Sábado, 16 de Setembro de 2017

Cimo de Vila da Castanheira - Chaves - Portugal

 

 

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E nesta nova ronda pelas nossas aldeias, hoje toca a vez a Cimo de Vila da Castanheira implantada em terras altas do concelho de Chaves a rondar os 800 metros de altitude, ainda no planalto na transição para o mar de montanhas das terras de Vinhais.

 

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Aldeia e freguesia que se justifica pela sua população e dimensões, dispersa por vários arruamentos vai-se estendendo até à freguesia e aldeia vizinha de Sanfins da Castanheira, não havendo separação física entre ambas o que, à primeira vista, poderá parecer ser uma única aldeia, mas são duas.

 

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Estamos em terras da Castanheira onde o românico marca presença com a Igreja de S.João Baptista, com o antigo cemitério em anexo e uma pequena torre, aparentemente mais antiga, conjunto que aliado à sua localização lhe confere uma particular beleza.  Nem que fosse e só por esta Igreja Românica, já valia a pena ir de visita por estas terras.

 

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Quanto ao casario, hoje em dia, é um misto entre casario típico e tradicional das nossas aldeias, com as suas construções em granito de pedra solta geralmente com as escaleiras lançadas para a rua terminado numa varanda coberta e outras construções mais recentes, umas de meados do século passado onde o reboco exterior já marca presença ou ainda construções muito mais recentes ligadas ao boom da construção dos anos 70 e 80 também do século passado.

 

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A 23 quilómetros de Chaves, tem como Orago o S.João e uma das aldeias que embora também sofra da maleita do despovoamento, não é das que mais tem sofrido com isso e ainda hoje mantém uma população considerável para uma aldeia, mas bem longe dos áureos anos 60 em que chegou a atingir os 1159 habitantes, hoje reduzida a menos de metade deste número.

 

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É também uma das aldeias de passagem do nosso concelho, pois é através dela que se chega até Roriz ou até Sanfins da Castanheira, Stª Cruz da Castanheira, Parada e S. Gonçalo.

 

 

 

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Sábado, 3 de Dezembro de 2016

Cimo de Vila da Castanheira

1600-cimo-vila (38)

 

Hoje vamos fazer mais uma breve passagem por terras altas do planalto da Castanheira que surge na sequência do planalto de Monforte, ou melhor, um mesmo planalto e que abrange que abrange algumas freguesias e muitas aldeias. Aliás, querendo ser mais abrangente, podemos mesmo falar do grande planalto que se inicia na freguesia de Nogueira da Montanha e se prolonga até à freguesia de Travancas, com uma cota a rondar os 800 m de altitude.

 

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Mas hoje vamos só até uma dessas aldeias do grande planalto, até Cimo de Vila da Castanheira, também uma aldeia da rota do Românico com a Igreja de S.João Baptista a dar as boas vindas a quem visita aldeia. Por sinal uma das nossas Igrejas Românicas com mais visibilidade, graças à sua localização e implantação isolada na croa de uma pequena elevação.

 

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Igreja de S.João Baptista mencionada nos diários de Torga, então com o lamento de a igreja se encontrar em ruínas, mas que felizmente a sensatez acabou por reconstruir e dar-lhe a dignidade que a Igreja merece.

 

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Cimo de Vila por onde às vezes passamos, pois também é aldeia de passagem para outros destinos, mas também por onde às vezes paramos para mais um registo e por onde continuaremos a parar, mesmo porque ainda há alguns registos agendados que nunca tivemos oportunidade de fazer.

 

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Mas para hoje ficam cinco momentos que escaparam nas últimas escolhas em que este blog visitou esta aldeia.

 

 

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Domingo, 7 de Junho de 2015

Cimo de Vila da Castanheira ou um pretexto para uma definição de aldeia

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Quase todos os fins de semana quando abordo aqui as nossas aldeias, acabo por cair no mesmo discurso, o discurso do problema que mais as aflige e que poderá ser abreviado em duas palavras – envelhecimento e despovoamento. Na tentativa de mudar de discurso sem abandonar o tema, fui à procura de definição de aldeia e, espante-se, embora todos saibamos o que é uma aldeia, não existe uma definição concreta, cabal e satisfatória para a definir, pois todas as definições acabam por andar à volta daquilo que o dicionários nos dão, como por exemplo no meu: “ s.f. 1 - pequena localidade, geralmente com poucos habitantes e de organização mais simples que a de uma vila ou cidade, sem autonomia administrativa; povoação rural; 2 – meio rural; campo.” – Dicionário da Língua Portuguesa – 2006 – Porto Editora.

 

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Bem podem procurar na Internet, onde há definições para tudo, que pouco mais conseguirão que no dicionário. Mas nas definição do dicionário que nos remete para a povoação rural, ainda tive esperança que no significado de povoação tivesse uma explicação/definição satisfatória, mas também esta apenas diz “ Povoação – Acto ou efeito de povoar; as pessoas que habitam uma localidade”. Em ambas as definições, de aldeia e povoamento, para além das casas apenas fala em abstrato de pessoas e habitantes, nada mais. E é aqui que está o principal problema das aldeias – poucas casas e pessoas, e é assim que são vistas pelos que detêm o poder, apenas poucas casas e poucas pessoas, sem interessarem os nomes das pessoas, os laços familiares, os usos e costumes, a religião, os saberes, aquilo que as une entre si e à terra que habitam, os porquês de estarem ali, a sua história, etc, etc, etc, que faz de cada aldeia uma comunidade especial e única, com direito à individualidade de cada um mas que partilha comunitariamente coisas comuns, quer sejam físicas ou não, como um forno, uma fonte de água, um cemitério ou uma crença, um orago, o dia da festa, um uso ou costume.

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Pois ninguém, nem nenhuma definição nos dá aquilo que todos sabemos ao não dizer que uma aldeia é uma pequena localidade, com poucos habitantes onde vive uma comunidade. É que a comunidade e o seu entendimento fazem toda a diferença, senão vejamos a definição (há muitas e para todos os gostos, quase tantas como comunidades) mas fiquemos por uma que me é muito querida pelo seu âmbito social, a de Ander-Egg: “comunidade é um agrupamento organizado de pessoas que se entendem como unidade social, cujos membros participam de alguma característica, interesse, elemento, objetivo ou função comum, com uma consciência de pertença, situadas numa determinada área geográfica na qual a pluralidade das pessoas interage mais intensamente entre si que noutro contexto”

 

E é tudo. Fica para reflexão no que resta de fim-de-semana com a ilustração de três olhares sobre uma aldeia – Cimo de Vila da Castanheira.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:00
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Sábado, 10 de Outubro de 2009

Passos de Torga pelas aldeias de Chaves - Portugal

Cimo de Vila da Castanheira/ Dadim

 

 

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Castanheira, Chaves, 16 de Setembro de 1972

 

PLANALTO

 

Malhadas e vindimas.

Pão e vinho.

A liberdade colhe-se primeiro,

Em criança,

No monte descampado,

A jogar o pião e a fazer a trança,

Atento à voz do vento e à voz do gado.

 

Miguel Torga, in Diário XI

 

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Bolideira

 

 

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Pedra da Bulideira, Chaves, 5 de Setembro de 1989

 

Sísifo em férias, tento manter a forma a fazer abanar esta turística penedia em equilíbrio precário, metendo-lhe os ombros. Não posso acostumar mal o corpo.

 

Miguel Torga, In Diário XV

 

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Sábado, 29 de Novembro de 2008

Freguesia de Cimo de Vila da Castanheira - Mosaico

 

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Mosaico da Freguesia de Cimo de Vila da Castanheira

 

Localização:

Nordeste do concelho de Chaves.

 

Confrontações:

Freguesias de Travancas, Roriz, S.Vicente da Raia, Sanfins da Castanheira, Lebução (Valpaços), Tronco, Águas Frias, Paradela de Monforte.

 

Distância até Chaves:

20 km2

 

Área:

16 km2

 

Acessos (a partir de Chaves):

– Estrada Nacional 103 (até à Bolideira)

 

Aldeias da freguesia:

            Cimo de Vila da Castanheira

            Dadim

 

População Residente:

            Em 1900 – 712 hab.

            Em 1920 – 634 hab.

            Em 1940 – 767 hab.

            Em 1960 – 1.159 hab.

            Em 1981 – 938 hab.

            Em 2001 – 605 hab.

 

Principal actividade:

            - Agricultura e pastorícia.

 

Particularidades:

Rica vestígios arqueológicos com castro e castelo (Mau Vizinho) com restos de muralhas pétreas relativamente bem conservadas, mas de difícil acesso, incluindo o pedonal.

 

Possui uma Igreja românica denominada de S.João Batista ou S.João da Castanheira, com uma torre de cariz senhorial anterior à igreja e posteriormente adaptada a torre sineira .

 

As aldeias da freguesia ainda possuem um importante núcleo de cosntruções tradicionais de granito, mas maioritariamente degradadas e/ou ruínas.

 

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Linck para os posts (neste blog) dedicados às aldeias da freguesia:

           

- Cimo de Vila (post alargado)

- Cimo de Vila

- Dadim

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:16
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Sábado, 2 de Agosto de 2008

Cimo de Vila da Castanheira - Chaves - Portugal

 

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Hoje vamos até terras da Castanheira, mais precisamente para Cimo de Vila da Castanheira.

 

É uma daquelas aldeias pelas quais temos tendência a passar (ao lado) sem reparar nela como é devido, começando pela Igreja Românica de São João Batista, a primeira a ser avistada e para a qual reservamos uma visita para mais tarde. Depois, descendo já para a aldeia, atalhamos logo à direita, para as restantes terras da Castanheira, pois é por Cimo de Vila que se tem de passar para Sanfins, Mosteiro, Polide, Santa Cruz da Castanheira ou Parada. Se descermos mais um pouco, à esquerda, vamos a caminho de Roriz.

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São assim as aldeias de passagem, toda a gente as conhece, mas pouco se repara nelas, principalmente se, como no caso de Cimo de Vila, houver variantes à rua central e principal de aldeia.

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Mas nem toda a gente é assim, pois da minha parte faço sempre questão de parar e mostrar a quem me acompanha a Igreja Românica, sem que seja só para verificar se tudo está no sítio e depois, não atalho, vou sempre pelo centro da aldeia e muitas das vezes, paro, mesmo que o meu destino seja muito mais além, principalmente quando o destino é São Gonçalo, e o mais além, não é propriamente pela distância, mas mais pela “aventura” de se entrar em terras de todo-o-terreno.

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Pois se um dia o seu destino for uma das aldeias além de Cimo de Vila, perca 5 minutos e visite a Igreja Românica, mas só por fora, pois como ponto de visita obrigatório do românico que se preze, está sempre fechada. (não resisti….), mas está melhor assim fechadinha e preservadinha do que como estava há uns 15 anos atrás em que só existiam as paredes exteriores. Aplausos tardios, mas são merecidos para quem mandou recuperar a Igreja e também aplausos para o recente arranjo da envolvente e o acesso a partir da aldeia.

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Mas vamos até Cimo de Vila da Castanheira, a sua geografia, história e tudo que sei a respeito da aldeia.

 

Cimo de Vila é sede de freguesia, à qual pertence a aldeia de Dadim. Fica a 24 quilómetros de Chaves e localiza-se ainda no grande planalto da montanha. Tem por vizinhas e faz fronteira com as freguesias de S.Vicente da Raia, Roriz,  Travancas, Paradela, Águas frias, Tronco, Lebução (concelho de Valpaços) e Sanfins. Com esta última (aldeia) é tão vizinha dela, que não se percebe onde termina Cimo de Vila e começa Sanfins, e isto graças a construções mais recente (não muito) que unem as duas aldeias.

 

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Em termos de área, a freguesia tem 15.96 Km2, com terras maioritariamente agrícolas, pois a população concentra-se nas duas aldeias da freguesia, possuindo em 2001 (Censos) 605 habitantes residentes, dos quais 479 são habitantes de Cimo de Vila. Contrastando com os Censos de 1981, em que a freguesia possuía 1.027 habitantes, facilmente se pode observar que é mais uma freguesia que também sofreu a sua dose de despovoamento, embora, a maioria desta diferença se possa atribuir a Dadim.

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Aparentemente, Cimo de Vila até cresceu, pelo menos em construções na periferia da aldeia, junto às estradas, com sacrifício do seu núcleo histórico, que esse, como todos, sofre dos abandonos e de algumas casas à beira da ruína. Mas é uma aldeia com vida, ainda com muitas crianças e onde ainda se joga futebol, ou seja com gente jovem, que afinal é a que dá vida às aldeias.

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Quanto à vida, o seu modo de vida, a aldeia é agricolamente rica em batata (da boa), aliás toda a batata das montanhas do concelho de Chaves, é boa. Dizem-me que em algumas  frutarias (tradicionais) da área do Porto se vende batata  onde fazem questão de junto ao preço, escreverem “batata de Chaves”. É mais um dos nossos (bons) produtos, que a par do presunto, também da castanha e porque não das couves, dos grelos, da cereja, do vinho, dos pimentos do Cambedo, das Cebolas de Loivos, do cebolo de Stº Estêvão, do centeio, do trigo e do milho e,  outros tantos produtos da terra ou aliados a ela. Também da vitela e do leite, o cabrito, o cordeiro, o porco e o fumeiro e, já agora, convém não esquecer aquilo que a cidade tem para dar – o pastel de Chaves. Temos tudo e do bom, do melhor, mas neste mundo actual em que todos pensam em estratégias e há estratégias e planos para tudo, ainda não houve um iluminado pensante dos “responsáveis” que fazem planos e definem estratégias que visse, que  a estratégia e o futuro do concelho está na terra, nas aldeias, na agricultura de qualidade, tudo isto aliado à gastronomia, ao turismo e tradição e também à água e termalismo (tudo junto). Talvez quando se aperceberem disso, já seja tarde demais. Até lá, a batata continuará a apodrecer nos armazéns, o presunto continuará a vir de Espanha, as vinhas ficam de poulo, e o mato aproxima-se das aldeias. Posso estar enganado, mas é assim que penso e também seria assim que se combateria o despovoamento das aldeias. Esqueci a floresta (que também poderia ser de qualidade).

 

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Mas vamos a um pouco da história de Cimo de Vila e deixemos os problemas da região para os “iluminados pensantes”. Dizem alguns escritos que esta é a freguesia mais antiga da região. O topónimo significa "villa do cume" e na realidade é aqui que o planalto tem um dos pontos mais altos e que também se começa a desfazer e a descer para terras de Valpaços e Vinhais.

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A Igreja Matriz é um templo românico possivelmente do século XIII, de muros feitos de silhares simétricos com siglas, rematados pela cornija em que ressaltam os cachorros ou modilhões. Interiormente era revestida de pinturas a fresco que com a exposição às intempéries enquanto pertenceu ao reina das ruínas, se foram degradando. Tem por orago São João Baptista. Junto da igreja eleva-se uma torre quadrangular, que serve de sineira e que, em tempos passados, por ocasião de guerras e lutas, foi sem dúvida usada como local de vigia, refúgio e defesa. Aliás as suas características são mais militares do que religiosas, mas isto é apenas uma observação pessoal que não sei se os eruditos na matéria aceitarão.

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A aldeia constituiu no passado um centro de extrema importância pois foi Comenda da Ordem Militar de Cristo. Quando o Município de Monforte gozava da sua autonomia, era nesta igreja de S. João da Castanheira que se celebrava a solenidade do Corpo de Deus, pegando então às varas do pálio os vereadores de Monforte de Rio Livre.

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Também acompanhavam o préstito de honra o alcaide, capitão mor, sargento mor e capitães de Ordenança. Num morro, em posição oposta a esta igreja, no local onde existiu um castro, assenta a capela barroca da devoção a S. Sebastião.

 

Bem perto, no local denominado de Fonte da Moura, a servir de bebedouro para animais, está uma sepultura antropomórfica, de forma trapezoidal, cavada na rocha.

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Associada a esta região conta-se a lenda do Carvalho da Missa.
Diz ela que quem cortasse um ramo desse secular carvalho, seria atingido pelas "maleitas", como castigo. O carvalho desapareceu mas a lenda ainda perdura e algumas maleitas também, nem que seja a de ver partir alguns dos seus filhos para outras paragens onde possam ter e dar uma vida mais digna aos seus.

 

Até amanhã., com outra aldeia, que fartos da cidade andamos nós a semana toda. Fartos, mas gostamos dela!

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:11
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