Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:02
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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia e algumas palavras

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Ontem ao início da noite, o Rio Tâmega, o céu e a Ponte Romana estavam assim, a pedir uma foto. Claro que não lhe resisti e ela aqui está com a nossa sempre Top Model, a ponte romana, a velha e antiga ponte romana com quase dois mil anos de existência.

 

Velha ponte mas sempre tempo para nascer alguma coisa e hoje no blog nasce mais uma nova crónica, que estará aqui de 15 em 15 dias, intitulada “A Pertinácia”,  e escrita no feminino pela pena de Lúcia Pereira Cunha. Até já com esta nova crónica.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:17
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Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia com coisas do frio

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Eu sei que está frio, que muita gente não gosta, que andam por cá todos encolhidinhos e até há quem proteste, aliás eu sou um deles, não protesto com o frio que até o prefiro aos dias de inferno do verão, é mais um protesto de reivindicação, o de que deveríamos ter um subsídio (ou subsílio) do frio, e era mais que justo (digo era porque já sei que não o vamos avezar), pois além de estarmos para aqui longe de tudo (saúde, educação superior, cultura, etc.) e de contribuirmos como os restantes portugueses com os nossos impostos, ainda temos de mamar com 9 meses de inverno, frio, gelado. Antigamente ainda davam qualquer coisinha para o combustível de aquecimento, agora, nem isso. Havíeis de ver como era se Lisboa mamasse com o nosso frio… mas hoje não quero falar disto, mas antes das coisas boas que o frio também nos dá, ou ajuda a fazer.

 

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Com a variedade de coisas que vos deixo nas imagens de hoje dão para esquecer e aquecer durante umas horas ou uns dias, depende do tempo que durarem. E o que se pode fazer com elas? Ui! Uma variedade de iguarias, não sei qual a melhor. Tudo junto, peça a peça, cozidas, assadas, cruas, às rodelas, aos pedaços, misturadas, etc. Desde a simples rodela crua de uma linguiça ou salpicão ou mesmo em omeleta com ovos caseiros das galinhas poedeiras, pés, orelhas e pernil cortadinhos em saladas ou entradas, bem isto e muito mais, que  marcha sempre, a qualquer hora e sem ser necessário irmos à mesa, que essa, fica reservada para iguarias que demoram muito mais a comer, pois comem-se com calma e sem medo de acabar, pois estas coisas é sempre à fartazana.

 

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Pois vamos então à coisas que vão à mesa, começando talvez pelas mais simples como uns ossinhos da assuã, umas couvinhas, uma batatinha, um pouco de azeite e mais nada, coisa simples, para desenjoar. Ou então podemos ir para uns milhos, nas duas versões, a versão pobre, com milhos, couve e umas coisinhas das que estamos a falar lá pelo meio, os mais gostosos, ou então os mais ricos, com os milhos e um bocadinho de tudo das coisas que estamos a falar. Para mim tanto faz… desde que o vinho seja do bô, venham eles quentinhos para a mesa. Depois há o tradicional cozido ou variantes como a palhada, onde leva de tudo um pouco, que é sempre muito: linguiça, salpicão, pé, orelha e orelheira, uns ossinhos da assuã, pernil, presunto, barriga, sangueira, chouriços de sangue, de cabaça, etc, etc, etc, pois isto varia um pouquinho de casa para casa e de terra para terra, que eu nunca sei bem como é, pois como cresci com cozidos feitos com influências de Chaves, Montalegre e Vila Pouca de Aguiar  tudo no mesmo pote, nunca cheguei a perceber à moda de quem era, mas era à moda de cá, da região… Claro que isto são só as carnes e enchidos, pois há a acrescentar as couves, grelos também marcham, uma batatinha cá da terra que das outras nem os recos gostam delas, azeite também cá da região, incluindo o vinho do bô, aliás, tudo isto tem de ser cá da terra ou da região, pois o tal frio que nos tolhe, tempera estas coisas todas q.b. para nos arregalar os olhos à mesa.

 

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Claro que isto não é manjar para todos os dias, duas a três vezes por semana está bem, nos outros dias podem ser coisas mais simples, como uma alheira com uns grelinhos, uma batatinha, azeite, vinho do bô e chega. Outras vezes pode ser apenas um petisco com linguiça e salpicão assado na brasa, uns grelinhos, se houver um butelo também pode marchar, uma batatinha, azeite e vinho do bô. Ou então um pernilzinho fumado assado no forno, com umas batatinhas ao lado, uns grelinhos e vinho do bô. Aqui pode-se dispensar o azeite, mesmo os grelos marcham bem sem ele e depois o prato tem de estar equilibrado, daí a importância das verduras e do vinho do bô que são para quando estas coisas entrarem todas em reboliço no estomago, o vinho do bô e as verduras estão lá ao lado e cortam as gorduras e outras coisas que fazem mal. Tudo isto só com as coisas das fotografias, pois o resto do requinho, ui, dá para milhentos pratos variados para todas as refeições, como por exemplo um rojões ao pequeno almoço com café e leite ou então umas filhoses de sangue… já sei que estas últimas na maioria não as conhece, só os barrosões, mas era a minha vantagem de ter uma cozinha mista de Chaves, Vila Pouca e Montalegre, pois essas filhoses de sangue eram receita de Montalegre, uma delícia que já há muito não avezo… Acho que vou ficar por aqui e ainda bem que o meu médico não acompanha o blog!

 

Até amanhã!

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:56
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Domingo, 14 de Janeiro de 2018

O Barroso aqui tão perto - Chelo

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O nosso passeio de hoje pelo Barroso aqui tão perto vai ser até a aldeia de Chelo, na freguesia de Cabril, concelho de Montalegre. Aldeia com vistas lançadas para a imponência da Serra do Gerês, a sua vizinha da frente, aldeia que está estrategicamente colocada entre os rios Cabril e Cávado, sensivelmente a meio de ambos e a uma distância de aproximadamente 1 km de cada um deles. Rios que se encontram a cerca de 2 Km de distância da nossa aldeia de hoje, mas que nem por isso se dá por eles desde a aldeia.

 

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Estamos no Barroso verde do Parque Nacional da Peneda Gerês, não tão verde como o verde da freguesia de Salto, mas igualmente verde, que se desfaz em penedio mal toca nas encostas mais elevadas da Serra do Gerês.

 

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O povoamento desta zona não deixa de ser curioso. Junto a terras férteis e de altitude menos elevada, na ordem dos 500 m, é formado por pequenas aldeias. Para termos uma ideia, se no centro delas traçamos uma circunferência com 700 m de raio, podemos meter nesse círculo 9 aldeias, a saber: Chelo, Fontainho, Vila Boa, Chãos, Cavalos, São Lourenço, Bostochão,  São Ane e Cabril. Quase parece uma só aldeia com 9 bairros, tendo cada um uma grande quinta de cultivo. Exceção para São Lourenço e Cabril que sem serem grandes aldeias, são maiores que as restantes.

 

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Mas este tipo de povoamento, com o verde ao seu redor e a imponência da Serra do Gerês ali ao lado, da um ar pitoresco a estas aldeias, tanto mais que a grande maioria estão todas na mesma encosta da montanha, colocadas tipo anfiteatro, a várias altitudes, todas com vistas lançadas para a Serra do Gerês. A exceção continua a ser para Cabril, que já está junto ao Rio Cabril e São Lourenço que está na croa da montanha.

 

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E para terminar esta do povoamento conjunto destas pequenas aldeias, só queria referir que quando digo pequenas, são aldeias que têm até 20 construções cada uma. Estou a dizer construções e não habitações, pois estas são bem menos, para a contagem também entraram os armazéns e anexos. A exceção continua a ir para Cabril e São Lourenço onde atingem entre as 50 e 60 construções.

 

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Pelo que aqui deixei já se aperceberam onde fica esta aldeia. Para irmos até lá, como sempre a partir da cidade de Chaves, desta vez optámos pela Estrada do S.Caetano até Montalegre, daí rumamos até Sezelhe e depois Paradela. Entre Sezelhe e Paradela temos duas opções, uma via Covelães  (M308-5) a outra via S.Pedro (M514). Atenção que nesta segunda opção em S.Pedro temos que mudar de estrada, ou seja, se a seguir a S.Pedro encontrar Contim, vai enganado. Chegados a Paradela (ao lado da barragem com o mesmo nome) temos de atravessar o paredão da barragem e seguir essa estrada (M308) até ao nosso destino. Antes de lá chegar ainda passa (ao lado) por Sirvozelo, Cela, Lapela, Azevedo, e Xertelo. Ao todo, entre Chaves e Chelo são perto de 80 Km.

 

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Mas como sempre deixamos por aqui as coordenadas da aldeia:

41º 43’ 19,322 N 

08º  01’  09,88” O

Altitude: entre os 540 e os 580m

 

Fica também o nosso mapa com o itinerário assinalado.

 

mapa-chelo.jpg

 

Ainda antes de entramos na toponímia só mais duas palavrinhas, uma para dizer que as vistas para a Serra do Gerês impressionam, são de uma beleza impar. Quanto à aldeia, como é pequena, não tem muito que ver e o que tem, está disperso em pequenos núcleos de meia dúzia de casas ou então estão mesmo isoladas. Contudo não deixa de ser interessante, com muito verde pelo meio, quer dos campos cultivados quer do arvoredo. Ao ver as fotos da recolha reparei que da capela apenas tenho imagens com ela lá no alto. Ainda estou para saber o porquê de não ter subido até lá, pois não recordo ou então pensei que cá de baixo seria mais visível, mas dada a hora em que as fotos foram tomadas, por volta das 12H30, o mais provável é que a barriguinha já mandasse mais que a cabeça. Não é por nada, mas por estas terras, com as iguarias que por lá há,  o comer é sagrado e quentinho é que ele é bom.  Mas peço desculpas pela capela não aparecer completa, pois penso que merecia uma foto.

 

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Vamos então à toponímia, como sempre recorremos à “Toponímia de Barroso”:

 

CHELO

É apenas um simples diminutivo de chão. Vem de PLANU+ELLLU = PLANELU > CHÃELLO > CHELO. Ainda na muito velha forma Chaelo documenta-se:

- 1258 « et in Chaelo ij leyras» INQ 1513,

Integra uma família toponímica muito representativa: Chã, Chão, Chelinho, Chada, Achada, Cheda, Chelas, Chainça, Chaíça, Cheira, Chaira, Plaina, Choso, Chainho e, talvez, o muitíssimo arcaico Char.

 

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Sem querer duvidar daquilo que se diz na Toponímia de Barroso, deixo a outra fonte onde vamos espreitar o significado dos topónimos (ver endereço do blog na webgrafia deste post), que acaba por chegar à mesma conclusão:

 

Chelas – tem sido dito que vem do lat. “cella”: armazéns de grão. porém, ver “Chelo” e “Chenlo”. sgnific. mais provável: diminutivo de “Chãs”

Cheleiros – gente vinda de “Chelas” ou de “Chelo”?
Chelinho - pronunc. “chèlinho” : diminutivo de “Chelo”

Chelo – pronunc. “chèlo”. diz-se que é do lat.“cella”, com influência moç.: armazém de grão (?), santuário pagão (?), recinto religioso. porém, a existência de “Chenlo” na Galiza aponta para “plannelum” – pequeno plano ou chão. seria, pois, diminut. de “Chão”. a topografia dos lugares parece confirmar esta hipótese

Chenlo (Gz.) – o mesmo que “Chelo”. o “n” dá indicações preciosas sobre a etimologia de “Chelo” e de “Chelas”. ver “Chelo” e “Chelas”

 

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No portal do Arqueólogo, encontram-se algumas referências a um sítio arqueológico com o nome de Chelo, na freguesia de Cabril, Montalegre. Teria sido um povoado fortificado da Idade Média e Moderno com a seguinte descrição: Observam-se restos de várias construções rectangulares de pedra irregular bem como muros definindo recintos dispondo-se segundo um padrão de distribuição disperso.

Em Vias de Classificação (Homologado como IIP - Imóvel de Interesse Público).

 

Penso que será nas proximidades da aldeia de Chelo, mas não sabemos, pois a única informação sobre este sítio arqueológico é mesmo apenas esta do Portal do Arqueólogo.

 

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Quanto ao livro Montalegre, Chelo apenas aparece no contexto da freguesia de Cabril, onde consta:

 

“É um mosaico de pequeninas povoações ao longo das encostas abrigadas que descem sobre os rios. Sertelo (trata-se do diminutivo de deserto – Deserto+elo > Desertelo, como ermo deu Ermelo, (após a aférese do de inicial resulta Sertelo) que fica acima dos 700 metros, Lapela e Pincães, acima dos 600 metros, São Lourenço, Chelo, Fafião e Azevedo, acima dos 500 metros, Bustochão e Vila Boa, acima dos 400 metros, e todas as restantes, Cabril (que já se chamou a Vila ou a Baixa), Cavalos, Chãos, Fontaínho, São Ane e Chã do Moinho não sobem para lá dos 300 metros de altitude. Não admira por isso que, nestas funduras quentes e húmidas, Barroso se orgulhe de colher boa fruta, vinho e azeite na freguesia de Cabril."

 

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E vai sendo tudo, pois mais nada encontrei sobre esta aldeia de Chelo, aldeia pequenina e dispersa em pequenos núcleos, mas com motivos interessantes para merecerem uma visita e até estar por lá um pouco em apreciação das vistas que desde lá se alcançam.

 

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No próximo domingo cá estaremos outra vez com mais uma aldeia do Barroso, que está aqui tão perto, com a proposta de mais uma aldeia para visitar, que sempre poderá juntar a outras no itinerário que traçamos entre Chaves e a nossa aldeia de destino. Fica perto, quase sempre a menos de uma hora de distância e sempre com paisagens de encantar, sem preocupações com a barriguinha, pois se não for dos que leva o farnel atrás de si, terá sempre um restaurante perto do local onde estiver. Um bom programa para um sábado ou domingo.

 

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Só faltam mesmo as referências às nossas consultas e os links para as anteriores abordagens ao Barroso.

 

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Bibliografia

 

BAPTISTA, José Dias, (2006), Montalegre. Montalegre: Município de Montalegre.

BAPTISTA, José Dias, (2014), Toponímia de Barroso. Montalegre: Ecomuseu – Associação de Barroso.

 

Webgrafia

 

http://toponimialusitana.blogspot.pt/2007/02/o-carvalho-um-samelo.html

http://arqueologia.patrimoniocultural.pt/index.php?sid=sitios.resultados&subsid=49527

 

 

Links para anteriores abordagens ao Barroso:

 

A

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Algures no Barroso: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1533459

Amial - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ameal-1484516

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Antigo de Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-antigo-de-1581701

Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-arcos-1543113

Azevedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-azevedo-1621351

 

B

Bagulhão - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bagulhao-1469670

Beçós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-becos-1574048

Bustelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bustelo-1505379

 

C

Cambezes do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cambezes-do-1547875

Caniçó - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-canico-1586496

Carvalhais - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-carvalhais-1550943

Carvalho - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-carvalho-1623928

Castanheira da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-castanheira-1526991

Cela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cela-1602755

Cepeda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cepeda-1406958

Cerdeira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cerdeira-1576573

Cervos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cervos-1473196

Contim - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-contim-1546192

Cortiço - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1490249

Corva - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-corva-1499531

Covelães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-covelaes-1607866

 

D

Donões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-donoes-1446125

 

F

Fervidelas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fervidelas-1429294

Fiães do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fiaes-do-1432619

Fírvidas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-firvidas-1466833

Frades do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-frades-do-1440288

Friães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-friaes-1594850

 

G

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Gralhós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhos-1531210

 

L

Ladrugães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ladrugaes-1520004

Lapela   - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-lapela-1435209

Larouco - Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

 

M

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

Meixide - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixide-1496229

Mourilhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-mourilhe-1589137

 

N

Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-negroes-1511302

Nogeiró - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-nogueiro-1562925

 

O

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Olhando para e desde o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-olhando-1426886

Ormeche - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ormeche-1540443

 

P

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Paio Afonso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paio-afonso-1451464

Parafita: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-parafita-1443308

Pardieieros - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pardieiros-1556192

Paredes de Salto - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-1448799

Paredes do Rio -   http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-do-1583901

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Peneda de Cima, do Meio e de Baixo, as Três Penedas: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-as-tres-1591657

Penedones -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-penedones-1571130

Pereira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pereira-1579473

Pomar da Rainha - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pomar-da-1415405

Ponteira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ponteira-1481696

 

R

Reboreda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-reboreda-1566026

Roteiro para um dia de visita – 1ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104214

Roteiro para um dia de visita – 2ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104590

Roteiro para um dia de visita – 3ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105061

Roteiro para um dia de visita – 4ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105355

Roteiro para um dia de visita – 5ª paragem, ou não! - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105510

 

S

São Ane - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-ane-1461677

São Pedro - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sarraquinhos-1560167

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Senhora de Vila Abril - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-senhora-de-1553325

Sexta-Freita - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-bento-de-1614303

Sezelhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sezelhe-1514548

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

 

T

Tabuadela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-tabuadela-1424376

Telhado - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-telhado-1403979

Torgueda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-torgueda-1616598

Travassos da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-travassos-1418417

 

V

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1508489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

Vilaça - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilaca-1493232

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

X

Xertelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-xertelo-1458784

 

Z

Zebral - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-zebral-1503453

 

 

 

 

 

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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

1600-(43999)

 

 

 

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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018

Chaves História' s - Mala Posta

Cha-historias

 

Nos últimos dias os portugueses, pelos menos os que são afetados por tal decisão, têm-se mostrado indignados com o fecho de algumas estações dos CTT. Compreendo e sou solidário com tal indignação, principalmente porque fomos durante muitos anos mal-habituados a um bom serviço que os CTT’s prestavam à população, um serviço público que o Estado garantia às populações, principalmente às mais isoladas, em que a prioridade era servir com rapidez e eficiência, onde até, há montes de estórias dessas, o carteiro lia as cartas a quem não sabia ler. Claro que isso era no tempo em que um serviço público era coisa séria e para respeitar, em que o lucro ou prejuízo, o pilim, pouco interessava, o que interessava mesmo é que servisse a população. Claro que quando este tipo de serviços se entregam a privados, o serviço público não interessa para nada, pois o que interessa mesmo é o lucro e de preferência muito. Aliás e para rematar, o serviço público existe para satisfazer as necessidades da população, principalmente naquilo que é essencial, como a saúde, a educação, etc, onde eu também incluo a cultura e é um serviço que não tem de dar lucro, tem é de servir a população.

 

Mas isto vem ao respeito de termos sido mal-habituados pelos bons serviços dos CTT ou outros mais antigos, como os da “mala-posta” de há um século, em que demoravam menos tempo que hoje a entregar uma carta. Relembre-se que a “mala-posta” era um serviço público de então que era constituído por duas parelhas de cavalos puxava uma carruagem que transportava passageiros e a mala do correio.

 

A título de curiosidade no “Chaves História’ s” de hoje deixamos os horários da mala-posta de Chaves, vertidos no guia álbum publicado em 1915.

 

mala-posta.jpg

 

MALA POSTA

Entre Chaves e Vidago:

Partida às 9 horas da manhã, passando o seu trajecto pelas povoações de Outeiro, Josão, Vila Nova de Veiga, Bóbeda, Moure, Vilela do Tâmega, Vilarinho das Paranheiras. Chegada a Vidago às 5 da tarde; chegada a Chaves às 7 e meia.

 

Entre Chaves e Verin:

Partida de Chaves às 4 e meia da tarde, servindo as povoações de Santo Estevão, Vila Verde da Raia, Fezes de Baixo e Tamaguelos. Chegada a Verin às 7 e meia.

Partida de Verin às 7 horas da manhã; chegada a Chaves às 10 e meia.

 

en5.JPG

 

Entre Chaves e Valpassos:

 Partida de Chaves às 4 e meia da tarde. Passa por Nantes, Vilar de Nantes, Ribeira, S.Lourenço, S. Julião, Limãos, Barracão, Sá e Vilarandelo. Chegada a Valpassos às 9  da noite.

Partida de Valpassos às 6 e meia da manhã. Chegada a Chaves às 10 e meia.

 

Entre Chaves e Montalegre:

Partida de Chaves às 3 horas da manhã, servindo as populações de Curalha, Casas Novas, Sapelos, Sapiãos, Cervos e Gralhós. Chegada a Montalegre às 11 horas da manhã.

Partida de Montalegre ao meio dia. Chegada a Chaves às 7 e meia da tarde.

(…)

 

Entre Chaves e Boticas:

Partida de Chaves às 3 e meia da tarde, passando por Curalha, Casas Novas, Sapelos, Sapiãos e Granja. Chegada a Boticas às 7 e meia da tarde.

Partida de Boticas às 6 e meia da manhã. Chegada a Chaves às 10 horas.

entroncamento.JPG

 

Entre Chaves e Lebução:

Partida de Chaves às 3 da tarde, servindo Faiões, Santo Estevão, Assureiras, Águas Frias, Bobadela, Tronco e Pedome. Chegada a Lebução às 7 da tarde.

Partida de Lebução às 6 e meia da manhã. Chegada a Chaves às 9 e meia.

 

Entre Chaves e Carrazedo de Montenegro:

Partida de Chaves às 3 da tarde, passando por Nantes, Vilar de Nantes, Samaiões, Izei, Peto de Lagarelhos, France, Carregal, Adães, Fornelos e Argemil. Chegada a Carrazedo às 7 e meia da tarde.

Partida de Carrazedo às 6 e meia da manhã. Chegada a chaves às 9 e meia.

(…)

 

jardim publico.JPG

 

E é tudo por hoje. As fotos legendadas são as que acompanham este artigo da Mala Posta no Guia Álbum de Chaves de 1915. O texto está escrito conforme consta no Guia Álbum.

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publicado por Fer.Ribeiro às 05:12
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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

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publicado por Fer.Ribeiro às 05:04
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018

De regresso à cidade

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:45
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Domingo, 7 de Janeiro de 2018

O Barroso aqui tão perto - Carvalho

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Como sempre por aqui, aos domingos, vamos até ao Barroso que está aqui tão perto. Claro que esta ida ao Barroso, aqui no blog, fica-se pelas imagens e algumas palavras que podemos dizer sobre os sítios e localidades que visitámos, não é uma ida real, mas, se como eu conseguirem entrar dentro da imagem, esta pequena viagem virtual pode-se tornar bem real e reviver de novo momentos lá passados. Claro que lhe podem faltar os aromas dos sítios, o sol a bater-nos na pinha, os sons e a aragem a passar-nos nas faces, mas, ao entrarmos na imagem acabamos por descobrir pormenores que in loco, de tão preocupados que estávamos com a composição nos passaram despercebidos, e podem crer que são pormenores preciosos.

 

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Também aqui perante as imagens, a vivência de sensações é bem diferente. Recordo que quando entrei na nossa aldeia de hoje, que dá pelo nome de Carvalho, vínhamos de visitar aldeias que nos impressionaram pela sua beleza, mas também pela receção que tivemos nelas. Refiro-me às aldeias de Reboreda, Tabuadela e Seara. As duas primeiras já passaram por aqui, Seara estará num domingo próximo.

 

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Mas ia eu dizendo que vínhamos de aldeias que nos tinham impressionaram pela positiva, quando entrámos em Carvalho o relógio marcava as 12H30, a barriguinha já pedia qualquer coisinha, mas como queríamos cumprir o itinerário previamente traçado, o almoço ficaria para depois, e para além desta aldeia, antes de almoço ainda estava prevista a aldeia seguinte, Beçós, á qual também fomos. Talvez pela hora, pelo apetite e por ainda termos mais uma aldeia na agenda, a visita a Carvalho previa ser breve, tanto mais que a entrada da aldeia não impressionou com as primeiras vistas, onde não tínhamos uma visão da totalidade da aldeia (a primeira foto com uma vista geral da aldeia só se tornou visível à vinda de Beçós).

 

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E estávamos então nós na entrada da aldeia, sem alma viva por perto, a apreciar com algum espanto a pequena, mas bonita capela. O espanto, porém, não muito, tinha a ver com a localização da capela, implantada no meio da rua, que neste caso até é estrada de acesso a mais uma aldeia. Uma curiosidade engraçada que faz a diferença e torna estas aldeias singulares. Pela certa a sua implantação terá uma história qualquer que tornará a sua localização mais compreensível, mas isso até nem interessa, pois até passa a ser uma referência para a aldeia. E estávamos nesta de apreciação quando de uma pequena e estreita rua ao nosso lado, saía de lá a primeira das duas pessoas que vimos na aldeia. Claro que aproveitamos sempre estes momentos para uma troca de palavras, a querer saber coisas da aldeia, ainda por cima era toda uma personagem, de bigode farfalhudo, chapéu de rede na cabeça que o intenso sol recomendava, casaco e colete, camisa aberta e barba de três dias, parecia uma personagem vestida para um filme de época.

 

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Conversámos um bocadinho, e embora simpático, foi-nos dizendo que estava com alguma pressa, tinha consulta marcada no médico em Salto, sede de freguesia, e ainda tinha uma caminhada para fazer. Mas mesmo assim ainda nos deu uns minutos, deu para saber que na aldeia ainda havia 19 pessoas, segundo as suas contas de cabeça feitas ali na hora, e houve tempo ainda para posar para a fotografia. Pena a pressa, pois pela certa tinha estórias interessantes para contar. Mas lá foi, estrada acima em direção a Salto.

 

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Ontem, que já tinha as imagens selecionadas e tratadas, ao ver as notícias na televisão com os protestos em Lisboa por causa do fecho de uma estação ou posto dos CTT lá numa rua qualquer, as pessoas protestavam e lamentavam-se por esse encerramento. Uma das pessoas entrevistadas, lamentava porque com esse fecho, o posto mais próximo ficava a 3 quilómetros de distância… Tal como esta, outras notícias se foram sucedendo, como a do frio extremo que nos está a invadir e a abertura dos Centros de Saúde para os engripados. Medos e lamentos dos de Lisboa que vivem numa realidade que não é a nossa e que me levou a pensar naquilo que disse na última aldeia do Barroso que passou aqui, Azevedo, e na ida deste homem ao médico de Salto, ou aliás, a tudo que lhe é necessário, só em Salto, pois estas aldeias para além dos vizinhos nada mais têm. Exceção para o pão, pois o Padaria de Pitões faz um verdadeiro serviço público a estas populações, e dizemos isto porque nos vamos cruzando com ele nas nossas andanças pelo Barroso.

 

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Só faltou dizer que Salto fica a 4,5 km da aldeia de Carvalho, bem perto por sinal para pequenas coisas, pois em caso de uma urgência médica, por exemplo, aí as coisas complicam-se. Penso que o Centro de Saúde com urgências mais próximo é Montalegre a 42 km para coisas mais ligeiras, mas o mais provável é que a coisa não seja ligeira e aí lá vai urgência para o Hospital de Chaves a 80 km, mas se a coisa é mesmo complicada, aí só em Vila Real a 150 km, e há que rezar para que não seja um ataque cardíaco… E estamos a falar da aldeia de Carvalho, pois há aldeias com acessos bem mais complicados e mais distantes. Mas estas coisas não interessam aos de Lisboa, nem às televisões, mesmo em casos de morte por andarem às voltas daqui para ali até chegarem a Vila Real passadas umas horas, isso não interessa, agora se for um aloucado que puxa da caçadeira e mata um familiar, um amigo ou vizinho, aí as televisões vêm logo como vampiros à procura de sangue.

 

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E já não quero falar dos alertas das vagas de frio e de calor, pois esses, a nós que convivemos naturalmente com temperaturas mínimas negativas durante quase todo o outono e inverno e que no verão temos semanas consecutivas com temperaturas máximas a 40º, esses alertas, fazem-nos rir. Claro que em Lisboa, a temperatura desce abaixo dos 10º e já é uma desgraça. Pois é, mas nós já estamos habituados aos 9 meses de inverno e aos 3 de inferno, e pelos vistos não temos frio nem calor, por aqui é tudo normal, qual alertas ou preocupações, qual … como diria o outro: -  siga para a aldeia de Carvalho, Sr. Ramboia!

 

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E voltamos ao Carvalho precisamente com uma imagem daquilo que o povo vai fazendo, e tendo sempre em conta o ditado popular de “mais vale prevenir do que remediar” e é assim, um pouco como a formiga, que aos poucos, durante o verão se vai prevenindo para os invernos que já sabemos serem sempre rigorosos, onde quase toda a vida diária se faz à volta da lareira.

 

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Pois a aldeia de Carvalho, tal como já dissemos, fica no Barroso verde da freguesia de Salto. Para o nosso itinerário para Salto/Carvalho, como sempre a partir de Chaves, optamos pela estrada de Braga (N103) até Sapiãos e depois viramos para Boticas e apanhamos a N311 a partir de Boticas e após 60 Km estamos em Carvalho. Este é um dos itinerários possíveis, o outro, é continuar sempre pela N103 até à Venda Nova e aí viramos para Salto. Mas recomendar, recomendo mesmo o primeiro, tem menos trânsito e vistas mais interessantes, além de serem menos quase 20 Km. Mas fica o nosso mapa para uma vista de olhos.

 

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Mas para termos uma localização mais exata, ficam as coordenadas da aldeia e outros dados.

41º 36’ 41.43” N

7º 55’ 24.36” O

Altitude, a aldeia implanta-se entre os 950 e os 1000m. Terras altas mas mesmo assim com pequenos vales entre elevações mais altas. Pequenos vales que como se pode ver em algumas fotografias estão vestidas de verde, maioritariamente das pastagens.

 

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Para sermos ainda mais precisos, basta atravessar Salto e continuar pela N311, seguindo as placas que digam Reboreda e Póvoa, nesta última aldeia (a 3 km de Salto) deixa a N331 e toma uma estrada secundária à esquerda, onde esteja indicado: Carvalho e Beçós.  Do desvio da N331 até Carvalho são menos de 3,5 km. Depois de estar em Carvalho, desfrute da aldeia e no final dê um pulinho à aldeia seguinte, Beçós, que também vale a pena passar por lá.

 

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E vamos agora àquilo que se diz desta aldeia, como por exemplo quanto ao seu topónimo, que com sempre recorremos à “Toponímia de Barroso” onde por acaso pouco ou nada consta para além da evolução da palavra do latim até aos nossos dias:

 

CARVALHO

Do latino CARBACULO > CARBAGULO > CARBAGLO > CARVALHO

 

Merecia mais qualquer coisinha, mas como na “Toponímia de Barroso” nada mais acrescenta, fomos nós à procura de mais achas para a fogueira, e encontrámos umas coisas, curiosamente num blog.

 

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Aqui fica mais qualquer coisa sobre o topónimo Carvalho:

“ Em Toponomástica, "Carvalho" provém da raiz kar-, que para Rostaing (1965) é de origem pré-indo-europeia e significa "rochedo". há topónimos em "Car-" por esta Europa fora que, de facto, se referem a "pedras". é o caso de Carrara (It.), a terra do mármore. este "Car-", ou "Car-b-", está também na origem de topónimos em "Cabr...".
Mas Amaral e Amaral (2000) acham que cara- deriva do antigo europeu e significa "alto", dizendo, por outro lado, que karregg- é celta e significa "pedra".

 

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E continua:

"A verdade é que o topónimo "Carvalho" ou "Carbalho" já se escreveu Carbalio, Karualio, Karuallo ou Carualio.
E também é verdade que os "Carvalhos" que eu conheço se colocam, em geral, em ponto alto e dão nome a um ou outro pino pedregoso de importância menor. são parentes do "Caramulo" e da "Carapinha".
Quanto ao celta karregg- , aparece em Carregal, Carregosa, Carregosela e afins, designando locais mais pedregosos do que altos."

 

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E diz mais:


"Machado (2003) aceita que "Carvalho" seja a árvore "carvalho", no que eu não creio, porque, tratando-se de uma estirpe vulgar no tempo em se dava o nome às terras, não tinha relevância que chegasse para tantos topónimos. seria como chamar "Coqueiro" a tantas outras terras no Brasil.
Mas é como a história de "Pinheiro", "Figueira", "Aboboreira", etc, de que já tratei: não dão nome às coisas, absorbem o nome de outras coisas. nem fitónimos são.
A coisa muda de figura se se tratar de mais que um carvalho. um grupo de carvalhos de bom porte já pode ser suficientemente distintivo para dar nome a uma terra. talvez "Carvalheda", que tem conotação colectiva, signifique um "bosque de carvalhos"."


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E remata assim:

"A verdadeira, velha e digna árvore carvalho é outra coisa: era a morada de Bellenos, a manifestação da divindade celta que reunia as características do Apollon dos gregos. que, para Chevalier e Gheerbrant (1969), "sintetiza em si inúmeros opostos que sabe dominar, perfazendo um ideal de sabedoria. realiza o equilíbrio e a harmonia dos desejos sem suprimir as pulsões humanas, orientando-as, antes, para uma espiritualização progressiva, graças ao desenvolvimento da consciência". esse Bellenos pode estar na origem de topónimos como "Beleño" (Esp.) , "Belém" de Lisboa e talvez "Bèlinho" ou Beliño"."

 

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No livro “Montalegre”, para além da referência de Carvalho pertencer à freguesia de Salto, há mais uma que diz (o sublinhado é nosso):

“A freguesia de Salto é, quer em área, quer em população, a maior freguesia do concelho. Como espaço habitado e evangelizado, Salto é já referido no Paroquial Suévico como uma das trinta paróquias já existentes, no último terço do século VI e pertencentes à catedral de Braga. Ao longo da sua vida teve muitos momentos de glória, daí a riquíssima história desta freguesia. Enquanto os cruzados do norte da Europa atravessavam o Atlântico e o Mediterrâneo, para combater nos lugares santos, o povo portugalense trepava descalço os caminhos das suas peregrinações que atravessavam a freguesia. De tal modo que D. Afonso Henriques autorizou e apoiou a construção da Albergaria de São Bento das Gavieiras, ao monge Benedito, em 1136.

Alguns nobres olharam com cobiça para esse território onde adquiriram casais ou mesmo povoações como Carvalho, Póvoa e Revoreda que eram do fidalgo-trovador D. João Soares Coelho e de suas irmãs.”

 

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Não resistimos e além das palavras do livro “Montalegre” roubámos também uma fotografia com o cruzeiro de Carvalho, que por acaso não o vimos na nossa visita à aldeia, mas a preciosidade desta foto até nem é o cruzeiro, pois esses vão abundando por aí, a preciosidade está em segundo plano na construção de granito ainda com a cobertura em colmo. Isto sim é uma raridade que era tão comum há umas dezenas de anos. Pena que para memória futura não se tivessem preservado algumas destas coberturas, principalmente nas aldeias mais típicas, tal como acontece (um bom exemplo) na aldeia de Paredes do Rio.

 

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E é tudo, ficamos por aqui. Pela certa mais coisas haveria para dizer sobre esta aldeia, mais não encontrámos mais nada nas nossas pesquisas e sobre a nossa breve passagem por lá, dissemos o possível.

 

Ficam as referências às nossas consultas e os links para anteriores abordagens ao Barroso.

 

Bibliografia

 

BAPTISTA, José Dias, (2006), Montalegre. Montalegre: Município de Montalegre.

BAPTISTA, José Dias, (2014), Toponímia de Barroso. Montalegre: Ecomuseu – Associação de Barroso.

 

Webgrafia

 

http://toponimialusitana.blogspot.pt/2007/02/o-carvalho-um-samelo.html

 

Links para anteriores abordagens ao Barroso:

 

A

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Algures no Barroso: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1533459

Amial - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ameal-1484516

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Antigo de Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-antigo-de-1581701

Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-arcos-1543113

Azevedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-azevedo-1621351

 

B

Bagulhão - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bagulhao-1469670

Beçós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-becos-1574048

Bustelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-bustelo-1505379

 

C

Cambezes do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cambezes-do-1547875

Caniçó - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-canico-1586496

Carvalhais - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-carvalhais-1550943

Castanheira da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-castanheira-1526991

Cela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cela-1602755

Cepeda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cepeda-1406958

Cerdeira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cerdeira-1576573

Cervos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cervos-1473196

Contim - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-contim-1546192

Cortiço - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1490249

Corva - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-corva-1499531

Covelães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-covelaes-1607866

 

D

Donões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-donoes-1446125

 

F

Fervidelas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fervidelas-1429294

Fiães do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-fiaes-do-1432619

Fírvidas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-firvidas-1466833

Frades do Rio - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-frades-do-1440288

Friães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-friaes-1594850

 

G

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Gralhós - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhos-1531210

 

L

Ladrugães - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ladrugaes-1520004

Lapela   - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-lapela-1435209

Larouco - Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

 

M

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

Meixide - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixide-1496229

Mourilhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-mourilhe-1589137

 

N

Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-negroes-1511302

Nogeiró - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-nogueiro-1562925

 

O

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Olhando para e desde o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-olhando-1426886

Ormeche - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ormeche-1540443

 

P

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Paio Afonso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paio-afonso-1451464

Parafita: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-parafita-1443308

Pardieieros - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pardieiros-1556192

Paredes de Salto - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-1448799

Paredes do Rio -   http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-paredes-do-1583901

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Peneda de Cima, do Meio e de Baixo, as Três Penedas: http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-as-tres-1591657

Penedones -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-penedones-1571130

Pereira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pereira-1579473

Pomar da Rainha - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pomar-da-1415405

Ponteira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-ponteira-1481696

 

R

Reboreda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-reboreda-1566026

Roteiro para um dia de visita – 1ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104214

Roteiro para um dia de visita – 2ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1104590

Roteiro para um dia de visita – 3ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105061

Roteiro para um dia de visita – 4ª paragem - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105355

Roteiro para um dia de visita – 5ª paragem, ou não! - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105510

 

S

São Ane - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-ane-1461677

São Pedro - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

Sarraquinhos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sarraquinhos-1560167

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Senhora de Vila Abril - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-senhora-de-1553325

Sexta-Freita - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-bento-de-1614303

Sezelhe - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sezelhe-1514548

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

 

T

Tabuadela - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-tabuadela-1424376

Telhado - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-telhado-1403979

Torgueda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-torgueda-1616598

Travassos da Chã - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-travassos-1418417

 

V

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Arcos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1508489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

Vilaça - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilaca-1493232

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

X

Xertelo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-xertelo-1458784

 

Z

Zebral - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-zebral-1503453

 

 

 

 

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Sábado, 6 de Janeiro de 2018

Gondar - Chaves - Portugal

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Como ainda há dias tive oportunidade de deixar por aqui, este blog tem 13 anos. Aquilo que inicialmente não tinha nenhuma pretensão, bem cedo se tornou um espaço para divulgar, principalmente em imagem, a cidade de Chaves. Com o tempo e a pedido de várias famílias, começaram a surgir as aldeias, ocasionalmente uma aqui, outra ali, também sem intenção de as percorrer todas, no entanto, e para ser justo, todas acabariam por passar por aqui logo após 1 ou 2 anos de existência do blog.

 

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Penso que a primeira ronda que fiz por quase todas as aldeias, foi há coisa de 25 anos, ainda sem blog e sem andar à caça de fotografias. E tenho pena de então não levar a máquina comigo, mas também nunca imaginei e muito menos esperei que as aldeias chegassem ao estado em que hoje se encontram. Então, há 25 anos, nas aldeias ainda se construíam escolas onde não as havia, construíam-se salas de ordenha, centros sociais, saneamentos, abastecimentos de água, pavimentavam-se ruas, eletricidade e telefones chegavam até aos locais onde não havia e, principalmente os nossos emigrantes, botaram-se a construir a casa com que sempre sonharam para poderem gozar uma reforma digna. Nas ruas então, havia gente, crianças, animais… havia vida.

 

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Uma casa em Gondar - 2008

 

Há coisa de 10 anos, quando por obrigação voluntária do blog me botei eu à estrada para registar todas as aldeias, comecei a notar que já poucas pessoas havia nas ruas, alguns idosos, outros de meia idade, crianças poucas, as casas mais velhas sofriam com o abandono, as novas ansiavam por gente dentro, as escolas iam fechado, o mesmo com as salas de ordenha. Também era assim Gondar quando lá entrei em 2008 para fazer o post da aldeia. Crianças não as vi, idosos vi dois, um pelo caminho com o seu cão e uma senhora no centro da aldeia, fora isso, um casal de meia idade com quem tive a oportunidade de falar e registar em fotografia a degranhar o milho, que por ausência de viaturas e circulação na rua, se aproveitava a mesma para por o milho a secar.

 

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Gondar - 2008

 

Em algumas casas mais antigas mas ainda em estado razoável de conservação para a idade, ia aparecendo a placa “Vende-se”. Já então por aí se ia falando em desertificação do mundo rural. Lembro que em tom de brincadeira irónica eu dizer por aqui que isso não correspondia à realidade, que era mentira, pois os campos cada vez tinham mais mato e bem espesso, daqueles que os incêndios gostam, campos despidos de vegetação não havia, daí a terra estava bem longe de ser um deserto.  Quando muito, e isso sim eu era testemunha, o mundo rural estava a ficar despovoado, sem gente, onde apenas resistiam os resistentes.  Também dizia eu então que as aldeias, a sua gente, as tradições com os seus sabores e saberes estavam a entrar num período de ponto de não retorno.

 

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Uma casa em Gondar - 2008

 

Para o blog acabei por passar por todas as aldeias pelo menos duas ou três vezes. Gondar também não foi exceção e em 2015 regressei lá. Vi duas pessoas, curiosamente as mesmas com quem falei aquando da minha passagem em 2008, mantendo ainda a simpatia de então. Dos poucos resistentes da aldeia, no mesmo trabalho do dia a dia. Penso que perguntei quantas pessoas ainda havia na aldeia, mas já não recordo quantas eram, sei que falou numa irmã já reformada e pouco mais, recordo, isso sim, que me disseram que na aldeia vizinha de Nogueira da Montanha, sede de freguesia que em tempos tinha umas centenas de pessoas, apenas lá vivia um casal de idosos e um viúvo. 3 pessoas. Isto foi há quase três anos, hoje não sei quantas resistiram.

 

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A mesma casa em Gondar - 2015

 

Quanto ao casario, algum ainda se vai mantendo, principalmente aquele que têm menos anos em cima. Recordo de em 2008 ter fotografado uma das casas antigas que me chamou a atenção pela sua traça de casa tipicamente transmontana com meia dúzia de escaleiras em pedra e um patamar a terminar em varanda de madeira, coberta, onde, quando habitadas, os donos nas noites quente de verão tomavam a sua dose de um arzinho da noite, e onde também o milho e outras coisas da terra como o feijão, o grão, etc, se punham a secar, ficando protegidas de um possível orvalho das noites mais frescas. Encantei-me com essa casa. Tinha uma placa de “Vemde-se” e sinceramente, só não a comprei porque já na altura era um teso…. Para trás ficam 6 imagens dessa casa, 3 do anos de 2008 e outras 3 do ano de 2015. Descubra as diferenças. A placa de “vemde-se” ainda lá estava.       

 

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Em bom estado de conservação ou pelo menos de trato, felizmente, vão-se mantendo as igrejas e capelas das aldeias. Perde-se a gente, as tradições, os sabores e saberes das aldeias, mas enquanto houver resistentes há fé, e o povo sempre disse que a fé é a última a morrer. Pois a muitas destas aldeias já quase e só lhes restam a fé, em Deus, pois a fé no regresso dos que partiram, essa abalou, foi-se… que povo este! Fica a deixa para o parágrafo seguinte, onde mais uma vez não resisto recorrer outra vez a Miguel Torga.

 

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Que povo este! Fazem-lhe tudo, tiram-lhe tudo, negam-lhe tudo, e continua a ajoelhar-se quando passa a procissão.

Miguel Torga, In Diário X

 

E imitando Bento de Cruz... Com esta me vou!…

 

 

 

 

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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:49
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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2018

Chaves História' s - A lenda das duas chaves

Cha-historias

 

Hoje para além da História e das estórias, e para quem não conhece, deixamos aqui uma lenda. As fotos são nossas.

 

 

LENDA DAS DUAS CHAVES

 

Esta é uma das lendas da origem do nome da cidade de Chaves — uma lenda em que o amor supera todas as faltas. Passa-se na época remota do poderio romano na Península.

Quando reinava o imperador Tito Flávio Vespasiano, as legiões romanas chegaram triunfantes à Ibéria, atravessando as regiões da Galiza e de Trás-os-Montes. Porque a terra era boa, fixaram-se nesta última província, começando a construir estradas e pontes. Ora, tendo os Romanos uma autêntica devoção pela água, grande foi a sua alegria quando descobriram «águas quentes jorrando da terra». Construíram logo aquedutos e um grande tanque onde se iam banhar, conseguindo curas fantásticas por intermédio dessas águas medicinais. Tal foi a sua fama, que chamaram à cidade ali construída Aquae Flaviae. Tão progressiva se tornou, que o próprio imperador Tito Flávio Vespasiano colocou aí como procurador um seu primo, o jovem Décio Flávio, então comandante da Legião Sétima.

 

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Certo dia, o cônsul Cornélio Máximo recebeu em Roma uma mensagem do jovem Décio Flávio, e achou por bem consultar sua filha Lúcia.

Era manhã ainda e o Sol estava quente. Envolta num manto leve que lhe ocultava o rosto, Lúcia encaminhou-se rapidamente para o aposento onde o pai a esperava. Mal a viu, o cônsul foi ao seu encontro:

— Lúcia, não ignoras decerto que o primo do nosso imperador, Décio Flávio, se encontra em Aquae Flaviae, uma nova cidade de que dizem maravilhas.
Lúcia baixou a fronte, para logo a levantar num assomo de energia. Respondeu, tentando serenidade:
— Bem o sei, meu pai. A última vez que vi Décio Flávio foi nas vésperas da sua partida, no palácio imperial.
Franzia as sobrancelhas a um rápido e angustioso pensamento. Perguntou aflita:
— Aconteceu-lhe alguma coisa?
O cônsul sorriu e serenou a angústia da filha:
— Não! Décio Flávio está cada vez melhor! A sorte acampa com ele. No entanto, mostra-se preocupado.
— Porquê?
— Preocupado contigo, minha filha!
Lúcia sentiu bater mais forte o coração.
— Comigo?... É grande honra para mim...
O cônsul voltou a sorrir. Lúcia procurava que o pai não a olhasse de frente, para não ver o seu enleio. Mas já o velho Cornélio se aproximava, obrigando-a a olhá-lo face a face. Perguntou:
— Lúcia! Que se passa entre os dois?
Cada vez mais embaraçada, a jovem mentiu:
— Nada, meu pai. Décio tem uma bonita carreira à sua frente. Merece uma mulher bonita... além de rica!
— E tu... não és formosa?
A jovem mordeu os lábios. Baixou de novo o olhar para que o pai não notasse o seu grande sofrimento. Depois, respondeu numa voz emocionada:
— O pai bem sabe que fui formosa! Mas hoje... com estas feridas na cara e nas mãos...
Calou-se. As lágrimas soltaram-lhe dos olhos e exclamou, chorando:
— Oh, meu pai! Porque me atormenta? Porque me fala em Décio Flávio e me obriga a falar da minha doença?
— Porque ele enviou-nos hoje um mensageiro.
A jovem deixou de chorar.
— Um mensageiro?... Para quê? Que diz ele?
Pausadamente, o cônsul apresentou um objecto que não pusera até então em evidência, e explicou:
— Décio manda-te de presente esta caixa forrada de seda e contendo duas chaves de ouro.
A jovem mostrou-se perplexa.
— Duas chaves?... Para mim?
— Sim, minha filha. São chaves simbólicas, segundo o mensageiro explicou.
A ansiedade da jovem Lúcia ia crescendo.
— Meu pai... mas... que simbolizam essas chaves?
— Saúde... e amor!
Lúcia levou uma das mãos ao peito, como se tivesse recebido uma pancada. As lágrimas voltaram-lhe aos olhos. A sua voz soou emocionada:
— Amor!... Amor, talvez, porque o amo desde que nos encontrámos numa tarde de corridas. Mas a saúde... a saúde... quem poderá oferecer-ma?
As lágrimas corriam pelo rosto chagado de Lúcia. O cônsul exclamou, firme:
— A saúde, oferece-ta Décio Flávio!
Ela meneou a cabeça.
— Não, ele não poderá ver-me assim! E eu não consigo curar-me!
O cônsul Cornélio acariciou um dos braços de sua filha. O seu estado de amargura enternecia-o.
— Ouve, Lúcia, quero que saibas tudo. Décio, na sua mensagem, oferece-me um lugar em Aquae Fluviae, para que assim tenhas a possibilidade de tomar os banhos dessas águas extraordinárias e encontres a cura para os teus males. Oferece-te, pois, as chaves da saúde… e do amor!
Ela voltou a menear a cabeça, sempre chorando.
O cônsul continuou:
— No entanto, se não quiseres sair de Roma, só terás que devolver-lhe essas duas chaves. O seu mensageiro parte amanhã, levando ou não essa lembrança que Décio Flávio te enviou. Decide, pois!
Lúcia mordeu os lábios, sem saber que dizer. Por fim olhou o pai.
— Não sei que pensar... Tem a certeza que Décio Flávio disse tudo isso?
— Queres ouvir o próprio mensageiro? Não te serve a minha palavra?
Lúcia caiu em si.
— Perdoe-me, meu pai! Nem sei o que digo!
— Porque choras, então?
Ela sorriu por entre as lágrimas.
— Porque Décio Flávio continua a pensar em mim!
— E isso é motivo de choro?
— Também se chora de alegria. Contudo...
— Contudo, o quê?
— Flávio merece melhor sorte! Já não sou a mesma que ele conheceu e amou!
— Recusas o seu auxílio?
Ela afligiu-se.
— Oh, não!
— Que digo, nesse caso, ao mensageiro?
Lúcia ficou uns momentos pensativa. Depois, resoluta, declarou:
— Pai! Diga ao mensageiro de Décio Flávio, que partiremos o mais rapidamente possível!

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Alguns meses passaram. Obtida a necessária licença do imperador Vespasiano, Cornélio Máximo seguiu com sua filha para a então famosa Aquae Flaviae, uma das mais florescentes cidades do Império, na Península. Duas semanas depois de chegarem, Décio Flávio foi visitar os seus amigos, mas Lúcia recusou-se a aparecer. Ficando sós, Décio e o cônsul, este dirigiu-se amistosamente ao procurador.
— Muito agradeço, Décio Flávio, o teu convite e a honra da tua visita. Lúcia e eu jamais esqueceremos o teu gesto!
Décio sorriu.
— O que fiz não deve ser agradecido, pois foi no meu próprio interesse.
O cônsul olhou o seu visitante.
— Queres explicar-te melhor?
Décio respondeu num tom quase malicioso:
— Cornélio Máximo! Para um homem inteligente como tu não serão necessárias mais explicações. Bem compreendeste o que pretendi dizer.
Sorriu também o cônsul romano, e retorquiu no mesmo tom:
— E ao extraordinário Décio Flávio não será necessário dizer mais para que compreenda o meu propósito.
Décio riu com elegância e exclamou:
— Sempre o mesmo gracioso e prático cidadão!
Deu dois passos pelo aposento. Tornou-se subitamente sério e, voltando-se num movimento decidido, falou no seu ar conciso:
— Verifico que queres ouvir o que não cheguei a dizer senão na intimidade do meu pensamento: um pedido formal de casamento para tua filha Lúcia.
Cornélio concordou:
— É isso mesmo. Queria saber da tua boca se estás disposto a casar com ela agora... e livre de qualquer compromisso tomado anteriormente à sua doença.
Décio encarou o cônsul romano.
— Amo Lúcia e sempre a amarei! Ela vai curar-se, estou certo! Mas, seja qual for o resultado do tratamento, o meu pedido manter-se-á. Onde está ela?
— Recusa-se a aparecer enquanto não estiver curada.
— Pois diz-lhe que desejo falar-lhe imediatamente.
Nesse mesmo instante uma cortina do fundo abriu-se, e a jovem Lúcia entrou com o rosto velado. A sua voz era pouco firme ao dizer:
— Décio Flávio... aqui estou!
O jovem romano voltou-se. A sua surpresa era evidente:
— Lúcia! Porque trazes o rosto coberto por um véu?
— Porque ainda não estou bem.
— E porque não vieste logo?
— Porque não tencionava ver-te! Mas ouvi a tua voz… essa voz que cantava sempre dentro do meu peito as últimas promessas trocadas antes de partires... e não resisti à tentação de aparecer-te!
Ele agarrou-lhe os pulsos, pois as mãos estavam cobertas por ligaduras.

 

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— Lúcia... minha Lúcia! Quantos banhos já tomaste desde que chegaste aqui?
— Seis.
— E sentes melhoras?
— Se as não sentisse, já teria regressado a Roma. Não me perdoaria, privar-te de uma mulher bonita! Devem existir por aqui muitas beldades desejosas de merecer-te!
Ele apertou-lhe os pulsos e murmurou:
— Bem sabes que és a mulher mais bela de Roma!
Ela tentou protestar.
— Exageras...
— Lembra-te de que o próprio imperador o dizia. Tu serás minha e só minha!
Ela meneou a cabeça, com aflição.
— Não, Flávio! Só quando estiver curada!
— O que será muito em breve!
E acariciando-lhe os cabelos através do véu:
— Faremos um grande festim e daremos largas à nossa felicidade!
A poucos passos, o cônsul Cornélio Máximo lembrou a sua presença:
— Bem... Já que se esqueceram de mim, aproveito para ir dar umas ordens.
Lúcia protestou:
— Pai, fique connosco! Décio Flávio é nossa visita...
Maliciosamente, o cônsul retorquiu:
— Décio Flávio fica bem entregue. Farás com dignidade as honras da casa a tão ilustre hóspede. Eu não me demorarei.
E saiu. Ficando sós, Décio Flávio tentou ver o rosto da jovem. Ela recuou apavorada:
— Não, Décio Flávio! Não quero que em ti fique a mínima recordação desagradável a meu respeito!
— Desejava tanto ver a luz desses teus olhos tão belos, que enchiam a minha alma!
— Não! Perdoa-me, mas pouco tempo faltará! Estou quase curada e a ti o devo!
— Pois seja, meu amor! Mas, pelo menos, permite que te procure com assiduidade. Preciso de ouvir a tua voz, já que me falta a luz do teu rosto!
— Ver-te e ouvir-te é o que mais ambiciono na vida. O teu amor por mim é parte da minha cura! E, já agora, deixa que te comunique quão feliz me tornou aquela caixa tão bonita, forrada de seda e contendo duas chaves em ouro: duas chaves simbólicas que dizem bem do teu carácter e da sorte que tive em ter-te agradado!
O jovem romano acariciou mais uma vez os cabelos da sua bem-amada e pediu:
— Lúcia, guarda essas duas chaves por toda a nossa vida!
Lúcia concordou:
— Assim farei! E se possível for... que elas fiquem por toda a eternidade contando à gente vindoura o que pode um verdadeiro amor!

 

 

 

Fonte Biblio MARQUES, Gentil Lendas de Portugal Lisboa, Círculo de Leitores, 1997 [1962] , p.Volume V, pp. 229-234

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:00
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018

Blog Chaves faz hoje 13 anos

13 anos

 

Todos os anos nesta data, dia 2 de janeiro, celebramos o aniversário do Blog Chaves. Este 13º anos da nossa existência não vai ser exceção. Será um post comemorativo, de agradecimento e de deixar aqui alguns números e curiosidades sobre o blog e sobre quem e desde onde nos visitam, sem esquecermos a família deste blog, constituída pelos que estão na sua feitura e nos que diariamente nos acompanham.

 

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Os números são das estatísticas dos Blogs Sapo e da Statcounter que monitorizam e registam as visitas e outras informações do blog Chaves, Iniciemos pelas informações anexas ao nosso contador da Statcounter ao longo destes 13 anos da nossa existência em que contabilizámos 2.965.904 visitas até ao ultimo dia de 2017, das quais 292.942 ocorreram neste último ano, bem longe das 21.044 visitas que conseguimos no primeiro ano de existência, mas também um pouco distantes das 375.205 visitas do ano de 2010, em que ainda não tínhamos a atual concorrência das redes sociais, principalmente do facebook. Mas temos vindo a recuperar e acreditamos que chegaremos de novo aos números de 2010. Tudo dependerá também do nosso trabalho, vamos lá ver se teremos essa força.  

 

Em jeito de resumo ficam os dados desses três anos e o gráfico com os restantes anos.

 

2017 – Um total de 292 942 visitas,  o que dá a média diária de 802 visitas.

2010 – Um total  de 375 205 visitas, o que dá a média diária de 1027 visitas.

2005 – Um total de 21 044 visitas, o que dá a  média diária de 57 visitas.

 

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Desde já também um especial agradecimento à SAPO - Blogs SAPO por nos disponibilizar este espaço e por estar sempre pronta a ajudar-nos nas nossas dificuldades de blogers, mas também pelas ferramentas que nos disponibiliza e dados que nos fornece, como os das estatísticas, de onde vamos retirando algum feedback que também ajudam no nosso trabalho. Deixamos algumas dessas informações e curiosidades disponibilizadas pelas estatísticas da SAPO, como os:

 

Posts mais visitados do blog em 2017:

  1. Eleições Autárquicas - Cidade de Chaves
  2. Termas Romanas - Chaves - Portugal
  3. O Barroso aqui tão perto... Vilarinho de Negrões
  4. LÉXICO-GLOSSÁRIO TRANSMONTANO - Letra C
  5. A pedido, aí vai mais presunto...presunto de Chaves
  6. O Barroso aqui tão perto... Corva
  7. Vidago, um paraíso na montanha.
  8. O Barroso aqui tão perto - Caniçó
  9. Curral de Vacas - Chaves - Portugal
  10. Bolideira - Chaves – Portugal

 

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Principais fontes de tráfego

Estas são as páginas que mais direccionaram visitantes para o seu blog este ano.

  1. google.com
  2. facebook.com
  3. chaves.blogs.sapo.pt
  4. sapo.pt
  5. bing.com
  6. blogs.sapo.pt
  7. yahoo
  8. ositiodosdesenhos.blogspot.com
  9. ositiodosdesenhos.blogspot.pt
  10. images.google.fr

 

Estes últimos dados não deixam de ser curiosos, principalmente por nele também constar um blog que acompanhamos e que já um dia lhe roubamos uma caricatura com a devida autorização do dono. Porque merece, mesmo tendo link na barra lateral do nosso blog, fica aqui o seu endereço para uma visita que deverão fazer, pois vale a pena: http://ositiodosdesenhos.blogspot.pt/

 

Dispositivos usados para aceder ao blog Chaves

Dispositivo         Percentagem

Desktop              41%

Telemóvel          49.7%

Tablet   9.3%

 

Perfil dos visitantes

Género Percentagem

Feminino            43.2%

Masculino           56.8%

 

Faixa etária        Percentagem

18-24 anos         6.5%

25-34 anos         16.2%

35-44 anos         22.5%

45-54 anos         16.9%

55-64 anos         24.3%

65+ anos             13.6%

 

E estes são alguns dos dados a que temos acesso graças à SAPO

 

E agora passemos a um resumo em jeito de retrospetiva daquilo que foi acontecendo no blog mas também cá por Chaves e na região, revisitando e lembrando alguns posts ao longo do ano de 2017, em cada um dos meses.

 

Janeiro

Como sabem as ações do Blog Chaves não se ficam só pelo que acontece aqui. Uma das que vamos promovendo são algumas exposições de fotografia ao longo do ano. Em janeiro trouxemos a Chaves 5 fotógrafos do Porto com fotografia de rua da cidade do Porto, onde participaram - António Tedim, Jorge Pena, José Pedro Martins, Pedro Alves e Rui Neto ( http://chaves.blogs.sapo.pt/exposicao-coletiva-de-fotografia-de-rua-1488054 ).

 

 

 

Também não nos ficamos só pela cidade de Chaves e pelas crónicas dos colaboradores. As nossas aldeias também tiveram aqui sempre lugar e aquilo que vai acontecendo na região mais próxima, onde vamos e partilhamos no blogue aquilo que vamos vendo. Temos andado pelo Barroso mas não só. É precisamente no Barroso onde vamos atrás das tradições e celebrações do S.Sebastião que todos os anos acontece no 20 de janeiro, como em Couto de Dornelas e Alturas do Barroso.

 

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Fevereiro

No anos de 2017 iniciámos uma nova ronda pelas aldeias flavienses, seguindo a ordem alfabética e deixando sobre cada aldeia, pelo menos,  3 fotografias em que uma é sempre a cores, uma a P&B e uma última com recurso ou não a arte digital. Fica uma de Agostém que estava à mão, pois poderia ser de outra qualquer aldeia.

 

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Também como não temos crónicas para todos os dias e temos apostado em pelo menos dois posts por dia, temos de recorrer a um mais levezinho, onde apenas entra um momento com uma imagem e às vezes umas poucas palavras, Claro que também aqui há exceções e às vezes deixamos mais que uma imagem. Fica um desses momentos feito de 3 momentos:

 

3 momentos da cidade

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Março

Neste mês também saímos à rua e atravessámos a fronteira para uma exposição coletiva intitulada “Ruralidade” que decorreu entre 30 de março a 25 de abril, integrada nas festas do Lázaro em Verin. Participaram nela 3 fotógrafos flavienses e 4 galegos, a saber: Anxos Borjas; Fernando DC Ribeiro; Humberto Ferreira; João Madureira; Miguel G.Torres; Pablo Serrano; Sergio Crespo Vilar.

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Abril

Continuámos a nossa ronda pelas aldeias, no mês de Abril ainda na letra A em que uma delas foi Argemil da Raia

 

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Na Adega do Faustino o Blog levou a efeito mais uma exposição, ou melhor, a mesma que então estava em Verin, mas apenas com os três fotógrafos flavienses: Fernando DC Ribeiro; Humberto Ferreira e João Madureira.

 

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Também tem sido tradição do blog cumprir com a mentira do dia 1 de abril. Em 2017 inventámos um túnel entre o Forte de S.Neutel e Forte de S.Francisco com uma saída junto ao Tâmega. Houve muita gente a acreditar na mentira e alguns até já tinham andado dentro do túnel inventado, mas o mais caricato, e mesmo com mentira desmentida oficialmente no dia seguinte aqui no blog, passado uns meses, penso que em junho, um site de História partilhou a notícia como sendo verdadeira.

 

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Maio

Claro que a nossa Top Model Ponte Romana vai sendo uma constante aqui no blog. Ninguém lhe resiste e dá sempre um bom post. Mas todas estas fotos resultam da procura daquela foto especial da nossa Ponte Romana, que espero um dia ver ou registar. Até lá, vamos deixando as tentativas.

 

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Tal como vamos noticiando aqui no blog,  a maioria dos nossos colaboradores têm obra publicada, e sempre que lançam um novo livro, temos todo o gosto em partilhar aqui o acontecimento, tal como aconteceu com o livro  “CENTENÁRIO DA PARTIDA DO 1º BATALHÃO DO RI 19 PARA A FLANDRES-GRANDE GUERRA” de autoria de António Souza e Silva, que todos os meses deixa aqui um “Discurso Sobre a Cidade”, mais precisamente na primeira sexta-feira de cada mês.

 

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Outra crónica que vai sendo habitual acontecer aqui todos os domingos é a  de “O Barroso aqui tão  perto” onde uma a uma queremos aqui trazer todas as aldeias do Barroso. Já passaram por cá umas dezenas delas, faltam as restantes, mas às vezes não resistimos a umas imagens extra aldeias, tais como as que ficam e que foram publicada em maio passado:

 

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 No dia 13 de maio, um sábado, tocou a vez de irmos até Aveleda com um post intitulado:

“Aveleda, o mito dos três efes, o Papa, o Benfica e Salvador Sobral”

 

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Ficaram as fotos de Aveleda, quanto ao texto, foi outro. Deixo um pouco do texto de então:

 

“Não podia deixar de cumprir a promessa de trazer aqui mais uma das nossas aldeias, como acontece todos os sábados, e só o faço agora, no final da noite, por fortes razões que tem a ver com o ego, não o meu em particular, mas o meu ego de ser português HOJE, sem qualquer necessidade de fazer renascer o passado de há 500 anos, sem necessidade de recorrer ao Camões, sem necessidade de fantasmas e esperanças sebastianistas. Valemos apenas por aquilo que somos hoje e valemos muito, começa a ser tempo de acreditarmos em nós, na nossa língua, naquilo que é nosso e, que ninguém duvide que temos daquilo que é melhor, e hoje, Portugal em várias frentes, demonstrou-o, tanto, que se fosse eu quem mandasse, fazia deste dia, o 13 de maio, um dia de feriado nacional.”

Os três efes vieram ao respeito da Visita do Papa nesse dia, do Benfica ter sido campeão e do Salvador Sobral ter ganho o Euro Festival da canção.

 

1600-(35545).jpg

 

Não é só a Ponte Romana que tem sido uma constante aqui no blog, pois o Arrabalde também o tem sido e quanto a este largo, mesmo com o recente atentado que lá cometeram, continua a seu um dos locais mais interessante para fazer fotografia de rua em Chaves, só falta mesmo ser decretado isso.

 

1600-(45964).jpg

 

Também não resistimos a de vez quem quando deixar uma silhueta ou um pormenor de arquitetura ou de arte. Afinal tudo isto acontece em Chaves, porquê não partilhá-lo.

 

Junho

Na retrospetiva de há um ano deixámos como destaque do ano 2016 a  abertura do MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso. Embora o destaque deste ano vá para outro acontecimento, não deixámos passar em claro as exposições que aconteceram no MACNA como a exposição “Corpo   Abstração e Linguagem” com as obras em depósito da Secretaria de Estado da Cultura na Coleção Serralves, com pinturas e esculturas de grandes nomes da arte feita em Portugal entre os anos 60 e 80 do século passado, ao todo 27 artistas, a saber: Lourdes Castro, Joaquim Rodrigo, René Bertholo, Álvaro Lapa, João Vieira, Manuel Baptista, Fernando Lanhas, Paula Rego, António Palolo, António Sena, Ângelo de Sousa, Júlio Pomar, Pedro Cabrita Reis, Jorge Martins, António Dacosta, Eduardo Betarda, José Pedro Croft, António Campos Rosado, Alberto Carneiro, José de Guimarães, Julião Sarmento, Nikias Skapinakis, Manuel Rosa, Graça Morais, José de Carvalho, Pedro Calapez e José Loureiro.

 

1600-macna (1242).jpg

 

Em junho inaugurou também mais uma exposição de Nadir Afonso, intitulada “Arquitetura sobre Tela” onde se dá a conhecer o arquiteto artista e o artista arquiteto. Exposição que ainda está patente ao público.

 

Como atrás dizíamos a respeito dos nossos colaboradores com obra, António Roque publicou o seu livro de poemas também neste mês, acontecimento que o blog também partilhou.

 

Para além da cultura dos livros e da arte pintada, também gostamos de dar umas voltas pela ruralidade e pelos seus tempos livres, de lazer ou de ócio da nossa gente, às vezes vamos ver jogar à malha pelos campeões da coisa. Fazemos sempre uns registos que gostamos de partilhar.

 

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E como não há dois sem três, João Madureira também publicou mais um livro – “O Homem Sem Memória”. Livro que também passou em publicações semanais com um episódio por semana aqui no blog Chaves, com o mesmo título.

 

Também para as exposições não há duas sem três ou quatro, e o Blog Chaves promoveu também no mês de junho passado uma exposição de fotografia de Cláudia Carneiro. Aproveitamos para deixar um agradecimento à Adega do Faustino que tem sido parceira  do Blog Chaves nesta exposições de fotografia, cedendo o seu espaço expositivo. Igual agradecimento para a Sinal TV por ser também parceira como media partner.

 

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Julho

Nas aldeias dos sábado chegou a vez à letra C e ao  Cambedo, que continuamos a ter debaixo de olho para um dia podermos atualizar com mais informações o blog Cambedo Maquis.

 

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Em julho cumprimos também um desejo que era o de trazer aqui ao blog a “Rapa das bestas” na rubrica  “A Galiza aqui ao lado”. O Blog foi lá, ficámos fãs e recomendamos. É uma espetáculo de tradição centenária a não perder.

 

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Agosto

Iniciámos uma nova crónica intitulada “De cá… para o mundo” em que pretende dar a conhecer um pouco do nosso Portugal Norte, a norte do Douro. É também o blog a alargar horizontes fotográficos, embora no primeiro post não tivéssemos passado do concelho de Vila Pouca de Aguiar, com o castelo do Pontido e uma aldeia que também tem morada no coração deste blog – Parada do Corgo.

 

1600-parada (18).jpg

 

Ainda na letra C a nossa aldeia de um dos sábados de agosto foi a aldeia de Casas Novas onde o Casario Solarengo marca presença importante.

 

1600-casas-novas (82).jpg

 

 

Festival Identidades tem vindo a acontecer todos os anos em agosto no Jardim Público em Chaves. Este ano passaram por lá os grupos e músicos: Luiz Caracol,  Enraizarte, Terrakota, String Fling, Oquestrada, Seiva, Fanfarra Kaustika, Celina da Piedade, Omiri, Trad.Attack.

 

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Um festival que tem qualidade, pernas para andar e para crescer e tornar-se um festival de referência nacional e galega. É uma boa aposta para o futuro. Daí, nós todos os anos lhe termos dado algum destaque.

 

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Setembro

Inicia-se uma nova crónica de autoria de Cristina Pizarro intitulada “Nós os homens”. Surpresa nossa, o facebook tem-nos censurado todas as publicações desta crónica, tudo devido ao cabeçalho, que está baseado numa obra de arte existente. Segundo o facebook é pornográfica e um atentado à moral. Já reclamámos a dizer que não, mas resposta é sempre a mesma. Censurar.

 

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 Em “O Barroso aqui tão perto” em setembro uma das aldeias que ficou aqui no blog foi  Caniço, um bom exemplo de que o Barroso não é uma região agreste. Também tem um pouco disso, aliás o Barroso tem de tudo, daí, não admirar que esta rubrica tenha tantos fãs.

 

1600-canico (50).jpg

 

Outubro

 

Na “Cidade de Chaves – Um olhar” vamos deixando alguns olhares de Chaves, como este que se segue. E foi publicado em outubro.

 

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No MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso é inaugurada a exposição do Escultor e Designer João Machado, intitulada a “ Arte da Cor” é mesmo de arte e cor repartida por esculturas e cartazes. Mais uma que o blog tinha de partilhar. Exposição que continua patente ao público e que não se pode perder. Assim, se ainda não foi ao MACNA ver esta exposição, vá!

 

1600-j-machado (290).jpg

 

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Claro que o mês de outubro é mês da Feira dos Santos em Chaves, como tal, em 2017 fizemos uma retrospetiva de todos os anos anteriores em que temos registos digitais.

 

1600-Santos 10 (714).jpg

 

Dia 16 de outubro, segunda-feira, como sempre fazemos o “regresso à cidade” com uma foto e um pequeno texto, no 16 de outubro passado foi com a foto e texto que se segue que o fizemos, com Chaves às escuras.

 

1600-(48020).jpg

 

“O regresso à cidade de hoje faz-se com Portugal a arder. Perto de seiscentos incêndios, de Norte a Sul de Portugal, mais que lamentar tal calamidade, devemos pensar, devemos meditar, refletir… A imagem é de ontem ao fim da tarde, às 17H30, que num dia normal ainda teríamos o sol a uma altura considerável, mas pelo cheiro a fumo adivinhava-se o que estava para além da escuridão.”

 

 E foi também em outubro que se deu o acontecimento do ano, nas eleições autárquicas, quando Nuno Vaz vence as Eleições, derrotando António Cabeleira

 

Eleições

autarquicas 1.JPG

A promessa estava em cartaz e cumpriu-a. Virou mesmo! Com maioria absoluta. Nuno Vaz, o novo Presidente da Câmara de Chaves.

 

autarquicas-2.JPG

 

Novembro

Embora 2017 climaticamente se tivesse mostrado atípico, as cores de outono também o foram. A exuberância do colorido de outono não aconteceu em simultâneo como costuma acontecer. Ficaram a perder os fotógrafos e nós também. Daí recorremos a uma montagem de momentos de outonos anteriores para elogiar o outono de 2017.

 

telemovel1600-(34505)-comp

 

Nas aldeias chegámos ao F com Fernandinho e com as suas imagens. Deixamos uma que publicámos.

 

1600-fernandinho (78).jpg

 

E também uma das poucas fotografias que este ano tirámos na Feira dos Santos. Foi um registo também com alguma magia, o das crianças e dos carrosséis.

 

1600-santos 17 - (21).jpg

 

Dezembro

Iniciámos uma nova crónica entitulada “Chaves História’s”. Com ela pretende-se dar a conhecer alguma História que está publicada em livros ou publicações antigas. Começámos com o Liceu Nacional Fernão de Magalhãis. É mesmo com i que se escreve, não há erro.

Foi também em dezembro que se publicou no blog uma foto que no flickr, sítio onde são alojadas as nossas fotos do blog, atingiu só num dia mais de 4600 visualizações e  80 fotógrafos a classificaram como favorita. Ainda não percebi muito bem o porquê, mas não discutimos os números. Fica a foto:

 

1600-(46892).jpg

 

 E terminamos com mais um livro, aliás são dois livros de dois autores colaboradores do Blog Chaves com textos que também passaram aqui pelo Blog. O livro do Pité (Manuel Cunha), intitulado “O Factor Humano – 10 contos de reis, sem notas”, numa edição de autor, limitada e que não está à venda ao público. O outro livro, é mais um da autoria de Gil Santos, o homem das estórias do planalto com o seu novo livro “ Sincelos – Estórias em Chaves”, este sim, à venda na FNAC e nas livrarias.

 

sicelos.JPG

 

Para terminar só restam mesmo os agradecimentos a todos os colaboradores do blog, antigos e atuais, pois todos fazem parte desta família que tem sempre a porta aberta para os regressos e para mais um. Aliás deveremos ter em breve mais um colaborador(a). Agradecer também a quem desse lado nos acompanha e comenta. Pena que não haja mais gente a comentar e a pedir-nos coisas que gostasse de ver abordadas no blog, mas já vamos estando habituados e já ficamos agradecidos com as vossas visitas.

 

Um bom 2018 para todos deste blog que em breve cumprirá os 3.000.000 de visitas. Somos capazes de ter novidades para essa altura.

 

Bom 2018!

 

 

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:50
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Domingo, 31 de Dezembro de 2017

Bom 2018!

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