Sábado, 20 de Janeiro de 2018

Izei - Chaves - Portugal

1600-izei (174)

 

Na nossa voltinha pelas aldeias de Chaves, hoje toca a vez a Izei, uma das aldeias que desde a cidade se vê encostadinha à Serra do Brunheiro, quase parece nas suas faldas, mas estando lá, já se percebe uma certa altitude em relação ao vale.

 

1600-izei (169)

 

Hoje iniciamos com Izei ao longe para, aos poucos, nos irmos aproximando da sua intimidade, só nos faltou mesmo entrar dentro das casas, mas conseguimos entrar numa varanda.

 

izei art (9)

 

Deixamos também um pouco da realidade da aldeia onde o casario solarengo convive a paredes meias com casario mais simples, mas quase todo ele abandonado ou mesmo em ruinas, como uma delas mais nobre que ainda há anos estava habitada e que, com o abandono dos seus ocupantes, acabou por ruir.

 

1600-izei (23)

 

Ficam assim seis imagens para todos os gostos, com o longe e a sua intimidade, a cores, a p&b, em cut-out e em arte digital, de uma aldeia, que ao longe não dá para notar, é atravessada pela EN314 que nos leva até às alturas do Brunheiro e mais além até à Serra da Padrela e concelho de Valpaços.

 

1600-izei (125)

 

Amanhã, aqui no blog, vamos até ao Barroso, em tempo de celebrações e festas comunitárias do S.Sebastião. Temos assim uma promessa para cumprir que já vai sendo habitual nos últimos anos. Amanhã não será diferente, com imagens fresquinhas de hoje ou de arquivo dos anos anteriores, o S.Sebastião também passará por aqui.

 

1600-izei (152)

 

Assim, as aldeias do Barroso do Concelho de Montalegre ficarão para o próximo fim de Semana. Amanhã é dia de estar aqui o Barroso de Boticas.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:44
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Sábado, 22 de Agosto de 2015

Izei, Chaves e Portugal

 

1600-izei (162)

Quando acordo pela manhã a primeira coisa que faço é abrir a porta da varanda do meu quarto e lançar um olhar sobre a Serra do Brunheiro, pois ela é o barómetro dos meus dias. Mas não é só um olhar lançado para conhecer o teor dos dias, é também um olhar que se lança sobre a nossa interioridade e ruralidade, em suma sobre a nossa identidade.

Há dias alguém me dizia que Chaves tinha de se afirmar como um concelho urbano que é. Não contestei porque nessa afirmação há alguma verdade, mesmo sabendo que é a maior mentira e disparate que ouvi sobre o nosso concelho. Sozinho, porque no contexto onde se afirmou o disparate estava só. Fiquei fora de mim, virado do avesso remoendo a facilidade com que se promove a mentira com alguns argumentos verdadeiros, pois muito parecido, ou mesmo outra forma de mentir, até com mais profundidade, é promover algumas verdades deixando esquecidas outras, tão ou mais importantes, que as verdades que se promovem e, infelizmente, a história e as nossas vidas estão cheias destes acontecimentos, tudo em nome de interesses do poder, criando falsas esperança e ilusão na inocência de quem acredita e quer acreditar ou indiferença naqueles que já desistiram de acreditar.

1600-izei (95)

É o sistema… que por muito que tentasse transformar os 3 efes do passado nos 3 dês da democracia, acabou por ter de regresso aos 3 efes e reforçados, quer no Fado como Património Imaterial da Humanidade, quer no Futebol com Cristianos Ronaldos, Mourinhos e Eusébios no pedestal ou no Panteão, e Fátima como um empreendimento de sucesso. E ei-los de novo , embora camuflado, a evocar o quinto império, o sebastianismo e Camões .

1600-izei (52)

Pois por mim, teimosinho que sou, continuo a ter orgulho no meu concelho rural, no meu ser transmontano, no nosso Miguel Torga, nos caminhos por onde ando tal como José Régio, quando alguns olhos doces me dizem “Vem por aqui”, eu nunca vou por ali e também não sei por onde vou, nem sei para onde vou — sei que não vou por aí!. Um pouco como Fernão Mendes Pinto, deixem-me com as minhas peregrinações… Entretanto por Chaves cidade urbana, na ausência de uma festa de verão,  o folclore está nas ruas à volta da ressurreição dos povos de há dois mil anos atrás, do tempo de Aquae Flaviae do Império Romano, aquela cujos restos jazem por baixo da urbe medieval.

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publicado por Fer.Ribeiro às 16:39
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Domingo, 26 de Abril de 2015

Izei - Chaves - Portugal

1600-izei (157)-1

Como ontem foi um dia especial não deu tempo de ir até às nossas aldeias, mas hoje, de regresso à normalidade dos dias, dos domingos, temos de cumprir a promessa de trazer aqui o nosso mundo rural. Hoje tocou a sorte a Izei.

1600-izei (126)

Izei é uma aldeia que tem uma beleza singular, no entanto essa beleza não é muito percetível . para quem a atravessa via nacional 314, tanto mais que a já, por si, complicada estrada, em Izei complica-se ainda mais e a atenção que a estrada exige não deixa espaço para os olhares que a aldeia merece e os pormenores que ela guarda, mas não só, pois os pormenores mais interessantes não são visíveis desde a estrada.

1600-izei (109)

Assim para aldeia de Izei ser apreciada com olhos de ver, será mesmo necessário parar e percorrer a sua rua, única, ao longo da qual as preciosidades se deixam ver. Outra hipótese é apreciar todo o conjunto da aldeia, mas mais uma vez terá de sair da estrada para ter direito a essas vistas. Pessoalmente gosto de lhe lançar olhares desde o alto de Samaiões.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:44
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Domingo, 18 de Maio de 2014

Mais uma aldeia (Izei) e umas palavras

 

Hoje em dia quando se apresenta um projeto para licenciamento de uma obra simples, como a construção de uma moradia, por exemplo, é necessário pelo menos um arquiteto, um engenheiro civil, um engenheiro eletrotécnico, um engenheiro especialista em ligações de gás, outro especialista em acústica, outro em segurança de incêndios, um topógrafo, um desenhador, um coordenador do projeto e um engenheiro diretor técnico da obra, pelo menos na teoria e a burocracia assim o exigem, pois na realidade as coisas não são bem assim, principalmente na realidade das construções, quer seja clandestina ou não, onde às vezes as soluções construtivas surpreendem o mais consagrado arquiteto ou engenheiro. Qual projeto, qual certificação, qual que… constrói-se com a melhor arte de bem construir por sugestão, intuição, com a solução mais fácil e barata, mesmo que vá contra todas as regras, técnicas e soluções academicamente aprovadas, o facto é que as soluções populares não andam com merdas e aplicam a solução mais prática e até eficaz. Da minha parte, que não sou leigo de todo nesta matéria, confesso que muitas vezes as soluções encontradas nestas coisas das obras me surpreendem, principalmente nas mais antigas das nossas aldeias em que engenheiros eram luxos dos quais às vezes se ouvia falar e arquitetos, nem isso…

 

 

Pois a primeira imagem que vos deixo tenta justificar todo o primeiro parágrafo e não sei porque, mas esta segunda imagem, no meu ver, está intimamente ligada  à primeira imagem, mas aqui em vez de ser a mão do homem a encontrar a solução, é a própria natureza que se encarrega de desorganizadamente se organizar

 

 

E como não há duas sem três, fica uma preciosidade das que já não existem, ou melhor, das que já não se constroem, falo-vos das casas solarengas de há cem ou mais anos atrás, com construção mais cuidada, é certo, mas construídas com a mesma sabedoria popular, sem arquitetos, engenheiros disto e daquilo, certificações e outras complicações, em suma, sem burocracias e sem uma maneira de sacar dinheiro aos mesmos de sempre, Ai Portugal, Portugal.

 

E o seu a seu dono, as fotos são de Izei, aqui ao lado, ali conforme se sobe o Brunheiro pela 314, em direção ao Peto de Lagarelhos, por onde todo o mundo passa.    

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:30
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Domingo, 7 de Outubro de 2012

Izei - Chaves - Portugal

 

Hoje vamos até Izei (1) e alguns pormenores que não couberam nos posts anteriores dedicados à aldeia.




Pormenores que fazem a singularidade de cada aldeia, que nos ajudam a conhecer a sua história, que fazem a diferença.




Uma cancela que teima em manter a sua função de vedar mesmo que já nada tenha a vedar, uma cegonha que teima em dizer presente quando já nem consegue impedir a invasão das silvas e quase já esqueceu como se bica a água, uma capela que testemunha a grandeza da casa, mesmo que não habitada.




São imagens de hoje que teimam em não deixar esquecido os tempos de outrora e como se tem sido injusto com as nossas aldeias.

 


(1) - Após a publicação do post, via facebook, alertaram-me para a primeira foto (da cancela) ser de Samaiões, o que de facto é verdade. Fica aqui a devida correção.



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publicado por Fer.Ribeiro às 01:50
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Domingo, 10 de Outubro de 2010

Mosaico da Freguesia de Samaiões

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Mosaico da Freguesia de Samaiões

 

 

 

Localização:


A sede de freguesia, ou seja a aldeia de Samaiões, fica a 5 quilómetros de Chaves, no entanto a freguesia confronta com as freguesias da Madalena e de Stº Maria Maior, ou seja, fica colada à cidade. Mais à frente, nas suas particularidades, explico isto melhor.

 

Confrontações:


Confronta com as freguesias da Madalena, Vilar de Nantes, Nogueira da Montanha, S.Pedro de Agostém, Valdanta e Santa Maria Maior.

 

Coordenadas: (Largo da igreja de Samaiões)


41º 42’ 03.39”N

7º 27’ 58.34”W

 

 

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Altitude:


Variável – acima dos 349m e Abaixo dos 750m, embora a maioria do seu território esteja abaixo da cota de 400m.

 

Orago da freguesia:


Nossa Senhora da Expectação.

 

Área:


7.63 km2. Em território encontra-se entre as 10 freguesias mais pequenas.

 

Acessos (a partir de Chaves):


– Uma vez que a freguesia se encontra encostada às freguesias urbanas, quase todos os acessos da cidade vão dar à freguesia. Em termos de Estradas Nacionais, as mais importantes passam pela freguesia, ou seja a E.N.2. a E.N. 103 e a E.N. 314, ficando ainda a escassa dezena de metros da E.N.213.

 

 

Aldeias da freguesia:


- Izei

- Outeiro Jusão

- Samaiões

 

Sem serem consideradas aldeias mas com núcleos consolidados importantes, há a acrescentar o Campo da Roda, à Várzea, Quase toda a recta do Raio X e penso que (não tenho a certeza) as Campinas. Logo que possível, confirmo.

 

População Residente:


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Em 1900 – 655 hab.

Em 1920 – 698 hab.

Em 1940 – 978 hab.

Em 1960 – 1346 hab.

Em 1970 – 1355 hab.

Em 1981 – 1118 hab.

Em 1991 – 694 hab.

Em 2001 – 1353 hab.


 

Muitas vezes digo por aqui que, quase para todo o concelho, existe um gráfico tipo do comportamento da população residente das freguesias. Salvo raras excepções, o ano de 1920 e 1960 registam descidas ou linha descendente nos gráficos das respectivas freguesias, assistindo-se a uma descida vertiginosa a partir de 1960 até aos nossos dias. Pois o gráfico do comportamento da população de Samaiões é único e atípico, pois em 1920 quase nem regista descida de população e 1970 consegue ter mais população (apenas 9 habitantes) que 1960. De 1970 a 1991 regista uma descida vertiginosa e apenas em 10 anos (2001), dobra a sua população e fica a apenas 2 habitantes dos valores máximos de população registados em 1970. Confuso, mas consultem o gráfico para compreender estas palavras.

 

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Aparentemente este comportamento desde 1960 até 2001 não encontra uma explicação lógica, mas se esmiuçarmos em pormenor o seu território, poderemos verificar que tal é possível, como também deve ser possível, em 1991, haver um erro de recenseamento da totalidade da sua população. Mas mesmo sem erros possíveis, o comportamento da população residente pode ser explicado, pois também esta freguesia é um misto de freguesia rural e urbana onde, o seu lado rural manteve ou perdeu população, mas o seu lado urbano, cresceu consideravelmente, principalmente nas Campinas, Recta do Raio x, Campo da Roda e Várzea. Mas vamos esperar pelos Censos do próximo ano (pois suponho que serão em 2011 se a crise ainda os permitir) para tirar algumas dúvidas.

 

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Principal actividade:


- A agricultura mas também outros sectores de actividades se registam na freguesia, como a indústria (cerâmica e construção civil), comércio e similares de indústria hoteleira e hotelaria, serviços, etc.. Claro que a agricultura serve de ocupação principalmente às populações de Samaiões e Izei, já as restantes actividades se desenvolvem desde Outeiro Jusão até à proximidade da cidade

 

Particularidades e Pontos de Interesse:


Pois se no comportamento da população se apresenta como uma freguesia atípica, também no território que ocupa não o é menos, senão vejamos:


- É uma das poucas freguesias que divide o seu território entre a Serra do Brunheiro, com a aldeia de Izei implantada em plena serra, e a veiga de Chaves, com Samaiões a ocupar parte dela. Mas se aqui é acompanhada neste pormenor por mais três ou quatro freguesias, já há num pormenor em que é única, pois é a única freguesia cujo seu território se desenvolve em ambas as margens do Rio Tâmega, pois embora a grande parte do seu território se desenvolva na margem esquerda do rio (Izei, Samaiões, Outeiro Juzão, Campo da Roda, Raio X e Campinas) da margem direita tem hoje em dia um núcleo habitacional importante – pois desde a Várzea (incluída) até S.Fraústo, há uma faixa de terreno (mais ou menos paralela ao rio e à EN 103) que também são território  da freguesia de Samaiões.

 

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- É também pelas razões atrás apontadas que leva a outras tipicidades únicas, pois penso ser a única freguesia que comunga aquilo que verdadeiramente é rural e urbano, talvez só mesmo a freguesia da Madalena se assemelhe um pouco. Pois Samaiões e Izei são aldeias tipicamente rurais, já o seu restante território funciona mais como dormitório ou subúrbios da cidade, mas também com uma forte componente de indústria, hotelaria, similares de hotelaria, comércio e serviços, como se de plena cidade se tratasse, estando mesmo em seu território uma ou duas das mais importantes indústrias, uma delas de há longos anos, ou sejam a indústria da cerâmica mas também do leite. Também no comércio automóvel tem a sua importância, na restauração (com alguns dos bons e tradicionais restaurantes no seu território) mas também na hotelaria, com um Hotel Rural que está entre os hotéis rurais de referência do concelho e região. Resumindo, tudo que se encontra ao longo da recta do Raio X, ou melhor da estrada Nacional 2 e dos inícios da E.N.314, é na prática e comummente confundida com a cidade de Chaves.

 

 

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Mas deixemos estas particularidades actuais e entremos um pouco nas suas particularidades que marcam algumas páginas também na história, quer no passado longínquo que noutra, mais ou menos recente. Comecemos por esta.

 

Muitos flavienses sabem, às vezes até os dizem flavienses de “gema” embora só o fossem por afinidade e amizade, ou seja, também flavienses, o casal Carmona era habitual no nosso concelho, ou seja, o 10º Presidente da República Portuguesa, que o foi até à sua morte em 1951, sendo sucessivamente reeleito até 1949, sendo também durante os seus mandatos que se institucionalizou o regime Salazarista. Mas as suas ligações a Chaves não se deviam à sua pessoa, pois o Marechal Carmona nasceu em Lisboa. As suas ligações são feitas por via da sua mulher, a Madame Carmona (como lhe costumam chamar) ou a Maria do Carmo Ferreira da Silva Fragoso Carmona,  natural de Chaves 1879, tendo falecido em Lisboa em 1956. Esta questão do seu nascimento em Chaves não é pacífica, pois há quem defenda que ela tenha nascido no concelho de Valpaços, agora oficialmente ela Nasceu em Chaves em 1879. Mas isso (embora importante) para o assunto que a trás aqui até é pouco importante, pois (e quanto a isso não há dúvidas) a Madame Carmona era uma amante de Chaves e do concelho, e entre os seus poisos e visitas habituais ( Hotel Palace em Vidago, Solar dos Montalvões em Outeiro Seco)  o casal Carmona também era habitual em Izei, numa das casas solarengas que ainda hoje existem.

 

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Também os pasteis de Chaves devem muita da sua fama à Madame Carmona, pois dizem que era uma das suas iguarias preferidas.

 

A respeito das passagens de Madame Carmona pelo solar dos Montalvões (Outeiro Seco) e não só, o blog Velharias deixa uma reportagem sobre o assunto, com alguma documentação fotográfica, como por exemplo neste post:

 

http://velhariasdoluis.blogspot.com/2010/04/velhas-historias-do-solar-dos.html

 

Blog Velharias que em breve teremos oportunidade de ter por aqui com o post dedicado a Outeiro Seco, pois através deste blog faz-se também muita da história de Outeiro Seco e em particular a do Solar dos Montalvões.

 

Mas vamos continuar com outras particularidades históricas.

 

J.B.Martins, um historiador local, referia que provavelmente teria existido nas redondezas de Izei um fortificado castrejo, apoiando-se nessa teoria no topónimo “Castelo dos Mouros”. Claro que muitas destas deduções dos historiadores locais valem o que valem, mas não há vestígios de que tal fortificado tivesse existido, no entanto, sem argumentos para contrariar as probabilidades levantadas, vamos também dizer que é provável que sim, pois toda a nossa região era rica nesses fortificados.

 

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Destacam-se e essas ainda existem, são os solares e as casas e solarengas que existem na freguesia e na sua envolvência. A Casa de Samaiões (também conhecida por Casa dos Barros) que pertenceu à família dos Barros Teixeira Homem, hoje transformado em Hotel Rural, passando a ser conhecida por Quinta de Samaiões,  é um exemplo desses solares, encapelado e armoriado. Embora haja (como se vê atrás) denominações a mais para uma só casa, o Solar terá a sua origem no Século XVIII e “graças a Deus” que foi transformada em Hotel Rural, pois caso não tivesse acontecido, hoje seria mais um dos solares moribundos ou em ruínas que não faria jus aos seus antigos habitantes, como o Capitão Francisco de Barros de Morais Araújo Teixeira Homem, com uma importante carreira militar e diplomática, com títulos como o de Marechal de Campo dos Reais Exércitos (1791), Governador da Ilha de Stª Catarina (1778) e primeiro Comissário de Divisão para as demarcações dos domínios portugueses  e espanhóis em todo o continente da América (1779).

 

 

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Também em Izei existem duas casas ou quintas que têm a sua importância solarenga, sendo uma delas a tal que dava poiso (não sei se foi propriedade) do casal Carmona e a outra ligada ainda à família de um dos primeiros automobilistas da cidade de Chaves, o conhecido “Taveira de Izei” ao qual são atribuídas algumas anedotas automobilísticas conhecidas em Chaves. No post dedicado a Izei, estão

 

Quanto à história das aldeias da freguesia, nem há como passar por aquilo que já aqui foi escrito acompanhado das respectivas imagens de cada uma delas, palavras e imagens para as quais deixo link no capítulo seguinte.

 

Fotograficamente falando, hoje além do habitual mosaico, ficam também algumas fotografias actuais de território urbano da freguesia, que por não serem aldeia, não tiveram direito a um post.

 


Linck para os posts neste blog dedicados às aldeias da freguesia:

 

- Izei - http://chaves.blogs.sapo.pt/243529.html

- Outeiro Jus(z)ão - http://chaves.blogs.sapo.pt/346433.html

- Samaiões - http://chaves.blogs.sapo.pt/245343.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:17
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