Segunda-feira, 7 de Agosto de 2017

Festival Identidades - Jardim Público - Chaves - II

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Hoje vamos deixar por aqui um pouco do que se passou no segundo dia (sexta-feira – 4 de agosto) no Festival Identidades, com um pouco da história de cada grupo. Iniciando pelos String Fling

 

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String Fling

 

Na improvável, mas cúmplice, junção de duas guitarras e um ocasional ukulele, surge String Flïng, composto por Pedro Prata e David Rodrigues.


Caracterizado por uma sonoridade muito própria e inovadora - note-se o único repasseado só com guitarras de que há memória -, este duo transmite a sua paixão pela música de inspiração tradicional em cada acorde de cada xotiça, círculo circassiano, chapelloise ou mazurka que toca.


Um projeto que promete espalhar sorrisos, boa energia e alegria de dançar.

 

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Oquestrada

 

OQUESTRADA iniciou em 2001 um poderoso movimento acústico dando cartas à criação de um novo paradigma na estética musical portuguesa. 

 

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A fama de “milagre musical sem precedentes”, conquistaram-na na estrada, com centenas de atuações nos melhores festivais e salas de renome internacional, com a sua sonoridade única a destacar-se no circuito de referência de novos projetos entre o pop acústico e o erudito, agitando as ondas sonoras carimbadas de world music.

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Seiva

 

Depois de 15 anos à frente dos Dazkarieh, uma das mais influentes e internacionais bandas do panorama folk em Portugal, Vasco Ribeiro Casais e Joana Negrão apresentam-nos a sua nova banda. Seiva mistura a oralidade rural com a urbanidade. 

 

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SEIVA é folk de identidade portuguesa a mostrar a sua força vital. A misturar a oralidade rural e a urbanidade.

 

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Nos ritmos que o tempo ainda não perdeu mas quase foi esquecendo, Seiva faz-nos sentir a essência na viola braguesa, no cavaquinho, nas gaitas de fole mas também, no olhar em frente e no desbravar de novos caminhos, misturando electrónica e electricidade sem pudores nem purismos.

 

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Fanfarra Kaustika

 

Fanfarra Káustika, definida pela vontade constante de recriar e inovar, consiste num coletivo de músicos que se conhecem pessoal e musicalmente, por estarem ligados desde novos à música filarmónica e às bandas. Formação composta por músicos de várias áreas e influências musicais, desde do clássico, ao jazz, passando pela música tradicional portuguesa, numa fusão de estilos que caracteriza a sonoridade da banda.

 

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Formada em 2007, o nome da banda deriva da sensação que a sua música traz ao público, através de ritmos e melodias que mexem com as emoções. 

 

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A identidade original, genuína e diferenciadora de Fanfarra Káustika apresentou-se no Festival Identidades no dia 4 de agosto.

 

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E claro, há sempre um momento para mais um olhar e um clique à nossa Top Model.

 

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Créditos: Os Cartazes dos concertos e historial dos grupos são do Festival Identidades.

 

 

 

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Domingo, 7 de Agosto de 2016

IDENTIDADES

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Como este fim-de-semana foi um bocado de andar por fora, não houve tempo para preparar a habitual rubrica de “O Barroso aqui tão perto”. Está calor, é verão e as noites convidam à saída, mas com a câmara fotográfica sempre à mão, pois a noite também tem os seus encantos, no caso de hoje, encantos musicais.

 

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Pois quinta e sexta-feira fomos até ao jardim público onde decorria a o Festival de música folk Identidades a par da Feira do Pastel. Tivemos pena de sábado não podermos ir por lá, pois outros interesses, também fotográficos, se nos ofereciam, mas mesmo assim dá para ficar com uma ideia de como as coisas correram, musicalmente falando, que quanto à dita feira do pastel, enfim, muita coisa haveria a dizer, mas hoje fico-me pelo Festival Identidades e pela música.

 

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Festival que há anos se vem realizando e afirmando em Chaves por esta altura e que tem evoluído para melhor. Mudou de nome e tem crescido em qualidade, mas não só, pois a nossa rapaziada da terra, fruto da Academia de Música, tem se vai afirmando pela sua qualidade, a par dos melhores, com os seus grupos FANFAAC e Projecto Enraizarte.

 

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Música Folk que embora não seja do agrado de todos tem os seus fãs na cidade de Chaves que, neste festival, puderam apreciar Daniel Cristo Quinteto, FANFAAC, Gaiteiros da Ponte Velha e Matabixo, Ronda da Madrugada,  Projecto Enraizarte e ITACABAND, Isto na Quinta e Sexta-Feira, atuações às quais assisti e dos quais deixo aqui imagens. Para sábado estava previsto passarem pelo palco do IDENTIDADES os grupos TORGA, os Diabo na Cruz e os Kumpania Algazarra, que suponho terem estado por lá, pois não pude assistir.

 

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E por agora é tudo, mas já a seguir, vamos regressar à cidade com outras estrelas…

 

 

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Quinta-feira, 14 de Abril de 2016

Vivências - Adamastor

vivenvias

 

Recordando os “Adamastor”

 

Estamos em Chaves, nos finais dos anos 80. O mundo é muito diferente – não existe Internet, leitores de MP3 ou Youtube, nem sequer existem telemóveis – e a forma como ouvimos e partilhamos a música não é em nada comparável aos dias de hoje. Ouve-se música portuguesa, música inglesa e alguma música espanhola, consequência da proximidade com Espanha. Para aqueles que, como eu, integraram grupos de jovens ligados à Igreja as músicas de mensagem (muitas delas inspiradas nos movimentos Gen Verde e Gen Rosso) são também uma referência.

 

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 É neste contexto que, em 1988, surge o grupo musical “Adamastor”, inicialmente sob a forma de trio, sendo a sua formação posteriormente alargada até seis elementos. O grupo atua numa sonoridade rock conservadora e as suas músicas chegam ao conhecimento da editora Espacial, que lhes propõe a gravação de um disco (um LP, abreviatura do Inglês “Long Play”) que viria a ser lançado em 1992. Os anos seguintes confirmam os “Adamastor” como uma referência na música flaviense.

 

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Em 2010, numa fase em que o grupo já tinha deixado de atuar, o seu guitarrista Alberto Paulo (mais conhecido por Beto) faleceu com apenas 39 anos, vítima de doença oncológica. Dois anos depois, em 2012, foi constituída a Associação Alberto Paulo – Adamastor, que tem como principal objetivo a angariação de fundos para apoiar doentes oncológicos no concelho de Chaves. Entre outras atividades, esta associação promove todos os anos, no verão, um espetáculo com a presença do grupo “Adamastor” e de outros grupos de música rock, cuja receita reverte para a Liga Portuguesa Contra o Cancro - uma iniciativa louvável que demonstra que a música também pode (e deve) servir para mobilizar pessoas e apoiar causas.

 

Muitos anos se passaram já, mas para aqueles que viveram a sua juventude em Chaves nos anos 80 e 90, o nome “Adamastor” será sempre relembrado como uma das melhores bandas flavienses.

 

Luís dos Anjos

 

 

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Domingo, 31 de Janeiro de 2016

Kumpania Algazarra em Chaves

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Duas imagens do concerto de ontem à noite dos Kumpania Algazarra, em Chaves. Boa música e boa disposição.

 

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  Para já ficam esta duas imagens, mas hoje no blog ainda vamos fazer uma breve passagem por Vidago. Até lá.

 

 

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Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Pedra de Toque - A Música

 

A MÚSICA

 

 

Paixão antiga que perdura até aos dias de hoje e sei que não deixará de perdurar até sempre.

 

Gosto, melhor sempre gostei, dos mais diversos géneros musicais.

 

O fado, a canção portuguesa que ouvia nas passeatas em noites cálidas no Jardim Público de outrora que transmitia a velha cabine sonora, os boleros de Gatica, as canções de Marino Marini, as baladas de Adamo, e todo a música de compota a que chamavamos também de música para constituir família, que dançávamos enamorados nos bailes tradicionais e nas verbenas de Verão.

 

Nessa altura estavam na berra os conjuntos de Shegundo Galarza, de Mário Simões, de Pedro Osório, de Tony Hernandez, que são aqueles que a memória me facilita no momento.

 

Quase e todos atuaram com aplauso em grandes e solenes bailaricos na nossa cidade.

 

 

Depois em 1961 e nos anos seguintes, na Lusa Atenas tive o privilégio de ouvir José Afonso, Adriano, Góis, Bernardino e outros rouxinóis cujas vozes motivavam o silêncio, a emoção e o gosto pelo fado coimbrão.

 

Vieram logo após as baladas com a bênção do patriarca (Zeca Afonso), e o talento de José Mário Branco, do Sérgio Godinho, do Fausto e demais que, para além da beleza das melodias que permanecem no ouvido, nos deram a importância das palavras que poeticamente nos ajudaram a abrir caminhos.

 

A música anglo-saxónica e os geniais Beatles e os que lhe seguiram foram sucesso, estrondoso êxito em todo o mundo e no nosso país.

 

Certamente esqueci muita da música ligeira que já passou no percurso longo que já vivi.

 

A memória é pródiga em trair.

 

Reitero, no entanto, e aqui sublinho a importância que a música tem e teve na minha vida.                   

        

Ouvi-la dá-me prazer imenso, dança-la enleva-me, proporciona-me momentos felizes.

 

Sentado bato pé quando a escuto, gingo na cadeira ao balanço do ritmo.

 

Nos últimos anos quando escrevo, leio, ou estudo, não prescindo do respaldo dos concertos e sinfonias dos génios da música dita clássica com especial preferência por Beethoven, Mozart e Liszt.

 

É a música que tantas vezes me inspira, me serena, me arrebata, me extasia.

                  

Começo a acreditar que dentro de mim para além de água (70%), proteínas, lípidos, glícidos e sais minerais,

Também está lá um cibinho de música que me ajuda a adoçar a solidão, e a minorar a velocidade alucinante com que os anos inevitavelmente passam.

 

António Roque

                  

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 09:00
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

Escola de Música da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior em Concerto

Há vezes em que as palavras só atrapalham e hoje é um desses dias. Assim, brindo-vos com imagens, mas antes, umas breves, mesmo breves, palavrinhas.

 

Há que reconhecer e dar os parabéns a quem trabalha e o trabalho é bem feito. Ontem, a Escola de Música da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior brindou o auditório do Centro Cultural de Chaves com o “Concerto de Primavera” dos seus alunos e alguns músicos convidados. Quem lá esteve pode testemunhar que assistiu a um espetáculo de qualidade feito com juventude flaviense. Ficam assim os parabéns para a Escola de Música e os louros vão inteirinhos para o professor, Daniel Louro, também ele um jovem músico que nunca deixa de nos surpreender e que, no final do espetáculo, teve o reconhecimento público dos seus alunos mas também de todos quantos assistiram ao espetáculo.

 

Sem mais palavras, ficam algumas imagens.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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publicado por Fer.Ribeiro às 02:02
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Terça-feira, 15 de Junho de 2010

Pedra de Toque - O Lobo da Música

 

 

 

 

 

 

 

 

O LOBO DA MÚSICA


 

Quando se iniciou nas lides musicais, nos conjuntos da terra, já se adivinhava pela sinceridade da entrega, que o Lobinho estava inevitavelmente condenado a voos mais altos.


O fascínio pela regência, sentia-se evidente quando, já com mestria, dirigia o coral dos Canários.


Fez sucesso, não só pelo grande entusiasmo pelas belas palavras, mas sobretudo pela música que fazia brotar de vozes leigas.

 

.

Fotografia retirada da página oficial do Maestro José Ferreira Lobo (Vêr final do post)

.

 

Disse-me que ia para o Porto tirar Medicina.


Mas eu sabia que, como lobo que se preza, desceria à grande cidade para saciar a fome de música.

Meu dito, meu feito.


No Conservatório, iniciou-se com Madalena Sá e Costa nos estudos de violoncelo.


Depois, a concretização do sonho, a Direcção de Orquestra, com tirocínio em Espanha e em Inglaterra.


Durante alguns anos Maestro da Camerata do Porto, hoje Maestro titular da Orquestra do Norte com concertos programados em diversas localidades do País e nos quatro cantos do Mundo.


Foi o mais jovem maestro português a dirigir artistas consagrados das mais diversas nacionalidades.


.

Fotografia de Paulo César

.


 

Com ele aprendi a gostar mais da música dita erudita, dita clássica.


Quando o aprecio diante da Orquestra, rendo-me à sua arte.


Vibrando a batuta, com a sua melena rítmica, com seus olhos talentosos, extrai das notas a doçura, dos instrumentos a sonoridade, que os grandes mestres colocaram nas imortais sinfonias.


Creio que se perdeu um médico.


Ganhou-se, no entanto, um artista, um Maestro com um porvir radioso.


Sempre que aplaudo o José Ferreira Lobo, o Lobinho da Música - irmão do Lobo do Mar, hoje distinto clínico, gente boa - aumenta o meu orgulho de ser flaviense.


António Roque


 

 

 

 

 

Nota: Pagina oficial do Maestro José Ferreira Lobo: http://www.joseferreiralobo.com/

 

 


 

 

 


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publicado por Fer.Ribeiro às 12:00
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Coleccionismo de Temática Flaviense * Autocolantes

 

.

 

Mais um autocolante para esta série do coleccionismo de temática flaviense e com ele também um pequeno regresso ao passado de Chaves e a 3 dias grandes do desporto de nível internacional, com grandes jogos de voleibol que ficaram na memória de quem a eles assistiu.

 

Voleibol que teve muita tradição escolar no Liceu de Chaves, aliás foi o desporto rei do Liceu de Chaves até inícios dos anos 80. Quase parece que, a rapaziada do Liceu de Chaves ao ver a qualidade dos jogos realizados naquele Torneio Internacional , nunca mais jogou voleibol, mas, diga-se a verdade ou, como comummente se costuma dizer “cada macaco em seu galho” pois embora a rapaziada do Liceu estivesse longe da qualidade destes Juniores Internacionais, não ficava nada mal na fotografia do voleibol nacional, atrevendo-me mesmo a afirmar, que pela sua qualidade, poderiam estar entre os melhores a nível nacional.

 

Chaves poderia ter estado entre os nomes grandes do voleibol nacional se tivesse havido uma política desportiva inter-escolas a nível nacional, aliás política desportiva que nunca houve, nem há, com muita pena dos jovens estudantes de sempre, que a par dos estudos também poderiam desenvolver uma carreira desportiva, mas nesse aspecto a política desportiva dos nossos governos tem sido terceiro-mundista ao deixar-se embalar naquele que parece ser o único desporto nacional – o futebol.

 

Deixou saudades a DGD que ao nível do desporto jovem ainda ia fazendo alguma coisa, mas como sempre, tudo que é bom, um dia acaba.

 

Talvez o Sr. Engº Sócrates, depois de lhe passar o efeito do choque tecnológico dos Magalhães, e de pôr as criancinhas da primária a brincar ao inglês,  se lembre que o desporto é bem mais saudável que os computadores  e,  com tanto professor de Educação Física que agora há, se lembre de implementar o desporto nas escolas de Portugal, mas a sério, tal como se tenta fazer com as matemáticas e o português . E quem diz Sócrates diz outro qualquer filósofo da política portuguesa que lhe venha a ocupar o lugar.

 

Uma vez que isto deu para falar de ensino, deixem-me dizer que aplaudo a iniciativa de em Chaves se incluir a música(conservatório) como disciplina integrante (por opção) do ensino pós primeiro ciclo, já não concordo tanto, que quem opte por esta disciplina seja dispensado da EVT , pois a meu ver, ambas as “artes” são complementares e importantes na formação dos nossos jovens, como tal, deveriam ser obrigatórias, senão, continuaremos como sempre, onde só os “excepcionais” é que conseguem ter alguma formação desportiva, musical e artística, principalmente no campo das artes plásticas.

 

Claro que o ensino em Portugal, desde o 25 de Abril, entrou em laboratório e, até hoje, ainda não se passou da fase da experiência, que vai mudando conforme os governos que temos, talvez por isso, hoje tenhamos os políticos que temos e que, em termos de formação, a maioria são frutos (ou vítimas) dessas mesmas experiências de laboratório, queira lá isto dizer o que queira (ai se eu tivesse um fax….).

 

É nisto que dá um torneio de juniores internacional de voleibol com qualidade desportiva…

 

Até amanhã, ou talvez até mais logo, pois suspeito que hoje ainda vai haver repórter de serviço, pois consta que andam para aí alguns burros que não estão muito satisfeitos com a sua condição!

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:53

editado por blogdaruanove em 02/08/2009 às 14:26
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