Quinta-feira, 29 de Junho de 2017

Coisas do meu baú - Dia Mundial da Criança 1997

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Hoje no meu baú de imagens descobri o registo do Dia Mundial da Criança de 1997, comemorado no Forte de S.Neutel com um concerto de Ana Malhoa para as criancinhas das escolas do concelho de Chaves.

 

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Recordo esse dia como se fosse hoje, pois o objetivo era passar pelo Forte de S.Neutel para registar o evento com três ou quatro imagens e passar por lá o tempo necessário para cumprir tal objetivo. Três ou quatro imagens porque ainda estávamos no tempo da fotografia analógica, tempo em que os registos eram muito seletivos e contidos, tudo porque cada registo tinha de ser pago, não no ato, mas na revelação, ampliação e reprodução em papel de cada foto.

 

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Mas quando entrei no Forte de S.Neutel, ao ver aquele ambiente com o anfiteatro completamente cheio de crianças e a Ana Malhoa em atuação em cima do palco… bem, acabei por ficar por lá toda a manhã e ainda bem que na altura andava sempre com pelo menos um rolo fotográfico de reserva, pois um, era pouco. Para quem não sabe, principalmente  os mais novos que já nasceram com a fotografia digital, os rolos mais comuns eram de sensibilidade 100 ou 200 ASA (equivalente ao atual ISO) e eram comercializados com 12, 24 ou 36 fotografias, a p&b ou a cores, embora o mais comum na época já fosse o rolo a cores. Só a título de curiosidade, um rolo de 36 fotografias dava e às vezes sobrava, para umas férias ou passeio de 15 dias. Eram outros tempos.

 

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Quanto as criancinhas das fotos que na altura ainda frequentavam os jardins-de-infância ou escola primária, hoje já têm todos vinte e tal anos, talvez ainda estudantes agora universitários ou já formados, a trabalhar ou desempregados, deve haver de tudo.

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:41
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Quarta-feira, 20 de Julho de 2016

Imagens para gregos e troianos e texto para quem quiser ler e entender…

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A cidade e antiga vila de Chaves sempre teve uma larga e rica tradição militar, e para a história ficaram, como prova dessa riqueza, o que de melhor se fez em arquitetura militar, incluindo no conjunto as atuais instalações do Regimento de Infantaria. Pena que nem todas essas obras tenham chegado até nós, aos tempos de hoje, com toda a sua grandeza, tal como as muralhas medievais e mesmo as seiscentistas, aí teriamos um tesouro, mas mesmo assim mantemos em bom estado a Torre de Menagem e as duas fortalezas do Forte de S.Francisco e do Forte de S.Neutel, aliás, que eu conheça, Chaves é a única cidade com duas fortalezas, mas pouco proveito tiramos disso e de todo o conjunto.

 

1600-(23663)

 

Certo que o Forte de S.Francisco, transformado em hotel, lá vai cumprindo a sua missão, apenas penso, que quando os imóveis são públicos e concessionados a privados, como é o caso do Forte de S.Francisco,  deveria haver contrapartidas para a população local, nomeadamente em termos culturais. Já quanto ao Forte de S.Neutel, que infelizmente só abre uma vez por ano para saudosistas fazerem uma festa em honra da Nossa Senhora das Brotas, se é que se pode chamar festa à coisa… bem poderia ter uma animação bem diferente. Já tem muitas das condições que se exigem, principalmente a nível de auditório aberto, outras se exigiam, é certo, mas não são coisas do outro mundo e perfeitamente executáveis, como executável seria que durante os três meses de verão, principalmente no mês de agosto, o espaço fosse um espaço de entretenimento e também de cultura.   

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:30
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2015

Maravilhas Flavienses - Forte de S.Neutel

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Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014

Um momento uma imagem

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:17
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Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2014

Chaves de ontem e de hoje

 

Às vezes prometo aqui no blog fazer isto, ou aquilo… e por vezes as promessas parece que ficam esquecidas, como é o caso desta rubrica de Chaves de ontem e de hoje.  Mas não, aqui as promessas são para cumprir, às vezes pode é faltar oportunidade para que tal aconteça, mas acaba por acontecer.

 

 Pois hoje aqui ficam duas imagens que distam uma da outra apenas 59 aninhos, pois a primeira é datada de 1953 e a segunda de 2012. Da primeira desconheço o autor e ainda me faltavam uns anitos para nascer. A segunda foi tomada por mim, na minha peregrinação anual e obrigatória à Srª das Brotas. A título de curiosidade e com a distância dos tais 59 anos, o olhar dos fotógrafos foi de pura coincidência, ou talvez não, mas verdade, verdadinha, na altura da minha toma desconhecia a primeira imagem, ou seja, hoje apenas repetimos olhares que os nossos pais ou avôs já olharam e apenas a paisagem humana se transformou.

 

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:14
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Sexta-feira, 31 de Maio de 2013

Uma imagem daquilo que vamos tendo de melhor

 

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Sexta-feira, 8 de Março de 2013

Chaves - Pormenor do Forte de S.Neutel

 

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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012

Testemunhas do passado - Forte de S.Neutel

 

Uma pequena pausa nas cores de outono para passar por aqui um pouco daquilo que melhor foi ficando do nosso passado, e assim, também vamos pondo de lado os tempos atuais que tanto vão afligindo os nossos dias.




E afinal parece que o povo português não é tão calmo como parece, pelo menos a julgar pelos acontecimentos de há dois dias em Lisboa em que provocações responderam a provocações, ou,  às pedradas responderam os cassetetes. E lá se foram os abraços das raparigas aos polícias e as mamas ao léu das manifestantes, e temos pena.




Seja como for já lá vai, só gostava mesmo de saber quem foram ou são os verdadeiros provocadores, mas para violência, já chega aquela que nos ataca as carteiras.

 

Para hoje ainda deve vir por aí um “Discurso Sobre a Cidade”, só não sei a que horas.

 

Até lá.  


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publicado por Fer.Ribeiro às 02:48
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Duas imagens e vários amores

 

Para começar a semana ficam duas imagens daquilo que temos de melhor, ou sejam, as maravilhas das construções militares que os nossos antepassados nos deixaram, mais propriamente a torre de menagem (Castelo) e o Forte de S.Neutel.

 

 

 

E terão de me perdoar mas são duas imagens que despertam em mim vários amores – os da fotografia, os dos anoiteceres, os da geometria, os da história de Chaves e os das silhuetas, neste último caso os das silhuetas das linhas retas, pois embora também seja amante de umas boas silhuetas curvas, elas não cabem neste post.

Ainda hoje, vamos ter duas crónicas. Às 9H00 “Quem conta um ponto…” de João Madureira e às 17H30 as "Intermitências” de Sandra Pereira. Até lá.


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publicado por Fer.Ribeiro às 00:41
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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

Chaves de Ontem de de Hoje - Forte de S.Francisco

Vamos lá mais uma vez ao Chaves de ontem e de hoje, com duas imagens da entrada principal do Forte de S. Francisco, dois olhares separados no tempo por 50 anos ou quase, pois a primeira é datada de 1961 e a recente é do ano passado.

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Fotos que vão fazendo a história dos tempos em Chaves com um Forte de S. Francisco ainda militar, recordando os tempos em que Chaves era por excelência uma cidade de formação militar com aquartelamentos espalhados um pouco por toda a cidade, desde o castelo, ao picadeiro, edifício do Terreiro de Cavalaria no Jardim do Bacalhau, forte de São Neutel e, em 61, já como o novo quartel de infantaria a funcionar.

 

Com o 25 de Abril e posteriormente com a abolição das fronteiras e a sua  abertura ao espaço da comunidade europeia, Chaves foi perdendo a sua importância militar e o Ministério da Defesa foi alienando os seus espaços militares em Chaves, alguns deles, transformados em instalações dignas de registo como o caso do edifício do Picadeiro que deu lugar às actuais instalações da PSP, o mesmo não acontecendo com o espaço envolvente que foi cobiçado e invadido pelo betão e também o edifício vizinho do Terreiro de Cavalaria teve um triste fim (condenado e abatido mas inocente).

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Mas já no que toca aos nossos Fortes de São Neutel e São Francisco, acabaram por ser abertos à cidade, ficando a cidade a ganhar com estes espaços, embora com destinos e fins diferentes, transformando-se o Forte de São Francisco em Hotel, com uma recuperação e adaptação exemplar de todas as suas construções interiores, incluindo a Igreja do forte e que hoje é uma das nossas imagens de marca da qual nos podemos orgulhar. Já o Forte de São Neutel teve um fim diferente e, embora seja de elogiar todas as obras que se fizeram na sua recuperação e requalificação, já o mesmo não se pode dizer quanto ao uso e proveito que se tira dele, ou seja, possui um belíssimo espaço envolvente e uma sala de espectáculos ao ar livre em anfiteatro como poucos devem existir por esse mundo fora, mas peca por nele raramente se realizarem espectáculos e por manter as suas portas fechadas durante quase todo o ano, sem vida e animação. Um pecado mortal para o forte que arranjado mas abandonado se lhe prevê um triste futuro. Como sempre defendi por aqui, ideias precisam-se para aquele forte. Valha-nos o Forte de São Francisco que ainda vai fazendo as honras da casa.

 

Até amanhã!

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:47
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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Nossa Senhora das Brotas - Chaves - Portugal

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Não seria um verdadeiro flaviense se deixasse passar em claro o dia de hoje no que respeita à festa da Nossa Senhora das Brotas.

 

Tudo que tinha a dizer a respeito desta festa, já o fui dizendo aqui no blog nos anos anteriores e nada há a acrescentar, pois tudo continua na mesma e esta festa, que nos meus tempos de estudante ainda ia tendo a sua grandeza e sendo a festa dos estudantes (com dispensa de aulas),e que, dizem os mais velhos, chegou a ser a festa de Chaves, lá se vai continuando a realizar graças à carolice de meia dúzia de saudosistas… enfim, em termos de festas, Chaves vale o que vale, mais parece um povo triste que não gosta da borga…mas todos sabemos que não é assim e esta festa tenta demonstrar isso mesmo.  

 

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Não quero no entanto deixar por aqui a ideia de que esta festa não é uma festa, pois ainda o é e, de ano para ano, até tem vindo a melhorar o seu programa, que aliás até faz inveja, aos programas de muitos eventos de “sucesso” que esta cidade vai realizando, ultrapassando-os. O que eu quero dizer é que esta festa merecia ser uma grande festa da cidade e sair da festa de bairro, tal como se apresenta.

 

Mas vamos à festa, que embora hoje seja o seu dia de tradição (espero que com merendas) já começo no Sábado às 15 horas com música ambiente e rematou à noite com um arraial com conjunto musical.  Continuou no ontem, Domingo, que agora parece ser o dia grande da festa, com procissão acompanhada pela Banda dos Pardais, Militares do RI19 e Escuteiros, seguida de missa celebrada pelo nosso Bispo D. Amândio José Tomás auxiliado pelo Arcipreste Helder de Sá e pelo Capelão do RI19, António Pinto Dias. Na tarde de ontem houve ainda as actuações do Grupo Recreativo e Cultural da Cela (sempre presente em todos os eventos flavienses), o Grupo de Cantares da Casa do Povo de Vilarelho e do Grupo de Danças e Cantares Regionais de Stº Estêvão. À noite, actuou o Grupo Função Públika, rematando com fogo-de-artifício (e aqui ainda se segue a tradição dos pirotécnicos flavienses – os Pereiras).

 

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Para o dia de hoje está prevista às 10H30 a celebração da Eucaristia, às 14H30 a actuação do Grupo de Concertinas Ricardo e os seus amigos e para as 17H00 a actuação do Grupo tradicional de Ventuzelos.

 

A organização da festa é da Comissão de Festas em Honra de Nossa Senhora das Brotas.

 

Esqueci dizer, embora por cá toda a gente saiba, que esta festa está associada também ao Forte de S.Neutel, pois é no seu interior que está na capela a Nossa Senhora das Brotas. Uma festa que até o pelo próprio forte merecia uma grande festa da cidade, mas enfim, o povinho de Chaves também tem aquilo que merece…

 

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Quantos às fotos de hoje e, como este ano não tive oportunidade de ir à festa, são de arquivo.

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:57
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Coleccionismo de Temática Flaviense – Pins

 

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A não ser que seja conversa acabada, todas as conversas têm continuidade. Ultimamente tenho andado pelas margens do rio e a sua recuperação para a cidade como um espaço público, ou seja, de todos.

 

Hoje é dia de coleccionismo de temática flaviense, e de entre as minha colecções, surgiu-me o pin da Nossa Senhora das Brotas e quem fala nesta santa (em Chaves) obrigatoriamente fala na sua festa e no Forte de S.Neutel, pois é lá que se insiste em realizar os festejos e o local onde existe a sua capela de devoção.

 

No que diz respeito à continuidade da conversa dos dias anteriores, surge-nos o Forte de S.Neutel, uma das maravilhas de Chaves e até de Portugal, onde se tem investido dinheiros públicos e comunitários, primeiro com o anfiteatro e sala de espectáculos ao ar livre e recentemente com o arranjo da envolvente e interior. Um largos milhões de escudos e euros foram gastos naquele espaço, já vai com a terceira “revitalização” mas nem por isso ganhou vida e, insiste (mesmo sendo um monumento maravilha) em manter as suas portas fechadas para a cidade e, para turista e visitante ver. Claro que para turista, com tão poucas referências que há à sua existência, também será difícil encontrá-lo, a não ser (às vezes) por mero acaso ou um visitante que vem à bola, mas mesmo assim de pouca adianta, pois as suas portas só abrem duas a três vezes por ano.

 

Às vezes, embora até seja distraído,  também paro um bocadinho para pensar e, nestes casos como o Forte de S.Neutel,  interrogo-me se valerá a pena investir tanto dinheiro na sua recuperação para depois o manter como um espaço morto e esquecido, embora bonito, por enquanto.

 

Mas hoje o coleccionismo leva-nos mais uma vez até à Nossa Senhora das Brotas, aquela que na memória mais recente já tinha tradição de festa da cidade (deixando de parte as verdadeiras festas da cidade que o são a Feira dos Santos), e ainda antes de inventarem os festejos do 8 de Julho, que continuam sem tradição e sem significado relevante na história da cidade ( e sou republicano). Pois é, mas enquanto se perdem e se vão deixando morrer tradições e festas (por muito que meia dúzia de carolas a tentem manter de pé para outra meias dúzia de saudosistas, entre os quais me incluo, pois não dispenso a minha visita anual à festa), há outras que são recuperadas da memória de tempos longínquos, porque alguém se lembrou que há 100 anos se fazia por cá uma festa, religiosa, da Nossa senhora da Conceição, que se vai realizar neste próximo Domingo.

 

Nada tenho contra esta recuperação da memória, aliás até a acho interessante porque chama a si a participação das freguesias dos seus santos e padroeiros. É uma tarde diferente a ver desfilar santos e santas, fiéis e o orgulho das aldeias no seu santo(a) e padroeiro(a), mas apenas isso, pois desmontada a procissão desmonta-se a mobilização e o ar de festa popular e, como que por encanto, as ruas da cidade retomam o seu despovoamento, pois é fim-de-semana e nem sequer tem cheiro a festa pimba com banda no coreto e arraial na praça principal.

 

Estamos em meados de Setembro, a pouco mais de um mês das nossas festas da cidade que o são e sempre foram por excelência a Feira dos Santos. É nessa festa que os xerifes da cidade têm de concentrar a sua atenção, pois é a única que tem tradição e que traz a Chaves gente de fora (ainda milhares de pessoas) e filhos da terrinha e que no entanto tem sido tratada ao longos dos anos sempre deficientemente como uma feira que se faz por si própria, improvisada, sempre a mudar de poiso e sem nunca ter sido verdadeiramente pensada, nem em poiso nem em oportunidades de lançar Chaves e mostrar Chaves como a verdadeira capital das terras do Alto Tâmega e arredores. Responsabilidade que Chaves nunca soube assumir e que cada vez mais perde importância em relação aos concelhos vizinhos que eram, porque sempre o foram, uma mais valia para Chaves. Birrinhas, alheamentos, politiquices, espertezas saloias  e falta de alguma luz sobre as suas cabeças, que são pagas para pensar os nossos destinos, do concelho e da região, fazem que todos os anos se discuta o assunto, enquanto Chaves (também distraída), vai perdendo uma região que sempre esteve fortemente ligada a nós. Valha-nos a Feira dos Santos, cuja tradição é mais forte que todas as distracções dos rapazes que um dia se lembraram que era na política e outras associações que estava o seu emprego e o garante do seu futuro.

 

Chaves, pela sua história milenar, merecia muito mais, mesmo assim, é nesta terrinha que lançamos sementes e ganhamos raízes, da qual gostamos e da qual tantos nos custa a desprender, por isso, teimosos como eu, não a abandonamos, porque é a nossa grande casa, que gostamos e amamos e na qual, sempre temos esperança que um dia Chaves retome a sua importância. Nem há como ser sonhador ou ainda não ter desistido de ter opinião sobre a cidade!

 

Até amanhã, com mais um discurso sobre a cidade.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:25

editado por blogdaruanove em 02/08/2009 às 13:27
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