Segunda-feira, 10 de Julho de 2017

De regresso à cidade

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publicado por Fer.Ribeiro às 00:52
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Sexta-feira, 9 de Junho de 2017

Uma do Tabolado

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:24
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Quarta-feira, 8 de Março de 2017

Pois!

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Persegue-me esta mania de no fim do dia querer congelar para sempre o pôr-do-sol, como se teimasse em negar que a seguir a noite cai.

 

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:16
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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2016

Dois momentos da época

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Dois momentos de outono a caminho do inverno, do nosso Tabolado à beira Tâmega.

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:25
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2016

Três olhares de Chaves com Névoa

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Já o disse aqui várias vezes que no sangue de um flaviense também corre um bocadinho de nevoeiro, daí, nunca resistir a tomar umas imagens onde ele também seja protagonista e se lhe pudermos juntar um pouquinho da magia das cores de outono, tanto melhor.

 

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Foi assim que ontem os fui espreitar ao Tabolado com o Tâmega por companhia, boa companhia por sinal, e é sempre com prazer que gostamos de sentir a sua proximidade.

 

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E no meio da contemplação da névoa e do outono,  surge o momento mágico em que o sol começa a vencer o nevoeiro, para ele também brilhar na vida flaviense.

 

 

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Terça-feira, 4 de Outubro de 2016

Cidade de Chaves - Um passeio matinal pelo Tabolado

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Em duas imagens !

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:29
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2015

De regresso à cidade - Tabolado

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:25
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Quinta-feira, 7 de Novembro de 2013

Mais Chaves

 

E como hoje é a primeira quinta-feira do mês, ainda iremos ter por aqui o “Discurso emigrante sobre a cidade” de Sandra Pereira para nos falar de mundos e mundinhos, mas esse só chega ao meio dia, entretanto fica uma imagen das horas douradas do mundinho flaviense.



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publicado por Fer.Ribeiro às 09:00
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Terça-feira, 5 de Novembro de 2013

Um momento um olhar

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publicado por Fer.Ribeiro às 02:00
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Apenas uma imagem para terminar o dia

 

Chaves - Margens do Tâmega - Jardim do Tabolado

 

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publicado por Fer.Ribeiro às 23:07
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Um passeio pelo Tabolado, Chaves, Portugal

 

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Dizem que Chaves é uma cidade calma, provinciana e calma, e é-o. Dizem também de Chaves, que tem qualidade de vida – discutível para o que se poderá considerar qualidade de vida, pois se toca a gastronomia, às couves e batatas, pureza do ar, qualidade (ainda) das águas, gentes e amizades, digamos que há qualidade de vida. Agora quanto a oportunidades, acesso às mais variadas actividades culturais e artísticas, ocupação de tempos livres e lazer, coisa e tal, aí as coisas já piam mais fino, e estamos encerrados e/ou limitados ao nosso provincianismo. Enfim, mesmo assim, para nós flavienses, Chaves é a nossa terrinha, e no que toca a terrinhas, o amor por elas lá vai desculpando muitos pecados e ausências, lá nos vamos conformando conforme as situações.

 

Mas em Chaves também se stressa, ou melhor, também nos cansamos, também temos falta de tempo e também isto e aquilo, afinal de contas a qualidade de vida é relativa ao nosso provincianismo. Quando assim acontece, “stressamos”, e cada um lá vai resolvendo o assunto à sua maneira. Pessoalmente, entre outras soluções, uma voltinha à beira rio, um passeio fotográfico entre Ponte Nova e Ponte Romana, sozinho ou numa boa companhia, e, entenda-se por boa companhia a minha assessora fotográfica ou alguém amigo, restituem-me  todas as forças para mais um dia ou semana de trabalho.

 

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Claro que toda a calmaria à beira rio, além de restituir forças, também dá para pensar um pouco a cidade e ver a ferocidade e monstruosidade (também relativa e provinciana) com que ela vai sendo tratada. Chaves também é rica nestes acontecimentos e até em verdadeiras (ou não) espantosas feras, até lendárias ou mitológicas (também relativas e provincianas)

 

O blog Capas e Companhia, de autor flaviense,  (link aqui), ao longo das últimas semanas, por episódios, tem vindo a contar a história da Espantosa Fera de Chaves, uma história real e, diria que, desconhecida de todos os flavienses. A história desta Espantosa Fera de Chaves já vai no VII capítulo e para os interessados em histórias de feras e monstros do passado e também na história da nossa cidade, é uma história a não perder e a acompanhar, toda ela baseada em documentos e correspondência reais. Poderá acompanhar a história da Espantosa Fera de Chaves no blog Capas e Companhia, ficando o link para o primeiro episódio aqui.

 

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Mas deixemos este pequeno aparte e retomemos o passeio à beira rio, onde se pode ter a calmaria suficiente para até pensar a cidade e onde facilmente se pode ver como o sol se pode tapar com peneiras, as de peneirar e as dos que as ostentam.

 

Agora é também um passeio que tem os seus aliciamentos, pois há obras à beira rio, e todos sabemos em questão de obras, todos os flavienses são mestres, fiscais e engenheiros, todos por conta própria e o engraçado da questão, é que até os patos “bravos” do Tâmega estão interessados nestas obras, sempre à espera que lhes caia qualquer coisinha.

 

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Pois aquela ponte que eu há tempos dizia que era um luxo que ainda por cima só servia para ir às couves do Caneiro, agora já tem alguma justificação, nem que seja a de ligar ao outro lado, aos carreiros que por lá estão a ser feitos, mas nem por isso (minha opinião) deixa de ser um luxo de uma ponte pedonal absolutamente desnecessária, pois a Ponte Romana, a nossa Top Model, já há muito que tem essa função pedonal e que agora, a grande maioria dos flavienses, quer que o seja exclusivamente (pedonal). Mas uma coisa vamos ter que admitir, é a que a nova ponte pedonal vai ser um belo exemplar de ponte e de obra de arte, daquelas que se vêm e vai dar nas vistas e, que para a inaugurar qualquer político veste o melhor fato, bota-lhe gravata italiana, chama a banda e lança foguetes para o ar (pum, pum, pum!). Mas não deixa de ser um luxo e se é que tenho direito a continuar a ter opinião, penso mesmo, que em tempo de crise em que há ainda tanta coisa para fazer na/e pela nossa terrinha, o único elogio que deixo para este luxo vai para o projecto e para o seu autor, o flaviense Engº Mário Veloso.

 

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Bem, mas já que as margens do rio estão em obras, e o Tabolado desde sempre foi e ainda é o jardim dos namorados, pode ser que alguém (responsável) repare que as poldras, como numa imitação de namoro, também se vão encostando umas às outras e algumas até já partiram de lua de mel. Poldras que, estas sim, sempre foram exclusivamente pedonais e que também têm a sua história e o seu encanto.

 

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Já agora que por aqui falo (ou desabafo) há também pequenos pormenores ou mamarrachitos que destoam de todo do bom ambiente que há à beira rio. Um deles, incomoda-me particularmente, e é um armário eléctrico, com pedestal em betão, todo enferrujado e que tapa uma das melhores poses que a nossa Top Model tem. Concerteza que há soluções para tirar dali aquele mamarrachito, assim haja vontade ou alguém que tropece com ele, mas, claro que também compreendo que a “obra” não é urgente, e que  embora não fique bem na fotografia, não dá direito a fato, gravata italiana, nem sequer uma corneta da banda ou um “únicozinho” “foguetinho” no ar, nem um pum(zinho) sequer, e nem que seja só por isso, lá continuaremos a tê-lo por companhia, este e muitos mais sem direito a pumzinho!     

 

E já que falamos em dias de festa, puns e punzinhos, alegremo-nos ao menos com o dia de hoje, quarta-feira, dia de feira na cidade, em que qualquer restaurante que se preze tem feijoada ao almoço.

 

Até amanhã!

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:45
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Envolvente Termal - Chaves - Portugal



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Sempre que passo pelo espaço termal lembro-me de Torga, e hoje, mais uma vez, lembro-me dele e cito-o. Prometo que hoje não reivindico a justa homenagem que a cidade de Chaves lhe deve, pois hoje o assunto até é outro.

 

Chaves, 2 de Setembro de 1984

 

Integrado no ritual terapêutico dos mais anos, desde o amanhecer que sou devoto em devoção, inteiramente alheado do resto do mundo. Quando o Outono se aproxima, toda a minha natureza doente me pede esta cura revitalizadora. E bebo religiosamente doses de água como se bebesse doses de energia. O mito de Anteu, para mim, vai até às entranhas da terra.

 

Miguel Torga, in Diário XIV

 

 

Também eu costumo andar alheado do resto do mundo e nessas minhas distracções diárias, só duas coisas despertam a minha atenção: uma obra de arte (seja ela qual for) e o oposto, ou seja o feio e o mau gosto. Pois o novo revestimento das paredes da buvete das termas, embora transparente,  tiraram-me das minhas distracções diárias e, sem qualquer comentário, penso que já é altura de dispensar os “arquitectos” que têm pensado e projectado a cidade dos últimos tempos. É só uma opinião, e ao que consta, partilhada por muita gente.

 

Até amanhã, com outros olhares!

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publicado por Fer.Ribeiro às 03:43
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Um passeio de fim de tarde pelo Tabolado - Chaves - Portugal

 

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Há vezes em que as palavras só incomodam. É o caso de hoje, pois imagens outonais não precisam de palavras, mas mesmo assim vou deixar aqui duas palavrinhas.
 
Hoje deveria falar do S.Martinho, que continua bom e até se recomenda, pelo menos vai servindo de pretexto para juntar amigos e familiares, comer umas sardinhas, umas febras e umas castanhas assadas, acompanhadas de bom vinho e claro, um pouco de jeropiga para acomodar o estômago. Como antecipei em um dia o meu S.Martinho resolvi dedicar o Domingo de ontem à família (como todos os Domingos) e ao descanso. Mas o dia estava interessante de mais para se ficar em casa e um passeio curto e breve vinha a calhar. Escolhi o Tabolado e a companhia do Tâmega, que são sempre gratificantes.
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Pois o Tabolado nesta época do ano, principalmente após uma noite gelada que deu ordem às folhas para caírem das árvores, ganhou toda a serenidade, coloridos de verdes duros, vermelhos e amarelos intensos, e romantismo que só o Outono sabe dar e brindar.
 
Um passeio pelo Tabolado sabe sempre bem. O Rio sereno a oferecer reflexos de sonho, as crianças no seu pequeno paraíso do parque infantil, os idosos em passeios de manutenção, jovens e menos jovens noutros passeios, um namoro aqui ou acolá…
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Prometi ser breve, pois as imagens valem mais que qualquer palavra. Fico-me então por aqui, com imagens do Tabolado e desde o Tabolado,  com a promessa que amanhã cá estarei de novo com um olhar diferente do meu sobre a cidade de Chaves.
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Até amanhã!
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publicado por Fer.Ribeiro às 03:29
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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

Chaves, Tâmega, Ponte, Castelo, Tabolado, Passeio...

 

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Agora que finalmente chegou o Verão, entra o Outono. Realmente não há quem entenda o tempo de hoje. Coisas do aquecimento global, dizem, e eu acredito, como acredito também que sou um dos responsáveis, mas sem culpa, pois como cidadão comum, sou obrigado a tal… e o melhor é ficar por aqui, pois para explicar isto estaria por aqui toda a noite ou todo o dia. Sei que eu não tenho culpa, mas que há muitos culpados, lá isso há, e não são cidadãos comuns.
 
Ontem, por exemplo, foi o dia sem carros ou da mobilidade. Simbólico e apenas isso, pois os carros lá circularam normalmente como todos os dias, ou até mais, pois alguns houve que em vez de desfrutarem sossegadamente do fim-de-semana em casa, agarraram no carrinho e deslocaram-se até à cidade para ver o evento de uma rua sem carros. Mas lá diz o ditado que “o que vale é a intenção”, embora nesta caso não valha de nada, mas enfim…eu também aderi, mas em vez de ir até à rua sem trânsito, resolvi ir até ao rio dar ao pedal de uma gaivota e até gostei, claro que sem o romantismo dos barcos de madeira a remos do Lombudo ou do Redes, em que o cavalheiro remava para a donzela desfrutar da paisagem e da musculatura do homem (aqui já não é cavalheiro), mas enfim, confesso que embora menos romântico,  até é mais confortável dar ao pé que ao braço e,  que é muito mais agradável passar por baixo da ponte (nova) que por cima dela.
 
Quanto à paisagem, também é diferente e agradável e até deu para tomar umas fotos, também diferentes das do costume.
 
Até amanhã, neste gozo de Verão tardio que chega no Outono, em Chaves, claro!  
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publicado por Fer.Ribeiro às 02:27
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Terça-feira, 17 de Julho de 2007

Chaves - Tabolado

 

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O Tabolado sempre foi dotado de contrastes. Zona termal e de lazer por excelência, acolheu durante muitos anos as caldas e a feira do gado e segundo consta, nos intervalos, era campo de futebol, lameiro e lameiras de corar roupa. Ao longo dos anos tem-se vindo a melhorar o seu aspecto, mas em simultâneo são também permitidos alguns atentados que vão mantendo a tradição dos contrates. A feira do gado já há muito que não pára por lá, apareceu o jardim que foram os olhos da cara de Chaves e que aos poucos foi caindo em esquecimento, maltratado e até feiras dos Santos  por lá se fizeram, depois as velhas termas de uma humilde construção deram lugar (em inícios de 70) a um balneários dignos e até a velha garagem moderna e pequenas construções térreas adjacentes deram lugar à ampliação do jardim a troco de muito betão (claro).
 
É precisamente a partir de aí que foi um ver se te avias em que para se ganhar qualquer coisa que fosse foi-se sacrificando o velho Jardim do Tabolado, primeiro com as piscinas municipais, logo a seguir os campos de ténis e a construção em madeira que terminou como T-Bar, depois o Mamaracho Hotel e durante longos anos até o Rio virou a lameiro e pastagens. Depois novamente a recuperação, o espelho de água e recentemente com o Polis, recuperou-se parte do jardim e a envolvente da buvete, demoliu-se o T-Bar, construiu-se um parque infantil, mas as manchas negras continuam por lá e, se há algumas que lá teremos que as aturar, outras há que não têm qualquer justificação de existirem, tal como o poste de alta tensão que se vê na foto.
 
A engenharia tem soluções para tudo, e se a electricidade é um bem precioso e indispensável da qual todos desfrutamos, também não é menos verdade que todos a pagamos bem paga a uma empresa que até apresenta lucros consideráveis e, por isso mesmo, deveriam ter mais respeito por todos nós e desfazer-se de autênticos mamarrachos que nos plantam ou plantaram pela cidade fora e,  que não venham com a conversa de que tem de ser, pois há soluções. Talvez não sejam muito económicas, mas sempre se pode prescindir um bocadinho do lucro para ganhar na imagem e todos ficarmos a ganhar.
 
Mas o mais grave nisto tudo, é que mais ano, menos ano lá se acaba por fazer aquilo que deve ser feito, e toca a abrir buracos e desfazer o que está feito para a seguir remendar – é o prato do dia e exemplos na nossa cidade e no concelho não faltam. Primeiro pavimenta-se, depois vem a água e o saneamento, depois o gás, depois a Telecom, depois a EDP, depois as águas de Trás-os-Montes, depois a TV Cabo. Todos “oportunamente” a devido tempo, perfeitamente independentes com o dinheiro de todos nós e a semear buracos e ratoeiras por tudo quanto é rua, estrada ou passeio.
 
Como se costuma dizer – É o sistema!
 
Independentemente de tudo isto, e com as devidas precauções, ainda sabe bem um passeio à beira rio, pena que não seja prolongado nas duas margens entre as três pontes da cidade e vem aí a quarta (ponte).
 
E já que falamos em quarta, então até Quarta-Feira, dia de feira na cidade já animada com as férias dos que andam todo ano lá fora a lutar pela vida.
 
Até amanhã!
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publicado por Fer.Ribeiro às 01:58
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