Quinta-feira, 3 de Novembro de 2016

Mais dois olhares sobre a feira dos santos

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O "restaurante" improvisado do pulpo à galega com vistas lançadas para o Forte de S.Neutel.

 

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Os homens da vara!

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:19
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Domingo, 30 de Outubro de 2016

Feira dos Santos, uma voltinha no seu primeiro dia

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Como neste fim de semana se iniciou a Feira dos Santos, é por lá que vamos andar até à próxima terça-feira, com imagens da feira e de alguns eventos, mas como os fins de semana aqui blog costuma ser das aldeias, iniciamos o post de hoje com uma foto da pequena cantora e Grupo Tradicional de Ventuzelos, ficando também como um bom exemplo daquilo que os jovens das nossas aldeias (onde ainda os há) podem fazer.

 

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Hoje apenas uma pequena voltinha pelos Santos, pois não fomos além do Jardim do Bacalhau e da Rua de Stº António, tudo porque a obrigação voluntária ligada à abertura da feira do vinho,  onde está patente ao público a exposição de fotografia ontem aqui anunciada, fez com que estivéssemos por lá.

 

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Mas com tempo para a tal voltinha com temperatura e tempo de verão  de que quase não há memória, pois ano ou Santos assim, só recordo mesmo os de (se não me engano) 1975, aquando a feira se instalou entre à beira rio, entre a ponte romana e a ponte nova, com invasão de todo o Tabolado. Infeliz ideia por sinal, pois a partir de aí o Tabolado nunca mais voltou a ser o mesmo.

 

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Aparentemente este ano os Santos têm menos barracas, mas pode ser que apenas se deva a este ano ter iniciado a 29 de outubro e durante a noite os espaços vazios acabem por ser preenchidos, como penso que serão.

 

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E para hoje, dia 30, dado ser domingo, espera-se que seja um dia em grande. Logo se verá.

 

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E na nossa voltinha de hoje terminamos com uma foto dos “Bombeiros de Baixo” a marcar presença numa praça que já foi sua.

 

 

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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2016

A Feira dos Santos em duas exposições de fotografia

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Esta Feira dos Santos, de 2016, vai contar com duas exposições de fotografia. A primeira, que já está patente ao público desde o início de outubro, na Adega do Faustino, é de autoria de Humberto Ferreira e intitula-se “ Feira dos Santos – Raças Autóctones”, organizada pela Associação de Fotografia Lumbudus.

 

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A segunda exposição é de autoria de Fernando DC Ribeiro, intitula-se “ A Feira dos Santos” e estará patente ao público nos dias 29 a 31 de outubro e 1 de novembro, no Pavilhão ExpoFlávia – Pavilhão do Vinho e é organizada pela ACISAT/Blog Chaves.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:02
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Domingo, 1 de Novembro de 2015

Chaves - Feira dos Santos - Feira do Gado

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Para já fica a primeira imagem de um dia de muitos registos. Da minha parte ficam para a posteridade cerca de oitocentos registos. O primeiro calhou por ser este do Forte de S.Neutel quando ia a caminho do concurso do gado. Nunca é demais fazermos um registo daquilo que temos de mais nobre da nossa arquitetura monumental da qual nos podemos orgulhar de chegar em bom estado até aos dias atuais.

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Mas vamos lá àquele que para mim é o principal dia da festa da Feira dos Santos – o dia 31 de outubro, dia da feira do gado. Um resumo de um dia que é sempre intenso e que chegamos ao fim dele de rastos, pois a idade já começa a pesar para sair fora da rotina dos dias, mas fazemo-lo por gosto e como tal não nos queixamos, antes pelo contrário, cansadinhos mas damos graças por um dia diferente, sempre interessante e de muitos acontecimentos sem tempo para pasmar como acontece na grande parte dos dias cinzentos de inverno. Foi assim que ele se apresentou ontem pela manhã, nem sequer estava interessante para a fotografia, pois o dia escuro não nos permitia a luz que na fotografia pode fazer a diferença. Mas mesmo assim não nos rendemos e fomos lá cumprir. Claro que tínhamos o nosso início para o concurso do gado. Para a parte em que o gado entra nos camarins para o embelezamento final – limpeza, penteados, enfeites, etc.

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Depois começa o desfile para o concurso., nem sempre de forma pacífica, pois tratando-se de gado ainda novo, com vontade própria, nem sempre seguem as vontades dos donos , o que faz com que a adrenalina desperte, quer nos animais quer nos humanos que estão sempre com um olho no animal e outro no caminho a seguir quando for para dar ao pedal para local seguro. Precaução apenas, pois os homens das varas quase sempre fazem valer a sua vontade.

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E diga-se a verdade, pois não são só os homens das varas, também há mulheres das varas, de mão firme e de todas as idades, que isto do gado não é só coisa de homens. A prova fica nas três imagens seguintes.

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Mas também com o olhar dos veteranos sempre atento com ar de apreciação e de sabedoria. Até o caminhar entre o gado era de quem há muito sabe com quem lida.

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E o concurso do gado é isto mesmo – gado, pessoas, homens e mulheres, competição e o gosto de mostrar, de apreciar e alguma curiosidade para quem nunca viu. Depois de ver, se gostarem, fica-se fã destas coisas.

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Depois há que consolar a barriguinha, pois o tempo dos relógios não perdoa. Como sabem o pulpo à galega faz parte da gastronomia do dia e nada tem a ver com a eurocidade Chaves-Verin, pois antes de terem inventado essa coisa que ainda não sei muito bem o que é (a eurocidade) já estas coisas existiam, mas adiante, com o pulpo ali ao lado nem há como passar por lá e saboreá-lo, porque ele é mesmo bô. Caro mas bô. Muito caro diria mesmo, mas bô na mesma e quando se sai de lá satisfeito dizemos — oh! É uma vez por ano.

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Após o repasto fazemos o regresso à feira, agora das barracas onde se vende de tudo, mas de tudo mesmo. Cansados começamos a pensar no regresso à casinha para descansar um pouco, pois há noite há ainda algumas coisas que merecem a nossa visita. Isto do descansar um pouco é para nós, os de cá da terrinha, pois os de fora lá terão de aguentar ou inventar outras formas de descanso.

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Mas pelo caminho há sempre tempo para fazer um ou outro registo, quer da cidade ou no caso, da magia das cores de outono.

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Finalmente à noite a nossa opção foi a feira do vinho onde o fado marcava presença com o “Fado Violado” num concerto com Ana Pinhal e Francisco Almeida. Eu gostei do fado e dos vinhos que provei. Ficam três momentos do concerto.

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Até mais logo, pois possivelmente ainda voltaremos por aqui.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:40
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Sábado, 31 de Outubro de 2015

Chaves - Feira dos Santos - Súmula do dia 1

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Se no meu tempo de Liceu, que é como quem diz do secundário, já existisse a internet, aparentemente tudo seria mais simples, pois com o acesso facilitado à informação que, às vezes, nos livros é tão complicado de encontrar, teríamos a solução para os nossos problemas de então, principalmente quando os livros eram pouco acessíveis e as bibliotecas, quando as havia, eram deficientemente equipadas para procurar todo o saber . Hoje em dia quando queremos saber algumas coisa ou fazer uma citação qualquer, só não a sabemos ou não conhecemos a sua origem se não quisermos, pois em princípio basta uma pesquisa no Google e temos acesso a toda a informação. A dificuldade está em saber filtrar essa informação e saber se ela é fidedigna.

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Tudo o que atrás disse surge porque queria iniciar este post dizendo: “Sei que hoje aqui no blog deveríamos ter aqui mais uma das nossas aldeias, mas, como não há regra sem exceção, hoje, porque estamos em plena Feira dos Santos, vamos quebrar a regra. Ora isto é o que queria dizer, mas não era bem assim que eu queria começar. Queria ante começar assim: Segundo …(?) … não há regra sem exceção. Segundo que ou segundo quem? Segundo o ditado? Segundo fulano tal…? Pois agora já não nos contentamos em continuar sem saber a origem das coisas e, vai daí, botei a minha curiosidade na pesquisa do Google que me respondeu maioritariamente que a expressão “não há regra sem exceção” é atribuída a Cervantes que a utilizou no “D.Quixote de La mancha” quando a páginas tantas, num diálogo entre D.Quixote e D.Lourenzo se afirma (o sublinhado é meu):

“(…)

— Poeta bem pudera ser — respondeu D.Lourenzo —, mas grande, nem por pensamento. Verdade é que sou algum tanto aficionado à poesia e a ler os bons poetas, mas não de maneira que se possa dar o nome de grande que diz meu pai.

— Não me parece mal essa humildade — respondeu D.Quixote —, pois não há poeta que não seja arrogante e pense de si que é o maior poeta do mundo.

Não há regra sem exceção — respondeu D.Lourenzo —, e algum há de haver que o seja e o não pense.

(…)”

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 Concerto da FANFAC (Fanfarra da Academia de Artes de Chaves)

 

O que uma pessoa não descobre na Internet! Agora só me falta saber se a expressão já existia ou não antes de Cervantes a ter utilizado no D.Quixote.

E perguntarão vocês, e muito bem — O que é que tudo isto tem a ver com as imagens de hoje e a Feira dos Santos? — Pois sinceramente a resposta é simples — nada!— Mas como não tinha nada para dizer, tinha que inventar qualquer coisa, olhem, saiu isto. As minhas desculpas, mas aposto que também aprenderam qualquer coisinha com este palavreado, mesmo sabendo que a avó da Clara, que era um poço de sabedoria, lhe dizia: “teimar sim apostar nunca”.

 

As fotos são de ontem, as possíveis, pois ontem ainda foi dia de trabalho. Hoje sim, vamos à feira.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:22
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015

Chaves - Feira dos Santos - Dia 1

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Eis-nos em plena Feira dos Santos, no seu dia um de três dias. Hoje ainda dia de montagem de muitas barracas mas também dia das primeiras compras, principalmente dos flavienses residentes.

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Para não perder pitada do que se vai passar, fica o programa para uma vistas de olhos, onde, até coisas estranhas à feira aparecem, mas também já vai sendo tradição.

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Novidade mesmo, este ano, é o Pavilhão do Vinho, com programa próprio e com “tenda” montada no Pavilhão Expoflávia (junto à PSP). Uma iniciativa que louvo, principalmente se for para promover os nossos vinhos, porque no concelho de Chaves também há vinho do bô. Vai valer a pena passar por lá, pois não é só para mostrar, também há provas para saborear, incluindo provas comentadas.

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Quanto ao restante programa, é o costume de todos os anos. Aliás a feira pela sua tradição nem precisava de programa, pois quem costuma vir por cá já sabe com o que contar. Justificava-se plenamente, isso sim, se houvesse outros eventos em paralelo de promoção de Chaves e da Região, mas esses continuam adiados (exceção para o vinho – este ano).

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Mas mais coisas sobre a feira pela certa que deixarei aqui amanhã e nos próximos dias, isto se tiver tempo para vir aqui deixar qualquer coisa, pois eu também gosto de feirar e passear pela feira, nem que seja e só para encontrar alguns amigos e colegas do tempo de Liceu que têm promessa de vir cá todos os anos. Aliás, como não temos festa de verão, é o único evento que vai trazendo flavienses ausentes a Chaves, a par do Natal e da Páscoa. Para já ficam mais algumas fotos, todas da edição da Feira de 2013.

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O Pulpo à galega, preparado por galegos, também ja consta da tradição da Feira, mas só no dia 31, depois do concurso do gado e localizado mesmo ao lado.

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Uma vez que a Feira do Gado mudou de poiso, temos à mão o concurso do gado. Vale a pena passar por lá e apreciar, aliás pode ser tomado até como um momento pedagógico para ficar a conhecer três raças autóctones de Trás-os-Montes e também para as criancinhas da cidade poderem ver de perto o que é um bovino.

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Também podem aproveitar para comprar uns pares de meias à moda antiga, daquelas que eram feitas de lã pura, à mão e que picavam nos pés. Claro que agora já não são bem assim e até deixaram de picar, mas são parecidas…

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E depois temos a festa. Santos também é significado de festa. Já longe dos grupos que desciam à cidade para a fazer naturalmente e abrilhantar a sua terra ou aldeia, mas vai acontecendo, sem a espontaneidade de antes a acontecer na esquina menos esperada, mas acontece organizada e contratada. Às vezes, raramente, ainda acontece da antiga, tudo depende do calor…

 

Até amanhã, se possível, mas pelo menos umas imagens pela certa que terão aqui lugar.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:18
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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2015

Chaves, recordando os Santos de 2012 e um pouco do seu ser

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Vamos lá a mais uma voltinha pelos Santos da casa, a Feira dos Santos, a Festa de Chaves. Hoje com meia-dúzia de imagens dos Santos de 2012 que, graças à tradição, se vai mantendo mais ou menos igual todos os anos, mas sempre com pormenores, apontamentos diferentes.

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Na ausência das “mulheres das castanhas” que até aos anos 70 montavam banca na rua de Stº António, onde nunca faltava a castanhinha assada para delícia dos flavienses mais ougados, temos de nos contentar com as “mulheres das castanhas” que montam banca na Feira dos Santos. Deus queira que se vá mantendo a tradição durante muitos anos pois uma castanhinha assada, uma que seja, cai sempre bem e depois, convém não esquecer e até realçar, a castanha é um produto da região.

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Que se mantenha também a tradição da Feira do Gado e do Concurso, mesmo que feita por pessoal de fora do concelho, a grande maioria (penso eu). Uma prova de que Chaves pode ser o grande centro comercial de uma região e não apenas de um concelho, que cada vez mais está metido na cidade. Trocado por miúdos, que cada vez mais concentra a sua população na cidade e sua periferia em detrimento do concelho rural, leia-se, das nossas aldeias.

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Mas, aqui e ali, ainda vai havendo gente das nossas aldeias que também gosta de participar e de mostrar as suas crias, o seu gado. Uma das aldeias que tem marcado presença no concurso do gado é Seara Velha, nem que fosse só por isso, merece aqui um destaque e uma imagem. Esperamos continuar a contar com eles. Eu prometo o registo para a posteridade.

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E mais ou menos ao longo da cidade a Feira repete-se, não muito arrumada, mas vai ocupando os espaços conforme os artigos que são vendidos. À exceção da Feira do Gado que é lá para cascos-de-rolha, nos últimos anos temos tido o concurso do gado no fosso do Forte de S.Neutel, o pulpo à galega (já adotado como gastronomia local do dia 31) fica ao lado, depois as tendas vão-se repetindo em direção à cidade, primeiro os artigos mais rurais, algumas alfaias, depois a zona dos ciganos com os seus produtos de marca, depois o calçado, bugigangas e outros artigos de vendedores de origem africana, depois as farturas do Monumento, depois uma mistura de tudo incluindo alguns produtos alimentares (queijos, bolos secos, etc.) e já estamos no Jardim do Bacalhau.

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Subindo à lapa temos os cacos, plásticos, latoaria, etc. Se continuarmos lá por cima chegamos à capela da Lapa, a partir da qual entre os vendedores oriundos da América Latina que descem até à rua de StºAntónio onde estão montadas as barraquinhas, presumivelmente para artesanato, mas não só. Ainda lá por cima, pela Lapa, há mais rouparias, às vezes algum calçado e as máquinas agrícolas. Nas freiras costumam aparecer os antiquários. Ainda no Anjo e 1º de Dezembro, longe da tradição da feira da lã e das mantas de Soutelo, vão aparecendo algumas mantas, meias à dúzia, cintos e afins. Em suma, como é uma feira que se desenvolve quase em linha, temos um longo trajeto de barracas desde o Forte de S.Neutel até às Freiras. Amanhã já há Feira, geralmente mais para o pessoal local, pois o grosso que vem de fora, reparte-se pelos dias 31 e 1 de Novembro.

 

 

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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015

Chaves, Santos e arte de rua - Ano de 2009

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Estamos em plena contagem decrescente para os três dias grandes da grande festa de Chaves, dos flavienses e da região – A Feira dos Santos. Faltam apenas dois dias, tempo ainda de aqui podermos recordar as feiras anteriores. Hoje vamos fazer uma breve passagem pela feira de 2009.

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Uma passagem pela arte de rua que também visita Chaves nestes dias.

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Desde a música, à pintura, à escultura ao vivo, aos palhaços, teatro…um pouco de tudo vai acontecendo para deleite de todos.

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Mas também e quase sempre arte anónima ou um modo de viver e ganhar a vida de quem a pratica. Ficam alguns registos, todos do ano de 2009.

 

 

 

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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015

Uma de outono e duas de Santos - Versão 2014

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Vem aí a caminho, ainda para hoje, um texto do nosso ser flaviense, mas enquanto não chega, ficamos com o outono e a Feira dos Santos, versão 2014, que a deste ano fica para o próximo fim-de-semana.

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Uma de outono ou mais uma do parque do Hotel Palace em Vidago. Quanto aos Santos, fica uma do concurso do gado que no último ano, para além dos penatos, perdão, dos bovinos nas raças barrosã, maronesa e mirandesa, teve também, com vossa licença, os porcos (ou recos – se preferirem) da raça bísara.

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Para mim, que pouco percebo de bovinos, os que mais gosto de ver são os da raça barrosã e os seus impressionantes cornos que de ponta a ponta, em idade adulta, atingem mais de dois metros. Amanhã deixo-vos por aqui um exemplar desses cornos para apreciação e me dirão se é verdade ou não. Até lá.

 

 

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Domingo, 2 de Novembro de 2014

Feira dos Santos 2014 - O dia 1 de Novembro

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Mandava a tradição da Feira dos Santos que os flavienses residentes feirassem preferencialmente no dia 30 de outubro, ficando o dia 31 para feirar o mundo rural e o dia 1 de novembro o dia dos mais urbanos, flavienses ausentes, espanhóis, concelhos vizinhos, e outros visitantes, tudo a monte a povoar as ruas da cidade. No dia 1, os flavienses mais ajuizados, geralmente ficam no conforto da casinha, mas há-os como eu, que se puder, feira a 30,a 31, a 1 e continuaria a feirar se houvesse mais.

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Pois como no dia 30 já não há feira, resta o dia 31 para os flavienses residentes e o dia 1 para a confusão e este ano não foi exceção. Claro que o tempo ajudou e depois a RTP também contribuiu um bocadinho para a confusão ao fazer transmissão em direto desde Chaves durante toda a tarde.

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A minha volta à feira do dia 1 está refletida nas imagens que vos deixo, pois daí não passei, primeiro porque era quase impossível caminhar entre tanta multidão, tanta que se a contagem for feita pelo pessoal do costume, pela certa (comparativamente e olhando à proporção do amontoado) bem podem mandar os números para a casa das centenas de milhares de visitantes, sei lá, talvez uns 600 ou 700 mil visitantes.

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Bem já sabemos que os números das contagens são sempre vergonhosamente exagerados, mas que o dia 1 de novembro junta sempre uma multidão, lá isso junta.

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Assim, já entenderam pelas imagens que eu não passei da Rua de Stº António com um pequeno desvio à Adega do Faustino, para beber um copo, claro, mas também para inaugurar os “30 olhares sobre a romana”, numa exposição de 15 fotos a p&b e outras tantas a cor, todinhas com olhares sobre a Ponte Romana. Um desafio e uma provocação ou então para ser mais suave, uma prova de que Chaves é inesgotável em termos de fotografia e que basta uma câmara fotográfica. Seja ela qual for, para se fazer fotografia. Na dita cuja exposição há imagens tomadas com telemóvel, com uma câmara reles de bolso, com uma câmara reflex de gama média/baixa e uma profissional. Quanto às marcas, entram a Sony, a Canon e a Nikon, e dou um presunto de Chaves àqueles que façam coincidir as fotografias com as respetivas câmaras que as tomou.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 05:00
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Sábado, 1 de Novembro de 2014

Feira dos Santos 2014 - O dia 31 de Outubro

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Ausente por um dia, as minhas desculpas, mas foram mesmo os Santos da casa que ocuparam o meu tempo e me tornaram ausente, mas isso são contas de outro rosário que para aqui não interessam. Interessa, isso sim, que estamos de volta com o resumo do (meu) primeiro dia da Feira dos Santos 2014.

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 Pois bem, como já vem habitual combina-se no dia anterior com os amigos do costume o ponto de encontro para a romagem ao concurso do gado. Logo pela manhã, mais ou menos pelas 9 horas, coisa e pico, chega bem, embora a feira das barracas já vá adiantada. Como somos animais de hábitos, tentamos o estacionamento no lugar do costume onde felizmente há sempre um à nossa espera. De seguida a reunião da malta. Beijos, abraços e mãozadas e lá vamos nós em direção ao gado do concurso. Pelo caminho, as habituais recolhas de momentos, que embora pareçam repetições dos anos anteriores, as personagens que aparecem no filme, são sempre diferentes.

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 Já no recinto do concurso do gado, na zona dos camarins, vamos assistindo ao embelezamento dos vitelos e vitelas, vacas e bois das três raças a concurso – Barrosãs, Maronesas e Mirandesas. Deixo as raças por ordem alfabética porque, se para nós que vamos assistir ao espetáculo aquilo é uma festa, para quem é concorrente, leva a coisa a sério, e então se o concorrente é local, só um (e viva Seara Velha, porque é de lá), não entende muito bem como é que as barrosãs fazem o cartaz quando vêm do minho… e embora até nem tenha razão porque a escolha obedeceu a outros critérios, acaba por ter razão na questão bairrista, onde eu, pessoalmente (pois por aqui é tudo opinião pessoal) até concordo que deveria haver um prémio para os concorrentes da terra.

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Mas ia eu abordar o embelezamento dos verdadeiros atores(as) . vitelos e vitelas, vacas e bois, que é um espetáculo que só in loco se pode apreciar. Eles são penteados, besuntados (sei lá com que misturas) para ficarem mais brilhantes, massajados pata ficarem mais calmos e confiantes e até, imagine-se, lhes limpam rigorosamente os traseiros para não entrarem no desfile com mau aspeto. É uma delicia assistir aos preparativos, já não o é tanto para tomar imagens, pois com tantos curiosos ou apreciadores destes momentos, torna-se complicado tomar uma imagem limpa, sem interferências da passagem de um vulto qualquer. Mas vai-se tomando aquilo que é possível, pois a festa é de todos.

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Depois começa o desfile. Em cima dos muros do fosso do Forte de S.Neutel fica a tribuna dos espectadores, em baixo no fosso, os concorrentes e respetivos acompanhantes, a tribuna de honra com os engravatados do costume e os fotógrafos, filmadores e jornalistas.

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Desfile que para uns corre ordeiramente mostrando a graça da sua raça mas que para outros, mais jovens e rebeldes, semeiam o pânico no fosso, pois embora jovens, com a sua genica, tornam-se em verdadeiras e perigosas bestas. Assim, e tal como diz o povo há que estar “com um olho no peixe e outro no gato” mas sobretudo aos tilintares dos chocalhos, pois quando um da espécie se excita, todos ficam excitados e depois convém não esquecer que por ali há muito boi com mais de 500 kg, com eles no sítio, que gostam de marcar território e que, se lhes dessem liberdade, era uma batalha campal. Demos graças aos homens das varas e às próprias varas que vão mantendo a ordem. Alguns, pois nem todo o conseguem.

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Depois é os prémios, a parte mais interessante para quem participa no concurso mas nem tanto para quem vai em apreciação. Assim, começa a retirada, pois não é por nada mas a barriguinha começa a pedir aconchego e ali, mesmo ao lado, o pulpo à galega já há muito que fumega nos caldeirões e, não há nada pior que um homem desconsolado que passou toda a manhã a trabalhar, por isso há que ir ao consolo, de um pulpo, uns pedaços de pão e um bom vinhinho. É suficiente para de novo levantar o ânimo.

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Claro que de barriguinha satisfeita, já sem pressas, dão-se largas às conversas, que por tradição acabam sempre nos mesmo temas, divagações e cortes de costura de fazer arder as orelhas a muitos, claro, se fossem decentes, mas como não o são, nem dão por isso. Mas de pouco importa, pois o que importa mesmo é a conversa e a digestão, pois há todo um mar de barracas para atravessar, que, chega para durar toda a tarde e entrar pela noite dentro. É, a multidão saiu à rua e depois há os cumprimentos e as necessárias para por as novidades em dia, principalmente com os amigos ausentes ou aqueles que já não vemos há muito tempo.

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E na travessia do mar de barracas, há que comprar os artigos programados. As botas que sempre se compro nos Santos para atravessar o inverno, mas este ano, também a boina para entrar na irmandade da boina flaviense. Tentei roubar o pretinho da sorte, como mandava a tradição há uns anos atrás, mas já não tenho lata para isso. Assim, comprei o pretinho com o pontinho vermelho entre pernas e aproveitei para comprar umas andorinhas para ocupar as ausentes que na entrada partiram com as limpezas.

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Os socos ficam para amanhã, mas ainda comprei dois cintos que parecem bons e estavam a bom preço e dois pares de meias de lã, branca, daquelas que antigamente picavam mas que agora vêm sem picos. Modernices, mas mesmo assim parecem quentinhas.

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Pelo caminho, além das barracas, há também os peditórios do costume, com uns a mostrar as suas maleitas e deficiências, com outros a angariar fundos para as suas causas e outros ainda com uma mostra das suas artes, como os músicos da América do Sul, os palhaços dos balões ou o rapaz e o cão da concertina, entre outros.

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E com isto já a noite caiu e o cansaço apodera-se do corpo, pois os anos já começam a pesar um pouco. Está na hora de regressar à casinha, mas antes há que recolher as crias pois os Santos quando chegam cá à terrinha é para todos e eu, felizmente, ainda tenho memória dos meus tempos de cria e de como gostava destes dias de diversão que se repartiam entre carrosséis e os matraquilhos, a empreitada de roubar o pretinho enquanto se comprava a bolinha de serrim com elástico e o deambular pela feira para cima e para baixo na companhia dos amigos de escola. No entretanto, não deixamos que o olhar se distraia e há sempre um momento de poesia a registar.

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Chegada a noite, o sofá convida para o repouso, mas antes, há de novo que levar as crias à noite dos Santos, hoje já com a liberdade que a idade lhes permite para mais tarde recolher.

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E só falta falar do tempo deste ano que, para o primeiro dia de Santos, começou meio fresco, mas ainda com tempo de quase verão. A meio da manhã aqueceu e foi indo assim até meio da tarde, quando começo a refrescar, mas, agora, neste preciso momento, chove a bom chover, mas pode ser que seja só durante a noite, pois para amanhã ainda há feira, ainda tenho de ir comprar os socos, ainda tenho de tomar umas fotos, ainda tenho de ir espreitar as Freiras e, às 17H30 tenho encontro marcado na Adega do Faustino para inauguração dos “30 Olhares Sobre a Romana”. Apareçam, pois estão todos convidados.

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Claro que hoje deixo apenas alguns olhares, dos muitos olhares registados, de barracas e mais barracas, gente e mais gente, pormenores, arte e artistas, entre outras coisas interessantes que foram despertando um clique, mas para já, ficam estes.

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 E por hoje é tudo. Amanhã, com chuva ou sem chuva, há mais, no dia em que os nuestros amigos galegos ajudam à festa, mas também a televisão (não sei qual, mas é uma delas) com toda a tarde a transmitir em direto desde as Freiras.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:54
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2014

Outros Olhares - As Feiras dos Santos

outros olhares.jpg

 

Feira dos Santos 2013

Hoje fica a Feira dos Santos do ano passado, com dez olhares que vão desde os cabeçudos, aos músicos, às castanhas, ao Herbal Silva a salvar doentes porque os ricos vão ao médico, aos bois maroneses e barrosões, aos homens da vara, às diversões de sempre, a momentos da feira. E sem mais palavras, ficam as imagens:

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:47
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Sábado, 25 de Outubro de 2014

Outros Olhares - As Feiras dos Santos

outros olhares

 

Feira dos Santos de 2010

 

Com chuva e frio, aliás manda uma tradição já antiga, que já vem de casa dos meus pais, que se ligue o aquecimento do lar pela primeira vez, embora pense que este ano vai ser exceção, e queira Deus que assim seja, pois o pilim cada vez escasseia mais.

1600-Santos 10 (663)

Frio que cá, em Trás-os-Montes, e em Chaves com a agravante de ser um frio com muita humidade, faz com que o aquecimento das casas não seja um luxo, mas antes uma necessidade, aliás temos essa agravante a juntar à nossa interioridade e também uma das razões que contribui para o despovoamento do interior. Penso mesmo que em termos de energia, de inverno, as terras altas do interior deveriam beneficiar de um subsídio, mas isso são sonhos meus, pois os de Lisboa pouco se interessam com o frio que por cá acontece, aliás dizem que já estamos habituados, e embora até nem seja mentira, o frio é o mesmo e dói na mesma.

1600-Santos 10 (707)

E se hoje neste espaço dedicado à Feira dos Santos falo por aqui do frio, é porque a partir dos Santos o frio chega sempre a sério, é questão de mais dia, menos dia, mas chega sempre, coisa que até alegra os feirantes da roupa quente, pois o frio também abre o apetite às compras de proteção, pena já não haver as mantas de Soutelo.

1600-Santos 10 (778)

 E hoje ficamos apenas com três imagens.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 13:00
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Outros Olhares - As Feiras dos Santos

outros olhares

A Feira dos Santos de 2009

Hoje vamos regressar à Feira dos Santos de 2009, com sol e calor. Iniciamos pelos homens da vara.

1600-santos-09 (20)

Mas também as mulheres da vara que nem sequer precisam delas para dominar o boi. Há mulheres, mulheres e mulheres.

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 E homens de bigode.

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E cavaleiros a mostrarem a nobreza dos cavalos.

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 E magia para as crianças e não só, pois a magia é sempre magia.

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E por fim, por hoje, a arte nas suas mais variadas formas. Tudo isto são os Santos, a Feira dos Santos em Chaves, as Festas da cidade, as únicas que rivalizam com o Natal para trazer flavienses ausentes a Chaves.

1600-santos-09 (253)

Até amanhã, com uma voltinha pela Feira de 2010.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 13:00
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Outros Olhares - As Feiras dos Santos

 

 Feira dos Santos 2007

 

Hoje ficam cinco olhares sobre a Feira dos Santos 2007, com sol.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:55
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