Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Mestre Nadir Afonso, hoje em Cascais

 

.

 

Para os flavienses e não flavienses que andem hoje pela zona de Cascais, fica o alerta, pois o nosso mestre flaviense Nadir Afonso também vai estar por lá, no Centro Cultura de Cascais, às 21H30, para inaugurar mais uma das suas exposições – UTOPIAS URBANAS.

 

.

 

 

 

.

 

Para quem não puder assistir à inauguração, a exposição irá estar patente ao público até dia 31 de Outubro, de Terça a Domingo, das 10 às 18 horas.

 

Entretanto, até 30 de Setembro, a obra de Nadir Afonso continua também por Chaves, na Biblioteca Municipal e integrado na Bienal de Chaves.

publicado por Fer.Ribeiro às 02:16
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

Nadir Afonso Soma e Segue - Doutoramento Honoris Causa

 

.

 

Amanhã, dia 20 de Julho às 16 horas na universidade Lusíada de Lisboa, Nadir Afonso recebe o Doutoramento "Honoris Causa".

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Fer.Ribeiro às 10:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 5 de Julho de 2010

Nadir Afonso em Lisboa e Chaves

 

.

 

"Nadir, Multiplicado"

 

Livraria Babel – Chiado

 

de 6 de Julho a 14 de Agosto

 

Rua da Misericórdia, 68 - Lisboa

 

 

Aberta de segunda a sábado das 10h às 20h

 

Curadoria de Miguel Matos

Com o apoio Manufactura de Tapeçarias de Portalegre

 

Inauguração dia 6 de Julho às 19h

 

Nadir, multiplicado


 

“Por princípio a obra de arte sempre foi reprodutível”, afirmava Walter Benjamin logo na primeira linha do seu texto A Obra de Arte na Era da sua Reprodutibilidade Técnica1. Nadir Afonso, ao longo da sua carreira como pintor, tem recorrido consistentemente às técnicas gráficas para aumentar o poder de exposição das suas obras. A serigrafia e a tapeçaria são práticas constantes, que utiliza recorrendo a técnicos seleccionados e acompanhando todo o processo.

 

Com estas técnicas, consegue uma “democratização” e difusão das imagens que cria, para além das transformações plásticas e de escala que cada uma delas implica.

 

Para Nadir Afonso, a forma, a geometria e a harmonia de composição são o centro fulcral da obra de arte. O suporte em que essas realidades plásticas nos aparecem à vista é considerado por si como um elemento secundário. Aliás, refira-se que quase todas as suas telas não são telas na sua origem. Tudo começa com um estudo feito a caneta num minúsculo rectângulo de papel, onde o essencial de uma obra sua se revela. Após isso, o artista desenvolve o esboço num segundo momento, normalmente utilizando o guache. Passando a fase do desenho a caneta, o guache é por si tão trabalhado que ganha estatuto de obra independente. Nadir pinta de novo a ideia inicial, mas em formato maior, amplia e desenvolvendo o primeiro desenho. Só depois disto parte para a terceira fase, em tela, aplicando a composição e as cores já pensadas e reflectidas nos dois primeiros momentos. A tela passa a ser uma reprodução ampliada do guache. Tendo em conta estas fases de reprodução/adição/ampliação, torna-se difícil determinar com clareza o que é afinal a obra primeira e única. A tela é apenas o passo final, a estabilização do processo.

 

“Na sua esquemática nudez, a pintura, como toda a obra de criação, obedece às leis da natureza universal pressentidas através duma percepção sensível”2 - com esta frase, Nadir Afonso abre uma janela para começarmos a entender a sua visão acerca da criação artística.

Uma obra sua é uma criação da intuição, manifestada visualmente. Neste contexto, “tal como o tema, a técnica que emprego numa obra é coisa secundária. As leis da matemática é que são essenciais e estão sempre lá”, diz com convicção. Cada obra tem a sua lei natural e esta aparece independentemente do seu suporte. As serigrafias e a tapeçaria apresentadas nesta exposição representam, de forma abstractizante, cidades. Mas para o artista, o tema é apenas pretexto para a composição das formas e linhas. A perfeição, a evocação e a originalidade revelam-se em elementos geométricos e são realçadas nas suas relações matemáticas.

 

Nadir Afonso não cria obras em específico para serigrafia ou tapeçaria. Todas elas são reproduções em diferente escala e técnica.

 

No entanto, na sua opinião, a reprodução em múltiplos não desvaloriza em nada a obra original e contém em si os elementos plásticos intactos, que permitem ao observador obter a experiência estética. A questão da divergência original/reprodução não lhe interessa, pois o âmago da criação situa-se na imagem e na matemática nela contida, elementos que transitam com a reprodução. Com a serigrafia e a tapeçaria, o objectivo de Nadir Afonso é divulgar a sua obra, fazê-la chegar a mais pessoas, torná-la cada vez mais universal, como o espírito que as habita. O artista conclui de forma esclarecedora:

 

“Tenho prazer em realizar uma obra, mas quando sinto que a obra se transmite, dá-me muito mais prazer. Se uma obra estiver fechada à comunicação é uma tristeza”.

 

Miguel Matos

 

1Benjamin, Walter. Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política, p.75.

Relógio d'Água, Lisboa, 1992.

 

2Afonso, Nadir. O Sentido da Arte, p.9. Livros Horizonte, Lisboa, 1999.

 

--

http://babelaoquadrado.blogspot.com/p/exposicao-do-livro-michelangelo-la.html

http://folhadesala.blogspot.com

 

 

.

.

 

Geralmente, temos pena, de Lisboa ainda ficar tão longe e de não podermos assistir ou visitar as exposições do Mestre Nadir Afonso, mas nem por isso nos podemos lamentar, pois o Mestre tem mantido sempre Chaves a par da sua obra com as exposições que por cá realiza.

 

Dia 8 de Julho, temos mais uma, esta, em jeito de homenagem, com inauguração marcada para as 11 horas, na Biblioteca Municipal e integrada no programa das “festas” da cidade e da Bienal de Arte de Chaves.

 

Aqui ao lado, em Boticas, ficamos a saber que

 

Já arrancaram as obras de construção do “Centro de Artes Nadir Afonso”, um espaço que perpetuará a ligação do Mestre Nadir Afonso, um dos maiores expoentes da pintura contemporânea portuguesa, ao Concelho de Boticas, de onde era natural a sua mãe (mais propriamente da aldeia de Sapelos), e que permitirá elevar a oferta cultural de Boticas, colmatando a ausência de um espaço cultural condigno e constituindo uma importantíssima mais-valia para o Concelho, para a região do Alto Tâmega e até para o norte do país, assumindo-se ainda como um projecto inovador que atrairá público nacional e estrangeiro, contribuindo para a criação de novas dinâmicas e maior visibilidade de Boticas.

O “Centro de Artes Nadir Afonso” resultará da construção de um edifício de raíz, cujo... Siga o link para ler o resto da notícia: http://www.cm-boticas.pt/noticias/default.php?id=we

 

Já agora, será uma boa oportunidade para perguntar:

 

E em Chaves, quando iniciam as obras da Fundação Nadir Afonso?

2011, está à porta!

 

Mais logo, temos aqui Crónicas Segundárias.

 

 

publicado por Fer.Ribeiro às 02:47
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Terça-feira, 22 de Junho de 2010

Mestre Nadir Afonso no Museu do Chiado em Lisboa

 

.

 

O Mestre flaviense Nadir Afonso soma e segue.

 

Sem Limites – Without Limits – inaugura hoje, 22 de Junho às 19h00,  no Museu do Chiado em Lisboa, com a presença da ministra da Cultura.

 

Se está ou vai estar por Lisboa, não perca esta exposição do nosso Mestre flaviense, pois a exposição vai estar patente ao público desde hoje até 3 de Outubro.

 

 

 


publicado por Fer.Ribeiro às 09:00
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Crónicas Segundárias - Os Dois Pintores de Chaves

 

.

 

Os Dois Pintores de Chaves

 

Uma das coisas que não aprecio é a maneira como os emigrantes são recebidos quando regressam de férias à terra. Os locais tem por hábito menosprezar-los. Talvez não o fizessem se pensassem das dificuldades que muitos emigrantes passaram para sair do país, nas longas jornadas clandestinas (muitas vezes a pé), no atravessar de rios a nado (em que alguns morreram), e nas dificuldades tidas na chegada a um país desconhecido, como sejam o isolamento social e as saudades que se passam. Nunca percebi este menosprezo pelos emigrantes que bem contribuem para o desenvolvimento das terras natais com a entrada de capital. Não sei se será o comportamento exuberante de alguns deles que provoca alergia aos locais, se a inveja provocada pelos bons carros ou o desgosto com o sucesso dos outros. Se o Zé do Chico (que andava por aí a pedinchar jeiras para comer um caldo), emigra e aparece, passados 2 anos, com um carro maior que o do regedor, de certeza que vai ter que se arranjar algum defeito ao Zé, se não for no cu é nas calças à francesa.


Mas não são só os emigrantes que são sujeitos a tratamento diferenciado. Se alguém migra para uma grande cidade, como Lisboa ou Porto, imediatamente se desconfia que o migrante se acha mais fino que eles (Olha, até já fala à Lisvoa e diz vurro!), já não liga nada à terra, etc. Há até quem ache os migrantes uns traidores que abandonam a terra! O que é uma grande estupidez, porque quem tenha a ambição de exercer algumas profissões, como apresentador de televisão, cientista, ou maquinista de comboios, não o pode fazer em Chaves e por isso tem que sair. Isto não implica que quem sai perca o amor à terra e que não regresse para matar saudades, comer bom presunto, por exemplo, e, também, ser recebido como um finezas, ou simplesmente ignorado.


É o ignorar e menosprezar quem sai da terra que me leva ao assunto de hoje, que é o de Chaves ter dois grandes pintores internacionais mas apenas um deles ser conhecido (na terra, fora dela são os dois bem conhecidos). Um deste pintores é o Nadir Afonso, toda a gente o sabe, e que é uma pessoa simpática e com um grande sentido de humor. O outro, ninguém o conhece nem ninguém fala dele. Infelizmente faleceu em 2009. Mas nem esse acontecimento foi notícia nos jornalecos regionais. Nem sequer no Semanário Transmontano, que é um jornaleco com a mania que é o melhor, mas a mim me parece apenas o menos pior. Também essa má notícia não foi motivo de post aqui no blogue de Chaves.


Já agora, ó Fernando, tu não és obrigado a postar nada, mas há que estar atento, não podes falhar, é que com esta coisa do 1 milhão de visitas, estás com as costas carregadinhas de responsabilidade, o teu blogue tem mais visitas do que os jornais regionais, todos juntos, têm em 50 anos. Porta-te bem, abre a pestana.


Bem, se nenhum dos jornalecos regionais deu a notícia da morte deste grande pintor de Chaves, nem o Semanariozeco Transmontaneco, todos os outros grandes jornais, mais televisões e rádios, a deram.


Esse pintor chamava-se João Vieira e era natural de Anelhe, onde vinha de visita quando lhe apetecia. Podem-se encontrar as notícias sobre o seu falecimento no jornal Público, na TSF, etc.


Para quem não o conhecia, aqui vai um bocadinho da notícia do Público, do dia 5 de Setembro de 2009:

 

Nascido em Vidago, em 1934, João Vieira ingressou em 1951 na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, onde frequentou os dois primeiros anos do curso de pintura.


Começou a expor em 1956, ano em que se ligou ao grupo do café Gelo, em Lisboa, quando partilhava um atelier por cima deste café com José Escada, René Bertholo e Gonçalo Duarte.


Os quatro, juntamente com Lourdes Castro, Christo e Jan Voss, fundam mais tarde o grupo KWY, em Paris, que fica também conhecido pela revista com o mesmo nome.


Mas antes, em 1957, João Vieira parte para Paris onde é aluno de Henri Goetz na Académie de la Grande Chaumière. Na capital francesa, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, trabalha com o pintor Arpad Szenes, marido da pintora Maria Helena Vieira da Silva.


Depois de outras passagens por Paris e ainda por Londres, onde em finais de 1964 lecciona no Maidstone College of Art, regressa a Lisboa em princípios de 1967 e começa a trabalhar quase exclusivamente como cenógrafo teatral.


A ligação ao teatro terá expressão nas artes plásticas, como é manifesto na sua primeira performance em simultâneo com a sua exposição O Espírito da Letra, realizadas na Galeria Judite Dacruz em 1970.


A RTP2 vai passar hoje às 22h30 o documentário “Pinto Quadros Por Letras” sobre o pintor.

 

O João Vieira foi das grandes figuras da arte portuguesa do século XX, como se lê no Expresso.Teve exposições nas melhores galerias, como o CCB ou Serralves, e ainda produziu painéis de azulejos para estações do metro de Lisboa e Budapeste, ou capas para discos, como do Vitorino.


Agora, pergunto eu: e em Chaves, houve algum dia exposição do Vieira? Não me lembro, penso que não. Porque será? Será porque ele era de Anelhe, da aldeia, ou porque os 15 km de Anelhe a Chaves são distância intransponível? Ou será que foi o ele ter ido viver para Lisboa?


Não sei explicar. O que acho é completamente ridículo que certos pintores de Chaves, que são fracotes (são quase todos, há um ou outro mediano e há o Nadir, claro, e haveria o Vieira não fosse a ignorância), apesar de bons rapazes, sejam convidados, apaparicados, e apoiados para expor aqui e acolá, e um pintor deste calibre tenha sido estoicamente ignorado. É ridículo e obtuso porque Chaves só teria a ganhar com isso, como é evidente, assim como tem a ganhar em receber bem quem bem nos representa fora da cidade.


Mas ainda se vai a tempo. Nada impede que ainda se faça uma exposição com a obra. Talvez seja complicado porque ela deve andar ocupada em mostra-se em Serralves, ou noutras grandes galerias, mas se se consegue o Nadir também se conseguiria o Vieira.


É caso para perguntar ao senhor vereador da cultura "Ó pá, andas a dormir? Olha que a pintura não é só Nadir!". E quem diz perguntar ao actual vereador, diz também a todos os seus antecessores, que pelos vistos de cultos não têm nada, ou muito pouco.


A mim é que não me podem acusar de não defender tudo que é bom da terra, sou dos flavienses mais flavienses que há, até tenho Chaves no nome!


Até à próxima Segunda.

 

António Chaves

publicado por Fer.Ribeiro às 12:00
link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito
Quinta-feira, 11 de Março de 2010

Colecionismo de Temática Flaviense – Coleção de Postais de Nadir Afonso

 

Nadir Afonso – Século XXI

Colecção Coleção de 10 postais com reprodução de obras do Mestre Nadir Afonso protegidos por caixa de cartão com fundo prata brilhante, impresso pelo exterior e interior, contendo na face uma foto do Mestre Nadir e o título da colecção coleção “NADIR AFONSO –SÉCULO XXI”. No verso da caixa, além do logótipo da Fundação Nadir Afonso, reproduz-se o título das obras impressas em postal, a saber:

A cidade dos Príncipes

Apolo

Avinhão

Gare de Austerlitz

Gôndolas

Íris

Kuala Lumpur

Os Doges de Veneza

Pequim

Toronto

.

 

.

No interior da caixa, numa das abas, vem impresso um pequeno resumo da vida e obra do Mestre.

 

Nos postais, verso, além do nome do autor e título da obra reproduzida, consta o ano de execução, a técnica utilizada e as dimensões da obra original.

.

 

.

Dados técnicos:

Autor: Nadir Afonso

Edição: Fundação Nadir Afonso

Dimensões:

            - Caixa – 108x153x60mm

            - postal – 105x147mm

 

Nº de postais: 10

Material: Caixa e postais em cartão

Impressão: A cores e P&B (foto do Mestre) sobre cartão

Nº de exemplares: Desconhecido

 

publicado por Fer.Ribeiro às 00:00
link do post | comentar | favorito
Sábado, 6 de Março de 2010

Ontem, Hoje e depois - Artistas e Exposições Flavienses


Ontem, no Porto

.

 

.

 

Mais uma exposição do Mestre Nadir Afonso. Pré-Inaugurou ontem e está patente ao público na Galeria AP’ARTE, na Rua Miguel Bombarda, 221 no Porto.

 

Hoje, em Vila Real

.

 

.

É urgente sonhar!

 

Inaugura hoje às 21.30 horas na Sala de Exposições do Teatro de Vila Real, uma Exposição de Eurico Borges intitulada « É URGENTE SONHAR» e estará patente ao público até 31 de Março.

 

Depois, em Vidago

 

.

 

.

 

Para as 15.30 hora do próximo dia 20 de Março, na Galeria Maria Priscila em Vidago, inaugura uma exposição comemorativa do Centenário da chegada do Comboio a Vidago. A exposição é de autoria de Júlio Silva, nosso colega da blogosfera flaviense autor do Meu Vidago .

publicado por Fer.Ribeiro às 12:30
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Segunda-feira, 1 de Março de 2010

Nadir Afonso em Castelo Branco

 

Para os flavienses em particular e para todos em geral que durante o próximo este mês de março estejam ou passem por Castelo Branco, há uma visita obrigatória a fazer, pois o Mestre Nadir Afonso vai estar por lá em exposição, no Museu Francisco Tavares Proença Júnior.

publicado por Fer.Ribeiro às 20:00
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Coleccionismo de Temática Flaviense - O vinho e os artistas

 

 

Artistas Transmontanos

Nadir Afonso

V.Q.P.R.D. – Valpaços

Colheita de 2001

 

 

Ideia feliz, esta, da Adega Cooperativa de Valpaços em lançar um vinho com rótulo de “artistas transmontanos”, neste caso o flaviense e Mestre Nadir Afonso, com reprodução (em rótulo) de uma das suas obras.

 

Quanto ao vinho, ainda não o provamos, mas diz a Adega Cooperativa ser de aspecto límpido, cor granada, com reflexos violáceos, nariz franco e vigoroso, aroma intenso associado a fruta bem madura, na boca apresenta-se redondo e com taninos equilibrados, proveniente de vinhas seleccionadas das castas “trincadeira e touriga”, vinificado com controlo de temperatura e estágio em barricas de carvalho.

 

Apresenta-se em garrafas de 75 cl com 14% vol.

 

No ano do lançamento, 2001, foi medalha de bronze wine Masters Challange.

publicado por Fer.Ribeiro às 02:24
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Nadir Afonso, hoje, em Lisboa

 

.

 

Nadir Afonso inaugura hoje (quinta-feira, dia 15), às 19H00,  na Galeria São Mamede em Lisboa, uma exposição de óleos e guaches “Renascimento”.

 

A exposição estará patente ao público de segunda a sexta-feira das 10H30 às 20H30 e aos Sábados das 11H00 às 19H00.

 

Mais uma oportunidade, para os que estão na capital, de acompanhar e visitar a obra do Mestre Nadir em Lisboa, mais propriamente na Galeria São Mamede, Rua Escola Politécnica, 167.

publicado por Fer.Ribeiro às 00:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Casa de Trás-os-Montes - Homenagem a Nadir Afonso

 

.

 

Por ocasião do 104º aniversário da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, esta casa regional  promove uma homenagem ao Mestre Nadir Afonso, Sábado, dia 26  pelas 16h 10m nas instalações das oficinas de S. José em Lisboa. 

 

Quanto ao programa:

 

16.10h – Homenagem ao Mestre Pintor Nadir Afonso

 

            - Palestra sobre a vida e obra do homenageado a cargo do Prof. Doutor José Henrique Rodrigues Dias;

            - Projecção de filme;

            - Leitura de poemas de Artur Maria Afonso (Pai de Nadir Afonso), por Glória de Sousa;

            - Atribuição de diploma e lembrança.

 

Uma boa oportunidade para os flavienses residentes na capital se associarem a esta homenagem ao Mestre Nadir.

 

Quanto à caricatura do mestre que apresento neste post, é de autoria de Fernando Campos e “roubei-a” no seu blog: http://ositiodosdesenhos.blogspot.com/

publicado por Fer.Ribeiro às 01:30
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Fundação Nadir Afonso em 2011

 

.

 

Quando há uns tempos atrás, na apresentação do projecto da Fundação Nadir Afonso, o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Chaves anunciava a conclusão da construção da mesma em 2011, eu, embora não o dissesse abertamente, pus em causa essa data e, no mais íntimo, sinceramente que até pensei ser um anúncio eleitoralista. Em causas tão nobres como o é a construção desta fundação, é sempre bom mudar de opinião e, até com gosto, se dá o braço a torcer. É o caso.

 

Pois parece que há muito boas notícias, apesar de ainda não confirmadas, sobre o apoio financeiro a conceder ao mesmo. Apoio cuja taxa de co-financiamento poderá ultrapassar os 70% numa obra cujo orçamento será superior a  8 000 000 de Euros

 

Felicito assim a Câmara Municipal pelo desenvolvimento e a apresentação do projecto para financiamento, que, a confirmarem-se as boas notícias, também eu passo a acreditar plenamente que teremos Fundação Nadir Afonso em 2011.

publicado por Fer.Ribeiro às 01:07
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Discursos Sobre a Cidade - Louvor de Nadir Afonso - Por JCB

 

.

 

Louvor de Nadir Afonso

 

poema de José Carlos Barros

 

http://casa-de-cacela.blogspot.com

 

 

Nunca haveremos de esquecer o fascínio

das contas de madeira do ábaco da escola

furadas para correr em prumos metálicos horizontais:

era um pequeno ábaco e provavelmente

uma parte do mundo seria decifrada

movendo-as com recurso

às técnicas de análise combinatória.

 

 

Todos os mistérios do universo se escondem

por detrás da matemática. Jorge Luis Borges

há muito nos ensinou que é possível  escrever o D. Quixote

recorrendo a uma parte insignificante das

combinações possíveis das letras do alfabeto:

o Deus dos evangelhos não O é senão

de conhecer o segredo de mover de uma só vez

as contas todas do infinito ábaco da orbe.

 

 

Assim uma árvore existe além dos ramos e das folhas

crescendo nas tardes quentes de Julho

por ter na geometria inscritas as suas pretéritas formas.

Há uma regra anterior ao crescimento do tronco

das alvíssimas bétulas de Segirei

ou dos freixos das margens do Tâmega:

apenas a essa regra e ao seu domínio subtil

responde o erguer desses cilindros perfeitos

contra o olhar e a cultura e os coincidentes erros de percepção.

 

 

Era no tempo do Liceu de Chaves e pela primeira vez

nos perturbava a ideia de que a Arte

revertia da compreensão de fórmulas

intemporais. Sabemos hoje que a natureza e a paisagem

procuram ainda na geometria as suas próprias leis

e que o fascínio da raiz do codesso

vem de compreendermos que antes da luz e dos sais minerais

que antes do colo e da coifa

um quadrado ou um círculo se inscrevem por dentro dos seus nomes

pelo lado mais intangível e íntimo e profundo.

 

 

publicado por Fer.Ribeiro às 02:05
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Coleccionismo de Temática Flaviense * Madalhas de ouro, prata e bronze

 

.

 

Pela certa que os coleccionistas agradecem os eventos que se vão realizando e vão produzindo objectos, medalhas, pins, moedas, selos, e um sem ror de coisas coleccionáveis. Um dos eventos que aconteceu em Chaves foi rico em coisas coleccionáveis, das quais algumas já passaram põe esta rubrica, como os pins, os porta-chaves e até uma réplica em bronze do Padrão dos Povos, tudo coisas que saíram dos III Jogos do Eixo Atlântico que se realizaram na cidade de Chaves e que decorreram durante os dias 6 a 10 de Julho de 1999, onde participaram cerca de 1000 atletas em representação da maioria das cidade do Norte de Portugal e da Galiza, incluindo a cidade de Chaves, contando na cerimónia de abertura com o Primeiro-ministro de Portugal de então - António Guterres e com o Presidente da junta da Galiza, também de então - Fraga Iribarne, além dos presidentes de Câmara das cidades participantes.

 

.

.

 

Prova desportiva que se preze, que neste caso até foram um tipo de mini olimpíadas, tem que ter medalhas para os vencedores, e neste caso foram cunhadas medalhas em ouro, prata e bronze, respectivamente para os 1ºs, 2ºs e 3ºs classificados de cada uma das provas ou modalidades, mas além das medalhas classificativas, as mesmas foram também cunhadas para fazerem parte de um estojo de oferta às entidades e Câmaras Municipais e organizadores do evento. São essas medalhas as que ilustram o post de hoje.

 

As medalhas têm 4,8 cm de diâmetro e 3 mm de espessura e na frente fazem alusão ao evento e à data, tendo como motivo principal o logótipo do Eixo Atlântico, no verso, a reprodução do logótipo da cidade de Chaves, de autoria de Nadir Afonso.

 

Até amanhã com mais um “Discurso Sobre a Cidade” de autoria de José Carlos Barros.

 

publicado por Fer.Ribeiro às 02:19
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Montalegre em fotografia, Chaves Virtual e Nadir sempre.

 

.

 

Truz-truz, sou eu, sem a prometida feijoada das quartas-feiras e sem peixeirada também, porque hoje vamos falar de imagem, oferecida em fotografia, a tal imagem que muitas vezes vale mais que mil palavras e faz as delícias das revistas de turismo e das agências de viagens, imagens que vendem um produto como ninguém sabe vender, imagens que fazem história e que nos fazem regressar no tempo ou avançar para ele, imagens que despertam sentimentos, imagens instrumento de trabalho, imagens simples ou mais elaboradas que vão do simples amadorismo ao profissional ou até à arte, porque a fotografia também é arte.

 

Ontem trouxe aqui como convidado o Ourigo/Carlos Gonçalves e os seus olhares sobre Chaves, no entanto é no Barroso que ele se tem deliciado com a captura de imagens. Capturas que faz com amor e puro amadorismo e que quer compartilhar com todos quantos gostam de fotografia, é pelo menos essa a proposta do grupo a que pertence, o Postais Ilustrados de Portugal, um grupo português do Flickr que, com o apoio da Câmara Municipal de Montalegre, vai levar a efeito nos dias 16 e 17 de Maio o 1º Encontro Flickr do Postais Ilustrados de Portugal para fotografar Montalegre e as suas aldeias.

 

.

 

.

 

Encontro que é aberto a todos os fotógrafos Flickr e a todos quantos gostam de fotografia,  com um interessante programa a não perder, com o inevitável convívio entre fotógrafos, as visitas às aldeias de Montalegre, além da própria vila, mas também com um Workshop conduzido por Elisa Prego e António Sá,  para terminar com um concurso de fotografia entre participantes e posterior exposição itinerante e em eventos promovidos pela Câmara Municipal de Montalegre, com a selecção das fotografias admitidas a concurso.

 

Da minha parte e em nome dos Postais Ilustrados de Portugal fica o convite para todos os fotógrafos Flickr de Chaves e para todos quantos acompanham este blog.

 

Para informações e programa basta seguir este link:

 

http://www.flickr.com/groups/postaisilustrados/discuss/72157616570492043/

 

Para inscrições (já abertas) e esclarecimentos seguir o link:

 

http://www.flickr.com/groups/postaisilustrados/discuss/72157616570492043/

 

 

Mas quanto a imagem não é tudo, pois nós por cá temos mais uma edição do FESTIMAGE, a 4ª edição, organizado pelo Semanário Transmontano e pago pela Câmara Municipal de Chaves, a levar a efeito nos moldes dos anos anteriores, infelizmente sem alterações ao regulamento, ou seja, mantenho os lamentos dos anos anteriores em relação a este festival, com o qual concordo em linhas gerais mas tem o senão de não haver prémio para fotografias sobre Chaves e suas aldeias, onde Chaves não sai nem bem nem mal na fotografia, apenas não sai.

 

.

 

.

 

No entanto a Câmara Municipal, embora entre aspas, diz no seu boletim que o festival tem sido um “sucesso”. As aspas lá terão o seu significado, a realidade é que Chaves seria muito mais divulgada se o fosse em imagem, com fotografias cá da terrinha, em vez de virtualmente, receber fotos de outras paragens, com fotógrafos de todo o mundo (sim senhor) mas sem saberem sequer onde isto fica e, lá vão indo prémios para Indianos, com fotografias da Índia, onde nem sequer o vencedor põe os pés em Chaves para receber o prémio, pois até a entrega de prémios é feita virtualmente num click de computador. Virtual demais para o meu gosto e,  não são meia dúzia de fotografias penduradas durante um mês nos prédios degradados,  que promovem cidade no mundo.

 

Chaves merecia mais deste festival, além de um portal na net, um concurso feito na net, votações na net e entrega de prémios feitos na net.

 

Virtual também (ou no mínimo é estranho) que a Câmara Municipal com uma Associação Municipal que se dedica à cultura e à promoção destes eventos, tenha de recorrer a um jornal local para organizar o Festimage.

 

Mas como o festival tem sido um “sucesso” na divulgação de Chaves, não se olha ao dinheiro que se gasta nele, mas fica uma pergunta no ar – Quantas pessoas trouxe a Chaves o festival no decorrer destes quatro anos de existência? Pois penso que é isso que interessa, não é assim!? – Mas se calha eu é que sou provinciano demais, trengo, para entender estas coisas virtuais.

 

Seja como for, fica também aqui o link para o portal do Festimage onde encontrará as condições de concurso: http://www.festimage.org/

 

Mas já que falamos em promover Chaves, vamos para quem tem promovido verdadeiramente o nome da cidade por esse mundo fora: Nadir Afonso que por onde passa também leva Chaves com a sua arte e que amanhã levará a cidade mais uma vez até à capital, ao Museu Nacional de Arte Contemporânea com a apresentação e lançamento do livro “Nadir Afonso: Itinerário (com)sentido, de autoria do Jornalista e pintor Agostinho Santos.

 

.

.

 

 

Para já Lisboa, para a próxima semana será na Casa de Serralves no Porto, mas entretanto e até 22 de Maio continuará por Coimbra, numa exposição Intitulada Nadir Afonso Século XXI, no Museu Municipal e, até finais de Agosto, continuará por cá, com exposição na Biblioteca Municipal e no próximo Sábado inaugura uma exposição em Leiria.

 

Até amanhã, com coleccionismo de temática flaviense.

 

publicado por Fer.Ribeiro às 01:11
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

.meu mail: ribeiro.dc@gmail.com

.Maio 2013

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9


23
24
25

26
27
28
29
30
31


 

 

El Tiempo en Chaves
IBSN: Internet Blog Serial Number 560-22-4-1960
blog-logo Travelavenue.com.br - O Guia de Viagem- favorite blog 2010

.Facebook

Blogue Chaves Olhares

Cria o teu cartão de visita Fernando Ribeiro

Cria o teu cartão de visita peticao-utad peticao, tâmega, rio reflexos 183-podium frproart's most interesting photos on Flickriver

.subscrever feeds

.posts recentes

. Mestre Nadir Afonso, hoje...

. Nadir Afonso Soma e Segue...

. Nadir Afonso em Lisboa e ...

. Mestre Nadir Afonso no Mu...

. Crónicas Segundárias - Os...

. Colecionismo de Temática ...

. Ontem, Hoje e depois - Ar...

. Nadir Afonso em Castelo B...

. Coleccionismo de Temática...

. Nadir Afonso, hoje, em Li...

. Casa de Trás-os-Montes - ...

. Fundação Nadir Afonso em ...

. Discursos Sobre a Cidade ...

. Coleccionismo de Temática...

. Montalegre em fotografia,...

.pesquisar

 
blogs SAPO

.A espreitar

online
Estou no Blog.com.pt

.Creative Commons

Creative Commons License
Este Blogue e o seu conteúdo estão licenciados sob uma Licença Creative Commons.

.Olhares de sempre

.links

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

Add to Technorati Favorites