Domingo, 25 de Junho de 2017

O Barroso aqui tão perto - Carvalhais

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Vamos lá, então, mais uma vez até ao Barroso que fica aqui tão perto. Hoje vamos até Carvalhais, freguesia de Morgade, concelho de Montalegre.

 

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Uma vez, de passagem por Morgade, falaram-me do alto de  S.Domingos, que de lá é que as vistas eram boas, que se via toda a barragem … como andávamos em maré de descoberta,  pouco tardou e já nós estávamos lá bem no alto de S.Domingos e de facto as vistas não eram más, mas não era só a barragem que se via de lá, pois nas nossas costas as vistas já eram de terras de Boticas e um pouco mais além, pois os nossos olhos já alcançavam terras de Bastos e talvez de Ribeira de Pena.

 

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Lá do  alto de S.Domingos, para esses lados de Boticas, ainda no verde antes de chegar ao azul das serras longínquas, ou seja, mesmo ali aos nossos pés, avistava-se uma pequena aldeia. Eram 13H47, do dia 11, de outubro de 2014. Pensava eu então ser uma aldeia do concelho de Boticas. Só chegado a casa e verificando nos meus mapas de apoio é que me apercebi pertencer ao concelho de Montalegre, mas a minha intuição não estava longe da realidade, pois Carvalhais fica mesmo no limite do concelho de Montalegre a menos de 1 quilómetro.

 

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Claro que passou a estar no nosso roteiro das descobertas do Barroso, para mais tarde passarmos por lá, fazermos a nossa recolha fotográfica e se possível conversar um pouco com os naturais ou residentes na aldeia, mas isso só aconteceu às  18H25 do dia 5 de outubro 2016, já no por do sol, a fugir para o anoitecer, tanto,  que ainda pusemos a hipótese de ficar para outro dia, pois a ausência de luz não é lá muito amiga da fotografia.

 

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Este preciosismo de vos indicar o dia, hora e minuto em que fizemos os registos fotográficos não é por nada, nem se devem à minha memória ou apontamentos, é mais uma facilidade da modernidade, das novas tecnologias e da fotografia digital, pois ao contrário da saudosa fotografia analógica em que tínhamos de escrever no verso reproduzido em papel  os apontamentos e datas necessárias para memória futura, na fotografia digital todos os dados com interesse fotográfico, incluindo dia, hora e minuto ficam registados no ficheiro da imagem, e que jeito dão, oh se dão. Para os distraídos, convém é ver se a hora e dia que a máquina regista estão certos. Um aparte que nada tem a ver com Carvalhais, mas que deu para saber que descobri a aldeia, dois anos antes de a visitar. Mas o que interessa mesmo é que depois da descoberta, fui lá.

 

1600-carvalhais (2)

 

Mas acabámos por ficar, por recolher algumas fotos e ainda deu para dar dois dedos de conversa com gente lá da terra que, embora já estivéssemos em outubro e estivéssemos no Barroso,  mais parecia ser um fim de tarde de um verão quente, com a gente sentada à porta de casa, na hora de contar estórias de fazer horas para ir para a cama.

 

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Pelo que já fui dizendo já foram localizando a nossa aldeia de hoje, Carvalhais, mas sejamos mais precisos e vamos às coordenadas do centro da aldeia:

41º 43’ 56.96” N

7º 44’ 32.80” O

Embora eu não seja dos que usa as coordenadas de GPS (no caso em formato DMS) para me orientar, pois prefiro as cartas e mapas tradicionais em papel, admito que recorrer a elas (coordenadas) nos tempos de hoje é muito útil, principalmente com a oferta que  existe na WEB para podermos localizar um local desde casa. Recorro a essa orientação muitas vezes, em casa, pois na estrada e no terreno, prefiro os mapas tradicionais que sempre me levaram onde eu queria…

 

mapa-posts.jpg

 

Continuando, para os que são como eu, pessoal dos mapas tradicionais, aqui fica o meu mapa do Barroso de Montalegre assinalando a aldeia de Carvalhais.  Além de localizar, pessoalmente utilizo-o para ir riscando (no caso colorindo) do mapa as aldeias que já visitei, as aldeias que já postei, as sedes de freguesia, etc. estando sempre em atualização constante. Sei que deveria ter uma legenda para melhor ser entendido por vós, mas este que vos deixo é mesmo e apenas para localizar a aldeia. O diferente colorido é para minha orientação.

 

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Localizada a aldeia, passemos às nossas pesquisas e ao que se diz por aí, na WEB, nos livros e outros onde encontrámos referências à aldeia. Iniciemos pela toponímia de Barroso onde consta:

 

"Carvalhais

 

(Veja Toponímia de Carvalho) [i]

 

Dos nomes comuns carvalhal — carvalhar que derivam de carvalho, planta tão típica desta região que deu origem a vários topónimos bem diferentes como afirmei na análise do topónimo de Cerdeira e Cerdedo e outros que na nossa região não vigoram; Cerquinho, Cerqueira, Cerquido, Cercosa, Cercada, Carvalhosa e Carvalhido.

 

Na inquisição de Cervos (mas claramente referido ao nosso topónimo) aparece — 1258 « dixit quod in Carvaliaes habet Dominus Rex suam defensam» Inq 1254. Dando-se a ditongação só podia acontecer Carvalhais."

1600-carvalhais (35)

 

Ainda continuamos co a toponímia do Barroso com:

“Já agora, uma nota venatória: a presente citação refere-se à reserva ( como agora se diz — coutada da caça ou reserva de caça, que então se chamava defesa) de caça ao cervo e ao javali e abrangia toda a margem direita do rio Beça, pela vereia à anta de Barreiros daí à anta de Negrões e daí pelo caminho que vem de Negrões e vai ao rio Beças. « E todo aquele que aí caçar sem licença cervo ou porco pagará cinco alqueires».

Trinta anos depois,

— 1288 «outorgo a foro… a munha pobra de Carvalhais por aqueles termos».

E assim já estava constituído o topónimo.”

 

1600-carvalhais (38)

 

No livro Montalegre encontrámos o seguinte:

“Há várias povoações com núcleos de construções tradicionais, bem conservados, muitíssimo belos e dignos de ajuda para a melhor preservação do património construído.

Estão neste caso Fafião, Pincães, Salto (diversos lugares de freguesia) Currais, Vila da Ponte, Viade, Carvalhais, Cervos, Donões, Gralhas, Tourém, Pitões, Parada e  Sirvoselo. Em todas elas há núcleos construídos dignos de integrar os roteiros de visita ao património que o Ecomuseu defende.”

 

1600-carvalhais (22)

 

Antes de continuarmos com o que se diz no Livro Montalegre, queria fazer aqui  um pequeno aparte. Agora que já posso dizer que conheço todo o Barroso de Montalegre, pois já passei por todas as suas aldeias e outros lugares, não acreditem em tudo que está escrito sobre as aldeias barrosas. Quando a gente da terra escreve sobre a sua terra, tem sempre tendência em enaltecer algumas aldeias em detrimento de outras. Quero com isto dizer que na listagem de aldeias que aparecem no parágrafo anterior e sem por em causa o constarem lá, há algumas em que a fama ultrapassa em muito a realidade e que nos últimos vinte a trinta anos foram vítimas de verdadeiros atentados, outras há, que pela sua beleza e preservação da sua integridade, mesmo com muitas casas abandonada e/ou em ruínas, mereciam ser mais divulgadas e constarem dos tais roteiros de construções tradicionais, nem que seja e só, por nelas não terem sido cometidos atentados no património existente.

 

1600-carvalhais (37)

 

 

Continuemos com o que diz o Livro Montalegre:

“Pelo termo de Codessoso passava um caminho medieval importante que servia diversos lugares da enorme paróquia da Chã, ao tempo das Inquirições de D. Afonso III: Negrões, Vilarinho, Lamachã, Morgade, Carvalhais e Rebordelo, Fírvidas e Gralhós, além das herdades ribeirinhas do Regavam (sic).”

 

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E continua:

“E já que falamos de Santos não ficava nada mal – era até um acto de justiça – que os de Carvalhais devolvessem à sua Capela o orago primeiro que foi São Tiago, conforme muito bem expressa a nossa variante barrosã da belíssima lenda dos Sete Varões Apostólicos.”

 

1600-carvalhais (25)

 

 

Num artigo publicado na Revista da Faculdade de Letras,  intitulado “ Os Municípios na estratégia defensiva Dionisina, de autoria de José Marques da Universidade di Porto,  encontrámos o seguinte:

 

“Funções das póvoas e concelhos

Sem esquecermos que o tema central da nossa comunicação pretende acebtuar a importância que os municípios fronteiriços tiveram na política defensiva do Reino, desejamos comprovar também o alcance da constituição de simples póvoas ao longo fa fronteiral desde os primeiros anos de reinado de D.Dinis. Para o efeito, reunimos um breve conjunto de pequenos núcleos populacionais constituídos em função das cartas de povoasmento outorgadas por este monarca, que vamos apresentar. Antes, poré, desejamos esclarecer que os termos utilizados no subtítulo deste ponto do nosso estudo não são sinónimos, nem convertíveis, se os apreciarmos numa perspectiva filosófica, sendo lícito afirmar que todos os concelhos são póvoas, mas nem todas as póvoas são concelhos, como melhor se verificará através dos exemplos que a seguir apresentamos. (…)  — 1288, Dezembro, 28 — Lisboa — dá carta de povoamento aos treze casais povoadores de Carvalhais, Montalegre. (A.N.T.T Chacelaria de D.Dinis, vol. I, fl. 246.)”

 

1600-carvalhais (24)

 

 

Deixemos as coisas dos livros e outros documentos escritos e passemos às nossas impressões pessoais, mesmo porque durante as nossas pesquisas não encontrámos mais nada sobre a aldeia de Carvalhais.

 

Pois segundo diz e aponta o topónimo, o carvalhal está na sua origem, e de facto ainda é o que por lá existem em maioria, mas nem tantos como para hoje em dia justificar a topónimo, e tal como se dizia na Toponímia de Montalegre “carvalho, planta tão típica desta região” e é bem verdade, e ainda bem, pois o carvalho é uma árvore autóctone, ou seja nativa, própria da região, que é nossa. Além disso, não arde com facilidade nos incêndios, mas dá uma boa brasa e uma boa lareira, aliás vai sendo a madeira preferida para queimar nas nossas lareiras nos nossos rigorosos invernos.

 

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Mas como ia dizendo e tal como se pode verificar na vista geral da aldeia reproduzida na segunda fotografia de hoje, tomada desde S.Domingos, há, na pratica, um carvalhal na proximidade da aldeia, pois a maioria, à sua volta, são pastagens ou mato nos pontos mais altos, este também autóctone, constituído na sua maioria por carqueja, urze e giestas, e reafirmo, ainda bem, embora hoje estes arbustos já não tendo a utilidade que outrora tiveram, principalmente utilizados para iniciar a combustão das lareiras e braseiras ou aquecimento dos fornos, ainda se vão utilizando como plantas medicinais, e depois são nossos, e não me venham com a cantiga de que o pinheiro também é autóctone… pelo menos, e outra vez, muito bem, no Barrosos de Montalegre não abunda, já o mesmo não acontece no Barroso de Boticas, mas lá chegaremos.

 

1600-carvalhais (20)

 

E será que gostei da aldeia, será que recomendo uma visita, será que o pessoal de lá é simpático e hospitaleiro? — Pois apetecia-me dizer: - Ide lá ver!  Mas a aldeia não me merece isso, e digo que sim, que sim e que sim, ou seja, recomendo a visita, o pessoal com quem estivemos é simpático e hospitaleiro e gostei da aldeia,  e olhai que gostar de uma aldeia, num fim de tarde, já cansados de andarmos a calcorrear tantos caminhos, não é fácil, é porque a aldeia merece mesmo, mas isso já me palpitava desde que a vi pela primeira vez desde S.Domingos.

 

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E como costumava dizer o já saudoso mas eterno Bento da Cruz, com esta me vou, mas antes, claro, como sempre, deixo aqui as referências às consultas e às anteriores abordagens às terras, lugares e temas do Barroso, estes com links para os respetivos posts. Para o próximo domingo, se tudo correr como previsto, cá estaremos de novo, com mais uma aldeia do Barroso de Montalegre. Até lá e desfrutem desta semana que se inicia.

 

1600-carvalhais (15)

 

Bibliografia

 

BAPTISTA, José Dias, (2014), Toponímia de Barroso. Montalegre: Ecomuseu – Associação de Barroso

BAPTISTA, José Dias, (2006), Montalegre. Edição do Município de Montalegre.

 

1600-carvalhais (18)

 

Links para anteriores abordagens ao Barroso:

 

A

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Algures no Barroso: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1533459

Amial - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ameal-1484516

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-arcos-1543113

B

Bagulhão - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bagulhao-1469670

Bustelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bustelo-1505379

C

Cambezes do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cambezes-do-1547875

Castanheira da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-castanheira-1526991

Cepeda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cepeda-1406958

Cervos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cervos-1473196

Contim - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-contim-1546192

Cortiço - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1490249

Corva - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-corva-1499531

D

Donões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-donoes-1446125

F

Fervidelas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fervidelas-1429294

Fiães do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fiaes-do-1432619

Fírvidas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-firvidas-1466833

Frades do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-frades-do-1440288

G

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Gralhós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhos-1531210

L

Ladrugães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ladrugaes-1520004

Lapela   - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-lapela-1435209

M

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

Meixide - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixide-1496229

N

Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-negroes-1511302

O

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Olhando para e desde o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-olhando-1426886

Ormeche - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ormeche-1540443

P

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Paio Afonso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paio-afonso-1451464

Parafita: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-parafita-1443308

Paredes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-1448799

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Pomar da Rainha - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pomar-da-1415405

Ponteira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ponteira-1481696

R

Roteiro para um dia de visita – 1ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104214

Roteiro para um dia de visita – 2ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104590

Roteiro para um dia de visita – 3ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105061

Roteiro para um dia de visita – 4ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105355

Roteiro para um dia de visita – 5ª paragem, ou não! - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105510

S

São Ane - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-ane-1461677

São Pedro - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Sezelhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sezelhe-1514548

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

T

Tabuadela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-tabuadela-1424376

Telhado - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-telhado-1403979

Travassos da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-travassos-1418417

U

Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

V

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1508489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

Vilaça - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilaca-1493232

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

X

Xertelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-xertelo-1458784

Z

Zebral - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-zebral-1503453

 

 

 *******************************************************

 

[i] Fomos ver e lá apenas constava isto: Do latino CARBACULU > CARBAGULO > CARBAGLO > CARVALHO. Sem referências.

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 23:30
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