Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017

Cidade de Chaves, um momento e algo mais...

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Mais um momento da cidade de Chaves e da Praça da República, um momento na hora dourada da fotografia, no entardecer da cidade quando o sol parte para outros destinos.

 

Hora dourada da fotografia mas também uma hora para o blog, pois não é todos os dias que se inaugura aqui uma nova crónica, como hoje vai acontecer – “Nós,  os homens”,  de autoria de Cristina Pizarro. Uma mulher a falar de/sobre nós, os homens. Provocação!? Ironia!? Ficção!? Ou será outra coisa!? Não sei, vamos ter de esperar para ver, mas uma coisa é certa, a arte das palavras já há muito que não é estranha à Cristina, à qual, agradecemos o seu regresso à vida deste blog. Já de seguida teremos aqui o primeiro capítulo de “Nós, os homens”. Até já.

 

 

 

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Segunda-feira, 6 de Março de 2017

De regresso à cidade

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:36
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Terça-feira, 24 de Março de 2015

Chaves - Praça da República

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:14
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2014

Chaves de ontem, Chaves de hoje

 

Mais coisa menos coisa, de uma até a outra imagem que hoje vos deixo vão 100 anos, pelo menos a julgar pelo que se pode ler nas “Incursões Autárquicas de Firmino Aires: “ 6-  -1920 – Praça da República – Casa dos Arcos. Arrematada a demolição desta casa pelo construtor civil, desta vila, José Teixeira de Sousa, único concorrente, pela quantia de 50$00, com direito à pedra e com obrigação da limpeza do lugar”.

 

 

Sabemos assim que pelo menos até 1920 a Casa dos Arcos ocupava quase metade da atual Praça da República. Fotografias antigas que são autênticos documentos e que a julgar por outras fotografias existentes entre o ano de 1920 e o atual ano de 2014 a arquitetura da praça já conheceu várias versões, algumas bem mais interessantes (a meu ver)  que as que são documentadas nas fotografias de hoje.

 

 

 

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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012

Apenas uma imagem - Praça da República - Chaves

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:58
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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Chaves de Ontem de de Hoje - Praça da República

Vamos mais uma vez para as imagens de ontem e de hoje de uma das principais praças de Chaves e também das mais interessantes – A Praça da República ou também popularmente conhecida pelo Largo do Pelourinho.

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Se há praças com história, esta é uma delas. História que desde logo lhe é dada pela sua localização central e junto à rua principal da cidade e que, desde sempre, fez com que fosse uma das praças mais nobres de Chaves.

 

Hoje Praça da República, adivinha-se que nem sempre teve este topónimo. De facto assim é, pois o actual topónimo só foi possível após a implantação de República em 1910, aliás adopta este topónimo por proposta do Dr. António Granjo, logo em 13 de Outubro de 1910, três dias após a implantação da República. E se a República depôs  a monarquia, também depôs o topónimo existente na altura e por sinal bem monárquico, pois até essa data era a Praça D.Carlos I, ou seja a praça do Rei e, daí, também testemunhar a importância da Praça. Com certeza que ao longo dos tempos adoptou outros topónimos, mas faltam-nos as referências aos mesmos.

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Também já aqui demos conta que a praça nem sempre foi assim tal como se apresenta nas fotografias de hoje.  Desde cemitério a praça do mercado, de largo do município a jardim, terminando num empedrado parque de estacionamento, já tudo foi um pouco.

 

E se esta praça desde sempre a conheço, também, como a praça das agências funerárias de Chaves, não deixou a ironia do destino de as ligar a um dos primeiros cemitérios de Chaves. O cemitério medieval, que de facto, foi nesta Praça durante longos anos, associado que estava (não às agências funerárias) mas à Igreja Matriz, que como sempre, tinham ligadas a si e implantados junto a elas e até dentro delas, os cemitérios.

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Desconheço quando deixou de ser cemitério. Sei, isso sim, que a partir de certa data não faltaram destinos e obras no largo. Iniciou-se pela construção da famosa casa dos arcos onde funcionou a Câmara Municipal e outros serviços públicos durante muitos anos até que a construção se tornou obsoleta  para tantos serviços e a Câmara Municipal a abandonou para ocupar as actuais instalações do Palacete do Morgado de Vilar de Perdizes, em 1861. No entanto não seria ainda aqui o fim da casa dos arcos, pois ainda resistiu durante mais 60 anos até à sua demolição, a qual foi arrematada (por 50$00) em 1920.

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Será só a partir desta data que a Praça ganhou a actual configuração, primeiro sem pelourinho, depois com pelourinho sem jardim, depois com várias versões de jardins para finalmente dar lugar ao actual empedrado que logo deu lugar a um parque de estacionamento. Hoje, embora já não seja parque de estacionamento, continua a desempenhar essas funções e, embora proibido, não há dia nenhum em que a praça não esteja compostinha com os seus popós.

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Quanto às fotos de hoje, embora a primeira pareça bem antiga, são todas posteriores a 1920 e de entre elas a que se manteve mais tempo, é (a meu ver infelizmente) a praça actual, pois esta já existe desde 1970. No entanto, a minha imagem de eleição é a do postal sépia ou do postal a cores, aliás com o mesmo desenho da praça, e pela simples razão de a ter conhecido assim (inclusive com o carochinha vermelho lá estacionado) e de ter a oportunidade de na memória a poder comparar com a praça de hoje e com a foto de há uns dias atrás.

 

As fotos são apresentadas por ordem cronológica, sem certeza das datas certas, mas sabendo que todas elas são posteriores a 1920.

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:00
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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Chaves de Ontem e de Hoje - A nóia das demolições das casas dos arcos

Em matéria de demolições, Chaves bem poderia entrar para a história dos disparates, pois quase tudo que historicamente tínhamos de melhor, ao longo dos anos e dos séculos, foi sendo demolido ou absorvido. Começando pelas muralhas medievais, passando pelas seiscentistas e terminando nos edifícios públicos e militares. Em nome da modernidade e de muitos interesses particulares, porque esta coisa dos interesses já não é de hoje, sempre encobertos pela capa da modernidade, foram-se cometendo os maiores crimes no nosso património arquitectónico e histórico.

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Rua Direita - Inícios do Séc. XX

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Nos disparates e ilegalidades particulares, nesses, nunca se entra e quanto a demolições, está quieto, pois têm dono, que têm amigos e familiares que são amigos de outros amigos e familiares de outros tantos e, não vale a pena estar para aí a criar ondas quando o mar está tão sereno… e depois,  os papalvos do povo, comem aquilo que lhes derem.

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Rua Direita - 29.Nov.2009

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Mas também é tudo uma questão de modas e das cabecinhas que estão no poder. Já se sabe que a moda actual tem sido o empedrar de praças, que por serem públicas, são de toda a gente e como tal, não são de ninguém, ou melhor, não têm dono, não têm amigos, familiares e essas coisas todas. Mas, diga-se a verdade, desde que foi criado e limitado o centro histórico tem havido também alguma preocupação em preservar a cidade antiga. Embora, claro, muitas vezes a preocupação não passe de boa intenção, pois por pura desobediência, também amizades, intempéries de fim-de-semana ou contorno das Leis, os proprietários, lá vão fazendo o que lhes dá na gana…

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Praça da República - Inícios do Séc. XX

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Mas ia eu na questão da moda. Pois se houve tempo em que as muralhas da cidade eram apenas um estorvo ao crescimento da mesma e, por isso se foram demolindo, tempos houve em que se aproveitaram para encostar (adossar) as casas, o mesmo aconteceu com a Ponte Romana e só não foi demolida ou não construíram em cima dela, porque ela era a única passagem para a outra margem do rio.

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Praça da República - 29.Nov.2009

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Depois veio o tempo de acabar com as ruas estreitas da cidade e, se para a nova cidade o conceito até era valioso, como o foi na Avenida Nun’Alvares, para o centro histórico seria um desastre que, ainda começou a ser ensaiado na Travessa das Caldas e na Rua de Santo António. Note-se no desalinhamento do Café Sport/Atique e nos edifícios do Antigo 5 Chaves, Sarmento e Telecom, precisamente para dar origem à tal avenida larga do centro da cidade.

 

Depois veio a moda de demolir tudo que era edifício militar, tal como aconteceu na envolvente do Castelo (Torre de Menagem), os edifícios do Jardim do Bacalhau encostados à muralha e ainda antes da demolição do edifício de Cavalaria, a própria muralha, etc. E se algumas dessas demolições até seriam de aplaudir, como as que estavam adossadas ao castelo, não só pelo castelo mas também pela falta de qualidade arquitectónicas das mesmas, já há outras que foi um autêntico disparate mandá-las abaixo, como o edifício militar do Terreiro de Cavalaria (Jardim do Bacalhau).

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Madalena - Inícios do Séc. XX

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Mas hoje, quero ir para o tempo em que foi moda demolir as casas dos arcos de Chaves, as mesmas das quais hoje deixo por aqui as suas imagens.  Felizmente que não eram muitas mas de entre demolições e alguns arcos tapados, Chaves, ficou sem casas com arcos.

 

Claro que em nome da modernidade, tudo isto é discutível e, aposto até, que haja por aí muita gentinha que veria com bons olhos que toda a cidade antiga, porque está velha, fosse demolida para no seu lugar nascerem bonitas torres de b€tão.

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Madalena - 29.Nov.2009

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Mas mais interessante ainda, seria virem à luz, as razões ou pretextos que levaram à demolição de todos esses edifícios antigos e, como com golpes de mestria, razões e pretextos deixaram de ter razão de ser.

 

Mas das três imagens que hoje vos deixo por aqui, penso mesmo que só no caso da Praça da República é que a cidade ficou a ganhar, pois no caso da Rua Direita hoje seria um mimo termos lá aquela casa dos arcos e no Caso da Madalena, a demolição da casa dos arcos , foi um autêntico atentado ao coração da Madalena, ainda para mais, para dar lugar à imagem actual.

 

Sonho que um dia a moda mude e, venha por aí gente com nóia pró poder e com poder, para demolir mamarrachos.

 

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