12 anos

Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011

Discursos Sobre a Cidade - Por Gil Santos

 

Malha minha banda!...

 

Corria o ano de 1949. A Grande Guerra que envolvera o mundo desde 39, soçobrara há apenas quatro anos. A Europa ainda lambia as feridas, em carne viva, do conflito que tanta alma ceifou. Portugal vivia embalado pelas trevas da Constituição de 33. Lavrando, semeando e colhendo, o povinho espremia o torrão pátrio, matando a fome à miséria ao mesmo tempo que se entesouravam onças, do vil metal, nos cofres do Terreiro do Paço. As rédeas da República estavam na mão do velho, nesta ocasião ainda novo, que orientava a governação para o império ultramarino de frente para o Atlântico, que tão grandes nos havia feito e de espaldas para o resto do mundo, fonte de todos os vícios e provações. O lema do orgulhosamente sós, estrangulava os horizontes do império, sufocando os poucos esclarecidos. Era Deus no céu, a Pátria no coração e a Família, pobre mas feliz, na terra. O povo contentar-se-ia com pão e vinho, missinha ao domingo, catecismo e ignorância.

 

Descanso? Quanto menos melhor e boca calada, que os bufos andavam por ai disfarçados de padres ou de regedores, lobos em pele de cordeiro. Calhava de abrires a boca e aterravas de imediato nos calabouços da PIDE, carregadinho de tabefes. É que ovelha que berra, bocada que perde! Que o diga o Virgolino do Grémio da Lavoura que perdeu as unhas dos pés por calar as reuniões clandestinas do Partido.

 

Porrada? De criar bicho. Quem dá o pão dá a criação!

 

Festas? Somente em honra de santinhos e ralas vezes. De quando em vez, um bailarico, meio clandestino, numa ou noutra eira e ao toque do realejo ou da concertina, e viva o velho, o tal!..

 

Namoro? Apenas e só do tipo falei contigo da janela pró postigo!

 

Amor a sério? Somente à escapula e sempre para procriar! Quantos mais filhos mais braços p’rá terra. Eram às rebanhadas!

 

E assim se tocava a sanfona nesta orquestra de Salazar!

 

Era assim Portugal em geral e Chaves em particular. Mesmo a muitas léguas da Lisboa capital, também a cidade de Flávio sofria as réplicas do tsunami que o 28 de maio trouxe à nação de Viriato.

 

 

Mas, apesar de tudo, os flavienses sempre se divertiam a jogar ao fite, a vaguear de tasca em tasca na lambarice das pataniscas do bacalhau do Tenreiro e dos copos do tinto de Anelhe, nas tainadas, pescando Rutilus Macrolepidotus, ruivacos, no Tâmega e bailando as valsas dos Pardais ou os passo dobles dos Canários pelos arraiais e romarias. Esquecia-me de vos dizer que também chupando caramelos do Felecindo de Feces.

 

Bola? Também havia. Somente ao vivo, bem entendido, e não com a abundância de hoje em dia, mas ainda assim vivida com paixão e com bairrismo. Neste empenho o coração dos flavienses estava dividido entre os dois clubes da terra: o Flávia Sport Club e o Clube Atlético Flaviense. O Flávia tinha o eido no Bairro de Santo Amaro, entre a Casa-dos-Montes e a Estrada de Braga, logo depois da linha do comboio, o Atlético ao lado do Forte de S. Neutel. A rivalidade, entre eles era dura e sem tréguas. Quando se defrontavam, a urbe quase entrava em estado de sítio. E se no seu estádio, os do Flávia, curiosamente paravam o jogo para a assistência ver o comboio a passar e o Marião da Molas deixava entrar os golos por essa desconcentração, os de S. Neutel não davam abébias e quem lá caísse morria, salvo seja!

 

 

Até meados da década dos hippies, os flavienses, também se repartiam na afiliação a duas bandas filarmónicas: Os Pardais e Os Canários. Os primeiros ensaiavam na Rua do Sol, os segundos na do Correio Velho. Cada charanga tinha os seus ferrenhos apoiantes que a seguiam por festas e romarias. Quando calhava animarem juntos o mesmo arraial era o cabo dos trabalhos, porque a festa acabava quase sempre à bordoada. Os músicos, de parte a parte, esgaçavam o respetivo instrumento quanto podiam, tocando ao despique quase até à exaustão. Os adeptos engaliavam-se, glorificando as claves de sol, os bemóis e os sustenidos das partituras. Era de caixão à cova! O frenesim só amainava à força das Mauser Vergueiro da GNR. Infelizmente, no último trimestre de 1976, os Canários, por razões várias, perderam o pio e finaram-se, ficando os Pardais até hoje com o monopólio filarmónico da cidade das águas cálidas. Concorrência, só mesmo a que vem de Loivos de Rebordondo ou de Parafita. Mas, honra lhes seja feita, os da aldeia nunca gaitaram tão bem como os da cidade!

 

 

Ora, como dizia, nesse ano de 49, pelo mês dos burros, o mesmo é dizer em maio, estava marcado para o campo de Santo Amaro um grande desafio de futebol a contar para o campeonato da segunda divisão série I, entre o Flávia Sport Club e o Sport Clube de Vila Real. Para além destes dois clubes, militavam ainda nesta série o Clube Desportivo Celoricense, o Atlético Clube Flaviense, o Sport Clube de Mirandela e o Sporting Clube de Lamego. A rivalidade entre os de Chaves e os de Vila Real era de raiz quase ancestral e mesmo até os adeptos do Atlético, nestes dias, eram pelo Flávia e vice versa. O jogo prometia, tratava-se do derradeiro do campeonato e quem o perdesse descia de divisão. Assim, os de Chaves tinham de ganhar à viva força, nem que para isso fosse preciso depenar os fecha a roda na água das caldas como se fazia aos pitos. O jogo estava marcado para as quatro da tarde de um soalheiro domingo e a chegada da malta de Vila Real para as três, ao apeadeiro da Fonte Nova. Não tinha o relógio da mansão dos Braganças badalado ainda as duas e meia e já a estrada de Braga se enchia de adeptos flavienses para apupar os adversários ao longo do caminho que fariam, à pata, até ao campo do Flávia. Faltaria ainda um quarto para as três e já havia quem já escutasse o comboio a apitar partindo da estação de Curalha. Não me admira, a ansiedade era tanta que, como diz o adágio, quem porcos busca, touças lhe roncam! O trem chegou à tabela ao sopé do Monte da Forca. Eram três em ponto quando, esbaforido, estacou no dito cujo. Mal o séquito pôs pé em terra firme, a multidão desfazia-se em apupos de toda a ordem! Mesmo a Landainas, que comandava parte da procissão, parecia enrubescer de vergonha! Dali ao Santo Amaro a multidão acompanhou os alvinegros, minando-lhes o moral com enxovalhos do mais execrável que se possa imaginar. Contudo, os do Corgo e do Cabril mostravam-se rijos e imperturbáveis, não fossem também eles de cá do Marão! Chegados ao campo da bola, dirigiram-se aos balneários para se equiparem, enquanto o público se amanhava nas bancadas que ainda não havia.

 

Assim, pelas quatro em ponto, estando tudo a postos, o árbitro de Braga apitava para começar o encontro.

 

 

Do lado do Flávia alinhavam: o Granjeia, mais conhecido por Redes, Silvino, Alberto Pinto, Raimundo, Armindo e Lila Geraldes, Amâncio, Peseta, Sebastião, Pinheiro e Américo. Ao comando da nau de Flávia, Quina Falcão.

 

Do lado do Vila Real, o leitor que me desculpe, mas sendo flaviense não me preocupei em saber quem eram exatamente os outros. Que Deus me perdoe!..

 

A primeira parte desenrolou-se sem grandes peripécias. Nem mesmo qualquer das balizas perdeu o virgo. E tirando alguns cacetes, alguns joelhos esfolados, e alguns cartões amarelos, ou ainda as bocas dos borrachões que só não chamavam santinho ao árbitro, nem estava a coisa a correr muito mal.

 

A segunda metade começou com o resultado como tinha acabado a primeira, mas com o Vila Real a cair em cima dos de Chaves sem dó nem piedade. Adivinhava-se uma alteração prestes. Com efeito! Uma bola cruzada de trivela, um mau alívio do Alberto Pinto, uma recarga dum jogador pernas de alicate do Vila Real e ei-la no galinheiro, para desespero do Redes! Faltava ainda meia hora para o final da partida, tempo suficiente para a reviravolta, mas a coisa estava a ficar negra. O tempo passava, o golo não aparecia, os jogadores desesperavam e o público não perdoava. Um calvário!

 

Faltariam apenas cinco minutos e o Flávia estava na terceira divisão.

 

Uma vergonha!

 

 

Os de Vila Real, pressentindo o ovo no cu da pita, assumindo o jogo decidido e a manutenção assegurada, quiseram fazer chegar a notícia à sua cidade para que a banda os fosse esperar à estação e se fizesse festa rija. Não era todos os dias que se ganhava aos galegos. Para mandar a notícia usaram um pombo correio que tinham trazido para o efeito. Assim foi, aos oitenta e cinco, rolinho de papel na pata do bicho com os seguintes dizeres:

 

FSC - 0/SCVR-1. Fim. Preparem banda para festa rija. Stop.

 

E lá foi o pombo rasgando os horizontes.

 

Os de Chaves estavam descorçoadinhos de todo. Porém, como presunção e água-benta cada um toma a que quer, não é que aos 87, de um canto marcado por Lila Geraldes o Peseta enfia a redondinha nas malhas dos presunçosos! Uma luz ténue acendeu-se ao fundo do túnel e os de Vila Real entraram em tal tremedeira que ainda não estavam esgotados os noventa e já tinham o dois a um nas ventas! Foi uma jogada de enciclopédia: o Américo pegou no couro no meio campo, sentou dois, driblou o terceiro, meteu em diagonal para o Amâncio, que da quina da grande área aplicou um bico tão azadinho que a bola, descrevendo um arco, deixou o keeper adversário completamente pregado e entrou na baliza!

 

O jogo acabou logo de seguida e o povo parecia possuído com a alegria da vitória. Os de Vila Real meteram a violinha ao saco, o mesmo é dizer o rabinho entre as pernas, sós e abandonados seguiram para o apeadeiro onde desembarcaram e apanharam o comboio de regresso. A banda esperava-os para a festa, porém, nem um acorde quiseram ouvir.

 

- Que fossem tocar para o raio que os parta, os cabrões dos músicos - dizia o capitão da equipa. Não havia música que apagasse a amargura de perder e logo com os galegos!..

 

Em Chaves festa rija noite dentro!

 

O povéu atulhou a Praça General Silveira.

 

 

Os Pardais animavam do lado dos Bombeiros os Canários do lado do Maximino Vila Nova. Antes de irem para a borga, homens e mulheres passavam pelo Faustino acendendo a candeia pr’á folia. Então era ver os Pardais a desfiar tangos em allegro, fazendo vibrar a sua claque. Os Canários respondiam com trechos em rapsódia, para gáudio dos seus. E bota e bira! Bailavam homens com homens, mulheres com mulheres, homens com mulheres e mulheres com homens, todos animados pelo bafo energético do néctar do Faustino. Uma promiscuidade inusada. A euforia era tanta que a Pimponata, uma das moças mais lindas e cobiçadas da cidade, que vestia de rendas e carmim, se atirava naquela noite aos braços de qualquer um, virando tangos e valsas num rodopio de fera com o cio. Tão infernal era a entrega ao macho e à dança, que numa volta mais rodada de la comparcita e sabe-se lá se com o dedo maroto do seu par, a saia deu de si e caiu-lhe redondinha no meio do bailarico! Ficou de combinação ao léu. Alva como a neve, deixava adivinhar, pelos gémeos desnudados, os motivos da tão grande cobiça dos rapazes da cidade.

 

- Para o baile - alguém gritou. E o baile parou!

 

Prestes, uns olhos experimentados notaram-lhe minúsculas, mas abundantes, pintas cor de telha sobre a cambraia da lingerie. Eram cagadelas de pulga, aos milhares!

 

Sua mãe, que botava o mesmo tango com o Riconcas e para minimizar o impacto do incidente, precipitou-se a cobrir a filha com o xaile de fadista que transia. Não sei se por artes do diabo, se por outra qualquer razão, atrás do xaile caiu-lhe também a saia peliçada que na ausência de combinação deixou à luz um coecão de pano alvo do joelho ao umbigo, ainda mais pintalgado das mesmas do que a combinação da própria filha. Foi a desgraça daquela família. Jamais alguém acreditou na candura das rendas dos vestidos das Pimponatas.

 

E a festa assim andava, até que o maestro dos Pardais decidiu botar uma versão (a sua) da Marcha de Chaves. Embora ainda não oficial, a marcha já tinha letra aprovada da autoria da poetisa Maria Nelson, faltava-lhe apenas a música. Contudo, havia dois projetos para a musicar, um do Tenente Correia outro do maestro Carlos Emídio Pereira[1]. Havendo muita hesitação em escolher o melhor arranjo musical para o hino da cidade, o povo foi chamado a votar. Quem o quisesse fazer comprava um talão de voto no bufete da Casa Geraldes, riscava o nome do autor da versão musical que não interessava e depositava o boletim na urna que se encontrava ao balcão daquele café. As votações decorreram e a versão do Emídio, havia de ser anunciada como a vencedora numa verbena do Jardim Público no verão de 1949. Ficou então a Marcha de Chaves com letra de Maria Nelson e música de Emídio Pinto.

 

Como é evidente os Pardais não foram inocentes na iniciativa de tocarem a marcha, meses antes de encerrar o processo de seleção da sua versão musical. O regente Emídio era precisamente o autor daquela versão e encontrava-se à frente desta filarmónica desde o ano de 1948, vindo precisamente de regência dos Canários, onde aliás tinha o pai e dois irmãos como músicos.

 

 

Claro, os Canários, ofendidos, não quiseram ficar atrás. Mal os Pardais findaram a sua gaitada, começaram-na aqueles nos acordes do Tenente. Não tinham ainda acabado e já o Jardim das Freiras estava em polvorosa. Numa banda juntaram-se os dos Pardais, afetos à música do Emídio, do outro os dos Canários, amantes da música do Correia. Mal o homem do bombo deu a última pancada na pele esticada do aparelho, os festeiros engalfinharam-se uns nos outros qual Guerra Peninsular. Os Pardais batiam nos Canários e estes nos Pardais, os que eram pelos Pardais e pelo Flávia batiam nos que eram pelos Canários e pelo Atlético… Bem, a confusão era de tal ordem entre o futebol e a música e entre uma música e a outra música que às tantas já os pais batiam nos filhos, os filhos nos pais, os netos nos avós, as avós nas netas, as tias nas sobrinhas, os sobrinhos nos tios, os maridos nas mulheres, as mulheres nos maridos, as sogras nos genros, as noras nas sogras, as amantes nas legítimas, as legítimas nas amantes, o padre no sacristão e eu sei lá quem em mais quem. Sei é que o Larufas, fã dos Pardais, adepto do Flávia e sócio honorário dos Bombeiros de Baixo, gritava a todo o pulmão da varanda do quartel dos de Baixo:

 

- Malha minha banda!..

 

A GNR só pelas duas da madrugada e a pus de muita porradinha, conseguiu pôr ordem na casa. Esmoucados eram para lá de meia centena e presos mais de cem.

 

Não sei mesmo se aquilo teria ficado por ali, é que o verão e as verbenas vinham ai e o anúncio da versão ganhadora do hino de Chaves prometia mais molho!

 

Claro que no que respeitava à bola, a paz estava assegurada, uma vez que das cinzas do Flávia e do Atlético nasceu, a 27 de setembro desse mesmo ano, o Desportivo de Chaves, sob a presidência do Tenente Teodorico Augusto Palmeira.

 

Ao menos isso!

 

Gil Santos



[1] Carlos Emídio Pinto nasceu em Vidago, a 19 de janeiro de 1917. Estudou em Chaves até 1931, ano em que conclui o Curso de Comércio na Escola Industrial e Comercial Júlio Martins. Em 1927 iniciara a atividade musical na Banda Municipal de Chaves Os Canários, banda onde já tocavam o pai e os irmãos António Maria e João Baptista. Entre 1939 a 1979 dirigiu alternadamente as duas bandas da cidade - em 1939 assumiu a regência da Banda Os Canários onde se manteve até 1948; de1948 a 1964 dirigiu a Banda Municipal Flaviense Os Pardais; de 1964 e 1976 regressou à Banda Os Canários; de 1976 a 1979 regressou à Banda Os Pardais, cessando aí a ativa regência de bandas. A partir de 1940 fundou diversos grupos de música, o Jazz Flávia, o Alegria Jazz, a Orquestra Lusitana, culminando com a formação, em 1960, do quarteto Calypso. Em 1943, com textos de Carlos Branco, Tiago Gomes e Hernâni Carvalho escreveu as músicas para a opereta Sonho de Zíngaro. Em 1944 com textos de José Quintanilha Dias escreve música para a opereta Seja o que Deus Quiser. Em 1945 musicou textos de Quintanilha Dias para a opereta No País dos Sonhos. Em 1946 entrou para a função pública, como funcionário do Liceu Nacional de Chaves, passando em 1948 a exercer funções na Escola Industrial e Comercial de Chaves até 1987, ano da aposentação. Em 1949, com letra do Padre Adolfo Magalhães escreveu a Marcha do Vidago. Nesse ano de 1949 viu ainda eleita por voto popular a Marcha de Chaves com letra de Maria Nelson. Em 1974 com poema de Barroso da Fonte escreveu a Marcha do Desportivo de Chaves. A propósito das comemorações dos XIX Séculos de Chaves escreveu a marcha para banda XIX Séculos. A 11 de junho de 1988 por iniciativa da Rádio Radiante Rádio de Chaves foi alvo de homenagem pública, data em que recebeu da Câmara Municipal de Chaves a Medalha de Prata do Município. Em 1999 a Câmara Municipal de Chaves deliberou atribuir o nome de Maestro Carlos Pereira a um arruamento da cidade. Ao longo dos anos escreveu dezenas de músicas, para grupos corais, orquestras e bandas. Musicou ainda poemas de diversos autores flavienses. Da produção musical estão registados cerca de 80 títulos na Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses. Após doença, faleceu a 10 de abril de 1994 em Chaves.

Fonte: III volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,

coordenado por Barroso da Fonte, Editora Cidade Berço,

 


Nota: As fotos apresentadas são do arquivo do Blog Chaves Antiga e embora pretendam ilustrar o texto com as bandas de música (Canários e Pardais) e os clubes de futebol (Flávia Sport Club e Clube Atlético Flaviense) nele mencionados, as mesmas poderão coincidir ou não com as datas dos acontecimentos relatados.

Fer.Ribeiro

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