boticas. A minha esposa, é de Fiães - Lebução com família aí em Oucidres . Saudações, obrigado e Felicidades.

José Marcolino Tomaz


De anonimo a 23 de Outubro de 2009 às 10:47
A aldeia é de facto linda, contudo lamento o fanatismo de algumas pessoas.


De cidalia videira teixeira a 6 de Agosto de 2009 às 18:29
Ola a todos eu tambem sou de oucidres essa linda aldeia "cantinho do céu" . A familia Videira é realmente muito fixe e estamos por todo o lado eu estou na suiça.
A familia da Bem Vinda alguns estã em lisboa mas outros estao em frança .
Se tiverem oportunidade visitem oucidres lugar ideal para descansar. ja ha pessoas a comprar pequenas casas antigas e a restaurar so para passar férias


De José Marcolino Tomaz a 24 de Janeiro de 2010 às 00:04
Olá pessoal de Oucidres . Está tudo bem? Vamos lá acordar. "Quem muito dorme, pouco apreende". claro é uma força de expressão. Desejo a todos boa saúde, muitos euros e muitas chouriças que são espectaculares, não esquecendo os chouriços de carne e cabaça.
Brevemente, vou fazer um reconhecimento aos Videiras e se fisgo por aí recordações e contactos da Benvinda do Bino e do Tó
Um abraço para a Cidália e familia. Tomaz


De Monica a 17 de Junho de 2011 às 10:29
Bom Dia , Tenho poucas recordações de oucidres pois ainda era pequena , só me lembro do saudoso " tio Carlos " e da tia Rosinha salvo erro " mas é pouca coisa, pois ia lá muito poucas vezes , sou uma das filhas da Benvinda , quando falei a minha mãe deste blog sobre a terra dela ficou maravilhada e reconheceu algum pessoas que falam dela e dos meus tios , gostaria de ter o contacto dos mesmos para ela matar as saudades de garota
O meu e-mail é monicaboas@gmail.com
Obrigada.


De José Marcolino Tomás a 17 de Junho de 2011 às 22:50
Boa Noite Mónica.
Fico muito grato, por proporcionar toda esta informação. Não restam dúvidas "A vida é Cheia de encontros e desecontros ". A família de Oucidres é mais ampla do que eu pensava. Que bom, ouvir palavras de Filha de Benvinda. Cinco horas atrás fui recebido por uma outra Benvinda Enfermeira em Chaves, filha de António Zé, filho do Sr. Jõao Guarda e Sra. Cacilda de Dadim e vossos familiares mais directos. Parabéns e muitas felicidades para toda a família. A minha esposa é Natural de Fiães e vossa familiar. Um dia falaremos mais um pouco. Beijinhos.


De ANABELA TEIXEIRA a 23 de Abril de 2010 às 12:00
Oucidres a terra que viu o meu pai nascer em 1938 ,Teixeira é o seu apelido.Oriundo de uma familia que partiu para o brasil no principio do seculo ,ele foi o unico dos irmãos que no regresso do brasil nasceu cá .E logo de seguida rumaram para a actual margem sul (SEIXAL).Desde logo perdeu se todos os laços familiares.Será que ainda existe nesta freguesia alguém com este apelido ?


De Helena Teixeira a 6 de Maio de 2010 às 16:03
Cara Anabela, o meu nome é Helena Teixeira e sou de Oucidres. Grande parte dos habitantes da aldeia assinam-se Teixeira pelo que muito provavelmente alguém conhecerá o seu pai.
Cumprimentos.


De Anónimo a 8 de Julho de 2011 às 15:14
Eu sou a Alzira Carneiro lopes, nasci em Oucidres, vim para Lisboa com dez anos.
O meu padrinho era sr. José Videira e a minha madrinha a srª Alzira das Açureiras, conheçi a Ester e a Rosa filhas dele de quem guardo muitas saudades e boas recordações, se alguém as encontrar peço o favor de enviar um grande beijinho.
Fala Alzira que pertençe á família dos Carneiros.
O meu pai era o Armando Lopes, a minha prima ainda reside na aldeia e chamasse Alice.
Tenho lá 2 amigas da minha geração que são: Alcina Videira e a Ester.
Muitos beijinhos para todos!11


De Anónimo a 5 de Junho de 2012 às 18:32
ola eu sou filha da sua amiga Alcina ela esta bem e Ester vive em oucidres tambem.


De Joaquim Malvar Azevedo a 17 de Julho de 2011 às 16:46
Caro Ribeiro!

"Penso que não será preciso dizer mais nada e tudo isto graças (continuo a insistir) às más políticas dos senhores de Lisboa e aos seus imitadores de província em quererem concentrar tudo nas cidades, principalmente nas grandes cidades, deixando moribundo todo o nosso interior sem qualquer política que lhes garanta a sustentação e a permanência da população nos seus locais de origem. Estou farto de dizer isto e digo para mim mesmo que é a última vez que falo do assunto, mas "

"Peço desculpas, mas não me consigo conter, às vezes até chego a pensar que isto é uma nóia minha,"

Antes de mais os meus parabéns pelo seu lúcido post .

Não pare de falar, nunca!..., porque acaba por se ouvir. É preciso é, juntarmos vozes. E nunca deixar de acreditar e lutar.
Para terminar confesso que sou um apaixonado por
Trás-os-Montes.
Convido-o a visitar o blog recentemente criado: solarvilartao.blogspot.com , de um teimoso.

Cumprimentos
Jmalvar


De Gabriela Videira Teixeira a 9 de Dezembro de 2011 às 22:25
Com tanta gente a querer-se encontrar mais vale organizar um encontro em Oucidres para que todos possam recordar os velhos tempos :)
Abraço a todos


De Ireneu Teixeira Costa a 10 de Março de 2012 às 23:09
OLA .meninas sou o ROSATIRANA O VIVODIABO
isto é so para quem me conhece sou natural de oucidres desde -07-10-1972
estou em pleno acordo com a LISETE pois seria bom faser a festa da aldeia e convidar esta gente toda para se poderem reencontrar


De Anónimo a 5 de Junho de 2012 às 18:39
Realmente es mesmo rosa tirana. Agora com crise nao ha dinhero para festas. Beijinhos para todos. E muitos parabens ao autor deste blog.


De Carneiro a 11 de Setembro de 2012 às 21:19
E agora, aqui estou eu para dar continuidade a este tao engraçado blog e do qual so tive conhecimento nestas ùltimas férias. Silvia Carneiro e prima da Alzira....tantos anos. Conheci melhor a Céu,lembras-te quando te levava para a Relva, subia para cima da ceregeira e te fazia medo com os lobos???bons tempos...Oucidres?Uma aldeia maravilhosa. La nasci,vivi até aos 16 anos (?) e deixei !!! Vizito-a 2 vezes por ano e participo vivamente em todos os acontecimentos. carnereaus@yahoo.fr


De Alzira Carneiro a 25 de Dezembro de 2012 às 18:36
Silvia Carneiro fiquei muito feliz com o teu comentário. Sim, lembro-me bem das nossas brincadeiras na relva e de me assustares com os lobos :) Gostava que mantivésssemos contacto. Sei que tens uma filha advogada e fiquei feliz! Eu também tenho uma filha, a Andreia que é enfermeira, da qual me orgulho muito. Quando é que visitas outra vez Oucidres? Beijinhos e aguardo a tua resposta


De Carneiro Silvia a 26 de Janeiro de 2013 às 22:47
Olá Alzira, só hoje vi o teu comentário ,nem sempre vou a esta pagina mas fiquei contente. Vou começar fã ver com mais tempo. Beijos e manda notícias Silvia



De Anónimo a 4 de Abril de 2013 às 21:01
ola prima. tens facebook? ou mail? assim falávamos por lá com mais frequência.beijinhos. fico á espera de resposta. o meu mail é: alziravaz1953@gmail.com


De ceu a 15 de Agosto de 2013 às 14:44
ola Silvia sou a Céu da família dos carneiros, so agora vi este blog, a minha irmã Alzira já me tinha falado disto. Está tudo bem com vocês Beijinhos


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