12 anos

Quinta-feira, 9 de Março de 2017

Pois, segunda parte.

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Claro que enquanto durmo, nos meus sonhos, tudo é possível e tudo engrena na perfeição, e tanto é assim, que se vivem com tamanha intensidade que chegam a parecer ser tudo realidade e levamos a coisa a sério, até que chega o momento de acordar. Já acordados, bem acordados, só temos dois caminhos a seguir, viver o dia, ou esperar que a noite caia.   

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:08
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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017

Cidade de Chaves, um olhar

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:38
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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017

A estética da arte e o nó duma corda

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Tinha mentalmente preparado um paleio mais profundo para este post, do género daqueles que põem, ou pretendem por,  as pessoas a pensar e a sentirem-se inteligentes com a opção de guiarem o seu próprio pensamento por um novo caminho da sua opção, sem se alinharem com estas palavras e sem concordarem ou discordarem delas. Era assim uma coisa do género de um poema complicado em que o poeta,  para disfarçar aquilo que quer dizer, acaba por baralhar as palavras dizendo aquilo que realmente sente mas com palavras que dizem outra coisa e que, quem os lê, nem lê aquilo que o poeta sente ou realmente diz, mas aquilo que quer ler e nessa leitura sentir.

 

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É um bocado como a estética ou a arte, leia-se a estética da arte, onde, com inteligência, até se conseguem ler e sentir mesmo onde não as há, ou seja, é assim como ver no nó duma corda um tropeçar seguido de cambalhota para de seguida se por a pé e seguir o seu caminho… penso que o melhor é mesmo ficar por aqui. Até amanhã!

 

 

 

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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017

O Fernando Pessoa e o Milo do talho

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Já o disse aqui e repito-o – não gosto dos dias de chuva. É chata, fria, molha e limita muito da nossa liberdade e como se isto não bastasse, acontecem coisas muito estranhas nestes dias.

 

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Ver o Fernando Pessoa a caminho da biblioteca não seria estranho se o Pessoa estivesse vivo, e ver o Milo do talho a vender fruta, até também nem seria estranho se tivesse clientes a quem a vender. Coisas dos dias de chuva, mas mesmo assim, nem estas aparições fazem com que goste dos dias de chuva.

 

 

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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2017

De regresso à cidade

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A partir de hoje os regressos à cidade de segunda-feira vão ser feitos com uma imagem de arte digital, mas a partir de uma fotografia, também ela digital. Há quem não goste destas alterações, principalmente os puristas da fotografia, mas também há quem goste. Aliás desde que passámos à era da fotografia digital, toda ela é arte digital e essa coisa de ela ser ou não alterada, não passa de uma não discussão, tal como os puristas, pois as  próprias câmaras fotográficas digitais estão preparadas para alterar as imagens ao gosto do utilizador. Mas há mais, também na era da analógica havia muita fotografia que era alterada em laboratório. Seja como for, eu gosto de brincar com as imagens e também há quem goste dos resultados, assim sendo, estamos conversados.

 

 

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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2017

Blog Chaves faz hoje 12 anos

12 anos-grande

 

Pois é, o tempo passa. Ainda parece que foi ontem que este blog apareceu na internet e já lá vão 12 anos que anda por aqui.

 

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É tempo, como vem sendo habitual ao longo destes últimos 12 anos, de neste dia de aniversário do blog fazer um pequeno balanço do que por aqui se tem feito e os também habituais e merecidos agradecimentos a todos os que colaboram com o Blog Chaves, Olhares sobre a cidade.

 

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Podemos começar pelos “olhares sobre a cidade” que no ano de 2016 alargou “oficialmente” com uma rubrica fixa aos domingos, os olhares à região que nos é mais próxima, com “O Barroso aqui tão perto” mas também com uma outra “A Galiza aqui ao lado”, esta ainda em fase de rubrica ocasional.

 

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E este alargamento de olhares aos concelhos vizinhos não é inocente. Primeiro porque com alguns deles temos ligações muito fortes, quer familiares, quer de amizades mas também de interesses comuns. A cidade de Chaves mais que sede de concelho é também “sede”  de uma região, infelizmente de uma região que não existe oficialmente nem administrativamente, embora exista uma coisa chamada CIM Alto Tâmega, que para além de ter sido inventada para garantir “tacho” aos ex-autarcas que por força da Lei foram obrigados a abandonar o poder, pouco mais se sabe daquilo que fazem e nem se dá pela sua existência. CIM Alto Tâmega onde estão presentes os Municípios de Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar.

 

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Pois a região à qual me refiro nada tem a ver com a tal CIM, mesmo porque  para além dos municípios que a integram, a meu ver, deveriam também constar o Município de Vinhais e os concelhos galegos da raia seca que confrontam com os concelhos de Montalegre, Chaves e Vinhais. Essa sim, para quem gosta de ir buscar as grandezas de há 500 anos para conforto do ego, tal como o Camões, Chaves teria de regresso a importância que teve num passado não muito distante, que para além da importante praça militar que foi, era a capital comercial, da saúde e da educação de toda essa região, com algumas exceções para os municípios galegos. Mas verdade seja, para além de Chaves ter a mania de copiar alguns dos eventos que os outros municípios ergueram com sucesso, pouco ou nada tem feito por manter a sua grandeza do passado, antes pelo contrário, tem perdido valências em tudo que é importante para uma cidade e a região que serve, principalmente ao nível da saúde, da educação e do grande comércio tradicional, aquele que estava ligado ao mundo rural, à agricultura, à floresta e à criação de gado, entre outros, ou seja, daquilo de que Chaves ao longo dos séculos da sua existência sempre dependeu. E fico-me por aqui e nem sequer quero abordar o que será o futuro de Chaves.

 

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Quanto ao balanco do ano flaviense que passou, mesmo com muito ruído que ande à sua volta, penso que o mais importante que aconteceu, foi a abertura do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso. E ao respeito vem-me à lembrança o primeiro e último verso do primeiro poema da “Mensagem” , “O Infante”, de Fernando Pessoa, onde diz “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.// (…) // Senhor, falta cumprir-se Portugal!” Pois com o MACNA , que teve a felicidade de ter sido projetado por Siza Vieira, Deus ou outro poder também quis, o homem sonhou e a obra nasceu, agora há que cumprir o Museu de Arte Contemporânea… para não termos de, como Fernando Pessoa, ter de dizer “falta cumprir-se”.

 

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Agora o merecido agradecimento a todos os que colaboram direta ou indiretamente com este blog, sem os quais não seria possível chegar aos 12 anos de existência. Agradecimento que vai além dos atuais colaboradores, pois é extensível  a todos os colaboradores que desde o inicio do blog deram o seu contributo com as suas rubricas e também àqueles que por fortes razões meteram férias sabáticas e que quando menos esperarmos estarão aí de novo. Ao todo, segundo as minhas contas, o blog conta já com 26 os colaboradores, contando com os 14 que estão no ativo com as suas colaborações. Um muito OBRIGADO a todos, e repito, sem os quais este blog não teria chegado até aqui.

 

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A respeito de colaborações, escusado será dizer, que o blog continua aberto a todos que com ele queiram colaborar.

 

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E já que agradeci aos que estão deste lado, há também um agradecimento especial aos que estais ai a ver e ler o que por aqui se faz. Aliás este blog só existe porque vós existis. Claro que há um agradecimento ainda mais especial para os que estão desse lado e que vai para todos os que acompanham e são fiéis a este blog desde o início da sua existência e aos que ousam deixar aqui o seu comentário, que é sempre importante para nós e para o rumo do blog. Gostava-mos de ter mais comentários, mas já estamos habituados.

 

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Agrada-nos também saber que ao longo destes anos o Blog tem servido como ponto de encontro e reencontro, principalmente dos “netos” que através desta casa têm encontrado, reencontrado  e até  descoberto familiares que não sabiam existir.  Tal como nos agrada saber que os nossos post levam recordações a muita gente e provocam curiosidades sobre nós, flavienses e transmontanos. Coisas, despertares, curiosidades e sentimentos que não são visíveis no blog mas que, com frequência, nos são manifestadas por mail e que a todos tentamos dar ser resposta, mas o mais gratificante é saber que este blog provocou a vinda a Chaves e à região de muita gente. Também não deixa de ser gratificante saber que já passámos a barreira dos dois milhões e quinhentas mil visitas e que estamos a caminho dos 3.000.000 de visitas.

 

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E que mais dizer!? Pois não sei. Quanto ao futuro, vamos continuar por aqui. Para já com as rubricas habituais e todas as semanas  com as imagens de Chaves e do Barroso de Montalegre. De vez em quando com imagens de a Galiza aqui ao lado e de outros locais. Para o futuro, se tivermos tempo e condições, tal como estamos a fazer com o Barroso de Montalegre, passaremos aos tais outros vizinhos a que me referia no início do blog.

 

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E fico-me por aqui. Quanto às imagens de hoje, como já vem sendo  habitual,  são algumas de uma seleção aleatória das imagens que mais gostei de publicar.

 

Fernando DC Ribeiro

 

PS - A habitual rubrica das segundas- feiras "Quem conta um ponto..." de João Madureira será publicado às 13 horas,  e, ainda hoje, teremos também uma crónica "Ocasional" de Luís Henrique Fernandes, esta programada para as 19 horas. 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:42
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016

Momentos pois!

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Cada um vai ao que vai e vai muito bem, até pode ser que vá ao mesmo, mas vai por onde quer e como quer. Ninguém tem nada com isso. É isso que nos distingue, que nos torna singulares, interessantes ou não, diferentes, mesmo que iguais… era tão bom que assim fosse!

 

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Tá bem, voltemos a normalidade dos dias, ao politicamente correto, ao cliché, à rotina, à chatice se faz favor, obrigado. Oh! Que se foda, lá terá de ser. O palavrão era escusado, pois era, mas apeteceu-me…  

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:29
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2016

Chaves D'Aurora

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  1. AMORES-PERFEITOS.

 

Em uma casa menor, ao fundo esquerdo do terreno, ficavam o galinheiro, três pequenos currais, aonde à noite recolhiam-se os porcos, patos e perus, e um espaço para o único meio coletivo de transporte familiar. Este era uma espécie de landó, quase todo de madeira, com uma cobertura conversível e dois assentos, cada um para três pessoas. Se todos da família saíssem juntos, os filhos homens iam à boleia, ao lado de Manuel de Fiães, o cocheiro.

 

Havia também as baias para os cavalos. Além do Açaí e do Murici, os que conduziam o landó, havia também a parelha Azeitona e Azeviche, com suas belas e negras pelagens, os quais ficavam disponíveis apenas para os passeios dos rapazes, algo que os putos faziam com muito gosto, sempre que lhes apetecesse cavalgar.

 

 

casa.JPG

 

 Prédio onde seria a Quinta Grão Pará, à Rua do Raio X.

Cf. croquis em poder dos Bernardes (Foto do Autor,2010).

 

 

Uma vez que os flavienses de então não eram muito dados a plantar árvores em seus quinteiros, chamava a atenção dos passantes o imenso pomar onde frutificavam laranjeiras, pereiras, cerejeiras e que tais. A uma pequena horta, cultivavam-se as couves frescas para a sopa e também os nabos, feijões, favas, abóboras, cebolas, tomates e pimentos, enquanto que, das quintas de Santo Estêvão e de Sant’Aninha de Monforte, provinham queijos, vinhos, manteiga, presuntos e outros fumeiros, lá mesmo produzidos de modo artesanal, além de outros géneros para o consumo doméstico.

 

Ao lado da escada lateral, na frente da Quinta, apreciava-se um jardim onde, na primavera e no verão, viçavam flores as mais diversas. As preferidas de Aurora, a quem era muito prazeroso cuidar da jardinagem doméstica, eram os amores-perfeitos, com suas várias colorações. A essa altura, ela mesma plantava os seus prediletos.

 

Azuis.

 

fim-de-post

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:38
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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016

Chaves - Feira dos Santos 2016 - Três Momentos

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:57
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016

Discursos sobre a cidade ou outra coisa... como o regresso às aulas

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Não quero acreditar que esta primeira imagem já seja de arquivo, que seja verdade o que se diz… por isso, enquanto não for lá ver com os meus próprios olhos,   falemos de outras coisas mais sérias, como a  relação do ser humano com os animais que sempre foi regida pela noção de domínio. Acostumado à ideia de legitimidade da exploração dos animais e da natureza, o homem tem agido, muitas vezes, com arbitrariedade, torpeza e irresponsabilidade, ou então falemos do rapaz que está a ir para a escola e no caminho, encontra uma colega de turma, que não conseguia parar de rir: - Interessantes essas meias que estás a usar, Ricardinho... uma amarela e outra azul... - É verdade. Tem graça é que lá em casa tenho outro par igual!

 

1600-(28791)

 

E continuemos com o homem estava em casa a ver televisão e a comer amendoins. Atirava-os ao ar para em seguida apanhá-los com a boca. A meio da acrobacia a sua esposa fez uma pergunta, e quando ele se virou para responder, um amendoim caiu-lhe dentro da orelha.

Ele bem que tentou tirá-lo mas apenas conseguiu enterra-lo ainda mais. Após horas a tentar, começaram a ficar preocupados e decidiram ir ao hospital.
Estavam a fechar a porta de casa, quando chegou a filha com um amigo. Após serem informados do problema, o amigo da filha disse que conseguia tirar o amendoim.

O jovem enfiou dois dedos pelo nariz do homem a dentro e disse para ele expirar com força.

O homem assim fez e o amendoim saltou fora.

A esposa e a filha saltaram e gritaram de alegria.

O jovem insistiu que não era nada de mais e foi com a filha para a cozinha comer qualquer coisa.

Assim que saíram, a mãe virou-se para o pai:

- Não é maravilhoso? Não é esperto? Que achas que ele vai ser quando crescer?
- Pelo cheiro que tem nos dedos,... vai ser nosso genro.

 

 

Hoje foi assim, pois a ser verdade é mais uma anedota!

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:46
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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016

De regresso à cidade com gravuras...

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De regresso à cidade com uma sugestão – Visitar a 8ª Bienal Internacional de Gravura do Douro,  que nesta edição também tem sala em Chaves, mais propriamente no Sala Multiusos do Centro Cultural e uma pequena mostra na Biblioteca Municipal.

 

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Se não puder nos próximos dias, não há problema, pois a exposição estará patente ao público até 31 de outubro deste ano.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:26
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2016

Chaves, uma imagem

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:26
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Sexta-feira, 29 de Julho de 2016

Chaves, uma imagem

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publicado por Fer.Ribeiro às 16:10
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Quinta-feira, 7 de Julho de 2016

Chaves, uma imagem à beira rio

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Aos poucos deixámos de estar virados de costas para o rio e começámos a ganhar as suas margens como um espaço público para desfrutar e estar. Pena que a qualidade da água do rio não recomende ir a banhos, pois estes espaços mereciam ter mais vida e outros atrativos. O espaço já existe…

 

E Viva Portugal – Estamos na Final!

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:59
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2016

Cidade de Chaves, uma imagem

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:25
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