Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017

Flavienses por outras terras

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Sérgio Lousada

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Ilha da Madeira.

 

Na cidade do Funchal vamos encontrar o Sérgio Lousada.

 

Cabeçalho Sérgio Lousada.png

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Básica do 1º Ciclo do Caneiro, entre 1987 e 1991; a Escola Básica do 2º e 3º Ciclos Nadir Afonso, entre 1991 e 1996; e o Liceu Fernão de Magalhães, entre 1997 e 1999.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 2013 por falta de aposta, crédito por parte da direção da empresa onde exercia profissionalmente, que nunca considerou ninguém da “terra” para chegar ao topo da hierarquia.

Foram também motivos a minha ambição profissional e o facto de não ter medo de enfrentar novas condições de trabalho, bem como a recessão económica e profissional que se vivia em 2013.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Paris, entre 1981 e 1987; em Chaves, entre 1987 e 1999; em Guimarães, entre 1999 e 2004; novamente em Chaves, entre 2004 e 2013; e no Funchal, desde 2013 até aos dias de hoje.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Primeiro, os tempos em que frequentei a Escola Básica do 1º Ciclo do Caneiro, onde passei parte da minha infância e desenvolvi amizades que ainda hoje mantenho e que muito prezo.

 

Depois, os tempos que aproveito em Chaves para acompanhar o Grupo Desportivo de Chaves (e já o faço desde pequenino, ainda andava na Escola Básica do 1º Ciclo do Caneiro), pois de facto é nos dias de hoje o único representante que enquadra com alguma frequência a cidade de Chaves no mapa de Portugal. Com este tópico criei uma rede de amigos de dimensão considerável, mas que têm algo em comum, um bichinho que nos torna a todos “Valentes Transmontanos”, que nos leva a acompanhar a nossa equipa por todo o lado.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Os monumentos históricos da cidade, e sem ordem de importância ou sem me querer esquecer de algum, irei destacar a Ponte Romana, a Torre de Menagem, as Termas de Chaves, o Forte de São Francisco, o Forte de São Neutel…

A nossa gastronomia local, e neste ponto não faço referências porque não quero prejudicar ou beneficiar nenhuma entidade.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Dos familiares (mãe e irmã) e amigos, dos tempos que passei com ambos. Saudades dos grupos de amigos com quem praticava alguma atividade desportiva (futsal) no velho gimnodesportivo de Chaves, que refira‐se tem muitas poucas condições para tal (inerência política).

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Desloco-me regularmente, quase de mês a mês.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Em relação a este campo teria muito que ressalvar, mas de forma sucinta vou referir o que gostava que ocorresse futuramente, porque até agora aquilo que foi feito na cidade de Chaves em nada ou praticamente nada melhorou a vida dos Flavienses.

 

A política deve ser usada para possibilitar o bem-estar e o desenvolvimento local, bem como para dinamizar a atratividade a terceiros pela nossa cidade. E aquilo que vou observando é que a cidade de Chaves se tornou numa cidade fantasma, que serve interesses de terceiros, onde não existem serviços de diversos setores, que em muito condicionam o bem-estar dos residentes locais. Poderia citar muitos exemplos, mas vou referir o facto de possuirmos em Chaves um hospital que equivale a um centro de saúde, não conseguirmos estimular o Ensino Superior, ficarmos sem uma série de serviços básicos que vemos fugir por ordem do poder central. Pressuponho que em função disto os habitantes de Chaves serão portugueses de segunda ou inevitavelmente as políticas que regem o nosso concelho são inadequadas.

 

A maior parte da juventude da nossa cidade para poder desenvolver uma atividade profissional teve de deixar a sua zona de conforto, dentro de Portugal ou mesmo para o exterior.

 

O que gostaria de ver em Chaves seria pessoas capazes de defenderem os reais interesses do povo Flaviense, e não somente preocupados com a sua imagem. Um bom político não deve ser reconhecido pela sua imagem, mas sim pelo que faz e desenvolve em função do cargo que exerce, pela defesa exaustiva dos interesses de quem o elegeu, sem ter ou denotar medo em relação ao poder central. Destes, em Chaves, reconheço muito poucos.

 

Posto isto, gostaria de ver em Chaves uma melhoria significativa dos serviços de saúde (estimular o Hospital local), serviços de ensino (dinamizar o Ensino Superior, criar cursos superiores devidamente conectados com o tecido empresarial, com empregabilidade local garantida), serviços empresariais (maximizar a instalação de empresas na zona industrial de Outeiro Seco), serviços desportivos (criar instalações desportivas, pois as existentes estão estagnadas no tempo), acessos rodoviários (pois apesar de existir auto estrada até Chaves, esta tem preços exorbitantes para a sua utilização frequente), medidas que visem dinamizar a fixação da nossa juventude em Chaves.

 

Mais teria para referir, mas ficarei por aqui, ressalvando que nada tenho contra os políticos ou pseudo-políticos locais.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Possuo residência em Chaves. Não posso garantir o dia de amanhã, estou sempre predisposto a novos projetos profissionais, podendo estes passar pelo exercício profissional em Chaves ou não. Como será lógico em função do perfil profissional que exerço nos dias de hoje não serei facilmente enquadrável no tecido empresarial (público/privado) da nossa cidade. Portanto, à falta de melhor, terei que aguardar mais alguns anos, até à suposta reforma!

 

Funchal.JPG

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Sérgio Lousada.png

 

 

 

 

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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017

Flavienses por outras terras

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Jorge Araújo

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à cidade de Lisboa, local de destino de muitos Flavienses que um dia deixaram a sua terra.

 

É lá que vamos encontrar o Jorge Araújo.

 

Cabeçalho Jorge Araújo.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em França, mas aos 9 anos voltei para Chaves para morar com uma tia no Bairro da Trindade.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a antiga Escola Primária da Estação, a Escola Nadir Afonso e a Escola Secundária Dr. Júlio Martins.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1990 para ir para a Universidade.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em França, em Aveiro e em Lisboa.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Os passeios de bicicleta até ao açude, em Vila Verde da Raia, e o velho Jardim das Freiras, onde se encontravam os amigos e se ficava por lá à conversa.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Obrigatoriamente a zona das Caldas, a beira-rio e o Forte de S. Francisco, e claro, o Pastel de Chaves.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades da família e dos amigos e também de comer o verdadeiro Pastel de Chaves…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Sempre que posso, regra geral uma vez por mês.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Uma cidade com mais oportunidades para não sermos obrigados a emigrar ou a sair da nossa terra.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sem dúvida! Atualmente com o teletrabalho já se consegue de vez em quando ficar mais um dia ou dois em Chaves. Quem sabe se no futuro não poderão ser mais dias…

 

Rostos até Jorge Araújo.png

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

 

 

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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017

Flavienses por outras terras

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Elisabete Carvalho

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à cidade da Maia, nos arredores do Porto, onde vamos encontrar a Elisabete Carvalho.

 

Cabeçalho - Elisabete Carvalho.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Valpaços, mas fui viver para Chaves com um ano de idade.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santa Cruz, o Ciclo, e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 2014, por motivos profissionais do meu marido.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Chaves e na Maia.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

As recordações são muitas e é impossível nomear apenas duas…, mas recordo com carinho as tardes passadas com os amigos nas Caldas de Chaves, um espaço com bares e cafés com esplanadas incríveis, e com o calor que se fazia sentir era maravilhoso.

Outra das recordações é a do local onde vivi, Santa Cruz, e das brincadeiras com os amigos, o convívio com os vizinhos e a sensação de pertencermos todos a uma grande família.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

A principal é a gastronomia, nomeadamente os Pastéis de Chaves e o famoso fumeiro. Depois, visitar toda a cidade, muito bonita e rica em património.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Sinto muitas saudades da minha "gente", do calor do Verão, da paz e do sossego e de não haver trânsito.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Vou algumas vezes a Chaves, visto que não estou muito longe, mas não sei quantificar.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Só gostava que Chaves crescesse e houvesse mais oportunidades.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Gostava, mas não é um assunto que me faça pensar, pois tenho uma filha pequena e com certeza que ela vai ficar por aqui e nós ficaremos com ela, fazendo sempre umas visitas a Chaves.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Elisabete carvalho.png

 

 

 

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Quinta-feira, 25 de Maio de 2017

Flavienses por outras terras - Miguel Oliveira

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Miguel Oliveira

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos novamente até ao Brasil, mais concretamente até Juazeiro, uma cidade cujo nome coincide com o de uma árvore típica desta zona semiárida do Brasil, cujos frutos, do tamanho de uma cereja, são extremamente apreciados e utilizados para fazer compotas.

 

É em Juazeiro que vamos encontrar o Miguel Oliveira.

 

Cabeçalho - Miguel Oliveira.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci na freguesia de Santa Maria Maior, em Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária da Estação, a Escola EB 2/3 Nadir Afonso, a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1994 para frequentar a Escola Superior Agrária de Coimbra.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Coimbra, em Mortágua, em Matosinhos, em Paredes de Coura, na Póvoa de Varzim e no Brasil, nas cidades de Passos (Minas Gerais), Salvador (Bahia) e atualmente em Juazeiro (Bahia).

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Recordo os dias em que caía neve… Era extraordinário brincar com a neve, fazer bonecos, bolas de neve… Recordo também os passeios ao fim de semana para acompanhar o glorioso Desportivo de Chaves nas suas deslocações fora de casa.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Conhecer a excelente gastronomia, sem esquecer os deliciosos pastéis de carne, o fumeiro, entre tantas outras coisas. Visitar os diversos monumentos espalhados pela cidade e as termas medicinais.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades da família, dos amigos, e da cidade em geral.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

A cada 2 anos.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, gostaria, mas não durante o período de Inverno, pois considero rigoroso demais. Assim sendo, gostaria de passar meio ano em Chaves e meio ano no Brasil.

 

Pôr do sol na  travessia de barco de Juazeiro par

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

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Rostos até Miguel Oliveira.png

 

 

 

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Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

Flavienses por outras terras

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Sandrina Fernandes

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Área Metropolitana do Porto.

 

Em Valongo, designação que resulta da evolução de “Vallis Longus”, ainda perduram importantes vestígios da extração de ouro no tempo dos Romanos, e é lá que vamos encontrar a Sandrina Fernandes.

 

Cabeçalho - Sandrina Fernandes.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves, no “hospital velho”.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária do Caneiro, a Escola Preparatória nº 1 e a Escola Secundária Dr. António Granjo.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

No ano 2000 fui para Vila Nova de Gaia acabar o 12° ano e em 2001 entrei no Instituto Politécnico de Bragança.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em Vila Nova de Gaia, em Bragança e agora em Valongo. Trabalhei em Chaves, na Região de Turismo, no Porto, na Porto editora, em centros de estudos em Valongo (fui proprietária de dois), e agora trabalho num Colégio.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

A liberdade e o sentimento de segurança.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades dos meus pais, da minha infância, da vida sem preocupações...

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Normalmente ia a Chaves todos os meses, até porque sou muito “agarrada” aos meus pais, mas agora tenho dois filhos e com o meu trabalho e o do meu marido e as atividades do meu filho mais velho, a ida a Chaves torna-se mais complicada, com muita pena minha…

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Voltar a viver em Chaves é uma pergunta difícil... Adoro Chaves, adoro toda a sua envolvência, no entanto a minha vida agora não é lá. Não posso dizer nunca, mas num futuro próximo não me vejo a voltar.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Sandrina Fernandes.png

 

 

 

 

 

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Quinta-feira, 23 de Março de 2017

Flavienses por outras terras

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Filipe Silva

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Sudeste Asiático, mais concretamente até Timor-Leste, uma antiga colónia portuguesa que corresponde à metade oriental da ilha de Timor, no vasto arquipélago indonésio.

 

Em Díli, a capital do país, vamos encontrar o Filipe Silva.

 

Cabeçalho - Filipe Silva.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Santa Maria Maior, mas os meus pais vivem em Soutelinho da Raia (aldeia onde cresci).

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Soutelinho da Raia, depois fui aluno da Telescola nos 5º e 6º anos, e frequentei a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1993, tendo ido frequentar o Ano Propedêutico da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Braga.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Soutelinho da Raia, Braga e Díli.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Tenho saudades de muitas coisas que vivi na infância e com as quais, com o decorrer do tempo, fui perdendo o contacto, nomeadamente os períodos das vindimas, da matança do porco e das “cegadas” (havia sempre muita gente e muito convívio). 

Claro que também recordo com saudade os tempos do “Liceu” e os amigos que fiz nessa altura. No entanto, lembro-me especialmente dos períodos em que os emigrantes vinham passar férias à minha aldeia e o número de pessoas praticamente triplicava. Parecia que a aldeia ganhava “outra vida”…

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar as Termas e a Zona Histórica da cidade, incluindo o Castelo.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Da família e dos amigos.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Não tenho uma frequência regular e sempre que tenho ido tem sido por períodos muito curtos (3 ou 4 dias).

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Por razões profissionais, não me parece ser possível que isso se concretize. No entanto, gostaria de ter a possibilidade de “passar” mais tempo em Chaves.

 

Foto Timor.JPG

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

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Rostos até Filipe Silva.png

 

 

 

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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2017

Flavienses por outras terras

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Marcelino Melo

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao centro do país, mais concretamente até Soure, no distrito de Coimbra, um concelho que tem a particularidade de ser territorialmente descontinuado, pois uma das suas freguesias possui uma pequena parcela da sua área encaixada entre os concelhos de Penela e Ansião.

 

É lá que vamos encontrar o Marcelino Melo.

 

Cabeçalho - Marcelino Melo.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves, no antigo hospital, ao lado da Igreja Matriz, e vivi sempre na Avenida do Tâmega, antiga Estrada de Outeiro Seco.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária da Estação, a Escola Preparatória Nadir Afonso (Ciclo), a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1994, para ingressar no Ensino Superior.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em Coimbra e agora em Soure.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

O Grupo Desportivo de Chaves, clube no qual joguei nas camadas jovens e pelo qual continuo completamente “doente”, e o grupo de amigos que criei até sair de Chaves, com 18 anos.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

As termas, sem dúvida, e também os vestígios romanos, entre os quais o novo Museu em frente ao Palácio da Justiça. Ainda não tive oportunidade de o visitar mas pretendo fazê-lo em breve.

 

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Da família e dos amigos. Dos jogos do Desportivo.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Até há uns anos atrás, umas 4 ou 5 vezes por ano. Depois do falecimento dos meus pais as visitas têm sido mais espaçadas, infelizmente.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Gostar, gostava! Mas é bastante improvável…

 

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Marcelino.png

 

 

 

 

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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2017

Flavienses por outras terras

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Lurdes Gomes

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até aos arredores do Porto, mais concretamente, até à cidade da Maia.

 

É lá que vamos encontrar a Lurdes Gomes.

 

Mapa Google + foto - Lurdes.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Santa Maria Maior – Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santa Cruz, a Escola Preparatória de Chaves (atualmente Nadir Afonso), a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1995 para estudar em Macedo de Cavaleiros.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em Vila Franca do Campo (São Miguel - Açores), em Santiago do Cacém, em Almodôvar e agora na Maia.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

É muito difícil enumerar as boas recordações que tenho da cidade, mas posso referir as idas à discoteca “O Lago”, em Vila Verde da Raia, aos domingos à tarde com uma prima, os passeios aos sábados à noite com um grupo de amigos e a passagem por volta da meia-noite para comer bolos quentinhos na “Panificadora”, as “promessas” de ir a pé ao São Caetano…

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Em primeiro lugar provar os maravilhosos Pastéis de Chaves. Depois, visitar o Castelo, as Caldas, a Igreja Matriz de Santa Maria Maior, o Museu Flaviense…

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

As saudades que mais sinto são da vida pacata que se tem na cidade, sem muito trânsito.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Regresso a Chaves com alguma frequência para visitar o meu pai, a família mais próxima e alguns amigos que continuam por estes lados.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, mas para voltar seria necessário que a cidade se tornasse mais atrativa para fixar os jovens e não só, quer a nível económico, com mais oportunidades de emprego, quer a nível educativo, com uma boa oferta de cursos médios e superiores, quer a nível cultural. Esta linda cidade está um pouco apagada.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Lurdes.png

 

 

 

 

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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016

Flavienses por outras terras

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Amélia Pessoa

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Suíça, um país do tamanho de metade de Portugal, mas onde coexistem 4 línguas oficiais (o Alemão, o Francês, o Italiano e o Romanche) e que sempre nos habituamos a associar a chocolates, relógios e bancos…

 

É lá que vamos encontrar a Amélia Pessoa.

 

Mapa Google + foto - Amélia Pessoa.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Vilar D'Ouro, no concelho de Mirandela, mas com 5 anos fui viver para Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primário do Caneiro, a Escola Nadir Afonso e a Escola Secundário Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1992 para ir estudar para a Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi no Porto, em Espinho, em Vila Nova de Gaia, em Lospalos (Timor - Leste), em Alvalade do Sado e atualmente divido-me entre a Suíça e Portugal.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

É impossível escolher apenas duas... Os maravilhosos tempos de estudante, os momentos passados com o Grupo de Jovens da Paróquia da Madalena, os simples passeios pela cidade em família ou com os amigos, o Grupo Coral, entre outros.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar o Centro Histórico, viajando no tempo, e deliciar-se com a excelente gastronomia e a simpatia dos flavienses.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Imensas…da família, dos amigos, das gentes, dos cheiros, das ruas, das termas, do rio, do nevoeiro de inverno, das noites quentes de verão, da simplicidade do dia-a-dia…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Regresso com regularidade. Este ano um pouco menos, por questões profissionais, mas em média, uma vez por mês.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Adoraria! Quem sabe um dia...

 

Lago de Géronde.jpg

Lago de Géronde

Sierre.jpg

Sierre

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Amélia.png

 

 

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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2016

Flavienses por outras terras - Madalena Silva

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Madalena Silva

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à região de Entre Douro e Vouga. Em Santa Maria da Feira, terra dominada pelo seu altaneiro castelo (considerado uma das obras mais emblemáticas da arquitetura medieval portuguesa), vamos encontrar a Madalena Silva.

 

Mapa Google + foto - Madalena Silva.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci na Rua Direita, em Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária, em Santa Cruz, a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a UTAD.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1989, por razões profissionais.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em Avis, no distrito de Portalegre, e em vários locais no concelho de Santa Maria da Feira.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

A família, a escola e os amigos.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Conhecer a nossa gastronomia e os nossos monumentos.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Não sou uma pessoa saudosa.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Depois do falecimento da minha mãe vou a Chaves com mais frequência, habitualmente uma vez por mês para poder estar com o meu pai.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Para viver não, mas é um bom lugar para passar férias.

 

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Madalena.png

 

 

 

 

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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016

Flavienses por outras terras - Vitor Fernandes

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Vítor Fernandes

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Litoral Alentejano, mais concretamente até Vila Nova de Santo André, uma cidade construída de raiz, no meio de pinhais e arrozais, para servir de apoio ao grande complexo industrial e portuário de Sines.

 

É lá que vamos encontrar o Vítor Fernandes.

 

Mapa Google + foto - Vítor Fernandes.PNG

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

 

Frequentei a Escola Primária de Nantes, a Escola Primária do Caneiro, a Escola Preparatória Nadir Afonso e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

 

Saí de Chaves no ano de 1992 para ir para a Universidade, em Vila Real (UTAD).

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

 

Já vivi em Alijó, em Sines, em Alvalade do Sado e em Grândola.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

 

Uma das melhores recordações que tenho dos meus tempos em Chaves foi o tempo vivido no Grupo de Jovens da Madalena e tudo o que aprendi nessa altura. Recordo também o grupo “Musivida”, com 4 bons amigos.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

 

As Caldas e o Miradouro de S. Lourenço.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

 

Sinto saudades dos meus pais e dos meus amigos.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

 

Regresso a Chaves 2 a 3 vezes por ano.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

 

A vida é feita de mudanças. Os tempos vividos em Chaves foram bons, mas a minha vida profissional e pessoal não me permite voltar para Chaves.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Vítor Fernandes.png

 

 

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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016

Flavienses por outras terras - João Afonso

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João Afonso

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao outro lado do Atlântico, mais concretamente até ao Rio de Janeiro, a “Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil…”

 

É lá que vamos encontrar o João Afonso.

 

Mapa Google + foto - João Afonso.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci no Largo da Falgueira, na aldeia de Noval.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Não frequentei a escola em Portugal, apenas no Brasil.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí no ano de 1956, em Dezembro, com 5 anos e meio, ainda sem conhecer o meu pai.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Para além de varias localidades no estado do Rio de Janeiro, vivi e trabalhei no sul do Brasil, uma região com características europeias, convivendo com ucranianos, japoneses, polacos, entre outras nacionalidades. Também vivi em Angola durante 2 anos, enquanto trabalhei num projeto de barragem hidroelétrica.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Apesar da idade, por natureza, tenho boa memória e recordo-me de uma segada, das vindimas e de uma matança de porcos, para além da aldeia, todos os cantos onde estive ainda miúdo, algumas personalidades da época e familiares, obviamente. Recordo também a casa onde vivi bons momentos de imaginação e sonhos, convivendo sempre com os animais da casa, as árvores e tudo o que eu alcançava ou que me era permitido.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

A cidade de Chaves e arredores dispõem de opções para todos os gostos e interesses. Passear pelo centro histórico, respirar o ar da cidade e vislumbrar o Tâmega já enche os olhos. Visitar uma aldeia seria interessante para perceber como viveram, o que construíram os nossos antepassados, o trabalho do campo no formato tradicional, contemplar a paisagem, deliciar-se com bom vinho, a gastronomia, a água pura da montanha…

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Sem dúvida, primeiramente, do carinho dos familiares. Saudades também da vida e da dinâmica que a aldeia possuía, hoje um pouco deserta, quase morta, pela ausência de população - um palco magnífico sem os artistas que preservavam a cultura familiar e do campo…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Conforme a disponibilidade no trabalho e compromissos.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sem dúvida, faz parte dos nossos planos vivermos, pelo menos, 6 meses em Portugal e 6 meses no Brasil. Em Portugal éramos 2 irmãos, hoje, aqui no Brasil, somos 4. A família é composta por cerca de 35 pessoas no Rio de Janeiro, além de outros estados, Portugal e América do Norte. São 9 bisnetos da minha mãe, ainda crianças. Portanto, temos que dividir o tempo de estadia…

 

Baia de Botafogo (Rio de Janeiro).jpg

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até João Afonso.png

 

 

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Quinta-feira, 28 de Julho de 2016

Flavienses por outras terras - Rogério Coelho

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Rogério Coelho

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao centro do país, mais concretamente até Coimbra, a cidade dos estudantes.

 

É lá que vamos encontrar o Rogério Coelho.

 

Mapa Google + foto - Rogério Coelho.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci na aldeia de Faiões.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Faiões, até ao 4º ano, depois a Escola Nadir Afonso, do 5º ao 6º ano, a Escola Dr. Júlio Martins, do 7º ao 9º ano, e por fim, do 10º ano ao 12º ano, o Liceu Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves no ano de 2003 para ingressar no curso de Geografia, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Desde a saída de Chaves, em Coimbra.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Separaria as vivências em Chaves em duas grandes recordações. Os tempos passados em Faiões, onde qualquer terreno ou caminho público eram o melhor dos estádios, e bastava para isso um grupo de amigos, uma bola e duas pedras a servirem de baliza.

 

Por outro lado, destacaria os tempos vividos enquanto estudei no Liceu Fernão de Magalhães, onde pertenci a uma turma bastante pequena e muito unida, onde se fizeram amigos para uma vida. Foram três anos a estudar lá e considero que aí se formou boa parte da minha personalidade.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Sem dúvida a beira-rio da cidade, começando pelas nossas Termas. Provar um copo de água quente e desfrutar de toda a zona ajardinada que ladeia as margens do Tâmega. Conhecendo relativamente bem o país, diria que as nossas margens do Tâmega são, sem dúvida, algo de que todos nos devíamos orgulhar. Depois, destacaria uma visita a Faiões para ver a sua Escola Primária, um edifício cada vez mais reconhecido como sendo a mais bela escola primária do país e que talvez devesse ser mais valorizada e promovida. O potencial é cada vez mais notado e reconhecido, até mesmo pela comunicação social nacional, com reportagens recentes na televisão pública RTP.

 

800-faioes (345).jpg

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades do ritmo de vida da nossa cidade, as recordações de que o tempo em Chaves ainda passava de forma lenta. Saudades de que a maior preocupação em relação aos horários era a de apanhar o autocarro na hora certa para a cidade para estudar.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Normalmente regresso a Chaves a cada um ou dois meses, é sempre o porto seguro, o local para voltar às raízes e onde sentimos que é a nossa verdadeira casa, o local para carregar baterias.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Quem sabe um dia não acontece? Apesar de trabalhar com Tecnologias de Informação e Comunicação e ter a noção que neste mundo é um pouco indiferente onde se vive para o desenvolvimento de negócio, a verdade é que na prática a mão-de-obra está concentrada nas maiores cidades do país e as oportunidades comerciais tendem também a centrarem-se nesses polos de atração. Apesar de todas as ferramentas de comunicação do século XXI, a verdade é que as decisões, na sua grande maioria, são ainda tomadas olhos nos olhos. Talvez por isso, ainda esteja distante o dia em que possa pensar de forma séria em voltar para Chaves.

 

Coimbra.jpeg

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Rogério Coelho.png

 

 

 

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Quinta-feira, 23 de Junho de 2016

Flavienses por outras terras - João Luís Silva

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João Luís Silva

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Ribatejo, mais concretamente até Coruche, uma pequena vila numa extensa lezíria de arrozais banhados pelo Rio Sorraia, um afluente do Tejo.

 

É lá que vamos encontrar o João Luís Silva.

 

Mapa Google + foto - João Luís

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Santa Maria Maior, Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

A Escola Secundária Dr. Júlio Martins, a Escola Secundária Fernão de Magalhães e a UTAD.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1998 para entrar no Seminário.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi no Porto, em Salvaterra de Magos, em Lisboa, em Ponte de Sor e em Elvas.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

O Grupo de Jovens “Força Construtora” e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro marcaram a minha vida de uma forma francamente positiva, como experiência de crescimento interior e de relacionamento pessoal.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Desfrutar da hospitalidade Flaviense e a da gastronomia incomparável.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades da família, dos amigos, dos passeios a pé pelo centro histórico, do nevoeiro em cada manhã de Inverno, do pôr-do-sol no fim das tardes quentes de Verão, da vida partilhada na simplicidade dos gestos, e… do pastelinho de Chaves - não há melhor.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Três a quatro vezes por ano.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, será sempre o meu berço.

 

Coruche - Senhora do Castelo

 Coruche - Senhora do Castelo * Fotografia de João Luís Silva

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até João Luís

 

 

 

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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016

Flavienses por outras terras - Adoindo Poça

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Adoindo Poça

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Canadá, um país imenso que se estende desde o Oceano Atlântico, a leste, até ao Oceano Pacífico, a oeste, e cuja fronteira com os Estados Unidos é a mais longa fronteira terrestre do mundo.

 

É lá que vamos encontrar o Adoindo Poça.

 

Mapa Google + foto - Adoindo Poça.png

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária do Caneiro e a antiga Escola Comercial.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1979, em busca de melhores condições de vida.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Chaves e no Canadá.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

As idas às verbenas, no jardim público, e as caminhadas durante a noite para o São Caetano.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Provar os Pastéis de Chaves e toda a nossa gastronomia, visitar as Caldas e o Castelo.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades do tempo de criança, quando todos se conheciam e as portas de casa ficavam abertas, pois todos confiavam uns nos outros.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Ultimamente, todos os anos.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, gostaria, mas não é possível, pois não existem os cuidados médicos que na minha idade são precisos.

 

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Adoindo Poça.png

 

 

 

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