12 anos

Segunda-feira, 20 de Março de 2017

Um elogio à Primavera com flores de cerejeira

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Hoje regresso à cidade com um elogia à Primavera que hoje se instala entre nós. Um elogio com este punhado de flores que espero a Primavera ajude a transformar num punhado de frutos, redondinhos e vermelhinhos para poder saborear.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:13
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Domingo, 22 de Maio de 2016

O Barroso aqui tão perto... O colorido selvagem da primavera

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Hoje no Barroso aqui tão perto em vez de uma aldeia vamos fazer um passeio pela primavera barrosã, com um pouco do seu colorido selvagem. Sem mais palavras.

Espero que gostem.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 05:00
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Terça-feira, 22 de Março de 2016

Um elogio ao equinócio da primavera

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Aqui fica o meu elogio ao equinócio da primavera, que contrariamente ao seu significado maior da igualdade, do dia igual à noite, se celebra com o despertar das florzinhas. Contrates, sim, é tudo por causa dos contrates, do dia igual à noite, como se tal fosse possível… bom, mas isto já são devaneios meus, pois todos sabemos que os equinócios, de primavera e outono, definem os dois momentos do ano em que o dia tem 12 horas e a noite outras tantas, além de definirem também o início de duas estações do ano, com o mesmo nome. Mas porquê florzinhas!?, pois porque sim, e então cá estão elas, umas que encontrei no seu dia, dia 20 de março.

 

1600-flores-16 (16)

 

E se por aqui, às vezes, me dá para os devaneios, também me dá, isso sempre (mesmo os devaneios) para a sinceridade. Bem vos poderia mentir e dizer que esta última foto é a minha composição pensada para o equinócio da primavera, com o verde e amarelo a dar significado ao despertar dos campos e o negro a significar a noite, a outra metade do equinócio. Mas não, a realidade é que esta foi uma foto do acaso em que disparei sem querer, saiu assim e simplesmente a achei interessante, pois se a quisesse compor, nunca a conseguiria.

 

1600-(46090)

 

Por último deixo-vos o meu verdadeiro elogio ao equinócio, uma melodia silenciosa do anoitecer, sem músicos, nem música nem noite. Apenas um momento da magia da cor e os contrastes, em silêncio. Coisas de que gosto. Eu gosto.  

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:12
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Domingo, 10 de Maio de 2015

Por terras do Seixo em diálogos com a primavera

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Depois dos nossos longos invernos vem sempre a primavera com a sua magia e, por mais igual que seja à primavera anterior, a nova surpreende-nos sempre com a sua exuberância, sobretudo aquela que nos oferece num festival de cor e de luz que nos convida a sair de casa para ser seu espetador.

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Eu sei que há quem não goste desta sucessão das estações do ano, deste ciclo de anacronismos de teimosia de dar a volta e voltar sempre ao mesmo, para nova corrida, para nova viagem, quando no seu seio o homem não para de e evoluir e surpreender, para o bem e para o mal, o mesmo que acima de tudo e de todas as espécies acaba sempre por ser cativo da força da natureza… mas há sempre que o seja por gosto.

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Pois por mim, que venha sempre o inverno que me faz gostar do lar, a primavera que me surpreende sempre, o verão que me faz saborear as sombras e as fontes frescas, e o outono para colher os frutos e desfrutar da magia das cores, e se tudo isto for vivido aqui atrás-dos-montes onde lá no fundo ficam sempre os vales e os rios e lá em cima os montes e as serras de onde se lançam os grandes olhares como se fosse-mos donos disto tudo, tanto melhor.

 

Hoje ficam três olhares do pequenos vales da Ribeira de Oura, mais propriamente das proximidades do Seixo onde os resistentes ainda vivem, se confundem e vivem as estações do ano, embarcando em todas as viagens da natureza.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 15:28
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Terça-feira, 31 de Março de 2015

Um elogio à Primavera

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:35
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2014

Mais um elogio à primavera!

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:21
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2014

De regresso à cidade

 

Sim, de regresso à cidade mas, já, com saudades do campo, da natureza, das cores, da primavera, das coisas simples feita com toda a sua complexidade de formas e estruturas selvagens.

 

 

Assim, e já que não posso ter toda estas coisas na cidade, nos dias da semana em que o relógio se sobrepõe a todas as coisas naturais, deixo uma imagem por cada dia de trabalho.

 

 

Cinco imagens com cinco momentos, com o verde de fundo e a provocação das outras cores.

 

 

E flores, muitas, de todas as cores, selvagens, sempre selvagens

 

 

Enfim, ficaria por aqui todo o sempre, mas, temos de regressar à cidade!

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:00
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Terça-feira, 15 de Abril de 2014

A magia da primavera

 

A primavera é isto mesmo, é a cor, é a beleza selvagem, pura e simples onde até o branco da cor branca se esquece de ser neutra para se assumir como uma verdadeira cor, colorida. Mas sobretudo do que mais gosto da primavera é o ato selvagem de nascer do nada como se fosse a primeira vez …

 

 

Apresentado o meu espanto pela natureza,  desta vez apresentada em forma de primavera, passemos às imagens. Graças a este blog transformei-me em caçador de imagens com a marca Chaves, quer urbana quer rural. E tal como o verdadeiro caçador, pego na minha arma e aponto a tudo quanto é presa dentro da tal matriz Chaves, no entanto não resisto a lançar outras miradas, olhares a outros chamamentos, sobretudo aos chamamentos da beleza, da arquitetura das coisas, da cor, da arte, não aquela que é feita pela mão humana, mas aquela com que a natureza nos brinda.

 

 

E não resisto, nunca resisto, a tomar o registo de uma flor, pois coisa mais bela e complexa não há, em tudo, nelas, tudo é pura arte e perfeição, geometria pura, simples mas complexa. Com tanto espanto, não admira que fique espantado, e fico.

 

 

Pois as flores que hoje vos deixo são das nossas, também elas flavienses e encontradas um pouco por aí ao acaso, sem precisarem de jardim para se mostrarem, pois são selvagens. Basta-lhes um pouco de terra, um lugar ao sol e, voilà, o milagre acontece em formas, cor e beleza, onde até o branco é cor.   

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 01:03
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Segunda-feira, 7 de Abril de 2014

De regresso à cidade de mãos dadas com a Primavera

 

Um pouquinho de sol, calor, luz, e a cidade parece outra. Os espaços de estar, enchem-se de gente, cor e vida. Um pouco urbanos, sim, mas que não nos tirem o verde da natureza de perto.

 

 

Também eu não resisti ao convite e saquei a câmara fotográfica para registar o momento, emperrada que já começava a estar de tanta chuva e frio, pouco convidativos a passeios fotográficos.

 

 

Também nunca resisto em fazer um elogio à primavera, ao despertar e que tornam esta estação do ano tão singular, com o verde a revestir a nudez das árvores e, já,  os primeiros frutos a pedirem ao sol um pouco da sua luz e calor para também eles poderem vir a mostrar a beleza do seu colorido.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
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Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

Elogio à Primavera

 

Para iniciar a semana fica apenas uma imagem de um elogio à primavera.

 

Mas já que estou aqui, hoje não ficamos só pelos elogios, é também dia de crónicas. Às 9 horas a habitual crónica semanal de João Madureira com "Quem conta um ponto..." e às 17H30 a habitual crónica quinzenal de Sandra Pereira, com as suas "Intermitências". Até lá e façam o favor de não esquecer gozar a primavera com tudo que ela tem para nos dar.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:25
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

A Primavera de Chaves vista por um poeta

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PRIMAVERA

 

Diz que há festa esplendorosa

Nesta província graciosa,

A linguagem das flores!

A graça, a beleza é tanta,

Que cada vez mais me encanta

A terra dos meus amores!

 

Quando as tintas matutinas

Se vertem pelas campinas

E vão em tudo descer,

Morrem no céu as estrelas

Por se acharem nenos belas

E outro brilho as vencer!

 

……………………………………………..

……………………………………………..

 

 

Heróica terra de Chaves!

Os teus poentes suaves

Criam amor e saudade.

E toda a grande harmonia

Que só de ti irradia

O coração nos invade!

 

Em ti, Veiga de rescendes,

Silfos, Faunos e Duendes,

Andam juntos a bailar

A rir freneticamente…

A mão de Deus, docemente,

Só mimos sabe espalhar.

 

Aroma, luz e cadência,

É toda a magnificência

Do feérico festim!

Seria um sonho fagueiro

Se a vida fosse um cruzeiro

De Primavera sem fim!

 

Abril de 1941

Do livro de poesias “ORAÇÕES AO VENTO”

de Artur Maria Afonso

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:15
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Os Brindes da Natureza e os Brilhos da Cidade

 

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O teu pai é careca?
Quantos pêlos tem?
 
Neste despertar e desabrochar da natureza, as crianças sempre encontraram um mundo de fantasia e de brincadeiras, puras e simples, como simples e puro é o seu relacionamento com a natureza. A Primavera é assim, convidativa a que nos envolvamos com ela e, embora todas as estações do ano têm o seu encanto, esta, tem a magia da renovação, do verde, do renascer e dá-nos ares de esperança.
 
O teu pai é careca? … um jogo de ganhar e perder sempre, mas tão inocente, que ano após ano se joga(va) sempre, na Primavera.
 
O despertar dos sons e das noites dos estridentes sons de uma selva invisível, com o cantar dos grilos aqui, o coaxar das rãs ali e mais além, onde a sorte lhes calhou, ouve-se o rouxinol desdobrando melodia atrás de melodia que nos deixa, quem o ouve, como que paralisados perante semelhante sinfonia que se repete ao longo do vale.
 
Até o Brunheiro mostra o seu melhor, com um verde novo a fugir do amarelo, tentando, a custo, cobrir as manchas das maleitas que lhe queimaram o ventre. Um Brunheiro, que sempre mostrou a sua imponência ao vale e que agora, na Primavera, mostra também a imponência do despertar da vida, com uma luminosidade singular de atrair e prender a nossa vista.
 
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Luz que prende e também dá nas vistas, é a iluminação do novo campo da feira… coisa linda de se ver, com centenas de candeeiros, altos e baixos que fazem um espectáculo de luz e um clarão a despertar da escuridão e a marcar a diferença de um espaço público…mas penso que desnecessário, pelo menos assim, porque de noite ninguém utiliza aquele espaço. Claro que há a questão da segurança do local e do equipamento que por lá está instalado e a luz até é necessária, mas poderia ser iluminado apenas com uma iluminação mínima, que para questões de segurança, bastavam apenas meia dúzia de candeeiros acesos, coisa que até é fácil de conseguir, pois bastava criar um circuito de emergência ou segurança, mantendo o resto apagado, mas pronto a funcionar para os acontecimentos esporádicos e nocturnos que por lá aconteçam.
 
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Nesta altura de crise e em que cada vez mais há a preocupação ecologista e de preservação do ambiente, seria um bom exemplo que a Câmara Municipal poderia dar, reduzindo no consumo de electricidade pública, que se poderia repetir noutros locais isolados, como no novo espaço empresarial de Outeiro Seco e em toda a iluminação pública a partir, por exemplo, da meia-noite, em que já não anda ninguém nas ruas e em que a iluminação podia perfeitamente ser reduzida a 50%, por questões de segurança.
 
Nada tenho contra a iluminação pública em espaços públicos desde que sejam espaços utilizados e enquanto estão a ser utilizados, mas já me mete um pouco de impressão ver todo esse desperdiçar de energia, com toda essa iluminação ligada durante toda a noite, quando não há ninguém para usufruir dela. Basta apenas fazer um pouco daquilo que fazemos em nossas casas, pois quando nos deitamos, apagamos as luzes, o ambiente agradece e a bolsa também. Se o fazemos em nossas casas, porque não fazê-lo nesta casa que é comum a todos nós – a cidade de Chaves.
 
Até amanhã.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 13:25
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Domingo, 15 de Junho de 2008

Chaves Rural - Um elogio à Primavera, à Natureza e à Cor

 

.

 

 

Hoje deveria passar por aqui mais uma aldeia, mas em vez disso, deixo-vos um pouco dos pormenores que se vão vendo entre aldeias e também um elogio à Primavera, à natureza e à cor.

 

Amanhã cá estarei de novo, de regresso à cidade.

 

Sem mais palavras, espero que desfrutem das imagens.

 

 

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Até amanhã!

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:22
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2007

Chaves em dia de chuva

.

 

Eu sei que disse que hoje ia andar pela cidade de Chaves e é precisamente isso que estou a fazer, só que em vez de vos dar uma imagem da cidade, dou-vos uma imagem vista desde a cidade.
 
Também sei que os dias de chuva estragam muitos planos, molham, são um pouco nostálgicos e até chatos, mas mesmo assim, geralmente, até gosto dos dias de chuva, principalmente destes dias de chuva de Abril, chuva de primavera, em que a temperatura já é agradável e os campos e agricultores agradecem, principalmente se a chuva for “certinha” com tem sido. Mas do que gosto mesmo é ver o verde, o verde novo das montanhas e quase luminoso por debaixo de um céu cinzento e feio que faz até lembrar paisagens de outras paragens e outras margens.
 
Gosto, desde o vale, de apreciar o verde do Brunheiro nos dias de chuva, do mesmo Brunheiro que nos dias de sol nos brinda com azuis, amarelos, laranjas e outras cores de primavera.
 
Até amanhã, mesmo em Chaves.
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publicado por Fer.Ribeiro às 01:50
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2007

Chaves - Elogio à Primavera

.

Hoje ofereço-vos um post extra. É o meu elogio e um elogio à Primavera.

 

A foto é de ontem, Domingo de Páscoa e, para quem não conhece, é uma cerejeira em flor.

 

Até já!

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:41
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