Quinta-feira, 27 de Julho de 2017

Flavienses por outras terras

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Jorge Araújo

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à cidade de Lisboa, local de destino de muitos Flavienses que um dia deixaram a sua terra.

 

É lá que vamos encontrar o Jorge Araújo.

 

Cabeçalho Jorge Araújo.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em França, mas aos 9 anos voltei para Chaves para morar com uma tia no Bairro da Trindade.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a antiga Escola Primária da Estação, a Escola Nadir Afonso e a Escola Secundária Dr. Júlio Martins.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1990 para ir para a Universidade.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em França, em Aveiro e em Lisboa.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Os passeios de bicicleta até ao açude, em Vila Verde da Raia, e o velho Jardim das Freiras, onde se encontravam os amigos e se ficava por lá à conversa.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Obrigatoriamente a zona das Caldas, a beira-rio e o Forte de S. Francisco, e claro, o Pastel de Chaves.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades da família e dos amigos e também de comer o verdadeiro Pastel de Chaves…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Sempre que posso, regra geral uma vez por mês.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Uma cidade com mais oportunidades para não sermos obrigados a emigrar ou a sair da nossa terra.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sem dúvida! Atualmente com o teletrabalho já se consegue de vez em quando ficar mais um dia ou dois em Chaves. Quem sabe se no futuro não poderão ser mais dias…

 

Rostos até Jorge Araújo.png

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

 

 

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Quinta-feira, 23 de Março de 2017

Flavienses por outras terras

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Filipe Silva

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Sudeste Asiático, mais concretamente até Timor-Leste, uma antiga colónia portuguesa que corresponde à metade oriental da ilha de Timor, no vasto arquipélago indonésio.

 

Em Díli, a capital do país, vamos encontrar o Filipe Silva.

 

Cabeçalho - Filipe Silva.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Santa Maria Maior, mas os meus pais vivem em Soutelinho da Raia (aldeia onde cresci).

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Soutelinho da Raia, depois fui aluno da Telescola nos 5º e 6º anos, e frequentei a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1993, tendo ido frequentar o Ano Propedêutico da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Braga.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Soutelinho da Raia, Braga e Díli.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Tenho saudades de muitas coisas que vivi na infância e com as quais, com o decorrer do tempo, fui perdendo o contacto, nomeadamente os períodos das vindimas, da matança do porco e das “cegadas” (havia sempre muita gente e muito convívio). 

Claro que também recordo com saudade os tempos do “Liceu” e os amigos que fiz nessa altura. No entanto, lembro-me especialmente dos períodos em que os emigrantes vinham passar férias à minha aldeia e o número de pessoas praticamente triplicava. Parecia que a aldeia ganhava “outra vida”…

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar as Termas e a Zona Histórica da cidade, incluindo o Castelo.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Da família e dos amigos.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Não tenho uma frequência regular e sempre que tenho ido tem sido por períodos muito curtos (3 ou 4 dias).

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Por razões profissionais, não me parece ser possível que isso se concretize. No entanto, gostaria de ter a possibilidade de “passar” mais tempo em Chaves.

 

Foto Timor.JPG

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Filipe Silva.png

 

 

 

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Terça-feira, 7 de Março de 2017

Cidade de Chaves, um momento

1600-(46464)

 

É ao olhar para uma imagem como a que hoje vos deixo que sei o que é ser flaviense, e a conclusão é muito simples, é que ao longo desta rua, destes passeios, da esquina do Vilanova, das freiras ao fundo e principalmente do edifício da esquerda, o Liceu, tenho momentos passados, emoções vividas, olhares trocados, sorrisos oferecidos, alegrias vividas, brincadeiras, conversas sérias e outras que nem tanto... Mas é do liceu que mais sentimentos guardo, não só por ser uma das casas que contribuiu para a minha formação e educação, mas por todos os momentos lá vividos, amizades que se fizeram para toda a vida e claro, amores e paixões. Mas esta esquina do Liceu marca dois momentos importantes da minha vida dentro dele, as duas salas de aula. Em baixo o anfiteatro que foi a minha sala de aulas no primeiro ano que frequentei o liceu e por cima, a sala de desenho onde precisamente à disciplina de desenho (ou geometria descritiva) encontrei um dos melhores professores daquela casa, o Dr. Costa. Sala essa que foi também a minha sala de aulas do último ano em que frequentei o Liceu. Quase poderia dizer que entrei por esta esquina em criança e por ela saí já adulto.

 

 

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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016

Flavienses por outras terras

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Amélia Pessoa

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Suíça, um país do tamanho de metade de Portugal, mas onde coexistem 4 línguas oficiais (o Alemão, o Francês, o Italiano e o Romanche) e que sempre nos habituamos a associar a chocolates, relógios e bancos…

 

É lá que vamos encontrar a Amélia Pessoa.

 

Mapa Google + foto - Amélia Pessoa.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Vilar D'Ouro, no concelho de Mirandela, mas com 5 anos fui viver para Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primário do Caneiro, a Escola Nadir Afonso e a Escola Secundário Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1992 para ir estudar para a Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi no Porto, em Espinho, em Vila Nova de Gaia, em Lospalos (Timor - Leste), em Alvalade do Sado e atualmente divido-me entre a Suíça e Portugal.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

É impossível escolher apenas duas... Os maravilhosos tempos de estudante, os momentos passados com o Grupo de Jovens da Paróquia da Madalena, os simples passeios pela cidade em família ou com os amigos, o Grupo Coral, entre outros.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar o Centro Histórico, viajando no tempo, e deliciar-se com a excelente gastronomia e a simpatia dos flavienses.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Imensas…da família, dos amigos, das gentes, dos cheiros, das ruas, das termas, do rio, do nevoeiro de inverno, das noites quentes de verão, da simplicidade do dia-a-dia…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Regresso com regularidade. Este ano um pouco menos, por questões profissionais, mas em média, uma vez por mês.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Adoraria! Quem sabe um dia...

 

Lago de Géronde.jpg

Lago de Géronde

Sierre.jpg

Sierre

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Amélia.png

 

 

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Sexta-feira, 17 de Junho de 2016

Cidade de Chaves, com gente

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Jogo do Sapo - Madalena - Chaves

 

 

 

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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016

Flavienses por outras terras - Adoindo Poça

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Adoindo Poça

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Canadá, um país imenso que se estende desde o Oceano Atlântico, a leste, até ao Oceano Pacífico, a oeste, e cuja fronteira com os Estados Unidos é a mais longa fronteira terrestre do mundo.

 

É lá que vamos encontrar o Adoindo Poça.

 

Mapa Google + foto - Adoindo Poça.png

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária do Caneiro e a antiga Escola Comercial.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1979, em busca de melhores condições de vida.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Chaves e no Canadá.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

As idas às verbenas, no jardim público, e as caminhadas durante a noite para o São Caetano.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Provar os Pastéis de Chaves e toda a nossa gastronomia, visitar as Caldas e o Castelo.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades do tempo de criança, quando todos se conheciam e as portas de casa ficavam abertas, pois todos confiavam uns nos outros.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Ultimamente, todos os anos.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, gostaria, mas não é possível, pois não existem os cuidados médicos que na minha idade são precisos.

 

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Adoindo Poça.png

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:30
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2015

Flavienses por outras terras - António Carvalho

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António Carvalho

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Alemanha, um país de grandes escritores e de músicos famosos. Nomes como Goethe, Günther Grass, Bach ou Beethoven comprovam a longa tradição de uma vida cultural de elevada projeção.

 

É lá que vamos encontrar António Carvalho.

Mapa Google + foto - António Carvalho.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Vila Real, mas com 5 anos fui viver para Chaves com os meus pais, que eram naturais de Vila Nova de Veiga. Residimos no Largo de Santo Amaro por muitos e bons anos.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santo Amaro (1969-1972), o Ciclo Preparatório, na Escola Industrial (1973-1974) e o Liceu Fernão Magalhães (1975-1982).

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Em 1983 ausentei-me de Chaves apenas durante o período escolar. Primeiro para Lisboa, depois para Vila Real, para a UTAD. Mais tarde saí definitivamente de Chaves em 1991 para trabalhar em São João da Madeira, mas visitava assiduamente a cidade e os meus pais. Finalmente, com o falecimento da minha mãe, em 1995, só espaçadamente visito Chaves e Portugal. Desde 2006 vivo no estrangeiro.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Para além de São João da Madeira, vivi e trabalhei em países como a Inglaterra, Dinamarca, Noruega e Alemanha.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

São muitas e boas as recordações que tenho de Chaves. A maior de todas, e aquela que mais nostalgia me proporciona, foi o tempo que passei nos escuteiros. Fui escuteiro do CNE desde 1970 (ainda no tempo em que a nossa sede era na Torre de Menagem - Castelo) até 1981. Depois, formei o meu Grupo de Escoteiros em Chaves da AEP, Grupo 86, que esteve ativo desde 1983 até 1990. Esses tempos foram maravilhosos e cheios de aventuras.

 

Depois, recordo com saudade e carinho os tempos do Liceu, dos jogos de futebol, voleibol, e das semanas culturais no final de cada ano letivo. As tardes de cinema no velhinho Cine Teatro, na rua de Sto. António (lembro-me de estar na “bicha” para tirar bilhetes para o filme “Hair” aquando da primeira vez que foi possível vê-lo em Chaves).

 

Outra boa recordação (eu sei que deveriam ser duas, mas não resisto a partilhar esta) - os momentos de pesca, tanto no Rio Tâmega como no Mente, Rabaçal, Mousse, Terva e Beça com os grandes amigos Pité, Miguel, Mário Melo, Chico, Couto, etc. Tempos em que íamos pescar de bicicleta e tudo era fácil – sem telemóveis lá planeávamos as coisas e regressávamos sempre a horas.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

As belezas naturais e arquitetónicas. Chaves é extremamente rica em Castelos e Fortes, bem como peculiares e fantásticas Igrejas, únicas em Portugal.

 

Depois, a inigualável gastronomia – os pastéis de Chaves, o presunto, os peixes do rio (quando é possível na 1ª presa), e os fantásticos restaurantes que existem espalhados e pincelados pelo vale de Chaves.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Do Liceu, dos Escuteiros e dos Acampamentos, do Açude, das verbenas no Jardim Público.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Uma vez por ano, sempre que é possível, mas procuro ter essa preocupação de anualmente visitar aquela que designo com orgulho “a minha terra” ou, em Inglês, “my hometown”.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Se ouvir o que a razão me diz, diria “não”, não gostaria de voltar para Portugal, nem para Chaves em particular, por razões óbvias, quer políticas, quer económicas quer até mesmo de perspetivas de futuro.

 

Se der ouvidos ao coração, diria “sim”, porque Chaves foi a cidade onde cresci, fui adolescente e casei. Viu-me crescer e eu vi-a desenvolver-se, vivi momentos muito bonitos e tenho muita nostalgia desse período. Por isso, sem dúvida que gostava de poder voltar a viver em Chaves, percorrer essas belas ruas e beber essa água das termas. Quem sabe, pode ser que me acolha nos últimos anos da minha vida... Mas as probabilidades são, na verdade, muito reduzidas.

Fotografia António Carvalho e Alemanha.png

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

Fotografias com fundo branco - António Carvalho.p

 

 

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Mário Lino - Artista Plástico

Artistas, poetas, escritores, músicos, actores, flavienses das artes e das letras em geral, mas também outros flavienses que se destaquem por outras obras e outros feitos irão passando todas as segundas-feiras aqui no blog.

 

Na última segunda-feira tivemos aqui uma poetisa e a sua última publicação. Hoje entramos no campo da arte e dos artistas flavienses, os pintores, sendo o nosso convidado de hoje, o Pintor Mário Lino.

 

Ainda antes de passarmos a apresentar o convidado de hoje, e para que não haja más interpretações, a ordem de passagem destes flavienses pelo blog será aleatória e sempre dependente da informação que consiga para os trazer aqui. Não haverá da minha parte qualquer intenção de os posicionar numa escala de valores ou de importância.

 

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MÁRIO LINO, Pintor

 

Mário Rui Mesquita Lino (Mário Lino) é natural de Chaves, onde nasceu a 30 de Novembro de 1954. Influenciado pelos trabalhos do seu grande Mestre Nadir Afonso, viu-se fascinado pela arte!



Emigrou para o Canadá em 1970, onde residiu e estudou artes gráficas, (Central Thecnical School) e (George Brown College), vindo a exercer a actividade de artista gráfico e ilustrador publicitário.



Em 1992 regressou a Portugal, onde se dedicou inteiramente às artes plásticas, actividade que tem vindo a desenvolver até aos dias de hoje.


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Com bastante actividade artística, tem no seu currículo um leque variado de exposições tanto individuais, como colectivas, e, presentemente orienta um Atelier de Iniciação à Pintura “Arte no Jardim” no Jardim Público em Chaves, não deixando, no entanto, de se considerar um autodidacta muito seduzido pela arte.

 

Recebeu também o prémio de Arte-Pódium-Chaves 2000.

 

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Das exposições realizadas, salientam-se, além das realizadas em vários espaços culturais da cidade de Chaves, as seguintes: Galeria Bar Duque de Bragança, Bragança; Galeria da Biblioteca Municipal, Ponte de Lima; Palácio Ferial Nogeiradalmas, Vigo; Escola de Arte Gráfite, Montalegre; Galeria da Biblioteca Municipal, Valpaços; Casa Regional de Ponte de Lima, Lisboa; Galeria da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, Lisboa; Casa do Escudo de Verin; Casino de Espinho; Mercado Ferreira Borges, Porto; Shopping C. Monumental, Lisboa; Espaço d´Arte Silva Guerreiro, Almancil-Algarve; e Parador San Estebo, Orense, Espanha.

 

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http://mariolino.com/

 

É o seu espaço na net, onde poderá consultar outras informações e imagens da obra deste artista flaviense.

 

E por hoje é tudo, faltam os agradecimentos e créditos, que vão para a página de Mário Lino e para Associação de Artistas Plásticos do Alto-Tâmega e Monterrei -  TAMAGNI, pela disponibilização de dados e imagens.

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:00
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