12 anos

Sábado, 17 de Junho de 2017

Bustelo - Chaves - Portugal

1600-bustelo (223)

 

Na nossa ronda pelas aldeias de Chaves, hoje toca a vez a Bustelo, uma das aldeias da periferia de Chaves, encostada à montanha para deixar livre um pequeno mas fértil vale.

 

1600-bustelo (177)

 

O que tínhamos a dizer sobre a aldeia já o fomos dizendo em posts anteriores dedicados a Bustelo, aldeia e freguesia. Para não nos repetirmos ficam aqui os links para alguns desses posts:

 

1600-bustelo 130-art (8)

 

http://chaves.blogs.sapo.pt/285549.html

http://chaves.blogs.sapo.pt/765714.html

http://chaves.blogs.sapo.pt/365205.html

 

1600-bustelo (168)

 

Hoje ficam mais quatro olhares sobre a aldeia entre os quais uma vista geral tomada desde terras de Outeiro Seco.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 19:06
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Domingo, 28 de Abril de 2013

Desportivo de Chaves regressa à II Liga - As imagens são de Bustelo

 

As imagens são de Bustelo mas a notícia fresquinha é a do Desportivo de Chaves  regressar à II Liga Portuguesa de Futebol ao vencer hoje o 2º classificado, o Ribeirão, por 1-0. Está de parabéns o nosso Desportivo de Chaves.




E agora as imagens, sem grandes comentários para além da informação de serem imagens de Bustelo. Quanto a história de cada uma, pois pela certa que todas as imagens têm uma história para contar, fica ao vosso critério, ao critério da vossa imaginação, das vossas recordações ou até saudades, não o sei, ficam com toda a liberdade do mundo para verem nelas o que cada um quiser.




E mais nada por hoje. Amanhã estaremos de regresso à cidade que se tem mostrado iluminada de sol, mas com um frio de rachar.



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publicado por Fer.Ribeiro às 19:31
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Domingo, 18 de Março de 2012

Mosaico da Freguesia de Bustelo - Atualização

 

Hoje é a vez de fazermos a atualização do mosaico da freguesia de Bustelo.


No anterior mosaico desta freguesia (28.Fev.2009), a respeito da população residente, eu dizia: “ Embora os últimos Censos estejam abaixo dos valores de 1960, a tendência desta freguesia é registar uma subida da sua população residente, tal como acontece com as freguesias de periferia da cidade de Chaves.” Dizia então isto pela sua situação geográfica, a proximidade de Chaves, os razoáveis acessos até à cidade mas também porque a freguesia é dotada de terras férteis em campos planos e com água abundante. Tinha todas as condições para registar algum crescimento. Mas tal não aconteceu.



Não cresceu mas também não perdeu população, o que olhando à realidade da maioria das freguesias, já não é mau.

 

 

 

 

Previsões para o futuro são uma incógnita e tudo depende do desenrolar da situação de crise económica, financeira e política atual, mas penso que a freguesia irá manter a sua população na ordem dos 500 habitantes, pois crescimento nos próximos anos vai ser complicado, já o contrário poderá acontecer, mas suponho que mesmo que aconteça, não será com números significativos. Mas vamos aguardar para ver no que isto dá.

 

 

 

 

Passemos então aos números com inclusão dos números do Censos 2011.

 

 

População Residente:

 

 

Em 1900 – 530 hab.

Em 1920 – 490 hab.

Em 1940 – 643 hab.

 

Em 1960 – 773 hab.

Em 1981 – 532 hab.

Em 2001 – 517 hab.

Em 2011 – 513 hab.

 

 

 

Verifica-se que atualmente há menos 4 habitantes residentes em relação há 10 anos atrás, ou seja, é uma perda insignificante pelo que se poderá considerar que a população se manteve.

 

 

Já no que toca a número de famílias, edifícios e alojamentos, houve um aumento com algum significado em relação ao ano de 2001, vejamos os números:

 

 


Nº de famílias por local de residência

 

 

Em 2001 – 180 famílias

Em 2011 – 206 famílias

 

Cresceram 26 famílias

 

Nº de alojamentos

 

 

Em 2001 – 318 alojamentos

Em 2011 – 399 alojamentos

 

Aumentaram 81 alojamentos

 

Nº de edifícios

 

 

Em 2001 – 315 alojamentos

Em 2011 – 392 alojamentos

 

Aumentaram 77 edifícios

 

 

São números suficientes para que a freguesia não faça parte das freguesias a abolir na reforma administrativa anunciada, isto se for levada a efeito tal como foi anunciada, ou se for levada a efeito, pois já sabemos como são os políticos e já lhes conhecemos a facilidade com que mudam de ideias ou criam regimes de exceções. Mas uma coisa é garantida – seja qual for a decisão o mundo rural interior nada irá ganhar com ela.

 

 

Para ver o mosaico completo da freguesia (sem os dados de 2011) siga o link:

http://chaves.blogs.sapo.pt/365205.html - 28.Fev.2009

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:36
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Domingo, 2 de Maio de 2010

O Florir da Mãe Natureza

Alanhosa

 

 

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Já sei que a mãe é universal, ou seja, tanto é mãe na cidade como no campo, em Portugal como na China ou outro país qualquer e, hoje foi o seu dia. No entanto, aqui o blog também tem os seus dias temáticos e hoje é dedicados às aldeias do concelho e, não quis terminar o dia sem por aqui deixar qualquer coisa em imagem das nossas aldeias.

 

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Bustelo

 

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Voltando à mãe, também na natureza há outras mães que precisamente por esta altura estão no auge da sua fertilidade com a festa da flor que, um pouco por todo o lado, enchem a paisagem de cor.

 

Ficam então alguns momentos do florir da natureza, em três aldeias ao acaso, pois em qualquer uma das nossas aldeias encontraria este despertar e florir da natureza.

 

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Loivos

 

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Até já, pois daqui a pouco estará aqui o Chaves de ontem e de hoje, com mais duas imagens para comparar.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 22:59
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Domingo, 17 de Maio de 2009

Aldeias de Chaves - Portugal

Estranharão a ausência do modelo do costume para os fins-de-semana, ou seja, em que por aqui passava uma aldeia e as suas características ou um mosaico com o resumo de uma freguesia. Mas não estranhem, pois no próximo fim-de-semana tudo voltará à normalidade e de novo, começarão a passar por aqui as aldeias em falta e os mosaicos resumo. Entretanto, também ficam mais três aldeias, mas apenas em imagem.

 

Até amanhã, com a nossa gente.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:00
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

Mosaico da Freguesia de Bustelo

 

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Localização:

A 6 km do centro de Chaves, situa-se a Norte da cidade, entre o Grande Vale de Chaves e as primeiras elevações barrosãs.

 

Confrontações:

Confronta com as freguesias de Ervededo, Outeiro Seco, Santa Cruz/Trindade, Sanjurge e toca em apenas um ponto da freguesia de Calvão.

 

Coordenadas: (Largo de entrada - Capela)

41º 47’ 11.02”N

7º 29’ 26.94”W

 

Altitude:

Variável – Na aldeia é entre os  445 e os 480m

 

Orago da freguesia:

Santa Maria Madalena

 

Área:

9,34 km2.

 

Acessos (a partir de Chaves):

– Estrada Municipal 507

 

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Aldeias da freguesia:

            - Bustelo é a única aldeia da freguesia

 

População Residente:

            Em 1900 – 530 hab.

            Em 1920 – 490 hab.

Em 1940 – 643 hab.

            Em 1960 – 773 hab.

            Em 1981 – 532 hab.

            Em 2001 – 517 hab.

 

Embora os últimos Censos estejam abaixo dos valores de 1960, a tendência desta freguesia é registar uma subida da sua população residente, tal como acontece com as freguesia de periferia da cidade de Chaves.

 

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Principal actividade:

- Agricultura

 

Particularidades e Pontos de Interesse:

Sob o ponto de vista histórico é uma das freguesias interessantes e que sempre tem despertado o estudo dos historiadores, pois trata-se de uma freguesia cujos vestígios arqueológicos dizem ser milenar. No entanto o primeiro documento que faz referência a esta povoação data de 1173. No ano de 1255 já aparecem documentos com referência ao “Couto de Bustelo”. Há também referências históricas à sua localização e importância militar com as suas fortalezas, pelo menos a julgar por carta enviada por D.Afonso IV de Portugal a D.Afonso II de Castela, datada de 1336, na qual se escreve “…sobre as aldeias de Ervededo e de Bustelo com suas pertenças e suas fortalezas…”

 

Apontam como restos senhorias do antigo Couto de Bustelo, a Casa do Paço ainda existente, mas já muito alterada com alguns dos restauros que nela foi levada a efeito ao longo dos tempos, mas mesmo assim, ainda um exemplar digno de ser apreciado dentro das casas senhoriais, onde se destacam alguns vãos arqueados que tudo indica serão seiscentistas.

 

Rica também em património edificado e religioso, como a Igreja Paroquial de Stª Maria Madalena, a Capela do Sr. Dos Aflitos, a casa dos Marqueses de Subserra, o cruzeiro do Sr. do Monte e algumas fontes de mergulho, além de numa das casas mais antigas do seu casco velho, as paredes se encontrarem pintadas com interessante frescos e que já demos conta no post dedicado à freguesia.

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A riqueza etnofolclórica local é também digna de registo, com vários penedos relacionados com “Mouros” e “Tesouros”, como o Penedo dos Mouros, Alto de Stª Bárbara, Fraga das Passadas, etc. Há referências ainda a ruínas do grosso muro do Castro que existiu no alto da serra da Bandeira.

 

Quanto ao seu casario tradicional, ainda possui um importante núcleo de casas tradicionais em granito, de salientar algumas reconstruções feitas com gosto, pese embora muitas construções em mau estado. As novas  construções de raiz têm-se desenvolvido na periferia da aldeia, junto à estrada ou em pequenos bairros sem afectar o núcleo histórico da aldeia.

 

 

 

Linck para os posts neste blog dedicados às aldeias da freguesia:

 

            - Bustelo

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:53
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Domingo, 22 de Junho de 2008

Bustelo - Chaves - Portugal

 

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Mais um Domingo, mais uma aldeia. Hoje é a vez de Bustelo, aldeia e freguesia.

 

A sua proximidade da cidade, faz com que entre a aldeia e Chaves, não haja praticamente separação física, sendo na prática mais uma freguesia urbana, aquela que fica a seguir a Santa Cruz/Trindade. No entanto e embora esta proximidade, continua também com a sua ruralidade que lhe é conferida pelo amanho de terras férteis, na planície alta de Chaves que se desenvolve entre pequenas montanhas desde a Torre de Ervededo até Curalha, passando por terras de Sanjurge, Soutelo e Valadanta. São terras férteis, que embora sem regadio, não tem falta de água, principalmente as de Bustelo, onde à boa maneira rural, ainda é frequente ver a água a correr junto aos caminhos.

 

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A freguesia estende-se ao longo de 9.34 km2, a maioria solo agrícola e embora a aldeia ao longo destes últimos 20 anos tenha crescido, com novos bairros de habitação e algumas construções ao longo da estrada municipal que liga a Chaves, a verdade é que também perdeu população nestes últimos 20 anos, pelo menos os números dos Censos para aí apontam, com 585 habitantes em 1981 e 517 h em 2001. Perda de população que, comparativamente com a maioria das aldeias, não tem qualquer significado, pois continua a ser uma aldeia habitada, com vida, ainda com muitas crianças e gente jovem. 50 crianças com menos de dez anos (em 2001), o número diz tudo.

 

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Quanto ao casario, digamos que também não vai mal, com muitas reconstruções e recuperações e casas novas. Claro que no seu núcleo também há casario abandonado e outro a precisar de obras, mas comparado com aquilo que é habitual na maioria das aldeias, Bustelo até se recomenda. Ao todo, ainda segundo o Censos 2001, a aldeia possui 318 alojamentos para 180 famílias. Parece haver contradição de números, mas não há, pode acontecer, o que aliás é comum nas aldeias, uma família ter mais que uma construção.

 

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Dando uma volta, mesmo que apressada pela aldeia, nota-se facilmente a sua vida, que é reflectida também no equipamento desportivo e de lazer de apoio à aldeia, onde existe um polivalente para a prática das mais variadas modalidades e bem juntinho a este, um pequeno um simpático parque de lazer ou de merendas, à sombra de imponentes sobreiros e muitos carvalhos, onde não faltam grelhadores, mesas e bancos.

 

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Quanto ao casario da aldeia, no seu núcleo, ainda há muito do casario tradicional em granito, mas também casario mais recente, e outro que com base no granito, foi sofrendo ao longo dos tempos algumas transformações e adaptações. Também há casas senhoriais, como a casa do paço, no cimo da aldeia,  habitada e em bom estado de conservação, onde se adivinham simpáticos jardins e zonas de estar ao ar livre, pelo menos a julgar pela aparência e por aquilo que se vê da rua.

 

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Mais abaixo, quase na entrada do núcleo da aldeia e na rua principal existe outra construção também senhorial, que suponho ter sido dividida ao longo dos tempos, apresentando-se metade em bom estado de conservação onde são notórias obras de restauro recentes, penso que habitada, pelo menos ocasionalmente e na continuação desta, a outra metade, a pedir e necessitar de obras interiores mas que, os seus proprietários não as fazem porque a querem preservar. Parece uma contradição, mas quem conhece a realidade da casa em questão, facilmente compreende que não há qualquer contradição, pois as suas velhas paredes estão quase todas elas pintadas com frescos, além de um dos compartimentos ser uma autêntica capela, com direito até a uma preciosa imagem de Nossa Senhora da Piedade.

 

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Compreende-se assim o porque dos proprietários não quererem fazer obras no seu interior, pelos menos “obras tradicionais”, ou seja daquelas que se manda tudo abaixo para fazer de novo. Os proprietários, sem saberem mesmo qual a origem dos frescos, a sua data e até o que eles representam, sabem que aquilo tem valor e não se aventuram com obras, entretanto vão esperando…

 

A verdade seja dita, vi os frescos e,  sem perceber nada do assunto,  entendi logo que aquela gente neles representada não é gente da nossa, o que (para mim) aumenta ainda mais o seu interesse, não só no que eles representam como também em quem os pintou ou mandou pintar.

 

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Quanto ao frescos, como leigo na matéria, recorri a um amigo e também colaborador deste blog, que após um breve estudo sobre o assunto me disse que  “as imagens orientais dos frescos talvez se tenham inspirado na batalha de Aboukir (1799; há outra, naval, com o mesmo nome, de 1798) ou mesmo no massacre de Scio (1822), embora esta última hipótese seja mais improvável. De qualquer modo, está fora de dúvida que as imagens serão da primeira metade do século XIX e que o senhor com chapéu e penachos corresponde à iconografia da Revolução Francesa (1789).”

 

Talvez fosse bom consultar os historiadores cá da terra sobre o assunto, ou talvez não, que às tantas ainda mandam rebocar os frescos para os preservar. (não resisti…).

 

Também eu não sei qual a solução para os frescos e qual o seu real valor e também eu, tal como os proprietários, também espero interessado em saber qual o seu futuro, entretanto a velha casa vai deteriorando-se dia após dia ou ano após ano.

 

(Obrigado Carla por nos teres aberto as portas da casa).

 

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E para rematar o post de hoje vamos a mais um bocadinho da história e o resumo possível sobre Bustelo.

 

Fez parte, desde o século XIV ao século XIX, do extinto concelho de Ervededo, tendo tido nessa altura uma Companhia de Ordenanças. A aldeia, como quase todas nestas condições, aproveitou o inicio da encosta da serra para implantar as suas casas, deixando os terrenos planos e férteis para a agricultura onde produzem essencialmente, o centeio, batata, vinho e frutas, além das habituais hortas de proximidade e algum gado (pouco).

 

Na entrada da aldeia situa-se a capela do Senhor dos Aflitos, bonita e digna de ser apreciada e cuja festividade se realiza no segundo Domingo de Agosto. Mais no cimo do povo temos a igreja paroquial, da invocação de Santa Maria Madalena, de linhas barrocas, possui no interior belos altares adornados de esculturais colunas salomónicas em madeira, com um bonito trabalho e douradas. Do casario o principal destaque vai para a “casa do paço”. Na documentação consultada, diz-se ter sido pertença dos Marqueses de Subserra, com uma frontaria com ornatos interessantes, possui no tal jardim interior (que se adivinha na passagem) uma lindíssima fonte com três taças concêntricas sobrepostas.

 

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Embora eu pessoalmente desconheça, encontrei ainda referências à existência, no termo da  freguesia, na encosta da serra do Laspedo a rochas com insculturas rupestres ofiolatras, e também a ruínas do grosso muro do Castro que existiu no alto da serra da Bandeira.

 

E sobre Bustelo é tudo, só falta mesmo localizá-la para que não sabe onde ela fica, ou seja, sai-se de Chaves (centro – que antigamente era nas Freiras e que agora não se sabe muito bem onde é…) em direcção às grandes superfícies comerciais, seguindo depois a caminho do Casino ou da auto-estrada. Poderá estranhar a estrada e pensar que vai enganado, mas não, vai bem e a estrada é mesmo assim, estreita e não está nas melhores condições, mas é essa. Quando chegar à primeira rotunda de acesso ao Casino/Auto-estrada, esqueça a estrada nova e boa que vê à sua esquerda e siga em frente, pela velha e estreita. Mais à frente, irá passar por baixo da auto-estrada e logo a seguir ao cruzamento de Sanjurge ou à “moagem”do Seara, surge o desvia para Bustelo, mas à direita. Se tudo isto for confuso, o melhor mesmo é perguntar qual é a estrada para Vilar de Perdizes ou Montalegre e quando encontrar a placa com indicação de Bustelo, vira aí, não há nada a enganar…

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Agora mais a sério ainda. Bustelo fica aqui mesmo ao lado, mas é uma daquelas aldeias que para se conhecer temos que ir lá de propósito ou fazer um pequeno desvio da estrada, mas para que gosta de conhecer as nossas aldeias, é mais uma a não perder, pois ainda tem o seu núcleo tradicional quase intacto, em bom estado, além de se poderem apreciar algumas das coisas que por aqui deixei descritas e outras, pois não é possível deixar por aqui tudo.

 

Até amanhã, de volta à cidade!

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:49
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