Quinta-feira, 1 de Junho de 2017

Fotografia de Cláudia Carneiro em exposição no Faustino

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A partir de hoje a Adega do Faustino recebe mais uma exposição de fotografia, esta da fotógrafa Cláudia Carneiro, intitulada “Almas e Horizontes”, encontrando nas pessoas e paisagens a sua inspiração.

 

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“Pessoas, através de auto-retratos e também do retrato de outras almas, outros olhares e sorrisos, eternizando momentos ou por vezes recriando-os, segundo a minha imaginação.” – Confessa a autora.

 

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Paisagens, porque além da fotografia tenho uma paixão por montanhas. Considero-me uma colecionadora de horizontes, sempre em busca de uma nova montanha, de um novo horizonte, e a fotografia permite-me regressar, vezes sem conta, a sítios maravilhosos.” , que a fotógrafa agora partilha connosco nesta exposição.

 

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Cláudia Carneiro, nasceu no ano de 1988, em Zurique, Suíça, mas vive presentemente  em Chaves. Apaixonada pela fotografia desde sempre, só recentemente se tornou fotógrafa amadora.

 

Atualmente desenvolve um projeto com a designer de moda Liliana Batista, no âmbito de fotografia de moda artística.

 

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Embora o cartaz anuncie que esta exposição está patente ao público no presente mês de junho, por motivo de férias da Adega do Faustino , encerrará de dia 4 a 15 de junho, reabrindo dia 16 de junho, e contrariamente ao que estava previsto,  prolongar-se-á  até aos finais de julho.

 

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Ficam aqui algumas imagens que estão nesta exposição, que conta com a organização do Blog Chaves,  tendo como media partner a Sinal TV e  o apoio da Adega do Faustino e da Associação de Fotografia a Lumbudus.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:15
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Quinta-feira, 13 de Abril de 2017

Vidas em Tela - Rui Rodrigues na Biblioteca Municipal de Chaves

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A Rui Rodrigues, que nasceu no Lubango, Angola em 1953 e faleceu com 63 anos, no passado Julho de 2016, em Chaves,  vítima de um acidente de viação, tinhamos dedicado um post neste blog em fevereiro de 2009 que hoje reproduzimos aqui na íntegra:

 

"Mesmo longe dos grandes centros, dos grandes interesses e influências, Chaves tem tido sempre uma palavra a dizer no campo das letras e das artes, quase sempre por conta própria, sem ajudas e sem mercado, é certo, mas é nesta aventura constante que a arte e as letras se fazem por cá, por amor, e sempre com arte e a mestria da resistência.

 

Falar de arte em Chaves é falar também de Rui Rodrigues, um dos pintores de referência da cidade. É ele o nosso convidado de hoje.

 

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RUI RODRIGUES nasceu no Lubango, Angola em 1953.

 

Em 1976 viaja para o Brasil onde trabalhou em desenho gráfico e publicitário. Vive em Chaves desde 1980 onde conheceu o Mestre Nadir Afonso, do qual foi colaborador até 1982. Curso de Pintura do Instituto Parramon.

 

Expôs individualmente pela primeira vez em 1978, tendo realizado até ao presente mais de duas dezenas de exposições individuais no Continente, Madeira e Espanha.

 

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Marlene Obesa

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Participou em mais de uma centena de mostras colectivas.

 

Em 1993, nas comemorações do dia da cidade de Chaves, participou numa exposição conjunta com o artista galego Manolo Busto, organizada pela Câmara Municipal de Chaves.

 

Em 1997, realizou uma retrospectiva de 20 anos de actividade, na Galeria Faustino, em Chaves.

 

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Pintura Matérica

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Sócio fundador da “Tamagani” – Associação dos Artistas Alto Tâmega e Vale de Monterrei.

 

É membro da Sociedade Nacional de Belas Artes desde 1985.

 

Está representado no Museu da Região Flaviense.

 

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Vénus Adormecida

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Principais colectivas:

 

1982 – Certame de Pintura e escultura, Chaves.

1983 – I Bienal “Jovem arte”, Chaves.

1984 – V Salão de Outono, Estoril.

1985 – II Bienal “Jovem arte”, Chaves. - II Bienal Nacional de Desenho, Porto e Lisboa. - V Bienal da Festa do Avante, Lisboa. - Expo Internacional de cartazes, Bagdad – Iraque.

1986 – Galeria AS , Porto. - Salão SNBA, Lisboa. - I Festival do mar, Sesimbra. 1987 – II Festival do mar, Sesimbra.

1990 – Gallaecia 90, Chaves.

1991 – “Nove artistas flavienses”, Sint Niklaas, – Bélgica. - “A Musaraña”, Pontevedra – Galiza.

2003 – IV Arte Nossa, ADRAT – Chaves.

2005 – Centenário da Casa de Trás-os-Montes, Chaves e Lisboa.

2006 – Expo Tamagani – Chaves.

2007 - II Encontro Luso-Galaico "Aromar" - Galiza.

 

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Zódes Voadores

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Prémios:

 

1º Prémio e Menção Honrosa no “Certame de Pintura e escultura” – Chaves, 1982.

Prémio “Nadir Afonso” – I Bienal Jovem Arte -Chaves, 1983.

Prémio aquisição – II Bienal jovem Arte – Chaves, 1985.

2º Prémio – IV Concurso de Pintura do Inatel, 1994.

Menção Honrosa, Salpodium, 2006.

 

 

Embora a pintura seja a sua principal actividade artística, também lhe conhecemos a arte que tem para a escultura e a fotografia. Pena que por cá não sejam modos de vida, pois é a arte quem fica a perder.

 

E se por aqui apenas deixo quatro reproduções de obras suas que marcam diferentes períodos da sua vida artística, no seu espaço da NET poderá apreciar cerca de uma centena de outras obras e que poderá visitar seguindo este link:

 

Gindungo no Matako "

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:20
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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016

De regresso à cidade com gravuras...

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De regresso à cidade com uma sugestão – Visitar a 8ª Bienal Internacional de Gravura do Douro,  que nesta edição também tem sala em Chaves, mais propriamente no Sala Multiusos do Centro Cultural e uma pequena mostra na Biblioteca Municipal.

 

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Se não puder nos próximos dias, não há problema, pois a exposição estará patente ao público até 31 de outubro deste ano.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:26
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Quinta-feira, 7 de Abril de 2016

Exposição de Fotografia

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Inaugura hoje, dia 7 de abril, às 18 horas, na Adega do Faustino em Chaves, mais uma exposição de fotografia da Associação Lumbudus.

 

“Domingo Corredoiro” é o título desta coletiva de fotografia em que participam três fotógrafos Lumbudus portugueses (António Souza e Silva,  Fábio Cunha e Paula Dias) e três fotógrafos espanhóis (Pablo Serrano, Sergio Crespo  e Xosé Fernández Serrano) onde está representado o olhar destes fotógrafos do dia em que se inicia o Entroido de Verín, na Galiza.

 

"O Domingo Corredoiro”  é o primeiro dia do Entroido de Verín em que os Cigarróns saem a correr pelas ruas com o chicote na mão em perseguição dos vizinhos. É por isso que se chama “corredoiro”, porque os vizinhos correm tratando de escapar dos Cigarróns. A saída da Igreja, numa mistura pagã e religiosa, os Cigarróns aguardam pelos devotos para lhe anunciar a chegada do Carnaval.



Vestir o traje de Cigarrón para além de implicar carregar com o peso dos sete quilos de fios e os cinco quilos das “chocas”, implica também vestir o peso da história, por isso, o traje de Cigarrón, é carregado com orgulho, emoção e quase devoção.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:47
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Segunda-feira, 7 de Março de 2016

De regresso à cidade com Pintura, Escultura e Jazz

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Hoje fazemos o regresso à cidade com “As cores do Jazz” de Iría Blanco Barca e Xosé Rivada, dois galegos, a Iría pintora natural de Vigo e o Xosé de Verin, numa exposição que inaugurou este sábado passado no Salão Multiusos do Centro Cultural de Chaves. Pinturas e esculturas que fazem uma viagem pela música e ambiente do Jazz.

 

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Iría Blanco Barca

 

Jazz congelado em esculturas e telas que também estas últimas (em duas telas) assumem as três dimensões, quer fisicamente quer na observação, com a ilusão da criação de um ambiente tridimensional que o nosso movimento corporal provoca à sua passagem.

 

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 Xosé Rivada

Uma exposição que deve aproveitar para ver, a não perder, e que vai estar patente ao público durante todo o mês de março.

 

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Mais sobre Iría Blanco Barca: http://www.iriablancobarca.es/

Mais sobre Xosé Rivada: https://www.facebook.com/xose.gomezrivada?fref=ts

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:05
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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2016

De regresso à cidade e à Adega do Faustino

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De regresso à cidade e à Adega do Faustino, não pelos copos ou iguarias, ou melhor, não só por isso mas também pela fotografia que a própria adega proporciona mas também pela que acolhe em exposições de Fotógrafos Lumbudus ou por eles promovidas, como a que inaugurou na passada sexta-feira e estará patente ao público durante todo o mês de fevereiro e março

 

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Fotografia noturna de Sérgio Crespo, 40 anos, natural de Vilagargia de Arousa (Galiza) onde se pode assistir um belo pôr-do-sol. Fotógrafo Lumbudus, faz fotografia desde o ano 2010. Gosta de trabalhar em distintos estilos fotográficos mas com preferência pela fotografia noturna e o retrato.  Esta exposição é a primeira do autor, graças ao apoio da Lumbudus-Associação de Fotografia e Gravura, da qual é associado desde o ano 2014.

Desde os tempos mais antigos a humanidade tem manifestado curiosidade pela observação das estrelas do céu. As estrelas e a lua têm sido uma inspiração para os cientistas e artistas, mas também, durante séculos, tem deixado fascinados aqueles que estudaram ou que observam o céu noturno.

Esta exposição não é mais que o olhar de Sérgio Crespo sobre o céu noturno.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:19
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Terça-feira, 10 de Março de 2015

Metamorphosis de Rui Duarte em Chaves

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 Há vezes em que gosto daquilo que vejo e quando tal acontece gosto de o partilhar aqui no blog. O que hoje vos deixo é uma das coisas que ultimamente vi em Chaves e me agradou, por várias razões, começando pelo estilo do desenho pintado, pelo movimento (metamorphosis como diz o autor) dado ao motivo e pelo motivo propriamente dito que vai um pouco de encontro àquilo que eu também eu gosto de reproduzir em imagem – o nosso velho casario rural, tão singular e também ele em vias de extinção.

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Entendam estas palavras como elas são, sem qualquer pretensão de entrar na crítica de arte que não o sou nem nunca serei, pois eu apenas gosto ou não gosto, e em termos de pintura, na maioria das vezes, até nem gosto. Mas desta exposição em particular, gostei, e por isso aqui ficam algumas imagens do que está exposto.

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A exposição é de Rui Duarte, intitula-se Metamorphosis e está patente ao público na Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves. Inaugurou no dia 4 deste mês e termina dia 19 de março. Quanto ao Rui Duarte que desconhecia e penso não ser flaviense, é licenciado em Educação Visual e Tecnológica. Mestrado em Educação de Adultos e Doutoramento em Comunicação Visual e Expressão Plástica.

 

E é tudo. Espero que gostem, e se gostou mesmo e está por Chaves, nem há como ir à Sala Multiusos para o ver o resto, pois por lá há muita mais obra para ver e apreciar.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:23
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Segunda-feira, 30 de Junho de 2014

Francisco da Costa Gomes - Responsabilidade História

FRANCISCO DA COSTA GOMES

Chaves, 30 de Junho de 1914 – Lisboa, 31 de Julho de 2001

 

Francisco da Costa Gomes – Responsabilidade história, é assim intitulada a exposição sobre o Flaviense e Marechal Francisco da Costa Gomes, décimo-quinto Presidente da República e o segundo após o 25 de Abril de 1974. A exposição de iniciativa da Presidência da República e acolhida pela Câmara Municipal de Chaves pretende comemorar o centenário do nascimento deste ilustre Flaviense, como, citando o Diretor do Museu da Presidência Diogo Gaspar:  “uma simbólica mas justa homenagem a um estadista e militar que, em diversas ocasiões da sua vida, desempenhou importantes cargos na administração do Estado.

 

 

A exposição inaugurou hoje em Chaves numa sala do Museu Municipal, adaptada para o efeito, e estará patente ao público até ao dia 31 de novembro de 2014. A inauguração contou com uma cerimónia e desfile militar na Praça do Duque, contando com a presença de altas patentes militares e outras entidades civis e religiosas, bem como com a família do Marechal Francisco da Costa Gomes.

 

 

 

Para hoje, além de aplaudirmos a iniciativa, ficam apenas a notícia da abertura da exposição e algumas imagens da cerimónia militar que antecedeu a sua inauguração, mas fica prometido que em breve apresentaremos aqui um trabalho alargado sobre esta exposição e sobre este ilustre flaviense, aliás já há muito prometida, mas não com a brevidade de um post.

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:59
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Domingo, 1 de Junho de 2014

Exposição Coletiva de Associados Lumbudus - Adega do Faustino - Chaves

 

A presente exposição fotográfica de Associados Lumbudus resulta de um dia de campo num workshop de fotografia,  orientado por António Sá, que decorreu em terras de S.Vicente da Raia, ao longo da raia com a Galiza e tendo de fundo como principal cenário um antigo trilho do contrabando entre Soutochão (Galiza) e Segirei (Portugal),  cujo percurso se faz ao longo de um riacho (Regueiro do Pontón) em terreno às vezes muito acidentado,  o que origina algumas pequenas cascatas.

 

Para além da técnica fotográfica e tal como salientava o orientador do workshop que “Partindo da premissa de que não é o excelente domínio da tecnologia que garante as melhores imagens, este workshop procurava recuperar noções essenciais da fotografia enquanto forma de expressão artística: a importância da luz, a originalidade do ponto de vista da composição, a criatividade associada a diferentes temáticas. São estes alguns dos ingredientes que, através de projeções, análise de obras fotográficas e a indispensável prática, podem ajudar os fotógrafos de hoje a entender a simplicidade da receita de sempre”.

 

Foram estes mesmos ingredientes que levaram a que onze fotógrafos amadores associados da Lumbudus, com diferentes idades, diferentes experiências fotográficas e diferentes formas de olhar, se juntassem para um dia de fotografia de campo e reunissem alguns dos seus trabalhos, com o olhar de cada um, e que se atrevem a deixar nesta exposição para apreciação e reflexão, de todos.

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 22:38
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Quarta-feira, 5 de Fevereiro de 2014

Diferentes Miradas - Exposição Coletiva de Fotografia em Chaves

A Associação de Fotografia e Gravura – LUMBUDUS promove mais uma exposição em Chaves, desta vez com fotógrafos galegos da Associação de Fotografia “O Pontiños”.

 

 

Assim, a partir de hoje (inclusive) está patente ao público uma exposição coletiva de fotografia da Associação Fotográfica “O Potiños” do Carvalliño, Galiza.  A exposição desenvolve-se em duas frentes de exposição, uma no espaço de exposições do Polo da UTAD/Escola Superior de Enfermagem, em Outeiro Seco e outra na Adega do Faustino, na Travessa Cândido Reis em Chaves.

 

 

Na exposição estão representados trabalhos dos seguintes fotógrafos de “O Potiños”:

 

ALEX CARRAL

FELIPE GALLEGO

HECTOR GUZMÁN

ISABEL JANEIRO

J. L. DIZ

JUAN RÚA

LUISA LORENZO

MANUEL BLANCO

MARILUZ GARCÍA

MARY HERNÁNDEZ

MERCE LÓPEZ RUBÍN

MILA FERNÁNDEZ

MYRIAM AMARO

PATRICIA BLANCO

PATRICIA PÉREZ

TANIA CERDEIRA

 

 A Associação Fotográfica Carbalhinesa “O Potiños” nasceu no ano de 1985 da inquietude pela fotografia de um grupo de amadores da comarca do Carballiño – Galiza, pela grande lacuna cultural existente neste terreno, mesmo que na vila tivesse existido um fotógrafo profissional radicado antes do ano de 1910, e nessa data já existissem na sua população cinco fotógrafos profissionais.

 

Fotografia de Isabel Janeiro

 

O nome da associação lembra todo o sentir popular local da figura de um antigo fotógrafo à la minute, dos mais recordados no Carballiño, e conhecido por todos pela alcunha de “O Potiños”.

 

Fotografia de J.L.Diz

 

O nome real deste profissional da imagem era Gabriel Alonso, e nos dias de feira e festa marcava lugar na Praza Maior do O Carballiño, utilizando umas telas pintadas que lhe serviam de fundo e decoração à sua atividade.

 

Fotografia de Luisa Lorenzo

 

No ano de 1996 a associação abranda a sua atividade que recupera no ano de 2003, onde novos interessados e a implantação das novas tecnologias no mundo fotográfico têm lugar nesta nova etapa, uma vez que as câmaras digitais marcam uma continuidade e mais uma constante na vida quotidiana, com este novo formato a valorizar positivamente uma infinita gama de possibilidades.

 

 Fotografia de Juan Rúa

 

Os associados de “O Potiños” têm anualmente encontro fixo marcado nas exposições: A Baixa Limia-Xurés (Muiños), Romaría Raigame (Celanova), A Istoria e Viña Docampo (Ribadavia), Imagomoenium (Lugo); e com caráter mais local: Entroido, Festa do Polbo, Tetembro, EcuCarballiño e de uma forma especial no “Outono Fotográfico”, assim como saídas para diferentes localizações geográficas da Galiza para recolha de imagens que se materializam em posteriores exposições.

 

Fotografia de Merce López Rubín

 

Por mão da Lumbudus - Associação de Fotografia e Gravura, chegam agora a Chaves as imagens de “Os Potiños”, em duas frentes em simultâneo: - Na galeria da Adega do Faustino e na galeria do Polo da UTAD/ESEC. Uma exposição coletiva que abre portas a muitas outras individuais e ao intercâmbio entre duas associações que têm em comum o amor pela fotografia e o objetivo da sua divulgação e valorização.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:54
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Segunda-feira, 21 de Outubro de 2013

a festa dos dois milhões

Mostra bibliográfica com obras dos colaboradores do blog Chaves

 

Vamos lá então ao rescaldo da inauguração da exposição comemorativa dos dois milhões de visitas a este blog com toda a suspeição do costume de quando se fala daquilo que é nosso.

 

Começo já pelos agradecimentos a todos quanto  estiveram presentes na festa, porque de facto foi de festa que se tratou, com a reunião de muitos amigos, com boa música e a leitura de alguns textos do livro “Chaves – Olhares sobre a cidade” a terminar com um Chaves de honra com aquilo que Chaves vai produzindo de melhor – vinhos da Quinta de Arcossó, pastéis de Chaves e bola tradicional da Padaria do Zé – a publicidade é merecida, não só pela qualidade dos produtos (flavienses)  mas também pela boa combinação que fazem estas deliciosas iguarias flavienses  e depois também não posso esquecer há a amizade e o apoio que ambos têm dado aos eventos que em estive envolvido.



Quanto à música foi do melhor. A projeção de imagens foi acompanhada com música de um grupo transmontano (com origem em terras de Bragança) que surpreendeu pela qualidade todos os presentes. Trata-se do Grupo LACRE  ao qual agradeço por ter emprestado a música do seu álbum Opus O.  Não exagero se disser que é um dos melhores grupos nacionais da atualidade e se duvidarem, oiçam-nos e depois digam de vossa justiça.



Com música ao vivo tivemos um dos seus melhores representantes flavienses, o Alfredo Espírito Santo, rapaz do meu tempo, que também não exagero ao dizer que fez a delícia dos presentes com os temas que interpretou e com o acompanhamento que fez aos leitores dos textos. Chaves é e sempre foi terra de artistas. O Alfredo é uma prova disso e embora seja um flaviense orgulhoso do seu berço, teve, artisticamente falando, o azar de ter nascido em Chaves, onde os santos da terra nunca fazem milagres.



A apresentação do livro “Chaves – Olhares sobre a cidade” teve uma breve apresentação por parte de António Sousa e Silva, também colaborador deste blog e autor de um dos textos do livro, que também leu alguns textos do mesmo. António Roque e Gil Santos, também eles colaboradores do blog e com textos no livro, leram os textos de sua autoria, cabendo a António roque ler mais alguns textos de colaboradores do blog que não puderam estar presentes. Os restantes textos foram apresentados por Paula Chaves, Jorge Medeiros e Reis Morais.


Paula Chaves no momento da leitura de um texto

A última leitura ficou a meu cargo, com as citações do texto lidas por António Roque. Trata-se de um texto que se intitula Mimos e Pantominas e foi encenado com a presença de um mimo (Catarina Miranda) recém licenciada em Animação Sociocultural pelo Polo de Chaves da UTAD. Um texto, um mimo e encenação que pretende fazer memória futura da existência deste curso em Chaves, pois está em vias de extinção. Mais um roubo, este silencioso, à cidade de Chaves, pois com a promessa de trazer para Chaves aquilo que nunca veio, há dois anos que este curso não abre vagas em Chaves, e não foi por falta de procura, mas antes por políticas que mais uma vez vêm de fora com a aceitação e silêncio dos responsáveis pela nossa cidade. É um pronúncio do fim do Pólo de Chaves da UTAD. Curiosamente esta encenação ocorreu num dos edifícios que era pertença da CP, do comboio, aquele que acabou por ser o primeiro de uma lista de roubos à cidade de Chaves. O meu agradecimento especial à Catarina Miranda por ter contribuído para a diferença da festa.


Jorge Medeiros no momento da leitura de um texto

E é este o resumo da festa da celebração da festa dos dois milhões de visitantes a este blog, o resto fica para os que estiveram presentes dizerem de sua justiça, mas que espero terem saído de lá agradados com o que viram e ouviram. De lamentar só lamento mesmo a ausência de alguns colaboradores do blog e amigos que não puderam estar presentes, pois a festa era de toda a família do blog, não só de quem participa nele mas também de quem o visita.


Alfredo Espírito Santo num momento musical. À mesa António Sousa e Silva e Américo Peres


Por último fica a imagem do visitante dois milhões, logo após lhe ter entregue o livro “Chaves – Olhares sobre a cidade”. Curiosamente foi para um companheiro da blogosfera flaviense do Blog Granjinha Cando, que também é fotógrafo Lumbudus e amigo, que simbolicamente acabou por ser o responsável da festa ao ser o visitante 2.000.000.


 

António Cruz (o visitante 2.000.000) com Fer.Ribeiro,


Fica o texto de apresentação do livro, de autoria de Autoria de António Sousa e Silva.

Durante os próximos dias também irão ficar aqui algumas das fotografias do livro e os respetivos textos.


Um momento musical com leitura de um texto


APRESENTAÇÃO DO LIVRO “CHAVES - OLHARES SOBRE A CIDADE”

 

 

Este momento que agora vivemos, para além de meramente simbólico, e que nos leva a estar aqui reunidos, celebrando os dois milhões de visitantes do blog “CHAVES”, de Fernando DC Ribeiro, é não só um momento de celebração mas também de orgulho para o seu autor.


Por isso aqui estamos a festejar. A partilhar em clima de vivência cultural.


Que deve também ser aproveitado para se fazer uma pequena reflexão sobre o conteúdo que o blog “CHAVES”, de Fernando DC Ribeiro, todos os dias, nos dá a conhecer. Nos obriga a questionar.


Gil Santos e Fer.Ribeiro


Hoje, através das fotografias, a preto e branco, de Fernando DC Ribeiro, publicadas no seu blog, os seus antigos e atuais colaboradores, em espírito de verdadeira comunhão, expressam as suas ideias e emoções, que aquelas imagens sugerem.


De uma cidade cheia de pergaminhos. Com História. E cheia de histórias. Mas também de um outro mundo, antigo, como José Carlos Barros, na Introdução ao livro, nos diz. Que é feito de ausências. Abandonos. Silêncios. Partidas e chegadas. Chegadas quase sempre fugidias.


António Roque (leitura), Alfredo (músico) e Catarina Miranda (ASC-mimo)


Sim, mundo antigo... De paisagens ricas. De cortar a respiração! Mas onde as portas e as janelas de uma «outra paisagem» se encontram fechadas ou já se encontram em plena ruína. E, aquelas que muito esporadicamente, e a medo, se abrem, exibem rostos, já muito poucos, mirrados por anos de sofrimento, isolamento, lembranças de muita miséria, de muita solidão. Mas, contudo, prenhes de tanta esperança!


CHAVES”, blog, mostra-nos essa Paisagem, essa História e essas histórias, o nosso Património, a nossa cidade e as suas aldeias, ou seja, o mundo rural e o mundo urbano. Em suma, o território flaviense que todos nós habitamos.


 

 

António Roque e Alfredo


E, através da câmara, da objetiva do seu autor, acompanhada da sua palavra e da dos seus colaboradores, discute, questiona a terra que nos é dado viver. Ora com orgulho; ora, e muitas vezes, de uma forma crítica. Nua. Sem «papas na língua», sem deslumbramentos.


Mário Esteves (col. do Blog), Pablo Serrano (Lumbudus) e Fer.Ribeiro


Já um dia escrevi, sugerindo, na rubrica do blog - Discurso Sobre a Cidade - da necessidade de se passar para uma outra fase da existência - e vivência - de “CHAVES”, blog. Abrindo-se ainda mais à cidadania, à participação cidadã. Não transformando-se num palco político partidário, seja que de partido ou movimento for, mas num verdadeiro fórum da sociedade flaviense. Cumprindo, assim, e em plenitude, o seu autor, o papel de verdadeiro cidadão, amante da sua terra flaviense.


 

Fer.Ribeiro, João Madureira (col. do Blog) e Amilcar Salgado (Vinhos Qtª de Arcossó)

 

Por isso me regozijo com esta iniciativa que, para além do mais, contribui para a realização deste mesmo desiderato.


O homem das novas tecnologias da informação e da comunicação (TIC), criou um novo mundo - a que chamamos de virtual - o da blogosfera e das redes sociais. E, com esse mundo, os conceitos de amizade, partilha e relação redefiniram-se, mitigando o universo do narcisismo em que todos estamos submersos, do pleno e desenfreado consumismo, e também da solidão em que a pós-modernidade lançou o Homem.


Fer.Ribeiro, Catarina Miranda (mimo) e António Roque, na cena final.


Mas o mundo da blogosfera e das redes sociais, se nos aproxima e enriquece em termos de informação e conhecimento, não nos completa contudo em termos de emoções e de sentimentos. Para isso, necessitamos do calor de um aperto de mão, do aconchego de um abraço, da emoção de um beijo, do estar frente a frente, olhos nos olhos, enfim, da aproximação dos corpos na relação, para a partilha e a amizade serem totais, verdadeiramente humanas.


Fer. Ribeiro, Alfredo, António Roque e Catarina Miranda


Porque, ao contrário de Deus, que no princípio era apenas o Verbo, o Homem é, assenta, todo ele no Corpo, transformado em matéria-prima a partir da qual se gerou o Espírito.


 

 

Luís Alves (Luís de Boticas) e Fer. Ribeiro, MºJoão Chaves e Otília Fernandes

As comunidades virtuais só têm sentido apenas como auxiliares, instrumentos fundamentais, nos tempos que correm, na ação e/ou aprofundamento das comunidades humanas, aproximando as pessoas por forma a ombrearem, lado a lado, projetos de vida com sentido, portadores de verdadeiro significado humano. É, deve ser, essa a sua principal função. Doutra forma não passam de mais um instrumento de alienação humana.


 

 

O mundo da blogosfera flaviense e das suas associações é, deve ser, um palco privilegiado para se discutir Chaves, os seus desígnios e o seu futuro.


Porque tal tarefa é de todos, sublinho, de todos os flavienses.


Porque a sua história milenar, o seu património e as sua gentes bem no merecem.


Porque, em síntese, e desta forma, “CHAVES”, blog, e toda a blogosfera e redes sociais que tratam e se referem a Chaves, cumprem três das grandes funções que qualquer órgão de comunicação social, digno desse nome, - e mesmo um blog -, deve prosseguir:


  • Informar
  • Formar
  • Divertir.

Hoje, e agora, divirtam, pois!...

António de Souza e Silva


 

Alfredo Espírito Santo e o mimo Catarina Miranda

 

E por hoje é tudo. O blog continua mais logo com “Quem conta um ponto…” de João Madureira.

Falta ainda agradecer ao Humberto Ferreira pela reportagem fotográfica e por ter cedido as fotos de hoje para publicação.


E por último os agradecimentos também para a Paula Dias, a Lara e a Luísa, à Gráfica Sinal e aos funcionários da Chaves Viva e todos os amigos presentes sem a ajuda e a presença dos quais não seria possível ter feito a festa.



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Sábado, 19 de Outubro de 2013

a festa dos dois milhões

 

E chegou o dia do blog sair à rua. Fotografias, um livro, colaboradores, amigos e todos quantos se queiram juntar à festa vão estar na sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves, a partir das 16H00, para celebrar os dois milhões de visitas a este blog.

 

Sem a pompa das celebrações ou atos solenes, esses vão estar ao lado, vamos fazer a festa com imagens, música e algumas palavras, não dos discursos, mas das formas do sentir, às vezes  Chaves, outras vezes não, mas com toda a poesia que as mulheres e os homens das palavras lhes queiram emprestar, os que as escrevem e os que as leem.    



Amanhã estamos de volta, se possível, para partilhar um bocadinho convosco alguns momentos da festa.

 

Até lá!



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publicado por Fer.Ribeiro às 03:12
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Sexta-feira, 18 de Outubro de 2013

Uma imagem e um lembrete

 

O tempo não abunda, mas o contrato é para cumprir, nem que seja só e apenas em imagem, com aquilo que temos de melhor – a nossa Top Model




E como está quase a chegar o dia (já amanhã) em que o blog vai sair à rua, em exposição comemorativa dos 2.000.000 de visitas, fica aqui mais uma vez o convite para estarem presentes na inauguração e no lançamento do livro “Chaves – Olhares Sobre a cidade”.



Se não puder estar presente, sempre pode visitar a exposição até ao dia 2 de novembro.


Amanhã ou depois, será um prazer receber-vos. Até lá.



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publicado por Fer.Ribeiro às 03:16
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Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013

Anúncio de exposição e livro

Nunca gostei de deitar foguetes antes da festa, mas desta vez teve de ser, pois os preparativos obrigaram a que o evento fosse público antes da meta alcançada, mas está perto.

 

Este blog está prestes a atingir os 2.000.000 de visitas e, como o número é redondinho e bonito, o blog vai sair à rua com uma exposição comemorativa e o lançamento de um livro com 25 fotografias e 25 textos de autoria dos colaboradores do “Chaves – Olhares sobre a cidade”.


 

 


A inauguração da exposição e lançamento do livro já têm data marcada – Dia 19 de outubro (sábado) às 16 horas no Salão Multiusos do Centro Cultural de Chaves e, como não poderia deixar de ser, o evento é público e estão todos convidados. Desde já obrigado a todos por contribuírem para esta exposição.




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publicado por Fer.Ribeiro às 01:26
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Quinta-feira, 26 de Setembro de 2013

Carlos Gonçalves em exposição Lumbudus

Aqui no blog, termina hoje a exposição virtual “Barroso”, de Carlos Gonçalves, com as últimas duas imagens. Entretanto a exposição continua, em papel, no Polo da UTAD de Chaves/Escola de Enfermagem, que estará patente ao público até ao próximo dia 9 de outubro.





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publicado por Fer.Ribeiro às 02:23
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