Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

SINCELOS - ESTÓRIAS DE CHAVES

IMG_5780.jpg

 

SINCELOS

estórias em Chaves

 

Sincelos – estórias em Chaves, mais que estórias é um presente de Natal com estórias nossas, da nossa terra,  que o Gil Santos, também ele flaviense do planalto do Brunheiro e que também faz parte da família deste blog,  nos oferece, partilhando-as connosco. Estórias de vidas de montanha, de Chaves, de leitura obrigatória, de contar à lareira, de partilhar, de oferecer como quem oferece um pouco de nós. Sem dúvida um bom presente par oferecer neste Natal.

 

IMG_5774.jpg

 

Roubámos a sinopse e as notas de abertura de SINCELOS para partilhar aqui:

 

SINOPSE

«Sincelos» oferece-nos estórias simples, retalhos humildes, tal como as hortas da minha terra que se fazem de singelos talhões de renovo.


Mal ou bem ditas, estas estórias pretendem emprestar voz aos modos de vida, mas sobretudo às falas que o turbilhão do devir força ao olvido.


Que sejam o que eu quero ser, simples e ingénuas, «cortando o real com a faca da língua»!


Desabridamente destemperadas, as estórias radicam na «franqueza absoluta de uma oralidade recolectora dos sentimentos» de um povo modesto e sofrido.


Um tributo da escrita à nostalgia do Planalto!

 

 

24129456_1685281851510463_5317554646604038247_n.jp

 

 

NOTAS DE ABERTURA

Sincelos hão de ser preitos ao linguajar das gentes do Planalto. As palavras, navalhas amoladas pelo suão, os sentimentos tributos a um povo simples e sofrido que ama e odeia como os demais.

 

Sincelos hão de ser memoriais aos jeitos de dizer da minha terra, um lugar livre e descomprometido.

 

Sincelos serão a evocação de um passado remoto, fragilmente registado, que o resgatará do turbilhão do devir.

 

Sincelos serão asas que rasgam os ventos da imaginação em pedaços tangíveis.

 

Sincelos serão testemunhos que nos acertam a vida.

Sincelos serão viagens a um tempo outro. O saldo das contas com a

simplicidade que lhe marcará a diferença.

Sincelos serão pontes para a nostalgia.

Sincelos serão a alma gémea de um homem do povo, que assuca o torrão

com a relha da caneta. Um lavrador de courelas que não renega o berço que o pariu.

 

Aproveitem, mas botem samarra que o vento corta!

 

23847239_1685281858177129_36414216543148839_o.jpg

 

Para quem estiver interessado em comprar o livro, o preço de capa é de 15€ e está à venda na FNAC, em Chaves na Rua do Olival (Livraria da papelaria Flávia Douro) ou pode ser pedido por mail ao autor para enviar à cobrança, com pedidos enviados para o seu mail pessoal: gilmmsantos@gmail.com.

 

Da minha parte um agradecimento ao Gil Santos por ter escolhido duas das minhas fotografias para compor a capa e contra-capa do livro. Obrigado Gil pelas fotos e principalmente pelas estórias.

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:00
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Segunda-feira, 27 de Novembro de 2017

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

800-_MG_8210 copy

 

´
tags:
publicado por Fer.Ribeiro às 00:00
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

Discursos sobre a cidade - Por António de Souza e Silva

SOUZA

 

 

DA (IN)COMPETÊNCIA ATUAL A UM NOVO ACORDAR

 

Já falta menos de um mês para as Eleições Autárquicas.

 

Trazemos, por isso, aqui a esta rubrica, o nosso modesto contributo sobre a política e o nosso estado de alma quanto ao posicionamento que temos quanto aos dois principais contentores, no quadro das eleições para o Município de Chaves.

 

Fomos, no passado, responsável por setores da política autárquica flaviense. Apesar de alguns erros cometidos - que sempre os há em quem tem a obrigação de decidir - orgulhamo-nos de ter contribuído para o desenvolvimento do nosso concelho.

 

Há vinte anos que deixámos a vida político-partidária ativa. Por opção pessoal, depois de termos passado vinte anos na oposição e dez no poder. Achámos, naquela altura, que devíamos passar o testemunho a outros, face a uma atividade, quando tomada a sério, tão responsável e fatigante. E porque sempre entendemos que a atividade político-partidária é passageira, efémera e, quando nos órgãos, desempenhando funções públicas, cumprimos um dever cívico como cidadãos que somos, numa sociedade democrática.

 

Apesar de sermos militante do Partido Socialista, nada nos inibe, como cidadão e flaviense, ter opinião e sermos, às vezes, crítico quanto às políticas que o Município levou, e leva, a cabo, independentemente de quem está no poder. Na verdade, antes de sermos militante de um partido, somos, em primeira mão, cidadão português e flaviense.

 

Temos consciência de, em vinte anos, que muita coisa mudou. Principalmente na forma como os cidadãos se posicionam quanto à política e à atividade dos seus agentes.

 

É discorrendo sobre tudo isto que, auxiliado por um autor que tanto apreciamos no que escreve (Daniel Innerarity), aqui fica o nosso Discurso deste mês.

 

I

 

Vivemos em tempos de descontentamento. Descontentamento também, e principalmente, com a política. Boa parte desse descontentamento com a política tem a ver com o contraste entre aquilo que se quer e aquilo que se pode. Quando comprovamos a quantidade de fracassos dos governos, costumamos cometer o erro de pensar que se devem à sua incompetência - e apenas a ela - sem nos apercebermos ao mesmo tempo de que eles se devem, em grande medida, a certas expetativas que alimentámos em relação à política e que esta já não pode satisfazer.

 

É preciso atendermos que o Estado (central e periférico), como forma heroica da história envelheceu. Como garante do bem comum está sobrecarregado. Como benfeitor da sociedade carece de recursos. Como centro de governo já não se vê perante uma periferia mas perante um exército de outros centros.

 

O descontentamento com a política é, assim, compatível com o facto de se lhe exigir mais do que aquilo que alguma vez se esperou dela. Mas, não tenhamos dúvidas, nos tempos por que passamos, de extrema complexidade social: - não podemos exigir políticos providenciais com políticas e soluções salvadoras e que governar é uma operação que se realiza com certezas escassas, que exige uma delimitação rigorosa do possível, no meio de uma autoridade contestada e com recursos escassos.

 

O mal do nosso sistema político é que caiu na armadilha da omnipotência sugerida pelos meios de comunicação social, entretanto convertida na regra da competência entre os agentes políticos que se acusam mutuamente de não terem feito o suficiente.

 

Daí a nossa chamada de atenção para os partidos com vocação de governo: prometer o que não podem cumprir é tão letal como dar a impressão de que não fariam as coisas de forma diferente da que os seus rivais fazem.

 

Muita gente não acredita na política. Por sua vez, nunca ela foi tão necessária como hoje em dia. Daí a nossa pergunta: existirá ainda, apesar de tudo, alguma possibilidade de politizar, de fazer política, algo que tem sempre a ver com a diferença e a alternativa? A nosso ver, há três grandes oportunidades para o debate ideológico nas quais faz sentido levar a cabo uma certa repolitização das nossas sociedades, como seja:

 

  • Dar uma maior importância às qualidades pessoais dos representantes, ou seja, personalização da liderança, em que a confiança, a credibilidade, a honestidade ou a competência são o que marca a diferença, e não os discursos ideológicos abstratos, bem assim as questões de estilo e qualidade democrática - transparência, participação, responsabilidade.
  • Entender a complexidade e a transformação dos novos conflitos, ou seja, estar atento à transformação de conflitos novos.
  • Aceitar as nossas limitações quando se trata de controlar os resultados económicos, identificar as possibilidades que se nos oferecem num espaço economicamente condicionado, que costumam ser mais do que aquelas que estamos acostumados a reconhecer, ou seja, viver com novas possibilidades no contexto de políticas económicas fortemente condicionadas e ter em atenção que já não são só as questões do socioeconómico, mas também o cultural e o identitário, com os estilos de vida, a igualdade de direitos e as liberdades pessoais, a que a política deve estar atenta. O conflito converteu-se em algo multidimensional. É preciso dar atenção e expressão a novas reivindicações, a certos movimentos sociais, onde se expressam novas exigências e novas opções políticas. As limitações e os condicionamentos fazem parte da vida política.

 

Infelizmente, hoje a política é o âmbito social que mais impressão dá de paralisação. Deixou de ser uma instância de configuração da mudança para passar a ser um lugar em que se administra a estagnação.

 

A política disciplinou sempre os nossos sonhos, corporizou-os numa lógica política e traduziu-os em programas de ação.

 

Mas tudo mudou...

 

II

 

Olhemos para os principais cartazes dos dois grandes opositores, candidatos à presidência do executivo flaviense. Será que nos dizem alguma coisa?

 

Imagem 01.jpg

 

Naturalmente que somos todos flavienses. E somos todos por Chaves. Que queremos cada vez mais uma Chaves nova, renovada. Mas... de que verdade nos falam? Que trabalho nos apresentam? Competência ao serviço de quê e de quem?

 

Onde está escrita a frase ou o slogan que nos galvanize para a construção de um outro futuro, do nosso porvir?

Estamos perante um Programa plausível? Com agentes políticos que compreendam as profundas alterações no modo de fazer política na sociedade hodierna, que criámos, ou, pelo contrário, continuamos arreigados aos mesmos princípios, métodos e estratégias do passado, dos mesmos clichés?...

 

Definitivamente, a avaliar pelo cartaz, embora tecnicamente bem elaborado, tudo o resto nos deixa indiferentes, céticos, perplexos, sem qualquer linha de rumo que se vislumbre e suscite alguma alteração. É uma continuidade mesclada, ainda por cima, com trânsfugas e pseudoindependentes...

 

Imagem 02.jpg

 

Debrucemo-nos agora sobre o cartaz do PS.

 

Independentemente da cor, a sugerir que a campanha eleitoral é um campo de batalha, que, de todo não nos cativa, gostamos, contudo, do slogan escolhido - Acordar Chaves.

 

Se é bem verdade que a política já não mobiliza as paixões mais do que de maneira epidérmica, isso não quer dizer que as reivindicações que dirigimos à política tenham desaparecido. Muito pelo contrário. Os mesmos que se desinteressam soberanamente pela política esperam dela, constantemente, muitas vantagens e não são menos vigilantes face ao incumprimento das suas exigências.

 

Por isso, o slogan Acordar Chaves, funciona como um apelo, no sentido de nos despertar para a realidade que nos cerca, tornando-nos mais empenhados, alertados, para uma nova postura de construção do nosso futuro.

 

O grande desafio das atuais sociedades democráticas é não deixar tranquilos os seus representantes - aos quais deve vigiar, criticar e, se for caso disso, substituir - sem destruir o espaço público nem o despolitizar.

 

Mas a palavra Acordar deve aqui ser entendida num sentido polissémico.

 

Expliquemos o nosso ponto de vista.

 

Qualquer sonho político só é realizável em colaboração com os outros que também querem participar na sua definição. Os pactos e as alianças põem em evidência a necessidade mútua de uns e de outros. O poder deve ser sempre uma realidade partilhada. E a convivência democrática deve  proporcionar muitas possibilidades embora imponha também muitas limitações. A ação política implica, assim, sempre transigir, acordar. Desta feita, quem abordar todos os problemas como uma questão de princípio; quem utilizar constantemente a linguagem dos princípios, do irrenunciável e do combate está condenado à frustração e ao autoritarismo.

 

Aqueles que forem incapazes de entender a plausibilidade dos argumentos da outra parte não conseguirão pensar, e muito menos atuar, politicamente.

 

É esta a postura, de diálogo, pactos, consensos e acordos sobre o futuro de Chaves, numa sociedade tão complexa e de rumo tão incerto e de fortes constrangimentos, que se espera desta candidatura do PS e que, estamos certos, terá coragem, usando a verdade, com trabalho e competência suscitar um novo porvir para Chaves.

 

 

A sociedade - e particularmente neste  momento que passamos de campanha eleitoral - não é só estruturada pelo direito e pela política, mas também pelos sentimentos e pelas convicções.

 

Esperamos, sinceramente, que esta candidatura toque no coração das pessoas.

 

A democracia configura-se desde sempre como um sistema de confiança limitada e revogável.

 

A mudança é possível e desejável.

 

Não é verdade que as pessoas tenham deixado de se interessar pela política. Vivemos numa sociedade em que se disseminou um sentimento de que todos têm competência para a política; o nosso nível de escolaridade aumentou e todos nos sentimos capazes de avaliar assuntos públicos, de maneira que toleramos pior que nos queiram retirar essa capacidade.

 

Mas devemos atentar ao que deixamos escrito acima!

 

O que cabe nas urnas são as nossas aspirações; o que vem depois - se é que não queremos converter o nosso sonho num pesadelo para os outros - é o jogo democrático que limita e frusta, não raro, os nossos desejos, mas que também os enriquece com as contribuições dos outros. Se alguém conseguisse satisfazer todas as suas aspirações não partilharia da nossa condição humana e muito muito menos da nossa condição política.

 

É com este entendimento, e enquadrado dentro deste espírito, que estamos certo que Nuno Vaz prosseguirá, que nesta hora, mais que nunca, vamos votar no PS.

 

Nas horas decisivas, é necessário estar lá. Nós estaremos, com certeza!

 

 

António de Souza e Silva

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:15
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Terça-feira, 25 de Julho de 2017

Chaves - Um olhar sobre o Postigo

1600-(47369)

 

As casinhas do Postigo, penso que já centenárias a julgar pelas fotografias antigas do início do Século passado onde estas casas já aparecem, menos coloridas, mas sem grandes diferenças. Por trás destas, embora não pareça, temos um troço das muralhas medievais, que hoje são também fachadas de casas de habitação. É, os atentados urbanísticos já são coisa antiga nesta cidade e a coisa pública, só o é enquanto é.

 

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:50
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Terça-feira, 27 de Junho de 2017

Cidade de Chaves - Arrabalde

1600-(47193)

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:42
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quarta-feira, 14 de Junho de 2017

Coisas primeiras

1600-(32281)

 

Quis partir    olhar   sentir o mar

E deram-me os olhos de uma criança

Rasos de lágrimas para navegar

 

 

 

´
tags: ,
publicado por Fer.Ribeiro às 01:23
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 25 de Maio de 2017

Flavienses por outras terras - Miguel Oliveira

Banner Flavienses por outras terras

 

Miguel Oliveira

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos novamente até ao Brasil, mais concretamente até Juazeiro, uma cidade cujo nome coincide com o de uma árvore típica desta zona semiárida do Brasil, cujos frutos, do tamanho de uma cereja, são extremamente apreciados e utilizados para fazer compotas.

 

É em Juazeiro que vamos encontrar o Miguel Oliveira.

 

Cabeçalho - Miguel Oliveira.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci na freguesia de Santa Maria Maior, em Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária da Estação, a Escola EB 2/3 Nadir Afonso, a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1994 para frequentar a Escola Superior Agrária de Coimbra.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Coimbra, em Mortágua, em Matosinhos, em Paredes de Coura, na Póvoa de Varzim e no Brasil, nas cidades de Passos (Minas Gerais), Salvador (Bahia) e atualmente em Juazeiro (Bahia).

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Recordo os dias em que caía neve… Era extraordinário brincar com a neve, fazer bonecos, bolas de neve… Recordo também os passeios ao fim de semana para acompanhar o glorioso Desportivo de Chaves nas suas deslocações fora de casa.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Conhecer a excelente gastronomia, sem esquecer os deliciosos pastéis de carne, o fumeiro, entre tantas outras coisas. Visitar os diversos monumentos espalhados pela cidade e as termas medicinais.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades da família, dos amigos, e da cidade em geral.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

A cada 2 anos.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, gostaria, mas não durante o período de Inverno, pois considero rigoroso demais. Assim sendo, gostaria de passar meio ano em Chaves e meio ano no Brasil.

 

Pôr do sol na  travessia de barco de Juazeiro par

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Miguel Oliveira.png

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 17:44
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Domingo, 21 de Maio de 2017

Pecados e Picardias

pecados e picardias copy

 

Chaves

 

Meu amor escrevo-te das noites de insónia , deitada em lençóis de inverno ainda, numa noite de primavera onde um frio franco e desmancha prazeres teima em alertar para o engodo dos senhores de fato que se preparam para disputar a qualquer custo com estratégias de chicoespertice os interesses de poucos usurpando à luz de uma ditadura moderna os interesses da maioria.

 

Maquilhadas as Freiras com os repuxos da dispersão e os canteirinhos com amores perfeitos, entramos novamente na pré-contemplação a convite das velhas historinhas de cavalinhos cansados agora nuns bancos de jardim tão nacarados como a nossa lucidez, está tão bonita a nossa cidade não está?,… Claro que sim, por fora e também é bom, mas não chega?!!!... E agora com a disponibilização de  vinte , sim, 20 000 000 milhões de euros que este governo nos deu oriundo de fundos comunitários e apoiado e bem muito bem pelo Sr. Ministro da cultura Dr. Luis Filipe Castro Mendes, para avançar com a fase final do SPA Do Imperador o dos  arrabaldes, ou do arrabalde  como queiram , a mim parece-me que esta obra iniciou pela fase final, não sai da fase final cujos alicerces já esgrimidos até ao tutano por discursos de determinação de sexos dos anjos  quando toda a gente sabe, o sexo partidário onde todas as pessoas contam ,principalmente as do partido que está no poder, ou seja do PSD, olhem quem ocupa os lugares de destaque os que dão menos trabalho físico nas instituições sob a égide  da câmara , vejam bem , porque já nos dizia Zeca Afonso que não há só gaivotas em terra… Vejam, mas  vejam bem, mesmo mesmo Bem…

 

Chaves meu amor

 

Estás há anos refém de uns Maridos Machistas  em permanente duelo de titãs que te asfixiam ora pelas setas de um cupido só ó pra cima que deixa os debaixo mulheres, crianças, idosos, jovens licenciados  desempregados por orfandade de pais influentes no partido, pessoas com incapacidade abandonadas por estorvo, ruas sem acessos para elas e os seus dispositivos de compensação como cadeiras de rodas, pessoas com necessidades de cuidados continuados têm de ir para a Zona de Bragança ou esperar 3 meses para se aproximarem de Boticas, e tu Chaves continuas no desperdício,  convenhamos bonitos, mas ,meras cirurgias plásticas que te tapam a idoneidade e a sabedoria dos anos,  não achas que há algo de fútil e frívolo em vinte milhões de euros de investimento a mais dos nem sei quantos, os já gastos… E… Um virgula oito  milhõezitos, nem chega a dois milhões…Para o nosso hospital ostentado aos quatro ventos  e sob os silêncios dos das borgas e fotos, é melhor que nada ? Claro que Sim .Mas queremos antes então? Eu quero antes o Sr. Ministro da Cultura  a olhar para o nosso Hospital de Chaves até porque a cultura da saúde metaforicamente representada no mural de pintura do grande Pintor de Sá Nogueira e na árvore da vida do Grande Mestre João Cutileiro são duas grandes obras de arte que podem ser visitadas pelos nossos turistas a seguir ou a somar ao nosso grande Nadir.

 

Chaves meu amor

 

Tens grandes profissionais de saúde que pugnam pelas suas profissões com o saber dos que estudam e merecem o seu ordenado a servir o cidadão, há serviços físicos vazios no nosso hospital à espera de adormecer no seu reino o faz de conta, dos subsistemas demagógicos que só curaram um garoto, ainda por cima lá no ser tão, através do ganho nas casa de sustos, das tempestades, da pobreza da fome e dos efeito que alucinam, o outro subsistema de saúde para evocar na dúvida da finitude, tão gratuito  quanto a dor da automutilação, tão cara quanto o desespero e quanto falível, tão travo a emboscada que não inibe o recurso aos videntes  ou às urgências todas à posteriori…

 

Temos profissionais habilitados a cuidar na integralidade e também temos aonde ir buscar mais profissionais do CUIDAR, uma Escola de Enfermagem com professores habilitados e  com estudantes do ensino superior com projetos em saúde acreditados,que nos podem ajudar a construir uma unidade de cuidados continuados que permita ao cidadão flaviense  ficar junto dos familiares quando mais necessita da sua presença e permite aos familiares acompanhar os seus entes queridos com a ajuda dos profissionais que sabem cuidar com ciência respeitando os conhecimentos  científicos de mecânica corporal para gerar conforto mesmo na dor, que sabem gerir um regime terapêutico de medicação diversa prescrita por muitos médicos especialistas , que sabem monitorizar todos os sinais vitais dos doentes e ver quando há necessidade de chamar outro técnico de saúde com a responsabilidade funcional de prescrever fármacos, com formação cientifica em gestão em saúde e prática clinica no terreno ou seja nos turnos de 24 Porque uma unidade Local de Saúde horas que permitem só esses detetar as necessidades do utente da família e da comunidade em cuidados de saúde,.

 

Porquê para Ti  Chaves Uma unidade Local de saúde …

 

Porque é a única forma de rentabilizar e  otimizar recursos de saúde existentes sem ceder ao desperdício do dividir para reinar dos interesses individuais  e do pensamento que ainda vigora no setor público dos empresários e empreiteiros das clinicas privadas .

 

Ter vários órgãos de gestão de topo  onde a disputa de poderes privilegia  a dispersão de tempos em discussões intermináveis sob aspetos que só abordam relações de poder entre os órgãos e que deixam sem resposta as necessidades reais em saúde do cidadão.

 

Vejamos o exemplo :

Uma pessoa que necessita de cuidados de enfermagem globais, cuidados de enfermagem de comunicação terapêutica de escuta ativa visando o seu relaxamento e minimizar das agruras da incapacidade que a doença lhe provoca, mais movimentar as articulações e os músculos para evitar os efeitos da imobilidade, precisa de tomar os medicamentos a horas e de forma adequada face às várias prescrições médicas e precisa sobretudo que cumpram o efeito terapêutico e um olhar de profissional que saiba de farmacologia o suficiente para distinguir a gravidade dos efeitos secundários e das interações , precisa de ter cuidados com a pele e evitar as lesões provocadas pelo estar imóvel mais tempo que o seu corpo aguenta ou seja terapia de posição,uma pessoa que precisa de ajuda para se alimentar  tanto na seleção  adequada dos alimentos face à sua doença como no alimentar-se por não ser capaz,  uma pessoa e uma família enlutada pelo surgir de uma doença que necessita de encorajamento durante a adaptação a esta mudança de um profissional ou grupo de profissionais que se unam pelo conhecimento e como dizia Serge Moscovicci todos juntos sabemos muito mais  e temos muito mais saber e saberes e conhecimentos científicos, Poderia continuar num sem fim de necessidades

 

Pois caros cidadãos flavienses vejam se não sabem o que um cidadão flaviense está sujeito o melhor é pedir a reforma antecipada para tratar a doença…

 

Aliar uma unidade de cuidados  Primários a uma unidade de cuidados diferenciados sempre em estreita ligação pelo utente  e família e comunidade que também somos nós…

 

Mas por favor, com um pelo menos ou dois dirigentes que percebam a complexidade de gestão em saúde … e que quem cuida  mais por mais conhecimentos em cuidados, são os enfermeiros, queremos ganhar mais que os gestores que não têm licenciatura em saúde, ou seja uma pós graduação em saúde não pressupõe uma licenciatura em saúde e muito menos em saber cuidar…

 

 E que não olhem só e só para o protagonismo do seu umbigo e com medo de perder um lugar perdido à nascença ao fim de três anos e que se exponham a governar  sem saber o básico a gestão em saúde aprende-se  a promover o planeamento em  saúde  ao menor  reduzindo os centros de custo.

 

 não a planear o maior nº de centros de custos para haver reinos para todos os pseudogestores  menos para o utente.

 

Cuidados primários para promover a saúde e prevenção primária da doença em estreita ligação com os

 

Cuidados diferenciados para erradicar tratar e ou gerir a doença

 

e só um órgão de gestão capaz e imbuído de espirito de missão unido e conhecedor da área de intervenção, influência e proximidade da população  que gere e lidera .

 

Assim as equipas prestadoras de cuidados do centro de saúde e hospital trabalham de mãos dadas e telefone ao ouvido para partilhar conhecimento  sobre o utente que cuidam como um todo incluindo a família, acabam-se os agora :

 

Vá ao médico de família;

 

O médico de família diz que agora vim ao hospital a responsabilidade é do hospital,

 

Espere pelo vale cirúrgico e escolha um hospital qualquer para ser operado,

 

Mas eu sou sozinha , como vou para vila real?

 

Cá não há cuidados continuados tem de ir para freixo de espada à cinta, mas olhe que é um pulinho,

 

Já estou à espera da consulta há 3 anos, cada vez me sinto pior

 

Unidade local de saúde de chaves alto tâmega e barroso

 

Com  equipas cuidadoras com mais elementos  e profissionais de saúde motivadas, acreditadas e mais valorizadas que as equipas gestoras, vejam que há mais quem mande , aliás com pouco saber do que quem faça,  vejam , façam este exercício quantos diretores de serviço e diretores de centros de custos e chefes e diretores de USFs e de UCCIs e de… conselhos de administração e vogais disto e daquilo e de comissões disto e daquilo e de unidades de saúde pública e unidades de cuidados continuados e de unidades de cuidados Paliativos e de misericórdias, e de clinicas e de lares  e  de residências e de…de gabinetes e de siglas  de serviços sem serviços físicos e ou equipas, e de estrangeirismos,  tenhamos misericórdia de nós e vejamos o que nos está a fazer esta espartilha toda a meter-nos num espartilho que quase não nos permite respirar…

 

 E sabem porquê?...

 

Porque nós deixamos…

 

Quem está a tramar o Hospital de chaves?

 

Nós…

 

Já nem nascemos cá e com sorte já nem podemos morrer cá,apesar de querermos… Ai deixem o 25 de abril desvanecer-se, à luz do tachismo…

 

E…. Quem manda? Sei lá, …

 

Só sei que a culpa é nossa, já somos adultos.

 

Eu volto e continuarei a cumprir a minha missão de enfermeira para a qual vocês, eu, incluída me pagam

 

Fazer a advocacia do utente, esclarecê-lo e dar resposta às suas necessidades em saúde com enfermagem de ligação direta e não fazê-lo andar de capelinha em capelinha  à mercê do deus dará… Pra nascer, vila real , porto  ou por aí, pra viver, chaves pra consultas se tiver ADSE vá aos cogumelos das clinicas tem ao seu dispor nem sei quantas especialidades, pela módica quantia de 4 euros por órgão… olhos, rins, membros, hormonas, neurónios, pele, segmentos corporais, coluna e esqueleto a multiplicar pelo nº, tempo de observação e dificuldade diagnóstica ou hierarquia da doença na tabela ou eixo da Classificação das doenças na sua décima edição. Por favor se tiverem ADSE não ocupem no público o lugar do cidadão que não tem façam esse favor, eu? Claro Peço a ementa das clinicas locais ou percocorro os hospitais da luz e afins os mais baratos com transporte incluído, não esqueçam que eu só sou enfermeira, não ganho mal face ao ordenado mínimo , agora face ao que estudo, mas sou essencialmente masoquista e tudo isto me dá prazer, não se preocupem…

 

E uma coisa de cada vez, quero agradecer

 

aos psiquiatras, aos endocrinologistas,aos gastroenterologistas, a um urologista

 

e aos profissionais e profissionais médicos que continuam a vir cá a chaves embora eu acho que no espirito de trabalhar no centro hospitalar não façamos todos mais que a obrigação é para isso que o cidadão nos paga

 

Quero agradecer em nome dos utentes aos neurologistas que queiram vir cá, os utentes continuam à espera… há anos, querido Dr. Moya que falta nos faz, Boa convalescença.

 

A Nós os que cá estamos alguém virá canonizar-nos… Talvez um dia… Por mim chega-me o privilégio de ter tido sempre emprego e trabalho, e exercer a profissão que nos permite chegar a todos os lados de Nós obrigada Florence Nigtingale pelo fio de prumo de estudar  para aprender a cuidar,

 

E porque cuidar é muito mas infinitamente muito mais que tratar um órgão ou descobrir o nome a uma doença , estudemos.

 

Eu volto caros flavienses, para mostrar a vantagem da unidade local de saúde, porque é  local é muito mais nossa e é a nós que nos compete defender a nossa região sob pena de nos deixarmos colonizar…Basicamente por preguiça e deixa andar

 

E desconfiem das boas intenções dos que dizem que … Ah e o financiamento dos médicos? Riam-se …

 

E lembrem-se deste financiamento que vigora no caos dos que só trabalham se lhe pagarem horas extraordinárias no exercício do horário normal e vejam a produtividade e vejam o que têm plantado no nosso hospital , ou será que só colhem alguns?

 

Não se deixem enganar pelos que só querem passar as autárquicas, cuidado é hora de lutas, depois não digam que não avisei(esta frase é horrível só a uso mesmo para irritar que é como quem diz acordar.).

 

Isabel seixas

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 23:17
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 18 de Maio de 2017

Silhuetas com a marca Chaves

1600-(30022)

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Segunda-feira, 15 de Maio de 2017

De regresso à cidade, via Rua Direita acima

1600-42001-art (12)

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:09
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 9 de Março de 2017

Pois, segunda parte.

1600-(31310)-composicao

 

Claro que enquanto durmo, nos meus sonhos, tudo é possível e tudo engrena na perfeição, e tanto é assim, que se vivem com tamanha intensidade que chegam a parecer ser tudo realidade e levamos a coisa a sério, até que chega o momento de acordar. Já acordados, bem acordados, só temos dois caminhos a seguir, viver o dia, ou esperar que a noite caia.   

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 03:08
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017

Cidade de Chaves, um olhar

1600-(29061)

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:38
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017

A estética da arte e o nó duma corda

1600-(45162)

 

Tinha mentalmente preparado um paleio mais profundo para este post, do género daqueles que põem, ou pretendem por,  as pessoas a pensar e a sentirem-se inteligentes com a opção de guiarem o seu próprio pensamento por um novo caminho da sua opção, sem se alinharem com estas palavras e sem concordarem ou discordarem delas. Era assim uma coisa do género de um poema complicado em que o poeta,  para disfarçar aquilo que quer dizer, acaba por baralhar as palavras dizendo aquilo que realmente sente mas com palavras que dizem outra coisa e que, quem os lê, nem lê aquilo que o poeta sente ou realmente diz, mas aquilo que quer ler e nessa leitura sentir.

 

1600-45264-art(15)

 

É um bocado como a estética ou a arte, leia-se a estética da arte, onde, com inteligência, até se conseguem ler e sentir mesmo onde não as há, ou seja, é assim como ver no nó duma corda um tropeçar seguido de cambalhota para de seguida se por a pé e seguir o seu caminho… penso que o melhor é mesmo ficar por aqui. Até amanhã!

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 03:04
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017

O Fernando Pessoa e o Milo do talho

1600-(42622)

 

Já o disse aqui e repito-o – não gosto dos dias de chuva. É chata, fria, molha e limita muito da nossa liberdade e como se isto não bastasse, acontecem coisas muito estranhas nestes dias.

 

1600-(42633)

 

Ver o Fernando Pessoa a caminho da biblioteca não seria estranho se o Pessoa estivesse vivo, e ver o Milo do talho a vender fruta, até também nem seria estranho se tivesse clientes a quem a vender. Coisas dos dias de chuva, mas mesmo assim, nem estas aparições fazem com que goste dos dias de chuva.

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|  O que é?
Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2017

De regresso à cidade

1600-43174 -art (3)

 

A partir de hoje os regressos à cidade de segunda-feira vão ser feitos com uma imagem de arte digital, mas a partir de uma fotografia, também ela digital. Há quem não goste destas alterações, principalmente os puristas da fotografia, mas também há quem goste. Aliás desde que passámos à era da fotografia digital, toda ela é arte digital e essa coisa de ela ser ou não alterada, não passa de uma não discussão, tal como os puristas, pois as  próprias câmaras fotográficas digitais estão preparadas para alterar as imagens ao gosto do utilizador. Mas há mais, também na era da analógica havia muita fotografia que era alterada em laboratório. Seja como for, eu gosto de brincar com as imagens e também há quem goste dos resultados, assim sendo, estamos conversados.

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:41
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|  O que é?

.Fotos Fer.Ribeiro - Flickr

frproart's most interesting photos on Flickriver

.meu mail: blogchavesolhares@gmail.com

.Dezembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9


19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


.pesquisar

 
ouvir-radioClique no rádio para sintonizar

 

 

El Tiempo en Chaves

.Facebook

Fernando Ribeiro

Cria o teu cartão de visita Instagram

.subscrever feeds

.favorito

. Solar da família Montalvã...

.posts recentes

. SINCELOS - ESTÓRIAS DE CH...

. Chaves, cidade, concelho ...

. Discursos sobre a cidade ...

. Chaves - Um olhar sobre o...

. Cidade de Chaves - Arraba...

. Coisas primeiras

. Flavienses por outras ter...

. Pecados e Picardias

. Silhuetas com a marca Cha...

. De regresso à cidade, vi...

. Pois, segunda parte.

. Cidade de Chaves, um olha...

. A estética da arte e o nó...

. O Fernando Pessoa e o Mil...

. De regresso à cidade

blogs SAPO

.Blog Chaves no Facebook

.Veja aqui o:

capa-livro-p-blog blog-logo

.Olhares de sempre

.links

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

Add to Technorati Favorites