Terça-feira, 1 de Agosto de 2017

Um olhar sobre a cidade, com algumas memórias

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Os velhos edifícios e lugares da cidade carregam com eles muitas das nossas memórias, principalmente estes que estavam no coração da cidade, desde as Freiras no tempo em que era jardim, ponto de encontro e sala de estar. Era aí que todos nos encontrávamos sem ser necessário marcar encontro, pois era ponto obrigatório de estar, de esperas ou nem que fosse, e só, de passagem ou dizer presente. Com os velhos edifícios era o mesmo. A esquina do Lopes era um ponto estratégico, o problema era ter lá lugar, ao lado a loja de peças de automóvel e depois era o Aurora, o antigo Aurora, primeiro sala de professores do liceu e de gente queque, para passar, depois de democratizado, a ser de toda a gente, ou quase, pois houve sempre quem continuasse fiel ao seu sport, comercial ou ibéria, mas era o Aurora, de toalha nas mesas e sala de estar para longas conversas, sempre com mesas ocupadas mas onde se iam revezando os seus ocupantes sem nunca a deixar vaga. Memórias de vivências que hoje são impossíveis de serem repetidas.

 

 

 

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Sexta-feira, 23 de Junho de 2017

Freiras - Versão 3

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:51
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017

Três momentos da cidade de Chaves

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Hoje ficamos com três momentos da nossa cidade. Um da Rua Direita, outra da Rua do Poço e outra do antigo Jardim das Freiras, que hoje é largo.

 

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Curiosamente ruas, jardim ou largo que nos seus topónimos nos remetem até aos seus passados, quase todos distantes, mas que ficaram até hoje como uma memória, como uma marca da História.

 

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Uma Rua Direita que é torta mas que nos remete até ao tempo em que ia direita ao centro do poder e da urbe, uma Rua do Poço sem poço mas que em tempos por lá teria existido e por último as freiras que nos remetem até ao antigo convento que deu lugar a uma escola.

 

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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016

Palavras colhidas do vento...

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Há algum tempo que vejo trabalhos no Jardim das Freiras, naquilo que chamam uma remodelação do dito. Coisa que agradou a quem sempre contestou a obra de antes e a indiferença perante outros tantos. A unanimidade é sempre difícil e nos dias que correm, quase tanto como a razoabilidade.

 

Aqueles a quem a notícia encheu de júbilo, por certo, não esperam que o Largo das Freiras regresse ao postal antigo que já foi. Assim como também não volte a ser frequentado como o foi no passado.

 

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Depois da conversa nos cafés próximos e eram quatro, as pessoas retomavam-na no jardim, aproveitando para esticar as pernas e as tertúlias prolongavam-se a desoras. Nas estações do ano mais amenas, o interior dos cafés repleto de frequentadores na maior parte do tempo, despovoava-se e trasladava-se para as esplanadas. Os estudantes mais velhos do Liceu marcavam a diferença em relação aos mais novos e nos intervalos das aulas davam voltas ao rectângulo irregular do jardim, pois o pátio da escola já não era para eles, assim como os calções.

 

Eu sei que a remodelação tem mais finalidades do que um simples jardim e também é certo que, parte dessas finalidades eram já asseguradas por outros locais, como o Jardim Público – o coreto ainda lá está e espaço não falta – ou o Largo do Arrabalde, para a intervenção pública.

 

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Chaves, cidade, não é o que anteriormente foi e por mais que isso pese aos saudosistas, não poderia ser. Seria mau que assim fosse. Mas, em abono daqueles que suspiram pelo passado, devo dizer que também sinto nostalgia pelo centro da urbe habitado, com um comércio pujante, policiado, tranquilo e limpo. E nesse sentido, o Jardim das Freiras contribuía… em muito.

 

Agora, o que também não pode deixar de ser dito, é a repetição das causas a que está por trás desta remodelação. Exige-se mais sensatez, estudo e estabilidade nas decisões públicas. Apenas, deixar de “começar a casa pelo telhado”…

 

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Encerram-se as termas para obras. Obras que demoram mais de dois anos, excedendo todos os prazos da empreitada… inaugura-se o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso. Depois de concluída a obra do edifício das Termas Romanas, detectam-se problemas… remodela-se o Jardim das Freiras…

 

 

Numa destas noites sonhei com a minha avó materna, Luísa, de seu nome. Foi um sonho bonito… como se costuma dizer. Curiosamente na manhã que se seguiu, li uma publicação de Xavier Alcalá, escritor galego que muito prezo e de quem sou amigo desde as primeiras horas no “facebook”.

 

Xavier é escritor de nomeada e desconheço se por passatempo ou coisa mais séria, recolhe obituários, normalmente, por causa da castelhanização dos nomes e apelidos galegos. Na maior parte das vezes, os nomes vêm seguidos do apodo pelo qual o defunto era conhecido.

 

Isto é, vem o nome em castelhano e depois a nomeada em galego, do qual resultam notas pícaras de Xavier Alcalá, que é um defensor à outrance do idioma galego.

 

Pois bem, nesse obituário identificava-se o falecido e por baixo vinha o que segue:

 

- “que a avó (…), te cuide, como gostava, das feridas desta vida”

 

Faço votos que assim suceda… aliás, como Xavier Alcalá comentou, e a mim, que a minha avó Luísa sare as minhas feridas, de preferência, nesta vida.

 

Mário Esteves

 

 

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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2016

De regresso à cidade com tons de nostalgia

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Mais um fim de semana que já lá vai e como sempre fazemos o regresso à cidade que, com o passar do tempo, vai mudando o lugar onde regressamos, mesmo que os lugares primeiros se mantenham sempre na nossa memória com o carinho que sempre tivemos por eles. É assim quando fazemos regressos à casa onde nascemos, à casa dos pais, às praças e jardins da nossa juventude.

 

O sépia dá sempre um ar de nostalgia às imagens, mesmo que ela seja atual, faz-nos regressar sempre ao passado, por isso, o sépia na imagem de hoje, não é tão inocente assim, embora quando hoje a selecionei não tivesse a mínima intenção de a transformar em sépia, a verdade é que terminou assim como se quisesse regressar ao tempo em que era a este lugar que eu fazia os meus regressos de segunda-feira, mas claro que tal não é possível, embora o Liceu ainda se mantenha por lá, falta o jardim, faltam os bombeiros, a GNR e até o aurora que embora ainda exista, e gostássemos de ir por lá ou não, é uma triste imagem daquilo que era.

 

 

 

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Quarta-feira, 11 de Março de 2015

Chaves, O Liceu, as Freiras e as Saudades

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 "Saudade é amar um passado que ainda não passou.

É recusar o presente que nos magoa.

É não ver o futuro que nos convida..."

Pablo Neruda

 

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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

Está na moda...

 

Em Chaves há uma moda que tem vindo a ganhar terreno -  é a moda de alterar ou abandonar (e esquecer) os fins e usos para as quais as coisas são previstas ou projectadas. As causas e razões, às vezes são óbvias, outras vezes nem por isso, e neste nem por isso cabe desde a ausência de ideias (de e para…) até às pressões de minorias perfeitamente identificadas e às vezes até a teimosia, entre outras.

 

A mais recente é o espaço para os divertimentos da Feira dos Santos, que por sinal até parece simpático e (penso que pela primeira vez) atravessa o rio para se “plantar” na Madalena, mas fica agora abandonado o espaço que foi construído com condições e previsto para este tipo de eventos, que aliás já foi abandonado pela feira semanal, é a moda. Já agora que os divertimentos vão para a Madalena, também podiam dispensar para lá umas barracas nos dias da Feira dos Santos, também era simpático e sempre se seguia a tradição de a Feira dos Santos não ter poiso certo.

 

Mas este é apenas um exemplo, pois outros abundam por aí, como o auditório ao ar livre do Forte de S.Neutel (sem espectáculos), a proliferação de mini-auditórios raramente usados enquanto continuamos sem cinema, a Plataforma Logística (que nunca abriu), o MARC que nunca funcionou como tal, o Espaço Polis (que logo ganhou rampas para as bicicletas e um campo de futebol de praia para utilizar uma vez por ano), as Freiras que perderam o jardim para passar a ser não sei bem o quê, e que agora começou a ganhar construções-esplanadas. Não é pelas esplanadas me incomodarem, aliás na situação actual das Freiras até gostava de as ver cobertas de esplanadas, pelo menos sempre ganhavam vida e tornavam o espaço menos inóspito, mas lá se foi o espaço “idealizado” não sei bem para quê…

 


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Terça-feira, 27 de Setembro de 2011

Ocasionais - O Coração da Cidade

 

“O CORAÇÃO da CIDADE”

 

 

O coração da cidade!


Era nas “Freiras”!


Os “Bombeiros”, a “GNR”, a “Caixa Geral de Depósitos”, os “Correios”, o “Xavier”, o “Aurora”, o “Lopes”, o Liceu, o “Maximino Vilanova” e o “Sport” formavam uma moldura que lhe acrescentava brilho e encanto.


Violetas e amores-perfeitos salpicavam com sorrisos os canteiros.


E os arbustos floriam em competição com as roseiras.


Nas copas das árvores, alguns piscos e tantos pardais jogavam ao romisco. À sua sombra estacionavam os automóveis dos ricaços e dos morgados.

 


A meio da tarde, o Tio John americano de Vila Meã dava voltas ao Jardim das Freiras com o seu Oldsmobile-Garden-State descapotável cheio de lindas raparigas!


Só um Volvo V18, cor de tijolo, lhe discutia a competência!


De hora a hora, crianças do 1º Ciclo (1º e 2º Ano do Liceu) davam corridas à volta dos canteiros, brincando à apanhadinha.


De hora a hora, jovens do 2º Ciclo (3º, 4º e 5º Ano) sentavam-se nos bancos do Jardim a «tirar dúvidas» de Físico-Química ou de Geografia e a tentar resolver equações apaixonadas.


De hora a hora, meia dúzia, ou dúzia e meia, de raparigas e rapazotes do 3º Ciclo (6º e 7º Ano) atravessavam para o “Ibéria”, onde tomavam café e estímulos visuais nas revistas clandestinas   -   não, que a moral e a censura impunham limites às tentações pelo olhar, quanto mais pelo sentir ou apalpar!

 


Subia-se a «Ladeira da Trindade» para se ir dar umas tacadas no “Brasília”; subia-se a ladeira dos Bombeiros para uma jogatina de futebol na Lapa.


Os parzinhos mais comprometidos aproveitavam o intervalo para dobrar a esquina da Rua do Olival, à esquerda ou à direita, e regressar ao Liceu, cada um pelo passeio contrário; ou o «furo», para subirem à Lapa, fingindo ir assistir ao «Jogo de Futebol», mas virando à direita pelas traseiras dos “Bombeiros”, em direcção à Rua do Olival, conquistando o espaço entre as árvores entroncadas e frondosas.


Pelas portas do “Maximino Vilanova” entravam e saíam juízes e conselheiros, lavradores e carpinteiros, “passadores” e contrabandistas para trocar escudos por pesetas, logo cambiadas em Feces, por caramelos, bacalhau, polvo, pedras de isqueiro ou «Tabu”.


Usava-se chapéu.


Mas a boina dava mais classe ao olhar de esguelha com que se media a distância do soquete à bainha da saia plissada da rapariga que se trouxesse debaixo de olho.


Só um Afonso é que nunca, até aos dias de hoje, deixou de usar boné!


Talvez aí se esconda o segredo da sua genialidade!


… era nas “Freiras”!

 

Luís Fernandes


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publicado por Fer.Ribeiro às 02:13
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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011

100 Anos de Freiras em Imagem

Continuamos sem palavras colhidas do vento mas vamos a imagens colhidas no tempo.

 

100 anos de Freiras, de praça, de jardim e de largo, em sépia, a p&b ou a cores. A história das Freiras em fotografia, sem comentários, pois as imagens dizem tudo.

 

Ficam por ordem cronológica, sendo a primeira de inícios do Século XX e a última de inícios do Século XXI (2007).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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publicado por Fer.Ribeiro às 03:25
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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

Ainda a respeito do prato e das Freiras - Um post extra

 

 

“M A T O – O”!!!

 


Era a sala de visitas de uma linda Cidade!

 

Os V8, os VW, os Ford, os Opel Rekord e Kapitan, os G(P)eugeot, os Oldsmobile davam-lhe sempre a volta de cortesia.

 

De um lado, o Liceu Fernão de Magalhães, que em vez de Nau mais se assemelhava a uma colmeia de onde saía, alvoroçado, nos intervalos ou nos “furos” de aulas, um enxame de canalhada, mortinha por dar umas corridas à sua volta, uns; apanhar a oportunidade de se cruzar “de frente” com a cachopa, ou o cachopo, dos seus sonhos, outros; ou, ainda, de poder fazer  umas «revisões da matéria dada», para o «ponto» que se seguia, sentados nos avermelhados bancos ondulados, ainda alguns.


Do outro lado, A “Caixa”, a “Telheira”, os “Correios”, o “Bar Aurora”, a “Esquina do Lopes”, frequentados menos academicamente e mais atleticamente.


A resguardá-lo das carinhosas ameaças do Forte de S. Francisco, não fosse o santo cair em tentações, o Quartel dos Bombeiros, deixando de passagem uma ladeira, subida em louca correria sempre que os mais, ou até os menos, gandulos combinavam um Jogo de Futebol no “Olímpico da Lapa”!


A convidá-lo para as solenes tentações  …   de se mirolhar umas revistas, de se conversar com pessoas ilustres, jogar às damas, ler, às escondidas, “Le Mur” ou “O Estrangeiro”, no “Ibéria”, ou deliciosas penitências, pelos Jardins do Castelo ou no bilhar do “Brasil”, lá estava a Loja do Maximino Villanova, castiça, mas a estorvar um bocado as vistas da entrada do Café; a ladeira, quase santíssima, da Trindade, com ladeira e loja a amparar um “Sport “ medieval.


Ali, o território de mil e um sinais, não havia sinaleiro. Este subia para um palanquete, lá no centro do Arrabalde, sendo mais as vezes em que acenava para os compadres e amigos que entravam ou saíam do”Mondariz”, ou iam e vinham do “Cabeco”, ou se encaminhavam  para o “Jorge” ou a “Império”, do que para os «carros» que levavam, ou buscavam, gente ao “Grande Hotel”, ou subiam a Rua Direita para descerem a Rua de Santo António!


Ali, nessa sala de visitas de uma linda Cidade, falava-se com as violetas para se ser ouvido pelas açucenas.


O primeiro que disser que o antigo e verdadeiro


 

JARDIM   DAS   FREIRAS

 

não era bonito

 


“M A T O – O”!!!

 

 

 

Tupamaro

 


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publicado por Fer.Ribeiro às 22:23
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

O Choro das Freiras

 

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Para já, em jeito de brinde, fica uma imagem. Mais logo, ao meio-dia, temos um discurso sobre a cidade.

 

 


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publicado por Fer.Ribeiro às 00:00
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Segunda-feira, 29 de Março de 2010

Chaves de Ontem e de Hoje - Ruas de Stº António / Freiras

 

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Passaram talvez 50 anos, um pouco mais ou um pouco menos, não o sei, mas ainda me lembro da cidade assim, de quando as Freiras eram jardim e sala de visitas da cidade, o centro onde se poderia espetar o alfinete de sinalização, onde se sabiam as novidades, se fazia tertúlia, se contestava, protestava ou festejava, com o Aurora no seu melhor, o Sport a dominar o Jardim e, ali mesmo ao lado o Comercial e o Ibéria ou o Brasil e o Brasília, ao fundo do jardim, os Bombeiros de Baixo e a GNR, a Caixa os Correios e o Liceu, tudo ali à mão, até o cinema e os cartazes de visita obrigatória, os bilhares dos cafés, a batota do Geraldes os festejos no Faustino, um olhar lançado sobre a praça, as carreiras de Braga, o carrinho das bananas, os engraxadores e ardinas do quiosque do Arrabalde, o gravateiro na esquina (redonda) do Geraldes, o Inácio Barbeiro, as bicicletas do Delfim,  os barcos do Redes e do Lombudo, os matraquilhos do Sr.Américo, as verbenas do Jardim Público, os namoros do Tabolado, os Canários… e por aí fora.

.

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Esta é a imagem atual, do mesmo local e, dir-me-ão, continua quase igual, o casario,  os carros mais novos e recentes apenas mudaram de poiso, o jardim das Freiras deu lugar a Largo e a Rua de Stº António apenas mudou de pavimento, de resto tudo continua igual na fotografia, à exceção de uma ser a p&b e outra a cores.

 

Mas não é com a brevidade de uma apreciação fotográfica comparativa que se entendem estas fotografias. Ao ver a fotografia mais antiga, entra-se por ela adentro e recorda-se Chaves tal qual era, sem saudosismo mas com memória.

 

Pena que os “gerentes” da cidade de hoje, por não a terem conhecido no passado não têm dela memória ou, embora a tivessem conhecido, não têm espaço na memória para a recordar e, repito, não é de saudosismo que estou a falar, é de(a) memória do passado.

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:35
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Freiras com cheirinho a Natal

 

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Enquanto não chega o post do dia, fica uma imagem das Freiras com cheirinho a Natal.

 

Post do dia, que entrará logo que possível e, hoje, também não haverá a habitual feijoada das quartas-feiras. Motivos mais nobres, fazem-nos deixar de parte os feijões.

 

Até já!

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:06
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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

! minuto de Freiras

SEM COMENTÁRIOS

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:32
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