LARGO DA MADALENA
Secou na praça o fontenário romântico
o silêncio da água fechou a tarde
num aroma de musgo e limo verde.
Apenas se ouve o pânico
de um corvo rouco
poisado na boca aberta
de um santo barroco
do frontão da igreja
escura e deserta.
E o corvo grasna assim seja.
O resto é o ruído da sombra dos muros nus à roda
tece-lhes o tempo o perfil no chão o puro atrito
do eco agudo de um grito
devolvido à nossa boca muda
pelo gosto salgado do granito.
Fernão de Magalhães Gonçalves, Andamento, Coimbra : 1984.
Hoje trago-vos a Santa Maria Maior e as Anjas da Madalena. «Anjas!?» - Ouvi por aí. Pois não sei se são ou não Anjas, a mim parecem-me ter cara de Anjas, mas também não quero aqui discutir o sexo dos Anjos, essa discussão deixo-a para os políticos que é a única coisa que sabem fazer tão bem. Mas, e também Anjas, porque se Boticas diz ter por lá uma, porque é que nós não havemos de ter duas.
Fica então a imagem de uma Santa, de nome Maria e que é Maior e as duas Anjas Madalenas, porque estão na Madalena. Santa e Anjas que podem ser vistas e apreciadas nas duas maiores igrejas de Chaves, respetivamente na Igreja Matriz na freguesia de Santa Maria Maior e na Igreja S.João de Deus na freguesia da Madalena.
E enquanto uns esperam pela banda no coreto que teima sempre em não aparecer, aí desse lado vão esperar mais um bocadinho pelo “Homem sem memória”, de João Madureira. Mas são apenas uns instantes. Até já.
Ainda ontem aqui trazia um caso de falhas numa obra, coisa pequena, mas que fazem a diferença em espaços que se querem tratados, pois tais espaços são dados como cartões de visita da nossa cidade de Chaves, e como tal, atraem quem nos visita, logo querem-se tratados com tudo no sítio. Às vezes não custa nada e dói muito menos tratar desses pequenos casos para lhes dar ou devolver o atrativo e beleza que merecem, como foi o caso recente de devolver o reboco à Capela de S.Roque, na Madalena. A capela e a respetiva praceta/jardim agradecem, e nós também. Está muito mais bonito assim.
Para já ficamos com esta imagem. Por mea culpa não temos o habitual “Discurso sobre a cidade”, pois esqueci-me de avisar a tempo e horas o discursante de hoje. Mas, embora tarde, o aviso seguiu e pode ser que ainda hoje ele chegue aqui.
E enquanto o Tenente Sampaio vai tendo uma curiosa conversa com o José, ainda no quartel da GNR das Freiras, conversa essa que mais logo, às 8H30 será aqui desvendada em mais uma crónica de “ O Homem sem memória” de João Madureira, vamos lançar olhares para a Madalena e Ponte Romana, desde o Arrabalde. É só para ver se está tudo em ordem.
Até mais logo!
E enquanto não vêm aí as crónicas de Sábado, o relato daquilo que vai acontecer em Chaves na Praça do Duque e as imagens rurais do nosso concelho, ficamos com mais uma imagem urbana de fim de semana. Mais uma da Madalena, de um pormenor da Igreja de S.João de Deus ou Igreja da Madalena (como preferirem), um pormenor da arte da cantaria, daqueles que nos deixa fora de nós, e esta igreja, está cheio deles. Pormenores de pedra, tantos, que em admirá-los até se fica “pedrado” de encanto, e então os anjos!?
Como vem sendo hábito neste blog, os fins-de-semana estão reservados para o mundo rural e as suas aldeias. Prometi que passariam por aqui todas as aldeias e lugares (rurais) do concelho, e hoje não vai ser excepção, embora algumas dúvidas possam surgir pela vossa parte quanto à ruralidade dos lugares de hoje.
.
.
Cronologicamente falando pela ordem da criação, hoje vamos até à freguesia nº50, ou seja, a freguesia da Madalena que em tempos, não sei precisar mas penso que até inícios dos anos 70 do Sec. Passado, estava integrada na freguesia de Chaves que foi extinta para dar lugar às freguesias de Stª Maria Maior e Madalena.
.
.
À anterior freguesia de Chaves, além da cidade histórica que se resumia praticamente ao actual Centro Histórico do qual o Bairro da Madalena também faz parte, pertenciam os lugares ou aldeias dos Aregos, Campo de Cima, Casas dos Montes, Prado, Ribeira das Avelãs, Seixal e Telhado. Estes lugares/aldeias eram os que constavam em documento oficial da altura, embora existissem ainda outros lugares com estrutura de bairros consolidados e separados dos atrás referidos, como o Caneiro (de baixo e de cima), o Campo da Fonte, S.Bento, Casa Azul, Sr. da Boa Morte, Codessais, todos eles da margem esquerda do rio e da actual freguesia da Madalena.
.
.
Não sei qual a razão que levou à extinção da freguesia de Chaves, mas o facto, é que (à excepção do Bairro da Madalena) de um lado ficou a cidade e do outro o campo implantado em plena veiga de Chaves, com excepção para a Ribeira das Avelãs, aldeia que já teve aqui o seu post integrado neste espaço rural do blog.
.
.
Em suma, ou rematando aqui a coisa antes de a complicar mais, a freguesia da Madalena é uma freguesia maioritariamente rural e como tal, é neste espaço de fim-de-semana que deverá ser tratada, com excepção, claro, para o núcleo histórico do Bairro da Madalena que sempre foi cidade e historicamente dentro das suas muralhas.
.
.
Claro que hoje, embora a freguesia da Madalena mantenha a sua ruralidade de sempre, tal como a cidade, o facto é que entre os lugares e aldeias da Madalena atrás referidos já não há separação física ao nível do casario e se antigamente os núcleos desses lugares e aldeias estavam bem definidos e consolidados, havendo entre eles uma eternidade (parecia) de campos de cultivo, hoje, desde o Campo de Cima ou do Seixal até Casas dos Montes, todo o espaço se percorre em ruas que se desenvolvem entre o casario existente, isto para me ficar nos limites da antiga Freguesia de Chaves, pois o fenómeno já alastrou para as freguesias vizinhas das Eiras, Vilar de Nantes, Samaiões, Valdanta, Santa Cruz/Trindade e Outeiro Seco, sendo estas freguesias (aparentemente) mais bairros periféricos da cidade que propriamente aldeias isoladas, pelo menos visto do céu, é assim.
.
.
E blá,blá,blá, tudo isto para voz dizer que hoje trago aqui o Prado, a Quinta da Condeixa e o Sr. da Boa Morte, apenas em imagem, pois quanto à sua história, pouca tem, ou melhor (que isto do português é traiçoeiro) resume-se à história de duas ou três antigas grandes quintas agrícolas e à sua vida, pois tudo o resto, é casario na veiga que essas grandes quintas foram cedendo para a construção, coisas da modernidade, das influências e de nunca ninguém ter tido tomates (é assim mesmo que se diz) para travar ou não autorizar a construção em plena veiga de Chaves, com regadio e tudo, e tanto assim é, que se chega ao ridículo e absurdo dos apartamentos em edifícios de habitação colectiva serem obrigados a pagar regadio, como se tais fossem hortas, quintas ou quintais.

.
Hoje é dia de mais um Discurso Sobre a Cidade, mas enquanto o mesmo não acontece, vamos aos pormenores das nossas obras de arte, já seculares. Esta, acontece todos os dias na Madalena, em Chaves e para a apreciar, basta seleccionar o olhar, onde outros olhares selectivos podem acontecer, dezenas deles, num autêntico museu de arte da pedra, ao ar livre, basta parar um pouco e apreciar com atenção a Igreja de S. João de Deus.
.

.
Ao ver esta primeira foto onde estava a acontecer mais uma das cheias do rio Tâmega que inundou a Madalena, vem-me à lembrança a placa que existe colocada num dos edifícios ribeirinhos ao rio e adossado à ponte romana que assinala a altura alcançada pela cheia de 1909 e da qual existem (além da placa) vários registos fotográficos que até deram origem a postais (ver em Chaves antiga posts http://chavesantiga.blogs.sapo.pt/189999.h
Penso que sejam (fotos e placas) a única referência comparativa que temos em relação às cheias atuais e, embora a placa da cheia de 1909 me parece ter sido mexida nas últimas obras a que o edifício foi sujeito, em qualquer cheia que aconteça, continua a ser a referência à grande cheia de Chaves.
Quem vai assistido às cheias que se vão repetindo, vai tendo alguns pontos de referência comparativa, mas para além da tal placa, não há outra referência oficiosa ao dispor de todos, o que me leva ao interessante que seria, junto à placa de 1909, ir assinalando com outras placas a altura que as cheias vão atingindo anualmente ou quando acontecem.
Na minha memória retenho pelo menos 3 grandes cheias: Uma que aconteceu por volta do ano de 1968, outra por volta do ano de 1978 e a última (desta tenho referências e fotografias) uma das 8 cheias do inverno 2000/2001 (quando ruiu a o baluarte do cavaleiro).
Por simples curiosidade e até com algum interesse científico de registo dos períodos de xis anos em que acontecem, a tal placa seria bem interessante.
.

.
Devaneios ou talvez não à volta de uma cheia à qual a primeira foto nos leva e que sem dúvida foi também uma grande cheia que poderá ser mesmo a de 1909, pois não tenho qualquer dado sobre a data da foto.
Já quanto à segunda foto tenho todos os dados e embora sem cheia, dá para comparar um pouco as transformações que aconteceram na Madalena, felizmente não muitos, ou seja, manteve-se o casario e a leitura da antiga vila de Chaves, com algumas alterações e recuperações inevitáveis que não ferem nem destoam do conjunto. Claro que me refiro ao lado direito visível na foto, pois do lado esquerdo temos mais um atentado cometido no centro histórico de Chaves e na Madalena, que embora de cércea aceitável, está (arquitetónicamente falando) desenquadrado do conjunto do casario e que após outro atentado que ocorreu em meados do século passado com a demolição da casa dos arcos, tudo sugeria que esse edifício deixasse de existir e desse lugar a uma grande e interessante praça na Madalena.

.
Quando se comparam fotografias antigas com as actuais do mesmo local, uma das coisas que salta logo à vista são as asneiras, mas, felizmente nem sempre há asneiras a registar e a foto actual é uma boa prova disso, pelo menos não há mamarrachos à vista. Claro que tudo isto é relativo, neste caso ao tempo que separa estas duas fotos, pois a haver crimes urbanísticos neste local, aconteceram antes da primeira foto. E houve-os!
.

.
De facto, ao fundo, já houve em tempos uma muralha (seiscentista) que foi cedendo à pressão urbanística dos finais do Séc. XIX para dar lugar ao casario que ainda hoje existe. Foi também nesta altura (da muralha) que o Jardim Público foi construído pelo banqueiro Cândido da Cunha Sotto Mayor, para o qual também se sacrificou a muralha. Assim, se por um lado até podemos ser críticos para com Sotto Mayor por ter destruído grande parte de muralhas, pelo outro, temos de lhe estar agradecidos, pois se o jardim não existisse, pela certa que hoje teríamos todo aquele espaço coberto de casario.
Uma fotografia antiga do Rio Tâmega
e do Bairro da Madalena
um poema de José Carlos Barros
http://casa-de-cacela.blogspot.com

.
i.
O barco está errado: o fotógrafo
(anónimo?) o terá pressentido no exacto momento
do disparo. A vela, esse belíssimo triângulo
isósceles, deveria inscrever-se no estrito
espaço escuro entre as duas casas
e separar-se dos elementos verticais do fundo
de que acaba por parecer
fazer parte: ligeiramente mais à direita.
E o seu reflexo na água, assim,
cortaria a mancha de sombra
como uma afectuosa cicatriz ténue.
ii.
Há um momento de angústia: esse em que o fotógrafo
acredita ter-se encontrado ele mesmo
com o momento único e irrepetível.
O autor deste retrato o pressentiu
por um instante: mas disparou tarde: quando
já o barco avançara. Bem certo é
que chegamos quase sempre tarde
às coisas perfeitas que nos esperam.
iii.
O jovem está errado: há uma identidade
que se perde, uma individualidade
que se esbate: a sombra vertical
de uma das árvores, reflectida no rio, não deveria
tocar a sua cabeça e misturar-se nela.
iv.
O barco e o observador são apenas um
e mesmo elemento da composição: o barco
não existe sem o jovem que o surpreende
num lento movimento à superfície
das águas; e o olhar do jovem não existe
sem a imagem de espelho devolvida
aos seus olhos pela vela muito branca, leve,
esguia, quase imaterial.
v.
O círculo e o quadrado de luz, à direita,
sob o último arco da ponte, estão
errados: rasuram o fulgor da estreita linha
iluminada do tronco da árvore em primeiro plano:
como se a não deixassem erguer-se inteira
para o céu do fim de tarde;
como se lhe impedissem a delimitação
da pressentida fronteira; como se o fogo irrompesse
por dentro da fotografia
onde mais não deveria existir
que um lume vagaroso.
vi.
Tudo o mais está certo: a ponte
que parece continuar para onde já não está
à força de aterros sucessivos
e alicerces; o volume dos edifícios num dinâmico
equilíbrio de vãos e coberturas, empenas
cegas, trapézios; e o rio,
claro, que vem de Espanha
e resiste aos erros de um retrato em que,
como quase sempre, não foi possível unir o tempo
e os fios todos
das múltiplas variáveis em jogo.
Em matéria de demolições, Chaves bem poderia entrar para a história dos disparates, pois quase tudo que historicamente tínhamos de melhor, ao longo dos anos e dos séculos, foi sendo demolido ou absorvido. Começando pelas muralhas medievais, passando pelas seiscentistas e terminando nos edifícios públicos e militares. Em nome da modernidade e de muitos interesses particulares, porque esta coisa dos interesses já não é de hoje, sempre encobertos pela capa da modernidade, foram-se cometendo os maiores crimes no nosso património arquitectónico e histórico.
.
Rua Direita - Inícios do Séc. XX
.
Nos disparates e ilegalidades particulares, nesses, nunca se entra e quanto a demolições, está quieto, pois têm dono, que têm amigos e familiares que são amigos de outros amigos e familiares de outros tantos e, não vale a pena estar para aí a criar ondas quando o mar está tão sereno… e depois, os papalvos do povo, comem aquilo que lhes derem.
.
Rua Direita - 29.Nov.2009
.
Mas também é tudo uma questão de modas e das cabecinhas que estão no poder. Já se sabe que a moda actual tem sido o empedrar de praças, que por serem públicas, são de toda a gente e como tal, não são de ninguém, ou melhor, não têm dono, não têm amigos, familiares e essas coisas todas. Mas, diga-se a verdade, desde que foi criado e limitado o centro histórico tem havido também alguma preocupação em preservar a cidade antiga. Embora, claro, muitas vezes a preocupação não passe de boa intenção, pois por pura desobediência, também amizades, intempéries de fim-de-semana ou contorno das Leis, os proprietários, lá vão fazendo o que lhes dá na gana…
.
Praça da República - Inícios do Séc. XX
.
Mas ia eu na questão da moda. Pois se houve tempo em que as muralhas da cidade eram apenas um estorvo ao crescimento da mesma e, por isso se foram demolindo, tempos houve em que se aproveitaram para encostar (adossar) as casas, o mesmo aconteceu com a Ponte Romana e só não foi demolida ou não construíram em cima dela, porque ela era a única passagem para a outra margem do rio.
.
.
Depois veio o tempo de acabar com as ruas estreitas da cidade e, se para a nova cidade o conceito até era valioso, como o foi na Avenida Nun’Alvares, para o centro histórico seria um desastre que, ainda começou a ser ensaiado na Travessa das Caldas e na Rua de Santo António. Note-se no desalinhamento do Café Sport/Atique e nos edifícios do Antigo 5 Chaves, Sarmento e Telecom, precisamente para dar origem à tal avenida larga do centro da cidade.
Depois veio a moda de demolir tudo que era edifício militar, tal como aconteceu na envolvente do Castelo (Torre de Menagem), os edifícios do Jardim do Bacalhau encostados à muralha e ainda antes da demolição do edifício de Cavalaria, a própria muralha, etc. E se algumas dessas demolições até seriam de aplaudir, como as que estavam adossadas ao castelo, não só pelo castelo mas também pela falta de qualidade arquitectónicas das mesmas, já há outras que foi um autêntico disparate mandá-las abaixo, como o edifício militar do Terreiro de Cavalaria (Jardim do Bacalhau).
.
Madalena - Inícios do Séc. XX
.
Mas hoje, quero ir para o tempo em que foi moda demolir as casas dos arcos de Chaves, as mesmas das quais hoje deixo por aqui as suas imagens. Felizmente que não eram muitas mas de entre demolições e alguns arcos tapados, Chaves, ficou sem casas com arcos.
Claro que em nome da modernidade, tudo isto é discutível e, aposto até, que haja por aí muita gentinha que veria com bons olhos que toda a cidade antiga, porque está velha, fosse demolida para no seu lugar nascerem bonitas torres de b€tão.
.

Madalena - 29.Nov.2009
.
Mas mais interessante ainda, seria virem à luz, as razões ou pretextos que levaram à demolição de todos esses edifícios antigos e, como com golpes de mestria, razões e pretextos deixaram de ter razão de ser.
Mas das três imagens que hoje vos deixo por aqui, penso mesmo que só no caso da Praça da República é que a cidade ficou a ganhar, pois no caso da Rua Direita hoje seria um mimo termos lá aquela casa dos arcos e no Caso da Madalena, a demolição da casa dos arcos , foi um autêntico atentado ao coração da Madalena, ainda para mais, para dar lugar à imagem actual.
Sonho que um dia a moda mude e, venha por aí gente com nóia pró poder e com poder, para demolir mamarrachos.

.
Colecção de 6 gravuras do Centro Histórico de Chaves, reproduzidas em baixo-relevo de estanho, com caixilho em madeira de castanho, etiqueta/legenda em estanho e estojo com interior revestido em cartão-veludo vermelho e caixa exterior em cartão, imitação pele de cobra em tons vermelhos.
Características:
Material: Estanho a 98%
Dimensões do baixo-relevo em estanho: 16x12 cm e espessura variável;
Dimensões do caixilho em madeira de castanho: 21x18cm e espessura de 2,2cm;
Dimensões do estojo: 34x30cm e espessura de 5cm;
Autor do desenho original: Fernando Ribeiro
Autor do baixo-relevo em estanho – Pereira Ribeiro
Estiqueta/Legenda – Em estanho 98%, com a designação do local reproduzido e nome do autor do desenho original.
Estiqueta/Garantia – Colocada no verso, com designação da fábrica (Grão-Mestre) e percentagem de estanho (98%).
Assinada: Pereira Ribeiro/Estanhos Grão Mestre
Ano: 1994/1995
Número de edições: 3 (três)
1ª Edição: 1994, com 30 exemplares de cada gravura, numeradas de 1 a 30, executada para a Câmara Municipal de Chaves, para ofertas de cortesia e entidades.
2ª Edição: 1994, com 30 exemplares de cada gravura, numeradas de A-1 a A-30, executada para comercialização e venda ao público.
3ª Edição: 1995, com 30 exemplares de cada gravura, numeradas de B-1 a B-30, executada para a Câmara Municipal de Chaves, para ofertas de cortesia e entidades.
Execução/fábrica: Estanhos Grão Mestre, Porto.
A imagem reproduzida neste post, corresponde ao baixo-relevo da da Igreja S.João de Deus-Madalena e é da 1ª Série, numerada com o nº 1.


. Igreja de S.João de Deus ...
. Um coreto sem banda e um ...
. Capela de S.Roque - Madal...
. Um olhar sobre a Madalena...
. Mais um pormenor da Madal...
. Madalena Rural - Prado, Q...
. Chaves de Ontem de de Hoj...
. Chaves de Ontem de de Hoj...
. Discursos Sobre a Cidade ...
. Chaves de Ontem e de Hoje...
. Coleccionismo de Temática...

. As minhas páginas e blogs
. Gravuras e Postais de Chaves
. Fio Azul
. Animação Sociocultural
. RIA
. Cidade de Chaves
. De interesse público
. Imprensa
. Expresso
. Público
. Páginas e Blogs
. A
. Aquae Flaviae - Grupo Cultural
. Amigos dos Animais de Chaves
. Aguas Frias - Aguas Monforte
. António Lousada - Fotografia
. Aveleda
. Azoriana
. B
. C
. Cancelas
. Chaminés
. Club de Campismo e C. de Chaves
. Curalha
. D
. DE SVO
. E
. Eirense
. Espelho Mágico (Ana.M.Borges)
. F
. Faiões
. Fotografia - Na alma de um poema
. Fronteiras - Histórias da Raia
. G
. H
. I
. Instante
. J
. Jumento
. L
. Lebução de Valpaços - A terra, a gente e a vida
. Luas
. M
. N
. Nadir Afonso - Espacillimite
. Nós
. O
. P
. Pegasus
. Q
. R
. S
. Soutochao (aldeia galega da raia)
. Sérgio Pinheiro - Fotografia
. Swing
. Sentir
. Seara Velha - À Volta do Pote
. T
. TAMAGANI
. U
. V
. Valdanta
. Vidago - Pag. Junta de Freguesia
. Vidago, Bombeiros Voluntários
. Vilarandelo - Um dia uma imagem
. X
. Z