12 anos

Segunda-feira, 17 de Abril de 2017

De regresso à cidade - Praça do Duque

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:13
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Quarta-feira, 12 de Abril de 2017

Em vez de ruínas...

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Não é por nada, mas este edifício, pela sua história, em vez de ruínas podia ser outra coisa…

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:59
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Terça-feira, 11 de Abril de 2017

Momentos clássicos... ou talvez não!

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Esta imagem é um clássico ou se preferirem um cliché, dos mais fotografados da cidade de Chaves, e pela nossa parte, já imensas vezes a trouxemos aqui e pela certa continuaremos a trazer, isto e só, para memória futura, para ir vendo se tudo está no sítio. Convém ser assim, principalmente para despistados como eu que, de tanto passar pelos mesmos sítios, já nem reparo neles, até um dia em que mais atento, sou surpreendido por qualquer que falta ou qualquer coisa que acresce ou se transformou, então ultimamente, vá-se lá saber porque, esbarro contra uma árvore que antes não estava, desvio-me de tanques que já não existem, bato com o nariz em portas fechadas, ou faço um retrato à Maria Rita e sai-me uma mijareta… coisas!  

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:27
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Segunda-feira, 10 de Abril de 2017

De regresso à cidade pela Rua Direita abaixo

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Sexta-feira, 7 de Abril de 2017

Momentos de Chaves cidade

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:13
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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

De regresso à cidade, via Madalena

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E cá estamos nós de regresso à cidade, num fim-de-semana para nós atarefado quem sequer nos permitiu ir até ao Barroso aqui tão perto, mas fica prometido que para o próximo domingo, nem que chovam picaretas, arranjaremos um tempinho para ter por aqui uma aldeia barrosã.

 

Boa semana para todos!

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:56
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Sábado, 1 de Abril de 2017

Cidade de Chaves - Descoberta histórica para a história de Chaves

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Já há muito que por cá se falava na existência de um possível túnel que ligaria o a Torre de Menagem ao Forte de S.Francisco. Pensava-se ser uma lenda mas afinal o túnel existe mesmo, só que não é entre o Castelo e o Forte de S.Francisco, mas entre este último e o Forte de S.Neutel. A descoberta ocorreu terça-feira passada, quando numa limpeza de rotina da fonte do Forte de S.Neutel, na tentativa de endireitar uma das pedras  do fundo da fonte a mesma começou a ceder lentamente, afundando-se e só se estabilizando a cerca de 1,7m abaixo da sua posição inicial. Perplexos, os funcionários da Câmara Municipal que procediam à limpeza, mais perplexos ficaram quando descobriram que por baixo da fonte se iniciavam dois túneis, um em direção ao interior do Forte de S.Neutel e outro em direção à cidade, que ao fim da tarde de hoje se descobriu terminar junto à entrada Norte do Forte de S.Francisco, de onde se inicia um outro túnel em direção ao Rio Tâmega.

 

A descoberta foi mantida em segredo até à noite de ontem porque na exploração do túnel que ocorreu desde terça-feira passada, foi descoberta um compartimento, uma câmara subterrânea onde estão depositados vários documentos , peças de arte sacra e alguns colares em ouro, que ao que os arqueólogos da Câmara Municipal apuraram, deve tratar-se de documentos e património pertença da cidade (Municipio) bem como documentos militares, que aí terão sido depositados aquando uma das antigas invasões da cidade. Pouco mais se sabe das descobertas, mas os arqueólogos da Câmara municipal adiantam ainda que o outro túnel que sai do Forte de S.Francisco em Direção ao rio, que não puderam explorar na totalidade por parte dele ter ruído, deverá terminar junto ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, naquilo que se pensava ser um poço normal, que aquando das obras descobriram ter um túnel numa das suas paredes, precisamente em direção ao Forte, que então se pensava ser uma espécie de mina para conduzir água ao poço de uma qualquer nascente, em tempo de seca.

mapa.jpg

 

Os arqueólogos da CMC adiantam ainda que é possível que neste troço exista o tal túnel que liga também ao castelo, adiantando ainda que num dos documentos encontrados na antecâmara, existia um livro, uma espécie de livro de atas, onde se encontravam vários juramentos de antigos comandantes militares em que juram manter o segredo da existência dos túneis, e que o mesmo só seria passado ao seu sucessor e que os mesmos túneis só seriam utilizados em caso estratégico e como último recurso. Contudo ainda não encontraram uma explicação para a razão de o último juramento constante no referido livro ter sido há pouco mais de 200 anos.

 

Pelo que apurámos o Presidente da Câmara Municipal já marcou uma conferência de imprensa para a próxima segunda-feira para dar conta deste achado e dos achados  encontrados na antecâmara subterrânea onde parece haver muitos documentos que em muito irão contribuir para a história da cidade de Chaves.

 

Entretanto e enquanto os trabalhos e descobertas no interior do túnel continuam, o local está vedado e guardado durante as 24 horas do dia pela PSP de Chaves.

 

Segunda-feira após a conferência de imprensa pela certa que traremos aqui mais novidades sobre o assunto. Entretanto fica um esquema do traçado dos tuneis, de nossa autoria, que pensamos ser muito próximo da realidade.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 05:40
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Sexta-feira, 31 de Março de 2017

Cidade de Chaves, uma imagem para levar de fim-de-semana

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:35
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Segunda-feira, 27 de Março de 2017

De regresso à cidade

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:11
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Quinta-feira, 23 de Março de 2017

Cidade de Chaves - Forte de S. Francisco

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De tanto passarmos pelos nossos monumentos, temos a tendência de os ignorar, às vezes nem sequer olhamos para eles, basta que estejam lá, e pronto! Mas de vez em quando convém olhar para eles como se fosse a primeira vez, com olhares de descoberta, reparando nos pormenores ou, nem que seja e só, para ver se tudo está no sítio, afinal trata-se do nosso património.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:29
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Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Filipe Silva

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Sudeste Asiático, mais concretamente até Timor-Leste, uma antiga colónia portuguesa que corresponde à metade oriental da ilha de Timor, no vasto arquipélago indonésio.

 

Em Díli, a capital do país, vamos encontrar o Filipe Silva.

 

Cabeçalho - Filipe Silva.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Santa Maria Maior, mas os meus pais vivem em Soutelinho da Raia (aldeia onde cresci).

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Soutelinho da Raia, depois fui aluno da Telescola nos 5º e 6º anos, e frequentei a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1993, tendo ido frequentar o Ano Propedêutico da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Braga.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Soutelinho da Raia, Braga e Díli.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Tenho saudades de muitas coisas que vivi na infância e com as quais, com o decorrer do tempo, fui perdendo o contacto, nomeadamente os períodos das vindimas, da matança do porco e das “cegadas” (havia sempre muita gente e muito convívio). 

Claro que também recordo com saudade os tempos do “Liceu” e os amigos que fiz nessa altura. No entanto, lembro-me especialmente dos períodos em que os emigrantes vinham passar férias à minha aldeia e o número de pessoas praticamente triplicava. Parecia que a aldeia ganhava “outra vida”…

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar as Termas e a Zona Histórica da cidade, incluindo o Castelo.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Da família e dos amigos.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Não tenho uma frequência regular e sempre que tenho ido tem sido por períodos muito curtos (3 ou 4 dias).

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Por razões profissionais, não me parece ser possível que isso se concretize. No entanto, gostaria de ter a possibilidade de “passar” mais tempo em Chaves.

 

Foto Timor.JPG

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Filipe Silva.png

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:38
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

Cidade de Chaves, um olhar com o castelo dentro

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:14
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Terça-feira, 21 de Março de 2017

Cidade de Chaves, centro histórico

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Como se pode inverter uma coisa, uma situação?

 

A resposta é simples, basta mudar-lhe a ordem, alterá-la, pô-la das avessas, virá-la, etc, pelo menos são algumas das definições do verbo inverter. Fácil, basta reparar na imagem de hoje, foi coisa de uns minutinhos, algum Photoshop, et voilá , já está. Fácil, não é? Mas claro, estamos a falar de coisas,  pois se entrarmos na realidade da rua, aí as coisas já são bem diferentes, complicadas de inverter, aí já entram outras componentes e fatores para que o verbo (inverter) possa assumir o seu significado, tal como ideias, vontade, planeamento, incentivos, políticas e claro, dinheiro, não como um investimento tendo em vista um lucro fácil e rápido, mas como um investimento num futuro,  um investimento de vida para o centro histórico e cidade.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:10
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Quinta-feira, 16 de Março de 2017

O passarinho!

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Já o disse aqui mais de uma vez que de aves pouco percebo, lá vou conhecendo as mais comuns e que já andam por cá há muito tempo e pouco mais. E a minha ignorância tem aumentado nos últimos anos com o aparecimento por cá de novas espécies, como foi a cegonha e ultimamente as garças e outras de porte maior que também desconheço, no entanto vou vendo e ouvido e gosto do que vejo e oiço, só lamento não me ter dado para aprofundar o estudo da aves.

 

passaro2

 

Ontem por exemplo este passareco que hoje vos deixo em imagem fez o favor de posar para mim. Ele bem se mostrou de frente, de lado, de costas, além de várias posições mais complicadas.  Embora do tamanho do pardal, que esses conheço-os bem, vi logo que não era da família. Como lhe vi o dorso esverdeado, disse cá pra mim que deveria ser um verdilhão, mas em pesquisas na NET, os que vi, não são parecidos. Penso que este artista é um ao qual lhe tenho ouvido um canto de encantar, parecido com o rouxinol, mas não tenho a certeza, pois enquanto posou não cantou.

 

passaro5

 

Como gosto de saber aquilo que me entra na objetiva, também gostava de saber quem é este artista. Assim deixo o apelo para alguém que dai desse lado me possa dizer que ave é esta.

 

passaro4

  

Para ajudar na identificação, para o caso de interessar, vi-o ontem ao fim da tarde próximo do rio Tâmega, mas não muito próximo, pelo que penso que seja mais ave de terra do que de rio.

 

passaro3

 

Se alguém conhecer, agradecia mesmo que usassem a caixa de comentários para deixarem por lá o nome desta espécie de ave, ou então enviem para o mail do blog : blogchavesolhares@gmail.com

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
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Quarta-feira, 15 de Março de 2017

Indiferentes

1600-(30236)

 

“Olha este! Cá está outra bez. Não me bastava o blá-blá-blá da carraça do gajo do telemóvel, que não me desampara a loja e está práqui a tapar-me as bistas, nem me deixa ber as coisinhas que passam, e bem-me este agora armado em repórter! Bahhhh! Mas que remédio, lá terá de ser, deixa-me ficar paradinho pra ber se o gajo se despacha e desanda duma bez! Mas só pró chatear bou birar o focinho…”

 

- Tareco!? Tareco!?

 

“ Bem, bou-me que a patroa está a chamar. Adeus ó lombudo!”

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:07
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