Sábado, 15 de Abril de 2017

Argemil da Raia - Chaves - Portugal

1600-argemil (40)-1

 

E porque hoje é sábado, cá fica mais uma aldeia que para uns é simplesmente Argemil mas muitos, exigem, que seja como deve ser – Argemil da Raia.

 

1600-argemil (24)

 

E ser da raia não é apenas ter a Galiza ali ao lado, pois é muito mais que isso, é mesmo ter a Galiza ali ao lado, é ter mais um povo irmão, é fazer parte da História da Raia, é ter muitas estórias que só na raia podiam acontecer, por isso, ser Argemil da Raia é muito mais que ser simplesmente Argemil.

 

1600-argemil-10 (art) (2)

 

Mas também este ser da Raia começa a ser coisa da História, coisa do passado, embora recente. Contudo, tudo continua igual, ou quase. A Galiza continua ali ao lado, o povo irmão também continua lá, a História da Raia ficou registada e as estórias continuam a existir para serem contadas,  apenas a clandestinidade do atravessar de uma linha se tornou legal, mas fez toda diferença.

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 23:30
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Sábado, 18 de Fevereiro de 2017

Agrela - Chaves - Portugal

1600-agrela (164)

 

Nesta nova ronda pelas aldeias vamos seguindo a regra de seguir a ordem alfabética pelo que, a seguir a Agostém que esteve aqui no último fim de semana, vem a Agrela, aldeia da raia seca, com a Galiza ali ao lado.

 

1600-agrela (31)

 

Nesta imagem da vista geral da aldeia, à esquerda e a cerca de 2 quilómetros, fica a raia seca com a Galiza e logo a seguir, mais 1,5 quilómetros, temos a sua congénere  galega, Bousés. Suponho que era com esta aldeia que no tempo das fronteiras e da Guarda-Fiscal, se faziam os negócios de contrabando. Ainda nesta imagem, a primeira montanha a seguir à aldeia ainda é portuguesa e logo a seguir temos a antiga aldeia promíscua do Cambedo que até 1864 era dividida a meio pela fronteira, mas hoje administrativamente portuguesa na sua totalidade. As serras cobertas de neve, que servem de fundo à imagem, essas sim já são bem galegas e entre a primeira montanha nossa e essas serras nevadas existem muitas localidades galegas, entre as quais Verin e Monterrei, duas das mais importantes da proximidade, a primeira pela sua dimensão e a segunda pelo Castelo.

 

1600-art-65 (11)

 

Raia seca e aldeias de ambos os lados  que sempre tiveram uma relação muito próxima, com muitas estórias e história para contar e por contar. Um projeto adiando deste blog que esperamos um dia retomar para contar algumas dessas estórias e também fazer alguma história. Para já e durante cento e tal semanas, tantas quantas as nossas aldeias, continuaremos a trazer aqui todos os sábados pelo menos três imagens (uma a cores, uma a p&b e outra em arte digital).

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:18
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|  O que é?
Sábado, 27 de Agosto de 2016

A Galiza aqui ao lado - Aldeias da Raia vizinhas de Soutelino da Raia

cabecalho

 

Há dias iniciava aqui esta crónica de “A Galiza Aqui ao Lado”. Embora fosse o início da crónica já não era o início de algumas aldeias galegas e outras localidades virem aqui ao blog, principalmente as aldeias da raia.

 

1600-fronteira-1.jpg

 

Em tempo anunciei também por aqui que um dia traria aqui todas as aldeias da raia portuguesa (do nosso concelho de Chaves) e a(s) suas congéneres galegas, mais propriamente a aldeias ou aldeias galegas mais próximas da nossa(s) aldeia(s) da raia. Um projeto que iniciei em tempos, iniciando a recolha de imagens do lado galego, com a ajuda de um amigo do outro lado da raia (o Pablo). Entretanto outras prioridades se impuseram e fui obrigado a suspender a recolha de imagens, contudo vai sendo tempo de retomar o projeto ou de, para já, ir trazendo aqui algumas das aldeias já fotografadas.

1600-soutelinho (555)

 Soutelinho da raia

 

Iniciamos então hoje, conjugando o antigo projeto com a nova rúbrica de “A Galiza Aqui ao Lado”, esse tema das aldeias mais próximas de ambos os lados da raia,  com a nossa aldeia de Soutelinho da Raia e o Santuário do S.Caetano com as aldeias galegas da sua proximidade, e que são três, a saber: Videferre, Espiño e Bousés, de pouco importando ou sem ter em conta as fronteiras administrativas da raia ou das freguesias, pois o que interessa mesmo é a proximidades destes lugares, que no caso ficam todas dentro de um circulo cujo raio da circunferência é de apenas 1.500 metros (aproximadamente).

 

1600-s-caetano (52)

 S.Caetano

 

Inicia-se assim também, aqui no blog, um relacionamento entre estas aldeias e lugares que na realidade sempre existiu e que nem mesmo a fronteira (desde que passou a existir) nunca conseguiu separar. O espirito da velha Galaécia nunca morreu e perdura ainda hoje na proximidade e identidade de uma cultura reforçada pela língua galega e portuguesa que acaba por ser uma só, com mais ou menos evoluções.

 

1600-videferre (80)

1600-videferre (50)

 Videferre

 

Mas também no contexto da identidade da cultura e língua as aldeias da proximidade da raia aprofundam mais o relacionamento, a cumplicidade e até a promiscuidade que nenhuma lei ou fronteira algum dia conseguiria enfraquecer ou separar, com Soutelinho da Raia a ser um exemplo e uma referência na História da raia como aldeia promíscua que o foi até ao tratado das fronteiras entre o Reino de Portugal e de Espanha,  de 1864, ou seja, uma aldeia que até essa data era metade portuguesa e metade espanhola, dividida a meio pela fronteira.

 

1600-espinho (18)

1600-espinho (59)

 Espiño

 

Claro que aqui no blog,  além da realidade atual e da História, também haveria lugar para as estórias, também elas reais, de contrabando e outros trabalhos partilhados, incluindo os do campo, de partilha de serviços quando eram necessários, de amores e desamores e tudo o mais que é possível passar-se entre vizinhos, sem esquecer os tempos da guerra civil espanhola .

 

1600-bouses (5)

1600-bouses (28)

 Bousés

 

Estórias e muitas que existem, mas isso já é outra loiça que dariam muitas páginas e que nem todas se querem contadas, mas a principal razão é mesmo não termos tempo para esse trabalho que se quer sério e cuidado. Pode ser que um dia, no futuro, também caibam aqui as estórias da raia. Não quer isto dizer que não venham aqui algumas estórias, mas para já a prioridade é mesmo mostrar em imagem as aldeias da raia da nossa proximidade.

 

1600-soutelinho (547)

 Soutelinho

 

Para já ficam pouco mais que duas imagens de cada uma desta aldeias, mas num futuro próximo das uma das aldeias galegas de hoje terá aqui um post mais alargado nesta rubrica de “A Galiza Aqui ao Lado”. Até já.

´
publicado por Fer.Ribeiro às 05:07
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Domingo, 21 de Setembro de 2014

Lamadarcos - Chaves - Portugal

 

Hoje fazemos mais uma passagem pelas nossas aldeias da raia, no presente caso vamos até Lamadarcos, antiga aldeia promíscua traçada a meio pela linha de fronteira entre Portugal e a Galiza, pelo menos até 1864 assim foi, ou seja a data em que no tratado de Lisboa se fixaram as fronteiras  entre Portugal e Espanha, data a partir da qual Lamadarcos passou na totalidade para Portugal, conjuntamente com o Cambedo e Soutelinho da Raia, em troca das aldeias do Couto Misto que passaram para e Espanha.

 

 

Lamadarcos tem na sua história esta promiscuidade de dividir a aldeia de um mesmo povo entre duas nacionalidades, mas todas as aldeias da raia têm na sua história esta proximidade com os povos vizinhos do outro lado da fronteira, não só a proximidade física mas também a proximidade de relações (de todos os géneros) entre as aldeias de ambos os lados da raia, como se esta (a raia) nunca tivesse existido, ou que apenas existia quando as autoridades estivessem por perto, e mesmo assim, só e quase quando se transportava contrabando, Mas isto, claro, apenas se aplicava aos povos residentes nessas aldeias, que no geral eram conhecidos pelas autoridades.

 

 

 

Até à abolição das fronteiras na Europa, esta proximidade da raia foi de extrema importância na vida e economia destas aldeias, pois direta ou indiretamente o contrabando e outras atividades clandestinas como a passagem de “peles”[i] fazia parte do dia-a-dia destas aldeias. Claro que onde havia contrabandistas também havia Guarda-Fiscal e a maioria das aldeias da raia tinham postos da GF que no mínimo tinham sempre meia dúzia de guardas, que residiam nessas aldeias com as suas famílias, contribuindo também eles para a vida e economia da aldeia.

 

 

 

Aldeias da raia mas também aldeias do interior e da montanha e daí também elas afetadas pelas maleitas do despovoamento e do envelhecimento das suas populações, mas que nestes casos de aldeias da raia, abolição das fronteiras foi um duro golpe que contribuiu em muito para o agravamento dessa maleita do despovoamento, principalmente nas aldeias mais isoladas e mais distantes da cidade, que não é o caso da nossa aldeia convidada de hoje – Lamadarcos.

 

 

 

Mas tudo isto é história que se repete em todas as aldeias da raia, mas todas elas têm também as suas singularidades e pormenores que as distinguem das outras aldeias. Lamadarcos, graças ao seu passado, tem algumas dessas singularidades, uma delas, nas suas duas igrejas que herdou do tempo da sua promiscuidade, ou seja a igreja portuguesa e a espanhola, que ainda hoje é conhecida por este nome.

 

 

Mas também o seu casario, os campos agrícolas  e caminhos envolventes da aldeia lhe dão um toque diferente ao das outras aldeias. A poente da Cota de Mairos, abrigada por esta, a aldeia desenvolve-se junto a campos planos e férteis o que dá sempre um toque saudável e de verdura à aldeia.

 

 

Pois hoje ficam mais algumas imagens que escaparam às anteriores seleções e seleções, pois também na fotografia, algumas ganham mais interesse com o passar dos anos, tal como o vinho do Porto. Isto para vos dizer também que todas as imagens de hoje são de arquivo e já passaram por elas pelo menos cinco anitos.

 

 



[i] Nome dado à passagem clandestina de pessoas para a emigração, que conheceu os seus dias áureos nos finais dos anos 50 e durante todos os anos 60 do século passado.

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 03:37
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Sábado, 15 de Setembro de 2012

Aldeias da Raia - Lamadarcos

 

E vamos continuar com uma breve passagem pelas aldeias da raia, ainda sem as suas respetivas congéneres galegas que ficarão para mais tarde, para trabalho mais elaborado.


 

Lamadarcos é a nossa aldeia de hoje, antiga aldeia promíscua, dividia a meio pela raia até 1864 em que os reinos espanhol e português fizeram um acerto de fronteiras, passando as aldeias promíscuas (Soutelinho da Raia, Cambedo e Lamadarcos) para Portugal e o Couto Misto para Espanha.


A igreja que se vê nesta última imagem ainda hoje é conhecida pela igreja espanhola, precisamente porque era do lado de lá da raia que ela se encontrava até 1864.



´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:57
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Sábado, 1 de Setembro de 2012

Aldeias da Raia - Cambedo

 

Enquanto não entramos a sério nas aldeias da raia, vamos ficando com algumas imagens das mesmas. Desta vez temos por aqui dois pormenores do Cambedo, antiga aldeia promíscua dividida entre Portugal e Espanha.




Uma aldeia cheia de história e estórias que vão sendo contadas em jornais, livros, documentários televisivos e blogues, de ambos os lados da raia. Aqui pelo blog já contámos alguma dessa história, mas pela certa que haverá outras oportunidades. Para já, e antes de vir aqui de novo nos prometidos posts das aldeias da raia de ambos lados, ficam imagens.



´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Sábado, 18 de Agosto de 2012

Aldeias da Raia – 0 (zero)/ Soutelinho da Raia, Videferre, Espiño e Bousés


Soutelinho da Raia

Como sabem aos sábados e domingos este blog vai até às aldeias do nosso concelho de Chaves. Já por aqui passaram todas e a grande maioria já passou por aqui mais que uma vez, além das freguesias que também, cada uma delas, teve aqui o seu post. Mas desde o início deste blog que me apeteceu ir um bocadinho mais além das nossas aldeias, pelo menos até às aldeias vizinhas daquelas que estão no limite do nosso concelho e com as quais, pela vizinhança entre elas, sempre houve relacionamentos e trocas comerciais e laborais,  de amizades e amores, embora às vezes, nalguns casos, o contrário também seja verdadeiro, principalmente em tempos não muito distantes onde as rivalidades também faziam parte do quotidiano de aldeias vizinhas.



Videferre

Penso que por esse nosso Portugal fora se vai repetindo um pouco aquilo que se passa por cá, mas nós, além da vizinhança dos concelhos de Valpaços, Vila Pouca de Aguiar, Boticas e Montalegre temos ainda os concelhos galegos da raia como vizinhos e com esses, embora também tivesse havido sempre relacionamentos entre as aldeias vizinhas de ambos os lados da fronteira, nem sempre foram facilitados como entre aldeias portuguesas ou como hoje em dia. Muitas das vezes, ou quase sempre, só na clandestinidade é que esses relacionamentos eram possíveis, principalmente no tempo em que de ambos os lados da fronteira a democracia ainda era uma miragem, mas também por essa razão esses relacionamentos se tornavam mais interessantes e intensos e não havia um Salazar ou um Franco que travassem amizades, amores, mas sobretudo o contrabando entre as aldeias de ambos os lados da raia.



Soutelinho da Raia

Estou em crer que todas as aldeias da raia têm saudades desses tempos. Tempos difíceis, é certo, mas com aldeias cheias de vida, com muita gente e sobretudo com um modo de vida que ia fazendo a sustentabilidade desse povo que vivia em cima da raia. O contrabando, direta ou indiretamente era esse garante, não só através dos profissionais que de ambos os lados (contrabandistas/guarda-fiscal) faziam dele a sua vida, mas de todos que à retaguarda usufruíam dele, pois contrabandistas e guardas-fiscais davam filhos paras as escolas, povoavam as aldeias, dinamizavam o comércio local e as trocas comerciais e, nos tempos livres, dedicavam-se à agricultura e outras profissões. Com a abertura das fronteiras mas sobretudo com a entrada na Comunidade Europeia de Espanha e Portugal, as aldeias da raia ficaram pasmadas a ver partir os seus e, registe-se, que só da parte dos guardas-fiscais e respetivas famílias, foram às largas dezenas em cada aldeia com posto da GF que fizeram as trouxas e abalaram para as cidades.



Bousés

Faltava assim a este blog andar pela raia, de ambos os lados da fronteira, pois todas as aldeias portuguesas da raia do nosso concelho, tem a sua correspondente do outro lado da raia na Galiza. Vamos começar em Soutelinho da Raia que do outro lado tem as aldeias galegas de Videferre, Espiño e Bousés, para quando pudermos terminarmos em Segirei que do outro lado tem Tomonte e Soutochão.  Ao todo são cerca de 50 aldeias repartidas por ambos os lados da raia que irão passar por aqui. Não prometo que seja de seguida, pois falta-me ainda fazer a recolha fotográfica de algumas aldeias galegas, mas irão passando por aqui conforme for tendo disponível material fotográfico e outros dados da raia.


Videferre

Para já fica Soutelinho da Raia, Videferre e Bousés, esta última vista desde o S.Caetano. Falta Espinõ da parte galega, mas também passará por aqui numa próxima oportunidade e com mais dados que vou querer acrescentar a estes post’s de “Aldeias da Raia”, pois o de hoje ainda não vale a sério, é só o anúncio de crónicas que terão de ser feitas com peso e medida e que terão ainda muito trabalho para realizar.



´
publicado por Fer.Ribeiro às 18:00
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|  O que é?

.Fotos Fer.Ribeiro - Flickr

frproart's most interesting photos on Flickriver

.meu mail: blogchavesolhares@gmail.com

.Julho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9


26
27
28
29

30
31


.pesquisar

 
ouvir-radioClique no rádio para sintonizar

 

 

El Tiempo en Chaves

.Facebook

Fernando Ribeiro

Cria o teu cartão de visita Instagram

.subscrever feeds

.favorito

. Abobeleira em três imagen...

. Solar da família Montalvã...

.posts recentes

. Argemil da Raia - Chaves ...

. Agrela - Chaves - Portuga...

. A Galiza aqui ao lado - A...

. Lamadarcos - Chaves - Por...

. Aldeias da Raia - Lamadar...

. Aldeias da Raia - Cambedo

. Aldeias da Raia – 0 (zero...

blogs SAPO

.Blog Chaves no Facebook

.Veja aqui o:

capa-livro-p-blog blog-logo

.Olhares de sempre

.links

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

Add to Technorati Favorites