Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2017

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:54
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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2017

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

1600-(44920)

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:30
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

1600-(44724)

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:02
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2017

Coisas do tempo, hoje com nevoeiro

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Quando não temos nada para dizer, ou calhamos num elevador ou numa sala vazia com um desconhecido, valemo-nos do tempo, do meteorológico, para iniciar uma conversa. Penso que é o quebra-gelo mais utilizado para iniciar e empatar uma conversa que muitas das vezes até nem queremos ter. Mas funciona. Na verdade, o tempo, condiciona e determina parte das nossas vidas do dia-a-dia. Vai chover, então não vou. Detesto a chuva, molha, é uma chatice. Eu sei que ela faz falta na dose q/b, mas bem podia chover de noite quanto estamos a dormir. Quanto ao resto do tempo, venha ele, seja ele qual for. Geadas, frio, calor, assim-assim, neve, nevoeiro, ventanias, eu sei lá. Chuva é que não, e prontos! Estão a ver como o tempo dá sempre jeito!? Nem que seja e só para meter um textinho entre fotografias, que fica sempre bem, mas mesmo assim o que disse é sincero.

 

1600-(20831)

 

Tudo por causa destas duas fotos de nevoeiro. Há quem não goste, mas para mim, à exceção de ter de conduzir uma viatura quando há nevoeiro, até lhe acho piada e gosto de andar por aí a levar com ele na face, coisas de conviver com ele desde que nasci, não fosse eu flaviense e depois, se o frio se começar a entranhar no corpo e nos ossos, dá-se um pulinho ao miradouro de S. Lourenço, por exemplo, e aí o temos a nossos pés, ainda com mais piada. Em alternativa sempre podemos recolher ao interior das casas ou entrar para um bar, tomar um café ou beber um copo, aí, visto desde o quentinho, o nevoeiro ainda sabe melhor.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:38
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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2017

Cidade de Chaves - Rua Direita

1600-(47069)

Sábado passado, mais ou menos meio dia, 0º de temperatura. Já estamos habituados, dizem, e estamos, mas chega a doer, principalmente quando tem o nevoeiro por companhia, que era o caso, mas já passou, e quando o sol apareceu, até lhe achámos mais graça.

 

 

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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2016

Cidade de Chaves com poldras, rio e neblina

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Uma imagem do ser flaviense...

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:55
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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2016

Regressos - Madalena, Chaves

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Ao longo das nossas vidas há muita coisa que vamos esquecendo, mas os nossos tempos de criança e juventude, enfim a adolescência, essa, guardamo-la sempre num cantinho especial da memória.

 

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Mas mesmo que bem guardada na memória e para todo o sempre e sem qualquer razão em especial, quando tenho oportunidade volto a esses lugares por onde deixei espalhada a minha adolescência.

 

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Mas para que esses regressos sejam possíveis, os lugares têm de existir ainda com a sua integridade, aquela com que a conheci. Claro que não espero encontrar tudo como era, mas pelo menos regressar a um lugar onde mantenha as suas principais características e virtudes, regressar a um lugar onde não me sinta estranho. Felizmente a Madalena mantém a sua integridade. Ainda bem que resistiu à modernidade desenfreada, mas não só, ainda bem que tem uma veiga que a protegeu, como pôde…

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 13:00
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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2016

De regresso à cidade com adonos de Natal

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Depois dos repetitivos adornos de Natal dos últimos anos, este ano, sei lá porquê, mas imagino, lá se alteraram os motivos da iluminação elétrica de Natal, botaram uma grande árvore iluminada no Arrabalde e adornaram alguns edifícios públicos como o Palácio da Justiça, a Torre de Menagem e a Igreja Matriz, pelo menos que eu tivesse visto.

 

Quanto à foto, para já,  é a possível , pois nos últimos dias com a noite também tem vindo o nevoeiro.  Esperemos que levante para trazer aqui de novo mais imagens da iluminação de Natal.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:31
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016

Dois momentos da época

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Mais dois momentos das nossas manhãs de névoa, estes, do e desde o jardim da torre de menagem de Chaves.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:40
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2016

Três olhares de Chaves com Névoa

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Já o disse aqui várias vezes que no sangue de um flaviense também corre um bocadinho de nevoeiro, daí, nunca resistir a tomar umas imagens onde ele também seja protagonista e se lhe pudermos juntar um pouquinho da magia das cores de outono, tanto melhor.

 

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Foi assim que ontem os fui espreitar ao Tabolado com o Tâmega por companhia, boa companhia por sinal, e é sempre com prazer que gostamos de sentir a sua proximidade.

 

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E no meio da contemplação da névoa e do outono,  surge o momento mágico em que o sol começa a vencer o nevoeiro, para ele também brilhar na vida flaviense.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:18
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Chaves D'Aurora

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  1. VEIGA.

 

Na época dos Bernardes, a vida em Chaves era muito influenciada pelas condições ambientais, a localização entre montanhas íngremes, frias, escabrosas, ainda que envolvidas por uma vegetação verdejante, mas castigada pela neve, com o seu manto branco de “noiva transmontana”. Conforme nos diz António Lourenço Fontes, em sua “Etnografia Transmontana”, não era como hoje, “uma terra por onde transitam viajantes destinados ou de passagem, mas sim um final de linha onde se vivia isolado, sem influências externas que fossem contrárias aos modos daquela gente viver, após séculos a sós, esquecida do mundo”.

 

Os sítios da veiga, à margem esquerda do Tâmega e à direita da Madalena, um pouco depois do Jardim Público e do ribeiro do Caneiro, ainda que muito perto do entorno histórico e comercial da vila, eram então muito desertos, rurais, com apenas algumas casas e quintas esparsas nos caminhos que iam dar logo ali, na Galiza. Os moradores em geral viviam entregues à horticultura, às atividades pecuárias ou ao específico comércio de aluguel e venda de equinos.

 

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Até alguns anos antes das primeiras décadas do século XX, viviam os flavienses sem luz, sem estradas, sem telefone, além de um índice bem acentuado de analfabetismo entre as camadas mais pobres, as quais constituíam, ao cabo das contas, a maior parte da população. Dormia-se bem cedo, pois o frio ali era mais intenso que alhures, ainda mais pelos ventos que, às vezes, pareciam não se entender quanto ao rumo e, assim, provinham de toda parte. O silêncio era quebrado apenas por eventuais latidos de cães vadios, o trotar de cavalos ao longe, ou, ainda, pelos incómodos ruídos da pequena fauna local, com os seus raros insetos noctívagos.

 

Ainda conforme Fontes, os habitantes da região viviam “amorrinhados pelos longos dias invernais”, chuvosos ou enevoados. Tal modus vivendis levava muitos nativos a “um temperamento amolecido, indeciso, propenso à melancolia, à reação lenta, à reserva natural de um caráter introvertido e desconfiado, tendendo à concentração no interior de si mesmo, no seu lar, na sua aldeia, no seu país”.

 

Todas essas influências devem ter sido absorvidas por João Reis Bernardes, a se refletirem no estilo de vida que impunha a si mesmo e aos seus.

 

fim-de-post

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:08
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2016

Dois momentos de outono

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É outono e as neblinas,  no silêncio da noite, invadem a cidade. Primeiro instalam-se no rio, depois espraiam-se pela veiga e só quando toda a veiga é ocupada é que começam a invadir a cidade, pouco a pouco, até mergulhar num misterioso silêncio profundo de uma cidade agora submersa e adormecida. Há noites assim. Pela manhã , quando o homem da cidade começa a despertar, as neblinas iniciam o seu regresso ao rio e quando o murmurar de passos apressados, sempre apressados, começam a atravessar a velha ponte, só então se quebra o silêncio que despertam as primeiros raios de luz que atravessam a neblina e a fazem mergulhar na intimidade do rio. Mas nem sempre é assim, às vezes, como se cansada de despertar ao anoitecer e ter de regressar à intimidade do rio com os despertares, a neblina resiste, luta contra passos que quebram silêncios e nem sequer se deixa atravessar pelos raios de luz do sol mais intenso. É aí que ele entra nas nossas veias e tempera o sangue flaviense.

 

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Mas quando as neblinas não têm a força de resistir ao sol, este banha-nos de alegria com o despertar da magia das cores, doiradas às vezes, amareladas quase sempre, coroadas de um azul intenso que se refletem no espelho das águas do rio onde as neblinas dormem para de novo acordarem ao anoitecer. E tudo isto também faz a magia dos dias flavienses de quem tem a felicidade de os ver assim e de gozar estes momentos de outono.  

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:14
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2015

Chaves, cidade da névoa

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Sempre o nevoeiro. Chaves cidade da névoa. É tão nosso que desconfio que me corre nas veias.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:11
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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2014

De regresso à cidade à beira-rio

1600-(41509)

 

Estamos de regresso à cidade com um passeio à beira-rio, não porque o tempo convide mas porque os rios, neste caso o nosso Tâmega, sempre têm um poder de atração, não sei se pela água, pela sua serenidade ou pela sua liberdade. Pela sua teimosa liberdade de ninguém os travar para mais tarde se espraiarem no mar.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:39
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

Três imagens dos últimos dias

 

Vamos lá para as imagens dos nossos últimos dias. Pois é, por cá tem sido assim – Nevoeiro e frio, muito frio, daquele que se entranha mas já não se estranha, pois todos os anos é mais ou menos a mesma coisa. Como costumo dizer – o nevoeiro também corre nas veias dos flavienses.

 

 

Três imagens apenas mas que abrangem quase metade do nosso concelho, pelo menos todo o vale de Chaves e vales de Loivos e Vidago, ou seja, imagens do nevoeiro que vão acompanhando os trajetos do Rio Tâmega e da Ribeira de Oura.

 

 

Todas elas tomadas das terras altas do Brunheiro. A primeira tomada mesmo por cima de Lagarelhos, que aparece em primeiro plano. A segunda um pouco mais acima, já próximo de Santiago do Ponte e a terceira tomada por cima de Tresmundes. Nesta última avista-se ao fundo a Serra do Larouco (a Serra mais alta ao centro) e do lado direito, também de fundo, já são terras, serras e montes da Galiza. Por baixo do nevoeiro está a cidade de Chaves e todo o vale.


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publicado por Fer.Ribeiro às 01:31
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