Quinta-feira, 2 de Novembro de 2017

Feira dos Santos 2017 - The End!

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Quase todos os anos faço por aqui uma reportagem sobre Feira dos Santos com uma seleção de imagens que a represente na sua plenitude, e embora este ano, inicialmente, me propusesse fazer o mesmo, a verdade é que não deu…

 

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E embora pudesse inventar aqui uma desculpa qualquer, por exemplo por falta de tempo, por falta de condições, por estar ocupado com outras obrigações, etc. a verdade é que nada disto aconteceu, pois até dei uma voltinha pela feira e até levava a máquina de fazer registos, mas faltou, talvez, um despertar de cliques…

 

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Mesmo assim deixo aqui três momentos que gostei de fazer, por diferentes razões que também não vou explicar, mas que, digamos, são um resumo, resumido, da minha feira deste ano. É, há anos assim, momentos assim ou então foi outra coisa qualquer… mas como também não me interessa entrar num momento de introspeção, ficamos por aqui, mas uma coisa eu sei, o diabo andou por Chaves e era cabeçudo…

 

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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um regresso ao passado

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Há dias quando disse que os regressos às feiras dos santos tinham terminado, no final deixava em aberto mais um regresso, que acontece hoje.

 

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Este é mesmo um regresso a tempos bem mais remotos, pois levam-nos até meados do século passado, inícios dos anos 50, ou mais, pois a foto do Largo do Arrabalde não consegui saber a data.

 

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Duas das fotos ficam com marca de água, é o mínimo que posso fazer, pois como fotos cedidas de uma coleção particular para publicação no blog.  Isto é só para não caírem ou dificultarem por aí o comércio destas coisas,  por gente que se entretém a roubá-las aqui na net.

 

 

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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017

Feira dos Santos – Um pequeno regresso no tempo – XII

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Com as fotos de hoje terminamos estes pequenos regressos no tempo às edições das Feiras dos Santos de Chaves, pois como as imagens de hoje são do ano passado, a seguir será a feira que acontecerá a partir do próximo fim-de-semana.

 

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Hoje ficam apenas três momentos, um com um momento da “praça das farturas” que fora da feira passa a rotunda do monumento, outro momento com o velhinho carro dos Bombeiros “de baixo” num regresso à praça onde viveu tantos anos, e um terceiro momento de arte de rua, mais precisamente momentos de mimos músicos com alguns momentos de humor, não visível na foto, mas que ia acontecendo.

 

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E no próximo fim-de-semana e seguintes dias também daremos as nossas habituais voltinhas pela feira, das quais, pela certa, sairão alguns registos de outros tantos momentos da Feira dos Santos de 2017. Até lá, ou quem sabe se ainda teremos um post extra.

 

 

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Terça-feira, 24 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo - XI

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Pois é, depois de se andar todo o dia de um lado para o outro, chega-se a alturas tantas em que uma simples pedra de granito é bem melhor que o sofá lá de casa, óh se é, digo-o por experiência própria, e só não poisei nestes da foto que ficou atrás, porque já não havia lugar. Segundo o exif da foto já eram perto das 19 horas do dia 31 de outubro de 2015, ou seja, para aqueles que, como eu, vão de manhã cedo ver o gado, onde o único poiso regalado que se toma é mesmo enquanto o pulpo vai marchando, e depois disso a única coisa que marchou foram mesmo as nossas pernas, uma simples pedra faz a diferença.

 

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Mas como diz o povo – quem corre por gosto não se cansa – nós ( e este nós sou eu) é por gosto que vamos sempre a esta feira. É a feira e a festa da nossa ruralidade, daí, ser a festa mais genuína que temos e é por isso que todos os anos é um êxito, e depois, para aqueles mais urbanos sempre há o colorido da feira, as luzes das barracas e a oportunidade de comprar uma roupinha de marca nas barracas dos ciganos.

 

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Ei sei que esta de enaltecer a nossa ruralidade,  incomoda alguma gentinha de cá, mas é a nossa realidade, e Chaves embora seja uma cidade, não deixa de ser uma cidade de província e rural, mesmo que a ruralidade já tivesse conhecido melhores dias, continuamos a ter por cá os homens da boina, mesmo que a boina seja de outras terras, e os homens e mulheres da vara, e ainda bem que assim é.

 

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Ser da província e um concelho rural em nada nos inferioriza, antes pelo contrário, é uma mais valia para nós, só quem é cego é que não consegue ver essa realidade, há,  isso sim, que assumir essa realidade e o resto acontecerá naturalmente, e depois basta-nos a urbanidade da cidade para o dia-a-dia e se for necessário mais, temos sempre a uma ou duas horas de viagem muita oferta para sentir a adrenalina a correr-nos nas veias. Posso estar errado, mas penso que não. Seja como for, a Feira dos Santos é um bom exemplo da nossa ruralidade.   

 

 

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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo IX

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Hoje regressamos à Feira dos Santos do ano de 2013, com um dos dias mais importantes da feira, o dia 31 de outubro em que acontece o “Fashion Day” com a moda e as melhores coleções do ano em várias vertentes e das melhores casas da região, onde as tendências a desfilar e premiar são as das casas “Barrosãs”, “Maronesas” e “Mirandesa”

 

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Nas semanas de moda de roupa mais famosas do mundo que acontecem em Nova Iorque, Milão, Paris e Londres. Porém, com a sua Fashion Week espalha-se por diversas regiões, como: Roma, Tóquio, Lisboa, Miami, Bangkok, Barcelona, Estocolmo, entre outras. No Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília sediam os desfiles.

 

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Ao contrário das “Fashion Week” da roupa que se distribuem por várias cidades do mundo , aqui faz-se um desfile de nus em que as espécies de todo o Reino Maravilhoso se reúnem na cidade de Chaves, no dia 31 de outubro de todos os anos.

 

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Quanto ao resto no “Fashion Day”, acontece o mesmo que na “Fashion Week”, ou sejam, muito preparativo… para as várias componentes do desfile na passerelle sobre o tapete verde, nomeadamente em individuais e parelhas.

 

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Com os habituais nervosismos de desfile de dar o seu melhor…

 

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Sempre debaixo do olhar atento dos vários estilitas que aqui trazem as suas obras

 

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Acrescido do nervosismo, também feito de esperas,  de se será a sua obra que irá impressionar o júri, mas também o público.

 

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Júri que atentamente verifica as regras de concurso e se decide pelos mais genuínos, interessantes e belos exemplares.

 

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Claro, sempre com o olhar atento do público e dos fotógrafos

 

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Para finalmente se chegar aos vencedores que saem sempre babados deste dia grande que é o “Fashion Day” da Feira dos Santos de Chaves, todos os anos no fosso do Forte de S.Neutel, na manhã de dia 31 de outubro.

 

Até amanhã!

 

 

 

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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo VIII

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Como este ano a Feira dos Santos começa oficialmente no dia 29, faltam 10 dias para o seu início.

 

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Hoje deixo-vos, sem muitas palavras, três olhares sobre a Feira do ano 2012.

 

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Amanhã cá estaremos com alguns olhares à feira de 2013. Até amanhã!

 

 

 

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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo VI

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Em contagem decrescente para a Feira dos Santos de 2017, vamos regressar um pouco no tempo, até ao ano de 2010, em que os Santos aconteceram com frio e chuva.

 

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Frio e Chuva que não foi suficiente para que as pessoas não povoassem as ruas e a festa se fizesse com o habitual vai e vem de pessoas ao longo da feira, mas também com concertinas, cabeçudos e demais animação popular.

 

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Também com coisas boas feita com produtos da terra e não só, quentes e boas, as castanhas assadas marcam sempre presença, para além das tradicionais farturas que agora as há em todas as esquinas e largos, sem esquecer o pulpo galego ou à galega do dia da feira do gado.

 

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Sábado, 14 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo V

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Nestes regressos às Feiras dos Santos de outros anos, daqueles que tenho registos digitais, hoje vamos até ao ano de 2009 e inicio propositadamente com uma foto do nosso centro histórico (sem feira). A Feira de 2009 pouco diferente foi da dos anos anteriores e dos anos seguintes, até ao de hoje. Mas nem sempre foi assim, aliás, nos anos 60 e 70, as mais antigas que eu conheço e de que tenho memória, eram bem diferentes daquilo que hoje são.

 

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A Feira dos Santos é secular e não me refiro à de Chaves, pois não é exclusiva da nossa cidade, mas a nossa, desde que há memória desta feira, sempre foi das mais importantes de Portugal, senão a mais importante, isto, entre outras razões,  graças a localização geográfica da nossa cidade e à importância comercial que a nossa cidade tinha na região, e aqui a região ia muito além do Alto Tâmega e sempre atravessou a fronteira. Afinal a Feira dos Santos assim como a última feira do ano antes de se entrar no Inverno, e se hoje o Inverno é apenas mais uma estação do ano, nem sempre foi assim, principalmente em termos de facilidade de comunicações.

 

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Mas graças não sei bem a quem e a hoje em dia ser a única “festa” que Chaves tem, a tradição da Feira dos Santos de Chaves tem-se mantido, para os flavienses mas também e ainda para muitos que das terras vizinhas não deixam de vir a Chaves, principalmente por manter ainda a sua ruralidade com a feira do gado mas também pelo comércio de todos os artigos que se juntam à feira. Certo que bem longe dos tempos em que se fazia a feira da lã, talvez a mais importante para a economia flaviense e das aldeias flavienses e da região, pois não era só com dinheiro que se transacionava, mas com trocas de produtos, em que se trocava azeite por mantas, lã e linho por mantas e atoalhados, entre outros produtos. Era o tempo das industrias familiares dos teares, do cultivo do linho e da produção de lã, era o tempo das famosas mantas de Soutelo, mas não só.

 

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Pois nesses tempos menos recentes e ainda um pouco nos asnos 60 e 70 os forasteiros que vinham à feira da lã, ficavam para a feira do gado e para dia 1 de novembro e só depois regressavam a casa. Pernoitavam na cidade pelo menos duas noites, alguns nas pensões, em casa de amigos em quartos alugados mas também na rua, geralmente em grupos, bem animados por sinal, com muita música popular e alguns copos pelo caminho,  e que faziam também a animação das noites da cidade que não dormia…        

 

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Com a vulgarização dos popós e o melhoramento das vias de comunicação, hoje regressa-se a casa no próprio dia. As noites perderam a animação de outrora e apenas os bares e discotecas do costume fazem a animação da noite. Hoje nem sequer existem os famosos bailes de Santos do “meu tempo” em que ainda, pelo meio,  se dançavam uns slows…mas também em que tínhamos oportunidade de ter a atuar em Chaves alguns dos melhores grupos nacionais de então.

 

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Pois ao longo destes anos tenho dito por aqui que a Feira dos Santos de Chaves ainda existe e tem tradição, já não é feita com a mesma gente do mundo rural, o mesmo que hoje quase não existe e que com ele morreram outros valores e produtos, como as mantas de Soutelo que já aqui mencionámos ou o Presunto de Chaves que dele, hoje, só existe a fama. A Feira dos Santos resistiu, tem sido a única festa de Chaves, mas por quanto tempo continuará assim? Afinal hoje é igual às outras feiras de outros locais. Talvez seja tempo de olhar para ela com outros olhos, com um olhar de oportunidade para promover Chaves mas também para dela se fazer a verdadeira festa de Chaves e premiar quem nos tem sido fiel, principalmente os flavienses ausentes que também vão mantendo a tradição, mas também a pensar noutro público, principalmente o mais jovem, que podemos atrair e fidelizar, mas para isso temos que lhes dar o que eles querem, pois esses não vão lá só com barracas e carrocéis.

 

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Tenho vindo a dizer que a Feira dos Santos é a Festa de Chaves, e assim tem sido e assim se deve manter, independentemente de, atrevo-me a dizer, que todos os flavienses continuam a sonhar com uma festa de Verão, aquela que até hoje nunca tivemos, uma festa em agosto como todas as grandes festas mas não só, pois é nessa altura, nesse mês, que mais flavienses se encontram em Chaves, contando claro com os nossos emigrantes e estudantes universitários. Uma festa como Chaves há muito anseia e merece, e uma vez que não temos tradição de festa religiosa nesse mês, porque não uma grande feira, com espaço para barracas e carrocéis, feiras temáticas dos nossos produtos e muita música, com a cidade a abarrotar de gente todos os dias.

 

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Quanto às imagens de hoje, todas da Feira dos Santos do ano de 2009, é um pouco do que ainda hoje temos por cá, arte e artistas que oferecer a sua arte de rua, o colorido e variedade dos expositores das barracas. Finais de dia com gente cansada de tanto cirandar de um lado para o outro da feira, com noites animadas junto aos bares da cidade e as restantes ruas do centro histórico mergulhadas no silêncio do seu despovoamento.

 

Até mais logo, com o habitual post de passar por aqui uma aldeia de Chaves, que pela minhas contas tocará a vez à aldeia de Curral de Vacas.    

 

 

 

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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo III

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O regresso de hoje é até alguns momentos da feira dos santos de 2007, de há 10 anos atrás, não muito diferente de hoje, mas com algumas diferenças.

 

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A diferença em relação aos anos anteriores, no ano de 2007, foi a localização dos divertimentos, os eternos saltitantes, sem poiso certo, mas nesse ano fizeram um regresso quase ao mesmo local que foi ocupando até aos anos 60, então sempre concentrados na rotunda do Monumento e terrenos anexos, ainda sem o edifício Nova York construído.

 

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Pois em 2017 fizeram um regresso quase às origens, ao ocuparem o terreno entre o Monumento e o Forte de S.Francisco, mas também foi sol de pouca dura, alguns anos apenas.

 

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Quando ao resto, já vai sendo o habitual, com algumas variantes, mas quase tudo na mesma, e não está mal de todo. Alguns pormenores que poderiam melhorar a feira, exigem-se, pois a Feira dos Santos de Chaves não é apenas uma feira, mas tem sido também a única “festa” que Chaves tem, e também a única que, para além do Natal,  traz até si os flavienses ausentes.

 

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Terça-feira, 10 de Outubro de 2017

Feira dos Santos - Um pequeno regresso no tempo

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Como estamos na contagem decrescente para a Feira dos Santos, vão ficando algumas imagens dos anos anteriores, com um regresso à feira do ano de 2005.

 

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Santos com chuva que nem por isso incomodava as crianças de então nos seus divertimentos preferidos, que diga-se a verdade, eram quase todos.  Hoje pela certa que já preferem carros a sério.

 

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Mas olhando para as imagens,  pouca coisa mudou, exceção talvez para a feira do gado que agora tem poiso próprio debaixo de telha,  mas que perdeu o encanto de então.

 

 

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Domingo, 22 de Janeiro de 2017

O Barroso aqui tão perto - Festas do S.Sebastião

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o b tao perto

Como já vem sendo habitual nos últimos anos, o 20 de janeiro é dedicado às festas do S.Sebastião no Barroso, daí hoje incluirmos esta reportagem na habitual rubrica dos domingos de “O Barroso aqui tão perto…”, que até aqui tem sido dedicado ao Barroso do Concelho de Montalegre , mas hoje, excecionalmente, vamos até ao Barroso de Boticas com os festejos do S.Sebastião, antecipando um pouco a nossa entrada nas aldeias de Boticas. Assim, hoje, apresentamos também aquele que irá ser o cabeçalho de “O Barroso aqui tão perto…” com uma imagem do concelho de Boticas,  para a abordagem que futuramente faremos a todas as suas aldeias.

 

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Então hoje vamos até aos festejos do S.Sebastião da Vila Grande da freguesia de Dornelas e o S.Sebastião das Alturas do Barroso, mas também com uma abordagem à aldeia da Gestosa e Vilarinho Seco, como também um pouco da história do S.Sebastião (Santo) e da mesinha do S.Sebastião (lenda), por partes.

 

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1 - S. SEBASTIÃO

São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III, e desde muito cedo  que os seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé.

Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o facto de Sebastião ser um cristão de coração.

A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal.

Nessa destacada posição, Sebastião tornou-se  no grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo.

Visitava com frequência as pobres vítimas do ódio pagão, e, com palavras de dádiva, consolava e animava os candidatos ao martírio aqui na terra, que receberiam a coroa de glória no céu.

Enquanto o imperador empreendia a expulsão de todos os cristãos do seu exército, Sebastião foi denunciado por um soldado.

Diocleciano sentiu-se traído, e ficou perplexo ao ouvir do próprio Sebastião que era cristão. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza  defendeu-se, apresentando os motivos que o animava a seguir a fé cristã, e a socorrer os aflitos e perseguidos.

O Imperador, enraivecido ante os sólidos argumentos daquele cristão autêntico e decidido, deu ordem aos seus soldados para que o matassem a flechadas.

Tal ordem foi imediatamente cumprida: num descampado, os soldados despiram-no,  amarraram-no  a um tronco de árvore e atiraram contra ele uma chuva de flechas. Depois  abandonaram-no para que sangrasse até a morte.

À noite, Irene, mulher do mártir Castulo, foi com algumas amigas ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. Desamarraram-no, e Irene escondeu-o na sua casa, cuidando das suas feridas.

Passado um tempo, já restabelecido, São Sebastião quis continuar o seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusados de inimigos do Estado.

Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir os cristãos, e ordenou que fosse espancado até a morte, com pauladas e golpes de bolas de chumbo. E, para impedir que o corpo fosse venerado pelos cristãos, jogaram-no no esgoto público de Roma.

Uma piedosa mulher, Santa Luciana, sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu no ano de 287. Mais tarde, no ano de 680, as suas relíquias foram solenemente transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino, onde se encontram até hoje.

Naquela ocasião, uma terrível peste assolava Roma, vitimando muitas pessoas.

Entretanto, tal epidemia simplesmente desapareceu a partir do momento da transladação dos restos mortais desse mártir, que passou a ser venerado como o padroeiro contra a peste, fome e guerra.

As cidades de Milão, em 1575 e Lisboa, em 1599, acometidas por pestes epidêmicas, viram-se livres desses males, após atos públicos suplicando a intercessão deste grande santo.

 

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2 - A LENDA DA MESINHA DE S.SEBASTIÃO

 

Reza a lenda,  que há muitos, muitos anos, houve nesta região um ano de muita fome e peste, que também atingiu os habitantes do “COUTO”.

Foram tantos os mortos, que os mais crentes apelaram a S. Sebastião para que os protegesse de tal flagelo:

“Se a doença se afastasse, se os doentes melhorassem e os animais escapassem, prometiam realizar anualmente, a 20 de Janeiro, uma festa onde não faltasse carne e pão para quantos a ela comparecessem.”

 

Como o Santo não faltou, cumpriu-se o prometido e assim se fez ao longo dos tempos, mas, com o passar dos anos, o povo foi ficando esquecido, desleixado e possivelmente mal agradecido. Um ano, não se sabe por que motivo, a festa não se realizou. O povo ficou assim, sem a proteção do santo, advogado da fome, da peste e da guerra registando-se graves problemas nesta localidade.

Conta ainda a lenda, que em 1809 (ano em que Napoleão, imperador de França, mandou invadir pela segunda vez Portugal) as tropas entraram por Chaves, a caminho do Porto, passando pelas terras do “Couto”. A má fama dos invasores já tinha chegado às nossas gentes, que atemorizadas pela eminente invasão e suas consequências (pilhagens, mortes, violações, etc.) saíram às ruas com a imagem de S. Sebastião e acolhendo-se à sua proteção, renovaram a promessa: «… Se os invasores não entrarem no Couto faremos todos os anos, dia 20 de Janeiro, uma festa em tua honra, onde não faltará comida a toda a gente que a ela vier…»

Diz a lenda que caiu tal nevão à volta do Couto, que obrigou os invasores a desviarem-se do seu caminho deixando em paz estas “gentes”.

 

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3 - Mesinha de S.Sebastião na Vila Grande

 

As fotos que têm ficado até aqui são da mesinha de S.Sebastião da Vila Grande, da freguesia de Dronelas. A introdução com a história do Santo e da Lenda apenas se deve a que muitos populares, incluindo da Vila Grande, associam o início destes festejos às segundas invasões francesas. Ora na deslocação deste ano um natural da aldeia puxava o assunto à baila, onde afirmava que teve acesso a documentos em que provavam que os festejos da Vila Grande já se realizavam muito antes das Invasões Francesas. Dada a história do santo, a sua data de nascimento e ao ser venerado como padroeiro contra a peste, a fome e a guerra, entre outros, é natural que os festejos já venham de há longa data, como também é natural que lhe dessem mais significado e importância a partir das segundas invasões francesas.

 

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Quanto à mesinha de S.Sebastião da Vila Grande já nos anos anteriores deixei por aqui o seu funcionamento, mas eu volto a repetir num breve apontamento.

 

Ao longo da rua principal da aldeia é colocada uma mesa com mais de 500 metros de comprimento, que é coberta com uma toalha de linho onde são colocados um pão, uma caçarola de arroz e um naco de carne de porco, distanciados de aproximadamente um metro. Antes da distribuição há uma missa, depois a bênção do pão e só depois começa a distribuição da comida, antecedida pelo pedido de “esmola” ou ajuda para as despesas (cada um dá o que quer) e o beijar do S.Sebastião.

 

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No entanto o preparar da festa pelas gentes da aldeia começa muito antes. O Pão começa a ser cozido no forno com 4 dias de antecedência, cozendo ininterruptamente durante esses 4 dias fornadas de 35 a 40 pães de cada vez até atingirem os 1200 pães necessários para a festa, dos quais 400 pães são para colocar na mesinha de S.Sebastião e os restantes para vender aos visitantes, pão esse que é composto por uma mistura de milho, centeio e trigo. . Quanto ao arroz, 110 Kg,  e à carne, mais de 400 postas,  são cozinhados durante toda a noite para começarem a ser distribuídos a partir do meio-dia. A cozedura do pão é feito por turnos de 7 a 8 pessoas durante os 4 dias.

 

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Claro que na noite que antecede a mesinha de S.Sebastião,  grande parte da população da Vila Grande envolve-se com os trabalhos da festa para logo de madrugada começar a receber os primeiros peregrinos.

 

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Peregrinos que vêm de todo o lado, principalmente do Norte de Portugal, com maior participação da gente do Barroso e do Minho, individualmente, em grupos de amigos ou mesmo em excursões que aos poucos vão enchendo toda a rua ao longo da Mesinha de S.Sebastião, ao longo da qual vão reservando lugar e petiscando nas merendas que vão trazendo.

 

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Também o pessoal da imprensa nacional e estrangeira (jornais e televisões) não são alheios à festa, mas também um elevado número de fotógrafos amadores individuais ou de associações, como é o caso do nosso grupo de Associados Lumbudus que marcámos sempre presença ou elementos da Associação Portografia do Porto, este ano com pelo menos 5 associados.

 

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Quanto aos preparativos da festa, tal como dissemos, começa pelo menos com 4 dias de antecedência com o cozer do pão. Quanto à Mesinha do S.Sebastião, comido o pão, o arroz e as postas de carne, o pessoal destroça e quase como num milagre, desaparece num instante, tanto que por volta das 2 da tarde a mesa está completamente vazia, mas claro que há uma razão para tal, é que o S.Sebastião não se comemora só na Vila Grande, pois na aldeia vizinha das Alturas do Barroso também há festa e em Salto, um pouco mais à frente, idem aspas. Mas estas com características diferentes.  Claro que nós também não somos exceção e acabada a festa na Vila Grande também rumámos  os nossos destinos até as alturas do Barroso, mas por etapas.

 

 

4 – Gestosa

 

A caminho das Alturas do Barroso passa-se ao lado da Gestosa. Todos os anos parámos lá num alto onde a aldeia se vê juntinha ao lado de um verdejante vale. Todos os anos ficamos com o apetite de a visitar, mas este ano não resistimos e fizemos o desvio para uma visita breve mas também para ir adiantando trabalho de levantamento fotográfico da aldeia como memória futura para um devido post dedicado à aldeia.

 

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Para já fica a informação de que gostámos daquilo que vimos, pois se lá de cima é interessante, o seu interesse aumenta quando lhe entramos na intimidade, mas descrições ficam para o tal post futuro. Mas gostámos tanto que lhe dedicamos a nossa imagem de arte digital

 

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5 - Vilarinho Seco

 

Vilarinho Seco é de paragem obrigatória para repor forças, nem que seja só com um café que é sempre bem acompanhado, quer pelos amigos do costume quer pelos improvisados concertos de cantares acompanhados pelas concertinas dos vários grupos minhotos que invadem estas festas.

 

1600-vil-seco-17 (21)

 

Mas claro que não resistimos a tomar mais umas fotos daquelas que é uma das aldeias mais interessantes de todo o Barroso, também para memória futura de um post que surgirá quando passarmos definitivamente para o Barroso do Concelho de Boticas. Mas desta vez, além das imagens registámos também em vídeo a improvisada atuação de um duo que tanto quanto entendi era a primeira vez que tocavam juntos.

 

 

Claro que a paragem por Vilarinho Seco é sempre breve pois o destino é mesmo Alturas do Barroso par terminar o dia, que ainda só vai a meio.

 

 

6 – Alturas do Barroso

 

Aqui os festejos em honra do S.Sebastião são outros. Em conversa com uma natural das alturas, perguntava-me de qual das festas gostava mais, se a da Vila Grande ou das Alturas. A resposta foi a politicamente correta – Gosto das duas. Mas além de politicamente correta também foi sincera, pois ambas as festas são interessantes, apenas são diferentes, mas há sempre coisas que gostámos mais numa festa do que na outra, mas já lá vamos.

 

1600-alturas-17 (16)

 

Desde criança que oiço falar das Alturas do Barroso e dos Cornos do Barroso, curiosamente só há anos soube que a aldeia das Alturas está juntinha aos Cornos do Barroso e daí, suponho, a proveniência do topónimo, pois de facto, a aldeia implantada a quase 1200 metros de altitude é a mais alta que se localiza na Serra do Barroso.

 

1600-alturas-17 (6)

 

 

Mas como se não bastasse ouvir falar da aldeia desde miúdo, quando comecei a ler a obra de Miguel Torga tropeço com dois momentos registados por torga nessa aldeia, o primeiro data de 1956 que passo a transcrever:

 

Alturas do Barroso, 27 de Junho de 1956

 

Entro nestas aldeias sagradas a tremer de vergonha. Não por mim, que venho cheio de boas intenções, mas por uma civilização de má-fé que nem ao menos lhe dá a simples proteção de as respeitar.

 

Miguel Torga in “Diário XI”

 

1600-alturas-17 (51)

 

 

O segundo momento de Torga, mais recente, data de 1991:

 

Alturas do Barroso, 1 de Setembro de 1991

 

Incansavelmente atento às lições do povo, venho, sempre que posso, a este tecto do mundo português, admirar no adro da Igreja, calcetado de lousas tumulares, o harmonioso convívio da vida com a morte. Os cemitérios actuais são armazéns de cadáveres desterrados da nossa familiaridade, lacrimosamente repetidos do seio do clã mal arrefecem, cada dia menos necessários, no progressivo esquecimento, à salutar percepção do que significam na dobadoira do tempo. Ora, aqui, cada paroquiano pisa, pelo menos dominicalmente, a sepultura dos ancestrais, e se liga a eles, quase organicamente. Vive, numa palavra, referenciado. Sabe que tem presente porque houve passado, e que, mais cedo ou mais tarde, enterrado ali também, será para os descendentes consciência e justificação do futuro.

 

Miguel Torga, in Diário XVI

 

1600-alturas-17 (24)

 

E faço minhas as palavras de Torga, principalmente estas: - “Entro nestas aldeias sagradas a tremer de vergonha”, sim, é verdade e tal como Torga – “Não por mim, que venho cheio de boas intenções,” mas por medo a que as pessoas pensem que as minha intenções não são boas, mas ainda   – “Incansavelmente atento às lições do povo, venho, sempre que posso” o que também é verdade, pelo menos desde que descobri esta aldeia, é sempre com gosto que regresso a ela, nem que seja e só por altura do S.Sebastião, mas passo por lá mais vezes.

 

1600-alturas-17 (101)

 

Pois além da curiosidade que tinha desde miúdo, Torga aguçou-me o interesse em conhecer também esta aldeia e também como ele apreciei a aldeia, o seu povo, o casario e a festa do S.Sebastião.

 

1600-alturas-17 (162)

 

Pois quanto à festa só lhe conheço o lado profano, aquele do comer e beber, pois nunca tive a honra de assistir à parte religiosa, que suponho que obrigatoriamente existira.  Tudo porque os da Vila Grande, como já atrás referi, só têm festa da parte da manhã e assim vamos deixando as Alturas para a parte da tarde, mas fica a promessa que numa das próximas vezes invertemos a ordem.

 

1600-alturas-17 (183)

 

Pois quanto à parte que assistimos, é em quase tudo diferente da festa da Vila Grande. Começando que a das Alturas é feita debaixo de teto e a ementa é servida em prato. Uma feijoada da boa, um copo de vinho e um pão. Segundo consta, pois nunca estivemos até ao fecho, a festa prolonga-se pela noite adentro, enquanto houver peregrinos com vontade de comer.

 

1600-alturas-17 (168)

 

Mas claro que a parte do comer é só um breve momento, pois a festa esta lá dentro mas também à porta ou nas ruas da aldeia. Os improvisados concertos de cantares ao som da concertina são uma constante onde menos se espera ou melhor, em todos os lugares.

 

1600-alturas-17 (148)

 

Uma visita, passeio, pelas ruas da aldeia também é obrigatório e se houver um pouco de conversa com as suas gentes, tanto melhor, e desta vez até fomos felizes nesta parte, pois além de fotos consentidas ainda tivemos direito a uma demonstração de como se lança o peão e uma história das antigas, também com direito a imagens, mas também estas ficam para um post futuro dedicado à aldeia, com o S.Sebastião de parte, embora a referência seja obrigatória.

 

1600-alturas-17 (194)

 

E quase a terminar há que referir a simpatia das pessoas das Alturas, não só as que estão envolvidas no trabalho de dar de comer e beber a tanta gente mas também da aldeia em geral.

 

1600-alturas-17 (102)

 

E não só, pois a aldeia também surpreende pela gente jovem, coisa que já vai sendo raro nas aldeias barrosãs e em geral do interior transmontano. Pelo menos do dia de S.Sebastião assim é.

 

1600-alturas-17 (217)

 

E por fim, ficam as fotos prometidas e consentidas, ah! e já ia esquecendo, este ano o S.Sebastião aconteceu em plena vaga de frio polar, talvez por isso não havia neve como em alguns dos anos anteriores e o sol apareceu com a sua alegria do costume…

 

E quanto às festas do S.Sebastião, até pró ano!

 

 

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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016

Chaves - Feira dos Santos 2016 - Três Momentos

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Domingo, 21 de Agosto de 2016

Dois momentos de arte

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Dois momentos de arte da feira dos romanos em Chaves, com a arte do palco e a arte de trabalhar o ferro.

 

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