Sexta-feira, 30 de Maio de 2014

Entre ruínas e abandonos, também isto é Chaves cidade...

 

Há imagens que gostaria de ver de forma diferente, mas, é por não as querermos ver que elas existem…

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:30
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Sexta-feira, 16 de Maio de 2014

Mais uma de Chaves cidade

 

Enquanto não acontece por aqui o discurso sobre a cidade de hoje, ficamos com mais uma imagem do nosso velho centro histórico.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:15
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

Cidade de Chaves - Uma Imagem


Travessa do Munícipio


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publicado por Fer.Ribeiro às 00:20
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Terça-feira, 6 de Maio de 2014

Maravilhas de Chaves - Portugal

 

Felizmente que ainda há sensibilidades para preservar aquilo que de melhor temos. Dá gosto fotografar, registar e publicar aqui maravilhas destas.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:00
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Sábado, 5 de Abril de 2014

Chaves - Uma imagem

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:56
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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

Cidade de Chaves - Centro Histórico

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 18:00
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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Cidade de Chaves - Pormenores que nos passam ao lado

Não exagero se disser que passei por esta porta uns milhares de vezes e as contas são boas de fazer – quatro vezes por dia durante uns bons anos  - e o curioso é que durante todo esse tempo nunca dei por ela. Uma porta comum se não fossem os pormenores de belezas que hoje já não se fazem.  Propositadamente não digo onde ela se localiza para que, tal como eu, um dia tenha o prazer de a descobrir e atentar nos pormenores e se calha, também tal como eu, já passou por ela milhares de vezes sem nunca a ter visto.

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publicado por Fer.Ribeiro às 13:00
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Terça-feira, 26 de Novembro de 2013

Rua do Correio Velho - Chaves - Portugal


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publicado por Fer.Ribeiro às 01:54
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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

Repórter de Serviço

 

É certo que o Centro Histórico de Chaves há décadas que está carente de lugares de estacionamento e a única coisa que se tem feito para resolver o problema tem sido o de semear parquímetros nos poucos parques de estacionamento que existem e tanto assim é, que no Centro Histórico de Chaves já não há parques de estacionamento grátis, quer sejam explorados pela CMC com os parquímetros oficiais quer os outros explorados por parquímetros particulares (vulgo arrumadores), ai que pagar  sem transgredir, principalmente se o Agente Faiões estiver de serviço (esta explico já a seguir).

 

Claro que me estou a referir aos parques de estacionamento legais, pois se for ilegal, principalmente se for nas principais praças da cidade, as mais turísticas e monumentais, como a Praça de República e a Praça do Duque (mesmo em frente à Câmara e ao Museu Municipal), aí com jeitinho estaciona-se à sombra, de borla,  e nem sequer o cioso e zeloso Agente Faiões incomoda.  




E lá vai pagando o justo pelo pecador. Este justo (que sou eu) que nunca pequei por estacionar em local de parquímetro oficial sem o devido ticket, ou em local de parquímetro particular sem a dádiva da respetiva moeda e às vezes acrescentada de um cigarro (que equivale a uma moeda de 20 cêntimos), e que nunca, mas mesmo nunca estacionou nas praças monumentais do centro histórico, conseguiu no espaço de meio ano ser brindado por três vezes com uma multinha do cioso e zeloso Agente Faiões, em duas das vezes por, depois de toda uma tarde (horas) a investir no parquímetro, ter ficado sem ticket válido (que segundo a hora da multa já passavam 20 minutos para além do permitido) e outra das vezes por não ir devidamente munido de moedas para o parquímetro e ter demorado 5 minutos a trocar uma nota em moedas. Mas claro, felizmente temos o cioso e zeloso Agente Faiões para nos lembrar que não devemos pecar, nem que sejam por pecadinhos pequeninos de cinco minutos e, não pensem que é coisa que o cioso e zeloso agente Faiões tem contra a minha pessoa, longe disso, pois nem sequer temos o prazer de nos conhecer, é antes por ser um Agente cioso, zeloso e justo, pois vai tudo a eito, a não ser que o popó esteja à sombra na Praça do Duque, mas aí é porque não os vê, pois se os visse…  e com esta me vou.



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publicado por Fer.Ribeiro às 16:15
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Terça-feira, 3 de Setembro de 2013

Largo Caetano Ferreira - Chaves - Portugal

 

No meu tempo de estudante de liceu fiz a promessa de, pelo menos, passar pelo jardim das Freiras uma vez por dia. Cumpri a promessa religiosamente durante muitos anos. Hoje, quando passo na Rua de Stº António, olho para as Freiras de esguelha, isto, quando olho. Para quem as viveu tão intensamente como os da minha geração as viveu, nunca mais as poderemos encarar de frente. Lamento que quem não é flaviense ou não tivesse vivido essa intensidade das Freiras não perceba nada daquilo que estive para aqui a dizer, mas aqueles que as viveram, sabem do que estou a falar.



Felizmente que a cidade de Chaves não são só as Freiras e com o tempo, aprendi a gostar de outros cantinhos da cidade. Um passeio vagaroso pelas ruelas da cidade, embora o seu envelhecimento e abandono magoe, ainda dá gosto de passear, principalmente porque ainda há a esperança ou o sonho de um dia poder a vir a ter a vida que outrora teve e depois é por elas que se podem atingir dois dos largos ou praças onde atualmente gosto de estar, como antes gostava de estar nas Freiras.




Gostaria  de incluir nessas praças a Praça da República, por ser uma das mais bonitas de Chaves, no entanto não convida ao estar, como também outrora convidada. Um desses largos que aprendi a gostar com o tempo, é o Largo Caetano Ferreira, sem dúvida que é também um dos mais bonitos da cidade e onde se pode repousar um pouco à sombra, nem que seja na escadaria da Igreja da Misericórdia, já que os poucos banco que por lá há não chegam para as encomendas de quem os merece.

 

 

Embora seja um largo onde o casario habitacional também está velho e abandonado (exceção para a Rua da Misericórdia que ainda vai tendo alguma vida), há uma “casa” que está cheia de vidas com estórias de encantar. Também é por isso que gosto do largo, de, mesmo em silêncio e sem qualquer conversa, ouvir essas estórias que cada um tem para contar. Estórias que fazem a História de outros tempos, estórias de guerra, de fome. Estórias do tempo em que viver os dias eram uma verdadeira aventura. Oiço sempre essa história e estórias nos rostos ou nos olhares que de vez em quando se cruzam.



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publicado por Fer.Ribeiro às 16:00
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2013

Chaves e o Centro

 

O “Discurso Sobre a Cidade” que hoje deveria acontecer, fica adiado para a próxima semana, entretanto aproveito e deixo eu aqui um pequeno discurso, que também é sobre a cidade.  


Penso que já o contei aqui uma vez, mas nunca é demais. Nos primeiros tempos em que a  autoestrada A24 nos servia, ou seja antes dela se servir de nós ou de nos cobrar as passagens e, também antes desta crise se sentir nos bolsos, começaram-se a ver por aí caras diferentes em visitas de fim-de-semana, sobretudo casais mais jovens sempre munidos de câmara fotográfica não mão. Numa das vezes cruzei-me com um desses casais que me perguntou onde ficava o centro da cidade, pois já tinham dado várias voltas pela zona histórica e não o conseguiram encontrar. Estávamos nós na Rua do Correio Velho (ou Rua Gen. Sousa Machado – se preferirem). Penso que lhes respondi: - “estamos no centro da cidade!” e eles argumentaram novamente – “ sim, mas há sempre uma praça, ou um largo onde as pessoas da cidade se juntam, é esse centro que procuramos” . Depois de eu pensar com a brevidade que o momento exigia, acabei por lhes responder: “Pois, é uma boa pergunta. Sabem, se fosse há uns anos atrás sabia-lhes responder, hoje lamento, mas não sei, temos vários lugares desses que procuram”.

 



Na realidade com o crescimento da cidade e o abandono residencial do centro histórico a cidade tornou-se policêntrica, com vários pontos onde aglomera pessoas conforme as horas do dia ou os interesses (comerciais, de diversão, etc.). O antigo ponto de encontro dos flavienses que sempre era o Jardim das Freiras e os cafés mais próximos, morreu, no entanto há um ou outro lugar que continua a ser ponto de encontro habitual, principalmente para quem não é da cidade e nos visita aos dias de feira, como o são ainda a Madalena e o Largo do Arrabalde, mas não o suficiente para poderem ser considerados o centro da cidade.

 

Prometi a algumas pessoas que um destes dias vinha aqui novamente com o tema da “Reabilitação Urbana” e a promessa mantém-se , talvez nessa altura volte aos “centros da cidade”, mas isso fica para breve, pois quero-o fazer como deve ser para que não haja dúvidas ou seja mal interpretado com aquilo que quero dizer. Para já, ficam duas imagens do Arrabalde que é sem dúvida uns dos centros de Chaves e, esperemos que com o “Museu das Termas Romanas” se torne mais atrativo, só temo mesmo é saber qual o impacto que a nova construção poderá ter no largo, mas vamos esperar que seja positiva, ou pelo menos que, mesmo que não se destaque pela positiva  se integre no ambiente do largo ou passe despercebida, que para mamarrachos, já nos bastam os da era ACIOP.

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:44
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Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

Duas imagens do passado que não voltam mais

 

Para já ficam duas imagens do ano de 2007. Imagens que hoje já não são mais possíveis. A construção que se vê  primeira imagem, na Rua da Ordem Terceira , foi vitima de um incêndio e ruiu. Continua em ruínas. A segunda imagem, na Ladeira da Trindade,  foi demolida para dar lugar a uma nova construção ainda por concluir e,  o “volto já” que estava sempre à porta do sapateiro passou a um “ Até um destes dias, ou anos”.




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publicado por Fer.Ribeiro às 03:09
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Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

Mais três imagens e breves palavras

 

Ainda ontem deixava por aqui algumas imagens agradáveis ao olhar de qualquer flaviense e não flaviense, mas temos de ser realistas, a grande maioria do casario do centro histórico mete dó, principalmente os pisos superiores desse casario, pois ao nível do rés-do-chão, graças ao comércio e alguns incentivos, lá se vai mantendo mais ou menos atraente.




Há dias a Câmara Municipal apresentou um Masterplan do centro histórico com a delimitação da área de reabilitação urbana, bem como o Programa Estratégico de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Chaves. Embora seja um passo para que algo aconteça em termos de reabilitação urbana, a montanha acabaria por parir um rato, uma simples gota no oceano, pois os incentivos que há associados a essa reabilitação só abrangem quem tiver contabilidade organizada. Ora acontece que a grande maioria do casario habitacional do centro histórico é propriedade de particulares, sem escrita organizada e daí, ficam de fora deste programa.




No entanto se a reabilitação urbana é mais que necessária, para se levar a sério tem de contemplar o casario habitacional, pois é nesse que é urgente intervir, mas não só,  a reabilitação de pouco adiantará se não houver um plano de revitalização do centro histórico. É que nesta coisa dos conceitos anda muita confusão e reabilitar não é o mesmo que revitalizar, daí que até tenham aparecido alguns casos isolados de reabilitação urbana, mas só e apenas isso, que depois de pronto, o imóveis reabilitados continuam sem gente dentro.

 

Mas isto são temas para páginas de discussão e não pode nem deve ser tratado aqui com a leviandade de três ou quatro parágrafos de escrita, mas sempre podemos deixar aqui a nossa preocupação.



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publicado por Fer.Ribeiro às 17:46
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Terça-feira, 14 de Maio de 2013

Chaves - Três Olhares

Chaminé e clarabóia na Rua Dr. Júlio Martins

 

Casario da Praça do Município

 

Rua Dr.Júlio Martins com novo visual

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:35
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Terça-feira, 16 de Abril de 2013

Alguns eventos a acontecer

Hoje vamos deixar por aqui alguns eventos que vão acontecer por cá.


Para a próxima quinta-feira, dia 18, inaugura no Polo da UTAD/ESEC  uma exposição da Lumbudus em parceria com uma atividade da licenciatura de Animação Sociocultural do Polo da UTAD em Chaves. Esta exposição resulta de uma atividade anterior intitulada “Repórter por um dia” em que vários fotógrafos Lumbudus acompanharam a jornalista Sandra Pereira numa reportagem sobre o despovoamento e envelhecimento rural numa freguesia flaviense, no caso, a de S.Vicente da Raia.


 

Para dia 19, sexta-feira um Workshop sobre a reabilitação e regeneração urbana, tendo por base os Programas Estratégicos para o Centro Histórico de Chaves. Um Workshop de interesse para todos os interessados por reabilitações e regenerações urbanas, mas em particular para proprietários do Centro Histórico.


Atenção que para assistir a este Workshop a inscrição é obrigatória. O Programa,  Inscrições e informações online podem ser obtidas aqui: http://www.chaves.pt/

 

 ou pessoalmente na Câmara Municipal de Chaves.

 

 

Já agora e uma vez que se fala de reabilitação, os espaços públicos devem contribuir para essa mesma reabilitação. Na Praças da República  e do Duque,  nas últimas semanas têm servido de estacionamento a popós, e não tem sido exceções para casamentos e funerais. Espero que seja apenas uma distração das autoridades, pois outra coisa não imagino. Estas duas praças são imagem de marca da cidade, são as nossas duas praças monumentais que todos os visitantes e turistas registam em imagem e levam com agrado, mas sem popós. Demorou longos anos a tirar de lá o estacionamento, por favor, para bem da cidade e do centro histórico, não deixem voltar os carros às nossas melhores praças. Os peões, visitantes e turistas agradecem.




Por último, fica já o anúncio de um evento que vai ocorrer aqui ao lado, em Boticas nos dias 23, 24 e 25 de Maio. Trata-se do I Congresso Internacional – A Animação Sociocultural, Gerontologia e Geriatria – A Intervenção Social, Cultural e Educativa na Terceira Idade.




Informações, programa e inscrição, podem ser obtidas aqui: http://geralintervencao.com.pt/


É um congresso que interessa a todos os que lidam com os problemas do envelhecimento e da terceira idade.

 

E por agora é tudo. Mais logo termos ainda por aqui a “Pedra de Toque” de António Roque.

 

Até lá!



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publicado por Fer.Ribeiro às 02:10
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