Quinta-feira, 6 de Julho de 2017

Ocasionais - “O quark e o pavão” - *Com “charm” de M.Gell-Man*

 

ocasionais

 

 

“O quark e o pavão”

-*Com “charm” de M.Gell-Man*

 

Unos cuantos hombres,

movidos por codicias económicas,

por soberbias personales,

por envidias más o menos privadas,

van ejecutando deliberadamente

esta faena de despedazamiento nacional,

que sin ellos y su caprichosa labor

no existiría”.

 

J. Ortega y Gasset

 

 

Sei que em grande parte dos meus textos (Pitigramas), se não mesmo em todos, o que expresso não coincide com as vulgaridades que  «uma certa porção» de leitores tem na cabeça.

 

Muitos virão aqui menos para exercitar os neurónios numa reflexão e mais para se indignarem e buscar pretexto para incendiarem o seu fervor politiconeiro.

 

Muitos pouco ou nada se ocuparam, ou ocupam, dos assundos sérios da vida pública, da República, da Democracia, da Política: os meus Post(ai)s (os de outros colaboradores do Blogue “CHAVES”) servir-lhes-ão mais para botarem sentenças, especialmente sempre e quando o que nesses Post(ai)s  se escreve não coincide com as banalidades viciadamente gravadas no seu intelecto.

 

Os meus escritos (Pitigramas) também são pugna política.

 

Conheço bem os meus alvos.

 

São os «criados de servir» promovidos , pelos seus patrões a «capatazes».

 

São pessoas com espírito de lacaio, a quem se ajusta na perfeição o ditado: «se queres conhecer um vilão põe-lhe uma aguilhada na mão»!

 

São indivíduos a quem lhes falta muito para serem pessoas.

 

São fugidios ao espírito de missão   -  dão-se melhor com o espírito santo de orelha!

 

Com os meus textos, combato o desleixo, a falta de decoro, as  rendições, as desistências e as vergonhosas cumplicidades dos que, estando no comando dos destinos da NOSSA TERRA, do Município de CHAVES, praticam!

 

A cidade, a REGIÃO estão num plano cada vez mais inclinado de despretígio, de esvaziamento, de aniquilação.

 

Os Flavienses deixam-se entreter, engrampar com umas fanfarronices caseiras, coçam-se uns aos outros, distraindo-se  da marcha que a História e o Progresso vão fazendo, em ritmo mais ou menos acelerado, e eles, Flavienses, adormecidos nesta lenga –lenga que os entretém como um osso a um cachorrinho, quando abrirem os olhos já será tarde demais!

 

Os Flavienses andam convencidos que, dançando o vira «ora agora gabas-me tu, ora agora gabo-t’eu, ora agora gabas-te, gabaste tu mais eu”!, dão a conhecer o seu território, o seu modo de vida,  e atraem a curiosidade, o interesse e a visita de gentes de outras paragens!

 

Não! Os Flavienses vivem encafuados em quatro paredes, onde a sua cultura, o seu património, a sua identidade e o seu futuro vão tristemente definhando.

 

Os Flavienses vivem numa lura, sem portas nem janelas!

 

E até as frinchas, por onde alguém de dentro ou de fora poderia espreitar, estão a ficar cada vez mais tapadas!

 

 

CHAVES precisa de restauração!

 

 

O entulho que entope o seu desenvolvimento, o seu crescimento, a sua expansão tem que ser removido para bem longe: talvez para a «coelheira de Massamá» ou para a «saibreira de Nafarros»!

 

 

Estamos em “Ano de Eleições Autárquicas”.

 

 

A campanha «silenciosa» dos desavergonhados candidatos cabeça-de-lista de Patidos ou de renegado-revanchistas com as trombas borradas com nódoas de «independentes» já anda por todo o lado   -  rotundas, cruzamentos, becos sem saída;  jornais, rádios e televisões;  e por brigadas de «café-em-café» a fazer o estardalhaço dos diabos com que viciaram e endrominaram os eleitores ao longo desta «longa madrugada» que sucedeu à «longa noite fascista»!

 

Acentuadamente durante as campanhas eleitorais o povoléu interioriza e ergue as mãos para a o céu como que a considerar os candidatos «NOSSOS PAIS do céu .. e da Terra» e a rezar-lhes «Padre-NOSSOS» em vez de erguer os punhos e gritar-lhes que estão ali a garantir tudo para os obrigar a cumprirem as suas promessas!

 

Aos eleitos em fim de mandato, com pelouros ou sem pelouros no Executivo e com assento nas Assembleias (municipal e de Freguesia), há que pedir-lhes contas!

 

Ah! Mas aos que vão andar por aí  em campanha, há que perguntar-lhes o que é que eles andaram a fazer enquanto os «governantes no governo», no Terreiro do Paço ou na Palácio do Duque, espatifavam o dinheiro, o património histórico e cultural, as «estruturas infra e supra» do Município, e desencantavam a alma dos munícipes!

 

Faz-se tarde para que os melhores flavienses, por nascimento ou por adopção, assumam o comando dos destinos da NOSSA TERRA!

 

Repare-se nesse liliputiano chefe do executivo camarário: esse falso "honnête-homme”.jamais se habituará, ou aprenderá, a falar e a fazer que faz  (pois não trabalha) de forma decente e sincera.

 

Vem de longe a sua capciosa ambição de chegar a «um lugarzinho vistoso» na política mediocrecrática!

 

Não conseguiu obter as graças e a atenção dos Flavienses.

 

Então, rastejou até apanhar um buraquito, uma oportunidade no campo lamacento da política partidária alaranjada e lá trepou, com a ajuda de outros «desgraçados» como ele, para uma cadeirita do alto da qual exemplifica a suma arrogância a que o poder seduz.

 

Tartufo-mor da classe política flaviana, de sorriso e palavreado untuosos, lá vai conseguindo ganhar a confiança de alguns labregos, de muitos palermas e de uma tantinha gente de boa-fé.

 

A pouca-vergonha que esta "caracará" tem, p. ex., perante a «m...rda» que "faz" e, ou, manda fazer e consente que se faça em OUTEIRO SECO (basta ir ao Blogue «Outeiro Seco Aqi), ou espreitar o Ribelas, chegam para denunciar este impostor e «poneyzinho-de-Tróia» dentro das muralhas do Município!

 

Pela paisagem «politiconeira» flaviense, o «Tonho» lá se vai pavoneando, levantando a crista, enquanto os «lalões» e «lalõezinhos» aduladores impudicos comparam com os deuses essa nulidade, apresentando-o, embora convencidos do contrário, como modelo perfeito de todas as virtudes!

 

Quando o vejo numa TV , com ou sem «Sinal»,  esse «pavão de triste figura» não passa de um demagogo «foleiro», a lançar palavreado pela boca fora sem saber o significado das palavras do teleponto.

 

Inútil e daninho, além de não cumprir com os propósitos programáticos, estraga, e faz pagar aos outros os destroços das suas asneiras, da sua incompetência e da sua ruindade.

 

Esse “poltrão”, disfarçado com o camuflado político, não sabe o que é um “protão” nem uma proteína, nem a diferença entre um «quark» e um quasar.

 

Não admira!

 

Os poltrões são infinitamente mais pequeninos que os potrões! Só que são infinitamente mais maléficos para a natureza humana!

 

Os poltrões, quando chegam a um cargo público……

 

”Se queres conhecer um poltrão ………………… dá um poleiro a um «pavão»!

 

Esse «Tonho Cabeleira» não passa de uma gralha com penas de pavão!

 

 

Temos que ser intransigentes com almas venenosas!

 

 

Dos outros grupelhos partidários, continuam uns «coitados»: não saem da cepa torta!

 

Os auto-proclamados «anti-fachistas», por mais que teimem em disfarçar-se com «Cê-Dê-U» não conseguem dar um passo em frente porque sem a «ditadura do proletariado» perdem o equilíbrio.

 

Os auto-proclamados «anti-comunistas» (saberão lá eles o que isso é?!), fatalmente, quer queiram quer não, embora a querer «dar nas vistas» com o «Cê-Dê-S”, fazem «boa» parelha com os anteriores auto-proclamados.

 

 

Bem vistas as coisas, pouco os distingue!

 

O grupelho comissionista do Partido que se diz ser tudo e mais alguma coisa e antes pelo contrário (não tivese ele como «patronos» um nababo, um “garrafão de Águeda”, piteiras e pedreiros) tem por maior façanha «meter na gaveta» o seu «bilhete de identidade ideolágica» depois de ter garantido poder andar a passear-se com alarde com «passaporte falso» de democratas (razão tinha quem disse: “Qualquer Ideologia corre o risco de acabar sendo o contrário daquilo que começou por ser”)!

 

Bem vistas as coisas, tanto os auto-proclamados como os seus primos direitos, por democracia só entendem a plutocracia alicerçada numa mediocrecracia.

 

Bem, tudo isto acontece porque, predominantemente a nível autárquico, está instalado o reino da oclocracia   -    e, para quem não estiver lembrado, aqui usado o conceito aristotélico de “governo dos demagogos” (e eu acrescento: dos medíocres) em nome da maioria.

 

Assim, não admira que a Democracia anunciada na madrugada de “25 de Abril” esteja cada vez mais degradada!

 

 

Vamos ter Eleições.

 

 

Os candidatos são apresentados, promovidos mais como produtos de consumo do que protadores de ideias e ideais importantes e nobres.

 

Entrar para uma Lista de candidatos a «eleições» autárquicas ou legislativas é uma «perdição» para uma enorme maioria de «tugas»!

 

Talvez  encontrem nesse desiderato a sublimação das suas frustrações e fiquem com a saborosa ilusão de que se tornam tão divinos como os faraós e reis eram admirados pela santa estupidez dos seus antepassados!

 

Ignorantes, analfabetos funcionais, imbecis quanto baste, medíocres e ranhosos, na sua maioria, esgadunham-se todos para ver o nome na listinha.

 

A vaidade é tão ridícula que chega ao ponto de «membros das Assembleias municipais» se dizerem, pomposa e babosamente, «de-pu-ta-dos-municipais»!

 

Já agora, que os membros das Assembleias de Freguesia se intitulem «deputados comun[it]ários ou autárquicos»  - é sempre uma maneira de obter o títulozinho de importância político-social!

 

«Tachos» políticos: que UNS, a maioria, querem ocupá-los.

Cargos políticos: que outros, a minoria, de excepção, com qualidade, com a intenção de ser útil à Sociedade e não de acumular riquezas, querem assumir a responsabilidade do seu  desempenho!

 

Apesar de os portugueses estarem permanentemente a arranjar e a auto-atribuir-se superlativos, cada vez que olham para o seu umbigo e não dando conta contradição e da figura ridícula que fazem   -    desde a bazófia de falarem uma das quatro ou cinco Línguas mais faladas no mundo e desfeiteá-la constantemente com estrangeirismos balofos e pindéricos; a fazerem aparecer Portugal como o país com o maior número de telélés por habitante; como o país maior consumidor da «pinga»; e - Portugal é o país da Europa com MAIS doenças mentais; com maior área de território ardida; o país com a maior diferença entre o salário médio e os mais elevados; um dos paíeses da UE com maior percentagem de abandono escolar; Portugal é dos países mais pobres da Europa; Portugal é o país que no mundo inteiro, mais deve ao FMI!    -    ainda não se libertaram da condição fatídica de «homem-massa».

 

O «homem-massa» é o homem cuja vida carece de projecto e anda à deriva.

 

O português, bem, o «tuga» é um «homem-massa», aquele que não se valoriza, não sabe ou não quer, valorizar-se realmente a si mesmo, e chafurda na treta e bazófia estardalhada, porém oca, vazia, ineficaz, e jamais exige de si próprio maior qualidade!

 

E, assim, «tugas», portugueses, e flavienses, convertidos em «pavões» «lalões», lalõezinhos» e  «poneyzinhos-de-Tróia» aparecem como exemplo acabado de «snobs», no sentido mais primitivo da palavra: indivíduos que acreditam só ter direitos e não obrigações; indivíduos sem «a nobreza que obriga e dignifica, «sine nobilitate (s. nob)!

 

Os flavienses (os portugueses, afinal!) estão moldados, doutrinados, acomodados como «multidão»   -   particularmente perante a vida política movem-se «por sentimentos primários e emoções irracionais». É tempo de se manifestarem, de se assumirem como um Povo  -  como cidadãos «conscientes da sua situação e das suas necessidades» e das suas aspirações, e de exercer o seu poder de legitimá-las.

 

Desgraçadamente, o palácio do Duque, na praça do poeta, está transformado num «Animal farm» (não gosto, lá muito, dos estrangeirismos, mas os «chicos do xiquismo» talvez ouçam melhor o que se lhes diz), que é como quem diz, num curral de su(in)Rdos.

 

E ei-los, agora, em pré-campanha eleitoral, novamente «prazenteiros e gaiteiros»,  a semear promessas, aldrabices, trampolinices, tretas e outros engodos envenenados para garantirem o trono da malvadez, da gosmice, da falcatrua, da vingançazinha covardezita, e da lambuzice.

 

Até me parece já estar a vê-los e ouvi-los nas festas de apresentação de candidatos; nas «conferências de imprensa», nas Rádios e nas «Têvês» regionais; nos comícios e nos «comunicados aos estimados flavienses» a copiar e a imitar a jura do javali que matou Adónis:

 

 

- Flavienses, “Por CHAVES, sempre!”; connosco “Confiança, Trabalho e Determinação”; “Todos por CHAVES, sempre”!

 

Faltámos à  VERDADE, e faltou-nos COMPETÊNCIA!

 

Mas toda a porcaria que fizemos, todas as desgraças que trouxemos à NOSSA TERRA, todos os prejuízos que vos causámos, todas as vergonhas pelas quais vos temos vindo a fazer passar, pelo apoucamento dos vossos valores históricos, patrimoniais, tradicionais e culturais que temos vindo a aumentar dia a dia, tudo isso «não foi com a intenção de causar dano » a ninguêm, pois o nosso propósito «era acariciar-vos», conceder-vos, cá do alto da nossa grandeza político-partidária, a graça de nos terdes por vossos chefes!

 

Já sabeis o que o “TODOS por CHAVES, sempre!” significa: garantimos-βos que seremos SEMPRE «iguaizinhos a nós próprios», se é que bem nos entendeis! -

 

Que contraste entre o proveito que esses, anteriores e outros oportunistas autarcas medíocres  têm recebido da situação/condição política, sustida pelos eleitores e sustentada pelos cidadãos, e a gratidão que (não) lhe dedicam!

 

Ao pretendente, e pretensioso, político que falte cultura e consciência históricas faltará a capacidade e a competência para ser um ministro, um deputado, um autarca, um Presidente de Câmara de corpo inteiro.

 

O bando de oportunistas e falsos patriotas, apoiado por uma multidão de medíocres e idiotas, tomou conta da nossa democracia, conduzindo os Portugueses à perda da sua identidade nacional-cultural.

 

Os nosso governantes têm mais em comum com os interesses capitalistas e financeiros do que com os verdadeiros interesses nacionais.

 

E o painel de autarcas, bem escolhidinhos e melhor apoiados pelos comissários-comissionistas centrais dos Partidos políticos, constitui um rico conjunto de portões de papelão para a entrada da barbárie rapinante!

 

As eleições que ora se avizinham são, uma vez mais, um festival de pimbalhada politiconeira, com uma multidão de «bimbos» a subirem ao «palque» e de rebanhos de servos e servis a aplaudir.

 

Os flavienses (os portugueses) vivem num regime (quase) democrático. Porém, ainda não constituíram nem desenvolveram dentro de si uma consciência política   -   proveito dos demagogos!

 

Os flavienses (os portugueses) fazem pouco uso da razão.

 

Ou antes, aproveitam-na mais para defender e justificar as suas crenças e os seus actos e menos para procurar a verdade.

 

Politicamente, os flavienses (os portugueses) desleixam o conhecimento  e a informação políticas: perdem-se a tomar banho nos charcos lamacentos de «opiniões de café ou de Arrabalde»; nos charcos de tretas e lérias, de cabeleireiro; e no charco dos programas televisivos «de maior audiência»!

 

Os flavienses (os portugueses) não estão interessados na defesa da sua “CIDADE”!

 

Treta!

 

O seu comportamento, durante o intervalo entre Eleições, na avaliação do exercício do mandato dos eleitos, na avaliação dos programas eleitorais e na hora de votar, demonstra viverem, politicamente, apenas interessados no regozijo e bem-aventurança da sua tribo política.

 

E, assim, o seu voto maioritário continua a dar maus resultados: repetem o erro!

 

Nem dão conta! Mas não passsam por ficar aquém de palavras ainda não muito distantes: -“O homem não é menos escravo por ser autorizado a escolher um novo dono ao fim de alguns anos»!

 

A palavra escrita continua a não ter nenhum efeito sobre a Sociedade, sabêmo-lo.

 

As banalidades oratórias têm melhor aceitação.

 

E, também, as mudanças mentais não se conseguem pelo mero entendimento da própria história.

 

A cultura de massas está confinada ao incentivo da aversão, e até do ódio, aos melhores, aos mais competentes.

 

 

A demagogia e os demagogos têm aproveitado bem para o suceso da mediocridade!

 

Tão longe da verdade dos nossos dias  andava Aristóteles quando identificava a ética com a política, escrevendo:

 

- “O melhor homem é o político porque trabalha para o bem de TODOS”!

 

Mozelos, trinta de Junho de 2017

Luís Henrique Fernandes

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:44
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4 comentários:
De Anónimo a 9 de Julho de 2017 às 01:10
Excelente reflexão...
Mas, que sugere?...


De Anónimo a 9 de Julho de 2017 às 11:01
Desculpe , não assinei, sou a Isabel Seixas e identifico-me com o seu texto, mas confesso que profanavelmente, não faço melhor que eles...


De Freud a 10 de Julho de 2017 às 04:52
A narrativa até seria perfeita e imparcial se o título da crónica fosse "Acordar Chaves".
O seu autor (que não conheço) não trata "TODOS" da mesma maneira! (só um "homem-massa" não se apercebe).
Foi pena...



De Luís Henrique Fernandes a 11 de Julho de 2017 às 11:18
Anda por aqui «homem-massa» a confundir a Caixa de Comentários dos Blogues com os canais de esgoto, dos disparates, das palermices e da descarada quão atrevida ignorância, do Sapo e do Facebook!

Continua a haver sapateiros a pretenderem subir acima da chinela!

Ou «lagartixas a quererem passar por jacarés"!

Ou gralhas a vestirem-se com penas de pavão!


Deixemo-los serem felizes!



Luís Henrique Fernandes


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