Domingo, 16 de Julho de 2017

A Galiza aqui ao lado - A Rapa das Bestas VII (último)

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cabecalho

 

Para já vamos até à Galiza aqui ao lado, mas mais logo ainda vamos até ao Barroso aqui tão perto.

 

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E hoje terminamos esta espécie de homenagem a uma tradição secular que dá pelo nome de rapa das bestas, uma tradição associada a uma lenda que conta com mais de 400 anos de existência e que tal como dissemos com uma “luta” entre o homem e as bestas que não são mais que cavalos e éguas selvagens a quem o homem presta o serviço de rapar e vacinar as “bestas” para viverem mais um ano de vida selvagem.  Há dias num comentário algures aí pela net alguém perguntava – quem eram as bestas? Pois a pergunta fica sem resposta, tanto mais que no post em causa se dava a conhecer a lenda, a tradição e o respeito que havia pelos animais selvagens (cavalos e éguas), aliados a um espetáculo que no caso até era solidário em que os intervenientes humanos eram ou tinham a supervisão de veterinários, daí , a haver bestas nesta história, essa, só poderá ser a ignorância de quem não sabe do que se trata na “rapa das bestas”.  Pela nossa parte ficámos fãs do evento e sempre que pudermos lá estaremos nem que seja, e só, para dar continuidade à tradição que faz sempre a alma de um povo, neste caso de um povo irmão. E, tenho dito!

 

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Até mais logo com mais uma aldeia do Barroso aqui tão perto.

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 16:00
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Sábado, 15 de Julho de 2017

A Galiza aqui ao lado - A Rapa das Bestas VI

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cabecalho

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:51
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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017

A Galiza aqui ao lado - A Rapa das Bestas V

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cabecalho

 

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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017

A Galiza aqui ao lado - A Rapa das Bestas IV

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:25
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017

A Galiza aqui ao lado - A Rapa das Bestas III

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cabecalho

 

Sobre a Rapa das Bestas já disse quase tudo, a partir de hoje ficam só imagens, que dizem o resto que há a dizer.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:44
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Terça-feira, 11 de Julho de 2017

A Galiza aqui ao lado - A Rapa das Bestas II

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cabecalho

 

Tal como ontem foi prometido, continuamos com a Rapa das Bestas, em Sabucedo.

 

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Mais três imagens da lide das bestas pelos aloitadores (lutadores) de Sabucedo, luta essa que consiste em imobilizar o cavalo ou a égua para ser rapada, ou seja para lhe ser cortada (aparada) a crina e a cauda e para serem vacinados.

 

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Saliente-se que tudo é feito sem qualquer violência para com o animal, e os lutadores apenas usam as mãos e o corpo para os imobilizar. É nesta luta leal que pouco mais de uma dezena de homens, mas também mulheres e crianças, lutam na arena com as centenas de cavalos e éguas,  que passam pelo curro durante as três rapas que realizam anualmente.

 

 

 

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Segunda-feira, 10 de Julho de 2017

A Galiza aqui ao lado - A Rapa das Bestas I

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cabecalho

 

Durante toda esta semana vamos andar pela Galiza, mais propriamente em Sabucedo onde hoje terminou o cerimonial da Rapa das Bestas. Três imagens por dia de uma seleção aleatória das quase duas mil imagens que captámos durante duas horas.

 

Para hoje, um pouco da história da Rapa das Bestas.

 

Quando na idade média uma terrível peste assolou a região, duas idosas do lugar ofereceram-se a S.Lourenço, padroeiro da Paróquia de Sabucedo.

 

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Passada a peste, em sinal de agradecimento, as duas idosas soltaram duas bestas no monte. Pouco a pouco a “família” foi crescendo e a gente da aldeia decidiu baixá-las a Sabucedo uma vez por ano para as rapar. Desde então até hoje, contam-se às centenas as bestas  “do santo”, éguas e cavalos que em liberdade povoam os montes do contorno de Sabucedo.

 

É assim que esta aldeia, situada entre os vales do Umia e o Lérez, vem celebrando desde o século XVI uma das mais enraizadas  tradições galegas: a Rapa das Bestas, um ritual que se mantém no mais estrito respeito pela histórica tradição.

 

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Declarada  no ano de 2007 de interesse Turístico Internacional pela sua singularidade e beleza, a Rapa das Bestas de Sabucedo atrai todos os anos milhares de pessoas. O rodeo das greas, a baixa e o curro onde os lutadores mantêm uma singular e nobre luta com o cavalo, faz com que esta romaria, uma das mais antigas da Galiza, seja para os visitantes um autêntico espetáculo em ambiente de festa.

 

Amanhã deixamos mais três imagens.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:30
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2017

Cinco imagens da época - Entroido e cigarróns

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Hoje ainda vamos ter mais uma carta para o Comendador, mas como o carteiro ainda não chegou, vai ficar para mais tarde. Para já ficamos com mais cinco imagens da época, mais propriamente do carnaval que, como vem sendo habitual, aqui por perto, se o quisermos temos de ir até Verin, aqui ao lado, do outro lado da raia, na Galiza, que por muito que se possa ansiar por uma eurocidade Chaves-Verin, em termos de festas e cultura, cada um tem as suas, aliás como sempre teve.

 

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Mas como a cidade de Chaves está zangada com festas, o carnaval em Chaves também não é exceção e se em tempos a juventude ainda ia brincando com as bombas de carnaval, as rabichas, os “estrelotes” as seringas, a farinha e o carvão, com meia dúzia de caretos, agora nem isso e se queremos folia à séria,  lá teremos que ir até às dos vizinhos, que quase do nada, ao longos das últimas dezenas de anos, conseguiram fazer festa de invejar, já tradicional, com vários momentos nesta época de carnaval, como o Domingo Corredoiro (do qual deixo imagens) mas também as grande noites dos compadres, das comadres e os grandes desfiles de domingo e terça feira de carnaval, momentos que levam a Verin milhares de forasteiros.

 

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E se os cigarróns são a imagem oficial da festa, que de ano para ano vão crescendo, sendo já centenas deles,  há lugar para todos viverem  a festa do disfarce, basta quererem, mesmo quando o dia é dos cigarróns, como o domingo corredoiro, há lugar para todos, tal como hoje fica documentado. Momentos aos quais às vezes até as mascaras dos cigarróns não ficam indiferentes.

 

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Ficam algumas imagens desses “penetras” que fazem as festa à sua maneira, contribuindo também para ela, sendo como mimo, como extra-terrestre, como palhaço, ou como lhes der na gana.

 

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Da nossa parte já há anos que somos fãs da festa de Verin,  e nos nossos sonhos gostaríamos também de ser fãs de uma festa alargada à cidade de Chaves, onde com o pretexto da eurocidade, os sonhos se poderiam tornar realidade, mas não, continua tudo como dantes…

 

Amanhã há mais!

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:28
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017

3 do Entroido galego de Verin

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  Ele aí está na rua, o entroido galego de Verin, com algumas imagens do Domingo Corredoiro em que os cigarrons saiem à rua pela primeira vez.

 

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Cigarróns e aspirantes a cigarróns, já são às centenas nas ruas de Verin.

 

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Para já ficam três imagens, mas durante a semana iremos deixar aqui mais umas tantinhas.

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:13
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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2016

A Galiza aqui ao lado - Mandín

cabecalho

 

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Festa das adegas e da amizade raiana

 

Já há muito que neste blog, de vez em quando, fazemos umas incursões em terras galegas da raia. Sei que não é o sentimento de todos, mas o de muitos, quer do lado galego quer do lado português do Norte, principalmente os da raia com a Galiza, como é o caso do nosso concelho de Chaves, que embora hoje estejam separados por pertencerem a dois estados distintos, comungam da identidade, cultura e até a língua da velha nação que dava pelo nome de Galaécia.   Assim, estas incursões em terras galegas não têm só a inocência da proximidade, mas também a da identidade que hoje assumo neste blog com uma nova crónica de “A Galiza aqui ao lado” a inaugurar com a aldeia de Mandín.

 

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E porquê Mandín?

 

Por todas as razões apontadas no primeiro parágrafo mas também por um blog (http://lamadarcos_mandin.blogs.sapo.pt/) companheiro de viagem que se intitula Couto Mixto – Lamaracos Mandín, pelo Vero filho da Teresa Neto do Revidas do facebook e autor do blog atrás mencionado, pela fama do Chico de Mandín ter como “nacionalidade” a amizade pela raia e pela “Festa das adegas e da amizade raiana”.  Mas foi esta última que me levou ao encontro de todos e atentem bem no título da festa, com negrito e sublinhado meu “Festa das adegas e da amizade raiana”. Assim mesmo sem qualquer preconceito e com toda a cumplicidade que o povo do Norte e do Sul da raia sempre tiveram e que os de Mandín cultivam, como cultivam as suas cepas que irão dar o fruto, que mais tarde encherá as pipas das adegas, cepas estas que são tratadas indistintamente quer dum lado ou do outro da raia, coisas antigas que o tratado das fronteiras que acabou com o povo promíscuo de Lamadarcos mas não acabou com o mesmo povo que habitava a aldeia e muito menos com a propriedade das terras. Daí ainda hoje Lamadarcos e Mandín ser feita da mesma cepa que compartilha festas, terras, casamentos e amizades de sempre.

 

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Mas vamos à “Festa das adegas e da amizade raiana”  escrito conforme o original que consta no cartaz galego, espero que todos entendam.

 

A festa é comunitária, quer isto dizer que toda a gente da festa bebe da mesma pipa e come da mesma mesa, e se não beber nem comer é porque não quer, pois mesa e pipa só fecham quando não houver mais ninguém para servir. Isto acompanhado pela música das gaitas de fole, caixas e bombos com os respetivos cantares populares do Norte e Sul da Raia que, muitos deles, o Blog Couto Mixto Lamadarcos Mandín reproduz num post recente que pode ser visto aqui e que se intitula: "Cancioneiro para comer e beber".

 

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Adegas, ao todo, foram 18 as visitadas. Disseram-me, pois com a festa a partir da quinta ou sexta adega perdi-lhe a conta. A comer e beber é obrigatório cumprir a “procissão” das adegas até ao fim. Uma a uma, a comer a beber a cantar e dançar, quem queria, pois ninguém é obrigado a nada, a não ser participar na festa, nem que seja só a cantar ou dançar, mas pelo sim, pelo não convém ter sempre a tigelinha à mão, não vá dar sede pelo caminho. A visita às adegas começa às 19 horas e termina quando terminar a visita à última adega. Nesta festa a visita à última adega terminou por volta das 2 da manhã, penso eu, porque de tão cansado que estava no final da festa já não recordo bem, é que festas destas de tão animadas que são, cansam, e chegamos ao final todos rotinhos, mas agradados e felizes.

 

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Festa das adegas e da amizade raiana. É assim que a organização a quer, pois tal como é está bem, e basta. Mais que suficiente para encher a aldeia com amigos vindos das aldeias vizinhas da raia do Norte e da Raia do Sul, sem muita publicidade, mas não resisti a trazê-la aqui, e que me desculpem os de Mandín, e depois não poderia começar melhor está rubrica de “A Galiza aqui ao lado”, logo com uma festa de comer e beber com amigos da raia. Fiquei fã e para o ano, se me deixarem, voltarei por lá.

 

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Ficam então as imagens possíveis com um pouquinho daquilo que é a festa, mas esta é mesmo festa a sério, onde a música e os cantares começam na primeira e acabam não última adega, sem interrupção, pois para isso lá vão os gaiteiros suplentes para se irem revezando sem interromper a música.

 

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Quanto aos cantores, cada um lá ia cantando o que sabia, e se não sabia, depressa aprendia e se não aprendia a letra, trauteava, o que interessava mesmo era a música para fazer jus ao que Cervantes dizia:  “onde há música não pode haver coisa má”.

 

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E só restam os agradecimentos à festa, à Organização, ao Vero, ao Xico de Mandín e claro, a quem nos conduziu e fez o sacrifício de resistir ao néctar de Baco ou Dionísio, o que preferirem, para podermos fazer um regresso seguro a casa. Um obrigado a todos, incluindo os Deuses.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 21:36
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2016

De regresso à cidade com estrelas

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Pois é, neste fim-de-semana alterámos tudo. Em vez de ontem termos ido até ao Barroso, ficámos na cidade de Chaves com o festival IDENTIDADES e hoje que deveríamos regressar à cidade com uma imagem de Chaves, vamos até à Galiza aqui ao lado.

 

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Tudo porque a Associação de Fotografia e Gravura LUMBUDUS resolveu fazer um passeio de fim de tarde a entrar pela noite dentro na Galiza, O objetivo era visitar a Cantara da Moura, assistir ao pôr-do-sol em Coiñedo e ver as estrelas desde Pena Trevinca, o ponto mais alto da Galiza.

 

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E claro já se sabe que passeios dos Lumbudus são para cliques e lá fomos fazendo os nossos registos. Deixamos por quatro. O primeiro da Cantara da Moura, o segundo do pôr-do-sol do Coiñedo e os  dois últimos desde Pena Trevinca.

 

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Perto dos 2100 metros de altura com uma noite espetacular para apreciar e fotografar estrelas e a Via Lactea. São noites diferentes impossíveis de serem vividas com o ruído das cidades. Só mesmo lá no alto tendo como luz apenas a luz das estrelas.

 

 

 

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Sexta-feira, 1 de Julho de 2016

A Galiza aqui ao lado...A Ribeira Sacra e os Canhões do Rio Sil

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Hoje vamos até à Galiza aqui ao lado. E pensarão e perguntarão aí desse lado – Se este é um blog que se diz de Chaves e de olhares sobre a cidade, porquê vem agora com a Galiza? – Ora da mesma forma em que venho aqui com o Barroso, as aldeias de Chaves, as paisagens, a gastronomia, as tradições e tudo o mais que por aqui fica, também a Galiza mais próxima há muito que tem aqui lugar, e a razão é muito simples e poder-lhe-ei chamar “troca de interesses”, pois há muito que aprendi que para receber temos que dar, e isto aplica-se a tudo nesta vida de viver em sociedade. Pena que nem todos se deem conta disso.

 

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Turisticamente falando penso que Chaves vive no centro desse tão falado “Reino Maravilhoso” que Torga tão bem descreve, tal como Montalegre, Valpaços, Mirandela, Verin, Ourense e por aí fora, porque todos têm o direito de pensar assim, afinal não somos tão diferentes uns dos outros, apenas temos algumas singularidades que os outros não têm, mas se pensarmos em conjunto, as singularidades dos outros também são nossas, e o contrário também é verdadeiro. Por isso, para já, de vez em quando trago por aqui o Barroso e a Galiza.

 

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Mas há ainda outra razão, esta para tempos de crise, é que tudo que vou trazendo por aqui está a apenas uma hora de distância ou menos, como no caso de hoje em que trago aqui um pouco da Ribeira Sacra e os canhões do Rio Sil, para um passeio de um dia bem passado com partida de Chaves em direção a Ourense e a partir de aí é só seguir as placas turísticas da “Ribeira Sacra”. Um passeio para um dia com saída não muito cedo de Chaves e regresso ao fim da tarde. Dá para percorrer o rio no próprio rio em passeio de Barco e depois subir à croa das montanhas para dos seus miradouros apreciar os Canhões do Rio Sil. O bom disto tudo é que tudo isto pode ser “vendido” a partir de Chaves.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:20
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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2015

Intróido de Verin - Galiza

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Cigarróns

Se a Eurocidade Chaves-Verin fosse uma coisa “visível” , também Chaves (graças à irmandade) se poderia gabar de ter um dos melhores carnavais, mas como tal não acontece vamos , aliás como sempre fomos, vendo o Intróido de Verin.

 

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E é sempre com gosto que lá vamos, só temos pena de não poder participar em toda a festa do intróido que durante mais de 15 dias se vai manifestando e diversas atividades, como a noite das comadres que leva até Verin milhares de pessoas.

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Assim, só nos vai sendo possível ir ao desfile onde os cigarróns fazem do intróido de Verin um intróido (entrudo) único de uma beleza singular, ou quase, pois não podemos esquecer os peliqueiros de Laza.

 

Ficam três olhares deste ano sobre esse intróido.

 

 

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Sábado, 20 de Setembro de 2014

Outros olhares

 

Hoje inaugura aqui uma nova crónica que irá acontecer ocasionalmente, sem dia marcado. Acontecerão ocasionalmente tal como ocasionalmente surgiram os olhares que vos quero deixar aqui.

 

Olhares que vão além de Chaves, cidade e concelho. Olhares de lugares, coisas, acontecimentos, pormenores, também eles olhares ocasionais, que por uma ou outra razão, despertaram o clique. Olhares que deu gozo registar, quase sempre pela beleza do momento, às vezes irrepetível,  e pela certeza de que ficou congelado para todo o sempre.

 

 

 

E entram aqui estes novos olhares, além dos habituais sobre Chaves e a região, com o Barroso ocasionalmente a ter um destaque especial, não porque os olhares sobre o que é nosso tenham esgotado, mas antes porque a fotografia não se esgota com o que é nosso, e outros olhares são sempre possíveis, em parte, é o retomar ocasional de um outro blog (o Devaneios) que por falta de tempo deixei de alimentar.

 

 

 

Hoje excecionalmente com três olhares, pois de futuro será apenas um. Duas paisagens sobre o Rio Sil e as suas margens, aqui bem próximo na Galiza, e uma terceira imagem que capta o olhar também ele congelado numa escultura em exposição no Mosteiro do Poio, também na Galiza, esta, porque são precisamente desse mosteiro as imagem que servem de suporte ao cabeçalho desta crónica.

 

 

Mais logo, teremos por aqui uma crónica que também acontece ocasionalmente aos sábados – As “Fugas” de Luís dos Anjos e as nossas aldeias também continuarão, sempre,  a marcar aqui presença aos fins de semana. Até lá!  

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:20
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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

As cascatas de Segirei

 

 

Há poucos dias atrás fui a Segirei em missão de agradecimento e cumprimento de uma promessa que tinha feito meses atrás e, ir a Segirei e não dar uma espreitadela as cascatas é mesmo como ir a Roma e não ver o Papa e, a comparação não poderia ser mais precisa, pois nem o Papa está em Roma, nem as cascatas estão em Segirei, mas eu já explico.

 

Pois a primeira vez que ouvi falar das cascatas de Segirei foi há coisa de vinte e tal anos atrás, quando andando eu a servir de guia a uns técnicos da comunidade europeia, em Mairos encontrei o Padre Delmino e ele me disse - «leve-os às cascatas de Segirei, aquilo sim é que vale a pena ver». Ora bem, o tempo não era muito e ir Segirei na altura não era pera doce, pois o trajeto mais complicado ainda se fazia em terra batida e de inverno, era uma autêntica aventura ir para terras de S.Vicente da Raia,  e depois, eu desconhecia onde ficavam as tais cascatas, mas ficaram-me no ouvido.

 

 

Vai daí que quando comecei esta aventura do blog, as cascatas de Segirei entraram logo no meu roteiro de descobertas, mas mesmo assim não foi à primeira que me calharam em caminho, mas um dia calharam, e não é que o Padre Delmino tinha razão… aquilo vale mesmo a pena ver, apreciar e desfrutar com toda a calma do mundo, e sempre que vou por lá, todo o tempo é pouco.

 

Só falta mesmo a explicação de as cascatas de Segirei não serem de Segirei, porque de facto não o são, embora entrem quase pela aldeia adentro, as cascatas já estão do outro lado da raia, na Galiza, perto de Soutochão, mas não tanto como de Segirei.

 

 

Ficam três imagens do riacho a correr já apressado paras as tais cascatas, pois essas ficam para uma próxima oportunidade (embora já haja imagens delas neste blog). Já imagens que se podem ver ao longo de umas centenas de metros percorrendo um percurso pedonal que outrora também foi trilho de contrabando, um percurso que também apetece sempre percorrer mesmo não sendo amante de caminhadas. 

 

 

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