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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017

Silhuetas com a marca Chaves

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
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Sábado, 5 de Dezembro de 2015

Castelo de Monforte, Chaves, em cinco momentos

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Hoje sem muitas palavras ficam cinco olhares sobre, e desde, o Castelo de Monforte. Cinco olhares em cinco momentos.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:53
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Domingo, 28 de Outubro de 2012

Castelo do Mau Vizinho - A Descoberta - Uma Agradável Desilusão

 

Pois cá estamos no post prometido, o tal que deveria ter sido publicado ontem para dar continuidade à primeira imagem de uma descoberta recente que me fez descer até ao mundo dos alfaiates, que agora já posso revelar, do Rio Mousse.

 

O post foi ligeiramente adiado porque com ele queria deixar algumas palavras referentes à agradável desilusão da tal descoberta, cuja história se conta em meia dúzia de palavras.



Quem acompanha este blog sabe que ao longo dos anos da sua existência já demos algumas voltas por todo o concelho, aldeias e lugares,  ou quase todo o concelho, pois há alguns locais que se têm apresentado de difícil acesso, embora sejam até muito conhecidos, ou falados, ou referenciados. Um desses locais é o do Castelo do Mau Vizinho que me trazia remoído de curiosidade, pois o difícil acesso e a dificuldade em encontrar gente disponível que lhe conhecesse o paradeiro, foi adiando a sua descoberta. Mas descobri-o recentemente com a tal agradável desilusão.



Mas falemos um pouco do Castelo do Mau Vizinho e daquilo que dele conhecia até há uns dias atrás, passando pelo que se diz dele em vários locais da especialidade, como por exemplo na página dos monumentos portugueses (www.monumentos.pt) onde se observa ser classificado como monumento nacional registado sob o nº PT0117003090014, onde no registo da descrição se pode ter acesso aos seguintes dados:


Categoria

Monumento

Descrição

Castelo roqueiro defendido por uma linha de muralha construída com blocos de xisto, unidos por argamassa, com grandes silhares de granito nos cunhais, encontrando-se o penedo que o coroa com a superfície desbastada e limitado por encaixes para assentamento da estrutura defensiva de um possível torreão central. Além da primeira muralha regista-se, exteriormente a esta, diversos encaixes na rocha, de assentamento de estruturas perecíveis relacionados com uma segunda linha defensiva.

Acessos

Estradão desde Cimo de Vila da Castanheira na EM Cimo de Bolideira - Roriz, a partir do km 186 da EN 103

Protecção

IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 1/86, DR, 1.ª série, n.º 2 de 03 janeiro 1986

Grau

2

Enquadramento

Rural, isolado, outeiro destacado coberto com carvalhos, de difícil acessibilidade, na zona terminal de encosta sobre o vale encaixado do Rio Mousse.

Utilização Inicial

Militar: castelo

Utilização Actual

Marco histórico-cultural: castelo

Propriedade

Pública: estatal



Afectação

Sem afectação

Época Construção

Idade Média

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Idade Média - Construção.

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes portantes.



Materiais

Muralha de blocos de xisto e granito, argamassa.

Bibliografia

AZEVEDO, Pedro A. de, Extractos archeologicos das Memorias Parochiaes de 1758, O Archeologo Português, 7 (2 - 3), Lisboa, 1902, p. 76; COSTA, António da Eira e, O Castelo do Mau Vizinho, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, 22 (3), Porto, 1973, p. 345 - 351; MARTINS, João Baptista, Inventário de sítios com interesse arqueológico do concelho de Chaves, trabalho dactilografado, Chaves, 1984, nº 15; SANTOS JÚNIOR, Joaquim Rodrigues dos, FREITAS, Adérito Medeiros, COSTA, António da Eira e, Campanha de Trabalhos. Castelo do Mau Vizinho. Cimo de Vila da Castanheira - Chaves, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, 24 (2), Porto, 1982, p. 293 - 320; IDEM, O Santuário do Castelo do Mau Vizinho, Revista de Guimarães, 99 (2), Guimarães, 1989, p. 368 - 410; SILVA, Armando C. F., A Cultura Castreja no Noroeste de Portugal, Paços de Ferreira, 1986, p. 301; TEIXEIRA, Ricardo e AMARAL, Paulo, Levantamento Arqueológico do Concelho de Chaves, relatórios anuais de actividades, Chaves, 1985 - 1992.

Intervenção Realizada

1981 - Trabalhos de limpeza e esquematização, sob a orientação de J. R. dos Santos Júnior, Adérito Medeiros Freitas e António da Eira e Costa; 1988 - trabalhos de limpeza e esquematização, sob a orientação de J. R. dos Santos Júnior, Adérito Medeiros Freitas, António da Eira e Costa e Norberto dos Santos Júnior.

Observações

Tradicionalmente considerado como santuário pré-romano, não apresenta, contudo, o mesmo tipo de estruturas, caso dos recipientes rituais registados noutros locais de culto desta área, como os de Pias dos Mouros (Valpaços), Vilar de Perdizes (Montalegre) ou Panóias (Vila Real), embora os dados apresentados na publicação da intervenção arqueológica, não sejam elucidativos quanto à ocupação crono-funcional do local. O espólio desta estação é constituído por fragmentos de cerâmica medieval.

Autor e Data

Isabel Sereno e Paulo Amaral 1993

Além da informação e bibliografia atrás citada, se fizermos uma pesquisa na INTERNET veremos que desde o IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico ao Instituto Português de Arqueologia, passando pela Wikipédia e outros 400 000 lugares (pesquisa Google),  há referencias ao Castelo do Mau Vizinho. Pois! E claro que contra tanta “literatura” não há argumentos, mas mesmo assim, e correndo o risco de não ser politicamente correto, cheguei ao tal local do Castelo do Mau Vizinho e, suponho que a minha ignorância,  não me permitiu ver  nenhum castelo, nem vestígios,  e daí, eu desde o início desde post dizer que esta descoberta  foi uma agradável desilusão. Explicada que está a desilusão passemos à parte do agradável.



Sempre que vou para terras de S.Vicente da Raia, depois de passar Travancas e Argemil, há por lá um alto onde paro sempre para contemplar o mar de montanhas que nasce aos nossos pés e se estende pelo horizonte adentro em direção a nascente. Um mar de montanhas que com os meios que tenho se torna proibido de navegar. Assim, são para mim terras virgens, ou quase. Depois de demorar uns anos a chegar a S.Gonçalo, onde o Rio Mousse termina a sua caminhada penetrando o Rio Mente, faltava-me subir  um pouco mais o Mousse para chegar  ao Castelo do Mau Vizinho. Sabia que ficava por alí junto ao Mousse, mas nunca o tinha conseguido localizar desde a praia do mar de montanhas. Imaginava o sítio interessante e de beleza igual ou superior à do S.Gonçalo e, não me enganei. O local é interessante e quanto a beleza, tem a sua beleza quase  selvagem onde a mão




 do homem ficou registada em alguns caminhos toscos e três moinhos que se esconde por entre o serpentear do Rio Mousse. O dito Castelo do Mau Vizinho  é um morro, outeiro ou cabeço que nasce quase perpendicularmente, deste serpentear do mousse, com “gigantes” lâminas de xisto como se fossem facas a desafiar o céu azul que,  desde o Mousse, de tão profundo que corre ali entre montanhas, faz que o azul do céu pareça muito mais azul.  Apetece ficar por lá, esquecido, abandonado, sem telemóveis, eletricidade, novas tecnologias. Apenas natureza e muita sombra resultante das montanhas que o sol não consegue atravessar.  Uma estranha paisagem engolida pelas montanhas onde o único horizonte alcançável é o céu e as lâminas de xisto do tal Castelo do Mau Vizinho, sem torres, ameias ou muralhas, apenas a natureza que se ergue como um castelo beijado por um pequeno rio que dá pelo nome de Mousse onde os alfaiates insistem em patinar contra a corrente.



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publicado por Fer.Ribeiro às 23:39
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Terça-feira, 24 de Abril de 2012

Chaves - Portugal

 

Para já uma imagem, com o castelo ao fundo, imagem de marca da grandeza e importância que Chaves teve outrora na defesa de Chaves. Hoje nem defendemos, nem nos defendem... também, antes o inimigo vinha de fora.

 

 

Já seguir a "Pedra de Toque" de António Roque.

 

 


 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:31
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Quarta-feira, 21 de Março de 2012

Os Castelos que já não nos protegem dos maus...

Castelo de Chaves

 

O Sr. Doutor Cavaco Silva, que também foi professor, funcionário público, economista, 1º Ministro e hoje é Presidente da República e que já tem uma certa idade e por isso também é reformado e deve ter alguma experiencia numas das coisas que foi, deu-se conta, agora, que é preciso repovoar o mundo rural e levar (no nosso caso trazer) de volta as pessoas para a agricultura, a mesma que,  com todos os políticos de todas as cores, ajudou a deixar de poulo quando todas as suas (deles) políticas contribuíram para o despovoamento do mundo rural. Um destes dias também vai dar conta que há poucos barcos a pescar no mar, que em tempos tivemos grandes estaleiros navais com o último em vias de ir à vida e que os comboios afinal também fazem falta e, talvez até se lembre que foi ele (o atual Presidente) quem roubou o Comboio à cidade de Chaves quando esteve no outro poleiro.

 

Castelo de Monterrei - Galiza

 

Claro que o repovoamento rural faz falta e se calha a urgência do repovoamento já é tardia demais. Que venha o povo de volta para o campo, mas primeiro, é preciso dar-lhes condições para voltarem, pois o povo de hoje já não se contenta (e bem) com cultivar os campos para apenas sobreviver. Também querem ter condições e ter por perto aquilo que existe nas grandes cidades, sobretudo ao nível de apoio e infraestruturas sociais e comunitárias, falo-vos por exemplo de hospitais a sério, escolas, pólos de cultura (cinema, espetáculos, música, festas, etc), mas também de outros modos de vida para além da agricultura, pois só a agricultura não chega, mas pode e deve haver um monte de atividades e pequenas indústrias a ela ligadas. Os senhores de Lisboa são pagos por todos nós para pensar e agir. Que pensem (se conseguirem), que reconheçam os seus erros do passado e que ajam pela primeira vez a pensar nos outros para além deles e das seitas que os acompanham e, sobretudo, que ponham os ricos (a quem eles se rendem) a trabalhar para a riqueza de Portugal em vez trabalharem só para a deles.

 

Castelo do Pontido - Vila Pouca de Aguiar

 

Todos sabemos que temos muitas mais riquezas por explorar para além da agricultura. Uma delas é o turismo, mas um turismo a sério, com gente por trás a trabalhar a sério nele, devidamente formada para trazer e receber turistas, e não estou a falar de licenciaturas em turismo, embora também façam falta, mas nos (a)gentes que diretamente trata e terá de tratar com os turistas e nesses, cabemos todos, nós os autóctones, os nossos comerciantes, a restauração e hotelaria, as associações mas sobretudo os políticos têm de ser os primeiros interessados, pois motivos turísticos, não nos faltam,  aliados àquilo que melhor temos – hospitalidade e uma boa mesa.

 

Turismo natural, de montanha, termal, histórico e religioso, de aventura (ligado ao desporto à montanha, ao ar e aos rios), a caça e a pesca (para além dos clubes e associativas). Eu sei lá. As cabecinhas pensadoras de Lisboa e os imitadores de província que pensem nisso em vez de andarem para aí a esbanjar dinheiro em obras inúteis e em querer arranjar outros futuros que não queremos nem têm o mínimo de sustentabilidade.

 

Castelo de Montalegre

 

Mas não quero com isto dizer que o nosso futuro passa pelo turismo. Não, bem longe disso. O turismo poderá ser apenas uma parte de um todo que temos potencialidade de desenvolver, onde também se inclui a agricultura, as pequenas indústrias ligadas às coisas da terra, o comércio e o resto virá por acréscimo onde, se calha, virá também o comboio e retomem o antigo projeto de ligação à Galiza. Agora que o TGV já foi à vida, pois não acredito que tenham coragem de voltar a essa grande asneira que em nada iria contribuir para a nossa felicidade e muito menos economia, pode ser que se lembrem novamente de termos uma rede ferroviária como deve ser, porque o desenvolvimento também passa por aí.

 

Castelo de Monforte de Rio Livre - Chaves

 

Isto tinha aqui conversa para todo o dia e para páginas e páginas de escrita e, estou em crer que os pavões dos políticos também têm alguma capacidade para conseguirem pensar em algumas destas coisas, mas o sistema da busca do “lucro” fácil e rápido que dá acesso ao voto de manutenção é mais atrativo. Concordo com umas palavras que ouvi há dias em que diziam que este sistema está falido, não a democracia, mas já está na altura de deixarmos a alínea a) e passar à alínea b) da democracia. A a) já está esgotada e já vimos que não resulta.

 

Para compor o texto, deixo-vos um roteiro pelos castelos cá do sítio, quem embora não tivesse medido estou certo que cabem todos num circulo com 50 quilómetros de diâmetro e que também já não nos protegem de quem nos quer fazer mal, mas bem podem, ainda, fazer parte de uma parte de um projeto do nosso futuro.

 

 

  

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:05
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Sábado, 29 de Agosto de 2009

Castelo de Monforte em Estado Selvagem

 

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Castelo de Monforte, Chaves, 24 de Setembro de 1961

 

Rezam as crónicas que certo infante, de visita à antiga Vila de que resta apenas a fortaleza desmantelada onde me encontro encarrapitado, ficou altamente ofendido com o presente de alguns açafates de figos – única fruta abundante na região – que à chegada recebeu dos pobres vassalos. A tal ponto, que mandou amarrar a um poste o vereador responsável pela ideia do mimo, e o obrigou a servir de alvo dos lacaios do séquito, num tiroteio em que as balas eram os gravosos lampos da oferta.

 

Falso ou verdadeiro, o episódio, que à leitura me pareceu repugnante, considerado aqui tem a sua justificação. Há certos destemperos que, embora se não desculpem, se compreendem. Quem me diz a mim que os desconchavo da alteza não foi apenas a expressão insolente dum grande amor magoado? Também eu sinto neste momento não sei que despeitada revolta, que surdo desespero. Do lado de lá da fronteira, Monterrey, altaneiro, majestoso, ufano das suas aladas torres, do seu palácio senhorial, da sua igreja românica, cofre de um retábulo de pedra de cegar a gente; deste, quatro paredes toscas de desilusão, que a hera aguenta de pé por devoção pátria. É, realmente, de um homem perder a paciência de vítima passiva do destino. Sempre pequenas muralhas de fraqueza e pobreza! Sempre um prato de figos ao fim de cada fome!

 

Miguel Torga, In Diário IX

 

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Se não fosse por Torga já não estar entre nós e o texto estar datado de 1961, pensaria que tinha acabado de o escrever, pois o Castelo de Monforte, está em pleno estado selvagem, entregue a si próprio ou seja, ao abandono, como se não lhe bastasse ter de aguentar o rigor das alturas, tem agora também de aguentar o rigor do desprezo.

 

Fico sem palavras quando assim se trata aquilo que de melhor temos, mas o que mais custa é, que no meio de tanto desprezo, não haver culpados para a sua situação de abandono e, por muito carinho que a população das redondezas tenha pelo seu castelo, as denúncias do desprezo caiem sempre em saco roto.

 

Houve há anos atrás uma tentativa de revitalizar o Castelo de Monforte e a sua envolvente. Foi criado um parque de lazer e falava-se então na intenção de por lá (na torre) se construir um  museu. Levaram-se para lá alguns eventos, como a recriação de uma feira medieval, que embora só acontecesse uma vez por ano, era um bom princípio para dar vida a todo o seu espaço. Mas tudo não passou de um investimento em vão e temporário que mais uma vez desonra  toda a importância de um dos legados mais importantes que temos e de toda a história que àquele Castelo lhe está associada e que ainda hoje dá nome às terras da sua envolvente – Terras de Monforte.

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Ao desleixo no qual o Castelo de Monforte caiu está também associado o desinteresse cultural e histórico, para além da falta de imaginação, e porque não ignorância,  de quem manda e de quem tutela todo este património histórico que também é cultural e que há muito poderia ser turístico.

 

Tal como Torga, é, realmente, de um homem perder a paciência de vítima passiva destes destinos e abandonos. Perdemos e paciência e revoltamo-nos com estes acontecimentos. Ousamos a denúncia e, ou é remetida para o silêncio ou somos criticados por tal, enquanto que os culpados, que nunca têm culpa, saem ilesos de ignorar, esquecer, ou seja,  maltratar assim o nosso património.

 

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Mas nestes casos, onde o património cultural e histórico que é também Monumento Nacional e de interesse público, está esquecido, abandonado e maltratado, há que ousar denunciar quem para tal contribui, pois também por tal é responsável. Responsabilidades que são divididas por muitas entidades e que, como tal, dividem também as culpas, ou pior, alheiam-se delas. Começando pela Junta de Freguesia que tem uma palavra importante a dizer ou a defender, pela Câmara Municipal que deveria ser a mais interessada no assunto, não esquecendo a Comissão Regional de Turismo (ou quem agora a substitui), passando para os senhores de Lisboa e as suas instituições (IGESPAR, Monumentos Nacionais, etc.) e até o próprio Governo (das quais são dependentes) por falta de uma política de defesa e preservação dos Castelos e Fortalezas de Portugal, do património e da cultura a eles associada.

 

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Com o desprezo e abandono do Castelo de Monforte, não é só o Castelo, a história e a cultura que ficam a perder, mas também as aldeias e freguesias que lhes são próximas, o concelho e a região. Não admira que com tanto marasmo que é dedicado aos nossos interesses, as populações locais se dediquem, ou melhor, sejam forçadas ao abandonar as terras que amam e que os viu nascer. Mais um pouco de dignidade e defesa das coisas públicas e do nosso património e nossos interesses, também se exigem a que é eleito ou pago para tal.

 

Mas no meio de tanto esquecimento ainda há quem individualmente se manifeste e denuncie estes casos, tal como é, entre outros,  o caso dos blogues de Águas Frias e dos seus autores, mas ao que sei, nem sequer obtêm resposta das denúncias que fazem às entidades competentes. É caso para dizer – Já não há respeito! Pena também que se tenha perdido a tradição de amarrar aos postes quem nos ofende e mesmo sem figos, sempre se arranjavam uns tomates, bem maduros...

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:20
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