Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Sofia Trino

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Suíça, mais concretamente até ao Cantão de Turgóvia, onde a língua oficial é o Alemão. Na capital deste cantão – Frauenfeld – vamos encontrar a Sofia Trino.

 

Cabe+ºalho Sofia Trino.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves, na Rua dos Passadouros, no Bairro de Santa Cruz.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santa Cruz, a Escola Nadir Afonso, a Escola Técnica e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1994, à procura de novas oportunidades e visto que os meus pais nessa altura já se encontravam a viver no estrangeiro.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Vivi sempre em Chaves, mais propriamente em Santa Cruz, até à minha partida para a Suíça.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Os melhores anos passados foram na minha idade escolar e ainda hoje mantenho amigos desse tempo, amizades que ficaram para uma vida. Recordo as idas às Caldas de Chaves, a Feira dos Santos, da qual ainda hoje sinto saudades visto que me é impossível nessa data ter férias para ir a Chaves.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar as Termas de Chaves, as paisagens lindas das nossas terras transmontanas, a zona histórica de Chaves, Vidago, e claro, apreciar a boa comida transmontana.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Sinto saudades de alguns amigos e familiares que foram partindo, das conversas que se tinham no antigo Jardim das Freiras, que infelizmente já não existe… eram momentos bem passados com as colegas de escola…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Sempre que posso, mas pelo menos uma vez no ano.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

De diferente nada, mas que mantivessem os belos jardins que nós tínhamos, como o Jardim das Freiras.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Neste momento, não. Sinto-me feliz no meu país de acolhimento, pois aqui formei a minha família e me tornei na pessoa que hoje sou. Embora goste muito da cidade que me viu nascer, como eu costumo dizer não troco a minha Suíça pelo meu Portugal, isso sem sombra de dúvidas….

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

 

Rostos at├® Sofia Trino.png

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:00
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 26 de Outubro de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Justino Maia

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à vila de Pardilhó, no concelho de Estarreja, que, segundo o Justino Maia, é a capital das enguias e do barco moliceiro.

 

Cabecalho Justino Maia.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci no hospital velho (onde agora é a Santa Casa da Misericórdia).

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola da Estação, a Nadir Afonso, o Liceu Fernão de Magalhães e a Dr. Júlio Martins.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1994 para ir estudar.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em várias localidades. Agora vivo em Pardilhó e trabalho no concelho de Oliveira de Azeméis, no Agrupamento de Escolas de Fajões.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Tenho muitas recordações: os amigos, tomar banho no Rio Tâmega, o futebol na rua e mais tarde no Desportivo…

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar a parte histórica, o Castelo, a Igreja Matriz, a Rua de Santo António, a Rua Direita, as Caldas e os novos museus (Nadir Afonso e o das águas).

Desfrutar a parte gastronómica (os Pastéis de Chaves, o fumeiro e os milhos).

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Do nevoeiro e dos dias de Inverno.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Regresso 3 a 4 vezes por ano. Gostaria de ir mais vezes, mas a escola e o futsal preenchem a maior parte do tempo.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Nada. Acho que Chaves se está a tornar numa grande cidade.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Quem sabe um dia! É difícil, mas espero vir a passar mais tempo em Chaves, pois a minha esposa e a minha filha adoram a cidade.

 

Ria de Aveiro.jpg

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos  Justino Maia.png

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:54
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Carlos Minga

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos percorrer toda a Estrada Nacional 2, de Chaves até Faro, para encontrarmos o Carlos Minga.

 

Cabeçalho Carlos Minga.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santa Cruz, a Escola E.B. 2,3 Nadir Afonso e a Escola Secundária Dr. Júlio Martins.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Uma primeira saída, a qual durou um ano, em 1992, para cumprir o serviço militar obrigatório, em Lamego. Depois, uma segunda saída, em 1995, (definitiva) por razões profissionais.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Lamego, em Lisboa, no Porto, em Ponta Delgada e em Faro.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Os tempos de estudante na Júlio Martins.

Uma pequena experiência musical que nunca mais esquecerei numa banda chamada “S-Gredo”.

As aventuras e os ensinamentos nos Escoteiros, mais concretamente no Grupo 86 da AEP (Associação de Escoteiros de Portugal) de Chaves.

Os tempos vividos com a minha outra metade – a Maria João, a qual veio a ser a mãe dos meus filhos e ao lado de quem tenho um já largo percurso de 25 anos.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Seguramente a zona das Termas e toda a sua envolvência, incluindo a Ponte Romana e a Taberna do Faustino.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Da cidade, das suas gentes, dos velhos amigos, da gastronomia, dos cheiros e sobretudo do antigo Jardim das Freiras…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Uma a duas vezes por ano.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Gostava que houvesse um crescimento económico que contribuísse para que os Flavienses pudessem fixar-se na sua terra e não terem necessidade de sair à procura de um futuro noutras paragens.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Claro que sim…

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Carlos Minga.png

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:58
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Sérgio Lousada

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Ilha da Madeira.

 

Na cidade do Funchal vamos encontrar o Sérgio Lousada.

 

Cabeçalho Sérgio Lousada.png

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Básica do 1º Ciclo do Caneiro, entre 1987 e 1991; a Escola Básica do 2º e 3º Ciclos Nadir Afonso, entre 1991 e 1996; e o Liceu Fernão de Magalhães, entre 1997 e 1999.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 2013 por falta de aposta, crédito por parte da direção da empresa onde exercia profissionalmente, que nunca considerou ninguém da “terra” para chegar ao topo da hierarquia.

Foram também motivos a minha ambição profissional e o facto de não ter medo de enfrentar novas condições de trabalho, bem como a recessão económica e profissional que se vivia em 2013.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Paris, entre 1981 e 1987; em Chaves, entre 1987 e 1999; em Guimarães, entre 1999 e 2004; novamente em Chaves, entre 2004 e 2013; e no Funchal, desde 2013 até aos dias de hoje.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Primeiro, os tempos em que frequentei a Escola Básica do 1º Ciclo do Caneiro, onde passei parte da minha infância e desenvolvi amizades que ainda hoje mantenho e que muito prezo.

 

Depois, os tempos que aproveito em Chaves para acompanhar o Grupo Desportivo de Chaves (e já o faço desde pequenino, ainda andava na Escola Básica do 1º Ciclo do Caneiro), pois de facto é nos dias de hoje o único representante que enquadra com alguma frequência a cidade de Chaves no mapa de Portugal. Com este tópico criei uma rede de amigos de dimensão considerável, mas que têm algo em comum, um bichinho que nos torna a todos “Valentes Transmontanos”, que nos leva a acompanhar a nossa equipa por todo o lado.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Os monumentos históricos da cidade, e sem ordem de importância ou sem me querer esquecer de algum, irei destacar a Ponte Romana, a Torre de Menagem, as Termas de Chaves, o Forte de São Francisco, o Forte de São Neutel…

A nossa gastronomia local, e neste ponto não faço referências porque não quero prejudicar ou beneficiar nenhuma entidade.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Dos familiares (mãe e irmã) e amigos, dos tempos que passei com ambos. Saudades dos grupos de amigos com quem praticava alguma atividade desportiva (futsal) no velho gimnodesportivo de Chaves, que refira‐se tem muitas poucas condições para tal (inerência política).

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Desloco-me regularmente, quase de mês a mês.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Em relação a este campo teria muito que ressalvar, mas de forma sucinta vou referir o que gostava que ocorresse futuramente, porque até agora aquilo que foi feito na cidade de Chaves em nada ou praticamente nada melhorou a vida dos Flavienses.

 

A política deve ser usada para possibilitar o bem-estar e o desenvolvimento local, bem como para dinamizar a atratividade a terceiros pela nossa cidade. E aquilo que vou observando é que a cidade de Chaves se tornou numa cidade fantasma, que serve interesses de terceiros, onde não existem serviços de diversos setores, que em muito condicionam o bem-estar dos residentes locais. Poderia citar muitos exemplos, mas vou referir o facto de possuirmos em Chaves um hospital que equivale a um centro de saúde, não conseguirmos estimular o Ensino Superior, ficarmos sem uma série de serviços básicos que vemos fugir por ordem do poder central. Pressuponho que em função disto os habitantes de Chaves serão portugueses de segunda ou inevitavelmente as políticas que regem o nosso concelho são inadequadas.

 

A maior parte da juventude da nossa cidade para poder desenvolver uma atividade profissional teve de deixar a sua zona de conforto, dentro de Portugal ou mesmo para o exterior.

 

O que gostaria de ver em Chaves seria pessoas capazes de defenderem os reais interesses do povo Flaviense, e não somente preocupados com a sua imagem. Um bom político não deve ser reconhecido pela sua imagem, mas sim pelo que faz e desenvolve em função do cargo que exerce, pela defesa exaustiva dos interesses de quem o elegeu, sem ter ou denotar medo em relação ao poder central. Destes, em Chaves, reconheço muito poucos.

 

Posto isto, gostaria de ver em Chaves uma melhoria significativa dos serviços de saúde (estimular o Hospital local), serviços de ensino (dinamizar o Ensino Superior, criar cursos superiores devidamente conectados com o tecido empresarial, com empregabilidade local garantida), serviços empresariais (maximizar a instalação de empresas na zona industrial de Outeiro Seco), serviços desportivos (criar instalações desportivas, pois as existentes estão estagnadas no tempo), acessos rodoviários (pois apesar de existir auto estrada até Chaves, esta tem preços exorbitantes para a sua utilização frequente), medidas que visem dinamizar a fixação da nossa juventude em Chaves.

 

Mais teria para referir, mas ficarei por aqui, ressalvando que nada tenho contra os políticos ou pseudo-políticos locais.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Possuo residência em Chaves. Não posso garantir o dia de amanhã, estou sempre predisposto a novos projetos profissionais, podendo estes passar pelo exercício profissional em Chaves ou não. Como será lógico em função do perfil profissional que exerço nos dias de hoje não serei facilmente enquadrável no tecido empresarial (público/privado) da nossa cidade. Portanto, à falta de melhor, terei que aguardar mais alguns anos, até à suposta reforma!

 

Funchal.JPG

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Sérgio Lousada.png

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:43
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 27 de Julho de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Jorge Araújo

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à cidade de Lisboa, local de destino de muitos Flavienses que um dia deixaram a sua terra.

 

É lá que vamos encontrar o Jorge Araújo.

 

Cabeçalho Jorge Araújo.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em França, mas aos 9 anos voltei para Chaves para morar com uma tia no Bairro da Trindade.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a antiga Escola Primária da Estação, a Escola Nadir Afonso e a Escola Secundária Dr. Júlio Martins.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1990 para ir para a Universidade.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em França, em Aveiro e em Lisboa.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Os passeios de bicicleta até ao açude, em Vila Verde da Raia, e o velho Jardim das Freiras, onde se encontravam os amigos e se ficava por lá à conversa.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Obrigatoriamente a zona das Caldas, a beira-rio e o Forte de S. Francisco, e claro, o Pastel de Chaves.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades da família e dos amigos e também de comer o verdadeiro Pastel de Chaves…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Sempre que posso, regra geral uma vez por mês.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Uma cidade com mais oportunidades para não sermos obrigados a emigrar ou a sair da nossa terra.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sem dúvida! Atualmente com o teletrabalho já se consegue de vez em quando ficar mais um dia ou dois em Chaves. Quem sabe se no futuro não poderão ser mais dias…

 

Rostos até Jorge Araújo.png

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:05
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 22 de Junho de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Elisabete Carvalho

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à cidade da Maia, nos arredores do Porto, onde vamos encontrar a Elisabete Carvalho.

 

Cabeçalho - Elisabete Carvalho.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Valpaços, mas fui viver para Chaves com um ano de idade.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santa Cruz, o Ciclo, e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 2014, por motivos profissionais do meu marido.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Chaves e na Maia.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

As recordações são muitas e é impossível nomear apenas duas…, mas recordo com carinho as tardes passadas com os amigos nas Caldas de Chaves, um espaço com bares e cafés com esplanadas incríveis, e com o calor que se fazia sentir era maravilhoso.

Outra das recordações é a do local onde vivi, Santa Cruz, e das brincadeiras com os amigos, o convívio com os vizinhos e a sensação de pertencermos todos a uma grande família.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

A principal é a gastronomia, nomeadamente os Pastéis de Chaves e o famoso fumeiro. Depois, visitar toda a cidade, muito bonita e rica em património.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Sinto muitas saudades da minha "gente", do calor do Verão, da paz e do sossego e de não haver trânsito.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Vou algumas vezes a Chaves, visto que não estou muito longe, mas não sei quantificar.

 

O que gostaria de encontrar de diferente na cidade?

Só gostava que Chaves crescesse e houvesse mais oportunidades.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Gostava, mas não é um assunto que me faça pensar, pois tenho uma filha pequena e com certeza que ela vai ficar por aqui e nós ficaremos com ela, fazendo sempre umas visitas a Chaves.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Elisabete carvalho.png

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:53
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 25 de Maio de 2017

Flavienses por outras terras - Miguel Oliveira

Banner Flavienses por outras terras

 

Miguel Oliveira

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos novamente até ao Brasil, mais concretamente até Juazeiro, uma cidade cujo nome coincide com o de uma árvore típica desta zona semiárida do Brasil, cujos frutos, do tamanho de uma cereja, são extremamente apreciados e utilizados para fazer compotas.

 

É em Juazeiro que vamos encontrar o Miguel Oliveira.

 

Cabeçalho - Miguel Oliveira.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci na freguesia de Santa Maria Maior, em Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária da Estação, a Escola EB 2/3 Nadir Afonso, a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1994 para frequentar a Escola Superior Agrária de Coimbra.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Em Coimbra, em Mortágua, em Matosinhos, em Paredes de Coura, na Póvoa de Varzim e no Brasil, nas cidades de Passos (Minas Gerais), Salvador (Bahia) e atualmente em Juazeiro (Bahia).

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Recordo os dias em que caía neve… Era extraordinário brincar com a neve, fazer bonecos, bolas de neve… Recordo também os passeios ao fim de semana para acompanhar o glorioso Desportivo de Chaves nas suas deslocações fora de casa.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Conhecer a excelente gastronomia, sem esquecer os deliciosos pastéis de carne, o fumeiro, entre tantas outras coisas. Visitar os diversos monumentos espalhados pela cidade e as termas medicinais.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades da família, dos amigos, e da cidade em geral.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

A cada 2 anos.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, gostaria, mas não durante o período de Inverno, pois considero rigoroso demais. Assim sendo, gostaria de passar meio ano em Chaves e meio ano no Brasil.

 

Pôr do sol na  travessia de barco de Juazeiro par

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Miguel Oliveira.png

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 17:44
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Sandrina Fernandes

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Área Metropolitana do Porto.

 

Em Valongo, designação que resulta da evolução de “Vallis Longus”, ainda perduram importantes vestígios da extração de ouro no tempo dos Romanos, e é lá que vamos encontrar a Sandrina Fernandes.

 

Cabeçalho - Sandrina Fernandes.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves, no “hospital velho”.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária do Caneiro, a Escola Preparatória nº 1 e a Escola Secundária Dr. António Granjo.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

No ano 2000 fui para Vila Nova de Gaia acabar o 12° ano e em 2001 entrei no Instituto Politécnico de Bragança.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em Vila Nova de Gaia, em Bragança e agora em Valongo. Trabalhei em Chaves, na Região de Turismo, no Porto, na Porto editora, em centros de estudos em Valongo (fui proprietária de dois), e agora trabalho num Colégio.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

A liberdade e o sentimento de segurança.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Saudades dos meus pais, da minha infância, da vida sem preocupações...

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Normalmente ia a Chaves todos os meses, até porque sou muito “agarrada” aos meus pais, mas agora tenho dois filhos e com o meu trabalho e o do meu marido e as atividades do meu filho mais velho, a ida a Chaves torna-se mais complicada, com muita pena minha…

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Voltar a viver em Chaves é uma pergunta difícil... Adoro Chaves, adoro toda a sua envolvência, no entanto a minha vida agora não é lá. Não posso dizer nunca, mas num futuro próximo não me vejo a voltar.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Sandrina Fernandes.png

 

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:00
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 23 de Março de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Filipe Silva

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Sudeste Asiático, mais concretamente até Timor-Leste, uma antiga colónia portuguesa que corresponde à metade oriental da ilha de Timor, no vasto arquipélago indonésio.

 

Em Díli, a capital do país, vamos encontrar o Filipe Silva.

 

Cabeçalho - Filipe Silva.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Santa Maria Maior, mas os meus pais vivem em Soutelinho da Raia (aldeia onde cresci).

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Soutelinho da Raia, depois fui aluno da Telescola nos 5º e 6º anos, e frequentei a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1993, tendo ido frequentar o Ano Propedêutico da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Braga.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Soutelinho da Raia, Braga e Díli.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Tenho saudades de muitas coisas que vivi na infância e com as quais, com o decorrer do tempo, fui perdendo o contacto, nomeadamente os períodos das vindimas, da matança do porco e das “cegadas” (havia sempre muita gente e muito convívio). 

Claro que também recordo com saudade os tempos do “Liceu” e os amigos que fiz nessa altura. No entanto, lembro-me especialmente dos períodos em que os emigrantes vinham passar férias à minha aldeia e o número de pessoas praticamente triplicava. Parecia que a aldeia ganhava “outra vida”…

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar as Termas e a Zona Histórica da cidade, incluindo o Castelo.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Da família e dos amigos.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Não tenho uma frequência regular e sempre que tenho ido tem sido por períodos muito curtos (3 ou 4 dias).

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Por razões profissionais, não me parece ser possível que isso se concretize. No entanto, gostaria de ter a possibilidade de “passar” mais tempo em Chaves.

 

Foto Timor.JPG

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Filipe Silva.png

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:38
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

 

Marcelino Melo

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao centro do país, mais concretamente até Soure, no distrito de Coimbra, um concelho que tem a particularidade de ser territorialmente descontinuado, pois uma das suas freguesias possui uma pequena parcela da sua área encaixada entre os concelhos de Penela e Ansião.

 

É lá que vamos encontrar o Marcelino Melo.

 

Cabeçalho - Marcelino Melo.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Chaves, no antigo hospital, ao lado da Igreja Matriz, e vivi sempre na Avenida do Tâmega, antiga Estrada de Outeiro Seco.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária da Estação, a Escola Preparatória Nadir Afonso (Ciclo), a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1994, para ingressar no Ensino Superior.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em Coimbra e agora em Soure.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

O Grupo Desportivo de Chaves, clube no qual joguei nas camadas jovens e pelo qual continuo completamente “doente”, e o grupo de amigos que criei até sair de Chaves, com 18 anos.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

As termas, sem dúvida, e também os vestígios romanos, entre os quais o novo Museu em frente ao Palácio da Justiça. Ainda não tive oportunidade de o visitar mas pretendo fazê-lo em breve.

 

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Da família e dos amigos. Dos jogos do Desportivo.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Até há uns anos atrás, umas 4 ou 5 vezes por ano. Depois do falecimento dos meus pais as visitas têm sido mais espaçadas, infelizmente.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Gostar, gostava! Mas é bastante improvável…

 

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Marcelino.png

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:53
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2017

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Lurdes Gomes

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até aos arredores do Porto, mais concretamente, até à cidade da Maia.

 

É lá que vamos encontrar a Lurdes Gomes.

 

Mapa Google + foto - Lurdes.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Santa Maria Maior – Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária de Santa Cruz, a Escola Preparatória de Chaves (atualmente Nadir Afonso), a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí em 1995 para estudar em Macedo de Cavaleiros.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em Vila Franca do Campo (São Miguel - Açores), em Santiago do Cacém, em Almodôvar e agora na Maia.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

É muito difícil enumerar as boas recordações que tenho da cidade, mas posso referir as idas à discoteca “O Lago”, em Vila Verde da Raia, aos domingos à tarde com uma prima, os passeios aos sábados à noite com um grupo de amigos e a passagem por volta da meia-noite para comer bolos quentinhos na “Panificadora”, as “promessas” de ir a pé ao São Caetano…

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Em primeiro lugar provar os maravilhosos Pastéis de Chaves. Depois, visitar o Castelo, as Caldas, a Igreja Matriz de Santa Maria Maior, o Museu Flaviense…

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

As saudades que mais sinto são da vida pacata que se tem na cidade, sem muito trânsito.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Regresso a Chaves com alguma frequência para visitar o meu pai, a família mais próxima e alguns amigos que continuam por estes lados.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sim, mas para voltar seria necessário que a cidade se tornasse mais atrativa para fixar os jovens e não só, quer a nível económico, com mais oportunidades de emprego, quer a nível educativo, com uma boa oferta de cursos médios e superiores, quer a nível cultural. Esta linda cidade está um pouco apagada.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Lurdes.png

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:07
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016

Flavienses por outras terras

Banner Flavienses por outras terras

 

Amélia Pessoa

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à Suíça, um país do tamanho de metade de Portugal, mas onde coexistem 4 línguas oficiais (o Alemão, o Francês, o Italiano e o Romanche) e que sempre nos habituamos a associar a chocolates, relógios e bancos…

 

É lá que vamos encontrar a Amélia Pessoa.

 

Mapa Google + foto - Amélia Pessoa.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci em Vilar D'Ouro, no concelho de Mirandela, mas com 5 anos fui viver para Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primário do Caneiro, a Escola Nadir Afonso e a Escola Secundário Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1992 para ir estudar para a Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi no Porto, em Espinho, em Vila Nova de Gaia, em Lospalos (Timor - Leste), em Alvalade do Sado e atualmente divido-me entre a Suíça e Portugal.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

É impossível escolher apenas duas... Os maravilhosos tempos de estudante, os momentos passados com o Grupo de Jovens da Paróquia da Madalena, os simples passeios pela cidade em família ou com os amigos, o Grupo Coral, entre outros.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Visitar o Centro Histórico, viajando no tempo, e deliciar-se com a excelente gastronomia e a simpatia dos flavienses.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Imensas…da família, dos amigos, das gentes, dos cheiros, das ruas, das termas, do rio, do nevoeiro de inverno, das noites quentes de verão, da simplicidade do dia-a-dia…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Regresso com regularidade. Este ano um pouco menos, por questões profissionais, mas em média, uma vez por mês.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Adoraria! Quem sabe um dia...

 

Lago de Géronde.jpg

Lago de Géronde

Sierre.jpg

Sierre

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Amélia.png

 

 

Todos os rostos

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 20:11
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 24 de Novembro de 2016

Flavienses por outras terras - Madalena Silva

Banner Flavienses por outras terras

 

Madalena Silva

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até à região de Entre Douro e Vouga. Em Santa Maria da Feira, terra dominada pelo seu altaneiro castelo (considerado uma das obras mais emblemáticas da arquitetura medieval portuguesa), vamos encontrar a Madalena Silva.

 

Mapa Google + foto - Madalena Silva.png

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci na Rua Direita, em Chaves.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Frequentei a Escola Primária, em Santa Cruz, a Escola Secundária Dr. Júlio Martins e a UTAD.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí de Chaves em 1989, por razões profissionais.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Já vivi em Avis, no distrito de Portalegre, e em vários locais no concelho de Santa Maria da Feira.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

A família, a escola e os amigos.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

Conhecer a nossa gastronomia e os nossos monumentos.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Não sou uma pessoa saudosa.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Depois do falecimento da minha mãe vou a Chaves com mais frequência, habitualmente uma vez por mês para poder estar com o meu pai.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Para viver não, mas é um bom lugar para passar férias.

 

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Madalena.png

 

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:57
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016

Flavienses por outras terras - Vitor Fernandes

Banner Flavienses por outras terras

 

Vítor Fernandes

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao Litoral Alentejano, mais concretamente até Vila Nova de Santo André, uma cidade construída de raiz, no meio de pinhais e arrozais, para servir de apoio ao grande complexo industrial e portuário de Sines.

 

É lá que vamos encontrar o Vítor Fernandes.

 

Mapa Google + foto - Vítor Fernandes.PNG

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

 

Frequentei a Escola Primária de Nantes, a Escola Primária do Caneiro, a Escola Preparatória Nadir Afonso e a Escola Secundária Fernão de Magalhães.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

 

Saí de Chaves no ano de 1992 para ir para a Universidade, em Vila Real (UTAD).

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

 

Já vivi em Alijó, em Sines, em Alvalade do Sado e em Grândola.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

 

Uma das melhores recordações que tenho dos meus tempos em Chaves foi o tempo vivido no Grupo de Jovens da Madalena e tudo o que aprendi nessa altura. Recordo também o grupo “Musivida”, com 4 bons amigos.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

 

As Caldas e o Miradouro de S. Lourenço.

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

 

Sinto saudades dos meus pais e dos meus amigos.

 

Com que frequência regressa a Chaves?

 

Regresso a Chaves 2 a 3 vezes por ano.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

 

A vida é feita de mudanças. Os tempos vividos em Chaves foram bons, mas a minha vida profissional e pessoal não me permite voltar para Chaves.

 

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até Vítor Fernandes.png

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 05:24
link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016

Flavienses por outras terras - João Afonso

Banner Flavienses por outras terras

 

João Afonso

 

Nesta crónica do espaço “Flavienses por outras terras” vamos até ao outro lado do Atlântico, mais concretamente até ao Rio de Janeiro, a “Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil…”

 

É lá que vamos encontrar o João Afonso.

 

Mapa Google + foto - João Afonso.png

 

 

Onde nasceu, concretamente?

Nasci no Largo da Falgueira, na aldeia de Noval.

 

Nos tempos de estudante, em Chaves, que escolas frequentou?

Não frequentei a escola em Portugal, apenas no Brasil.

 

Em que ano e por que motivo saiu de Chaves?

Saí no ano de 1956, em Dezembro, com 5 anos e meio, ainda sem conhecer o meu pai.

 

Em que locais já viveu ou trabalhou?

Para além de varias localidades no estado do Rio de Janeiro, vivi e trabalhei no sul do Brasil, uma região com características europeias, convivendo com ucranianos, japoneses, polacos, entre outras nacionalidades. Também vivi em Angola durante 2 anos, enquanto trabalhei num projeto de barragem hidroelétrica.

 

Diga-nos duas recordações dos tempos passados em Chaves:

Apesar da idade, por natureza, tenho boa memória e recordo-me de uma segada, das vindimas e de uma matança de porcos, para além da aldeia, todos os cantos onde estive ainda miúdo, algumas personalidades da época e familiares, obviamente. Recordo também a casa onde vivi bons momentos de imaginação e sonhos, convivendo sempre com os animais da casa, as árvores e tudo o que eu alcançava ou que me era permitido.

 

Proponha duas sugestões para um turista de visita a Chaves:

A cidade de Chaves e arredores dispõem de opções para todos os gostos e interesses. Passear pelo centro histórico, respirar o ar da cidade e vislumbrar o Tâmega já enche os olhos. Visitar uma aldeia seria interessante para perceber como viveram, o que construíram os nossos antepassados, o trabalho do campo no formato tradicional, contemplar a paisagem, deliciar-se com bom vinho, a gastronomia, a água pura da montanha…

 

Estando longe de Chaves, do que é que sente mais saudades?

Sem dúvida, primeiramente, do carinho dos familiares. Saudades também da vida e da dinâmica que a aldeia possuía, hoje um pouco deserta, quase morta, pela ausência de população - um palco magnífico sem os artistas que preservavam a cultura familiar e do campo…

 

Com que frequência regressa a Chaves?

Conforme a disponibilidade no trabalho e compromissos.

 

Gostaria de voltar para Chaves para viver?

Sem dúvida, faz parte dos nossos planos vivermos, pelo menos, 6 meses em Portugal e 6 meses no Brasil. Em Portugal éramos 2 irmãos, hoje, aqui no Brasil, somos 4. A família é composta por cerca de 35 pessoas no Rio de Janeiro, além de outros estados, Portugal e América do Norte. São 9 bisnetos da minha mãe, ainda crianças. Portanto, temos que dividir o tempo de estadia…

 

Baia de Botafogo (Rio de Janeiro).jpg

 

O espaço “Flavienses por outras terras” é feito por todos aqueles que um dia deixaram a sua cidade para prosseguir vida noutras terras, mas que não esqueceram as suas raízes.

 

Se está interessado em apresentar o seu testemunho ou contar a sua história envie um e-mail para flavienses@outlook.pt e será contactado.

 

Rostos até João Afonso.png

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:31
link do post | comentar | favorito
|  O que é?

.Fotos Fer.Ribeiro - Flickr

frproart's most interesting photos on Flickriver

.meu mail: blogchavesolhares@gmail.com

.Dezembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9


19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


.pesquisar

 
ouvir-radioClique no rádio para sintonizar

 

 

El Tiempo en Chaves

.Facebook

Fernando Ribeiro

Cria o teu cartão de visita Instagram

.subscrever feeds

.favorito

. Solar da família Montalvã...

.posts recentes

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

. Flavienses por outras ter...

blogs SAPO

.Blog Chaves no Facebook

.Veja aqui o:

capa-livro-p-blog blog-logo

.Olhares de sempre

.links

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

Add to Technorati Favorites