Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016

Chaves - Feira dos Santos 2016 - Três Momentos

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:57
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016

Discursos sobre a cidade ou outra coisa... como o regresso às aulas

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Não quero acreditar que esta primeira imagem já seja de arquivo, que seja verdade o que se diz… por isso, enquanto não for lá ver com os meus próprios olhos,   falemos de outras coisas mais sérias, como a  relação do ser humano com os animais que sempre foi regida pela noção de domínio. Acostumado à ideia de legitimidade da exploração dos animais e da natureza, o homem tem agido, muitas vezes, com arbitrariedade, torpeza e irresponsabilidade, ou então falemos do rapaz que está a ir para a escola e no caminho, encontra uma colega de turma, que não conseguia parar de rir: - Interessantes essas meias que estás a usar, Ricardinho... uma amarela e outra azul... - É verdade. Tem graça é que lá em casa tenho outro par igual!

 

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E continuemos com o homem estava em casa a ver televisão e a comer amendoins. Atirava-os ao ar para em seguida apanhá-los com a boca. A meio da acrobacia a sua esposa fez uma pergunta, e quando ele se virou para responder, um amendoim caiu-lhe dentro da orelha.

Ele bem que tentou tirá-lo mas apenas conseguiu enterra-lo ainda mais. Após horas a tentar, começaram a ficar preocupados e decidiram ir ao hospital.
Estavam a fechar a porta de casa, quando chegou a filha com um amigo. Após serem informados do problema, o amigo da filha disse que conseguia tirar o amendoim.

O jovem enfiou dois dedos pelo nariz do homem a dentro e disse para ele expirar com força.

O homem assim fez e o amendoim saltou fora.

A esposa e a filha saltaram e gritaram de alegria.

O jovem insistiu que não era nada de mais e foi com a filha para a cozinha comer qualquer coisa.

Assim que saíram, a mãe virou-se para o pai:

- Não é maravilhoso? Não é esperto? Que achas que ele vai ser quando crescer?
- Pelo cheiro que tem nos dedos,... vai ser nosso genro.

 

 

Hoje foi assim, pois a ser verdade é mais uma anedota!

 

 

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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016

De regresso à cidade com gravuras...

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De regresso à cidade com uma sugestão – Visitar a 8ª Bienal Internacional de Gravura do Douro,  que nesta edição também tem sala em Chaves, mais propriamente no Sala Multiusos do Centro Cultural e uma pequena mostra na Biblioteca Municipal.

 

1600-8-bienal-gravura (11)

 

Se não puder nos próximos dias, não há problema, pois a exposição estará patente ao público até 31 de outubro deste ano.

 

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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2016

Chaves, uma imagem

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Sexta-feira, 29 de Julho de 2016

Chaves, uma imagem

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Quinta-feira, 7 de Julho de 2016

Chaves, uma imagem à beira rio

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Aos poucos deixámos de estar virados de costas para o rio e começámos a ganhar as suas margens como um espaço público para desfrutar e estar. Pena que a qualidade da água do rio não recomende ir a banhos, pois estes espaços mereciam ter mais vida e outros atrativos. O espaço já existe…

 

E Viva Portugal – Estamos na Final!

 

 

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Quarta-feira, 22 de Junho de 2016

Cidade de Chaves, uma imagem

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Sexta-feira, 17 de Junho de 2016

15 - Chaves, era uma vez um comboio

800-texas

 

Locomotiva

 

A ti

A primeira vez que te vi na estação,

Abafei minha grande emoção.

 

Sentida

Por grandeza maquinal,

Por existência real.

 

A tua presença

Tudo silenciava:

Gente que chegava, gente que partia,

De rostos negados pela vida.

 

Só tu existias ali.

 

Num breve instante,

A tua força férrea

Carregava vidas do nada.

 

 

Partias…

 

Então o nada era o tudo

 

E sorriam…

Para ti.

 

Rita Gonçalves

 

r-CP0095

 Cp0095 – Locomotiva: CP E207, Data: 1973, Local: Chaves, Portugal, Slide 35 mm

 

In “Memórias de uma Linha – Linha do Corgo – Chaves”, Agosto de 2014

Edição Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura

 

Fotografias – Propriedade e direitos de autor de Humberto Ferreira (http://outeiroseco-aqi.blogs.sapo.pt)

Gentilmente cedidas para publicação neste post.

 

 

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Quarta-feira, 15 de Junho de 2016

Ocasionais - Conversas com Zeus

 

ocasionais

 

 

 

“Conversas com Zeus”

-XXIII-

-Hermenências-

 

"Um dos segredos mais profundos

que existem,

é que tudo o que realmente

 vale a pena

é o que fazemos

pelos outros".

(Lewis Carroll)

 

 

Zeus tem andado, distraído ou entretido com o carnaval brasileiro fora d’horas, o cultivo de bananas no deserto de Gobi, o novo corte de cabelo de Kim Jong-un, o aparecimento de pinguins na ilha Spitsbergen e no Alasca, e de ursos polares no Território do “País da Edite Ronne, na Antártica”.

 

Tanto assim que faz já muito tempo que não me liga.

 

Encontrei o Marconi, no Café, na hora do meu «pingo da manhã», e falei-lhe do silêncio de Zeus.

 

Rapou do bolso de uma antena do tamanho de uma esferográfica e deu-ma.

 

- Toma! – disse.  Na hora do «pingo da tarde» clicas neste pontinho. O campo magnético da glândula pineal de Zeus será perturbado, e o teu amigo, sacudido por essas vibrações magnéticas logo vai exclamar para Pan:

 

- “Estou com uma comichão e um ardejar aqui na orelha. Não me digas que é aquele «cara de carai» que ficou de me mandar um «salpicão da língua e uma chouriça de cabaça» que está preocupado, mas mesmo muito preocupado comigo”!

 

- Ó Marconi, «atão» tu «agôra» já sabes d’antemão o que Zeus pensa e diz no que respeita comigo?

 

- Aos bocados e aos pedaços, vou apanhando as vossas técnico-tácticas de comunicação.

Ora experimenta lá, e depois diz-me se não vai acontecer como te digo.

 

- Hoje, sexta-feira 13, inda por cima, de Maio, não me digas que queres fazer um milagre ou um bruxedo, Marconi   -  exclamei!

 

Não perdi tempo

 

Liguei para Vilar de Perdizes. Tive a sorte de apanhar juntos o Padre Fontes e o Bruxo Queiman.

 

 - António, chegou a hora de te incomodar: precisava que tu mais essa multidão de bruxos e bruxas, aí reunidos (qual é o Substantivo colectivo para «muitas bruxas e muitos bruxos juntos?!- Bem, como nem Lindley Cintra nem o Bessa Monteiro, nem Fernando Campos mo ensinaram, vou propor «Fontesão»… não, para evitar pecados, «Fontesia»   -    multidão de Bruxas e Bruxos inventada e realizada pelo Padre Fontes, num dos famosos «Lameiros de Barroso»!) concentrásseis , logo à tarde, na «hora do pingo» (explica-lhes que é assim como «à moda do chá das 5») todas as vossa energias, as direcionásseis para a croa do deus Larouco, durante apenas aquele segundo que dê para se contar: um, dois, três!

 

E podes dizer a esse teu amigo tão chegado, o deus Larouco, que só por esse momento mágico, eu aí irei, no Mês das Segadas, sacrificar três cordeiros no altar (Penedo) de Caparinho e assadinhos «à maneira» no FORNO de MEIXIDE.

 

Como isto é uma das minhas «maroscas» ao meu amigo Zeus, espero que, desde já, de dês a tua católica absolvição e a tua «larouquense» bênção.

 

 

É escusado dizer aqui que «foi feita a minha vontade»!

 

Vai então, na hora do «pingo da tarde» peguei na bússola e coordenei-me com o FORNO de MEIXIDE e o Penedo de Caparinho.

 

Pimba!

 

Cliquei no tal pontinho, elevei o meu pensamento a Zeus, e… catrapumba!

 

Não demorou um piscar d’olhos para o meu telemóvel começar a retinir.

 

Fiz-me caro. Deixei tocar e tocar.

 

Lá para a quinta ou sétima vez, atendi:

 

Era HERMES.

 

- “Inselência”, daqui é da parte de Zeus. Sou o Hermes!

 

- Que dianho! Andas aqui por perto?

 

- Não. Estou por aqui na sala piramidal de Zeus, a pôr em ordem alguns (alguns?! Uma montanha!) papéis para ele despachar, logo que regresse de uma saída que nem eu sei bem com destino.

 

Acaba de me contactar para eu lhe ligar imediatamente a saber se foi coisa sua as estranhas tonturas que acabou de ter.

 

- Porra! Catano, Hermes!

 

O «DEPOR» sobe à «PRIMEIRA», “OS de CHAVES” fizeram uma festa do car…..v….alho, e Zeus nem um copo veio botar com eles!

 

E, repara lá tu, que não contentes por subirem «de escalão», “Os de CHAVES” ainda serviram de palco e de plateia para uma segunda festa “Fogaceira” deste ano: o “FEIRENSE” foi ao Campo da Srª das Brotas conquistar, com um empate, o direito de jogar «entre os grandes»!

 

Pois Zeus vai «lerpar» daquelas batatas lourinhas que acompanham o cordeiro depois do pousar das seitouras, numa daquelas segadas tradicionais que se vão fazer ali pela NORMANDIA TAMEGANA. O cheirinho vai-lhe chegar, mais tentador do que Métis ou Témis, Leda ou Dánae.

 

-“Inselência”, antes de partir, Zeus teve uma reunião aqui connosco. Mostrou-se preocupado consigo.

 

Há já que tempos que nada sabe de si, lamentou-se-me ele há dias.

 

Olhe, já se lhe acabaram os «pimentos do Cambedo», o «branco» da Granginha; o «tinto» d’Águas Frias, a Geropiga de Outeiro Seco, as «nozes de Vidago», os «figos de Valpaços»…

 

-Alto lá, ó Hermes.

 

Pede o guloso para o desejoso, é?!

 

Bem, ougadinho, ougadinnho destes ando eu, realmente!

 

- Zeus deixou um apontamento que, segundo me disse, iria ultimar, logo que regressasse.

 

Como demora, adianto-lhe o «discurso», se assim entender.

 

E dizia Zeus:

 

- Grande Mestre tem a «tua» cidade.

 

Tu és um simples praticante de pesca recreativa, e sabes bem quão difícil é apanhar um peixe, mesmo com um bom isco no anzol.

 

O Grande Mestre tem a tarefa mais facilitada. Ao “Zé Povinho” passa-lhe pela boca ou pelos olhos um engodo rafeiro e já o tem no papo.

 

Umas cocegazitas feitas com uns joguitos, uns espectáculos, umas bugigangas e festas medievais são mais que suficientes para tornar servis os pategos que o olham.

 

Não dá conta, o Zé Pagode, que pagará com língua de palmo o quartilho de tinto e a malga de tripas com que deu prazer à boca e à barriga!

 

A humanidade, essa humanidade do Grande Mestre, não passa, afinal, de crueldade.

 

Tal como Nero, a sua «peçonhenta doçura» só serve apenas para adoçar a servidão, a amargura dos Flavienses.

 

Os teus conterrâneos, consciente, uns, inconscientemente, a maioria, continuam imprudente e teimosamente a ser negligentes quanto à postura de mentira, falsidade e charlatanice desse grupo de medíocres e oportunistas, videirinhos e xico’spertos que ambiciona, contra a corrente da Verdade, da Justiça, do Progresso, fazer a Conta-Corrente do Município.

 

Os Flavienses, uns e outros, todos, têm de se lembrar que a Verdade também é útil, também ela, a Verdade, corresponde a realidades objectivas.

 

Medíocres quanto baste, cretinos até mais não, refinados impostores e consumados charlatães, «pavão», «pavões», «lalões» e «poneyzinhos-de-Tróia», aí de CHAVES, desempenham a primor o papel de profissionais de bondade, trazendo assim os Flavienses bem engrampados!

 

-Hermes,   -  interrompi   -   sabemos que foste tu o «grande» descobridor da linguagem e da escrita, graças às quais nós, cavaleiros do céu e do inferno, podemos tornar inteligíveis, compreender e comunicar o significado das coisas.

 

Por isso mesmo, Zeus te incumbe como seu privilegiado mensageiro, e eu te trato com aquela consideração transmontana que tanto te agrada (e consola, di-lo!).

 

Eu, de ti, também, nota bem, também, espero ajuda para que a minha escrita, as minhas palavras escritas, tenha a maior aproximação à expressividade da palavra, das minhas palavras, falada!

 

- “Inselência”,  Zeus tem aquele modo de ser especial de reparar e de se preocupar com as grandes GRANDEZAS e com as pequenaspequenezas”!

 

Bem lhe zucrino os ouvidos para não se ralar tanto com as «pavonices» e as «lalices» que alagam mais «CHAVES” que as cheias do Tâmega.

 

Ainda há días lhe lembrei aquele «franciú», G. Le Bon, que considerava os filósofos uns «ingénuos» e que «as multidões nunca tiveram sede de verdade. Diante de evidências que lhes desagradam, viram as costas e preferem divinizar o erro, se ele as seduzir. Quem as souber iludir, facilmente será seu senhor; quem as tentar desiludir, será sempre a sua vítima».

 

Por isso, “Inselência”, deite pra trás das costas ao sua afeição pela «herdade romana» de Trajano, e deixe os “Aquiflavienses” e os “Tameganos” a serem mentes superficiais que não conseguem ver para além do que alcançam de momento.

 

Chegará o tempo em que aprenderão, mas já sem proveito, a lição de “Aristócles”, também conhecido como Platão: «O preço a pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem é inferior".

 

- Hermes, sei da tua estima por mim e da pronta disponibilidade para atenderes as minhas solicitações, pressas ou caprichos.

 

Espero que dês boa nota desta nossa conversa a Zeus. Lembra-lhe para ele ir semeando umas grainhas de inspiração no deserto neuronal dos flavienses, a ver se para o ano, têm a coragem e o acerto de arrasar a capoeira do «pavão de Castelões» e fazerem com que essa raça seja declarada extinta.

 

Como sabes, não sou de promessas. Mas podes anotar na tua agenda que dos primeiros figos «do cedo», de VALPASSOS, irás receber uma abada deles! E porque te portas bem, junto irá um pão centeio, fresquinho, ainda quentinho, cozido no Forno de Castelões.

 

-“Inselência”, contente com o que acabo de ouvir, deixe-me despedir-me com D. Miguel …Unamuno:

 

- “Todo o homem que combate por um ideal qualquer, ainda que pareça do passado, impele o mundo para o Futuro e sei ainda que os únicos reaccionários são aqueles que se encontram bem no Presente

 

Mozelos, Treze de Maio de 2016

Luís Henrique Fernandes

 

 

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Segunda-feira, 13 de Junho de 2016

De regresso à cidade, com uma resistente urbana

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:54
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016

Chaves, Corpo de Deus

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Pois é, o dia de ontem foi para andar à caça de imagens, primeiro em Vilar de Nantes, depois na cidade (de Chaves, claro!), o motivo - O Corpo de Deus. Quero com isto dizer que o tempo não dá para tudo e que ficou a perder foi o blog, pois só consegui trazer aqui uma imagem, para já. Quanto a Vilar de Nantes, fica prometido para amanhã, que será a nossa aldeia convidada, com Corpo de Deus, bem florido como manda a tradição e mais algumas imagens. Quanto ao Corpo de Deus da cidade, pode ser que ainda hoje consiga meter mais algumas imagens. E já que estamos nesta maré, o "Discurso sobre a cidade" do Gil Santos que vem já a seguir, também merecia umas imagens, que ficam prometidas para mais tarde, mas para já seguirá também sem imagens. Eu bem digo que os dias deveriam ter 28 horas, pois todos os dias me faltam 4 horas para conseguir fazer tudo que necessitava...

 

Até já com o "Discurso" do Gil Santos.

 

 

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Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

Regresso florido à cidade

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Hoje fazemos um regresso à cidade florido em honra à primavera que finalmente começa a mostrar a sua cara.

 

1600-prado

 

As flores de hoje eram de uma zona ajardinada com prado, ou sementeira, não sei bem o nome que lhe dão, mas foi cortado, pois há quem confunda isto com os prados selvagens que florescem  naturalmente na primavera, e penso que a ideia é mesmo essa, mas há quem não os compreenda,  e temos pena.

 

 

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Quarta-feira, 11 de Maio de 2016

Cidade de Chaves - Rua Direita

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Terça-feira, 10 de Maio de 2016

Duas imagens da Primavera em Chaves

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Este ano tem sido assim, às vezes com sol, às vezes com chuva e ainda algum frio. Agora estamos mais numa de chuva, de dias escuros, tal como na segunda imagem.

 

1600-(46395)

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:08
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016

11 - Chaves, era uma vez um comboio

800-texas

 

Chaves, era uma vez um comboio - Um poema de Laura Freire

 

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CP0097 – Locomotiva: CP E207, Data: 1973, Local: Pedras Salgadas, Portugal, Slide 35 mm

 

“…fumegando…”

 

28 de Agosto de 1921

 

Chegaste, fumegando…

Amodinho…

Tímido, perante a multidão que te esperava…

Enquanto os “VIVA's” eram abafados pelo repenicar do teu apito…

Incansável…

Ofegante…

Com sede de água e fome de carvão…

Rasgaste as serras para cá chegar…

Depois, foi o silêncio de todos…

De todos os que serviste…

E partiste, fumegando…

 

1 de Janeiro de 1990

 

Laura Freire

 

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 CP0046 – Locomotiva: CP E207, Data: 1971, Local: Chaves, Portugal, Slide 35 mm

 

In “Memórias de uma Linha – Linha do Corgo – Chaves”, Agosto de 2014

Edição Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura

 

Fotografias – Propriedade e direitos de autor de Humberto Ferreira (http://outeiroseco-aqi.blogs.sapo.pt)

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