Terça-feira, 13 de Setembro de 2016

Cidade de Chaves - Identidades

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Cidade de Chaves, dois olhares, duas arquiteturas, a antiga e a contemporânea ou…

 

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…Cidade de Chaves, dois olhares, a arquitetura de(para) sempre.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:45
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Terça-feira, 5 de Julho de 2016

Inauguração do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso em dez momentos

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O anunciado dia chegou e o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso está oficialmente inaugurado com a presença do Presidente da República, do Ministro da Cultura, do autor do Projeto Arquiteto Siza Vieira, do Executivo Municipal e outras entidades convidadas. Vamos então à reportagem, breve, e sem pretensiosismos de ser uma reportagem jornalística, mas antes uma reportagem fotográfica com a legendagem de dez momentos marcantes desta inauguração. Pois então a primeira foto é do momento da chegada do Presidente da República e os cumprimentos à população.

 

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Subida da rampa de acesso à entrada principal.

 

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Descerramento da placa inaugural pelas mãos do Presidente da República, Ministro da Cultura e Presidente da Câmara.

 

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O Presidente da República a assinar o livro de honra do Museu.

 

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Entrada no primeiro dos quatro salões de exposições.

 

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O salão principal de exposições ainda à espera de ser inaugurada.

 

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O Salão principal de exposições com os convidados.

 

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Apreciações mais isoladas e mais atentas sem a confusão dos restantes convidados.

 

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E claro, a música made in Chaves num dos salões de exposições

 

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E finalmente, nos jardins do Museu,  a festa aberta à população com o foguete no ar após concerto da Orquestra de Sopros da Academia de Chaves.

 

E quanto ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso é tudo por hoje. Regressaremos com o mesmo tema no próximo dia 8 de julho com a abertura do Museu ao público, com entrada gratuita.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:44
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Segunda-feira, 4 de Julho de 2016

Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso no seu dia de inauguração

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Finalmente a inauguração do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, hoje às 20H30 com a presença do Presidente da República e com as entidades oficiais convidadas. Para hoje apenas a inauguração pois a abertura ao público fica para o próximo dia 8 de julho conjuntamente com as comemorações do dia do município, mas hoje nos jardins do Museu também há festa de inauguração.

 

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Para dia 8 de junho, aí sim, os flavienses poderão entrar e desfrutar do museu, para já com muita obra e estudo de Nadir Afonso.

 

Logo que possível deixarei por aqui algumas imagens da inauguração. Até lá.

 

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:32
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Quarta-feira, 29 de Junho de 2016

Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso a caminho da inauguração

cartaz nadir-ok

 

Em contagem decrescente para a inauguração e abertura do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA). Hoje ficam mais algumas imagens do edifício, cujo projeto é de autoria do Arquiteto Siza Vieira, e o cartaz da abertura.

 

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Já é oficial e vão ser duas as cerimónias ligadas ao  MACNA, a inauguração oficial a acontecer dia 4 de julho, às 20H30, com a presença do Presidente da República e a abertura ao público a acontecer no dia 8 de julho, integrada nas comemorações do dia do Município de Chaves.

 

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Na exposição inaugural as paredes dos salões de exposição do MACNA receberão as várias fases da obra do Arquiteto e Pintor flaviense Nadir Afonso, naquela que penso será a sua maior exposição até hoje realizada e que a partir de dia 8 de julho todos teremos oportunidade de ver.

 

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Até lá vamos continuar por aqui com mais algumas imagens do edifício e dos seus pormenores.

 

 

 

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Terça-feira, 28 de Junho de 2016

Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso a caminho da inauguração

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:20
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2016

Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso a caminho da inauguração

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Sábado, 25 de Junho de 2016

Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso a caminho da inauguração

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Há dias na conferência que ocorreu no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA) com os Arquitetos Siza Vieira, Souto Moura e Nuno Grande, o Arquiteto Souto Moura lamentava que a cultura não tivesse o apoio necessário por parte do estado e acrescentava que tal como existe um SNS – Serviço Nacional de Saúde, deveria existir um SNC – Serviço Nacional da Cultura. Pois estou plenamente de acordo tal como estou de acordo que a contabilidade da Saúde, da Cultura e acrescento a da Educação, em despesas deverá ser contabilizada em dinheiro (euros), em lucros, deverá ser contabilizada em saúde e mais saúde, em cultura e mais cultura e em educação e mais educação para todos, como tal, as despesas deverão ser também de todos, ou seja, do Estado.

 

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Vem isto a respeito de que na politiquice caseira que se faz cá na terrinha, muitos apontam o MACNA como um “elefante branco”[i] , no entanto se olharmos para o MACNA como um polo de cultura, não só da arte contemporânea mas também da arquitetura, graças à autoria do projeto ser do Arquiteto Álvaro Siza Vieira, Prémio Pritzker[ii], temos dois fatores que colocam o MACNA e a cidade de Chaves no roteiro mundial da Arte e da Arquitetura. Logo a despesa, também deverá ser contabilizada em dinheiro e paga por todos, e em troca teremos o lucro a ser contabilizado em cultura e mais cultura. Daí, também eu que até costumo ser bem crítico nas coisas que se fazem por cá, com o rótulo de animação cultural, promovendo eventos que nada animam nem promovem nem trazem gente a Chaves, quando muito entretêm papalvos que nada têm que fazer, o MACNA, para além da cultura, mesmo ainda antes de abrir portas, já trouxe umas largas centenas de pessoas à cidade, incluindo muitos estrangeiros. E estamos conversados.      

 

 

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[i] Elefante branco é uma expressão idiomática para uma posse valiosa da qual seu proprietário não se pode livrar e cujo custo (em especial o de manutenção) é desproporcional à sua utilidade ou valor. O termo é utilizado na política para se referir a obras públicas sem utilidade.

 

[ii] O Prémio Pritzker é atribuído anualmente pela Fundação Hyatt a um arquiteto vivo cuja obra construída tenha oferecido contribuições consistentes e significativas para a humanidade através da arte e arquitetura. Fundado em 1979 por Jay Pritzker, é atribuído anualmente desde então e financiado pela Família Pritzker. Considerado um dos mais prestigiados prémios a nível internacional, é frequentemente referido como o "Nobel da arquitetura".

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:45
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Quarta-feira, 30 de Março de 2016

2 (duas) Reflexo(e)s flavienses

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:21
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Sexta-feira, 25 de Março de 2016

Arquiteturas - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso

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 Pormenor do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Projeto de Álvaro Siza Vieira

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 04:07
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016

Arquiteturas - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:34
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Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

Duas ou três pedradas num charco

Tal como tinha anunciado há dois dias atrás, para ontem às 18H30 estava prevista a apresentação do livro “Zerbadas em Chaves” de Gil Santos. Claro que nestas coisas fazemos do impossível possível para estar presentes, pois além de ser um livro de estórias cá da terrinha, trata-se de um amigo e colaborador deste blogue que mensalmente nos vai brindando com os seus “Discursos sobe a Cidade”. Um pouco antes da hora marcada lá estava eu à porta da Biblioteca Municipal. Não era o primeiro a chegar e o ambiente estava um bocadinho estranho para este tipo de eventos. Muitos fatos escuros engravatados a rigor, muitas câmaras fotográficas e de filmar, jornalistas e cada vez mais gente a chegar, da mesma espécie… Estranho. Não que o Gil Santos e as “Zerbadas de Chaves”  não merecessem toda aquela gente e aparato, mas era estranho porque neste tipo de eventos costumamos ser sempre os mesmos e já nos conhecemos uns aos outros.

 

 

Mas a coisa ainda só estava no início, pois logo de seguida começaram a aparecer presidentes de Câmara (Chaves, Boticas e Montalegre), vereadores, assessores, chefes, polícia e exército em fato de gala, o Bispo de Vila Real, ex-deputados e candidatos, jornalistas conceituados, o Secretário de Estado da Cultura, o Arq. Siza Vieira e a Presidente da Fundação Nadir Afonso, Laura Afonso. De Gil Santos, nada, à espera dele talvez alguns do costume, mas poucos. Definitivamente algo de muito estranho se passava por ali ou então, despistado como sou, tinha-me enganado no dia, pois já não seria a primeira vez… ainda perguntei a um amigo que ia a passar, em jeito de quem pergunta as horas - “que dia é hoje?”. Que era dia 6, não havia engano portanto. Enfiei-me por entre os fatos pretos e consegui chegar à recepção da Biblioteca onde finalmente tudo ficou esclarecido. Que sim, que ia haver apresentação do livro, mas primeiro era a cerimónia do lançamento da primeira pedra da Fundação Nadir Afonso. Eia lá! Finalmente (pensei para com os meus botões), não se conclui em 2011 como prometido, mas pelo menos inicia-se. Claro que o momento, pela importância da obra, era grande, e já que lá estava juntei-me com agrado à cerimónia. Como um bom Lumbudu, fiz o devido registo fotográfico.

 

 

Ficam então algumas imagens do momento e o registo histórico do dia em que foi lançada a primeira pedra da Sede da Fundação Nadir Afonso, que num três em um, vai-nos garantir a perpetuidade  da obra de Nadir Afonso em Chaves, uma obra de arquitectura de Siza Vieira e o arranjo e embelezamento de parte da margem direita do Rio Tâmega onde antes eram as hortas e a canelha das Longras, agora só nos resta que ao lado da primeira pedra comecem a nascer mais pedras e a obra cresça até ao fim. Ouvi dizer que lá para 2013 já vai ser realidade.

 

Mas vamos finalmente às “Zerbadas de Chaves” e a Gil Santos, que depois de muita espera, finalmente começou a cerimónia, já sem fatos pretos, Bispos, polícia e exército, assessores e outros, e sem o Secretário de Estado (que por acaso até é da cultura), mas com uma sala composta de gente interessada, amigos e o Sr. Presidente da Câmara.

 

 

Mas desde logo não se estranhou a ausência da multidão anterior, pois boas “zerbadas” da arte de bem comunicar começaram a cair na sala cheias de rajadas de boas risadas e bom humor feito por um mestre da comunicação. Quem esteve lá e o conhece, sabe que não estou a exagerar e o Gil tem a sorte e felicidade de o ter como apresentador da sua obra. Estou a falar-vos de José Machado, também ele um homem da cultura a quem estas terras não são estranhas de todo, não fosse ele do concelho vizinho de Vila Pouca de Aguiar, mais propriamente das minas de Jales. Uma pepita de ouro, como o Gil Santos acabou por definir.

 

 

Quanto às estórias do Gil Santos apadrinhadas com prefácio de Bento da Cruz, o ilustre contador de estórias do Barroso, são as estória a que o Gil tão bem nos tem habituado aqui no blog Chaves. Estórias simples do povo, vividas ou testemunhadas na primeira pessoa, contadas na proximidade do planalto do Brunheiro com descidas ao vale de Chaves e às ruas e vielas da cidade. São estórias de encantar que fazem também a história da nossa cidade e do mundo real. É, como já antes referi, um livro de leitura obrigatória para flaviense que se preze, porque todo ele é feito de estórias flavienses, escrito com muitos saberes e sabores da nossa cidade e do nosso concelho rural mas também com a universalidade de um livro de estórias interessadas e sempre bem humoradas.

 

 

E de Gil Santos é tudo, ou quase, pois no próximo Sábado vai estar novamente entre nós no XV Encontro de Blogues e Fotógrafos e aguardamos que novo livro já esteja a sair do seu punho.

 

Mais logo, ao meio dia teremos por aqui mais um episódio do “Homem Sem Memória” de João Madureira.  

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:54
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Mais Nadir Afonso, o nosso Mestre Pintor - Notícias

Tomei conhecimento há minutos atrás de dois vídeos/reportagem sobre o Mestre Nadir Afonso.  O primeiro da inauguração da exposição do Mestre Nadir que está patente ao público na Assembleia da República em Lisboa. O segundo, a cópia do programa da RTP “Arquitectarte” , uma entrevista com os Mestres Siza Vieira e Nadir Afonso onde se dá a  conhecer as futuras instalações da Fundação Nadir Afonso e mais um bocadinho da vida e pensar do nosso Mestre Pintor.

 

Claro que é informação preciosa demais para ficar por aí dispersa na Internet e por isso a quero partilhar aqui com todos os seguidores do blog.

Dois vídeos que poderá ver agora seguindo o link das imagens:

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Neste segundo vídeo, além das entrevistas com os Mestres, poderá ainda ficar a conhecer virtualmente a futura Fundação Nadir Afonso e dar desde já um passeio guiado pelo seu interior.

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publicado por fernando ribeiro às 00:37
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Fundação Nadir Afonso - Em 2011 abre as suas portas.

 

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Há uns dias atrás anunciei por aqui  a Apresentação do projecto de arquitectura da Fundação Nadir Afonso, com a presença de Nadir Afonso e Siza Vieira, moderados pelo jornalista Carlos Magno. Claro que não poderia faltar a este encontro de Mestres e a mais um momento que prometia ser grande, pois a presença de Nadir é sempre um momento único.

 

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Se levava expectativas para esta noite de mestres, que acabou por ser também de mestres e notáveis, elas foram superadas e temo que estas minhas palavras não estejam à altura do momento mágico que se viveu naquela sala da Biblioteca Municipal durante mais de uma hora em que a apresentação do projecto serviu também de pretexto para mais alguns momentos altos do Mestre Nadir Afonso.

 

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Aparentemente e a julgar pelo tema e pela presença de tantos notáveis, seria um ambiente de assustar pela sua seriedade e solenidade, mas só aparentemente, pois com Nadir Afonso, a seriedade e solenidade serve-se em doses divertidas, com algumas estórias e lições de arte e de vida numa procura e descoberta constante do sentido das coisas e da arte em si, da estética talvez. Por isso Nadir é Mestre, Arquitecto, Pintor, Pensador, Filósofo, Poeta da vida e, fiquei a saber neste encontro, quem em tempos, também foi Músico e Pianista em Paris. Foram os tais grandes momentos que se viveram naquela sala e que eu não consigo trazer aqui em palavras, porque de tão únicos que são, têm de ser vividos “in loco” e não há palavras para os descrever. Obrigado Mestre por mais uma lição e por nos lembrar também as razões de sermos orgulhosos flavienses.

 

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Mas vamos a um pouco da notícia desta apresentação do projecto.

 

Tratava-se da apresentação do projecto de arquitectura da Fundação Nadir Afonso. Fundação que desde há 7 anos a esta parte tem feito noticia várias vezes, não só pela importância da Fundação Nadir Afonso em si, mas também por essa fundação vir a ter sede em Chaves. Mas não só, pois é a fundação de um Mestre, cujo nome já é universal – Nadir Afonso. Claro que como autor do projecto de tão nobre casa exigia-se também um nome grande da arquitectura e, penso que também aqui foi acertada a escolha de outro Mestre, o Arquitecto Siza Vieira. Justificava-se assim que esta apresentação fosse moderada por alguém que além de saber do assunto, conhece bem os mestres e a cidade de Chaves, o jornalista Carlos Magno, que embora não seja flaviense, estudou no Liceu de Chaves e foi picado pelo pico encantado da cidade, que prende a ela todos quantos por ela passam. Esteve bem o jornalista e aponto-lhe até dois momentos altos, o primeiro quando simpaticamente resumiu a mesa aos mestres e à fundação e o segundo momento, quando graças à sua questão posta ao Presidente da Câmara, todos ficamos a saber que finalmente vamos ter Fundação Nadir Afonso em 2011, ou seja (palavras do Presidente da Câmara) 2009 é para apresentação de projectos de especialidades e concurso, 2010 para a construção e 2011 para a fundação abrir as suas portas. Para uma Fundação cujo projecto de arquitectura demorou 7 anos a vir a público, 3 anos podem parecer pouco para apresentar os restantes projectos, expropriar terrenos, abrir concurso e construir, mas é possível e, embora a história nos diga que a palavra dos políticos não é para cumprir, acredito na palavra do Dr. João Batista, homem e barrosão, pois sempre tive os barrosões como homens de palavra.

 

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E por falar em políticos, o Ministro da Administração Interna, Dr. Rui Pereira e também o Director do SIS,  quiseram marcar presença neste encontro de Mestres, pois são mais dois que foram picados pelo tal pico encantado da cidade de Chaves, pois também ambos estudaram no Liceu de Chaves e por aqui passaram aqueles anos que para sempre nos marcam, os da juventude, desde a qual (ao que apurei) já vem esta amizade com Nadir Afonso.

 

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Também o Arquitecto Siza Vieira apresentou com mestria o projecto da Fundação Nadir. O essencial e a imagem de marca ficou registada, falta tornar-se a realidade que todos os flavienses anseiam, ver as telas do Mestre Nadir expostas no seu espaço e num espaço que muito irá dignificar a cidade e o que falta da margem direita do rio Tâmega, que curiosamente ninguém referiu, mas a fundação fica com olhares lançados para os Codeçais e Madalena,  onde o Mestre Nadir deu os seus primeiros passos de vida.

 

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Quanto à sala escolhida para o evento, foi pequena, não chegou para os alunos da lição do mestre nem para os fotógrafos amadores como eu, agravado com apenas uns minutos de atraso, que não me permitiram sequer entrar na sala do acontecimento e contentei-me em ouvir e espreitar momentos desde a sala ao lado. Adivinhava-se que o mestre tem muitos “alunos” que não perdem uma aula sua e mesmo com uma divulgação deficiente deste evento encheu, merecia outro espaço e com melhores condições. Perdoa-se pelo encanto do local, que poderia ser bem maior e mais nobre se ainda existisse o Jardim das Freiras e a sua vida do tempo em que era sala de estar e de visitas de Chaves. Belos tempos que passados tantos anos ainda fazem regressar a Chaves alguns dos notáveis da actual vida pública e política portuguesa que por lá debitaram os seus passos de jovens estudantes.

 

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Vamos esperar por 2011 para a Fundação Nadir Afonso ser uma realidade, pese embora a pouca cotação que a palavra dos políticos tem na bolsa de valores, ainda para mais palavras ditas em anos de eleições, mas tal como disse atrás, acredito na palavra do homem que veste o fato de político. Nadir Afonso merece ver este espaço erguido em vida e os flavienses também.

 

As fotos de hoje, à excepção de uma que por entre empurrões e carecas lá fui conseguindo, são todas de autoria de Dinis Ponteira que gentilmente cedeu para ilustrar este post.

 

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publicado por fernando ribeiro às 03:35

editado por blogdaruanove em 22/01/2009 às 00:45
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