
Medalha em bronze, com o módulo de 80 mm, comemorativa da Semana Transmontana, realizada no Casino Estoril entre 20 e 29 de Outubro de 1978. Assinada M. Silva (datas desconhecidas) esta medalha foi cunhada em oficina não identificada, num total de 400 exemplares, de que este é o número 351.
Um folheto promocional do Banco Português do Atlântico, publicado em Junho de 1979 pela Secção de Metais Preciosos, Numismática e Medalhística, indica que esta é uma medalha que servia de introdução à série Personalidades Transmontanas, desenhada por Cabral Antunes (1916-1986), cujo total se previa atingir 9 a 12 medalhas. No texto que descreve tiragem e características técnicas a autoria desta medalha também é atribuída a Cabral Antunes.
O mesmo folheto reproduz já duas dessas medalhas. A primeira dedicada a Monsenhor Manuel Alves da Cunha (Chaves, 1872 - Angola, 1947), a segunda dedicada a Abílio Manuel Guerra Junqueiro (Freixo-de-Espada-à-Cinta, 1850 - Lisboa, 1925).
Com alvará concedido a 23 de Setembro de 1905, a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro celebra no dia de hoje 105 anos de existência.
Reproduz-se abaixo a capa dos números 14 e 15, correspondentes a Maio e Junho de 1949, II ano, da revista mensal Trás-os-Montes e Alto Douro, aquela que na época era a publicação oficial da instituição.

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Já sabem que aos fins-de-semana por aqui acontece o mundo flaviense fora da cidade de Chaves, o nosso mundo rural, aldeias e vilas, vales, montanhas e planaltos. Hoje também era para acontecer, mas, o tempo, o maldito tempo dos relógios nem tudo permite e às vezes, os post que temos em mente torna-se bem mais longo do que o planeado. Foi o caso de hoje.
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Para não quebrar o contrato, hoje apenas tragos duas fotos de um desses lugares que trago aqui aos fins-de-semana, será o lugar que amanhã estará aqui, um lugar que como quase todos os do concelho já conheceu dias melhores, mas um lugar que também continua a encantar com os seus encantos.
Para já, apenas pormenores, azulejos que por lá encontrei. Amanhã, vem o resto, o texto e as fotografias.
Até amanhã.

Medalha em bronze, com o diâmetro de 70 mm., alusiva a Trás-os-Montes. Em segundo plano encontra-se representada a ponte romana de Chaves, ainda com os remates monárquicos.
Esta medalha, destinada a receber inscrições personalizadas no reverso, foi desenhada por Vasco Nuno (datas desconhecidas) e cunhada numa oficina não identificada. O exemplar reproduzido corresponde ao número 27 de uma tiragem não especificada.


Bilhete da Rodoviária Nacional emitido durante a década de 1980.
Um bilhete que não dava para chegar até ao Larouco, mas dava para entrar já no Barroso. Efectuando este percurso, passamos pela hoje desactivada estação ferroviária do Tâmega e pelo castro de Curalha, pela localidade onde em 1837 se assinou a Paz dos Marechais, Casas Novas, por um dos mais pequenos aldeamentos do concelho, S. Domingos, para chegarmos a Sapelos, já no concelho de Boticas, e ao vale do rio Terva, onde se encontra o vetusto Poço das Freitas.
Durante décadas a empresa rodoviária António Magalhães & Filhos, de Braga, assegurou as "camionetas da carreira" entre esta localidade e Chaves, passando também por Boticas e Montalegre. A concessão de tal trajecto foi herdada depois pela Rodoviária Nacional, que entretanto abandonou o transporte rodoviário regular nos concelhos de Boticas, Chaves e Montalegre, com excepção dos expressos que ainda servem Chaves.
Actualmente as ligações regionais entre estes concelhos, essencialmente destinadas ao transporte escolar, com diferentes itinerários e sem atingirem a cidade de Braga, são asseguradas pela Auto Viação do Tâmega, de Chaves. Esta empresa assegura também um serviço de expressos para Braga, passando este, no entanto, por Vila Pouca de Aguiar.

Medalha em bronze, com o módulo de 80 mm., comemorativa da inauguração do novo quartel da Associação Flaviense de Bombeiros Voluntários, que veio substituir o antigo quartel dos Bombeiros Voluntários Flavienses, vulgo Bombeiros de Baixo, situado no Largo das Freiras. Com esta mudança, o aquartelamento transitou da freguesia de Santa Maria Maior para a freguesia da Madalena.
Exemplar número 377 de uma tiragem não especificada, realizada numa oficina não identificada.

Autocolante do Ginásio Clube de Chaves editado em 1987, ano em que se celebrou o décimo aniversário da sua fundação.

Medalha cunhada para comemorar os 75 anos da elevação de Chaves a cidade.
Características:
Material: bronze (desconhece-se a cunhagem noutros metais ou ligas metálicas).
Dimensões (módulo): 7,6 cm.
Assinada: António Guerra (n. 1938, concepção).
Fernando Ribeiro (n. 1960) executou o grafismo.
Medalha número 415, de uma tiragem de 1.000 exemplares.
Cunhagem: Gravo, Rua do Açúcar, 88, Lisboa.
Data: 2004.
Esta medalha era originalmente apresentada numa caixa cartonada verde.


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Medalha em prata comemorativa dos 25 anos do Clube de Campismo e Caravanismo de Chaves.
Além de comemorar os 25 anos do clube, a medalha é atribuída anualmente a todos os membros que completem os 25 anos de associado.
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Características:
Material: Prata
Dimensões: Diâmetro - 80mm; espessura - 5mm
Não assinada
Ano: 1999
Medalha não numerada
Tiragem desconhecida
Cunhagem: Gravarte - Lisboa

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Alfinete de lapela em metal esmaltado com o emblema do Grupo Desportivo de Chaves, com cerca de 1,5 cm e 4 cm de espigão.
Pela certa que alguns destes alfinetes serão ostentados com orgulho na lapela de alguns flavienses que irão estar no Estádio Nacional no próximo Domingo, dia 16 de Maio.
Resta agradecer ao nosso amigo Carlos Caria a imagem de hoje. Carlos Caria que, com as imagens que tem disponibilizado para esta rubrica do colecionismo de temática flaviense, é já um colaborador da mesma.
E quanto ao desportivo de Chaves, até Domingo no Jamor, com festa marcada para essa noite em Chaves, onde até os cabeçudos, as concertinas e os rapazes da Venda Nova são bem vindos! – Há que acreditar, que ter fé.

Aucolante alusivo ao décimo aniversário da revolução de 25 de Abril de 1974 e à evocação a realizar em Chaves.
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Na sequência das anteriores publicações nesta rubrica do colecionismo de temática flaviense respeitante à Coleção de 6 gravuras do Centro Histórico de Chaves, reproduzidas em baixo-relevo de estanho, com caixilho em madeira de castanho, etiqueta/legenda em estanho e estojo com interior revestido em cartão-veludo vermelho e caixa exterior em cartão, imitação pele de cobra em tons vermelhos, das quais já aqui foram publicadas 3 gravuras, deixo hoje as três restantes da coleção:
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Rua de Stº António / Chaves
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Características:
Material: Estanho a 98%
Dimensões do baixo-relevo em estanho: 16x12 cm e espessura variável;
Dimensões do caixilho em madeira de castanho: 21x18cm e espessura de 2,2cm;
Dimensões do estojo: 34x30cm e espessura de 5cm;
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Praça do Duque e Edifício da Câmara Municipal / Chaves
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Autor do desenho original: Fernando Ribeiro
Autor do baixo-relevo em estanho – Pereira Ribeiro
Etiqueta/Legenda – Em estanho 98%, com a designação do local reproduzido e nome do autor do desenho original.
Etiqueta/Garantia – Colocada no verso, com designação da fábrica (Grão-Mestre) e percentagem de estanho (98%).
Assinada: Pereira Ribeiro/Estanhos Grão Mestre
Ano: 1994/1995
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Caldas e Castelo / Chaves
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Número de edições: 3 (três)
1ª Edição: 1994, com 30 exemplares de cada gravura, numeradas de 1 a 30, executada para a Câmara Municipal de Chaves, para ofertas de cortesia e entidades.
2ª Edição: 1994, com 30 exemplares de cada gravura, numeradas de A-1 a A-30, executada para comercialização e venda ao público.
3ª Edição: 1995, com 30 exemplares de cada gravura, numeradas de B-1 a B-30, executada para a Câmara Municipal de Chaves, para ofertas de cortesia e entidades.
Execução/fábrica: Estanhos Grão Mestre, Porto.

Santa Missão pregada em Chaves, entre 27 de Março e 14 de Abril de 1960, pelos Missionários Capuchinhos.
Veja a medalha alusiva a esta Missão em http://chaves.blogs.sapo.pt/377552.html.


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Ia começar por dizer: “incrivelmente” este autocolante circulou e foi distribuído como uma forma de promover o turismo na Região do Alto Tâmega. Ia dizer, e mantenho tudo, exceto o “incrivelmente”, pois hoje já credito em tudo, principalmente se envolve gastos de dinheiros públicos.
Deixando de parte a pirosice ou não do autocolante, que era distribuído recortado (sem o fundo preto) dá mesmo para sorrir, principalmente se “disfrutarmos” do texto, mas enfim, pelo menos dava sinais de vida de que existia um organismo (público) que tratava de promover o nosso turismo, embora pouco ou nada se tivesse feito por ele e, por isso, aplaudi quando acabaram como as Comissões Regionais de Turismo… mas parece-me que aplaudi em vão, ou cedo demais, pois por cá, tudo continua por fazer em termos turísticos.
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De braço dado com o turismo, anda a hotelaria. Assim, hoje nesta temática do colecionismo deixo-vos também um autocolante de publicidade ao Hotel Trajano, aquele que em tempos foi ou era a melhor unidade hoteleira que se tinha cá na terra. Localizado em pleno Centro Histórico (quando ainda tinha vida residencial), fazia a diferença pela localização e qualidade que oferecia, no entanto, acabou por ser vítima da modernidade e fechou portas, tal como fecharam as antigas unidades hoteleiras de referência em Chaves, algumas já há longos anos: Hotel de Chaves, Estalagem Santiago, Pensão Comércio, Pensão Rito, Dorinha, Pensão Caldas… da “velha guarda” a única que se modernizou e resistiu até aos nosso dias, foi a “Pensão Jaime”, hoje Albergaria Jaime. Contudo, não entendam neste texto que Chaves perdeu em oferta de unidades hoteleiras, antes pelo contrário, pois pelo caminho apenas ficaram aquelas que (entre outras razões) não tiveram pedalada para se modernizarem. Hoje, felizmente em Chaves, há muita oferta e, algumas, até de muita qualidade, quer dentro da cidade, na periferia ou até em turismo rural. Há muito para desfrutar por Chaves, pena que não haja quem saiba promover aquilo que temos de bom.

Medalha em bronze, com o módulo de 60 mm., evocativa do I Encontro Transmontano do Clínico Geral, realizado em Chaves durante os dias 21, 22 e 23 de Março de 1985.
Esta medalha não se encontra numerada, nem se conhece a sua tiragem ou local de cunhagem.


Nadir Afonso – Século XXI
Colecção Coleção de 10 postais com reprodução de obras do Mestre Nadir Afonso protegidos por caixa de cartão com fundo prata brilhante, impresso pelo exterior e interior, contendo na face uma foto do Mestre Nadir e o título da colecção coleção “NADIR AFONSO –SÉCULO XXI”. No verso da caixa, além do logótipo da Fundação Nadir Afonso, reproduz-se o título das obras impressas em postal, a saber:
A cidade dos Príncipes
Apolo
Avinhão
Gare de Austerlitz
Gôndolas
Íris
Kuala Lumpur
Os Doges de Veneza
Pequim
Toronto
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No interior da caixa, numa das abas, vem impresso um pequeno resumo da vida e obra do Mestre.
Nos postais, verso, além do nome do autor e título da obra reproduzida, consta o ano de execução, a técnica utilizada e as dimensões da obra original.
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Dados técnicos:
Autor: Nadir Afonso
Edição: Fundação Nadir Afonso
Dimensões:
- Caixa – 108x153x60mm
- postal – 105x147mm
Nº de postais: 10
Material: Caixa e postais em cartão
Impressão: A cores e P&B (foto do Mestre) sobre cartão
Nº de exemplares: Desconhecido


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