Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um regresso ao passado

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Há dias quando disse que os regressos às feiras dos santos tinham terminado, no final deixava em aberto mais um regresso, que acontece hoje.

 

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Este é mesmo um regresso a tempos bem mais remotos, pois levam-nos até meados do século passado, inícios dos anos 50, ou mais, pois a foto do Largo do Arrabalde não consegui saber a data.

 

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Duas das fotos ficam com marca de água, é o mínimo que posso fazer, pois como fotos cedidas de uma coleção particular para publicação no blog.  Isto é só para não caírem ou dificultarem por aí o comércio destas coisas,  por gente que se entretém a roubá-las aqui na net.

 

 

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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017

Feira dos Santos – Um pequeno regresso no tempo – XII

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Com as fotos de hoje terminamos estes pequenos regressos no tempo às edições das Feiras dos Santos de Chaves, pois como as imagens de hoje são do ano passado, a seguir será a feira que acontecerá a partir do próximo fim-de-semana.

 

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Hoje ficam apenas três momentos, um com um momento da “praça das farturas” que fora da feira passa a rotunda do monumento, outro momento com o velhinho carro dos Bombeiros “de baixo” num regresso à praça onde viveu tantos anos, e um terceiro momento de arte de rua, mais precisamente momentos de mimos músicos com alguns momentos de humor, não visível na foto, mas que ia acontecendo.

 

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E no próximo fim-de-semana e seguintes dias também daremos as nossas habituais voltinhas pela feira, das quais, pela certa, sairão alguns registos de outros tantos momentos da Feira dos Santos de 2017. Até lá, ou quem sabe se ainda teremos um post extra.

 

 

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Terça-feira, 24 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo - XI

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Pois é, depois de se andar todo o dia de um lado para o outro, chega-se a alturas tantas em que uma simples pedra de granito é bem melhor que o sofá lá de casa, óh se é, digo-o por experiência própria, e só não poisei nestes da foto que ficou atrás, porque já não havia lugar. Segundo o exif da foto já eram perto das 19 horas do dia 31 de outubro de 2015, ou seja, para aqueles que, como eu, vão de manhã cedo ver o gado, onde o único poiso regalado que se toma é mesmo enquanto o pulpo vai marchando, e depois disso a única coisa que marchou foram mesmo as nossas pernas, uma simples pedra faz a diferença.

 

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Mas como diz o povo – quem corre por gosto não se cansa – nós ( e este nós sou eu) é por gosto que vamos sempre a esta feira. É a feira e a festa da nossa ruralidade, daí, ser a festa mais genuína que temos e é por isso que todos os anos é um êxito, e depois, para aqueles mais urbanos sempre há o colorido da feira, as luzes das barracas e a oportunidade de comprar uma roupinha de marca nas barracas dos ciganos.

 

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Ei sei que esta de enaltecer a nossa ruralidade,  incomoda alguma gentinha de cá, mas é a nossa realidade, e Chaves embora seja uma cidade, não deixa de ser uma cidade de província e rural, mesmo que a ruralidade já tivesse conhecido melhores dias, continuamos a ter por cá os homens da boina, mesmo que a boina seja de outras terras, e os homens e mulheres da vara, e ainda bem que assim é.

 

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Ser da província e um concelho rural em nada nos inferioriza, antes pelo contrário, é uma mais valia para nós, só quem é cego é que não consegue ver essa realidade, há,  isso sim, que assumir essa realidade e o resto acontecerá naturalmente, e depois basta-nos a urbanidade da cidade para o dia-a-dia e se for necessário mais, temos sempre a uma ou duas horas de viagem muita oferta para sentir a adrenalina a correr-nos nas veias. Posso estar errado, mas penso que não. Seja como for, a Feira dos Santos é um bom exemplo da nossa ruralidade.   

 

 

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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo - X

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No regresso à cidade das habituais segundas-feiras, hoje fazemo-lo também com um regresso à Feira dos Santos de 2014 e com uma primeira imagem dos maiores cornos da feira, com o devido respeito.

 

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Feira onde há de tudo, onde nem sequer falta a N. Srª de Fátima, em vários tamanhos embora com o habitual feitio, mas não só, santos e cristos à mistura cpm raposas, gatos e mochos de loiça, há para todos os gostos e decorações.

 

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E também castanhas, de comer, e outras iguarias, também para todos os gostos, desde queijos da serra, farturas, presuntos (mas não de Chaves), bolos e bolinhos, há para todos os apetites e ougados.

 

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E sempre pessoas e mais pessoas a andar de um lado para o outro e para todos os lados. Pode não haver quem compre, mas para ver, apreciar a andar pela feira, não falta gente.

 

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E por fim, para quem não gosta da feira da cidade, fica um salutar convívio entre o Forte de S.Francisco e a feira, onde se pode andar com um olho nas barracas e oportunidades e apreciar aquilo que temos de melhor. Aliás se eu mandasse na feira, em vez de a espalhar por aí fora, metia-a inteirinha no centro histórico, incluindo a Madalena.

 

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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo IX

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Hoje regressamos à Feira dos Santos do ano de 2013, com um dos dias mais importantes da feira, o dia 31 de outubro em que acontece o “Fashion Day” com a moda e as melhores coleções do ano em várias vertentes e das melhores casas da região, onde as tendências a desfilar e premiar são as das casas “Barrosãs”, “Maronesas” e “Mirandesa”

 

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Nas semanas de moda de roupa mais famosas do mundo que acontecem em Nova Iorque, Milão, Paris e Londres. Porém, com a sua Fashion Week espalha-se por diversas regiões, como: Roma, Tóquio, Lisboa, Miami, Bangkok, Barcelona, Estocolmo, entre outras. No Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília sediam os desfiles.

 

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Ao contrário das “Fashion Week” da roupa que se distribuem por várias cidades do mundo , aqui faz-se um desfile de nus em que as espécies de todo o Reino Maravilhoso se reúnem na cidade de Chaves, no dia 31 de outubro de todos os anos.

 

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Quanto ao resto no “Fashion Day”, acontece o mesmo que na “Fashion Week”, ou sejam, muito preparativo… para as várias componentes do desfile na passerelle sobre o tapete verde, nomeadamente em individuais e parelhas.

 

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Com os habituais nervosismos de desfile de dar o seu melhor…

 

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Sempre debaixo do olhar atento dos vários estilitas que aqui trazem as suas obras

 

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Acrescido do nervosismo, também feito de esperas,  de se será a sua obra que irá impressionar o júri, mas também o público.

 

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Júri que atentamente verifica as regras de concurso e se decide pelos mais genuínos, interessantes e belos exemplares.

 

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Claro, sempre com o olhar atento do público e dos fotógrafos

 

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Para finalmente se chegar aos vencedores que saem sempre babados deste dia grande que é o “Fashion Day” da Feira dos Santos de Chaves, todos os anos no fosso do Forte de S.Neutel, na manhã de dia 31 de outubro.

 

Até amanhã!

 

 

 

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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo VIII

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Como este ano a Feira dos Santos começa oficialmente no dia 29, faltam 10 dias para o seu início.

 

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Hoje deixo-vos, sem muitas palavras, três olhares sobre a Feira do ano 2012.

 

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Amanhã cá estaremos com alguns olhares à feira de 2013. Até amanhã!

 

 

 

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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo VII

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Cada vez mais próximos da Feira dos Santos de 2017, regressamos em imagem à feira do ano 2011, ano em que mais uma novidade foi introduzida e então registada por nós com algum agrado.

 

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A novidade foi a passagem dos divertimentos da feira (carrocéis) para a margem esquerda do Rio Tâmega, para a Madalena. Pessoalmente gostei do espaço e com potencialidades para melhorar, principalmente se o espaço se alargasse ao terreno livre continuo ao atual estacionamento. Mas também agradado por finalmente a Madalena fazer parte da feira, dando-lhe outra vitalidade, com a esperança de que pudesse receber também parte da feira nos três dias principais.

 

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Esta nova versão da feira acabou também por dar mais vida ao Centro Histórico, principalmente na zona do Arrabalde e Rua de Stº António, mas também, a ser aproveitado e infraestruturado o tal terreno disponível, poderia passar a ser o poiso da feira semanal, isto tendo em conta que o Parque Multiusos de Santa Cruz foi um fracasso total.

 

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Até prova em contrário continuo a pensar que a Madalena tem potencialidades para dar resposta a parte da Feira dos Santos (divertimentos) e a ser um bom poiso para a feira semanal. Mas claro que isto vale o que vale e é apenas a minha opinião, o que é certo é que a organização da feira, atualmente com responsabilidades repartidas pela ACISAT e pela Câmara Municipal, vão repartindo também  e cada coorganizador reivindicando os louros daquilo que corre bem, e empurrando para o parceiro as responsabilidades por aquilo que não corre tão bem.    

 

 

 

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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo VI

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Em contagem decrescente para a Feira dos Santos de 2017, vamos regressar um pouco no tempo, até ao ano de 2010, em que os Santos aconteceram com frio e chuva.

 

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Frio e Chuva que não foi suficiente para que as pessoas não povoassem as ruas e a festa se fizesse com o habitual vai e vem de pessoas ao longo da feira, mas também com concertinas, cabeçudos e demais animação popular.

 

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Também com coisas boas feita com produtos da terra e não só, quentes e boas, as castanhas assadas marcam sempre presença, para além das tradicionais farturas que agora as há em todas as esquinas e largos, sem esquecer o pulpo galego ou à galega do dia da feira do gado.

 

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Sábado, 14 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo V

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Nestes regressos às Feiras dos Santos de outros anos, daqueles que tenho registos digitais, hoje vamos até ao ano de 2009 e inicio propositadamente com uma foto do nosso centro histórico (sem feira). A Feira de 2009 pouco diferente foi da dos anos anteriores e dos anos seguintes, até ao de hoje. Mas nem sempre foi assim, aliás, nos anos 60 e 70, as mais antigas que eu conheço e de que tenho memória, eram bem diferentes daquilo que hoje são.

 

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A Feira dos Santos é secular e não me refiro à de Chaves, pois não é exclusiva da nossa cidade, mas a nossa, desde que há memória desta feira, sempre foi das mais importantes de Portugal, senão a mais importante, isto, entre outras razões,  graças a localização geográfica da nossa cidade e à importância comercial que a nossa cidade tinha na região, e aqui a região ia muito além do Alto Tâmega e sempre atravessou a fronteira. Afinal a Feira dos Santos assim como a última feira do ano antes de se entrar no Inverno, e se hoje o Inverno é apenas mais uma estação do ano, nem sempre foi assim, principalmente em termos de facilidade de comunicações.

 

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Mas graças não sei bem a quem e a hoje em dia ser a única “festa” que Chaves tem, a tradição da Feira dos Santos de Chaves tem-se mantido, para os flavienses mas também e ainda para muitos que das terras vizinhas não deixam de vir a Chaves, principalmente por manter ainda a sua ruralidade com a feira do gado mas também pelo comércio de todos os artigos que se juntam à feira. Certo que bem longe dos tempos em que se fazia a feira da lã, talvez a mais importante para a economia flaviense e das aldeias flavienses e da região, pois não era só com dinheiro que se transacionava, mas com trocas de produtos, em que se trocava azeite por mantas, lã e linho por mantas e atoalhados, entre outros produtos. Era o tempo das industrias familiares dos teares, do cultivo do linho e da produção de lã, era o tempo das famosas mantas de Soutelo, mas não só.

 

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Pois nesses tempos menos recentes e ainda um pouco nos asnos 60 e 70 os forasteiros que vinham à feira da lã, ficavam para a feira do gado e para dia 1 de novembro e só depois regressavam a casa. Pernoitavam na cidade pelo menos duas noites, alguns nas pensões, em casa de amigos em quartos alugados mas também na rua, geralmente em grupos, bem animados por sinal, com muita música popular e alguns copos pelo caminho,  e que faziam também a animação das noites da cidade que não dormia…        

 

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Com a vulgarização dos popós e o melhoramento das vias de comunicação, hoje regressa-se a casa no próprio dia. As noites perderam a animação de outrora e apenas os bares e discotecas do costume fazem a animação da noite. Hoje nem sequer existem os famosos bailes de Santos do “meu tempo” em que ainda, pelo meio,  se dançavam uns slows…mas também em que tínhamos oportunidade de ter a atuar em Chaves alguns dos melhores grupos nacionais de então.

 

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Pois ao longo destes anos tenho dito por aqui que a Feira dos Santos de Chaves ainda existe e tem tradição, já não é feita com a mesma gente do mundo rural, o mesmo que hoje quase não existe e que com ele morreram outros valores e produtos, como as mantas de Soutelo que já aqui mencionámos ou o Presunto de Chaves que dele, hoje, só existe a fama. A Feira dos Santos resistiu, tem sido a única festa de Chaves, mas por quanto tempo continuará assim? Afinal hoje é igual às outras feiras de outros locais. Talvez seja tempo de olhar para ela com outros olhos, com um olhar de oportunidade para promover Chaves mas também para dela se fazer a verdadeira festa de Chaves e premiar quem nos tem sido fiel, principalmente os flavienses ausentes que também vão mantendo a tradição, mas também a pensar noutro público, principalmente o mais jovem, que podemos atrair e fidelizar, mas para isso temos que lhes dar o que eles querem, pois esses não vão lá só com barracas e carrocéis.

 

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Tenho vindo a dizer que a Feira dos Santos é a Festa de Chaves, e assim tem sido e assim se deve manter, independentemente de, atrevo-me a dizer, que todos os flavienses continuam a sonhar com uma festa de Verão, aquela que até hoje nunca tivemos, uma festa em agosto como todas as grandes festas mas não só, pois é nessa altura, nesse mês, que mais flavienses se encontram em Chaves, contando claro com os nossos emigrantes e estudantes universitários. Uma festa como Chaves há muito anseia e merece, e uma vez que não temos tradição de festa religiosa nesse mês, porque não uma grande feira, com espaço para barracas e carrocéis, feiras temáticas dos nossos produtos e muita música, com a cidade a abarrotar de gente todos os dias.

 

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Quanto às imagens de hoje, todas da Feira dos Santos do ano de 2009, é um pouco do que ainda hoje temos por cá, arte e artistas que oferecer a sua arte de rua, o colorido e variedade dos expositores das barracas. Finais de dia com gente cansada de tanto cirandar de um lado para o outro da feira, com noites animadas junto aos bares da cidade e as restantes ruas do centro histórico mergulhadas no silêncio do seu despovoamento.

 

Até mais logo, com o habitual post de passar por aqui uma aldeia de Chaves, que pela minhas contas tocará a vez à aldeia de Curral de Vacas.    

 

 

 

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Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo IV

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Hoje regressamos à Feira dos Santos de 2008 em que, mesmo ainda antes de estar completamente pronto, se utilizava pela primeira vez o Parque Multiusos de Santa Cruz. 2008 foi há 9 anos atrás e este Parque Multiusos, embora com este pomposo nome, foi construído essencialmente para nele se realizarem as feiras semanais e albergar os divertimentos da Feira dos Santos. Mas foi um fracasso, e porquê? – Eu tenho algumas respostas, mas deixo-as para o leitor pensar um bocadinho sobre o assunto. Este parque atualmente completamente transformado para outros fins. Pergunta-se também quanto se gastou neste espaço e qual o benefício que se tirou dele?

 

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Quanto ao resto da feira tudo como dantes, ou quase, pois como neste espaço “Multiusos” se realizava a feira semanal do gado (antes de ser parque multiusos), esta teve de ter outro poiso, o atual desde então, na Alto da Cocanha num pavilhão construído para o efeito.

 

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Ficam então quatro olhares sobre a Feira dos Santos do ano de 2008, onde o tal “Parque Multiusos” foi “inaugurado” e pouco ou quase nada utilizado. Amanhã, cá estaremos com os olhares sobre a feira de 2009, mas também com mais uma aldeia do concelho de Chaves.

 

 

 

 

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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo III

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O regresso de hoje é até alguns momentos da feira dos santos de 2007, de há 10 anos atrás, não muito diferente de hoje, mas com algumas diferenças.

 

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A diferença em relação aos anos anteriores, no ano de 2007, foi a localização dos divertimentos, os eternos saltitantes, sem poiso certo, mas nesse ano fizeram um regresso quase ao mesmo local que foi ocupando até aos anos 60, então sempre concentrados na rotunda do Monumento e terrenos anexos, ainda sem o edifício Nova York construído.

 

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Pois em 2017 fizeram um regresso quase às origens, ao ocuparem o terreno entre o Monumento e o Forte de S.Francisco, mas também foi sol de pouca dura, alguns anos apenas.

 

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Quando ao resto, já vai sendo o habitual, com algumas variantes, mas quase tudo na mesma, e não está mal de todo. Alguns pormenores que poderiam melhorar a feira, exigem-se, pois a Feira dos Santos de Chaves não é apenas uma feira, mas tem sido também a única “festa” que Chaves tem, e também a única que, para além do Natal,  traz até si os flavienses ausentes.

 

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Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo II

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Hoje a Feira dos Santos, aqui no blog, regressa ao ano de 2006, com a feira do gado onde habitualmente era a feira do gado, com o “pulpo” a cumprir a tradição de estar por cá e junto à feira do gado e os divertimentos, também a cumprir a tradição de, de vez em quando, mudar de poiso. No ano de 2006 poisavam junto ao forte de S.Neutel.

 

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Quanto ao tempo meteorológico, pelo testemunho das fotos, estava convidativo, sem chuva e sem frio, pelo menos a julgar pelas mangas curtas.

 

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Hoje ficam três imagens de 2006, amanhã cá estaremos de novo com três olhares sobre os Santos de 2007.

 

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Terça-feira, 10 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo

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Como estamos na contagem decrescente para a Feira dos Santos, vão ficando algumas imagens dos anos anteriores, com um regresso à feira do ano de 2005.

 

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Santos com chuva que nem por isso incomodava as crianças de então nos seus divertimentos preferidos, que diga-se a verdade, eram quase todos.  Hoje pela certa que já preferem carros a sério.

 

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Mas olhando para as imagens,  pouca coisa mudou, exceção talvez para a feira do gado que agora tem poiso próprio debaixo de telha,  mas que perdeu o encanto de então.

 

 

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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Os primeiros pavilhões

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O tempo passa, o verão ainda foi ontem e o outono já cá está com os Santos (feira) estão à porta, e prova disso mesmo são os pavilhões dos divertimentos que já estão a ser montados, este ano com novidades, pelo menos uma, vamos ter montanha russa, eia!

 

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Por aqui, no blog, como todos os anos vamos fazendo a contagem decrescente com algumas imagens da Feira dos Santos dos anos anteriores. As de hoje, são do ano passado de 2016.

 

 

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Sábado, 5 de Novembro de 2016

Discursos sobre a cidade - Por António de Souza e Silva

SOUZA

 

BREVE REFLEXÃO SUSCITADA PELA FEIRA DOS SANTOS

 

Razões de natureza pessoal imponderáveis impediram-nos de, na quadra dos Santos, estarmos em Chaves.

 

Pelo que temos respigado nas redes sociais, perdemos pouco ou nada.

 

Desde longa data que vimos defendendo o repensar a Feira dos Santos. E de um papel mais interveniente, profissional e criativo por parte dos comerciantes de Chaves.

 

Aliás, não se entende muito bem apenas existir uma associação que congrega os comerciantes e da forma como está constituída: em primeiro lugar, encontramos uma amálgama de «ofícios» - comerciantes, industriais e serviços; por último, do Alto Tâmega, como se, a nível do Alto Tâmega e Barroso, houvesse uma homogeneidade tal que dispensasse a caracterização e a autonomização de cada «ofício» por cada cidade ou vila.

 

Na nossa modesta opinião, em termos dos diferentes «ofícios» para o Alto Tâmega e Barroso, a ACISAT (Associação de Comerciantes, Industriais e Serviços do Alto Tâmega), de tantos representar - ou querer representar -, não representa efetivamente ninguém, a não ser os seus Corpos Gerentes.

 

Trata-se unicamente de uma nomenclatura que não gera dinâmicas proactivas no seu seio. E, pior ainda, exibindo apenas uma pura e simples imagem (pública?). Fazendo-nos crer ser muito dinâmica, mas, praticamente, de costas voltadas para os seus associados, ou estes para ela, sendo, por isso, pouco intervenientes e raramente chamados à participação construtiva do papel dos seus «ofícios» na construção das suas cidades e vilas nas quais se integram.

 

Mas, mais que tudo isto que vimos dizendo, - repete-se -, na nossa modesta opinião, de observador externo, que procura estar um pouco a par do que se passa na sua cidade - ou talvez os seus meios de comunicação não funcionem eficazmente -, o «pecado mortal» da ACISAT foi, (e creio que ainda é), o ter-se tornado refém, «cativa» ou prisioneira», do poder político, especificadamente do autárquico, ao longo de sucessivas vereações.

 

Uma associação, que para dinamização do comércio local, pede e «aceia» as receitas do uso do solo público pelos feirantes, na Feira dos Santos, para a iluminação «artística» das ruas do Centro Histórico da cidade na quadra do Natal, - e não é ele tão pouco dinheiro -, ipso facto, deixou de ter qualquer autonomia e verdadeiro poder reivindicativo junto dos poderes públicos autárquicos. Encontra-se sempre condicionada perante ele. Porque aquele dinheiro é de todos os munícipes e não exclusivo da associação.

 

E, porque de justiça e honestidade se trata, temos aqui de fazer o nosso mea culpa por esta coresponsabilidade! Mas não nos deve condicionar e deixar-nos calado, porque errar é humano e o mais importante é saber reconhecer o erro e fazer «inversão de marcha». Para bem de todos. Particularmente dos comerciantes flavienses.

 

Gostaríamos de ver nos nossos comerciantes flavienses uma outra postura: mais dinâmica, interventiva, enfatize-se, uma vez mais, proactiva. Que tivessem em devida conta que o comércio, enquanto atividade predominantemente urbana, para além da sua função económica e funcional, comporta uma dimensão social e artística que pode desempenhar um papel chave no planeamento das cidades.

 

Vemos com enorme tristeza, neste fazer a cidade, o que, pela passividade de todos, deixamos construir, numa das entradas principais da nossa cidade, na dita Rotunda do Raio X.

 

Nada temos contra as grandes superfícies, ou suas afins. Gostaríamos que os nossos comerciantes tivessem envergadura económica e poder reivindicativo para evitar o atentado urbanístico que naquela Rotunda existe e persiste. Uma cidade que, a uma das suas principais entradas (ou saídas) apresenta dois grandes «mamarrachos», sem o mínimo de qualidade arquitetónica. Uma vergonha! E, mais uma vez, para um deles, o nosso meu culpa pelo descuido e, consequente, corresponsabilidade. Infelizmente, ao longo destes anos todos, pouco aprendemos com os erros que cometemos, quando o território urbano, tal como as pessoas, não pode ser subsumido a mera e pura mercadoria, ao gosto do mais comezinho mercado capitalista.

 

É também com enorme tristeza que vemos a passividade dos nossos comerciantes, em particular, e dos flavienses, em geral, em deixarem as nossas ruas serem palco de «hordas» que para aqui vêm na Feira dos Santos.

 

Não estamos contra o facto de todo e qualquer cidadão, com a atividade de feirante, venha a Chaves «cuidar» da sua vida. Ficamos tristes por vermos que, em vez de os recebermos, com organização e critério, somos, pelo contrário, «invadidos». Porque, ao longo dos anos não cuidámos de espaços dignos para exercerem a atividade comercial e de dispor de superfícies que, nesta quadra, pudesse também ser usufruída por quem aqui vem para ganhar a sua vida. Na verdade, não somos verdadeiros anfitriões!

 

A Feira dos Santos, tal como acontecia antigamente, já não é maioritariamente dos comerciantes flavienses que vendiam os seus produtos para o nosso mundo rural, flaviense, do Alto Tâmega e Barroso e Galego (transfronteiriço), na hora de estes venderem os seus produtos e aqueles lhes fornecerem os de que necessitavam para as novas colheitas. Esta é a génese da nossa Feira. Daqui vem a nossa tradição. Foi com estes intervenientes que a nossa cidade prosperou e cresceu, se foi construindo.

 

Que palavra hoje os nossos comerciantes têm? Efetivamente têm-na? Como a afirmam?

 

Porventura a cidade que temos apresenta alguma importância significativa como fator de desenvolvimento e atração?

 

Ora, está provado que um dos intervenientes/atores fundamentais do desenvolvimento das cidades está ligado ao desenvolvimento do comércio. Que nos diga o Porto da segunda metade do século XIX e da primeira do século XX!

 

É necessário e urgente que os comerciantes flavienses apareçam e deem a cara pela sua cidade! O seu planeamento, estruturação e ocupação dos diferentes espaços públicos é de todos os flavienses, entre os quais os comerciantes têm uma palavra importante a dizer. Sempre com eles!

 

É urgente que os nossos comerciantes entendam que há uma nova visão sobre o relacionamento entre o comércio e a cidade. A nova política das cidades deve ter uma nova perspetiva - olhar o papel que o comércio pode representar não só para os negócios mas, principalmente, para a coesão da cultura urbana e a qualificação do espaço público, que dá acesso e atratividade aos diferentes negócios.

 

Como alguém já dizia, o facto de vivermos atualmente numa aldeia global, levou a pensarmos as nossas cidades como «os nossos bairros». E, aqui, a cultura tem um papel preponderante na gestão das cidades. Ela está intimamente ligada à identidade e ao desenvolvimento dos territórios, às nossas raízes. Por isso, é importante sabermos rececionar o legado que os nossos antepassados nos deixaram, sabendo vivê-lo e transmiti-lo às gerações vindouras, preservando o património cultural, na sua forma tangível como intangível. E a Feira dos Santos deve ser assumida como tal, também.

 

Neste enquadramento, defendemos, na esteira de um nosso mestre (Santos Solla), que uma cidade, e nomeadamente a cidade de Chaves, não deve ser contruída para turistas, mas com turistas, encarando a atividade turística como uma atividade mais na cidade, ou seja, não de uma maneira mono funcional, senão poli funcional e multi funcional, evitando, assim, os riscos de uma economia urbana de excessiva dependência face ao turismo; defendemos também que, ao entendermos a arte pública como um conjunto de práticas que, sob o ponto de vista urbano, têm como missão «embelezar a cidade», que se deve aproximar a arte contemporânea dos cidadãos, - construindo uma imagem da cidade apelativa, atrativa, com nítidos proveitos também para os negócios -, mas mantendo viva a tradição da «comemoração» e do resgate da memória dos personagens, pessoas e lugares de uma cidade, que nós, desgraçadamente, tão pouco soubemos cuidar!

 

Para este desiderato, nada melhor do que o espaço «imaterial» do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, o arquiteto/pintor, para estabelecer pontes, concitar diálogos, transformando-o num centro de excelência de reflexão, também sobre a nossa cidade e o seu futuro. Com todos. E em especial com os flavienses seus principais usufruidores. Tendo como grandes atores/intervenientes os nossos comerciantes, porventura a necessitarem de uma maior sensibilização para esta nova tarefa.

 

Doutra forma o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, como obra e com obras materiais de valia, não passará de um simples «depósito de obras». Mas morto de vida. Porque não olha para a vida, para a cidade e para todas as outras formas de arte - quer as tradições populares, performances, outras «imersões» artísticas ou obras de arte propostas por artistas de vanguarda -, verdadeiramente enquadradas em todas as atividades ou eventos da cidade, como a Feira dos Santos, dando-lhe Vida.

 

Serão estas iniciativas que delimitarão e criarão uma espécie de inédita crença de herança cultural e estética na cidade, dinamizando-a em todas as suas vertentes, transformando, desta forma, o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso verdadeiramente inserido no verdadeiro espaço urbano público flaviense, subjazendo à vida quotidiana dos seus cidadãos.

 

Deverá ser esta a sua verdadeira, útil e nobre função. Com dividendo para todos. Criando uma cidade viva e atrativa, dinâmica, não apenas para os negócios, mas para todos aqueles que, na pacatez de uma cidade média, podem usufruir de uma boa qualidade de vida, com diversidade cultural e boa convivência social.

 

Sem o desempenho deste papel fundamental, o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso transformar-se-á numa enorme e pesada herança para os nossos vindouros.

 

 

António de Souza e Silva

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:30
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