Quinta-feira, 1 de Junho de 2017

Fotografia de Cláudia Carneiro em exposição no Faustino

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A partir de hoje a Adega do Faustino recebe mais uma exposição de fotografia, esta da fotógrafa Cláudia Carneiro, intitulada “Almas e Horizontes”, encontrando nas pessoas e paisagens a sua inspiração.

 

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“Pessoas, através de auto-retratos e também do retrato de outras almas, outros olhares e sorrisos, eternizando momentos ou por vezes recriando-os, segundo a minha imaginação.” – Confessa a autora.

 

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Paisagens, porque além da fotografia tenho uma paixão por montanhas. Considero-me uma colecionadora de horizontes, sempre em busca de uma nova montanha, de um novo horizonte, e a fotografia permite-me regressar, vezes sem conta, a sítios maravilhosos.” , que a fotógrafa agora partilha connosco nesta exposição.

 

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Cláudia Carneiro, nasceu no ano de 1988, em Zurique, Suíça, mas vive presentemente  em Chaves. Apaixonada pela fotografia desde sempre, só recentemente se tornou fotógrafa amadora.

 

Atualmente desenvolve um projeto com a designer de moda Liliana Batista, no âmbito de fotografia de moda artística.

 

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Embora o cartaz anuncie que esta exposição está patente ao público no presente mês de junho, por motivo de férias da Adega do Faustino , encerrará de dia 4 a 15 de junho, reabrindo dia 16 de junho, e contrariamente ao que estava previsto,  prolongar-se-á  até aos finais de julho.

 

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Ficam aqui algumas imagens que estão nesta exposição, que conta com a organização do Blog Chaves,  tendo como media partner a Sinal TV e  o apoio da Adega do Faustino e da Associação de Fotografia a Lumbudus.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:15
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2017

Exposição coletiva de fotografia de rua - " E o Porto aqui tão perto"

 

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Abriu hoje ao público na Adega do Faustino, em Chaves, mais uma exposição coletiva de fotografia, intitulada “E o Porto aqui tão perto”, de autoria de cinco fotógrafos amigos que se juntam aos sábados de manhã para fazerem fotografia de rua do Porto.

 

Nesta exposição patente ao público até finais de fevereiro, participam António Tedim, Jorge Pena, José Pedro Martins, Pedro Alves e Rui Neto. É organizada pelo Blog Chaves, tem como mediapartner a Sinal TV e conta com os apoios da Adega do Faustino e da Associação de Fotografia e Gravura – Lumbudus.

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Para abrir o apetite desta exposição, a não perder, fica uma pequena mostra com uma foto de cada autor em exposição.

 

De António Tedim

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De Jorge Pena

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De José Pedro Martins

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De Pedro Alves

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De Rui Neto

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publicado por Fer.Ribeiro às 16:15
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2017

SAPOBLOGS - Um agradecimento tardio

 

 

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Quanto toca a agradecer a muita gente, há sempre alguém que nos escapa. Ontem, no post comemorativo do 12º aniversário deste blog esqueci agradecer ao Portal SAPO,  por nos disponibilizar um espaço para podermos publicar os blogues, mas também à equipa de apoio dos blogues SAPO que está sempre disponível para nos socorrer quando temos problemas com a edição do blog. Ainda por cima, ontem a SAPO colocou o nosso blog em destaque. OBRIGADO SAPO pelo espaço, pelas ajudas e pelo destaque de ontem.

 

 

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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2017

Blog Chaves faz hoje 12 anos

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Pois é, o tempo passa. Ainda parece que foi ontem que este blog apareceu na internet e já lá vão 12 anos que anda por aqui.

 

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É tempo, como vem sendo habitual ao longo destes últimos 12 anos, de neste dia de aniversário do blog fazer um pequeno balanço do que por aqui se tem feito e os também habituais e merecidos agradecimentos a todos os que colaboram com o Blog Chaves, Olhares sobre a cidade.

 

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Podemos começar pelos “olhares sobre a cidade” que no ano de 2016 alargou “oficialmente” com uma rubrica fixa aos domingos, os olhares à região que nos é mais próxima, com “O Barroso aqui tão perto” mas também com uma outra “A Galiza aqui ao lado”, esta ainda em fase de rubrica ocasional.

 

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E este alargamento de olhares aos concelhos vizinhos não é inocente. Primeiro porque com alguns deles temos ligações muito fortes, quer familiares, quer de amizades mas também de interesses comuns. A cidade de Chaves mais que sede de concelho é também “sede”  de uma região, infelizmente de uma região que não existe oficialmente nem administrativamente, embora exista uma coisa chamada CIM Alto Tâmega, que para além de ter sido inventada para garantir “tacho” aos ex-autarcas que por força da Lei foram obrigados a abandonar o poder, pouco mais se sabe daquilo que fazem e nem se dá pela sua existência. CIM Alto Tâmega onde estão presentes os Municípios de Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar.

 

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Pois a região à qual me refiro nada tem a ver com a tal CIM, mesmo porque  para além dos municípios que a integram, a meu ver, deveriam também constar o Município de Vinhais e os concelhos galegos da raia seca que confrontam com os concelhos de Montalegre, Chaves e Vinhais. Essa sim, para quem gosta de ir buscar as grandezas de há 500 anos para conforto do ego, tal como o Camões, Chaves teria de regresso a importância que teve num passado não muito distante, que para além da importante praça militar que foi, era a capital comercial, da saúde e da educação de toda essa região, com algumas exceções para os municípios galegos. Mas verdade seja, para além de Chaves ter a mania de copiar alguns dos eventos que os outros municípios ergueram com sucesso, pouco ou nada tem feito por manter a sua grandeza do passado, antes pelo contrário, tem perdido valências em tudo que é importante para uma cidade e a região que serve, principalmente ao nível da saúde, da educação e do grande comércio tradicional, aquele que estava ligado ao mundo rural, à agricultura, à floresta e à criação de gado, entre outros, ou seja, daquilo de que Chaves ao longo dos séculos da sua existência sempre dependeu. E fico-me por aqui e nem sequer quero abordar o que será o futuro de Chaves.

 

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Quanto ao balanco do ano flaviense que passou, mesmo com muito ruído que ande à sua volta, penso que o mais importante que aconteceu, foi a abertura do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso. E ao respeito vem-me à lembrança o primeiro e último verso do primeiro poema da “Mensagem” , “O Infante”, de Fernando Pessoa, onde diz “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.// (…) // Senhor, falta cumprir-se Portugal!” Pois com o MACNA , que teve a felicidade de ter sido projetado por Siza Vieira, Deus ou outro poder também quis, o homem sonhou e a obra nasceu, agora há que cumprir o Museu de Arte Contemporânea… para não termos de, como Fernando Pessoa, ter de dizer “falta cumprir-se”.

 

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Agora o merecido agradecimento a todos os que colaboram direta ou indiretamente com este blog, sem os quais não seria possível chegar aos 12 anos de existência. Agradecimento que vai além dos atuais colaboradores, pois é extensível  a todos os colaboradores que desde o inicio do blog deram o seu contributo com as suas rubricas e também àqueles que por fortes razões meteram férias sabáticas e que quando menos esperarmos estarão aí de novo. Ao todo, segundo as minhas contas, o blog conta já com 26 os colaboradores, contando com os 14 que estão no ativo com as suas colaborações. Um muito OBRIGADO a todos, e repito, sem os quais este blog não teria chegado até aqui.

 

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A respeito de colaborações, escusado será dizer, que o blog continua aberto a todos que com ele queiram colaborar.

 

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E já que agradeci aos que estão deste lado, há também um agradecimento especial aos que estais ai a ver e ler o que por aqui se faz. Aliás este blog só existe porque vós existis. Claro que há um agradecimento ainda mais especial para os que estão desse lado e que vai para todos os que acompanham e são fiéis a este blog desde o início da sua existência e aos que ousam deixar aqui o seu comentário, que é sempre importante para nós e para o rumo do blog. Gostava-mos de ter mais comentários, mas já estamos habituados.

 

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Agrada-nos também saber que ao longo destes anos o Blog tem servido como ponto de encontro e reencontro, principalmente dos “netos” que através desta casa têm encontrado, reencontrado  e até  descoberto familiares que não sabiam existir.  Tal como nos agrada saber que os nossos post levam recordações a muita gente e provocam curiosidades sobre nós, flavienses e transmontanos. Coisas, despertares, curiosidades e sentimentos que não são visíveis no blog mas que, com frequência, nos são manifestadas por mail e que a todos tentamos dar ser resposta, mas o mais gratificante é saber que este blog provocou a vinda a Chaves e à região de muita gente. Também não deixa de ser gratificante saber que já passámos a barreira dos dois milhões e quinhentas mil visitas e que estamos a caminho dos 3.000.000 de visitas.

 

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E que mais dizer!? Pois não sei. Quanto ao futuro, vamos continuar por aqui. Para já com as rubricas habituais e todas as semanas  com as imagens de Chaves e do Barroso de Montalegre. De vez em quando com imagens de a Galiza aqui ao lado e de outros locais. Para o futuro, se tivermos tempo e condições, tal como estamos a fazer com o Barroso de Montalegre, passaremos aos tais outros vizinhos a que me referia no início do blog.

 

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E fico-me por aqui. Quanto às imagens de hoje, como já vem sendo  habitual,  são algumas de uma seleção aleatória das imagens que mais gostei de publicar.

 

Fernando DC Ribeiro

 

PS - A habitual rubrica das segundas- feiras "Quem conta um ponto..." de João Madureira será publicado às 13 horas,  e, ainda hoje, teremos também uma crónica "Ocasional" de Luís Henrique Fernandes, esta programada para as 19 horas. 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:42
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Terça-feira, 5 de Julho de 2016

História da Pesca contadas em fotografia de António Tedim

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A partir de hoje e durante todo o mês de julho a Adega do Faustino, em Chaves, abre as suas portas à fotografia de António Tedim, com “Histórias de Pesca”.

 

António Tedim é fotógrafo amador, natural da Maia, tem participado em diversas exposições coletivas e individuais e é um dos fotógrafos amadores portugueses mais premiados em diversos concursos nacionais e estrageiros.

 

Esta é a segunda vez que expõe em Chaves. A primeira no ano de 2012 a convite da Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura, com uma exposição intitulada a “Rapa das Bestas”, documentando uma tradição galega com mais de 400 anos. Desta vez traz até nós “Histórias da Pesca”, contadas e imagem, com histórias da arte xávega, do mar e da ria.

 

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Mas, como sempre, mais vale uma imagem do que mil palavras e nem há como passar pela Adega do Faustino para ver esta exposição, para apreciar a arte de registar e perpetuar momentos únicos em fotografia.

 

Em palavras, há tempo ainda para reproduzir aqui o que António Tedim deixa registado no catálogo da exposição:

 

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HISTÓRIA DE PESCA

 

Escrever com os olhos é a melhor forma de sentir a ria, a laguna, as gentes, as artes, os alvores, os entardeceres e tanta, tanta beleza, que em tão pouco espaço nos deslumbra.

 

Esta exposição conta histórias de pesca da ria e do mar de Aveiro porque penso que a fotografia é uma das melhores maneiras de contar histórias.

 

A  PESCA  DO SÁVEL E DA LAMPREIA

 

O Murtoseiro que já tinha casa de tijolo no Tejo, quando lá chegaram os avieiros, e ali pescava o sável, a fataça e a eirós; a Murtoseira que, mais tarde, percorria a pé os caminhos que a levavam à Azambuja, carregando as redes feitas na terra e que ia vender aos do Tejo; o Murtoseiro é povo de muitas artes mas as de pesca são as suas preferidas.

 

Subam as lampreias e os sáveis as águas mais doces que de inverno escorrem na ria, e é vê-lo com novas redes, artes velhas, colhendo esses peixes que a norte e a sul são tão apreciados e caros, e tão mal pagos aqui, onde eles desde sempre as apanham.

 

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A  APANHA  DA  AMÊIJOA

É deste Murtoseiro que outro homem, o francês François Dennis, dirá que lavra o mar. Esse era o Murtoseiro do tempo dos bois nas artes do mar, na xávega. O Murtoseiro de hoje lavra a ria, na mais dura arte com que nela se trabalha, a cabrita. A arte da apanha da amêijoa, a arte onde os homens e as mulheres esfacelam rótulas, rasgam ombros, gingam dentro de água, se contorcem na dança mais estranha, dobram-se ao peso das massas brutas das cabritas.

 

A arte onde, por vezes, homens e mulheres parecem caminhar sobre as águas. A  arte que hoje é mãe do pão para tanto desempregado. É impossível imaginar a sobrevivência do pescador e de muitas das famílias ribeirinhas, sem a apanha da ameijoa.

 

Quanta fome a ameijoa mata? E quantos corpos lentamente destrói?

 

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A  ARTE  DA  PEIXEIRA  OU SALTADOIRO

 

Peixeira é aqui nome de arte, saltadoiro também lhe chamam, e é a tainha o peixe que busca. A peixeira do Ti Manel Viola, que já não pesca, e que o filho Alfredo herdou. A peixeira que ainda trabalha lá para os lados da Bestida, é uma arte em vias de extinção. Só o Alfredo a pratica.

 

A arte das redes, sempre por detrás das artes da pesca, artes que fizeram da ria mãe e que hoje é quase madrasta dos que dela vivem.

 

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As artes da ria. São artes de homens que resistem desde sempre e que comem pão salgado a cada dia, que vivem com o relógio das marés, que partem e regressam para tornar a partir.

 

É uma arte viver das artes da ria.

 

António Tedim

 

Para ficar a conhecer mais sobre António Tedim, nem há como acompanhá-lo no Facebook em:

https://www.facebook.com/antonio.tedim.7?fref=ts

 

Esta exposição é organizada pelo Blog Chaves, apoiada pela Adega do Faustino e a Lumbudus – Associação de Fotografia e Gravura e tem como Media Partner a Sinal TV.

 

Salvar

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:22
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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2016

A rádio de regresso ao blog Chaves

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Sei que havia quem vinha aqui ao blog e aproveitava para ouvir um bocadinho de rádio. De facto até ao final do ano que findou tivemos aqui um serviço de rádio fornecido pela cotonete e que desde o início de 2016 deixou de funcionar sem qualquer explicação ou aviso aos seus seguidores. Sei que nem toda a gente gosta de ouvir rádio, por outro lado há que goste e lhe seja até de grande companhia. Pois para aqueles que gostam de rádio, poderá sintonizá-la de novo no blog, e ao contrário do anterior servidor que arrancava com a Rádio Comercial e só permitia mais duas alternativas, com este novo servidor, que arranca por defeito na RFM, temos 45 rádios nacionais em alternativa, que depois de abrir o POP-up da rádio, basta escolher a rádio que pretende, mas mais, muito mais, pois tem acesso à maioria das rádios regionais, às rádios dos Açores e Madeira e às rádios de todo o mundo, 45 por país, permitindo ainda incluir a sua rádio se ela não constar da lista.

 

Já agora o seu a seu dono – o serviço é disponibilizado em www.radioonline.com.pt e poderá aceder a ele sem entrar no blog, aliás o blog apenas fez um link para esse sítio pelo que funcionará numa segunda janela em POP-Up, que poderá fechar em qualquer momento ou manter depois de sair do blog.

 

Resta dizer que para entrar na rádio basta clicar em cima da imagem do rádio que se encontra na barra lateral do blog, mesmo por baixo do calendário. Se, como eu, gosta de rádio, aproveite e ligue-o já, que eu já a estou a ouvir.

 

Já a seguir vamos ter aqui as primeiras “Vivências” do ano, de Luís dos Anjos.

 

Até já.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:45
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Sábado, 2 de Janeiro de 2016

Blog Chaves - 11 anos a lançar olhares sobre a cidade

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Para finalizar o dia 2 de janeiro de 2016, dia em que o blog faz 11 anos de existência, daí os posts extra, vamos ao derradeiro post do dia, o de celebrar a data de aniversário.

 

Como já referi nos outros post, as fotos de hoje são mesmo de hoje (à exceção da que num post anterior está devidamente identificada como a última foto de 2015). Fotos que resultaram de uma voltinha pelo nosso centro histórico, mas com mais incidência no meio largo do Arrabalde, onde estive mais tempo, sem esquecer, para abrir o ano, das silhuetas inconfundíveis por terem a marca Chaves.

 

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Mas vamos ao blog e aos seus 11 anos de existência e que tem durado e sobrevivido por várias razões. A primeira de todas graças a minha teimosia de o manter e de o atualizar diariamente, o que, podem acreditar que não é fácil, mas não me queixo, primeiro porque o faço com gosto, segundo porque sei que na nossa diáspora e por esse Portugal fora há muitos flavienses que estão sempre à espera de que caia aqui qualquer coisinha para matar saudades da terrinha e, podem crer também, que sei que o pouco que aqui se deixe pode ser tanto para quem está fora. Mas há também a fotografia que tem ajudado a que o blog se mantenha mas sobretudo a ajuda dos amigos que têm colaborado com o blogue com os seus conteúdos escritos, sem os quais o blog não seria possível, pois é quase impossível eu ter tempo para a fotografia (recolha, seleção e tratamento), para a gestão do blog, para a minha vida para além do blog e para todos os dias vir aqui com novos conteúdos escritos.

 

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Assim, tenho que agradecer a todos os colaboradores do blog, alguns que me têm acompanhado desde o início e ao longo destes 11 anos, mas também a outros que embora hoje já não colaborem, foram de grande ajuda no seu tempo.

 

Ficam então os agradecimentos, por ordem alfabética, para todos os colaboradores, ficando aqui os nomes dos atuais, como o António Roque com a sua “Pedra de Toque”. O António Sousa e Silva ao qual agradeço pelos seus “Discursos Sobre a Cidade” e por deitar uma mãozinha ao “Chá de Urze com Flor de Torga”, mas também por ser um companheiro na recolha de fotografias por aí fora. Agradecer ao Francisco Chaves de Melo pelos seus “Discursos Sobre a Cidade”. Ao Gil Santos que desde o início do blog nos tem deliciado com os seus contos do planalto e outros contos na rúbrica “Discursos Sobre a Cidade”. À Isabel Seixas pela sua poesia e crónica “Pecados e Picardias”. Ao João Madureira que me acompanha desde o início do blog com a sua crónica “Quem conta um ponto…” e pelo saudoso “Homem sem memória”, para além de ser companheiro frequente na recolha de fotografias. Ao José Carlos Barros pelos seus “Discursos Sobre a Cidade” e que embora tenha interrompido há pouco tempo atrás, ficou a promessa de um dia voltar. Agradecer ao Luís dos Anjos pelas suas crónicas “Vivências”, “Fugas” e “Flavienses por Outras Terras” . Um agradecimento para o Luís de Boticas pelas suas “Crónicas Estrambólicas” e às vezes umas “Ocasionais”. Agradecer também desde a primeira hora o apoio ao blog de Luís Fernandes mas também pela rubrica que aqui passou de “A missa do sétimo dia”, antigo discursante sobre a cidade e ocasionalmente com a crónica “Ocasionais”. Agradecer ao Manuel Cunha – Pité pela sua crónica “O Factor Humano”. Um agradecimento à Sandra Pereira pelas suas duas crónicas, os “Discursos Emigrantes Sobre a Cidade” e as “Intermitências”. E por último também um agradecimento ao Humberto Ferreira que embora não tenha nenhuma crónica neste blog tem colabora com a cedência daquela fotografia que às vezes me falta, mas também por ser um parceiro na recolha de fotografias. Para finalizar um grande agradecimento a todos os que aí desse lado também colaborais com os vossos comentários, feedback, companhia e fidelidade ao blog. Espero não ter esquecido nenhum agradecimento, mas caso o tenha feito fica também o meu muito obrigado.

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Obrigado a todos e um Bom 2016.

 

Nós vamos continuar por aqui!

 

Fernando DC Ribeiro

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:58
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2015

Foi bonita a festa, pá

Sei que as palavras de Chico Buarque em “Tanto Mar” foram feitas para outra festa, mas ontem à noite depois da nossa festa, a primeira quadra da canção não deixava de soar aos meus ouvidos:

 

Foi bonita a festa, pá

Fiquei contente

Ainda guardo renitente

Um velho cravo para mim.

 

Obrigado!

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:00
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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2015

Blog Chaves - 10 anos de existência

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 Hoje o blog faz 10 anos que anda por aqui. Tinha pensado fazer um longo discurso para em jeito de balanço, com as passagens mais importantes que se supõem serem merecedoras de destaque, mas acabei por abandonar a ideia, pois na vida dos 10 anos deste blog tudo acaba por ser importante, e às vezes, um simples aroma ou imagem, acabam mesmo por serem mais importantes que os grandes acontecimentos, Contudo há agradecimentos a deixar aqui e também a curiosidade de alguns números. Quanto às imagens, continuam a ser algumas das que me deu gozo ter feito ou deixado por aqui (hoje da cidade e região, pois do nosso mundo rural já ficaram no fim de ano), além de algumas que as estatísticas me obrigam a deixar cá hoje.

6479887705_de3303ddd6_o.jpgDesde sempre disse que este blog é feito a pensar nos flavienses que estão fora de Chaves, não só no estrangeiro mas também para todos que estão noutras localidades deste nosso Portugal continental mas também nas nossas ilhas dos Açores e Madeira, porque flavienses há-os por todo o mundo. E este blog é feito principalmente para eles porque também eu em tempos provei o sabor de estar fora da terrinha e conheci o verdadeiro valor da palavra saudade, a tal que para ser confortada às vezes basta o tal aroma ou imagem.

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Mas vamos à curiosidade dos números de quem nos visita e a sua origem:

Portugal – 45%

Estados Unidos da América – 23%

Canadá – 15%

Brasil – 12 %

Europa – 4%

Resto do mundo – 1%

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Não deixam de ser curiosos os números atrás apresentados, ainda mais porque mais ou menos se vão mantendo de ano para ano, pelo menos na ordenação. A mim pessoalmente agradam-me pois eles vão de encontro às pretensões deste blog, ou seja o de levar Chaves aos flavienses que estão longe.

1600-(30002) copy.jpgOutro número importante para o blog é o número de visitas que atingiu até hoje. No momento em que escrevo estas palavras vai nos 2 255 796 visitas.

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 Nestes 10 anos publicaram-se no blog cerca de 3700 posts e mais de 9250 fotografias, colaboram no blog mais de 20 colaboradores, atualmente são 12 os colaboradores regulares, alguns com mais de uma crónica.

1600-(34948).jpgDesde o início que o blog tem privilegiado a imagem, e também são curiosas algumas situações ligadas à visualização de imagens na Internet. Como alojamento preferencial o blog tem o Flickr como apoio, o tal local onde neste momento o blog tem alojadas 9252 fotografias, onde nas estatísticas flickr que classifica as fotografias por Interessantes, por visualizações, por favoritas (de outros fotógrafos) e por comentários, temos as seguintes imagens:

 

A mais interessante (segundo o flickr)

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Mais visualizada (segundo o flickr)

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 A título de curiosidade as 16 fotos mais visualizadas no flickr são todas de Vilas Boas, o porquê, não o sei.

 

Favorita e simutanemanete a mais comentada (segundo o flickr)

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Claro que estas estatísticas do flickr valem o que valem dentro do contexto do flickr, embora para o blog e para a cidade, pessoalmente a minha seleção seria outra. Ficam mais algumas imagens das quais eu gosto.

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O retrato do Bino que é também um regresso e um retrato das origens e do lado rural da cidade de Chaves.

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Imagens com estas últimas três em que o desafio se apresenta em fotografar com a câmara de um telemóvel alguns dos motivos que Chaves tem de melhor.

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Também a magia das cores de outono são de registo obrigatório no blog, onde Vidago e o Parque do Hotel Palace (uma das pérolas flavienses) tem sempre presença obrigatória.

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E para finalizar os registos a preto e branco dos quais cada vez gosto mais.


Claro que restam os agradecimentos a todos os que ao longo destes 10 anos têm visitado o blog, principalmente àqueles que são fiéis desde o início.

 

Também um agradecimento especial a todos os colaborados sem os quais este blog não seria o que é e quem sabe se possível, pois vir por aqui todos os dias não é tarefa fácil e muito menos o seria se não tivesse a ajuda preciosa de todos os colaboradores, que também eles estão um pouco espalhados por aí, fora de Chaves e até no estrangeiro, sem desprezar os flavienses residentes.

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 Fica também a nossa disponibilidade do costume de manter o blog aberto a novas colaborações, preferencialmente em que o tema seja Chaves e a nossa região.

 

Da minha parte continuarei por aqui, se possível todos os dias, sem nunca esquecer as nossas aldeias que terão como sempre aqui os seus dias aos Sábados e Domingos.

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 Também continuará por aqui, de vez em quando, outros temas e imagens além de Chaves, mais abrangentes, com as nossas festas e tradições transmontanas, mas de preferência sempre a volta de Chaves, tendo Chaves como centro de uma região que vai além concelho, pelo menos que vai até aos concelhos vizinhos, incluindo os galegos.

 

Bom 2015 e obrigado por estarem aí desse lado.

 

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Uma nova crónica - O Factor Humano, de Manuel Cunha (Pité)

Vamos inaugurar de seguida mais uma crónica neste blog, intitulada “O Factor Humano”,  de autoria de Manuel Cunha (Pité). Terá a periocidade mensal, a acontecer na terceira quinta-feira de cada mês. Será mais um olhar sobre a nossa cidade e sobre a nossa região e, conhecendo-o, será um olhar um olhar preocupado connosco.

 

Da nossa parte ficamos gratos com mais um olhar de um flaviense sobre a cidade.

 

Mais daqui a um pouquinho entrará online a sua primeira crónica neste blog. Até lá!  

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:54
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Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2014

9 anos de blog Chaves - Obrigado!

 

Pois é, aquilo que começou por pura curiosidade, quase brincadeira na cura de uma ressaca de mais uma passagem de ano, acabou por tornar-se uma séria rotina dos dias. Este blog começou há 9 anos e hoje ainda estamos aqui para assinalar a data, para dizer presente e para continuar por cá, diariamente.

 

 

 

Hoje muito diferente dos seus primeiros tempos, continuamos a privilegiar as imagens flavienses da cidade do dia-a-dia e das nossas aldeias, cada vez mais esquecidas e abandonadas. Claro que em imagem não nos ficamos por Chaves, pois é conhecida a nossa paixão pelo Barroso e lamentamos não ter tempo nem meios para podermos alargar a toda a região de Chaves, porque continuo a acreditar que o futuro da região passa por Chaves além concelho, mas infelizmente os que gerem os destinos da região não pensam assim e, preferem tentar arrancar nabos das suas poulas do que passar ao cultivo de toda uma região, rural, com todas as potencialidades que a ruralidade pode oferecer, tendo Chaves como o grande centro comercial dessa região. Mas isto são sonhos meus, ou se calha nem isso, e é de puros devaneios que se trata.

 

 

 

Seja como for, cada vez dói mais viver na terra que nos viu nascer, que amamos e que um dia acreditámos que era a melhor opção para viver, ter os nossos filhos e ter também aqui o seu futuro – Pura ilusão e se as coisas não mudam de rumo, não tarda e Chaves será uma cópia das suas aldeias onde as antigas escolas dão agora lugar lares de terceira idade e casas mortuárias, e no mês de agosto vai superlotar com filhos e netos para verem os seus velhotes resistentes. Mas ainda acredito que a mediocridade terá um termo certo e novos tempos virão.

 

 

 

Mas fiquemos por aqui em lamentos e passemos aos agradecimentos. Primeiro quero agradecer à equipa de colaboradores que fazem com que este blog ainda seja possível, uma equipa que continua a crescer e que espero nos próximos tempos cresça mais ainda, com novos colaboradores e registos diferentes de novas rubricas pensadas, pois o blog, como sempre, está e estará disponível para quem nele queira colaborar.

 

 

 

Agradecer também a quem nos visita. Aos nossos amigos fieis desde os primeiros momentos e que nos momentos certos têm sempre uma palavra de carinho para connosco. Mas agradecer também a todos os visitantes anónimos, principalmente os flavienses ausentes que andam lá fora a lutar pela vida, aos seus descendentes que vêm ao blog tentar encontrar as suas origens e a todos os amigos de Chaves que, por um dia terem passado por cá, partiram encantados com Chaves e as suas gentes.

 

 

 

Há no entanto quatro grandes comunidades da nossa diáspora à qual quero agradecer em particular pela sua fidelidade e quantidade de visitas ao blog. Refiro-me aos nossos emigrantes nos Estados Unidos, no Canadá, no Brasil e os da Europa que fazem com que o blog seja visitado durante as 24 horas do dia e aos quais tento levar, um cantinho que seja, das suas terras de origem, aos quais gostaria de levar ainda mais, mas para tal teria de ter o seu feedback, pois por muito que tente adivinhar aquilo que querem aqui ver ou ser tratado, ainda não tenho essa capacidade da adivinhação.

 

 

 

E vai sendo tudo. Vamos continuar a andar por aí nas ruas de Chaves, nas nossas aldeias, a dar umas voltinhas pelo Barroso e se possível trazer aqui outras terras vizinhas. As nossas crónicas e cronistas vão continuar, Torga vai continuar a fazer-nos companhia e esperamos em breve ter coisas novas.

 

 

 

Quanto às imagens de hoje, são algumas, apenas algumas,  que me deram gozo publicar ao longo deste último ano.

 

 

É dia de aniversário, mas o blog continua e assim, hoje, porque é quinta-feira, temos o “homem sem memória” de autoria de João Madureira (que já foi publicado à meia-noite), mas porque é a primeira quinta-feira do mês, teremos como é hábito os “Discursos emigrantes sobre a cidade” a publicar às 17H00, de autoria de Sandra Pereira, também ela uma flaviense emigrante.

 

Bom 2014 para todos!

 

 

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Domingo, 22 de Dezembro de 2013

Do livro " Chaves, Olhares Sobre a Cidade"

 

As mentiras da verdade

 

A história é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo” – Dizia Napoleão Bonaparte, pelo menos foi esse o acordo a que a história chegou para dizerem que eram palavras de Napoleão, o que não duvido, mas independentemente de serem ou não dele, estou inteiramente de acordo com elas. A cidade de Chaves é um bom exemplo disso, para além de ocultar muitas verdades com outras tantas verdades, e prova disso é o nosso centro histórico medieval ou de origem medieval, o que é verdade, mas que esconde e oculta toda uma cidade romana sobre a qual se ergueu.

 

Se abordarmos a toponímia de Chaves, então aí são às dúzias as mentiras escritas, passadas a letra de imprensa nas placas das respetivas ruas. Por exemplo na placa onde se escreve Rua General Sousa Machado, toda a gente sabe que é a Rua do Correio Velho; na que diz Rua Bispo Idácio, todos sabemos que é a Rua da Cadeia; onde se escreve  Terreiro de Cavalaria deveria estar escrito Jardim do Bacalhau, mas sem o respetivo; na Betesga do Olho oculta-se de que olho se trata, e não era o de Camões, o mesmo que dá nome a uma praça que sempre foi do Duque de Bragança, mas que vivia em Chaves, onde morreu e foi sepultado mas não tem sepultura nem restos mortais, esses, estão em Vila Viçosa; por sua vez o Largo do Arrabalde que deveria estar nos arrabaldes da cidade,  fica bem no centro da cidade; e por último, o Jardim das Freiras, que é a maior mentira toponímica de todas, por nunca ter sido jardim de freiras, mas sobretudo porque na placa está escrito o nome de um general dos lados da Régua e que a história nos quer impingir como um herói por nos ter defendido dos franceses nas segundas invasões, quando na verdade o verdadeiro herói das invasões foi outro militar, flaviense por sinal e com outro nome, que acabou por ser Governador do Maranhão sem nunca o ter governado.

 

Vamos agora à Praça da República que também é conhecida por Praça do Pelourinho e que já teve topónimos monárquicos, para além de esconder um passado romano que ali existiu - e se calha ainda existe soterrado-, que foi cemitério medieval, foi praça de mercado, teve nela edifício com a Câmara Municipal e até pelourinho, o mesmo de hoje mas noutro local, que depois abandonou para ir em passeio até à Praça do Duque de Bragança, para mais tarde regressar ao lugar atual. Há ainda também quem se lembre, e sem ser preciso esforçar muita a memória, de um jardim que enquadrava o pelourinho. Como se isto fosse pouco, mesmo ao lado há uma palmeira que não dá cocos e bem perto uma tília que já foi um negrilho.  Como se ainda não bastasse, a praça é atravessada por uma rua com o topónimo de Rua Direita que, como sabemos, é das mais tortas do centro histórico.

 

Por último a Igreja Matriz, que na verdade é a Igreja de Santa Maria Maior mas que sempre conheci por Igreja Grande.

 

Aqui chegados, ainda há quem duvide das palavras de Napoleão!?

Fernando DC Ribeiro

 

 

“…de mais virtude!”

 

O Blogue “CHAVES” é visitado e lido por gente dos CINCO Cantos do Mundo!

 

Eu digo-vos qual é o Canto CINCO: é o Espaço onde navegam as naves espaciais. Os seus habitantes, os Astronautas, vão diariamente ao Blogue “CHAVES” porque, além de muito interessante, mostra-lhes retratos e textos que os fazem sair de uma rotina enfadonha.

 

Além disso, se não o fizessem, para bem da sua saúde mental, Zeus disse-me para lhes dar umas estadulhadas!

 

Mas ficai a saber que até os astronautas, especialmente os da “Enterprise”, estão a merecer uns carolinhos de Folar!

 

Vêm diariamente ao Blogue “Chaves”, olham-no, vêem-no, miram-no, lêem-no; voltam a ler, a mirar, a ver e a olhar.

 

Os corredores da nave estão decorados com Fotografias das NOSSAS ALDEIAS. E na sala de comando lá está, para deleite e inspiração, um enorme e brilhante quadro com a PONTE ROMANA de CHAVES!

 

Depois erguem as mãos para a Terra e pedem ao “PLUTO” para que não se deixe vencer pelo cansaço nem pelas cretinices de quem o inveja.

 

E estes 2.000.000 de visitas, que ora o Blogue do Sr. FERNANDO RIBEIRO

 

(mas que lho roubamos e chamamos O NOSSO BLOGUE “CHAVES”) conta, bem merecem uma celebração especial …e espacial!

 

Assim, convido-vos a brindar à saúde de FERNANDO RIBEIRO e ao contínuo sucesso deste BLOGUE “CHAVES”, erguendo e bebendo noventa e nove vezes a taça testinha do bom «tinto» de Agrela ou de Águas Frias, ou do bom «branco» de Vidago ou de Anelhe, e rematar a saudação com um  …copo de água das Caldas …… “de mais virtude”!

Luís Fernandes

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 15:00
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Terça-feira, 29 de Outubro de 2013

O Vídeo de Chaves Rural, comemorativo dos 2.000.000 de visitas

Para os flavienses ausentes que acompanham este blog e vão estar cá na feira dos Santos, relembro que a exposição de fotografia comemorativa dos 2.000.000 de visitas ao blog vai estar patente ao público até ao próximo dia 2 de novembro, na Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves, junto à antiga estação da CP. Entretanto para quem não esteve presente na inauguração da referida exposição, deixo hoje aqui o filme que fez a abertura da exposição, isto se ainda não o viu, pois ele já circula pela INTERNET há mais de uma semana.


O filme dura 25 minutos e nele está retratado, nem que seja por uma montanha, todas as aldeias do nosso mundo rural e, ainda passa um bocadinho pelo Barroso aqui ao lado. A música, também de origem transmontana, é do Grupo LACRE, pela certa um grupo que pela sua qualidade ainda vai dar muito que falar.

 

Espero que gostem do filme. Eu, embora muito suspeito, não me canso de o ver e ouvir a excelente música dos LACRE.

 

Para quem tem MEO, pode ver o vídeo na televisão, no canal 500520, disponibilizado pela SinalTV.

 

Como sempre, para ver e ouvir o vídeo, desligue o rádio na barra lateral direita deste blog, onde diz Cotonete.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:17
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Quarta-feira, 23 de Outubro de 2013

Ainda o rescaldo de uma exposição

Ainda no rescaldo da inauguração da exposição comemorativa dos dois milhões de visitas a este blog, fica a reportagem da Sinal TV (televisão flaviense), com alguns momentos do pequeno espetáculo levado a efeito no passado dia 19.

 

Por favor, para ver o vídeo desligue o rádio na barra lateral direita deste blog, onde diz "Cotonete".

 

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Segunda-feira, 21 de Outubro de 2013

a festa dos dois milhões

Mostra bibliográfica com obras dos colaboradores do blog Chaves

 

Vamos lá então ao rescaldo da inauguração da exposição comemorativa dos dois milhões de visitas a este blog com toda a suspeição do costume de quando se fala daquilo que é nosso.

 

Começo já pelos agradecimentos a todos quanto  estiveram presentes na festa, porque de facto foi de festa que se tratou, com a reunião de muitos amigos, com boa música e a leitura de alguns textos do livro “Chaves – Olhares sobre a cidade” a terminar com um Chaves de honra com aquilo que Chaves vai produzindo de melhor – vinhos da Quinta de Arcossó, pastéis de Chaves e bola tradicional da Padaria do Zé – a publicidade é merecida, não só pela qualidade dos produtos (flavienses)  mas também pela boa combinação que fazem estas deliciosas iguarias flavienses  e depois também não posso esquecer há a amizade e o apoio que ambos têm dado aos eventos que em estive envolvido.



Quanto à música foi do melhor. A projeção de imagens foi acompanhada com música de um grupo transmontano (com origem em terras de Bragança) que surpreendeu pela qualidade todos os presentes. Trata-se do Grupo LACRE  ao qual agradeço por ter emprestado a música do seu álbum Opus O.  Não exagero se disser que é um dos melhores grupos nacionais da atualidade e se duvidarem, oiçam-nos e depois digam de vossa justiça.



Com música ao vivo tivemos um dos seus melhores representantes flavienses, o Alfredo Espírito Santo, rapaz do meu tempo, que também não exagero ao dizer que fez a delícia dos presentes com os temas que interpretou e com o acompanhamento que fez aos leitores dos textos. Chaves é e sempre foi terra de artistas. O Alfredo é uma prova disso e embora seja um flaviense orgulhoso do seu berço, teve, artisticamente falando, o azar de ter nascido em Chaves, onde os santos da terra nunca fazem milagres.



A apresentação do livro “Chaves – Olhares sobre a cidade” teve uma breve apresentação por parte de António Sousa e Silva, também colaborador deste blog e autor de um dos textos do livro, que também leu alguns textos do mesmo. António Roque e Gil Santos, também eles colaboradores do blog e com textos no livro, leram os textos de sua autoria, cabendo a António roque ler mais alguns textos de colaboradores do blog que não puderam estar presentes. Os restantes textos foram apresentados por Paula Chaves, Jorge Medeiros e Reis Morais.


Paula Chaves no momento da leitura de um texto

A última leitura ficou a meu cargo, com as citações do texto lidas por António Roque. Trata-se de um texto que se intitula Mimos e Pantominas e foi encenado com a presença de um mimo (Catarina Miranda) recém licenciada em Animação Sociocultural pelo Polo de Chaves da UTAD. Um texto, um mimo e encenação que pretende fazer memória futura da existência deste curso em Chaves, pois está em vias de extinção. Mais um roubo, este silencioso, à cidade de Chaves, pois com a promessa de trazer para Chaves aquilo que nunca veio, há dois anos que este curso não abre vagas em Chaves, e não foi por falta de procura, mas antes por políticas que mais uma vez vêm de fora com a aceitação e silêncio dos responsáveis pela nossa cidade. É um pronúncio do fim do Pólo de Chaves da UTAD. Curiosamente esta encenação ocorreu num dos edifícios que era pertença da CP, do comboio, aquele que acabou por ser o primeiro de uma lista de roubos à cidade de Chaves. O meu agradecimento especial à Catarina Miranda por ter contribuído para a diferença da festa.


Jorge Medeiros no momento da leitura de um texto

E é este o resumo da festa da celebração da festa dos dois milhões de visitantes a este blog, o resto fica para os que estiveram presentes dizerem de sua justiça, mas que espero terem saído de lá agradados com o que viram e ouviram. De lamentar só lamento mesmo a ausência de alguns colaboradores do blog e amigos que não puderam estar presentes, pois a festa era de toda a família do blog, não só de quem participa nele mas também de quem o visita.


Alfredo Espírito Santo num momento musical. À mesa António Sousa e Silva e Américo Peres


Por último fica a imagem do visitante dois milhões, logo após lhe ter entregue o livro “Chaves – Olhares sobre a cidade”. Curiosamente foi para um companheiro da blogosfera flaviense do Blog Granjinha Cando, que também é fotógrafo Lumbudus e amigo, que simbolicamente acabou por ser o responsável da festa ao ser o visitante 2.000.000.


 

António Cruz (o visitante 2.000.000) com Fer.Ribeiro,


Fica o texto de apresentação do livro, de autoria de Autoria de António Sousa e Silva.

Durante os próximos dias também irão ficar aqui algumas das fotografias do livro e os respetivos textos.


Um momento musical com leitura de um texto


APRESENTAÇÃO DO LIVRO “CHAVES - OLHARES SOBRE A CIDADE”

 

 

Este momento que agora vivemos, para além de meramente simbólico, e que nos leva a estar aqui reunidos, celebrando os dois milhões de visitantes do blog “CHAVES”, de Fernando DC Ribeiro, é não só um momento de celebração mas também de orgulho para o seu autor.


Por isso aqui estamos a festejar. A partilhar em clima de vivência cultural.


Que deve também ser aproveitado para se fazer uma pequena reflexão sobre o conteúdo que o blog “CHAVES”, de Fernando DC Ribeiro, todos os dias, nos dá a conhecer. Nos obriga a questionar.


Gil Santos e Fer.Ribeiro


Hoje, através das fotografias, a preto e branco, de Fernando DC Ribeiro, publicadas no seu blog, os seus antigos e atuais colaboradores, em espírito de verdadeira comunhão, expressam as suas ideias e emoções, que aquelas imagens sugerem.


De uma cidade cheia de pergaminhos. Com História. E cheia de histórias. Mas também de um outro mundo, antigo, como José Carlos Barros, na Introdução ao livro, nos diz. Que é feito de ausências. Abandonos. Silêncios. Partidas e chegadas. Chegadas quase sempre fugidias.


António Roque (leitura), Alfredo (músico) e Catarina Miranda (ASC-mimo)


Sim, mundo antigo... De paisagens ricas. De cortar a respiração! Mas onde as portas e as janelas de uma «outra paisagem» se encontram fechadas ou já se encontram em plena ruína. E, aquelas que muito esporadicamente, e a medo, se abrem, exibem rostos, já muito poucos, mirrados por anos de sofrimento, isolamento, lembranças de muita miséria, de muita solidão. Mas, contudo, prenhes de tanta esperança!


CHAVES”, blog, mostra-nos essa Paisagem, essa História e essas histórias, o nosso Património, a nossa cidade e as suas aldeias, ou seja, o mundo rural e o mundo urbano. Em suma, o território flaviense que todos nós habitamos.


 

 

António Roque e Alfredo


E, através da câmara, da objetiva do seu autor, acompanhada da sua palavra e da dos seus colaboradores, discute, questiona a terra que nos é dado viver. Ora com orgulho; ora, e muitas vezes, de uma forma crítica. Nua. Sem «papas na língua», sem deslumbramentos.


Mário Esteves (col. do Blog), Pablo Serrano (Lumbudus) e Fer.Ribeiro


Já um dia escrevi, sugerindo, na rubrica do blog - Discurso Sobre a Cidade - da necessidade de se passar para uma outra fase da existência - e vivência - de “CHAVES”, blog. Abrindo-se ainda mais à cidadania, à participação cidadã. Não transformando-se num palco político partidário, seja que de partido ou movimento for, mas num verdadeiro fórum da sociedade flaviense. Cumprindo, assim, e em plenitude, o seu autor, o papel de verdadeiro cidadão, amante da sua terra flaviense.


 

Fer.Ribeiro, João Madureira (col. do Blog) e Amilcar Salgado (Vinhos Qtª de Arcossó)

 

Por isso me regozijo com esta iniciativa que, para além do mais, contribui para a realização deste mesmo desiderato.


O homem das novas tecnologias da informação e da comunicação (TIC), criou um novo mundo - a que chamamos de virtual - o da blogosfera e das redes sociais. E, com esse mundo, os conceitos de amizade, partilha e relação redefiniram-se, mitigando o universo do narcisismo em que todos estamos submersos, do pleno e desenfreado consumismo, e também da solidão em que a pós-modernidade lançou o Homem.


Fer.Ribeiro, Catarina Miranda (mimo) e António Roque, na cena final.


Mas o mundo da blogosfera e das redes sociais, se nos aproxima e enriquece em termos de informação e conhecimento, não nos completa contudo em termos de emoções e de sentimentos. Para isso, necessitamos do calor de um aperto de mão, do aconchego de um abraço, da emoção de um beijo, do estar frente a frente, olhos nos olhos, enfim, da aproximação dos corpos na relação, para a partilha e a amizade serem totais, verdadeiramente humanas.


Fer. Ribeiro, Alfredo, António Roque e Catarina Miranda


Porque, ao contrário de Deus, que no princípio era apenas o Verbo, o Homem é, assenta, todo ele no Corpo, transformado em matéria-prima a partir da qual se gerou o Espírito.


 

 

Luís Alves (Luís de Boticas) e Fer. Ribeiro, MºJoão Chaves e Otília Fernandes

As comunidades virtuais só têm sentido apenas como auxiliares, instrumentos fundamentais, nos tempos que correm, na ação e/ou aprofundamento das comunidades humanas, aproximando as pessoas por forma a ombrearem, lado a lado, projetos de vida com sentido, portadores de verdadeiro significado humano. É, deve ser, essa a sua principal função. Doutra forma não passam de mais um instrumento de alienação humana.


 

 

O mundo da blogosfera flaviense e das suas associações é, deve ser, um palco privilegiado para se discutir Chaves, os seus desígnios e o seu futuro.


Porque tal tarefa é de todos, sublinho, de todos os flavienses.


Porque a sua história milenar, o seu património e as sua gentes bem no merecem.


Porque, em síntese, e desta forma, “CHAVES”, blog, e toda a blogosfera e redes sociais que tratam e se referem a Chaves, cumprem três das grandes funções que qualquer órgão de comunicação social, digno desse nome, - e mesmo um blog -, deve prosseguir:


  • Informar
  • Formar
  • Divertir.

Hoje, e agora, divirtam, pois!...

António de Souza e Silva


 

Alfredo Espírito Santo e o mimo Catarina Miranda

 

E por hoje é tudo. O blog continua mais logo com “Quem conta um ponto…” de João Madureira.

Falta ainda agradecer ao Humberto Ferreira pela reportagem fotográfica e por ter cedido as fotos de hoje para publicação.


E por último os agradecimentos também para a Paula Dias, a Lara e a Luísa, à Gráfica Sinal e aos funcionários da Chaves Viva e todos os amigos presentes sem a ajuda e a presença dos quais não seria possível ter feito a festa.



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publicado por Fer.Ribeiro às 01:41
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