12 anos

Sábado, 22 de Abril de 2017

Assureiras de Baixo - Chaves - Portugal

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Inevitavelmente ao deixarmos o vale de Chaves temos de subir às montanhas que o rodeiam. Se subirmos em direção a terras de Monforte, depois de Faiões, temos de atravessar as três vilas ou as três Assureiras, começando pelas de baixo, de onde são as três imagens de hoje.

 

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Assureiras de Baixo que se arrumaram ao lado da E.N.103, estrada  que atravessa Portugal desde o litoral minhoto (Neiva) até ao limite de Trás-os-Montes (Bragança), atravessando também o concelho de Chaves numa extensão de trinta e poucos quilómetros, mas curiosamente, das nossas cento e cinquenta aldeias, apenas dez aldeias a “quiseram” por companhia.

 

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Ficam então as três habituais imagens com três modos diferentes de ver mais uma vez esta aldeias. As outras duas Assureiras, ficam para os próximos sábados.

 

 

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Sábado, 15 de Abril de 2017

Argemil da Raia - Chaves - Portugal

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E porque hoje é sábado, cá fica mais uma aldeia que para uns é simplesmente Argemil mas muitos, exigem, que seja como deve ser – Argemil da Raia.

 

1600-argemil (24)

 

E ser da raia não é apenas ter a Galiza ali ao lado, pois é muito mais que isso, é mesmo ter a Galiza ali ao lado, é ter mais um povo irmão, é fazer parte da História da Raia, é ter muitas estórias que só na raia podiam acontecer, por isso, ser Argemil da Raia é muito mais que ser simplesmente Argemil.

 

1600-argemil-10 (art) (2)

 

Mas também este ser da Raia começa a ser coisa da História, coisa do passado, embora recente. Contudo, tudo continua igual, ou quase. A Galiza continua ali ao lado, o povo irmão também continua lá, a História da Raia ficou registada e as estórias continuam a existir para serem contadas,  apenas a clandestinidade do atravessar de uma linha se tornou legal, mas fez toda diferença.

 

 

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Sábado, 8 de Abril de 2017

Arcossó - Chaves - Portugal

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Na ronda pelas nossas aldeias, hoje vamos até Arcossó, com os três olhares habituais e as três formas diferentes de olhar.

 

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Arcossó ali à beirinha de Vidago. Curiosa esta referência que é bem demonstrativa como ao longo dos tempos a ruralidade e a sua principal fonte,  a agricultura, foi cedendo à força da industria, do turismo e das vias de comunicação. Isto porque tempos houve em que Arcossó era a referência para as aldeias vizinhas.

 

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Coisas do tempo ou dos tempos que hoje em dia pouco agradáveis são para o ser rural, onde os únicos ventos que sopram, cada vez mais convidam à partida e deixam para trás o espírito único daquilo que era a cultura rural.  

 

 

 

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Sábado, 1 de Abril de 2017

Anelhe - Chaves - Portugal

1600-anelhe (62)

 

Promessas são promessas e mesmo que seja no último minuto do dia há que cumpri-las, e assim, cá estamos com mais uma das nossas aldeias. Hoje toca a vez a Anelhe, com as habituais três imagens – cor, p&b e arte digital.

 

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Arte digital com uma foto imitação de pintura, com algum corar de rosto ao lembrar-me da ligação que a verdadeira arte da pintura tem com Anelhe. Claro que me refiro ao pintor João Vieira, que tão ignorado ou desconhecido tem sido para os flavienses.

 

1600-anelhe (17)

 

E na ordem alfabética a seguir a Anelhe segue-se Arcossó, ou seja a nossa aldeia do próximo sábado, por sinal aldeia das proximidades, ambas terras de bom vinho, pena que a maioria dos tonéis da região estejam a morrer de secos nas adegas, salvo raras e exemplares exceções.

 

 

 

 

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Sábado, 25 de Março de 2017

Amoinha Velha - Chaves - Portugal

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Tal como ficou prometido no último sábado cá está a Amoinha Velha, com os três olhares da praxe - a cores, a p&b e arte digital.

 

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Amoinha Velha que faz parte do conjunto de aldeias do planalto da Serra do Brunheiro.

 

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Para a semana descemos às margens do Tâmega, à margem direita, com a aldeia de Anelhe. Até lá.

 

 

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Sábado, 18 de Março de 2017

Almorfe - Chaves - Portugal

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Toma-se a Nacional 314 em direção à Serra do Brunheiro, passa-se o Peto e Lagarelhos, e lá em cima, já no planalto a caminho das Terras de Montenegro, um pouco antes de France e um pouco depois do posto de abastecimento de combustível há uma placa de estrada que aponta para a direita onde diz “Almorfe”. É essa a nossa aldeia de hoje.

 

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Na minha tarefa de percorrer todas as aldeias do concelho de Chaves, Almorfe foi a última a ser visitada. Não por qualquer razão em especial, mas foi ficando para o fim e acabou por ser a última, isto há 10 anos atrás e, confesso, que foi a única vez que lá fui.

 

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E se as nossas aldeias estão cada vez mais esquecidas, despovoadas e envelhecidas no que toca à sua população, mas também às próprias aldeias, pois também elas envelhecem, estas, como Almorfe, que não calham junto a estradas principais ou no caminho de outras terras, são muito mais esquecidas.

 

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Poderão ser aldeias pequenas e esquecidas por muitos, mas aqui o blog não se esquece delas e quando toca a fazer uma ronda por elas, vamos a todas, nem que seja com recurso às nossas imagens de arquivo, como é o caso de hoje.

 

No próximo sábado toca a vez à Amoinha Velha, curiosamente bem perto de Almorfe, lá em cima, no Planalto do Brunheiro.

 

 

 

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Sábado, 11 de Março de 2017

Alanhosa em três momentos

1600-alanhosa (190)

 

E porque hoje é sábado vamos até mais uma das nossas aldeias flavienses, e como já vem sendo costume, com três olhares. Um a cores, um a P&B e outro em arte digital.

 

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Alanhosa, é a nossa aldeia de hoje. Uma aldeia pela qual fui passando ao longo dos anos e fazendo alguns registos, mas nesta coisa de registar momentos também há dias, como quem diz: há dias sim e dias não. Às vezes esses dias fazem-nos depender do próprio dia, principalmente da qualidade da luz que, para a fotografia, é essencial, mas outras vezes depende apenas de nós e da inspiração do nosso olhar ou até do nosso estado de espírito.

 

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Pois de todas as vez que passei ou fui a Alanhosa à caça de momentos, a última foi aquela em que o dia estava sim, em luz e em mim, pelo menos eu penso que sim. Espero que gostem destes três momentos.

 

Para o próximo sábado, a aldeia que se segue é Almorfe.

 

 

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Sábado, 4 de Março de 2017

Águas Frias - Chaves - Portugal

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Como de costume com três imagens, pelo menos, que escaparam à seleção das anteriores abordagens à aldeia, sendo que impusemos ser uma imagem a cores, uma a preto e branco e uma em arte digital, pelo menos.

 

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E fui insistindo no pelo menos porque nem sempre é ou será assim, tal como hoje que em vez de três temos cinco imagens. Ficam duas extra como brinde aos nossos amigos de Águas Frias, entre os quais os da blogosfera, que desde o início desta coisa dos blogues, também eles têm marcado presença regular na WEB.

 

1600-294-art (4)

 

Aldeia que, confesso, se me tem mostrado complicada de fotografar, e por vários motivos, alguns sem culpas para a aldeia, como o sejam as condições de luz e meteorológicas, mas também algumas com culpas da aldeia. Não quero com isto dizer que não tenha motivos interessantes, porque os tem, mas sendo Águas Frias uma das aldeias com um núcleo consolidado, não foi havendo o cuidado necessário nas novas intervenções, quer em construção nova, quer em reconstruções, tornando-se complicado, numa aldeia que até não é pequena, arranjar um conjunto em que a harmonia da construção rural típica transmontana não seja quebrada.

 

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Por último é uma aldeia que, se tivéssemos uma política de turismo a sério, poderia beneficiar da sua localização e da proximidade do Castelo de Monforte, mas enfim, se até o castelo está esquecido pelas autoridades e entidades da História, do turismo e políticas, Águas Frias continuará como até aqui, como todas as aldeias mais distantes da periferia da cidade, dotada ao esquecimento das autoridades.

 

1600-aguas-frias (8)

 

Até ao próximo sábado com a aldeia que se segue na ordem alfabética – Alanhosa.   

 

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Sábado, 25 de Fevereiro de 2017

Agrações, Chaves, Portugal

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Tal como tinha sido prometido no último sábado, hoje vamos até Agrações, uma das aldeias  pela qual gostamos de passar de vez em quando, talvez por estar arrumadinha lá no alto, talvez por não calhar no itinerário de nada, talvez para contabilizar a resistência.

 

1600-agracoes (393)

 

Seja como for e mesmo não calhando no itinerário de nada, continuará a fazer parte dos meus itinerários para lançar uns olhares e fazer uns registos que, no outono e inverno são únicos e na primavera e verão sempre diferentes.

 

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Registos que ficarão para memória futura como o testemunho de que ali existiu uma aldeia, gente e vida, pois assim será e dela só restará a memória , tudo por um dia ter acreditado que lá em cima, na montanha, no itinerário de nada,  o futuro também era possível …

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:58
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Sábado, 18 de Fevereiro de 2017

Agrela - Chaves - Portugal

1600-agrela (164)

 

Nesta nova ronda pelas aldeias vamos seguindo a regra de seguir a ordem alfabética pelo que, a seguir a Agostém que esteve aqui no último fim de semana, vem a Agrela, aldeia da raia seca, com a Galiza ali ao lado.

 

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Nesta imagem da vista geral da aldeia, à esquerda e a cerca de 2 quilómetros, fica a raia seca com a Galiza e logo a seguir, mais 1,5 quilómetros, temos a sua congénere  galega, Bousés. Suponho que era com esta aldeia que no tempo das fronteiras e da Guarda-Fiscal, se faziam os negócios de contrabando. Ainda nesta imagem, a primeira montanha a seguir à aldeia ainda é portuguesa e logo a seguir temos a antiga aldeia promíscua do Cambedo que até 1864 era dividida a meio pela fronteira, mas hoje administrativamente portuguesa na sua totalidade. As serras cobertas de neve, que servem de fundo à imagem, essas sim já são bem galegas e entre a primeira montanha nossa e essas serras nevadas existem muitas localidades galegas, entre as quais Verin e Monterrei, duas das mais importantes da proximidade, a primeira pela sua dimensão e a segunda pelo Castelo.

 

1600-art-65 (11)

 

Raia seca e aldeias de ambos os lados  que sempre tiveram uma relação muito próxima, com muitas estórias e história para contar e por contar. Um projeto adiando deste blog que esperamos um dia retomar para contar algumas dessas estórias e também fazer alguma história. Para já e durante cento e tal semanas, tantas quantas as nossas aldeias, continuaremos a trazer aqui todos os sábados pelo menos três imagens (uma a cores, uma a p&b e outra em arte digital).

 

 

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Sábado, 11 de Fevereiro de 2017

Agostém - Chaves - Portugal

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No sábado de hoje vamos fazer uma breve passagem pela aldeia de Agostém, com algumas imagens que escaparam à seleção dos posts anteriores dedicados a esta aldeia. Uma passagem apenas em imagem pois as palavras, embora também breves, vão mesmo para a imagem/fotografia.

 

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Apenas uma pequena dissertação, minha, sobre o entendimento da fotografia ao longo da sua existência e a forma como lidamos com ela, tendo em conta as suas fases  analógica e digital,  e as suas três formas de se afirmar – p&b, cor e com tratamento de laboratório/estúdio/digital, deixando de parte as inúmeras razões que nos levam de encontro à fotografia e ao acto do registo ou congelamento de um momento que a ao longo do tempo  tem intensificado e banalizado o seu uso, transformando-a num utensílio indispensável e de utilização diária.  Mas não é destas que eu quero falar.

 

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A fotografia que eu quero abordar é mesmo daquela que provoca quem as vê, aquelas que despertam em nós um clique, que nos fazem parar e até voltar atrás, que nos provocam, que não nos deixam indiferentes, que têm magia…

 

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E pode ser uma qualquer imagem/fotografia, tirada por uma qualquer pessoa, hoje em dia até tirada por uma criança ou adolescente, que muitas vezes conseguem imagens que fazem corar de vergonha os profissionais e entendidos da fotografia.

 

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Enfim, refiro-me a imagens que valem mesmo mais que todas as palavras e que nenhuma conseguirá descrever a sua provocação.  

 

 

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Sábado, 28 de Janeiro de 2017

Abobeleira em três imagens

1600-abobeleira-art (14)

 

E porque hoje é sábado vamos até mais uma das nossas aldeias, mas hoje  iniciando mais uma ronda por todas as aldeias do concelho de Chaves com uma abordagem diferente, com três imagens que ainda não passaram por aqui, três fotografias, sendo uma delas a cores, uma a p&b e outra com tratamento digital, ou arte digital, se preferirem. Aliás a novidade está mesmo nesta última imagem, pois quanto às nossas aldeias passarem por aqui em imagem já há muito que não é novidade.

 

1600-abobeleira (339)

 

Para esta nova ronda, ao contrario das anteriores cujas abordagens que foram feitas aleatoriamente, vamos seguir a ordem alfabética do topónimo da aldeia, daí iniciarmos com a Abobeleira.

 

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Regras são regras mas há sempre exceções, ou seja, esta nova ronda será ocasionalmente e excecionalmente  interrompida sempre que tal se justificar.  Mas para já não está prevista nenhuma exceção e assim sendo, seguindo a ordem alfabética, a próxima aldeia será Adães.

 

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Domingo, 15 de Janeiro de 2017

Nogueirinhas - antes, durante e depois

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Hoje é dia de ir por esses caminhos até mais uma das nossas aldeias e a escolha, como sempre um pouco ao acaso, caiu sobre as Nogueirinhas.

 

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E os caminhos das Nogueirinhas vivem-se sempre em três momentos: o antes, o durante e o depois. Pode parecer que é isso o que acontece com todas as aldeias que visitámos, e com algumas é, mas com outras não é bem assim.

 

1600-nogueirinhas (227)

 

Podia ser mais breve e dizer que há aldeias que não valem só por si, mas também pela sua envolvência como fazendo parte de um todo – é o que acontece com as Nogueirinhas, quer se aborde via Stº Estevão ou via Curral de Vacas.

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Sábado, 10 de Dezembro de 2016

Loivos com olhares da época

1600-Loivos (28)

 

Hoje vamos  fazer uma breve passagem por Loivos com alguns momentos da época.

 

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Da época de acender as lareiras, da névoa, da magia das cores ou apenas do p&b também com a sua magia.

 

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Um momento do aglomerado das casas, das neblinas na montanha, dos lares e lareiras a conviver com os pastos da envolvência onde a bicheza doméstica se deleita com a natureza para deleite dos olhares e registos dos passantes.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:53
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Sábado, 3 de Dezembro de 2016

Cimo de Vila da Castanheira

1600-cimo-vila (38)

 

Hoje vamos fazer mais uma breve passagem por terras altas do planalto da Castanheira que surge na sequência do planalto de Monforte, ou melhor, um mesmo planalto e que abrange que abrange algumas freguesias e muitas aldeias. Aliás, querendo ser mais abrangente, podemos mesmo falar do grande planalto que se inicia na freguesia de Nogueira da Montanha e se prolonga até à freguesia de Travancas, com uma cota a rondar os 800 m de altitude.

 

1600-cimo-vila (159)-1

 

Mas hoje vamos só até uma dessas aldeias do grande planalto, até Cimo de Vila da Castanheira, também uma aldeia da rota do Românico com a Igreja de S.João Baptista a dar as boas vindas a quem visita aldeia. Por sinal uma das nossas Igrejas Românicas com mais visibilidade, graças à sua localização e implantação isolada na croa de uma pequena elevação.

 

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Igreja de S.João Baptista mencionada nos diários de Torga, então com o lamento de a igreja se encontrar em ruínas, mas que felizmente a sensatez acabou por reconstruir e dar-lhe a dignidade que a Igreja merece.

 

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Cimo de Vila por onde às vezes passamos, pois também é aldeia de passagem para outros destinos, mas também por onde às vezes paramos para mais um registo e por onde continuaremos a parar, mesmo porque ainda há alguns registos agendados que nunca tivemos oportunidade de fazer.

 

1600-cimo-vila (195)

 

Mas para hoje ficam cinco momentos que escaparam nas últimas escolhas em que este blog visitou esta aldeia.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:50
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