Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Os primeiros pavilhões

1600-santos 16 (610)

 

O tempo passa, o verão ainda foi ontem e o outono já cá está com os Santos (feira) estão à porta, e prova disso mesmo são os pavilhões dos divertimentos que já estão a ser montados, este ano com novidades, pelo menos uma, vamos ter montanha russa, eia!

 

1600-santos 16 (656)

 

Por aqui, no blog, como todos os anos vamos fazendo a contagem decrescente com algumas imagens da Feira dos Santos dos anos anteriores. As de hoje, são do ano passado de 2016.

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 03:00
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 5 de Outubro de 2017

Cidade de Chaves - Um olhar

1600-(36209)

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 05:11
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|  O que é?
Terça-feira, 3 de Outubro de 2017

Cidade de Chaves - Dois olhares

1600-(47999)

 

Dois olhares sobre a cidade, um a p&b, outro a cores, dois momentos e dois ícones, ambos obras de arte com o nosso granito como elemento estrutural e duradoiro, um já com alguns séculos outro a caminho do seu primeiro século, mas os dois de vital importância para a cidade de Chaves.

 

1600-(47982)

 

As referências são da nossa Torre de Menagem, que embora obsoleta para os fins que foi construída, ganhou a sua importância turística e um museu militar. A outra referência é para a Ponte Nova, que ficou assim conhecida por ser uma fedelha comparada com os dois mil anos da nossa preciosa Ponte Romana, durante anos a única alternativa a esta, mas que hoje tem concorrente com uma nova ponte para o trânsito automóvel, e que adotou o nome de Ponte de S.Roque.

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:57
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Domingo, 1 de Outubro de 2017

O Barroso aqui tão perto - Mourilhe

1600-mourilhe (68)

 

montalegre (549)

 

Como já é hábito aqui no blog,  aos domingos vamos até ao Barroso aqui tão perto. Hoje vamos até Mourilhe, mais uma das aldeias do Barroso de Montalegre e por sinal bem próxima de Montalegre.

 

1600-mourilhe (57)

 

Iniciemos então pela localização de Mourilhe,  que já sabemos ser do Barroso, ficando a Noroeste de Montalegre a pouco mais de 4,5 km desta. Tem como aldeias mais próximas a aldeia de Sabuzedo ( a 1 Km) e Donões ( a 2.3Km)  mas também a raia galega  a 2,6 Km mas sem ligação direta por estrada embora com caminhos que cheguem até ao outro lado da raia.

 

1600-mourilhe (51)

 

Quanto ao melhor itinerário para chegar a Mourilhe a partir de Chaves, hoje não há dúvidas, recomendamos a Estrada Municipal 507, estrada do S.Caetano, via Soutelinho da Raia. Este itinerário tem 47,1Km e faz-se em menos de 1 hora. Claro que o tempo gasto nesta pequena viagem depende sempre das paragens que fizermos pelo caminho. Se forem como as nossas viagens em que temos paragens obrigatórias, por exemplo uma de contemplação da Serra do Larouco, outra para um café em Montalegre  e outras ocasionais provocadas por convites a um clique fotográfico, então aí o tempo de viagem alarga-se um pouco, mas neste itinerário nunca irá além das 2 horas.

 

1600-mourilhe (83)

 

Mas como sempre ficam também as coordenadas de Mourilhe e o nosso habitual mapa:

41º 50’ 16.71”N e 7º 50’ 32.73”O. Quanto à altitude, já sabemos que são terras altas localizando-se a aldeia entre os 966 e os 1015 metros de altitude.

 

mapa-mourilhe.jpg

 

1600-mourilhe (73)

 

Quanto ao topónimo Mourilhe, vamos espreitar o que diz a “Toponímia de Barroso”:

Mourilhe

Desde 2013 – União das Freguesias de Cambezes, Donões e Mourilhe.

“Não dá lugar a qualquer incongruência toponímica como a que já escutei “ o mesmo que Mouril, sítio onde se fixaram mouros!” Nada mais ridículo!

É o nome pessoal Maurellus que, pelo genitivo, Maurelli – Maurilli, donde “villa” Maurilli > Mourili > Mourilhe.

- 1258 de Sancti Jacibi de Mourili” – faltava apenas palatalizar!

Recebeu carta de foro do reguengo de D.Afonso III em Mourilhe, em:

- 1258, um tal “João Lopes e sua mulher Maior Pires”

 

1600-mourilhe (41)

 

E continua a toponímia:

"Já Mourela, se não é feminino de Mourelo (Maurelus, e não creio que o seja), poderá ser o diminutivo de Mouro/a no sentido de serra pequena. Com efeito a serra da Mourela é muito menor que as adjacentes, mas revela muitos mais sinais  da presença de povos antigos a que normalmente o povo chama “mouros”. Daí a propriedade com que lhe aplicaram o nome! Sítio de “ mouros “ como Mouraria."

 

1600-mourilhe (80)

 

E quanto ao topónimo, sua origem e significado, estamos conversados e postas as coisas como foram na “Toponímia de Barroso”,  desta vez nem sequer nos atrevemos  a divagar sobre o assunto, curiosamente e sinceramente, também não tínhamos nenhuma ideia sobre tal.

 

1600-mourilhe (75)

 

Quanto à população da aldeia, tal como a grande maioria das nossas aldeias da região, o despovoamento também atacou Mourilhe. Segundo os dados dos CENSOS desde 1864 até 1970 a aldeia andou sempre a rondar os 500 habitantes, tendo atingido mesmo os 613 habitantes nos CENSOS de 1950. A partir dos anos 70 a queda da população foi vertiginosa, passando para 295 habitantes em 1981, para 197 em 1991, para 144 em 2001 e finalmente para 117 habitantes em 2011.

 

1600-mourilhe (60)

 

Mas entremos em Mourilhe. Antes de deixar por aqui aquilo que encontrámos nas nossas pesquisas, vamos às nossas impressões pessoais.

 

1600-mourilhe (74)

 

Para quem está em Montalegre e sobe ao Castelo, se lançar vistas a partir de aí, observa facilmente que a Nordeste a Serra do Larouro e o seu grande planalto dominam a paisagem e se lhe virarmos costas, a Sudoeste, é o pequeno vale do Cávado que nos atrai o olhar. Mourilhe fica nesta transição a cair mais para o Vale do Cávado.

 

1600-mourilhe (55)

 

Mourilhe que aquando das nossas deslocações para fazer o levantamento fotográfico já não era novidade para nós. Já lhe conhecíamos a Igreja, pois desde que a vimos chamou-nos à atenção pela sua beleza, o largo da fonte/tanque e o Hotel Rural “Senhora dos Remédios” ou se preferirem o Hotel do Padre Fontes, aliás foram estes (Padre e Hotel)  que nos levaram lá, integrado num grupo de Animadores Socioculturais do qual o Padre Fontes também faz parte.

 

1600-p-fontes-mouri (298)

 

Confesso que nessas primeiras visitas não houve muito tempo para dedicar à aldeia de Mourilhe, pois o menu da “Ceia das Bruxas Encantadas” era mais convidativo. Daí o termos lá voltado mais duas vezes sem hotel e sem ceia. Mas não resisto a deixar aqui a ementa da “Ceia” que para nós até foi almoço:

 

1600-p-fontes-mouri (316)

 

Ceia das Bruxas encantadas:

- Presunto afumado nas lareiras do INFERNO

- Pão que o diabo amassou no forno do povo

- Caldo de urtigas malditas colhidas nas bordas do paraíso

- Vitela embruxada e batata com murro de bruxa branca

- Rabanada com leite e mel de bruxa voadora

- Vinho excomungado do outro Verão

- Café negro como o Diabo, quente como o Inferno

- Levanta o pau do diabo

-  Queimada monumental na lareira

 

1600-mourilhe (18)

 

Nem de propósito, a 13ª imagem de Mourilhe aparece após esta ementa da “Ceia das Bruxas”. Tempo também para anunciar que o próximo dia 13 de outubro é numa sexta-feira, ou seja, sexta-feira 13, dia grande, dia das bruxas, dia de festa em Montalegre que já leva milhares de pessoas até esta vila Barrosã, tal é o bruxedo, pois depois de se ir lá uma primeira vez, fica-se fã das festas das sextas-feiras 13 para todo o sempre. Se não acredita, vá lá, e depois conversamos…

 

1600-mourilhe (70)

 

 Passemos agora às nossas pesquisas, iniciando por aquilo que se diz na página da NET do Padre Fontes:

"Mourilhe

Mourilhe (S. Tiago) junto com Sabuzedo, são aldeias antigas de granito escuro, ruas a convergir ao centro e pouco povoadas como todas as do interior do concelho. Um belo cruzeiro em Mourilhe e alminhas, em Sabuzedo atraem o visitante. Mourilhe, de belas casas que arderam por 2 vezes no sec. XIX, é terra de encosta, casas típicas, Igreja, relógio de Sol, Cruzeiro, fontenários. São monumentos de valor regional. A festa de S. Brás com relicários é em 3 de Fevº e ponto de encontro para provar a água de S. Brás. A casa do Outão, com fama de assombramentos, é um Solar séc. XVlll, com linda capela particular, em 2001 transformada em Hotel rural paradisíaco. O altar da Moura na serra indica uma tradição de lendas esquecidas S. Paio e Santiago encaminhavam o peregrino para Compostela. Aldeia raiana com terras do Couto Misto e de Vilar Galego, conserva costumes e tradições ancestrais."

 

1600-mourilhe (10)

 

 

Quanto ao Hotel Rural  que nasceu da Casa do Outão com fama de assombramentos e é verdade, sou testemunha disso mesmo, pelo menos eu fiquei assombrado com a vistas que desde ele se apreciam, com beleza da sua capela,  com a sua biblioteca de temas regionais, com museu profano, mítico, e sacro do Séc. XVIII, com peças raras e belas e claro, com a “Ceia das Bruxas Encantadas” que com o remate do “Levanta o pau do diabo” e a “Queimada monumental na lareira”, para ficar assombrado de todo só me faltou ficar lá a dormir…

 

1600-mourilhe (78)

 

Já quase podia ficar por aqui, mas como hoje fui generoso nas fotografias (27 no total sem contar o mapa e o cabeçalho) vou ter que acrescentar mais alguma coisa. Pois é, ao começar a ver os motivos registados na aldeia, não resisto a acrescentar mais um, depois mais outro, e por aí fora. O Barroso é assim, também nos deixa assombrados com as suas belezas e aldeias.

 

1600-mourilhe (99)

 

No livro Montalegre encontrámos as seguintes referências a Mourilhe (os negritos e sublinhados são meus):

“Os cruzeiros são mais de 60 e se lhes juntarmos os calvários ainda existentes com as cruzes das estações da via sacra serão três vezes mais.

Destacam-se o de Salto, Pondras, Mourilhe, Codessoso de Meixedo, de Montalegre, o da Interdependência da Vila da Ponte, Negrões, Meixedo, Sabuzedo, Santa Marinha, Santo André, Penedones, Antigo de Serraquinhos, Sezelhe, Travasços do Rio, Vila da Ponte, Bustelo e Parafita!

 

1600-mourilhe (44)

 

Mais à frente, num capítulo intitulado “As àguas” diz-se o seguinte:

 

“As Águas

Para além do Parque Nacional a natureza continua presente em Barroso. Nos grandes planaltos nascem os rios, como é o caso: na segunda maior serra nacional – o Larouco, nasce o segundo maior rio nacional – o Cávado; ali bem perto nasce o Regavão e logo ao lado o Beça – três rios extremamente ricos que a administração pública alienou prejudicando os montalegrenses: neles se fizeram enormes barragens para fornecer energia aos grandes centros e às zonas industrializadas mas o fornecimento de energia que nos reservaram é deplorável; depois, via Serviços Florestais e Aquícolas, lançaram nas nossas águas espécies assassinas de peixes que levaram à extinção os maravilhosos e incomparáveis escalos e trutas indígenas; as gigantescas albufeiras ocuparam alguns dos nossos melhores vales de cultivo e de forragens. Enquanto isso, o barrosão emigra…e “come o pão que o diabo amassou pelo mundo além”! Agora vem aí outra “agressão” se os homens bons desta terra (a começar pelo Presidente da Câmara) se não acautelarem!...A mãe de todas as barragens barrosãs – a Barragem de Pisões – vai dar água a metade do distrito de Vila Real! Primeiro ficámos sem os campos, agora pagamos a energia (fraca e incerta) tão cara como os mais e, mais tarde, nem campos, nem peixes, nem água!!! A ver vamos! (…)

 

1600-mourilhe (95)

 

E continua:

(…) Apesar de tudo ainda temos mais de mil fontes por esses recantos e algumas, que abasteceram as povoações, merecem uma visita! São as fontes de mergulho ou de chafurdo: em Mourilhe, Arcos, Vila da Ponte, Meixedo, Telhado, Viade de Baixo… Quase todas as povoações tinham a sua.

 

1600-mourilhe (14)

 

Num outro capítulo intitulado “Factos” vem um triste facto do qual já tínhamos dado conta mas sem pormenores:

“Factos

(…)

 

“Incêndios de Mourilhe” - anos 1854 e 1875

No dia 4 de abril de 1854 a povoação ficou reduzida a cinzas.

Reconstruída por subscrição pública, no Minho e Trás-os-Montes, voltou a ser devorada pelas chamas, em 4 de julho de 1875, salvando-se apenas quatro casas e a igreja de s. Tiago.

 

1600-mourilhe (42)

 

Aos pirómanos que ainda por cá vão resistindo, damos como exemplo esta mártir povoação. No dia 4 de Abril de 1854, ficou reduzida a cinzas, a igreja incluída. Reconstruída por subscrição pública, em terras do Minho e Trás-os-Montes, voltou a ser devorada pelas chamas, em 4 de Julho de 1875, apenas se salvando desta vez quatro casas e a igreja!

 

1600-mourilhe (46)

 

E continua:

 

O Aquilégio Medicinal dá notícia dos efeitos curativos da fonte desta Igreja que foi benzida “(consagrada) por São Braz” e produz milagrosas curas nas moléstias da garganta. Não conseguimos descobrir como é que o bispo Arménio São Braz cá teria chegado trezentos anos depois de Cristo, visto que foi martirizado, em 316. Em lembrança do seu martírio, as cardadeiras e tecedeiras escolheram-no para seu patrono e advogado das gargantas doentes. Por isso, se diz, quando a criança se engasga:

 

São Braz te desafogue

Já que Deus não pode!

 

Em tempos, Mourilhe foi Comenda de Cristo e levantava rendas em metade

da povoação de São Pedro da freguesia de Contim.

 

1600-mourilhe (27)

 

 

Pela certa que mais haveria para dizer e muitas estórias para contar sobre Mourilhe, mas ficamo-nos por aqui, pois tal como os mais velhos me ensinaram a respeito das refeições, ou seja,  em terminá-las antes de ficarmos saciados para assim saberem melhor e não perdermos o apetite às próxima refeições. Pois também por aqui devemos deixar um bocadinho para termos um pretexto para de futuro tornarmos a ir por Mourilhe e pelo Barroso.

 

1600-mourilhe (100)

 

 

Bibliografia

 

BAPTISTA, José Dias, (2014), Toponímia de Barroso. Montalegre: Ecomuseu – Associação de Barroso

BAPTISTA, José Dias, (2006), “Montalegre” : Edição do Município de Montalegre.

 

1600-p-fontes-mouri (320)

 

Sites

http://padrefontes.com/default.asp

 

 

1600-mourilhe (104)

 

 

Links para anteriores abordagens ao Barroso:

A

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Algures no Barroso: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1533459

Amial - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ameal-1484516

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Antigo de Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-antigo-de-1581701

Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-arcos-1543113

 

B

Bagulhão - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bagulhao-1469670

Beçós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-becos-1574048

Bustelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bustelo-1505379

 

C

Cambezes do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cambezes-do-1547875

Caniçó - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-canico-1586496

Carvalhais - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-carvalhais-1550943

Castanheira da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-castanheira-1526991

Cepeda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cepeda-1406958

Cerdeira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cerdeira-1576573

Cervos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cervos-1473196

Contim - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-contim-1546192

Cortiço - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1490249

Corva - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-corva-1499531

 

D

Donões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-donoes-1446125

 

F

Fervidelas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fervidelas-1429294

Fiães do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fiaes-do-1432619

Fírvidas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-firvidas-1466833

Frades do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-frades-do-1440288

 

G

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Gralhós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhos-1531210

 

L

Ladrugães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ladrugaes-1520004

Lapela   - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-lapela-1435209

Larouco - Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

 

M

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

Meixide - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixide-1496229

 

N

Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-negroes-1511302

Nogeiró - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-nogueiro-1562925

 

O

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Olhando para e desde o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-olhando-1426886

Ormeche - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ormeche-1540443

 

P

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Paio Afonso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paio-afonso-1451464

Parafita: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-parafita-1443308

Pardieieros - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pardieiros-1556192

Paredes de Salto - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-1448799

Paredes do Rio -   http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-do-1583901

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Penedones -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-penedones-1571130

Pereira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pereira-1579473

Pomar da Rainha - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pomar-da-1415405

Ponteira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ponteira-1481696

 

R

Reboreda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-reboreda-1566026

Roteiro para um dia de visita – 1ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104214

Roteiro para um dia de visita – 2ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104590

Roteiro para um dia de visita – 3ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105061

Roteiro para um dia de visita – 4ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105355

Roteiro para um dia de visita – 5ª paragem, ou não! - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105510

 

S

São Ane - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-ane-1461677

São Pedro - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sarraquinhos-1560167

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Senhora de Vila Abril - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-senhora-de-1553325

Sezelhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sezelhe-1514548

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

 

T

Tabuadela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-tabuadela-1424376

Telhado - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-telhado-1403979

Travassos da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-travassos-1418417

 

V

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1508489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

Vilaça - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilaca-1493232

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

X

Xertelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-xertelo-1458784

 

Z

Zebral - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-zebral-1503453

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 23:59
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Sábado, 30 de Setembro de 2017

Couto de Ervededo - Chaves - Portugal

1600-COUTO (558)

 

Hoje é dia das aldeias mas também dia de reflexão, num dos dias e momentos mais altos que a democracia tem, o de podermos refletir e decidir livremente em quem votar e desta vez é nos nossos, na nossa gente, na gente do nosso concelho, daí termos responsabilidade acrescida, pois é o nosso futuro mais próximo que está em causa, dai o nosso direito ao voto ser também um dever.

 

1600-COUTO (559)

 

Deveres e direitos que nos deixam com algumas expectativas mas também com alguns receios, não quanto aos candidatos às freguesias mas pelos candidatos à Câmara Municipal, pelas suas propostas e pela ausência delas, principalmente no que diz respeito ao mundo rural e a uma proposta de um futuro sustentável. Muita cidade, pouco mundo rural. Somos transmontanos, vivemos no seu interior, vivemos duplamente o interior e a interioridade e quer queiramos ou não, Chaves é um concelho rural.

 

1600-COUTO (533)

 

E passemos à nossa aldeia de hoje, ao Couto de Ervededo, que já várias vezes passou aqui pelo blog mas que já há algum tempo que não trazíamos aqui, não pela falta de motivos, mas porque não tem calhado.

 

1600-COUTO (567)

 

Pois hoje o Couto está aqui novamente  com mais alguns motivos que escaparam às anteriores escolhas e que merecem ser conhecidos, não só estes motivos mas muitos mais, bem como a aldeia no seu conjunto e que facilmente se podem incluir num dos roteiros mais interessantes para um passeio de uma manhã ou tarde de fim-de-semana.

 

1600-COUTO (195)

 

E disse num dos roteiros porque para aquelas bandas há vários roteiros interessantes, onde além das aldeias mais próximas como a Agrela e a Torre, temos também Calvão, Castelões, Soutelinho da Raia e Seara Velha, por um lado, mas também Vilela Seca, Vilarelho da Raia e Cambedo, mas ainda o roteiro dos santuários da Srª da Aparecida, Srº do Engaranho e S.Caetano, Pense nisso, e até pode ser hoje, dia de reflexão para poder também refletir um pouco sobre as nossas aldeias. E amanhã não deixe que os outros decidam por si e vote.

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:25
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Torre de Menagem

1600-(32326)

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:37
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Um momento na praça

1600-(47315)

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 03:22
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves, um momento e algo mais...

1600-(47964)

 

Mais um momento da cidade de Chaves e da Praça da República, um momento na hora dourada da fotografia, no entardecer da cidade quando o sol parte para outros destinos.

 

Hora dourada da fotografia mas também uma hora para o blog, pois não é todos os dias que se inaugura aqui uma nova crónica, como hoje vai acontecer – “Nós,  os homens”,  de autoria de Cristina Pizarro. Uma mulher a falar de/sobre nós, os homens. Provocação!? Ironia!? Ficção!? Ou será outra coisa!? Não sei, vamos ter de esperar para ver, mas uma coisa é certa, a arte das palavras já há muito que não é estranha à Cristina, à qual, agradecemos o seu regresso à vida deste blog. Já de seguida teremos aqui o primeiro capítulo de “Nós, os homens”. Até já.

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:29
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|  O que é?
Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Momentos da Madalena

1600-(47903)

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:42
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017

O Barroso aqui tão perto - Caniçó

1600-canico (50)

montalegre (549)

 

Hoje no “Barroso aqui tão perto” vamos até uma das aldeias do Barroso mais distante, isto para nós que temos o ponto de partida a partir da cidade de Chaves. Iniciemos então pela sua localização e itinerário que nós aconselhamos.

 

1600-canico (51)

 

A uma altitude a rondar os 900 metros, Caniçó pertence à freguesia de Salto, concelho de Montalegre, mas com três concelhos ali à beirinha, o mais próximo, o de Vieira do Minho fica só a 700m, o de Cabeceiras de Basto a 4 km e o de Boticas a 5 Km, medidas em linha reta. Por sua vez, a sede de freguesia fica a apenas 3 Km, mas mesmo, mesmo ali ao lado, a coisa de 400 metros tem as Minas da Borralha a Norte, ou aquilo que delas resta, mas também e ainda a 400 m, mas a Poente, tem a aldeia de Paredes.

 

1600-canico (48)

 

Quanto ao melhor itinerário (a partir de Chaves), mais próximo (55.5 Km), mais económico (6.82€) e mais interessante é via Estrada Nacional 103 (Estrada de Braga) até Sapiãos, aqui abandona-se a EN 103 em direção a Boticas e a partir daqui toma-se a Estrada Nacional 311. Esta última atravessa todo o concelho de Boticas, não é para grandes velocidades, mesmo porque as curvas e paisagem não o permitem, pois vamos sempre em estado de apreciação.

 

1600-canico (40)

 

Como sempre deixamos as coordenadas de um ponto central da aldeia: 41º 38’ 55.11”N e 7º 58’ 54.06”O e também o nosso habitual mapa.

 

mapa-canico.jpg

 

Atrás, nas coordenadas, falei de um ponto central da aldeia e não do centro da aldeia, isto porque a forma de povoamento da aldeia é um pouco atípico daquilo que é tipicamente habitual nas nossas aldeias, tanto daquelas que tem um aglomerado concentrado com um núcleo bem definido como das que se desenvolvem ao longo de uma estrada principal, sem núcleo definido ou ainda daquelas que têm um povoamento disperso, como acontece por exemplo nas aldeias de Covelo do Gerês .

 

1600-canico (45)

 

Pois esta aldeia de Caniçó é um misto de todos os tipos de povoamento atrás apontados e com exceções, pois desenvolve-se ao longo de dois arruamentos principais  onde existem dispersos pelo menos quatro aglomerados  bem definidos, mais parecendo pequenas aldeias que fazem um todo de uma aldeia. Aparentemente pequenos núcleos, cada um ligado a uma grande casa rural ou como se fossem pequenas “villas”.

 

1600-Canico (1)

 

Quanto à aldeia, agora no seu todo disperso, estamos na freguesia de Salto onde já estamos habituados à exuberância do seu verde dos campos, aliás penso que hoje isso mesmo fica bem demonstrado na maioria das fotos que vos deixo. Caniçó  é uma aldeia daquele Barroso que já faz a transição para o Minho que lhe fica mesmo ali ao lado, a 700m (Alto Miho), bem diferente do Alto Barroso.

 

1600-canico (53)

 

Passemos para o topónimo Caniçó onde, como é habitual, vamos beber à fonte da “Toponímia de Barroso”, onde ao respeito se diz:

Caniçó

De Canna, por  cannicia+ola >  canizolo > canizoo > caniçó, pequeno canavial. Na forma evolutiva intermédia têmo-la em:

- 1258 « dixit quod Canizoo et» INQ 1511.”

 

1600-Canico (6)

 

E continua a “Toponímia”:

“ Fazia então parte de freguesia e concelho de Vilar de Vacas (Ruivães) hoje no concelho de Vieira do Minho, tendo entretanto transitado, tal como Linharelhos, para a freguesia de Salto, concelho de Montalegre”

 

1600-Canico (2)-1

 

E acrescenta:

GEDA, topónimo arcaico, talvez nome pessoal, feminino de Gedo > Geto, este, nome de origem germânica cujo significado desconheço.

- 1282 «en’o casal que chamarom de Geda en esse logar de Caniçoo que serve de servizaria dell Rey»

 

1600-canico (46)

 

E remata:

“Deve ter pertencido a este casal que foi serviçaria real o pedaço de tranqueiro de porta que há meia dúzia de anos apareceu e se guarda no Pólo do Ecomuseu.”

 

1600-canico (33)

 

Nas nossas pesquisas encontrámos algumas referências a Caniçó num blog “Norte Português”, nomeadamente no que diz respeito ao seu povoamento noutros tempos (o negrito e sublinhado é meu):

“O censo da população de 1530, ordenado por D. João III, indica moradores ou fogos nas seguintes povoações: Pereira, 6; Amear, 7; Pomar de Rainha, 3; Salto, 14; Cerdeira, 7; Reboreda, 21, Tabuadela, 7; Póvoa, 12; Bagulhão, 12; Amial, 4; Corva, 10; Paredes 5; Linharelhos, 7; Caniçó, 14.”

 

1600-canico (38)

 

Ainda no mesmo blog ( o sublinhado e negrito continuam a ser meus):

“Consta esta freguesia de duzentos fogos e de novecentas pessoas de sacramento, dividida em dezoito lugares ou aldeias de quazi semelhantes ares e clima frigidíssimo.

Salto e Cerdeira (…) constam ambos de trinta vizinhos; Linharelhos consta de doze fogos; Caniçó, treze; Paredes, quatro; Corva, dezoito; Ameal, cinco; Bagulham, dez; Ludeirodarque, seis; Póvoa, nove; Carvalho, onze; Beçós, dez; Reboreda, vinte; Taboadella, seis; Seara, cinco; Pereira, nove; Amear, vinte e Pomar da Rainha, seis.”

 

1600-canico (29)

 

E no mesmo blog diz-se  ainda ( o sublinhado e negrito continuam a ser meus):

“Um ensaio estatístico de 1836 fornece indicações dos seguintes lugares e habitantes: Ameal, 36; Armiar, 73; Bagulhão, 67; Caniçó, 93; Corva, 73; Linharelhos, 48; Paredes, 27; Pereira, 53; Pomar de Rainha, 48; Póvoa, 34; Reboreda, 91; Salto, 113; Cerdeira, 34; Tabuadela, 59.”

 

1600-canico (35)

 

E quase para finalizar, ficam mais algumas impressões pessoais a respeito da nossa aldeia de hoje – Caniçó.

Pois se de início as aldeias da freguesia de Salto me surpreenderam pela exuberância do seu verde, com o tempo deixei de ser surpreendido, não quero com isto dizer que deixasse de apreciar, antes pelo contrário, dá sempre gosto entrar e desfrutar de aldeias como estas, e que me respondem (como se me interrogasse) ao porquê do andar à sua procura, na sua descoberta a fotografá-las.

 

1600-Canico (8)

 

Mas mais agradados ficamos ao encontrarmos nestas aldeias mil e um motivos para registar, não só para memória futura mas também para de vez em quando nos deliciarmos aos vêr esses motivos no monitor do nosso computador, impressas em papel ou publicadas em espaços dedicados à fotografia ou aqui no nosso blog e partilhadas pelas redes sociais. Mas sobretudo porque confirma que o Barroso é mesmo uma pérola dentro do nosso Reino Maravilhoso, mas como sempre, tal como Torga dizia, para a ver “ é preciso (…) que os olhos não percam  a virgindade original diante da realidade e o coração (…)”.

 

1600-canico (31)

 

Da aldeia de Caniçó há a ainda a realçar o conjunto dos conjuntos do seu casario no meio de todo aquele ver, algumas construções mais nobres, a imponência de algum do seu arvoredo, autóctone, os espigueiros e muitos pormenores.

 

1600-canico (28)

 

Bem gostaria de acrescentar mais alguma coisa mas infelizmente, por ausência de outros dados, não posso. A partir de aqui só inventando e nós nem por isso gostamos de inventar. Certo que às vezes podemos mandar uns palpites, acertando às vezes e errando outras tantas ou mais vezes, mas além de avisarmos sempre,  palpitar não é o mesmo que inventar. E com esta já posso meter mais uma fotografia pelo meio.

 

1600-canico (32)

 

E desta vez as imagens têm mesmo que valer mais que palavras, pois só nos restam mesmo para deixar aqui as referências às nossas consultas, respetivos links e também os habituais links para as anteriores abordagens ao Barroso publicadas neste blog.

 

Bibliografia

BAPTISTA, José Dias, (2014), Toponímia de Barroso. Montalegre: Ecomuseu – Associação de Barroso

 

Sites

http://norteportugues.blogspot.pt/2011/03/historia-breve-da-freguesia-de-salto.html

 

Links para anteriores abordagens ao Barroso:

A

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Algures no Barroso: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1533459

Amial - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ameal-1484516

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Antigo de Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-antigo-de-1581701

Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-arcos-1543113

 

B

Bagulhão - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bagulhao-1469670

Beçós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-becos-1574048

Bustelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bustelo-1505379

 

C

Cambezes do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cambezes-do-1547875

Carvalhais - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-carvalhais-1550943

Castanheira da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-castanheira-1526991

Cerdeira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cerdeira-1576573

Cepeda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cepeda-1406958

Cervos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cervos-1473196

Contim - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-contim-1546192

Cortiço - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1490249

Corva - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-corva-1499531

 

D

Donões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-donoes-1446125

 

F

Fervidelas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fervidelas-1429294

Fiães do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fiaes-do-1432619

Fírvidas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-firvidas-1466833

Frades do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-frades-do-1440288

 

G

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Gralhós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhos-1531210

 

L

Ladrugães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ladrugaes-1520004

Lapela   - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-lapela-1435209

Larouco - Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

 

M

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

Meixide - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixide-1496229

 

N

Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-negroes-1511302

Nogeiró - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-nogueiro-1562925

 

O

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Olhando para e desde o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-olhando-1426886

Ormeche - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ormeche-1540443

 

P

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Paio Afonso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paio-afonso-1451464

Parafita: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-parafita-1443308

Pardieieros - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pardieiros-1556192

Paredes de Salto - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-1448799

Paredes do Rio -   http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-do-1583901

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Penedones -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-penedones-1571130

Pereira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pereira-1579473

Pomar da Rainha - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pomar-da-1415405

Ponteira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ponteira-1481696

 

R

Reboreda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-reboreda-1566026

Roteiro para um dia de visita – 1ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104214

Roteiro para um dia de visita – 2ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104590

Roteiro para um dia de visita – 3ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105061

Roteiro para um dia de visita – 4ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105355

Roteiro para um dia de visita – 5ª paragem, ou não! - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105510

 

S

São Ane - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-ane-1461677

São Pedro - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sarraquinhos-1560167

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Senhora de Vila Abril - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-senhora-de-1553325

Sezelhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sezelhe-1514548

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

 

T

Tabuadela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-tabuadela-1424376

Telhado - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-telhado-1403979

Travassos da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-travassos-1418417

 

V

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1508489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

Vilaça - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilaca-1493232

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

X

Xertelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-xertelo-1458784

 

Z

Zebral - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-zebral-1503453

 

 

 

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 03:06
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|  O que é?
Sábado, 23 de Setembro de 2017

Condeixa (Quinta), Casa Azul, Sr. da Boa Morte, Prado e Campo de Cima

1600-condeixa (5)

 

Quando iniciei esta nova ronda pelas aldeias de Chaves disse que, ao contrário do que tinha feito até aí em que as abordagens as nossas aldeias tinham sido feitas aleatoriamente, desta vez iria seguir a ordem alfabética das mesmas. E assim tem sido.

 

1600-condeixa (16)

 

Ora acontece que no meu arquivo fotográfico das aldeias,  a seguir a Cimo de Vila da Castanheira, a aldeia do último sábado, aparece a Condeixa, que se calha deveria estar na letra Q, de Quinta da Condeixa.

 

1600-condeixa (51)

 

Mas há alguns mas, iniciando por a Quinta da Condeixa não ser propriamente uma aldeia, mas antes uma quinta, quando muito poderia ser uma das antigas “Villas”. Um outro mas é que para ir até à Quinta da Condeixa passo obrigatoriamente pela Casa Azul e o Sr. da Boa Morte, que também não é (são) uma aldeia, mas antes um dos antigos bairros periféricos da cidade, atualmente da freguesia da Madalena. Mas também a Casa Azul é muito mais, mas mesmo muito mais, não tivesse sido aí que eu nasci e vivi até aos meus 15 anos de idade, os primeiros anos que nunca na vida se esquecem.

 

1600-prado (6)

 

Ora uma vez que cheguei ao berço e aos meus domínios de infância e primeira adolescência tinha de forçosamente também passar pelo Prado e pelo canal e talvez, deveria também ir até ao Campo de Cima que está ligado às minhas primeiras leituras dos clássicos portugueses que a idade ia permitindo, entre outros que me iam sendo recomendados pelo “recomendador” da biblioteca itinerante da Gulbenkiam.

 

1600-condeixa (34)

 

Hoje resulta assim ser um post estranho e talvez mesmo egoísta porque ao ver e tratar estas imagens, fui regressando no tempo e recordando muitos e bons momentos que passei e que seriam impossíveis, ou não saberia como vos poderia transmitir para senti-los e vivê-los como eu senti então e revivi nestes breves momentos da feitura deste post.

 

1600-prado (30)

 

Mas talvez até nem seja apenas eu a reviver esses momentos, pois pelo menos num dos locais que aqui deixo, toda a juventude do bairro (Casa Azul)  passou por lá, nesses outros tempos em que aos bandos invadíamos aquela que era a nossa praia.

 

1600-condeixa (31)

 

Também é com alguma nostalgia que faço estes regressos, tudo porque se perdeu o espirito de bairro,  onde todos os vizinhos faziam parte de uma grande família, onde todos se conheciam, conviviam, entreajudavam e claro, como numa família a sério também havia algumas zangas, e onde os mais novos, faziam da rua a sua sala de brincar e divertir, com as devidas brincadeiras e diversões ajustadas às idades, mas que cabiam todas na rua…   

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:24
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Um olhar sobre a Madalena

1600-(47931)

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:36
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Um olhar sobre a Igreja da Madalena

1600-(47961)

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 03:17
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|  O que é?
Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves e a Nª Srª das Graças - Edição 2017

 

E como ontem aconteceu mais uma edição da Nª Senhora das Graças em Chaves, é com um pequeno resumo do final da procissão que fazemos o regresso à cidade de hoje. Espero que gostem. A título de curiosidade, o video que vos deixo é composto por 550 fotografias e 1 vídeo (com a marcha de chaves.

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:42
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|  O que é?
Domingo, 17 de Setembro de 2017

O Barroso aqui tão perto - Paredes do Rio

1600-paredes (65)

montalegre (549)

 

Hoje vamos até a aldeia de Paredes, mas como Paredes há muitas, esta tem no seu topónimo o apelido “do Rio”, mas a razão do apelido não é apenas para distingui-la de outras localidades com o mesmo topónimo, mas sim porque faz parte de um conjunto de aldeias barrosãs com o mesmo apelido “do Rio” por se encontrarem ao longo e nas proximidades do Rio Cávado.

 

1600-paredes (175)

 

Na imagem seguinte, uma vista geral sobre Paredes do Rio tomada desde a aldeia de Vilaça, parece que entre ambas as aldeias apenas existe um pequeno carvalhal, mas na realidade não é bem assim, isto são coisas dos enganos aos que a fotografia nos leva, pois entre as aldeias existe ainda o Rio Cávado, e embora desde o ponto em que tomámos a fotografia (em Vilaça) até a aldeia de Paredes do Rio em linha reta seja pouco mais de 1 quilómetro, a barreira Cávado, faz com que a distância por estrada entre as aldeias seja de 10 quilómetros.

 

1600-pardes (1)

 

Como sempre as imagens dizem-nos coisas, e ainda na imagem anterior podemos ver em terceiro plano um bocadinho de serra. Trata-se já da Serra do Gerês e não muito longe daquele piquinho mais afiado é Pitões das Júnias, mas antes, entre a aldeia de Paredes do Rio e a Serra do Gerês temos ainda a Barragem de Paradela e as aldeias de Outeiro e Parada de Outeiro. Ou seja, já estamos em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês, incluindo a nossa aldeia de hoje.

 

1600-paredes (171)

 

Mas voltando àquilo que as fotografias nos dizem, nesta vista geral sobre a aldeia, pelo azul , pelo verde e pelo sol e sua luz, adivinha-se ser um dia de verão e bem quente que estava, por sinal, e de facto era verão, pois a imagem foi tomada no mês de julho de 2016. Já as restantes imagens são do mês de maio de 2017, mais precisamente do dia 12.

 

1600-paredes (137)

 

Diz-nos a experiência que o Barroso, em termos climáticos, é traiçoeiro e para quem não o conhece, pode ser apanhado de surpresa nas suas malhas. Nesse dia 12 de maio, à nossa partida desde a cidade de Chaves, tínhamos um normal dia de primavera, temperatura amena e algumas nuvens no céu, daquelas que não ameaçam ninguém e apenas lá estão para quebrar o azul do céu e enfeitar a primavera.

 

1600-paredes (178)

 

Quando começámos a entrar no Barroso, as nuvens começaram a escurecer. No itinerário do dia tínhamos Covelães para completar reportagens anteriores incompletas e logo de seguida Paredes do Rio onde iriamos entrar pela primeira vez, pois até aí sempre lhe passámos ao lado. Acontece que quando chegámos a Covelães, a nuvem escura que ia pairando sobre nós fartou-se de conter a sua água e resolveu descarregá-la toda sobre nós.

 

1600-paredes (158)

 

Parados e dentro do carro ainda aguardámos uns 10 a 15 minutos a ver se descarregava tudo, mas não parecia ser essa  a sua intenção. Daí, e como ainda tínhamos muito caminho para andar, resolvemos passar à frente, a caminho de Paredes do Rio e eis que o “milagre” acontece - deixou de chover, mas em sua substituição caiu um denso e frio nevoeiro sobre nós. Era primavera, pouco provável de acontecer, mas no Barroso acontece. Daí, na mala do meu carro, ter sempre um “kit de sobrevivência”, uns agasalhos que no Barroso nunca se sabe quando vão ser necessários.

 

1600-paredes (169)

 

Bem, mas tudo isto, esta introdução, além de ser real e um aviso para os que não conhecem as alturas do Barroso, é mais para justificar a qualidade das fotografias, sem o colorido habitual dos matizes que o Barroso oferece nos dia de sol. Com o nevoeiro cerrado tudo se torna mais cinzento, melancólico e misterioso, mas mesmo assim, a aldeia surpreendeu-me pela sua beleza, pelos muitos pormenores dignos de registo e sobretudo, porque desde de Vilaça parece ser uma aldeia esventrada pela modernidade, quando a realidade é outra, embora com alguns pecados.

 

1600-paredes (172)

 

Mas entremos em Paredes do Rio.  Assim de repente se me preguntarem algumas das aldeias do Barroso às quais eu recomendaria uma visita, sem dúvida alguma que recomendaria Paredes do Rio. Se me perguntassem porquê? Responder-lhes-ia pelo conjunto do seu casario, mas sobretudo pelo conjunto de moinhos que vão descendo ao longo da aldeia, pela sua igreja e pelo “Complexo hidráulico” - é assim que está na tabuleta do Parque Nacional da Peneda-Gerês, e que se trata de uma construção recuperada, incluindo a sua cobertura em colmo. Pena que os moinhos não tenham também a sua cobertura original em colmo.

 

1600-paredes (56)

 

Sobre o tal “Complexo Hidráulico” (imagem anterior), transcrevemos aqui o que se diz na atrás mencionada tabuleta:

“ «Núcleo ecomuseológico Complexo hidráulico de Paredes do Rio»

Este complexo hidráulico compreende uma estrutura formada por um pisão, uma serra hidráulica, um moinho e um gerador elétrico, que funcionam movidos pela força motriz da água, conduzida por uma levada com início na grande poça existente junto ao caminho”

 

1600-paredes (157)

 

E continua:

“ É um engenho bastante polivalente, pois permite moer o grão ( de centeio ou milho), cortar madeira e pisoar o burel – tecido obtido a partir da lã.

Este imóvel foi adquirido pelos Serviços do Parque Nacional, em 1988, tendo sido realizado um trabalho de restauro de toda a estrutura, com vista à sua utilização por parte da comunidade local, sendo único em toda a área do Parque Nacional."

 

1600-paredes (174)

 

E conclui:

“Aqui em Paredes do Rio, entre outros aspectos, podem ainda apreciar-se também nove moinhos de água, formando um conjunto de interesse sob o ponto de vista do património construído.

 

Para visitar, contacte: Delegação do Parque Nacional Rua do Reigoso – 5470-236 Montalegre, Telef. 276 518 320”

 

1600-paredes (130)

 

Espero que os dados de contacto ainda estejam atualizados, pois para se visitar o interior do complexo penso que é mesmo necessário contactar a Delegação do Parque, isto a julgar pela nossa visita, pois encontrámo-lo fechado, e embora não estivesse nos nossos planos visitá-lo, isto porque desconhecíamos a sua existência, gostaríamos ter dado uma vista de olhos ao seu interior, mas fica para uma próxima oportunidade, tanto mais porque quero repetir alguns registos num dia sem nevoeiro.

 

1600-paredes (162)

 

Aparte das anteriores recomendações de visita, também apreciámos ter visto as alminhas cobertas e as fontes e tanques/bebedouros onde dá sempre gosto ver correr a água cristalina, daquela que ainda se pode beber.

 

1600-paredes (167)

 

Quando à sua localização, para além de alguns dados que já atrás deixámos, podemos ainda acrescentar mais algumas informações. Já sabem que o nosso ponto de partida é sempre de Chaves e mais uma vez temos sempre duas grandes alternativas, a da Estrada Municipal 507 via S.Caetano/Soutelinho da Raia e a Nacional 103 (Estrada de Braga).

 

1600-paredes (131)

 

Para esta ida a Paredes do Rio recomendo a Municipal 507, não por ser a de menor distância mas por ser a mais interessante. É um percurso de 54 Km, que se faz em cerca de uma hora, isto se não houver paragens pelo caminho, pois embora o nosso destino possa ser esta aldeia, pelo caminho há sempre um ou outro motivo que convida a uma paragem para mais um registo fotográfico, sem contar a paragem quase obrigatório na Vila de Montalegre.

 

1600-paredes (155)

 

Rematemos então com a localização com a exatidão das suas coordenadas, a altitude, o nosso habitual mapa e mais alguns dados. Pois então já sabemos que no concelho de Montalegre quando uma aldeia tem o apelido de “do Rio” fica nas margens do Rio Cávado. Neste caso fica na margem direita, logo a seguir a Covelães, freguesia à qual pertence Paredes do Rio e também a seguir à Barragem de Sezelhe mas muito próxima da Barragem de Paradela, ambas alimentadas pelo Rio Cávado.

 

1600-paredes (133)

 

As coordenadas:  41º 47’ 42.01”N e 7º 55’ 10.44”O. Quanto à sua altitude, varia entre os 950m e os 1050m em plena encosta da Mourela, correspondendo a altitude mais baixa a cota da estrada de acesso à aldeia e a mais alta à última construção da aldeia (contada a partir da estrada).

 

mapa-paredes-rio.jpg

 

Passemos agora ao seu topónimo – Paredes do Rio. Pois o apelido “do Rio”, como já atrás referimos, refere-se à proximidade do Rio, neste caso o Cávado. Quanto a Paredes, não faço a mínima ideia. A título de curiosidade é um topónimo muito comum em Portugal e no Barroso de Montalegre existe ainda outra aldeia com este topónimo, que para se distinguir desta adota o apelido de “Salto” ou seja Paredes de Salto por pertencer à freguesia de Salto. Aldeia por sinal bem interessante e que já passou aqui pelo blog.

 

1600-paredes (107)

 

Mas vejamos o que diz a toponímia de Barroso:

“ Povoação que consta já do testamento de Dona Ilduara de São Rosendo, feito em 27 de Fevereiro de 948 – há 1063 anos! E que integra o Tombo de Celanova. Com efeito, Dona Ilduara doa ao mosteiro de Celanova, na Galiza, sete “Villae” (povoações) entre as quais Paredes (secas) – “Paredes Sicas”, São João (da Ponteira) etc. todas situadas “Catavello” – no Rio Cávado. Por isso ainda hoje se apõe aos lopónimos “do Rio”: Cambeses do Rio, Frades do Rio, Paredes do Rio, etc.

O étimo é o latino pariete > parede, no plural. Já foi sede de freguesia e hoje anda anexa a Covelães."

 

1600-paredes (128)

 

 

Na “Toponímia Alegre” consta o seguinte ( e como hoje temos muitas fotos, metemos uma entre cada quadra):

 

“ Pelo rio Mau acima

Quarenta ferreiro vão:

Cada um leva forquilha

Para matar um rão.

 

1600-paredes (120)

 

Boticário de Paredes

Diga-me se sabe e pode:

Duma pontinha dum corno

Pode sair um charope?

 

1600-paredes (101)

 

O Padre de Covelães

Fazia muitas misturas

Molhava o pão em azeite

Deixava o Cristo à escuras”

 

1600-paredes (95)

 

Digamos que o poeta não era lá grande coisa mas, mas a “literatura” não deixa de ser curiosa, só não fiquei a saber o que raio é um “rão”, mas como a coisa se desenvolvia ao longo do rio só poderá se o macho da rã e grande, pois “rão”, segundo a língua portuguesa é um sufixo nominal com sentido aumentativo…

 

1600-paredes (93)

 

Nas nossas pesquisas encontrámos alguns dados na Wikipédia, dados que valem o que valem e até com alguns erro ortográficos, mas que nós validamos (a informação, não os erros)  porque temos conhecimento que assim é. Então por lá consta isto:

“Paredes o Rio aldeia situada no concelho de Montalegre freguesia de Covelães distrito de Vila Real, conhecida pela sua bela paisagem turística assim como as suas raras antiguidades recuperadas, antiguidades como canastros para quem não conheça espigueiros, moinhos, pisão (onde se pisava o burel, que servia para fazer capas, calças e coletas para a população). actualmente tem também museu com várias antiguidades, e fundou há seis anos uma Associação Social e Cultural que realiza várias actividaes assim como. Cantar dos Reis. Sábado Filhoeiro. Carnaval. Queima do Judas. Segada e Malhada do centeio. Desfolhada do milho. Festa de S.Martinho, Matança do porco Bísaro.”

 

1600-paredes (19)

 

 

E acrescenta ainda:

 

“Esta serve também a população mais idosa prestando-lhe apoio domiciliário na aldeia assim como nas aldeias vizinhas. Não é de perder a oportunidade também de fazer uma visita guiada a esta bela a aldeia do concelho de Montalegre.

Pisão

O Pisão é composto por um engenho hídrico que aproveita a força motriz da água canalizada, funcionando como serra, moinho e pisão de tecidos de lã. A água põe em funcionamento os malhos que pisavam as teias de lã para fabricar o famoso burel, a capa dos pastores.”

 

1600-paredes (7)

 

Uma palavra de apreço para o associativismo, neste caso para a Associação Social e Cultural de Paredes do Rio que pelo que vimos tem promovido os sabores e saberes da aldeia. Espero que ainda exista e continue a existir por muitos e longos anos, por várias razões que não vale a pena aqui enumerar, pois fazem parte do associativismo. Só espero também que seja acarinhada pela Junta de Freguesia e Município de Montalegre, pois também é a estas entidades que corresponde e compete apoiar as associações, principalmente estas a nível local que têm sempre poucos meios para desenvolver as suas atividades. Digo isto porque nem sempre os municípios apoiam as associações, às vezes, por politiquices, má formação, ignorância, incompetência, inveja, ruindade e todos os nomes feios que conheço, antes de apoiar fazem tudo para as aniquila. E que  a associação tenha também a sorte, de os seus associados terem sempre em conta os interesses da associação acima dos interesses pessoais. E não digo isto em vão, pois sei o que digo…

 

1600-paredes (82)

 

E estamos nos “finalmentes” , ou seja, no tempo de passar às referências das nossas consultas e anteriores abordagens às aldeias e temas do Barroso.

 

1600-paredes (6)

 

 

Bibliografia

BAPTISTA, José Dias, (2014), Toponímia de Barroso. Montalegre: Ecomuseu – Associação de Barroso

 

Sites

https://pt.wikipedia.org/wiki/Paredes_do_Rio

 

 

1600-paredes (5)

 

 

Links para anteriores abordagens ao Barroso:

A

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Algures no Barroso: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1533459

Amial - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ameal-1484516

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Antigo de Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-antigo-de-1581701

Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-arcos-1543113

 

B

Bagulhão - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bagulhao-1469670

Beçós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-becos-1574048

Bustelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bustelo-1505379

 

C

Cambezes do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cambezes-do-1547875

Carvalhais - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-carvalhais-1550943

Castanheira da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-castanheira-1526991

Cerdeira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cerdeira-1576573

Cepeda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cepeda-1406958

Cervos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cervos-1473196

Contim - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-contim-1546192

Cortiço - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1490249

Corva - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-corva-1499531

 

D

Donões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-donoes-1446125

 

F

Fervidelas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fervidelas-1429294

Fiães do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fiaes-do-1432619

Fírvidas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-firvidas-1466833

Frades do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-frades-do-1440288

 

G

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Gralhós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhos-1531210

 

L

Ladrugães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ladrugaes-1520004

Lapela   - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-lapela-1435209

Larouco - Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

 

M

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

Meixide - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixide-1496229

 

N

Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-negroes-1511302

Nogeiró - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-nogueiro-1562925

 

O

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Olhando para e desde o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-olhando-1426886

Ormeche - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ormeche-1540443

 

P

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Paio Afonso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paio-afonso-1451464

Parafita: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-parafita-1443308

Pardieieros - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pardieiros-1556192

Paredes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-1448799

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Penedones -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-penedones-1571130

Pereira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pereira-1579473

Pomar da Rainha - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pomar-da-1415405

Ponteira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ponteira-1481696

 

R

Reboreda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-reboreda-1566026

Roteiro para um dia de visita – 1ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104214

Roteiro para um dia de visita – 2ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104590

Roteiro para um dia de visita – 3ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105061

Roteiro para um dia de visita – 4ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105355

Roteiro para um dia de visita – 5ª paragem, ou não! - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105510

 

S

São Ane - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-ane-1461677

São Pedro - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sarraquinhos-1560167

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Senhora de Vila Abril - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-senhora-de-1553325

Sezelhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sezelhe-1514548

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

 

T

Tabuadela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-tabuadela-1424376

Telhado - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-telhado-1403979

Travassos da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-travassos-1418417

 

V

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1508489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

Vilaça - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilaca-1493232

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

X

Xertelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-xertelo-1458784

 

Z

Zebral - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-zebral-1503453

 

 

 

 

Guardar

´
publicado por Fer.Ribeiro às 23:11
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|  O que é?

.Fotos Fer.Ribeiro - Flickr

frproart's most interesting photos on Flickriver

.meu mail: blogchavesolhares@gmail.com

.Outubro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

15

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


.pesquisar

 
ouvir-radioClique no rádio para sintonizar

 

 

El Tiempo en Chaves

.Facebook

Fernando Ribeiro

Cria o teu cartão de visita Instagram

.subscrever feeds

.favorito

. Solar da família Montalvã...

.posts recentes

. Dadim - Chaves - Portugal

. Feira dos Santos - Um peq...

. Feira dos Santos - Um peq...

. Feira dos Santos - Um peq...

. Feira dos Santos - Um peq...

. De regresso à cidade com ...

. O Barroso aqui tão perto ...

. Curral de Vacas - Chaves ...

. Feira dos Santos - Um peq...

. Feira dos Santos - Um peq...

. Feira dos Santos - Um peq...

. Feira dos Santos - Um peq...

. Feira dos Santos - Um peq...

. O Barroso aqui tão perto ...

. Curalha - Chaves - Portug...

blogs SAPO

.Blog Chaves no Facebook

.Veja aqui o:

capa-livro-p-blog blog-logo

.Olhares de sempre

.links

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

Add to Technorati Favorites