Quarta-feira, 31 de Maio de 2017

Momentos com ou sem poesia...

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No meu mundo as imagens pedem-me palavras que possam transmitir a sensação do momento em que as vivo, sem muitas palavras, apenas algumas, poucas, às vezes basta  mesmo só uma. É assim como uma espécie de um momento poético ou um poema em que o título diz tudo, mas que nós vestimos de versos como se houvesse a necessidade de taparmos a nudez  do poema. Os momentos hoje vividos também me pedem essas palavras. Poderia  muito bem ir bebê-las a um poeta “Não sei nunca o que me trazem as palavras, elas gostam tanto de me surpreender. Hoje ao levantar da névoa trouxeram-me a casa sobre o rio…” ou então desenhá-las sobre o rio, pendurá-las nos ramos das árvores, pô-las a escorregar pelos telhados abaixo ou misturá-las entre os passos das pessoas, assim ao jeito  Ana Hatherly , como ela tão bem fazia. Mas as minhas relações com a poesia sempre foram complicada e depois, como sempre, nela seria lido o que cada um quisesse ler e não o sentir de um momento que de tão íntimo se torna quase intransmissível. Assim, fica a liberdade para que cada um veja o que quiser e sinta o que lhe der na gana.

 

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Palavras, palavras e mais palavras, apenas palavras que não se conjugam lá muito bem com os silêncios das melodias ou o estar só no meio da multidão, transparentes,  sem sequer sermos sombras, apenas momentos, muitos momentos que depois de isolados e congelados vamos saboreando no entender do momento,  sem palavras a atrapalhar ou a conduzir-nos, assim como se nos  desenhassem e quisessem impingir  uma circunferência quando nós preferimos o circulo ou até, e apenas, paradinhos num ponto qualquer  de uma reta por não nos apetecer outra coisa, como se fôssemos um catavento enferrujado por estar farto de virar ao sabor do vento.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:23
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Sexta-feira, 26 de Maio de 2017

Momentos traídos pela memória...

1600-(47144)

 

As margens dos rios sempre têm uma dose de magia, mas esta entrada para o rio, além da sua dose de magia é acrescida de um bucolismo ao qual não se fica indiferente. Podia muito bem  inspirar um poema, estórias de amor, muitas brincadeiras de criança, ser um cais de chegada, lugar de encontros ou partidas, inspirar um tela, eu sei lá, podia ser tudo que a nossa imaginação permitisse se o passado não fizesse parte da memória.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:27
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Terça-feira, 9 de Maio de 2017

Devaneios com alguma lucidez à mistura...

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Agora chegado ao meu momento de estar a sós comigo próprio, apenas eu, vou tendo tempo  para alguma introspeção na tentativa de descobrir o porquê de às vezes chegar a esta fase do dia assim como agora estou e entre  devaneios, alguns rasgos de lucidez e outros de estouvadez, consigo chegar a algumas conclusões, mesmo que para isso tenha de recuar um pouco ao passado para melhor me compreender , e num de repente lembro-me de uma vez ter comentado um texto num blog amigo,  de autoria de um amigo, do qual reproduzo aqui um pouco:  

“ (…) poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, poongzungting, peng, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, poongzungting, poongzungting, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, pling, pang, pong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pung, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, poongzungting, pang, pong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, poongzungting, pang, pong, pung, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plang, plong, plang, plong, pling, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, pling, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pling, pling, plong, pang, poongzungting, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, pling, plang, plang, plong, plang, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, pling plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong, plong, plong, plong, plong, plong, plong-poongzungting-poongzungting, pang-pong, pfind, tong…”

 

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Eram textos deliciosos do tempo em que compreendia e percebia na perfeição esse meu amigo, a sua poesia e musicalidade quase de arpas celestiais (cuja música não conheço mas imagino). Infelizmente hoje já não escreve assim, tornou-se mais erudito, mais chato de ler, mais certinho e arrumadinho atingindo a banalidade do que é politicamente correto em termos de escrita, um verdadeiro intelectual, quase como aqueles poetas que escrevem um poema e vivem dentro dele sem dele conseguirem sair e compreender a realidade que vai à sua volta.

 

Há dias estive num congresso de Animação Sociocultural, quarenta e tal especialistas, quase todos professores doutores de universidades portuguesas e estrangeiras. Aprende-se muito nestes e noutros congressos, mas nele aconteceram dois momentos marcantes que para mim valeram todo o congresso, um por parte do Padre Lourenço Fontes quando à pergunta de se era verdade que as estrelas do céu em Vilar de Perdizes eram mais brilhantes?, ele respondeu: Não, falta lá uma… O segundo momento foi a entrada de um careto de Podence que também em resposta a uma pergunta, abeirou-se do parlatório e respondeu: “ Blá-blá-blá, blá-blá,  blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá. Blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá! Blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá,  blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá, blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá, blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá- blá-blá…. Claro que não vos vou deixar aqui a resposta completa, sobretudo porque foi longa, mas esclarecedora, assertiva e conclusiva, tanto que deixou todos os conferencistas e congressistas esvaziados de outra qualquer questão.

 

 

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 Como esta prosa já vai longa, passemos, tal como os advogados o fazem,  às conclusões onde está a essência de tudo, ou à moral da história se preferirem ou ainda à realidade das coisas ou do porquê chegar assim ao fim do dia e a resposta é simples – MEDIOCRIDADE, a dos homens, sobretudo a daqueles que têm como única ambição a ambição. É por isso que gosto de gente simples e estouvada. E com esta me vou à procura daquela estrela que falta no céu.

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:25
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Quinta-feira, 4 de Maio de 2017

Apenas mais um momento

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Tudo seria diferente se todas estas quase infinitas engrenagens não fossem um corpo só, se cada parte pudesse desobedecer ao todo, deixar cada sentido numa rua, numa coisa, numa casa, num momento, noutro corpo, mas não, somos assim como somos, um corpo só, obediente e hoje é dia quatro de maio, faltam duzentos e quarenta e um dias para terminar o ano e vamos para onde formos e por onde formos, é para lá que caminham os nossos passos.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:47
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Sexta-feira, 7 de Abril de 2017

Momentos de Chaves cidade

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:13
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Sexta-feira, 3 de Março de 2017

Divagações sobre coisa nenhuma

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Hoje apetecia-me divagar um pouco sobre o que é viver em sociedade e esta nossa tendência, ou necessidade de sermos gregários, mas não tenho tempo para ir por aí, aliás até é coisa que nem quero, nem gosto de trazer à discussão com os outros. Prefiro antes tecer os meus pensamentos, em silêncio, onde verdadeiramente somos livres de lhe dar liberdade sem ter de a limitar por causa da liberdade dos outros, daí preferir ouvir que falar, mas sem ser obrigado a ouvir. Ouvir porque quero, porque me apetece sem ter de responder, concordar ou discordar. Ouvir apenas como quem observa ou observar ouvindo, mas não é fácil, porque isto de sermos gregários é complicado e, pela necessidade de palco que as representações requerem, às vezes somos obrigados a ser espectadores sem o querer.

 

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Apetecia-me realmente divagar um pouco sobre essas coisas, mas não o vou fazer, não só pela falta de tempo e do não quer ir por aí, mas também porque as palavras têm outros significados para além dos significados que lhes queremos dar, e às vezes, leem em nós outra pessoa que na realidade não somos. É complicado, por isso, acho que vou dormir porque com os sonhos, também me entendo. Mas ainda antes de me retirar, vou-vos dizer o porquê das coisas, ou o porque destas palavras, mesmo correndo o risco de não me entenderem. Tudo porque vos queria deixar apenas a poesia da primeira imagem que publico junto com estas palavras, mas, senti a necessidade de ter de deixar uma segunda imagem…

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:32
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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2017

Momentos da Rua Direita - Chaves - Portugal

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Não sei quantas vezes subi e desci esta rua, mesmo não sendo aquela que me é mais habitual, já se contam em centenas as vezes que a caminhei, no entanto, daqueles momentos que ficam registados na memória para toda a vida, daqueles que de vez enquanto um aroma, um gesto, um sorriso ou um olhar o fazem despertar para recordar com carinho, apenas me lembro de três ou quatro.  Momentos breves que de novo volto a guardar para outro clique que o faça despertar.

 Aqui, neste pequeno momento de rua,  ficou registado um olhar que me atravessou sem me ver, ainda parei para o cumprimento, mas em vão. Esbocei um sorriso terno e continuei o meu caminho…

Hoje também eu lanço muitos desses olhares que atravessam as pessoas sem as ver. Não o faço por mal nem por bem, acontecem, nem sequer são refletidos, os meus pensamentos é que já vão muito além dos meus passos e dos meus olhares, e quando desperto destes momentos, de novo esboço um sorriso. Que fazer!? – Nada, afinal de contas são coisas dos genes.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:07
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016

Momentos pois!

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Cada um vai ao que vai e vai muito bem, até pode ser que vá ao mesmo, mas vai por onde quer e como quer. Ninguém tem nada com isso. É isso que nos distingue, que nos torna singulares, interessantes ou não, diferentes, mesmo que iguais… era tão bom que assim fosse!

 

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Tá bem, voltemos a normalidade dos dias, ao politicamente correto, ao cliché, à rotina, à chatice se faz favor, obrigado. Oh! Que se foda, lá terá de ser. O palavrão era escusado, pois era, mas apeteceu-me…  

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:29
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Terça-feira, 11 de Outubro de 2016

Momentos que esperam por nós

1600-pisoes (204)

 

Confesso que me dá gozo andar por aí à caça de imagens, mas ainda me dá mais gozo trabalhar as imagens a meu gosto. Enquanto as trabalho, os meus pensamentos andam por aí em liberdade. Por exemplo enquanto tratava a imagem de hoje, entraram nos meus pensamentos os passos telúricos de Torga e um poema seu intitulado “Pânico” que passo a transcrever:

 

Pânico

 

Olho, aterrado, a grande mesa posta.

Quem presumiu em mim fome tamanha?

Todo o maná sagrado da montanha

Servido lautamente

A um só conviva!

À luz do sol–poente,

Numa quase agressiva

Pressa de comunhão, as penedias

São raras iguarias

Dum banquete irreal

De que sou comensal

Apenas eu…

Como se um pigmeu

Pudesse devorar num breve instante

A refeição eterna dum gingante!

 

Palavras que levaram-me até ao meu amigo que não gosta do Torga,  que pela certa também não gosta da imagem de hoje, tudo, porque penso eu, a imagem fica bem com este poema e o contrário também, daí isso… ia eu pensando. Depois o pensamento já andava à procura de um possível título para a imagem que, por mais voltas que ele desse, ficava sempre no “q.b.” o mesmo das receitas culinárias — Mas nunca ficar aquém do q.b. nem nunca ir além dele, acaba por ser uma chatice, daí tanto prezar as amizades que me desembargam a alma, embora às vezes, também elas precisem ou precisassem de ser apimentadas...

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:06
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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2016

Momentos que esperam por nós

1600-neblinas (19)

 

Podia simplesmente ter passado indiferente, não olhar sequer, mas olhei e parei. Às vezes, também nós saímos das nossas neblinas…

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:08
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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2016

Momentos que esperam por nós

1600-algures.jpg

 

Os momentos mais belos das nossas vidas não acontecem por acontecer, nem caem do céu por sermos abençoados, nem sequer  precisam de ser inventados. Eles estão por aí, algures, no dobrar de uma esquina, para lá de uma montanha, no fundo de um vale, na corrente de um rio, num sorriso que nos surpreende, num olhar que nos atravessa, num gesto que nos invade. Se o procurarmos, ele aparece como se viesse ao nosso encontro ou estivesse à espera de nós.

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publicado por Fer.Ribeiro às 05:48
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2014

Momentos de Meditacão

1600-(20074)

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:35
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Sábado, 22 de Março de 2014

momentos, olhares e devaneios -1

 

Hoje porque sim, porque me apetece, vou deixar por aqui alguns momentos, alguns olhares e até devaneios. Tudo do mundo rural flaviense, quer a ruralidade aconteça ou não.

 

Fica o primeiro momento tomado num olhar, talvez um devaneio. Aconteceu próximo de Pereira de Selão.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 17:00
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Terça-feira, 19 de Abril de 2011

Pedra de Toque - Momentos

 

 

 

MOMENTOS

 

          Não sei que te diga e são tantas as coisas que tenho para te dizer e não dizer. 

 

         É noite. Antiquíssima como lhe chamou o poeta. 

 

         A solidão percorre dolorosamente os corredores da casa. E chega inevitável ao meu quarto. 

 

         Apanha-me naquele limbo onde o sono espreita.

 

         Cerca-me. Comprime-me 

 

         Só tu és a ponte desta ilha. Só tu és abrigo.

 

         Mas estás longe demasiado longe, porque és feita de pedaços das musas que conheci e me inspiraram.

 

         Quando cerro os olhos o mar à minha volta vira vendaval de saudade.

 

         Queria dizer-te que tenho precisão de ti.

 

         Mas não posso. Melhor não devo.

 

         Não entendias devidamente.

 

 

        

         Será que consigo partilhar sentimento?

 

         Será que consigo dar-me para além dos sonhos, que tardo a desvendar?

 

         Às vezes esqueço-te e embarco naquela que me acaricia o corpo e com quem navego em águas serenas que só se revoltam até aos orgasmos possíveis.

 

         Depois a ansiedade provoca a, angústia insuportável que finda nas ruas do cais agitado para onde deslizo todos os dias.

 

         Quando o cansaço chega, - o corpo debilita e a cabeça ferve, – procuro novo porto onde o resguardo acontece e aí tornas-me solidário, fraterno, forte sobretudo quando repouso a cabeça no colo quente do teu ventre.

 

         Este carrossel alucinante, esta girândola, não de lágrimas mas de querer dizer e não dizer, esta tortura que no fim desagua sempre na solidão, magoa até no sono.

 

         E só alivia quando me sento junto ao baú da memória e lá bem fundo te vou tirando aos bocadinhos.

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publicado por Fer.Ribeiro às 18:12
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