Sábado, 23 de Setembro de 2017

Condeixa (Quinta), Casa Azul, Sr. da Boa Morte, Prado e Campo de Cima

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Quando iniciei esta nova ronda pelas aldeias de Chaves disse que, ao contrário do que tinha feito até aí em que as abordagens as nossas aldeias tinham sido feitas aleatoriamente, desta vez iria seguir a ordem alfabética das mesmas. E assim tem sido.

 

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Ora acontece que no meu arquivo fotográfico das aldeias,  a seguir a Cimo de Vila da Castanheira, a aldeia do último sábado, aparece a Condeixa, que se calha deveria estar na letra Q, de Quinta da Condeixa.

 

1600-condeixa (51)

 

Mas há alguns mas, iniciando por a Quinta da Condeixa não ser propriamente uma aldeia, mas antes uma quinta, quando muito poderia ser uma das antigas “Villas”. Um outro mas é que para ir até à Quinta da Condeixa passo obrigatoriamente pela Casa Azul e o Sr. da Boa Morte, que também não é (são) uma aldeia, mas antes um dos antigos bairros periféricos da cidade, atualmente da freguesia da Madalena. Mas também a Casa Azul é muito mais, mas mesmo muito mais, não tivesse sido aí que eu nasci e vivi até aos meus 15 anos de idade, os primeiros anos que nunca na vida se esquecem.

 

1600-prado (6)

 

Ora uma vez que cheguei ao berço e aos meus domínios de infância e primeira adolescência tinha de forçosamente também passar pelo Prado e pelo canal e talvez, deveria também ir até ao Campo de Cima que está ligado às minhas primeiras leituras dos clássicos portugueses que a idade ia permitindo, entre outros que me iam sendo recomendados pelo “recomendador” da biblioteca itinerante da Gulbenkiam.

 

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Hoje resulta assim ser um post estranho e talvez mesmo egoísta porque ao ver e tratar estas imagens, fui regressando no tempo e recordando muitos e bons momentos que passei e que seriam impossíveis, ou não saberia como vos poderia transmitir para senti-los e vivê-los como eu senti então e revivi nestes breves momentos da feitura deste post.

 

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Mas talvez até nem seja apenas eu a reviver esses momentos, pois pelo menos num dos locais que aqui deixo, toda a juventude do bairro (Casa Azul)  passou por lá, nesses outros tempos em que aos bandos invadíamos aquela que era a nossa praia.

 

1600-condeixa (31)

 

Também é com alguma nostalgia que faço estes regressos, tudo porque se perdeu o espirito de bairro,  onde todos os vizinhos faziam parte de uma grande família, onde todos se conheciam, conviviam, entreajudavam e claro, como numa família a sério também havia algumas zangas, e onde os mais novos, faziam da rua a sua sala de brincar e divertir, com as devidas brincadeiras e diversões ajustadas às idades, mas que cabiam todas na rua…   

 

 

 

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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Um olhar sobre a Madalena

1600-(47931)

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:36
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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Um olhar sobre a Igreja da Madalena

1600-(47961)

 

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Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

Chaves D'Aurora

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  1. BEBEZÃO.

 

O rapaz de maior permanência, na condição de enamo­rado, veio a ser o Gustavinho Bebezão. Era um rapaz com­prido e magricela, filho único do Comendador Aires de Bragança e de dona Maria, senhora que nunca fora rainha nem primeira, mas era também um pouco louca. Ele estava sempre entre os colegas que Afonso, muitas vezes, levava a casa após as aulas no Liceu, para se entreterem com as figuras dos livros da biblioteca de João Reis, ou conhecerem algumas das novidades que os pais trouxeram do Brasil.

 

Dentre as que mais atraíam os rapazes, estava a pequena coleção de aves, répteis ou outros animais exóticos empa­lhados e, agora, já um tantinho entregues ao natural desgas­te. Aqueles olhos sem vida de animais mumificados, aliás, muito assombravam a Maria, quando esta ia limpar a peque­na sala do patrão. Esses bichinhos sem vísceras foram a úni­ca herança deixada por Belmiro Morais, um tio de Florinda que era dado à Taxidermia. A malária dos trópicos (também conhecida em Chaves como maleita) havia levado o pobre cientista a ver de perto a face do deus Tupã, durante uma de suas longas incursões pela selva amazónica. Dizem que, em  seus tremores e delírios finais, ele pedia para ser também empalhado e colocado junto às preguiças, cotias e os mais de sua coleção.

 

Nessas ocasiões, os do lar e os convidados, todos ansia­vam pela hora da merenda quando, com exceção do patriar­ca que, a esta altura, ainda estava a comandar seus funcio­nários no escritório, iam todos provar de tudo que, de bom ou de melhor ao paladar, Florinda pudesse oferecer. Tudo lá, certamente, estava a saber muito bem ao paraíso do ventre, esse éden no qual ninguém recebe castigo de Deus por ter comido demais, nem mesmo por ter saboreado uma simples maçã de origem serpentina, pois lá, nenhum manjar é proi­bido.

 

 

Na primeira vez, Aurora e Gustavo trocaram somente al­guns olhares e sorrisos, ansiosos e inquietos. Na segunda, acabada a merenda, os dois foram a uma das janelas e con­versaram sobre aqueles mil assuntinhos que, não se sabe de que baús eles saem, nem de que maravilhosas lâmpadas de Aladino se esvaem, estão sempre a fazer parte da vida dos jovens, em qualquer tempo e lugar. Na terceira, sentaram-se nas cadeiras de cana-da-índia da sala de estar e ficaram a sussurrar , entre risinhos, com as húmidas mãos a se toca­rem, ávidas, mas não havidas. Enquanto isso, na biblioteca ao lado, os colegas ficavam a troçar – Afonsinho, ó pá! Vais ser cunhadinho do Gustavinho, que, apesar do tamanho, tudo nele é assim como lhe diz a Mamãezinha, com muito inho, pro casamentinho, delezinho, de seu filhinho, queridi­nho, com a Auritinha, tão lindinha.

 

Não houve a quarta vez. Dona Maria, mais transtornada do que a Primeira, em um momento de lucidez ou de loucura (soubesse lá qual dos estados, só mesmo o pobre do marido pachorrento a lhe aturar os nervos; ou então o seu Dom João Sexto miúdo, que temia mais a ela do que a qualquer armada de Napoleão) mandou à senhora dona Florinda os seus pro­teistos de estima e concideração, em um bilhete de muito mal trassadas linhas e, como se vê, de estropiada gramática. Nele, a matrona pedia que se puzece um termo às sandisses do Gustavinho (não fosse ela, como todos diziam, à boca miúda e graúda, a própria sandice em pessoa). Lamentava ser este ainda um miúdo, que mal deixara de ca... (riscou com um xis) de obrar nos cueiros e já lá estava a pensar em faser outros miúdos, ainda que tais sem-vergonhisses venho a si permitire sobre as benssas e confirmassons da Santa Madre Igreija.

 

Seguiam-se numerosos blá-blá-blás e mais que tais.

 

Gustavo Toledo Ayres de Bragança já chegara aos 21 anos, mas, tanto na mente quanto no comportamento geral, não passava de um puto choramingas. A um simples olhar de sua Mamãezinha, metia o rabo entre as pernas e fazia um mé mé mé de carneirinho. Não foi diferente, portanto, o seu agir para com Aurora. Em péssima e nervosa caligrafia, entremeada com borrões de lágrimas, mandou dizer à sua quase futura sempre amada que, doravante, ela podia sen­tir-se desobrigada de qualquer compromisso a que ambos estivessem por firmar.

 

Aurita apenas deu de ombros e concluiu, para si mesma – Se amada não fora, por esse filhote de Mamã Ratazana, um criançola estúpido e cobarde, cheia de amor por ele é que ela, jamais, haveria de ficar. Enquanto isso, o que mais sen­tiu o ratinho, digo, o rapazinho, foi nunca mais ir à casa de Afonso com os colegas e, assim, deixar de roer, digo, deixar de provar os saborosos bolinhos de dona Florinda.

 

fim-de-post

 

 

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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves e a Nª Srª das Graças - Edição 2017

 

E como ontem aconteceu mais uma edição da Nª Senhora das Graças em Chaves, é com um pequeno resumo do final da procissão que fazemos o regresso à cidade de hoje. Espero que gostem. A título de curiosidade, o video que vos deixo é composto por 550 fotografias e 1 vídeo (com a marcha de chaves.

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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017

Chaves - Um olhar...

1600-(31911)

 

Chaves, um olhar sem postal!

 

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Terça-feira, 12 de Setembro de 2017

Chaves D'Aurora

1600-chavesdaurora

 

  1. CARITÓ.

 

Quando Aurora fez 20 anos, a ausência de um rapaz de boas intenções em sua vida começou a preocupar os pais, além de chamar a atenção dos parentes, aderentes e meros conhecidos. – Te cuida, Aurita, olha que vais acabar ficando pra tia – ou, como dizia Mamã, à moda de sua terra natal – Vais acabar no caritó – o que em Tupi, língua dos índios brasileiros, vem a ser “uma gaiola para os pássaros”, mas na linguagem popular significa “ficar solteirona”.

 

Ora pois, engaiolada era a vida de muitas senhoras fla­vienses que, em rodas de chá, a degustar os pastéis de ba­calhau e as bolachas de nata, repetiam, a suspirar, as frases recolhidas de algum desconhecido – “Ai-jesus, que o casa­mento vem a ser mesmo uma prisão! No início, um doce cár­cere; alguns anos depois, uma clausura à qual ele e ela, no dia após dia, acabam por se habituar; já nos anos finais, é um porão sombrio e húmido, masmorra onde só as mágoas e queixumes servem de lenha para aquecer o frio”.

 

A tudo isso, porém, Mamã contestava – Pois eu e o meu Reis, embora não tanto como El-Rei Dom Manuel I, esta­mos sempre venturosos.

 

Diante de tais falatórios, Aurora se constrangia e tenta­va dar atenção aos possíveis pretendentes. Em belos papéis coloridos, circundados por figuras de flores ou anjinhos a tocar flauta, trocava cartas com aquele que estivesse na vez de um pretenso namorado. Não eram cartas portuguesas tão belas, como as de Soror Mariana Alcoforado, mas, nas suas, punha-se a transcrever, com sua perfeita caligrafia, versos de João Ruiz Castelo Branco:

 

“Senhor, me partem tão tristes

os olhos por vós, meu bem

que nunca tão tristes vistes

outros nenhuns por ninguém”

 

Nem essas líricas palavras poderiam, no entanto, expres­sar o que de facto lhe ia n’alma. Carências, latências, vazio. Acabava por ocorrer, afinal, que qualquer Hans sem Gretel que se perdesse em seu bosque, a bruxa loura deitava ao cal­deirão em poucos dias. Ainda por cima, pedia de volta suas cartas com florezinhas, anjinhos, versinhos e o mais.

 

fim-de-post

 

 

 

 

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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017

De regresso à cidade

1600-(30226)

 

De regresso à cidade por uma das ruas/travessas com mais História e estórias para contar, desde o Flávia, ao cineteatro, o Hotel, o Joaquim das Molas, o Sapateiro das escadinhas, às travessuras do Toreta, o cesteiro e ao sempre Faustino,  até aos dias de hoje em que as estórias continuam a acontecer.

 

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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Um olhar

1600-(47793)

 

 

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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017

Arquiteturas sem rua

1600-(47663)

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:35
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Ocasionais

ocasionais

 

“”2017! Eleições à porta!””

 

“Enquanto a verdade for evitada

 em proveito de ideologias

pelas quais a cultura do poder

assegura a sua sobrevivência,

a infelicidade humana será

uma constante na noss vida,

qualquer que seja

a orientação política

ou económica de uma sociedade.

-Arno Gruen-

 

 

2017!

Eleições à porta!

 

Chegou a hora do típico «lalãozinho» de CHAVES, comprado e amestrado pelos «xico’spertos» intrometidos na vida política, cuja astúcia e manha lhes permite começar por «entrar» em Listas eleiçoeiras, nem que seja para a célula de rua ou de Bairro, e, a partir daí, insinuarem-se, sabujarem-se, venderem-se por uma promoçãozita, igualmente aproveitada para mais um saltito até uma posição que lhes permita angariar clientela, cimentada com uns «jeitinhos», uns «favorzecos», umas «mexidas de cordelinhos» e outras malabarices sempre rentáveis!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES»  ei-lo  sorridente e desempoeirado, a deambular por tascas e tabernas; Cafés, Snack-bares, Restaurantes e Casas de Pasto; Feira das “Quartas” e mercados ambulantes; à porta das «Regateiras»; à entrada do “Hospital” ou à saída das Missas, a recitar homéricas façanhas de um “Asinus in tegulis”, um tal  “Tótó de Castelões”,  e a cantar épicos salmos em louvor do mais afamado «pavão» da Hispânia!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES, sempre tão caladinho que nem um rato, absorvido em apanhar qualquer «prisca» de dito ou escrito, nos Cafés ou nas reuniões, nos jornaizinhos Locais, no Facebook ou nos Blogues, para transportar e entregar  -  com a espinha completamente curvada, conforme a humilhação, e não a humildade, o obriga   -    o «ouvi dizer», o «eu li», ou a gravação em micro-cassete ou a fotocópia tirada com todo o cuidado, da coluna do jornal, do Post(al) ou da Caixa de Comentários do Blogue, ao seu «querido líder».

 

Para o típico «lalãozinho» de CHAVES só se combate verdadeiramente «dentro do quartel», tal qual garantiu há tempos, no Blogue “CHAVES”, um uma tal «lalãozinho»   “Sobreira”1.

 

Só não diz (e não disse) como!

 

  Derrotados pela sua falta de coragem, a maioria dos «lalõezinhos» rendeu-se aos piores inimigos da «CIDADE».

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES, à semelhança do «pavão» e dos «lalões» não tem ideologia: nem um nem outros têm conhecimento nem fé   -  vivem na e da crença!

 

Lá no íntimo, concordam e apreciam os esforços do Blogue “CHAVES” e de alguns colaboradores, para se modificar o rumo catastrófico que tem seguido esse «Concelho Rural».

 

A vida «custas-lhe muito»    -    defendem-se (e como se a Vida não fosso custosa em qualquer  lado!...), lacrimosamente os «lalõezinhos-Sobreiras»!

 

O cartão de militante partidário é entendido, para a enorme maioria d”AQUELES que «ficaram por cá» como vacina contra a pobreza, salvo-conduto para as aldrabices, licença de caça e pesca de benefícios e mordomias, diploma de equivalência a incomparável sabedoria, apurada ciência e incontestável competência.

 

Nem reservas ponho para acreditar.

 

Na verdade, até parece que «AQUELES que ficaram por cá», estão «como querem»!

 

Vão tendo que lhes chegue ….”Encaixaram-se” no Partido, conseguiram um emprego «político» e sobra-lhes tempo para trabalhar nas bouças, nas touças, nas cortinhas, nas tapadas, nas vinhas, nas hortas, nos biscates, nos laboratórios de ensaios de cenas partidárias, na catequese de sacristias do Partido político, nas missões comissionistas de compra e venda de «mexidas de cordelinhos».

 

 E tempo de sobra para a intriga nos “Sports”, para as maledicências nos “Arrabaldes”, e a peçonha nas «35 horas semanais»!

Não deram uma vista d’olhos pelo pensamento e (quanto mais lerem!...)  pelas palavras de homens bons e sapientes. Até as sementes da catequese desaproveitaram!

 

Têm uma vaga ideia de ouvir falar de Platão.

 

Parece-lhes terem ouvido falar de epístolas.

 

Nomeiam escritos e escritores que viram gravados na capa de livros em que pegaram.

 

Em Nietzsche é que não poderiam tocar: a excomunhão era-lhes certinha!

 

Porém, os «lalõezinhos-pavónico-sobreiras» não pertencem aos «residentes RESISTENTES»; pertencem ao Grupo dos Acomodados!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES nunca apareceu neste Blogue, no BLOGUE “CHAVES”, para aplaudir um Post(al) ou um Comentário, fossem feitos por quem fossem.

 

Mas aparecerá (tudo fará para ser visto) nas lengas-lengas e perlengas chamadas «Comícios» e no fundo de apoio à imagem ou fotografia do «Tótó de Castelões» quando, nas entrevistas e «conferências de imprensa», para os Jornais e televisão «da terrinha», o «pavão de Castelões» se apresentar aos flavienses com aquele ar de penitente, embora com a humildade de um grande velhaco.

 

Não basta «viver Aí», em CHAVES, para ter um assominho sequer de capacidade para dar lições de «patriotismo territorial».

 

Os «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”,  pela «garganta» que mostram no “Sport”, no “Geraldes”,  ou em qualquer dos «Comes – e - bebes” locais, e nas hospitaleiras Adegas, que tão bem insinuadamente sabem frequentar, nessa flaviana terrinha, até sou levado a acreditar que os Emigrantes e Imigrantes que chegam a CHAVES encurtam as férias com a vergonha S. Exªs,  os «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”, lhes fazem sentir por não “voltarem à terrinha e mostrarem aquilo que valem (se é que valem alguma coisa)”!

 

Quanto a mim, quando saí de CHAVES, a maioria dos «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»  ainda não eram nascidos, ou, quando muito, andariam de cueiros!

 

E é por saber muito bem quanto é «doce» viver , por CHAVES, pela NORMANDIA TAMEGANA, que me manifesto através da escrita.

 

Esta tem, natural e fatalmente, alguma visibilidade.

 

Outros comportamentos e atitudes tomo-os com discrição e anonimato até, porque não persigo nenhum protagonismo ou reconhecimento públicos.

 

As fronteiras de uma nação defendem-se de dentro e de fora das suas muralhas. Se Tróia e Roma, não servem de exemplo aos afamados, corajosos e valentes «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «pavão de Castelões», “O Lidador”, embora envergonhado por o seu nome ter sido transformado, séculos passados, em diminutivo sinónimo de gente tão reles e pequenina, lá mais para a fronteira norte, é um bom exemplo  de alguém com coragem e valentia que sabe defender a sua terra em paragens mais ou menos distantes!

 

Hoje, aos «lalões» e lalõezinhos» e aos «poneyzinhos-de-Tróia» que saltitam e pinoteiam pela «CIDADE», por CHAVES, pela NOSSA TERRA, já não são os meus “Pitigramas”, as minhas palavras que incomodam: o meu nome é que os assusta!

 

Não por ser um nome de um plebeu próprio da realeza. Desta, o plebeu diz «Sua Merdeza».

 

Mas é pela “certeza” com que aponta, pela «dureza» das suas verdades, pela «nobreza» das suas causas que os impostores, os bandidos, os renegados, os traidores e os «molengões» (para, generosamente, não lhe chamar «cobardes») se «sentem», «piam» entre si, mordem a beiça com a raiva de ver a careca descoberta!

 

É repugnante ver esse «pavão» e seus «lalões» a «exporem ideias que não possuem», a manifestarem «convicções que lhes faltam» e a pronunciar «lapidares frases» com o único fim  de  ocultar a sua inferioridade política e moral.

 

O  pravo “cabeça de lista” dos «lalões», apesar de andar rodeado pelos MAIs altos cataventos, nem assim terá as ideias mais ventiladas.

 

A sua sorte é que os “caroceiros da pessegada «sialista»”, de CHAVES, teimam em ensinar a perder em vez de aprenderem a ganhar!

 

Andaram quatro anos a passear as suas vaidadezinhas pessoais. Perderam a oportunidade de preparar «a roca e o fuso»: agora nem Deus nem o Diabo lhe mandarão «o linho» para as Eleições!

 

Para mal dos portugueses, no «país à beira-mar plantado», vive-se uma Democracia em que por cada Eleição se vê aumentar os privilégios de medíocres políticos e, ao mesmo tempo, os deveres dos cidadãos.

 

Aos «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”  e ao “Tótó de Castelões” permito-me recordar-lhes Kierkgaard:

 

- «Há duas maneiras de ser enganado:

- Uma é acreditar naquilo que não é verdadeiro;

- Outra é negar-se a acreditar na verdade».

 

Saudações flavienses

M.,um de Setembro de 2017

Luís Henrique Fernandes

 

1-Ver Post(al) de 29-08-2015 Blogue “CHAVES”:  http://chaves.blogs.sapo.pt/ocasionais-ele-ha-cada-um-1270352

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:28
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Segunda-feira, 4 de Setembro de 2017

De regresso à cidade

1600-(47790)

 

O bom destes regressos à cidade é que o posso fazer sempre por onde me der na gana...

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:29
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves - Dois olhares

1600-(47668)

1600-(47670)

 

Apenas dois olhares ou outros olhares, olhares diferentes sobre a cidade velha.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:52
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Quinta-feira, 31 de Agosto de 2017

Do reverso para a rua principal

1600-(47634)

 

Em dois passos e entramos naquela que é a principal rua do Centro Histórico de Chaves, a Rua de Stº António, ainda com vida diurna mas que à noite mergulha no silêncio das ausências. 

 

1600-(47629)

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:08
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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017

No reverso da cidade

1600-(47697)

 

Hoje vamos até as traseiras da cidade, até ao seu reverso, geralmente sempre mais descuidado que a sua fachada, e no caso desta travessa, a Travessa do Loureiro,  não é exceção, pelo menos desde que tenho memória, pois no antigamente não sei como seria. E temos pena, pois está mesmo no coração da cidade. Certo que com a construção do estacionamento ao longo da travessa e a reconstrução de algum do casario da Rua de Stº António, as coisas melhoraram um pouco, quase nada, pelo menos em limpeza deixa muito a desejar e para além dos gatos, continua a ser uma travessa sem vida.

 

1600-(47676)

 

Mas felizmente não é sempre assim e às vezes as traseiras são mais interessantes e castiças que as fachadas principais, é o caso desta segunda foto, hoje visível, que mesmo abandonada é bem mais interessante que a fachada principal da construção. Pena estar abandonada e velha.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:44
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