Segunda-feira, 5 de Setembro de 2016

De regresso à cidade quente...com uma imagem de Inverno

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Cá estamos mais uma vez de regresso à cidade, hoje com uma imagem do tempo do frio dos nossos nove meses de inverno, mais propriamente uma imagem de novembro de 2014. Pensavam que o frio tinha chegado!? – Pois, mas não, por cá continuamos nos três meses de inferno, com as temperaturas upa-upa. Há quem goste. Por mim estou desejoso que chegue o Inverno para de novo desejar o Verão. Contudo, há coisas boas nestes verões quentes, como por exemplo beber um bejeca na sombra de uma esplanada, na companhia de amigos. Melhor que isso, só mesmo beber duas bejecas, na sombra de uma esplanada, na companhia de amigos, com tremoços.

 

 

 

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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2015

Maravilhas de Chaves - Igreja da Misericórdia

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Para já fica uma das maravilhas de Chaves, a Igreja da Misericórdia, ela mesma integrada noutra maravilha — a nossa praça monumental, a Praça do Duque — onde sem qualquer dúvidas estão os edifícios mais bonitos e significativos da cidade de Chaves, como a Igreja Matriz, o edifício do antigo hospital (também na foto), o edifício dos Paços do Duque de Bragança, o edifícios da Câmara Municipal e o edifício da Sociedade e ainda a Torre de menagem e o pelourinho a espreitar.

 

Já de seguida vem aí mais um discurso sobre a cidade, hoje de autoria de José Carlos Barros.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:20
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Domingo, 18 de Janeiro de 2015

Faiões - Chaves - Portugal

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:55
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Domingo, 30 de Novembro de 2014

O Outono entre Seixo e Loivos

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O concelho de chaves é constituído por uma cidade (Chaves), duas Vilas (Vidago e Stº Estêvão) e cerca de 150 aldeias, no entanto, uma das vilas (Stº Estêvão) adquiriu o título excecionalmente, com uma exceção à própria exceção prevista na Lei nº 11/82 de 2 de junho, Mas veio isto à conversa por causa de Vidago, a vila e o segundo aglomerado mais importante do concelho, e ao qual, por uma ou outra razão às vezes temos que ir.

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E chamo aqui Vidago porque foi a caminho dessa vila que tomei estas imagens. Sendo a segunda povoação mais importante do concelho desde sempre teve ligações privilegiadas com a sede do concelho, além de ser atravessada pela Estrada Nacional 2 e receber ou ser o entroncamento de outras vias secundárias. Assim atualmente podemos (a partir de Chaves) chegar a Vidago por 5 vias diferentes (e já perdemos a sexta via que era o combóio), sendo duas delas principais (A autoestrada e a Nacional 2) e as restantes 3 secundárias. Pois sempre que lá vou sem as pressas do relógio a incomodar tomo preferencialmente uma das ligações secundárias, mas com mais frequência a que sai de Chaves pela EN 314, a tal estrada que nos liga a quase metade do concelho rural e de montanha.

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É nesta alternativa de acesso a Vidago que apanhamos vários pontos de interesse, desde logo as vistas que durante a EN 314 lança para o vale de Chaves, a subida da Serra do Brunheiro, a descida para o vale de Loivos ou melhor, da Ribeira de Oura, a própria Ribeira de Oura, Loivos que ainda hoje mostra a sua grandeza e as belezas naturais que acompanham todo o percurso até Vidago. No entanto esta alternativa atravessa apenas 6 aldeias, sendo que uma delas ainda é na prática cidade (Vilar de Nantes) outra um pequeno aglomerado de 4 ou cinco casas no cruzamento de estradas (Peto de Lagarelhos) e pelo meio apenas restam Izei, Seixo, Loivos e Vila Verde de Oura. As imagens de outono de hoje são precisamente do local onde a Ribeira de Oura recebe um pequeno afluente e atravessa a estrada entre o Seixo e Loivos.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 22:44
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Outros Olhares - As Feiras dos Santos

 

 Feira dos Santos 2007

 

Hoje ficam cinco olhares sobre a Feira dos Santos 2007, com sol.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:55
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2014

De regresso à cidade

De regresso à cidade e, parece que ontem foi o 5 de outubro, dia em que se celebrava Implantação da República. Ou foi distração minha, ou não dei por nada!

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:00
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Sábado, 14 de Dezembro de 2013

Pedra de Toque

 

A MADALENA


Quando eu era puto, a Madalena ficava muito longe.


As primeiras brincadeiras lembro-as no Arrabalde, na Rua do Olival onde morei e, na zona da escola das senhoras Monteiras , que frequentei.


As incursões na Madalena eram raríssimas e só passaram a ser mais frequentes nos primórdios da adolescência.


Então, nas noites estivais, visitávamos o Jardim Público e aí, até às 11 (não havia autorização para mais), jogávamos divertidos ao romisco e aos polícias e ladrões, escondendo-nos, para o efeito, em todos os recantos que o belo jardim possuía.


Por vezes de tarde, entusiasmados pelo Zé Augusto Guimarães, patinávamos no ringue e com paus de amieiros tentávamos o hóquei, tão em voga no tempo.


Espigadotes, no pico do Verão, não perdíamos as verbenas sempre no frondoso jardim.


E aí dávamos e repetíamos os passos de dança , que tínhamos estreado nas Brotas.


Se tínhamos economias íamos para o ringue bailar, se não, optávamos pelo escurinho em qualquer das alas.



Durante o resto do ano, raramente atravessávamos a ponte.


A Madalena era um bairro da cidade que tinha inúmeros comerciantes.


As gentes que desciam das nossas aldeias abasteciam-se muitas vezes por aí e, algumas só subiam ao centro, para visitarem os médicos, irem ao tribunal ou às outras repartições públicas.


Um dos mais antigos comerciantes de Madalena era o senhor Raúl Eugénio Leite, proprietário de uma loja de fazendas afreguesada.


Era um homem prestigiado pela sua educação e honradez.


Quase todos os dias subia até à Rua de Santo António, onde sorrateiramente, visitava a sua namorada de sempre, prática que cumpriu até ao fim da sua longa vida.


Raros estes amores nos dias que correm.


Muitos outros comerciantes tinham aqui os seus estabelecimentos e por cá viviam.



De entre muitos, quero recordar o senhor Benito, o senhor Amadeu Carneiro, o senhor António das farinhas (que chegou a ser sócio do meu pai na exploração do bar Avis), o senhor Castro, com a sua funerária, o senhor Guerra que negociava fazendas e confecções, o senhor Azevedo com o seu estabelecimento de ferragens, o senhor Jaime Claro, o senhor Ferraz falecido há pouco, homem coerente e vertical que vendia e reparava as máquinas de costura Oliva e a grande loja e armazém de mercearias do senhor João Teixeira Chaves, um dos maiores grossistas do distrito.


No ramo da sapataria, prontificava o senhor Malagueto, pai de colegas minhas na primária.


Três garagens situavam-se no cruzamento com a avenida D. João I que se iniciava em Outeiro Jusão.

A primeira fundada pelo senhor Alberto Costa, foi depois “A Garagem Flaviense”, propriedade até quase aos dias de hoje do senhor Emídio Macedo.


Na esquina e muito perto funcionavam as garagens do senhor Coelho e a do senhor João Manco que ainda perdura, mas para simples recolhas.


Na Madalena existiram sempre tascas com muita clientela e por isso conhecidas de todos. A mais famosa era a tasca da Ritinha (mãe do meu amigo Flávio), mas outras prosperavam, como a do Salvador e a da Laidinha.


O café Vitória, que foi do senhor Amadeu e da senhora Augustinha,  era o mais conhecido do bairro.

Aqui trabalhou muitos anos a lavar copos a Ermelinda Bufa, uma figura muito popular e conhecida pelas bandas da Madalena. A sua popularidade, só era ligeiramente superada pela do Zé Florista, que cirandava por toda a cidade, tantas vezes agarrado à saia da mãe.



Gente simples, gente pobre, gente humilde, gente boa.


Por cima do café Vitória vivia a Zezinha Sequeira, uma das senhoras mais bonitas de Chaves de então, que mais tarde arribou para Lisboa onde teve uma vida infelizmente agitada.


Vendia-se carvão na Madalena, já que ele era imprescindível para o crepitar das braseiras, que minoravam os frios de Inverno.


A Aninhas das Tetas Grandes vendia carvão e foi até ao fim da sua vida a grande paixão do senhor Agenor Pinto.


O senhor Henrique, cuja esposa era mestiça, vendia a grosso produtos agrícolas, como a batata. Era pai da Irene, minha colega, amiga de infância que já não vejo há muitos muitos anos.


No terreiro situava-se a grande oficina da cidade de metalúrgica ,conhecida pelos Ferreiros, propriedade de alguns irmãos.


Os comerciantes aqui referenciados viviam no bairro, mas outras personalidades estimadas e distintas, que normalmente trabalhavam no centro da cidade, por aqui habitavam com as respectivas famílias.



À guisa de exemplo e com as desculpas por necessariamente esquecer muitas, aqui sito o senhor José Guimarães, o Dr. Júlio Montalvão Machado, o senhor Mário Silva, pai de uma grande amiga e colega desde sempre, o senhor Barrosinho, o Engenheiro António Montalvão Machado, figura simpática e que irradiava graça, o Dr. Arnaldo Borges, veterinário, pai do Fernando, colega de escola e de liceu, entre muitos outros.


Vamos por fim referir as marcas de religiosidade na Madalena.


Desde logo as pequenas capelas de S. Roque e de S. Bento, que os fieis não esqueciam de alindar e aflorar.


Aliás, na de S. Roque ainda hoje se fazem exéquias fúnebres.


Mas o grande edifício onde acorriam e acorrem os mais devotos é a Igreja de S. João de Deus, mais conhecida por Igreja da Madalena, sita mesmo ao lado do edifício que foi albergue para peregrinos, que rumavam a Santiago e escola médica, onde funcionou a primeira aula de cirurgia lecionada no nosso país.



Nos meus tempos de missa domingueira eu, e muitos outros, decidimos trocar a missa do meio dia na Matriz ,pela missa das 11 na Madalena.


Essencialmente por duas razões.


Primeiro porque o senhor padre que a rezava fazia-o em tão só 20 minutos e não discorria prédicas longas e maçadoras.


Segundo porque o padre Carlos Jorge Alexandre, a quem me estou a referir, tinha na celebração, uma elegância de gestos e de palavras que nos ficavam no goto.


Era um sacerdote avançado para o seu tempo, homem de cultura que também lecionava Religião e Moral no liceu, utilizando sempre uma postura e uma verve cujas palavras bebíamos.


O tempo voava nas aulas que ministrava.



O padre Carlos saiu de Chaves e rumou a Espanha onde casou e onde veio a falecer.


Muitas das pessoas que mencionei ainda tive o prazer de as conhecer. Outras já só delas ouvi falar, como por exemplo o senhor Adriano da farmácia, que sei ter sido um homem muito espirituoso e de elevada cultura .


Os que ainda habitam na Madalena e que com eles conviveram, recordam-nos pelo amor ao bairro e à cidade, pelo seu sentido de humor (de alguns) e pelas suas qualidades de trabalho e honradez.


Eu, que sempre apreciei vivamente a arte da oratória, quando ouço alguém discursar com elegância, lembro, com saudade, essa figura notável que foi o padre Carlos Jorge Alexandre, durante muitos anos o sacerdote da Madalena.

 António Roque

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Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013

Outono, mais outono flaviense, com cores e frio

Hoje ficam apenas duas imagens do nosso outono flaviense, sem palavras.

 

 

 

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Quinta-feira, 7 de Novembro de 2013

Mais Chaves

 

E como hoje é a primeira quinta-feira do mês, ainda iremos ter por aqui o “Discurso emigrante sobre a cidade” de Sandra Pereira para nos falar de mundos e mundinhos, mas esse só chega ao meio dia, entretanto fica uma imagen das horas douradas do mundinho flaviense.



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publicado por Fer.Ribeiro às 09:00
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Terça-feira, 3 de Setembro de 2013

Largo Caetano Ferreira - Chaves - Portugal

 

No meu tempo de estudante de liceu fiz a promessa de, pelo menos, passar pelo jardim das Freiras uma vez por dia. Cumpri a promessa religiosamente durante muitos anos. Hoje, quando passo na Rua de Stº António, olho para as Freiras de esguelha, isto, quando olho. Para quem as viveu tão intensamente como os da minha geração as viveu, nunca mais as poderemos encarar de frente. Lamento que quem não é flaviense ou não tivesse vivido essa intensidade das Freiras não perceba nada daquilo que estive para aqui a dizer, mas aqueles que as viveram, sabem do que estou a falar.



Felizmente que a cidade de Chaves não são só as Freiras e com o tempo, aprendi a gostar de outros cantinhos da cidade. Um passeio vagaroso pelas ruelas da cidade, embora o seu envelhecimento e abandono magoe, ainda dá gosto de passear, principalmente porque ainda há a esperança ou o sonho de um dia poder a vir a ter a vida que outrora teve e depois é por elas que se podem atingir dois dos largos ou praças onde atualmente gosto de estar, como antes gostava de estar nas Freiras.




Gostaria  de incluir nessas praças a Praça da República, por ser uma das mais bonitas de Chaves, no entanto não convida ao estar, como também outrora convidada. Um desses largos que aprendi a gostar com o tempo, é o Largo Caetano Ferreira, sem dúvida que é também um dos mais bonitos da cidade e onde se pode repousar um pouco à sombra, nem que seja na escadaria da Igreja da Misericórdia, já que os poucos banco que por lá há não chegam para as encomendas de quem os merece.

 

 

Embora seja um largo onde o casario habitacional também está velho e abandonado (exceção para a Rua da Misericórdia que ainda vai tendo alguma vida), há uma “casa” que está cheia de vidas com estórias de encantar. Também é por isso que gosto do largo, de, mesmo em silêncio e sem qualquer conversa, ouvir essas estórias que cada um tem para contar. Estórias que fazem a História de outros tempos, estórias de guerra, de fome. Estórias do tempo em que viver os dias eram uma verdadeira aventura. Oiço sempre essa história e estórias nos rostos ou nos olhares que de vez em quando se cruzam.



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publicado por Fer.Ribeiro às 16:00
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Domingo, 11 de Agosto de 2013

Curral de Vacas - Chaves - Portugal

 

A minha mãe sempre me disse que quem dá a noite não pode dar o dia e é bem verdade. Quero com isto dizer, e dias e noite à parte, que se ando na rua não posso estar em casa ou seja, que andando lá fora não posso vir aqui ao blog cumprir como prometido, mas é tudo por uma boa causa, pois para arranjar matéria e imagens para o blog tenho de ir para a rua.



Neste fim de semana entretive-me com o incêndio das Nogueirinhas e hoje lá fui fazer o rescaldo da situação, tal como algumas dezenas de bombeiros (de várias corporações) que por lá ainda estavam à espera de um ou outro reacendimento., pois as temperaturas do dia a isso eram propícias.



Não que o entretenimento tivesse sido de gozo, antes pelo contrário pois o cenário era de desolação total, tanto que até acabei por concordar com aqueles que dizem em que o nosso mundo rural está desertificado em vez de despovoado. Por este caminho o nosso concelho para lá caminha, para a desertificação, principalmente quando há anos, muitos anos que não há políticas para uma reflorestação, muito menos com espécies autóctones (carvalhos, castanheiros, etc) e não me venham com a cantiga dos pinheiros se darem bem por cá, que até dão, principalmente para alimentar incêndios.



Mas sobre o incêndio já aqui deixei imagens ontem, hoje quero ir até Curral de Vacas (aldeia que com as Nogeuirinhas fazem a freguesia de Stº António de Monforte), e tudo porque quando parei nas Nogueirinhas estavam por lá pessoal de Curral de Vacas de férias na terrinha e, achei de bom tom a t-shirt  que vestiam a anunciar a festa da aldeia a fazer jus, sem qualquer preconceito, ao verdadeiro nome da aldeia – Curral de Vacas. Só por isso merecem estar por aqui outra vez, mesmo que até nem tenham razões de queixa, pois Curral de Vacas já foi muitas vezes repetente neste blog, algumas graças a Miguel Torga e às suas antigas tradições que infelizmente ficaram esquecidas no tempo, mas nem que fosse e só pelas vistas que Curral de Vacas lança sobre o vale de Chaves, já vale a pena ir por lá e trazê-las aqui em imagem.



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publicado por Fer.Ribeiro às 23:50
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Segunda-feira, 5 de Agosto de 2013

Sabores de Chaves - A Feira do Pastel


 




Primeira parte – Umas palavrinhas de introdução


"Onde a tradição tem gosto…"


A frase consta na contracapa do guia ao visitante dos Sabores de Chaves/Flaviae Fest – feira do pastel (que se realizou neste último fim de semana) e é curiosa, pois embora eu pense que a ideia da frase se refere aos Sabores de Chaves e neste caso ao pastel,  deixa também outras interpretações, e uma delas, ainda para mais porque vem acompanhada do Jardim Público de Chaves é a de que dá gosto ver uma feira destas no Jardim Público. Mas há a questão do “onde a tradição”.


Mas vamos ao significado das palavras.


Sobre o “onde” penso não haver dúvidas. É um advérbio  de lugar que significa “no lugar em que”



Já por  tradição, entende-se os costumes que vêm do passado ou o facto de transmitir e conservar os costumes. Mas transmitir e conservar os costumes não é coisa fácil, como dizia Thomas Eliot: « a tradição não é dada por direito de herança, e, se a quiser, é preciso muito trabalho para a obter.


Assim sendo o gosto da tradição só está no pastel, mas ficaria o "onde" de fora (no lugar em que) e esse é o Jardim Público, e aqui chegamos a uma contradição, pois, como se pode afirmar que o pastel tem gosto no Jardim Público se é a primeira vez que se faz lá uma feira do pastel?. Pois para se saber que a tradição tem gosto num lugar, esse lugar torna-se ele mesmo tradição para que a outra tradição (o pastel) tenha gosto. A não ser que se queira dar a mão à palmatória e se vá buscar (repescar) a tradição no lugar em que  a ADRAT levava a efeito, com sucesso reconhecido, as feiras do artesanato que realizavam no Jardim Público, até há 12 anos atrás. Pois se é por aí que a ideia quer ir, talvez se  tivessem continuado as feiras da ADRAT  em vez de se andar a experimentar lugares e feiras sem qualquer tradição como os “produtos da terra”, a dos “saberes e sabores”, para agora ser só “sabores”, qualquer uma delas  longe do saber e dos sabores das feiras da ADRAT, aí sim, poder-se-ia falar de tradição de lugar.



Mas já é um início e a suposta tradição lá poderá a vir a ter o seu gosto ser verdadeira tradição se forem seguidas as palavras de Thomas Eliot “…é preciso muito trabalho para a obter”. Se esta Feira do Pastel for para continuar e melhorar, tudo bem,  pois para ser feira do pastel e ter por lá só 8 produtores, é muito pouco para uma cidade onde em todas as esquinas se faz pastel de Chaves, mas antes 8 que nenhum, já é um começo.


Antes ainda de passar  à segunda parte, fica só um recadinho para uma menina da feira: Nunca há duas fotografias iguais… e tenho dito.

 

Só mais uma. No livrinho distribuído na entrada da feira, faz-se uma pequena abordagem sobre os pastel de Chaves, descrição e história, onde se diz – “ A história do Pastel de Chaves remonta a 1862”. A respeito do modo como a história se faz, Napoleão Bonaparte dizia o seguinte: “ A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo”. Gostaria de saber de onde raio saiu o ano de 1862, pois tanto quanto sei não há data precisa para se atribuir ao aparecimento do pastel de Chaves, mas tudo indica que é bem anterior a essa data… quem sabe se um dia destes não abordaremos o tema, mas só depois de devidamente documentado, e isso, tal como a tradição, leva tempo a fazer e dá trabalho.


 

Segunda parte – o elogio


A parte agradável, a do elogio da feira , para que os do costume não digam que eu só falo mal das coisas que se fazem em Chaves , pois quando há que louvar, louva-se, mas como sempre os louvores têm de ser merecidos. E como hoje estou em maré de citações, fica mais esta de Miguel de Cervantes: “ O louvor vale pela pessoa que o dá” – Assim sendo, atribuam a este louvor o valor que entenderem que ele tem.


Tal como a feira do Presunto que tarda em chegar,  esta feira do Pastel já há muito que é merecida e só por isso, já nos podemos congratular pela sua existência.



Como já disse atrás,  penso que o Jardim Público é o espaço ideal para que eventos deste género aconteçam. Tem todas as condições para isso, e só é pena que sejam ocasionais e que nesta época de verão não se repitam mais vezes, pelo menos aos fins de semana. Mas tal como não me admirei que a feira de há 15 dias atrás levada a efeito pelo TEF não tivesse alcançado o sucesso pretendido, esta tinha todas as condições para alcançar algum sucesso e, só não alcançou mais (pois este foi muito tímido), precisamente pela falta de tradição que pela certa também influenciou a falta de participação de expositores e de pessoas. Mas foi um início (se for para continuar e trabalhar) e um dia, o Jardim Público poderá estar cheio de barracas, pois espaço não lhe falta e se faltar, sempre se pode prolongar para espaço Polis. Mas isto já é sonhar,  embora até seja um sonho possível.



Esteve bem a organização ao juntar o festival da flaviae Fest aos pastéis, principalmente pela qualidade e quantidade de grupos musicais que teve nos três dias do evento, e lá vai mais uma citação, esta de Miguel de Cervantes -  “ Onde há música, não pode haver coisa má”. A “Capoeira” também animou um pouco a tarde de sábado e quanto ao resto da animação não posso falar, pois só assisti à tarde de sábado, mas pelo programa, penso que poderia ter mais qualquer coisa, principalmente à tarde, pois as noites estavam garantidas com o festival.



Também soube bem saber que havia por lá dois ou três sítios onde se podia beber um copo, pois já se sabe que um pastel tem de ser acompanhado e as mesas (esplanadas) também eram simpáticas, embora poucas (só duas esplanadas, suponho) mesmo com aquelas mesas dos tabuleiros de damas, que por fim, lá tiveram alguma utilidade, pena continuarem ao sol. Também aqui (nos bares e esplanadas) se poderá apostar mais, pois se ao longo do rio (com abertura para o mesmo) por exemplo, existissem várias esplanadas para se poder beber um copo e comer um pastel ou outra coisa qualquer (presunto de Chaves, por exemplo), a feira tinha outro atrativo, uma coisa chama a outra e aí sim, a festa estava completa, pois sem música e comes e bebes, não há festa. Os foguetes neste caso dispensam-se.

 

E já que se falou em presunto, porque não fazer a feira do pastel e do presunto, alargando a oferta para se ter uma festa maior, pois embora elogie a feira do pastel, com feira ou sem feira há sempre pastéis em Chaves, aliás o caricato nesta feira do pastel é a de, em regra, se fazerem feiras para se promover um produto, nesta, foi o produto que promoveu a feira. Já quanto ao presunto, as coisas piam mais fino, esse precisa mesmo de uma feira para o promover, não na marca e fama, que essa já a tem de sobeja, tanta que até há por aí muito presuntinho (sabe-se lá de onde e feito como)  que é mamado como sendo de Chaves, enquanto que o genuíno, bem poderia ser classificado como “uma espécie em vias de extinção”  



Terceira parte – As incertezas


Pois desta vez quase dou os parabéns pelo o evento e só não o faço por duas razões, primeiro porque o sucesso foi muito tímido ou moderado e segundo porque falta saber se este foi um caso isolado ou se a feira do pastel fica com data marcada para o próximo ano, ainda para mais com eleições à porta e daí, falta saber se isto foi apenas foguetório para eleitor ver, e depois falta saber quem vai ganhar as eleições e se, se vai continuar a desfazer aquilo que está bem feito e pode crescer e melhorar,  só porque não foram eles os autores da iniciativa. É o costume, não é? – E com esta me vou.

 

Logo meia-noite estreia a Rita com os seus “Estratos” e para amanhã ao fim do dia, temos a publicação das 19.     

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 19:00
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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2013

Começa a acontecer uma nova fase

Hoje entramos numa nova fase do blog Chaves que passará a estar mais presente, mais participativo, com mais e novas colaborações e também mais diversificado.

 

De segunda-feira a domingo passará a ter três publicações diárias, que em principio acontecerão uma à meia-noite, outra ao meio-dia e outra ao fim de tarde. Não prometemos pontualidade britânica porque não nos estar no sangue cultural, mas fica prometida a meia-noite ou meia-noite e pico, por volta do meio-dia, mais coisa menos coisa, e ao fim de tarde, à tardinha ou entardecer, às vezes podemos mesmo entrar no anoitecer e ainda, às vezes por motivo de força maior, poderá não acontecer uma ou outra rubrica.

 

Antes de entramos nas novidades da nova grelha, aproveitamos este renovar da casa para mudar também a nossa imagem de abertura, com honras para a nossa Top Model Ponte Romana, mas sem deixar esquecidos alguns dos nossos monumentos mais marcantes ou algumas das nossas maravilhas.

 

Só para recordar, porque na nova casa também vai haver espaço para recordações, deixo aqui aqueles que foram os cabeçalhos do blog até à presente data.   

 






Comemorativo do 1.000.000 de visitas


Comemorativo do 1.500.000 visitas e online até ao dia de ontem


O atual cabeçalho


 

Este último ficará até um dia que seja também marcante para o blog.

 

Vamos então à nova grelha, havendo ainda alguns espaços em branco que estão sujeitos a algumas afinações e decisões. A Par da nova grelha faremos também uma breve apresentação das novas rubricas e dos respetivos autores

 

segunda-feira às 00H00


Olhares de Fotógrafos lumbudus (nova)



Serão imagens, apenas imagens de fotógrafos Lumbudus, que falarão por si.

 

segunda-feira às 12H00


“Quem conta um ponto…” - (mantém-se)



A primeira exceção, pois acontecerá às 9H00, tal como vem sendo hábito, porque tem publicação em simultâneo com o Blog Terçolho, de autoria de João Madureira.

 

João Madureira é um flaviense residente (natural da Torre de Ervededo), escritor, fotógrafo (Lumbudus), blogger e professor de formação e profissão.

 

De segunda a sábado, sempre às 19H00 (mais coisa menos coisa)


Este espaço fica por conta da casa, sem rubrica certa, mas algumas programadas, em princípio com apenas uma (de cada vez) das que a seguir se anunciam,  tal como o reaparecimento do “Repórter de Serviço” e a Foto do Dia.


Foto do Dia (nova)



Este espaço será de apenas uma fotografia, que vai ser do dia por ser do próprio dia flaviense ou por ser uma foto excepcional, esta sem tema ou autor previamente definidos. Vai ser uma foto que vi, que gostei e que merece ser partilhada.


Repositório (nova, feita de coisas antigas)



Neste espaço serão repostas algumas crónicas e posts que foram publicados ao longo da existência do blog e que, pela sua qualidade ou oportunidade, merecem ser republicadas e trazidas de novo à atualidade.


Chaves de ontem e Chaves de hoje (já existiu).



É o retomar de uma antiga rubrica em que se pretende mostrar o mesmo olhar em épocas diferentes.


Crónicas Ocasionais (foi existindo)



Acontecerão algumas que foram prometidas e ainda não houve oportunidade de as trazer a publicação. Serão temas flavienses, sobre flavienses ilustres ou não, lugares ou monumentos e momentos ocasionais. Um bocadinho da nossa história, bem como uma ou outra crónica ocasional de outro autor.

 

Terça-feira, às 00H00

 

Intermitências (mantém-se).



Intermitências, de Sandra Pereira. Acontecerão, como vem sendo hábito, de 15 em 15 dias.

 

Estratos (nova)



Estratos, de autoria da Rita, acontecerão de 15 em 15 dias a alternar com as “intermitências” de Sandra Pereira.


A Rita aprendeu a gostar da palavra terra uns anos depois de chegar a Lisboa. Chaves é a sua. Por lá nasceu, por lá viveu. Um dia fez a mala e guardou cheiros, lugares e gentes, numa caixa de trazer ao peito. Quando a abre saem estratos.

 

 

Terça-feira, às 12H00


(espaço em aberto para futura rubrica a ser publicada oportunamente)

 

Terça-Feira, às 19H00


Uma crónica (das que ficou atrás definida no espaço de segunda-feira)  a definir no próprio dia.

 

Quarta-feira, às 00H00


Chá de Urze com Flores de Torga (nova)




Um espaço inteiramente dedicado à vida e obra de Miguel Torga que ficará por conta da casa e/ou com a colaboração de outros autores.

 

Quarta-feira, às 12H00


Leituras de um olhar (mantém-se)



 

Uma imagem de António Tedim (Fotógrafo convidado da Portografia) e um poema do flaviense Paulo Chaves (autor convidado flaviense), será a continuação da rubrica que já vem acontecendo às quartas-feiras com o Paulo Chaves a ilustrar com palavras as imagens de António Tedim.

 

Quarta-feira, às 19H00


Uma crónica (das que ficou atrás definida no espaço de segunda-feira)  a definir no próprio dia.

 

Quinta-feira, às 00H00


O Homem sem memória (mantém-se)



Continuação da habitual crónica (ficção) de João Madureira, e como esta nova grelha é para cumprir, o " O Homem sem Memória" de hoje já foi publicado, às 00H00.

 

Quinta-feira, às 12H00


“Discursos (emigrantes) sobre a cidade” - (nova)



Uma nova crónica de Sandra Pereira a acontecer uma vez por mês, na primeira quinta-feira de cada mês.

 

Por curiosidade do mundo, Sandra Pereira nasceu em França há 28 anos, mas passou a juventude e vida estudantil no "Liceu" de Chaves. Também por curiosidade pelo mundo, rumou a Coimbra para licenciar-se em Jornalismo, um curso que a levaria até ao Oriente para estagiar num jornal dirigido aos portugueses radicados em Macau. Saciada um pouco da sua curiosidade pelo mundo, regressou a Portugal e integrou, em Lisboa, uma equipa que iniciou um novo projecto jornalístico a nível nacional - o jornal diário i. Volvido ano e meio, regressa a terras flavienses para ser jornalista no semanário "A Voz de Chaves". Após quase 3 anos de informação local, ainda e sempre a curiosidade pelo mundo moveu-a há 3 meses até Barcelona, onde é analista informática numa multinacional, mas continua a alimentar o "vício" da escrita, nomeadamente nas crónicas "Intermitências" e "Discursos (emigrantes) sobre a Cidade" no Blog Chaves.

 

Como esta crónica de Sandra Pereira só acontecerá uma vez por mês, as restantes quintas-feiras, ao meio-dia, ficam livres até surgir uma nova crónica.

 

Quinta-feira, às 19H00


Uma crónica (das que ficou atrás definida no espaço de segunda-feira)  a definir no próprio dia.

 

Sexta-feira às 00H00


“ Discursos sobre a cidade” - (Mantém-se)


Tal como vem acontecendo, Francisco Chaves de Melo, Gil Santos, Isabel Seixas, José Carlos Barros e António de Souza e Silva continuarão a trazer aqui os seus discursos.

 

Sexta-feira, às 12H00

(espaço em aberto para futura rubrica a ser publicada oportunamente)

 

Sexta-feira, às 19H00

Uma crónica (das que ficou atrás definida no espaço de segunda-feira)  a definir no próprio dia.

 

Sábado, às 00H00


“As Coisas Boas da Vida” - (nova)


 

Luís dos Anjos nasceu em Chaves há 41 anos. Após a conclusão do ensino secundário prosseguiu os estudos no Porto e viveu e trabalhou em várias cidades do país até fixar residência em Leiria. Gosta de ler, escrever, conhecer novas terras e novas gentes… e saborear um bom Pastel de Chaves. É colaborador do semanário “A Voz de Chaves” desde 2004, onde publica vivências pessoais, reflexões e crónicas de viagens. Acredita que apesar de tudo o que vamos vendo e ouvindo “As coisas boas da vida” continuam a existir…


"As Coisas Boas da Vida" acontecerão de 15 em 15 dias.


Pedra de Toque - (mantém-se)



Acontecia às terças-feiras mas agora passa a acontecer aos sábados, de 15 em 15 dias a alternar com "As coisas Boas da vida" de Luís dos Anjos.


António Roque estudou no Liceu de Chaves e licenciou-se em direito na Universidade de Coimba. Reformou-se recentemente da advocacia. Natural do coração da cidade, habitante do coração da cidade, sempre trabalhou no coração da cidade. Amante de teatro e poesia.


Sábado, às 12H00


Mantém-se o habitual espaço dedicado ao mundo rural flaviense.

 

Sábado, às 19H00


Uma crónica (das que ficou atrás definida no espaço de segunda-feira)  a definir no próprio dia.

 

 

Domingo, às 00H00

 

Pecados e Picardias - (mantém-se)



Matém-se a habitual crónica de Isabel Seixas, oriunda de Terras de Aguiar, é flaviense residente, poetisa e enfermeira por vocação e formação.

 

Domingo, às 12H00


Mantém-se o habitual espaço dedicado ao mundo rural flaviense

 

 

Domingo, às 19H00


“Coisas simples e pequenas” - (nova)



 

A.Adolfo nasceu em Chaves nos inícios dos anos 50. Estudou no Liceu de Chaves e completou a sua formação em Lisboa, após a qual se mudou para o Porto onde trabalhou, mantendo sempre o torrão natal debaixo de olho, com deslocações frequentes e obrigatórias. Atualmente reformado, reparte os seus dias entre o Porto e Chaves. Promete trazer ao blog as coisas simples e pequenas que acontecem ou não acontecem em Chaves.


 



E é tudo. Espero que gostem do novo formato e que continuem a brindar-nos com as vossas visitas. Vamos fazer por merecê-las.

 

Já de seguida a crónica que acontecerá à meia-noite de quinta-feira – “O Homem sem memória”, de João Madureira. Ao meio-dia inaugura a nova crónica de Sandra Pereira, com o seu primeiro “Discurso (emigrante) sobre a cidade". Às 19H00 (19 e tal), outra crónica, que lá chegados lá vermos qual será.

 

Até já.



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publicado por Fer.Ribeiro às 01:30
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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:22
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Quarta-feira, 24 de Julho de 2013

Madalena - Chaves - Portugal

 

É sempre com gosto que trago aqui a Madalena, por várias razões, mas a principal talvez seja mesmo por dar-lhe um bocadinho da atenção que merece, pois embora tenha uma vida muito própria e singular, comercialmente vocacionada para a ruralidade do concelho, tem também, talvez por essa mesma singularidade, sido sempre o parente pobre da cidade, como se a milenar ponte romana, em vez de unir apenas sirva para separar.




Parece que finalmente se recomeça a olhar para os seus espaços como espaços privilegiados para acolher algumas atividades. O TEF ensaiou no fim de semana passado aquilo que poderia acontecer todos os fins de semana – uma feira rural com o produtor genuíno a vender diretamente ao público. Poderão dizer que não teve grande adesão e parece que não teve. Faltou talvez toda uma máquina para fazer o trabalho de campo e a promoção (que existe para outros eventos bem menos interessantes)  e falta a tradição de no Jardim Público nada acontecer durante todo o ano, mas pode ser que no futuro apareçam ideias para animar um espaço que pede naturalmente para ser animado. Há que ter fé.



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publicado por Fer.Ribeiro às 02:07
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