Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017

Ocasionais

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“”2017! Eleições à porta!””

 

“Enquanto a verdade for evitada

 em proveito de ideologias

pelas quais a cultura do poder

assegura a sua sobrevivência,

a infelicidade humana será

uma constante na noss vida,

qualquer que seja

a orientação política

ou económica de uma sociedade.

-Arno Gruen-

 

 

2017!

Eleições à porta!

 

Chegou a hora do típico «lalãozinho» de CHAVES, comprado e amestrado pelos «xico’spertos» intrometidos na vida política, cuja astúcia e manha lhes permite começar por «entrar» em Listas eleiçoeiras, nem que seja para a célula de rua ou de Bairro, e, a partir daí, insinuarem-se, sabujarem-se, venderem-se por uma promoçãozita, igualmente aproveitada para mais um saltito até uma posição que lhes permita angariar clientela, cimentada com uns «jeitinhos», uns «favorzecos», umas «mexidas de cordelinhos» e outras malabarices sempre rentáveis!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES»  ei-lo  sorridente e desempoeirado, a deambular por tascas e tabernas; Cafés, Snack-bares, Restaurantes e Casas de Pasto; Feira das “Quartas” e mercados ambulantes; à porta das «Regateiras»; à entrada do “Hospital” ou à saída das Missas, a recitar homéricas façanhas de um “Asinus in tegulis”, um tal  “Tótó de Castelões”,  e a cantar épicos salmos em louvor do mais afamado «pavão» da Hispânia!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES, sempre tão caladinho que nem um rato, absorvido em apanhar qualquer «prisca» de dito ou escrito, nos Cafés ou nas reuniões, nos jornaizinhos Locais, no Facebook ou nos Blogues, para transportar e entregar  -  com a espinha completamente curvada, conforme a humilhação, e não a humildade, o obriga   -    o «ouvi dizer», o «eu li», ou a gravação em micro-cassete ou a fotocópia tirada com todo o cuidado, da coluna do jornal, do Post(al) ou da Caixa de Comentários do Blogue, ao seu «querido líder».

 

Para o típico «lalãozinho» de CHAVES só se combate verdadeiramente «dentro do quartel», tal qual garantiu há tempos, no Blogue “CHAVES”, um uma tal «lalãozinho»   “Sobreira”1.

 

Só não diz (e não disse) como!

 

  Derrotados pela sua falta de coragem, a maioria dos «lalõezinhos» rendeu-se aos piores inimigos da «CIDADE».

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES, à semelhança do «pavão» e dos «lalões» não tem ideologia: nem um nem outros têm conhecimento nem fé   -  vivem na e da crença!

 

Lá no íntimo, concordam e apreciam os esforços do Blogue “CHAVES” e de alguns colaboradores, para se modificar o rumo catastrófico que tem seguido esse «Concelho Rural».

 

A vida «custas-lhe muito»    -    defendem-se (e como se a Vida não fosso custosa em qualquer  lado!...), lacrimosamente os «lalõezinhos-Sobreiras»!

 

O cartão de militante partidário é entendido, para a enorme maioria d”AQUELES que «ficaram por cá» como vacina contra a pobreza, salvo-conduto para as aldrabices, licença de caça e pesca de benefícios e mordomias, diploma de equivalência a incomparável sabedoria, apurada ciência e incontestável competência.

 

Nem reservas ponho para acreditar.

 

Na verdade, até parece que «AQUELES que ficaram por cá», estão «como querem»!

 

Vão tendo que lhes chegue ….”Encaixaram-se” no Partido, conseguiram um emprego «político» e sobra-lhes tempo para trabalhar nas bouças, nas touças, nas cortinhas, nas tapadas, nas vinhas, nas hortas, nos biscates, nos laboratórios de ensaios de cenas partidárias, na catequese de sacristias do Partido político, nas missões comissionistas de compra e venda de «mexidas de cordelinhos».

 

 E tempo de sobra para a intriga nos “Sports”, para as maledicências nos “Arrabaldes”, e a peçonha nas «35 horas semanais»!

Não deram uma vista d’olhos pelo pensamento e (quanto mais lerem!...)  pelas palavras de homens bons e sapientes. Até as sementes da catequese desaproveitaram!

 

Têm uma vaga ideia de ouvir falar de Platão.

 

Parece-lhes terem ouvido falar de epístolas.

 

Nomeiam escritos e escritores que viram gravados na capa de livros em que pegaram.

 

Em Nietzsche é que não poderiam tocar: a excomunhão era-lhes certinha!

 

Porém, os «lalõezinhos-pavónico-sobreiras» não pertencem aos «residentes RESISTENTES»; pertencem ao Grupo dos Acomodados!

 

O típico «lalãozinho» de CHAVES nunca apareceu neste Blogue, no BLOGUE “CHAVES”, para aplaudir um Post(al) ou um Comentário, fossem feitos por quem fossem.

 

Mas aparecerá (tudo fará para ser visto) nas lengas-lengas e perlengas chamadas «Comícios» e no fundo de apoio à imagem ou fotografia do «Tótó de Castelões» quando, nas entrevistas e «conferências de imprensa», para os Jornais e televisão «da terrinha», o «pavão de Castelões» se apresentar aos flavienses com aquele ar de penitente, embora com a humildade de um grande velhaco.

 

Não basta «viver Aí», em CHAVES, para ter um assominho sequer de capacidade para dar lições de «patriotismo territorial».

 

Os «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”,  pela «garganta» que mostram no “Sport”, no “Geraldes”,  ou em qualquer dos «Comes – e - bebes” locais, e nas hospitaleiras Adegas, que tão bem insinuadamente sabem frequentar, nessa flaviana terrinha, até sou levado a acreditar que os Emigrantes e Imigrantes que chegam a CHAVES encurtam as férias com a vergonha S. Exªs,  os «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”, lhes fazem sentir por não “voltarem à terrinha e mostrarem aquilo que valem (se é que valem alguma coisa)”!

 

Quanto a mim, quando saí de CHAVES, a maioria dos «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»  ainda não eram nascidos, ou, quando muito, andariam de cueiros!

 

E é por saber muito bem quanto é «doce» viver , por CHAVES, pela NORMANDIA TAMEGANA, que me manifesto através da escrita.

 

Esta tem, natural e fatalmente, alguma visibilidade.

 

Outros comportamentos e atitudes tomo-os com discrição e anonimato até, porque não persigo nenhum protagonismo ou reconhecimento públicos.

 

As fronteiras de uma nação defendem-se de dentro e de fora das suas muralhas. Se Tróia e Roma, não servem de exemplo aos afamados, corajosos e valentes «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «pavão de Castelões», “O Lidador”, embora envergonhado por o seu nome ter sido transformado, séculos passados, em diminutivo sinónimo de gente tão reles e pequenina, lá mais para a fronteira norte, é um bom exemplo  de alguém com coragem e valentia que sabe defender a sua terra em paragens mais ou menos distantes!

 

Hoje, aos «lalões» e lalõezinhos» e aos «poneyzinhos-de-Tróia» que saltitam e pinoteiam pela «CIDADE», por CHAVES, pela NOSSA TERRA, já não são os meus “Pitigramas”, as minhas palavras que incomodam: o meu nome é que os assusta!

 

Não por ser um nome de um plebeu próprio da realeza. Desta, o plebeu diz «Sua Merdeza».

 

Mas é pela “certeza” com que aponta, pela «dureza» das suas verdades, pela «nobreza» das suas causas que os impostores, os bandidos, os renegados, os traidores e os «molengões» (para, generosamente, não lhe chamar «cobardes») se «sentem», «piam» entre si, mordem a beiça com a raiva de ver a careca descoberta!

 

É repugnante ver esse «pavão» e seus «lalões» a «exporem ideias que não possuem», a manifestarem «convicções que lhes faltam» e a pronunciar «lapidares frases» com o único fim  de  ocultar a sua inferioridade política e moral.

 

O  pravo “cabeça de lista” dos «lalões», apesar de andar rodeado pelos MAIs altos cataventos, nem assim terá as ideias mais ventiladas.

 

A sua sorte é que os “caroceiros da pessegada «sialista»”, de CHAVES, teimam em ensinar a perder em vez de aprenderem a ganhar!

 

Andaram quatro anos a passear as suas vaidadezinhas pessoais. Perderam a oportunidade de preparar «a roca e o fuso»: agora nem Deus nem o Diabo lhe mandarão «o linho» para as Eleições!

 

Para mal dos portugueses, no «país à beira-mar plantado», vive-se uma Democracia em que por cada Eleição se vê aumentar os privilégios de medíocres políticos e, ao mesmo tempo, os deveres dos cidadãos.

 

Aos «lalões», «lalõezinhos», «lalão-mor» e «lalõezinhos-pavónico-sobreiras»”  e ao “Tótó de Castelões” permito-me recordar-lhes Kierkgaard:

 

- «Há duas maneiras de ser enganado:

- Uma é acreditar naquilo que não é verdadeiro;

- Outra é negar-se a acreditar na verdade».

 

Saudações flavienses

M.,um de Setembro de 2017

Luís Henrique Fernandes

 

1-Ver Post(al) de 29-08-2015 Blogue “CHAVES”:  http://chaves.blogs.sapo.pt/ocasionais-ele-ha-cada-um-1270352

 

 

 

 

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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016

Discursos Sobre a Cidade - Por Francisco Chaves de Melo

discursos-chico

 

O Inverno do nosso descontentamento!

 

A nossa cidade foi maior! É difícil fugir, nos dias de hoje, ao sentimento de perda. Já fomos vaidosamente orgulhosos por nos considerem a cidade mais dinâmica para cá do Marão.

 

Tal como Ethan temos a consciência que já perdemos a fortuna, restando agora apenas o arrastar penoso na contenção de dívidas, para não sucumbirmos aos credores do município. A gestão da cidade ressente-se do atual estado das finanças municipais. O estatuto do município na região e no país é agora mais limitado.

 

Este estado psicológico, levou a gestão anterior (e a atual), a cometer os erros que cavaram ainda mais fudo o futuro da capacidade municipal em servir bem os flavienses nas suas necessidades quotidianas. Padrões normais de responsabilidade foram quebrados! Foram quebrados quando o Presidente utilizou o montante dos pagamentos que todos efetuamos à Câmara pelo abastecimento de água e saneamento às nossas casas para financiar obras a exalçar o ego. Milhões foram utilizados sem se acautelar as autorizações da Assembleia Municipal no respeitante aos encargos futuros. Basicamente, o Presidente da Câmara, efetuou sem autorização de ninguém, um empréstimo de longo prazo, de montante livre, sem negociar as taxas de juro, nem os prazos de pagamento. Se isto não é completa desresponsabilização dos deveres públicos não sei o que o poderá ser.

 

Agora, os credores obrigaram a Câmara a pagar esse empréstimo, pois de um empréstimo se tratou, com um prazo de pagamento de mais de 15 anos e taxas de juro que se vieram afixar à volta dos 4%, no final.

 

Isto deveu-se, na minha opinião, à incapacidade que a gestão municipal demostrou para obter recursos do governo central. Optou-se sempre pelo facilitismo. Agora temos as dívidas! Até tentou vender as ações da empresa hidroelétrica. Em desespero de causa surge sempre o disparate! A vontade de utilizar recursos sem maior esforço para os captar.

 

Gabou-se uma gestão que chegou ao cúmulo de gastar 10 milhões (ou sabe-se lá quanto) a construir a Fundação Nadir Afonso, agora “a Funda” o erário municipal.

 

Não afirmou que tamanha obra era de interesses nacional?

 

Se o era, por que motivo o Governo PPD/CDS não a agraciou com investimento nacional? Não o fez com outros museus? Porque abandonou o financiamento da obra e deixou a Câmara sozinha a endividar-se para além das posses?

 

É por isto que todos aqueles que querem continuar a viver em Chaves, devem prestar a maior atenção à gestão municipal. Não podemos baixar a guarda! É a nossa cidade e concelho que estão em causa.

 

O nosso estatuto como terra próspera e dinâmica não se conquista com vaidade vã, mas com trabalho e sem ceder a pressões que não valorizem a retidão e a responsabilidade na aplicação dos agora reduzidos recursos municipais. Só com muito discernimento poderemos recuperar a riqueza que a nossa terra usufruiu em tempos.

 

Francisco Chaves de Melo

 

 

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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2015

Quem conta um ponto...

 

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270 - Pérolas e diamantes: MRS, caso ou acaso?

 

 

Aí está Marcelo Rebelo de Sousa, o comentarista, no seu máximo esplendor.

 

Ao contrário de Cavaco, que o catapultou para o Conselho de Estado, ele raramente tem certezas e frequentemente se engana.

 

Melhor para ele. Enganar-se é a fórmula perfeita para voltar a tentar.

 

Para além de comentador político, MRS é uma personagem bem ficcionada e promovida pela TVI.

 

Ideologicamente é um vazio, mas possui um trunfo: a sua ambiguidade.

 

É homem para defender uma coisa e o seu contrário. E sempre com ar de quem é entendido em tudo. O homem não consegue definir quem é nem aquilo que é. É sempre aquilo que for preciso que seja.

 

É tão eloquente como um catálogo de vendas de taparueres ou então como a revista promocional da Bertrand. A sua ideologia é silenciosa como convém.

 

O seu máximo valor idiossincrático é uma espécie de mínimo múltiplo comum entre a esquerda, que tolera, e a direita, que lhe serve de pretexto para se candidatar. São estes os seus autocolantes de campanha.

 

Depois de assistir à primeira entrevista de MRS à SIC, e pegando na ideia de uma crónica de Vasco Pulido Valente sobre Cavaco, podemos dizer que o Doutor Sousa falou à populaça na TV. De início, como convém, e pedagogicamente, como é seu timbre e feitio, o Doutor Marcelo não disse nada. Logo de seguida, e de perna cruzada, sentado no sofá, investido de vacuidade, o Doutor Rebelo nada disse. Depois, circunspectamente, o Doutor Sousa não disse nada. E, por fim, afagando o nó da gravata e alisando a sua voz “sinusitoide”, o Doutor Marcelo nada disse.

 

A notória displicência argumentativa do Doutor Rebelo, não lhe permite dizer nada, nem quando faz um esforço enorme para dizer alguma coisa. Mesmo que essa coisa seja, afinal, não dizer nada.

 

Uma coisa deixa claro a quem o ouve: o homem acredita em tudo aquilo que diz.

 

Utiliza as palavras para nos enrolar. Torrentes delas. Mas palavras leva-as o vento. Há um provérbio judeu que diz: Quanto mais forte é o vento mais lixo levanta.

 

Marcelo Rebelo de Sousa esforça-se quase até à exaustão para dar a ideia de um perseguidor da qualidade.

 

Esforça-se para avivar a memória dos mais antigos militantes do PPD. Enumera sempre as virtudes de Sá Carneiro.

 

Claro que até pode afagar o busto do líder carismático do PPD, mas falta-lhe o golpe de asa de Sá Carneiro. E também uma Snu que lhe dê consistência e transmita paixão.

 

Sá Carneiro era um ser invulgar, um homem carismático, uma personalidade superior. Não um catavento mediático, como é conhecido MRS no partido de que diz ser insigne militante.

 

MRS é apenas uma ideia de senso comum, um moralista mediano e um comentador de ténis circunstancial. Fugiu sempre da adversidade para procurar, e refugiar-se, na popularidade.

 

O Doutor Rebelo é um talento eminentemente conjuntural. Tão conjuntural como os livros de campanha.

 

O Doutor Sousa pensa já ter os nossos votos na algibeira. Mas talvez se engane.

 

O Doutor Marcelo nunca poderá ser um presidente essencial (e bem necessitados estamos de um), apenas poderá representar o papel de um presidente acidental.

 

Longe vá o agouro.

 

O Doutor MRS trabalhou afanosamente para ser um caso, pesando permanentemente os argumentos, os livros e os mergulhos.

 

O seu maior defeito, que muitos julgam virtude, inclusive o próprio, é que nunca conseguirá afastar de si a ideia de que sempre viveu mediaticamente da promiscuidade entre política e jornalismo.

 

Com certeza que o seu amigo Ricardo Salgado lhe ensinou que os pobres comem com fome as febras que lhe põem na frente e que os ricos manjam com apetite as lagostas que lhes servem. E que o champanhe se bebe sempre sem sede.

 

O homem tudo fez para ser um caso, mas, por mais que lhe custe, não passa de um acaso.

 

João Madureira

 

 

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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015

Ocasionais - «Deus-me-livre!»

ocasionais

 

Deus-me-livre!”

 

2015 - Ano de Eleições Legislativas em Portugal.

 

Marcadas para 4 de Outubro.

 

O Dia é de tanta Festa   - reparem como vai andar tanta gente pelas ruas, avenidas, rotundas, estradas e estradões a buzinar e a berrar: “GANHAMOS” (não sabem dizer ganhÁmos)! - “VITÓRIA”!

 

Até para ser mais Festa ainda, o Futebol consagrou o dia aos embates dos «Três Grandes»!

 

Para o Dia seguinte, 5 de Outubro, e para disfarçar, fazendo há-de conta que homenageia Teófilo BRAGA, o jogo do Sporting de BRAGA – Arouca foi marcado para a hora da ceia!

 

O PS anda a meter água.

O PCP não conta.

O BE vai crescer um migalho.

 

Os outros partidecos estão abafados pelo controle dos media, por parte dos patifes conhecidos. Nem que queiram ou mereçam uns votitos, vão passar despercebidos ou ignorados, mesmo que a Joaninha dê à luz no Caias Sodré, em hora de ponta!

 

Se esta «gaijada» do clã Cavaco-Pedro-Paulo fica em primeiro nas Eleições, teremos um «Alcácer-Quibir» moderno, e bem podemos gritar pelo Prior do Crato!

 

Parece impossível como o PS se comporta «em combate»! Os «instalados» não estão para correr grandes riscos. Sangue novo incomoda-os: sentem-se ameaçados. Cantam uns blás-blás para manter a tradição de casmurrice que reina entre os «tugas»: «ai eu nunca mudo de religião nem de Partido»!

 

Só com um PS renovado, fresco, moderno, activo (com ou sem ajuda de outros Partidos sinceramente patriotas) é que a Vida dos Portugueses melhoraria.

 

Enfim!

 

Este Governo do «tridente» maléfico Cavaco-Pedro-Paulo, e que a mim me parece estar «manobrar» para fazer de PORTUGAL um ESTADO, envergonhado da REPÚBLICA PORTUGUESA, quer cunhar o “PORTUGAL - FRENTE POPULAR DEMOCRÁTICA-CRISTÔ!?

 

Se ficasse em primeiro lugar nestas Eleições de 2015, hum!, seria o começo para se «andar à porra e à massa»!

 

Dos DEZASSEIS Partidos (à vista e, ou, disfarçados em «Coligação») só um, ou uma, é que é verdadeiramente derrotado.

 

Todos os outros ganham!

 

Uns, porque nunca «tinham ido a eleições», ganharam porque tiveram X(zinhos) votos; outros, porque conseguiram mais um voto que noutra eleição qualquer; outros ainda, porque aumentaram a percentagem em 0,00000quaquer-coisa; outros mais, porque quase elegeram um «Deputad0zito».

 

O Partido (ou coligação) que contabilizou maior número de votos expressos válidos até vai ter, muito «à moda portuguesa», mais gente a aplaudi-lo do que aquela que lhe deu o voto!

 

Os VOTOS Nulos e os Brancos são, para todos os efeitos NULOS; e a ABSTENÇÃO um rico pretexto para uma alarmante e catastrófica enchente do Tejo com as lágrimas de crocodilo dos vencedores e do vencido!

 

Quando havia um “DIÁRIO do GOVERNO”, os PORTUGUESES celebravam, em Dia de FERIADO NACIONAL, 5 de OUTUBRO, a REPÚBLICA!

 

Agora, quando o “Diário do Governo” foi substituído pelo “DIÁRIO da REPÚBLICA”, acaba-se com o Feriado Nacional, não se comemora nem festeja a REPÚBLICA!

 

Afinal, em que Regime vivemos?

 

Os caciques-partidários-mores estiveram este fim-de-semana muito, muito empenhados em dar nas vistas, diligentes e sorridentes em visitas, entusiasmados em entrevistas e empolgados nos comícios!

 

Pouco lhes ligo.

 

Mas, mesmo sem querer ou contra vontade, lá tenho de me cruzar com eles, por obra e graça do meu «pingo» habitual e de «encontros» e «encontrões» obrigatórios.

 

Ouvi «pedaços» do discurso do "COSTA", lá, onde nasce o Louredo, no Alvão, Francamente!

 

O rendilhado palavroso do costume!

 

O "COSTA" estava a «encher pneus»!

 

Não exibiu uma única arma com que fosse possível ferir, derrubar e derrotar «o inimigo público número um» da MAIORIA ABSOLUTA dos Portugueses: o «malvado tridente Cavaco-Pedro-Paulo»!    

    

O paleio, os discursos políticos e de campanha eleitoral do PS, particularmente do “Costa”, são autênticas «bombas de destruição maciça» “à la Saddam"!

 

Quando, ora, ouço o “COSTA” e outros pregoeiros do PS   -   Partido da Composição   -   logo me lembro de Mohammed Saeed al-Sahaf, o célebre ministro da Propaganda …. e “Desinformação” iraquiano! Até parece que estão comprados pela pandilha mais «troikista» que a «Troika»!

 

O Diabo prega-nos partidas, mas também nos faz rir.

 

O primeiro ministro de Vilar de Maçada fez coisas do diabo no altar do S. Bento!

 

E até nos fez rir!

 

Mas o clã Cavaco-Pedro-Paulo, disfarçados de beneditinos, ocuparam selvaticamente as capelas e o altar do santo; fizeram patifarias que nem ao Diabo lembraria, fizeram tantas e tais diabruras que ao Lúcifer envergonhariam; fizeram juramentos levantando o pé e fazendo figas atrás, nas costas; mentiram com quantos dentes têm (até admira que ainda não lhos tenham partido!).

 

São pior que o «deus-me-livre»!

 

Mais venenosos que as cobras!

 

Judas Escariotes foi mais honrado do que eles!

 

Fazem de Barrabás um grande santo ou um rico «anjinho»!

 

No Céu, na Terra e no Inferno, anjos e querubins, santos e demónios, crentes e descrentes gritam de espanto:

 

- Quem diria que em Portugal iam aparecer «FILHOS-DA-PUTA» deste calibre!

 

M., Seis de Setembro de Dois Mil e Quinze

(6/9/2015)

Luís Henrique Fernandes

 

 

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Segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Quem conta um ponto...

 

 

Pérolas e diamantes (83): perigosa fantasia

 

 

Numa entrevista ao Dinheiro Vivo do DN, o presidente do conselho de administração da Zon Optimus, Jorge Brito Pereira, antigamente um “esquerdalho”, confessou-se profundamente envolvido nas privatizações e nas mais recentes polémicas em torno disso mesmo.

 

Disse considerar-se de esquerda, mas apenas nas questões de costumes, pois acha “por exemplo inacreditável que haja sequer polémica sobre os homossexuais poderem adotar ou casar. Já quanto à coisa pública, defende que quanto menos o Estado se meter na economia, melhor.

 

Ou seja, nos tempos que correm, a direita é de esquerda em matéria de costumes. Vícios privados, públicas virtudes.

 

Para o ex-esquerdalho, não é estranho “querermos liberalizar a economia”, pois “são opções políticas dos outros Estados e do nosso”. E afirma com eloquência: “Dinheiro é dinheiro e é dinheiro”. Esquecendo-se, talvez de propósito, que as pessoas são pessoas e são pessoas. Por mais que ele as queira ver empobrecer.

 

No fundo, o povo é a única força verdadeira, pois representa as nossas virtudes e o que temos de fraco ou mesmo mau. Apesar disso, somos consistentes nessa nossa atitude.

 

Já as nossas elites apenas se preocupam com um único aspeto: o do ganho pessoal. No nosso país, ao contrário de muitos outros, as pessoas muito ricas não contribuem com um tostão que seja para o bem comum. Nunca o fizeram, nem o vão fazer. É triste, mas é real.

 

Com a nossa adesão à Europa, foram os ricalhaços aqueles que tiveram verdadeiramente o poder e receberam fisicamente o dinheiro.

 

Foram eles, e os governantes seus serviçais, que em vez de encaminharem essa riqueza para o bem comum, canalizaram-na para os grandes empreiteiros, para a banca, para a indústria efémera e para a ideia peregrina de adquirir o luxo.

 

A existirem criminosos, e estamos em crer que sim, é no meio dessa seita que os podemos encontrar.

 

Queiramos ou não, a nossa história é feita sempre de oportunidades perdidas. Umas atrás das outras. A verdadeira mudança, porque muitos de nós lutámos e esperávamos, afinal nunca se cumpriu.

 

A nossa história é a de um contínuo falhanço. E isto porque, como uma vez disse Novais Teixeira a José Rentes de Carvalho, sobre a oposição ao antigo regime: “A oposição portuguesa tem razão, mas não tem mais nada.”

 

Atualmente a história repete-se. Até porque tanto o poder como a oposição convivem numa osmose mal disfarçada, pois são vinho da mesma pipa.

 

As medidas impostas pela troika não foram objeto de deliberação em nenhuma estrutura democrática. Foram, pura e simplesmente, impostas.

 

Foram os tecnocratas das três instituições que a compõem que impuseram a austeridade apontando uma pistola à cabeça do governo e dos portugueses. Essas medidas nem sequer foram discutidas democraticamente nas instituições europeias.

 

As decisões foram-nos impostas sem base jurídica e isso levanta um sério problema, porque aos países em causa não lhes foi permitido qualquer tipo de escolha. Ou melhor, a escolha foi: ou aceitam o memorando ou não têm ajuda.

 

Mas nesta jogada também existe uma história um pouco maquiavélica protagonizada pelo PSD. Esse partido, à altura na oposição, quando resolveu juntar-se à negociação do memorando por parte do então Governo demissionário de José Sócrates, meteu ao barulho uma pessoa chamada Eduardo Catroga, que tudo fez para endurecer de forma substantiva o memorando, com o apoio tácito de Durão Barroso.  

 

O Chefe da Comissão Europeia modificou deliberadamente os critérios de cálculo da dívida portuguesa, o que resultou num défice maior que, por seu lado, originou a imposição de medidas mais duras do que as previstas.

 

Não contentes com este estado de coisas, os atuais governantes aplicaram ainda medidas mais duras do que as exigidas pelo memorando. Pelo meio estabeleceu-se uma nuvem pouca clara de interesses, como é disso exemplo paradigmático a privatização da EDP.

 

Daí resultou que o negociador do PSD com a troika está agora à frente da EDP privatizada, hoje detida pelos chineses. Por alguma coisa, o atual governo é considerado pelos políticos conservadores e pelos especuladores financeiros, como o melhor aluno da troika.

 

A crise atual, por muito que custe aos políticos neoliberais, não é apenas económica, como defendem, é também política e tem até implicações morais.

 

Uma Europa em que existem países, como é o caso do nosso, com uma taxa de desemprego entre os jovens que atinge valores próximos dos 50%, vai ter a prazo uma rutura política.

 

Hoje a Europa está dividida em duas partes muito diferentes, quer a nível ideológico como a nível social, económico e cultural. O Norte drena os recursos dos países do Sul.

 

Ou seja, a construção europeia, ao contrário do que se afirma por aí, não aproxima os povos que dela fazem parte, tende antes a opô-los cada vez mais.

 

Os países do Norte legitimam esse corte com os preconceitos e justificações tolas. Para eles, as pessoas do Sul viveram acima das suas possibilidades. Por isso funcionam agora como povos conquistadores.

 

A continuar assim, como avisou o filósofo francês, Étienne Balibar, “a Europa explode”.

 

O problema é que Europa não funciona, como era seu dever, como meio de controlo, de resistência ou de contrapoder aos mercados financeiros. Muito pelo contrário, a UE fixou como objetivo eliminar todos os obstáculos ao reino desses mesmos mercados.  

 

Uma coisa todos sabemos, e isso desde que Jacques, o Fatalista foi escrito: Se o mar ferver, com toda a certeza que vai haver muito peixe cozido.

 

Ou dito ainda de outra forma: “Cada um segue a sua fantasia, a que se chama razão, ou a sua razão, que não passa muitas vezes de perigosa fantasia, que ora dá para o bem ora dá para o mal.”

 

João Madureira

 

 

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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2012

Quem conta um ponto...

 

Pérolas e diamantes (15):  parabéns ao Governo e à prima

 

Sabem os estimados leitores qual é a profissão que atualmente tem mais procura? Não, não é a de ex-autarcas, mas sim a de profissionais do despedimento. São gente contratada para dispensar trabalhadores, uma atividade ingrata (quase tão ingrata como a de ex-autarca) que floresce com a crise. Existem mesmo workshops para ensinar como se deve proceder.

 

E isto deve-se ao facto de termos um primeiro-ministro que é vassalo da senhora Merkel e, tal como a patroa, ser incapaz de reconhecer que a sua estratégia neoliberal falhou estrepitosamente. Ou seja, como muito bem lembrou Miguel Sousa Tavares, o que custa já não é a estratégia falhada, mas sim ter de se reconhecer o falhanço.

 

Silva Peneda, o presidente do Conselho Económico e Social, e antigo ministro do PSD, afirmou em entrevista que, se por um lado os atuais dirigentes com assento na concertação social são gente de muita categoria, séria, de grande qualidade política e tecnicamente muito competentes, os membros do governo são gente que deixa muito a desejar.

 

E esclareceu: “Noto claramente que há uma perda de qualidade na administração pública. Era impensável que o ministro viesse para a concertação social apresentar uma ideia sem um papel, sem fundamentar. (…) Hoje as decisões não são suficientemente sustentadas. E há, muitas vezes, falta de coerência, apresentam-se ideias que vão num sentido e depois surgem outras em sentido contrário.”

 

Estamos em crer que este tipo de situações ocorre igualmente ao nível regional e local. Especialmente ao nível autárquico, como mais à frente poderão verificar.

 

Pedro Passos Coelho, e o inenarrável Miguel Relvas, quiseram-nos fazer crer que esta ideia de subir o IVA e o IRS foi apenas uma medida de contingência devido ao descalabro nas contas públicas que encontraram depois de o seu Governo ter tomado posse, tentando declarar que desconheciam a realidade. Mas é mentira.

 

O PSD já sabia de tudo. Afinal esteve de acordo com a assinatura do plano de resgate feito pela Troika a Portugal. E tanto sabia que a 1ª versão do programa eleitoral do PSD, feita por Eduardo Catroga – o tal homem que se recusou a discutir os “pentelhos” do acordo –, e agora trazida a lume pelo “Expresso”, admitia a subida desses impostos. “A título excecional de emergência”, Catroga ponderava “considerar medidas de impacto na receita fiscal”.

 

E lá estava a receita: “Atualização dos impostos sobre o consumo”, “eventuais reestruturações do IVA”, “agravamento temporário das taxas do IRS dos três últimos escalões, “aplicação de um imposto sobre mais-valias” e “restruturação dos benefícios fiscais”.

 

Todas estas propostas foram banidas da versão final do programa eleitoral do PSD. E porquê?, perguntarão os estimados leitores. Pois porque com a verdade o partido de Pedro Passos Coelho não conseguia ganhar as eleições. Por isso os seus dirigentes resolveram fazer que viviam em Marte e que desejavam ir passar férias a Vénus. E mentiram com quantos dentes tinham.

 

Devem estar lembrados, com toda a certeza, das promessas feitas por Pedro Passos Coelho, em plena campanha eleitoral, de que não ia aumentar os impostos e, sobretudo, nunca por nunca iria mexer no subsídio de férias e no décimo terceiro mês.

 

Depois foi aquilo que se viu, ainda estava a subir as escadas do Palácio de Belém para tomar posse e já ia a pensar o modo de se desembaraçar do embuste. Ou seja, o PSD escondeu o aumento de impostos para ganhar as eleições.

 

Daí a queda acentuada dos sociais-democratas nas intenções de voto dos portugueses. E o caricato é que, em apenas ano e meio, o PS, e nomeadamente António José Seguro, apesar de pouco terem feito além de cavalgar a onda de descontentamento, já estarem à frente nas sondagens.

 

O seu argumentário baseia-se em apenas três ideias repetidas até à exaustão: A agenda escondida do Governo do desmantelamento do Estado Social, a oposição do PS à política de austeridade excessiva e empobrecimento do país e o crescimento económico.

 

Ou seja, mesmo cumprindo com os serviços mínimos, o PS já vale tanto como o PSD e o CDS juntos, cerca de 35%, e o líder dos socialistas é o dirigente político mais popular, com o índice +15, sendo que Pedro Passos Coelho tem até nota negativa, – 0,4, ocupando mesmo o desconfortável último lugar da lista.

 

Apesar de todo este descalabro, para o primeiro-ministro e, claro está, para o ministro Vítor Gaspar, e para a fação do PSD que apoia este Governo, tudo está a correr conforme o esperado e programado, com a pequena exceção do falhanço no cumprimento das metas do défice, da queda colossal no consumo, do disparo do desemprego, que nos jovens atinge já os 40%, do aumento exponencial das falências, da falta de financiamento das pequenas e médias empresas e, para terminar em beleza, do brutal aumento de impostos.

 

Apesar desta guerra contra as pessoas, contra as suas famílias, contra os seus direitos, contra toda a lógica, contra o Estado de Direito, contra a democracia, contra a liberdade e, sobretudo, contra a sensatez, o défice orçamental de Portugal atingiu, no final de outubro, os 8,145 mil milhões de euros, um valor muito próximo dos 9 mil milhões, que é o número previsto para o conjunto do ano corrente, correspondente a 5% do nosso PIB. Ou seja, o agravamento face ao mês de setembro foi de 2,576 mil milhões de euros.

 

Apesar dos números, do descalabro, da crise e de tudo o resto, do défice, do seu agravamento, etc., e como estamos em ano de eleições autárquicas, a Câmara de Chaves, resolveu, devido à urgência, remodelar o campo de treinos de futebol 11 do Estádio Municipal. O valor da empreitada é de 260 mil euros e inclui o arranjo do campo, dotando-o, imaginem só, de relva sintética. Era mesmo disto que estávamos a necessitar como de pão para a boca.

 

Outra das apostas do nosso município vai no sentido de avançar com um estudo para a criação de produtos cosméticos com as águas termais. Isto, sim, é pensar no futuro. Parabéns pois à nossa autarquia, parabéns aos seus dirigentes. Parabéns.  


João Madureira



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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

De regresso à terrinha - Chaves - Portugal

Penso que por aqui (no blog) não se deu conta da minha ausência, mas, como se costuma dizer em linguagem “boé”, “bazei” da terrinha por uns dias, para férias noutras paragens e aragens.

 

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Foto de Arquivo

 

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De regresso, esbarro com as festividades em honra da Nossa Senhora das Graças. Festividades!? - Enfim, bem poderiam ser e bem poderia ser a festa das freguesias na cidade, associada a uma feira com o que melhor produzem, aos seus usos, costumes e tradições, à banda no coreto, ao foguete no ar, a eventos sócio-culturais que promovessem a cidade e o concelho, que bem precisa. Mas esta festa, de festividade, apenas tem uma missa campal e uma procissão para o povo ajoelhar à sua passagem. Poderia ser a festa de verão que Chaves não tem, mas fica-se apenas pelo religioso de uma missa e uma procissão e de festa, nada tem. Temos pena.

 

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Foto de Arquivo

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Ainda falando de festividades, parece que durante as minhas férias e ausência, perdi a Feira Medieval, mas ao que apurei, decorreu como nos anos anteriores, ou seja, não perdi nada de interessante… mas também não vou por aí, pois não assisti à feira e por isso penso não ter direito a opinião.

 

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Congratulo-me por saber que a ameaça de férias prolongadas do semanário Notícias de Chaves, apenas se ficou pela ameaça, pois já está de novo nas bancas. Não é que seja um jornal essencial para a vida flaviense, pois (como os restantes) está longe de o ser, mas sempre dá para saber algumas novidades, como as que por lá li, nestes dois números editados na minha ausência, principalmente uma que me chamou à atenção por ser mais um atentado à democracia, à liberdade e à informação e ao direito de opinião, ou seja, a suspensão na Rádio Larouco dos programas de autoria da TAMAGANI, a Associação de Artistas do Alto Tâmega e Vale de Monterrei. A censura está de volta, ou ainda pior – a mordaça.

 

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Mas, ausente da terrinha que estive, sem acesso à Internet e às notícias locais e nacionais. O que mais me chamou à atenção no meu regresso, foi a publicidade política que pulula nas rotundas e outros locais da cidade, tanta e variada que aliada à minha distracção política, fiquei em dúvida se as próximas eleições serão legislativas ou autárquicas. Parece que as Legislativas vão ser primeiro, mas assim sendo e, tendo em vista que a maioria da publicidade é para as autárquicas, a pergunta inocente da minha filha ao ver tantas caras misturadas -  “ ó pai, o Sócrates também quer ser presidente de Chaves!?” até tem lógica e razão de ser.

 

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Por este desencadear e mistura de publicidade política fica bem à vista que informar pouco importa, pois o que importa mesmo, é mesmo o poder, e os de cá, estão mais preocupados com a casa do Morgado de Vilar de Perdizes, na da Praça do Duque que tem nome de Camões,  do que com o Palácio de S.Bento. Claro que alheando-nos assim da vida de Lisboa, que infelizmente é a nacional, não admira que os de lá e os que para lá vão, se estejam a borrifar para nós. A ser assim e visto que se repete por este Portugal fora, mais valia terem juntado as duas eleições, pois sempre se poupavam uns milhões de euros, mas isso, também pouco importa a quem gasta o dinheiro que é de todos.

 

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Mas no meio disto tudo, quem continua a marcar pontos na originalidade da publicidade é o PP local, pois trocou o coração que deu volta a Portugal,  por um burro, um presunto e uma enxada, mesmo sendo notório que o candidato não sabe pegar na enxada, marca pontos pela originalidade saloia. Quanto ao presunto, falta ainda apurar onde é que ele foi desencantar um presunto de Chaves, pois todos sabemos que é um produto em vias de extinção que já não aparece no comércio local. Talvez seja lá da colheita de casa, daqueles que clandestinamente se vão fazendo longe dos olhares da ASAE. Seja como for, a publicidade do PP, de novo, promete dar a volta ao nosso Portugal, desta vez, troca-se o coração pelo burro ou pela enxada!

 

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E assim vai a terrinha, como sempre igual…mas é esta a nossa terra da qual gostamos tanto. Pena que quem deveria gostar e interessar-se por ela, esteja apenas interessado em servir-se dela. De uma coisa estamos certos, um verão assim, não se repete, o próximo, promete se parecido, ou seja, diferente mas igual.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 14:43
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