Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:35
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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

De regresso à cidade

1600-(30926)

 

Hoje fazemos o regresso à cidade com nevoeiro sobre o Rio Tâmega, mas são apenas algumas saudades de um dia assim, pois o nevoeiro da foto já há muito que levantou. Por cá continua o verão, embora o calendário diga que não, pelo menos de dia, pois as noites já estão fresquinhas, mas ainda não são de frio. Já agora, que se aguente assim até depois da Feira dos Santos.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:44
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2017

Coisas do tempo, hoje com nevoeiro

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Quando não temos nada para dizer, ou calhamos num elevador ou numa sala vazia com um desconhecido, valemo-nos do tempo, do meteorológico, para iniciar uma conversa. Penso que é o quebra-gelo mais utilizado para iniciar e empatar uma conversa que muitas das vezes até nem queremos ter. Mas funciona. Na verdade, o tempo, condiciona e determina parte das nossas vidas do dia-a-dia. Vai chover, então não vou. Detesto a chuva, molha, é uma chatice. Eu sei que ela faz falta na dose q/b, mas bem podia chover de noite quanto estamos a dormir. Quanto ao resto do tempo, venha ele, seja ele qual for. Geadas, frio, calor, assim-assim, neve, nevoeiro, ventanias, eu sei lá. Chuva é que não, e prontos! Estão a ver como o tempo dá sempre jeito!? Nem que seja e só para meter um textinho entre fotografias, que fica sempre bem, mas mesmo assim o que disse é sincero.

 

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Tudo por causa destas duas fotos de nevoeiro. Há quem não goste, mas para mim, à exceção de ter de conduzir uma viatura quando há nevoeiro, até lhe acho piada e gosto de andar por aí a levar com ele na face, coisas de conviver com ele desde que nasci, não fosse eu flaviense e depois, se o frio se começar a entranhar no corpo e nos ossos, dá-se um pulinho ao miradouro de S. Lourenço, por exemplo, e aí o temos a nossos pés, ainda com mais piada. Em alternativa sempre podemos recolher ao interior das casas ou entrar para um bar, tomar um café ou beber um copo, aí, visto desde o quentinho, o nevoeiro ainda sabe melhor.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:38
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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2016

Dias de névoa...

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Todos os flavienses sabem que de vez em quando a cidade fica mergulhada em nevoeiro, dia e noite. Nevoeiro que vai prolongando o seu manto pelas terras mais baixas, entrando na Galiza e prolongando-se até terras de Vidago e todo o vale da Ribeira de Oura, pelo menos. E se pessoalmente até gosto destes dias, também sabe bem subir à croa das serras e montes para apreciar o manto de nevoeiro aos nossos pés, tal como aconteceu ontem ao nascer do sol.

 

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E já que estávamos ao sol, aproveitámos o dia para ter o sol por inteiro e, ao longo do dia ter até temperaturas primaveris, Claro que também lá em cima ao nascer do sol o manto branco serve-se na forma de geada, mas com sol.

 

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Geada que nos quer fazer parecer estar a testar a resistência daqueles e daquelas sobre quem cai e se apega, e testa mesmo, pois os e as mais frágeis não lhe resistem, mas como é da natureza que se fala, falamos também da lei natural da vida onde nós, quase sempre meros apreciadores, vamos apreciando, mesmo que o frio às vezes chegue a doer.

 

E caso hoje e no fim de semana que se aproxima o nevoeiro teime em manter-se, fica a sugestão: Suba à croa das  serras e dos montes que a curta viagem vai compensá-los.   

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:35
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016

Dois momentos da época

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Mais dois momentos das nossas manhãs de névoa, estes, do e desde o jardim da torre de menagem de Chaves.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:40
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Domingo, 15 de Novembro de 2015

Um passeio pelo sol e pelas serras e montes

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Hoje ainda antes de iniciar o post, abro com a imagem a cores do “tio” Fernando de Pereiro de Agrações, pastor de cabras, já repetente aqui no blog. E disse “imagem a cores” porque todas as anteriores que por aqui deixei eram a p&b. Mas vamos ao post…

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 S.Lourenço

Hoje um pouco diferente do habitual. Em vez de termos por aqui uma das nossas aldeias, vamos fazer um passeio por várias aldeias. Passeio que foi real, que aconteceu durante a semana passada num daqueles dias em que os vales de Chaves (concelho) estavam submersos em nevoeiro. Passeio que em registos fotográficos começou na Cela, mas com um registo de S.Lourenço.

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 Tresmundes

Itinerário de um passeio que não surgiu por acaso. O destino era um pouco de sol mas também à procura de algumas cores de outono com uma passagem por Tresmundes. Tudo por causa de um comentário que ficou num post a esta aldeia em que a Maria pedia para passar por lá outra vez pois, segundo a Maria, a aldeia depois das obras do saneamento básico ficou muito mais bonita. Assim, passei por lá para confirmar e sim, notei algumas diferenças.

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 Ao fundo - Curral de Vacas

Depois de visitar Tresmundes só havia duas soluções para dar continuidade ao nosso passeio – voltar para trás e continuar a estrada de Valpaços até Limãos ou subir o estradão do Brunheiro. Optámos por este último porque no outono tenho dois registos obrigatórios, um de Vidago que já foi feito e outro na montanha de terras de Agrações. Mas também as vistas que lá do cimo do Brunheiro se lançam sobre o vale de Chaves são sempre imperdíveis, principalmente em dias de nevoeiro no vale dá gozo andar lá por cima a lançar olhares por terras mais distantes com um mar de nevoeiro a nossos pés. Achei interessante ver Curral de Vacas na fronteira do nevoeiro. Imagem que parece-se repetir-se com o motivo de S.Lourenço, mas um pouco mais distante.

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 Carvela

No final do estradão surge-nos Carvela onde houve tempo para continuar a apreciar o sol e fazer alguns registos da aldeia, mas optei por deixar um registo mais rural, sem casario, com uma cena que embora comum no mundo rural já vai escasseando – o pastor e o seu rebanho.

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 Lagarelhos

Bem lá no alto do Brunheiro o tempo dos relógios não para e como tinha compromissos para o almoço e o destino final era Agrações, havia que acelerar um pouco e assim, Maços e Santiago do Monte desta vez ficaram sem registos, mas já o mesmo não aconteceu com Lagarelhos, também a raiar a fronteira do nevoeiro mas agora de outro vale – o vale da Ribeira de Oura. Nevoeiro que sem interrupção, por entre o fundo das montanhas e servindo-se dos riachos e do Rio Tâmega, acaba por se unir ao nevoeiro do vale de Chaves. Nevoeiro no qual mergulhámos de novo, para passar pelo Seixo e Loivos, também sem registos.

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 Fernando e a suas cabras

E em Loivos abandonámos a Estrada Nacional para pela Municipal começarmos a subida até Agrações. Aqui sim, numa subida com muitas paragens. Primeiro para assistir a uma luta entre o sol e o nevoeiro, com os raios do primeiro a atravessar mortalmente o segundo. Tempo para muitos registos dos raios de sol (que já ficaram aqui durante a semana) mas também das teias de aranha cheias de orvalho. Mais à frente outra paragem, uma surpresa, ou melhor, um reencontro com o Fernando, pastor de Pereiro de Agrações com quem é sempre agradável falar e forografar. Ele gosta e o seu “retrato” até já é figura presente nas paredes do café da aldeias. Pois ficam mais duas para a coleção, e desta vez com as companheiras de todos os dias.

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Chegados a Pereiro de Agrações outro reencontro com uma velha conhecida nossa, também de outra incursão na aldeia há uns anos atrás. Na altura fizemos alguns registos no tanque da aldeia quando ia recolher água, desta vez a apanhar peras, deliciosas por sinal, como delícia foi conversar um pouco com a senhora, desta vez também na companhia da filha e do genro. Conversa que ficou curta, pois ainda tínhamos o nosso destino final para cumprir – Agrações.

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Agrações onde o Outono nos espera sempre nas cores dos seus castanheiros que anualmente vou registando. Castanheiros centenários que impressionam pelo volume dos seus troncos mas também pela resistência às intempéries que lá em cima não são a brincar, mas que nos dias de nevoeiros nos vales de Chaves podem gozar o sol que lá em baixo se inveja. Alguma gosto hão de estas aldeias de montanha, nem que seja este do sol.

 

 

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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012

Duas imagens de Chaves, outono e nevoeiro

 

Hoje é dia de “Discurso sobre a cidade”, mas enquanto não acontece, vamos ficando com duas imagens de Chaves.



 

Ainda imagens deste outono, agora também com manhãs de nevoeiro e frio, afinal manhãs bem flavienses.



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publicado por Fer.Ribeiro às 03:00
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

Mais névoa dos nossos dias

 

Como o tempo é de poupança, hoje por aqui poupamos em palavras. Ficam apenas duas imagens da nossa névoa ou se preferirem – do nosso nevoeiro, acompanhado daquilo que vamos tendo de melhor, ou seja, o nosso património do Centro Histórico.

 


 

E como agora está na moda falar do Fado, esta, a névoa, é o nosso fado, o Fado flaviense, também triste para uns, nem por isso para outros mas sentido por todos e também, há quem goste dele e quem o deteste, principalmente os ossos (dos mais idosos, claro).

 

 

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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

Chaves, a cidade da névoa

 

Ora, ele aí está, de volta como sempre, depois das chuvas chega o nosso nevoeiro e digo nosso, porque ele faz parte do ser flaviense e embora às vezes se lamente o frio, todos ficamos impávidos e serenos que nem o Duque da Praça.

 

 

Aliás se o nevoeiro é nosso, flaviense, o ficar impávido e sereno também é bem nosso, mas este já é nacional. Impávidos e serenos, vivemos sempre conformados com aquilo que nos dão ou nos tiram…

 

 

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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

Um pouco de nevoeiro flaviense

 

 

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São estes os dias que se têm vivido por cá, com muita chuva (morrinha) e algum nevoeiro, ou sejam, os dias tipicamente dos invernos de chuva e nevoeiro flavienses que vão alternando com os de geadas e céus limpos. Dias chatos estes, que fazem doer os ossos mas simultaneamente tão flavienses, tão nossos, da veiga e do Tâmega, os mesmos, que por aqui chateiam mas dos quais, à distância, temos saudades como se no sangue dos flavienses corresse sempre um pouco deste nevoeiro…

 

Até já, com António Roque e a sua “pedra de toque”.

 

 

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Chaves e o Progresso!

 

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Chaves, 6 de Setembro de 1981
 
Uma tarde de Outono como só aqui. Renques de cedros recortados no horizonte lívido, o verde carregado dos amieiros a dar profundidade às águas represadas do rio, uma temperatura branda, de banho-maria. Sonâmbula na encosta, a cidade, com a sua profusão de antenas suspensas no céu vazio, parece em comunicação telepática com a realidade. Pena que o poeta, no acto de consciencializar o sortilégio, se dissocie dele e possa apenas, distante, testemunhá-lo assim.
 
Miguel Torga, In Diário XIII
 
Palavras sentidas de quem sabia viver a cidade, mas à distância, claro!. Também eu às vezes a sinto assim, e não com a pena do poeta, mas com a alegria da distância, mesmo que vivendo dentro dela, pois chegado aos pormenores, os mesmos que alguns encantam, outros há que desencantam.
 
Chegou finalmente o Outono. As manhãs estão frescas e o nevoeiro matinal cobre a cidade, como que com um manto intimo e pardo onde só as silhuetas do recortar mais profundo da cidade sobressaem e é aí que os pormenores me invadem de desencanto e mostalgia, também parda e onde a beleza da silhueta se torna feia.
 
Em nome do “progresso” tem-se sacrificado a cidade, histórica e milenar, aquela que bem poderia ser com justiça património da humanidade, pois património não lhe falta, falta-lhe é a humanidade de tratar e cuidar dele, mas não, aqui não se trata de nada ou aliás, trata-se sempre tudo de maneira provinciana em que se despreza tudo que tem de bom e valioso em nome do progresso em querermos ser como os outros, os mesmos que gostariam de ser como nós.
 
Chaves sempre viveu o complexo da cidade pequena de província transmontana. Temos de tudo para ser grandes, uma grandeza de fazer inveja até, mas trocamo-la por miúdos e olhamos para o umbigo e somos pobres (em todo o sentido da palavra) e provincianos e sobretudo lamentamo-nos e atribuímos sempre as culpas aos outros, quando a grande culpa é nossa e vive com a nossa conformação de deixar para os outros, até o nosso sentir a cidade.
 
Claro que a culpa de tudo isto é do progresso, da ilusão do progresso e da televisão, pelo menos nos telhados do nosso centro histórico a televisão domina, tal como domina nos lares, e depois, claro, deixamos de ter tempo para debater a cidade e deixamo-la entregue aos melros dos mamarrachos ou aos índios do concreto (o termo brasileiro é bem mais concreto que o nosso).
 
Há dias assim, será pelo nevoeiro!?
 
Amanhã cá estarei de novo em Chaves, na cidade que de tanto se amar, às vezes magoa!      
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publicado por Fer.Ribeiro às 03:05
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