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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

07
Dez19

As Três Assureiras de Chaves

ou portelas das tês vilas - (vídeo)

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Assureiras de Cima com Castelo de Monforte ao fundo

 

As Três Assureiras ou Portela das Três Vilas

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que não tiveram o seu resumo fotográfico em vídeo, aquando do seu post, trazemos hoje aqui o vídeo das aldeias das três Assureiras: Assureira de Baixo, Assureira do Meio e Assureiras de Cima .

 

 

 

Link para ver diretamente no youtube no tamanho original ou para partilhar:

https://youtu.be/Z99ztEqBNDw

 

 

06
Dez19

Nem sei...

semana do preto&branco

1600-(44549)

 

Terminamos hoje, aqui, a semana do preto&branco, com um chão outonal de folhas caídas, onde, tal como diz Manuel Alegre na "Trova do vento que passa":

há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

 

E com esta nos vamos com um 

até amanhã!

 

P.S. - Já que aqui se falou de Manuel Alegre e da "Trova do vento que passa", há que falar também na interpretação do poema por Adriano Correia de Oliveira. Ora façam o favor de o ouvir AQUI.

 

 

 

 

05
Dez19

Cidade de Chaves e Nadir Afonso

semana do preto&branco

1600-(44648)

 

Continuamos com a nossa semana do preto & branco com um olhar lançado sobre um pormenor da igreja da Madalena e, mais uma vez, com uma renúncia, pois queremos dar aqui conta, a cores, do lançamento do livro “NADIR AFONSO – A Geometria como Universo”, de autoria de António Augusto Joel, com edição do MACNA (Câmara Municipal de Chaves), que aconteceu ontem, ao fim da tarde, no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso.

 

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A cerimónia iniciou-se com um momento musical da Cinquentuna, interpretando três temas do seu reportório, sendo o último, a marcha de Chaves.

 

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De seguida o Sr. Presidente da Câmara, Nuno Vaz, numa breve intervenção, falou da importância deste livro editado em jeito de homenagem ao Mestre Nadir Afonso no seu dia de aniversário, dando à luz as obras que o mestre ofereceu ao Município de Chaves nos anos oitenta e que atualmente fazem parte do acervo do MACNA, deixando a apresentação do livro para o seu autor, António Augusto Joel. Apresentação que o autor fez, algumas vezes de forma emotiva, recordando algumas passagens do mestre Nadir por Chaves e a sua forte ligação que sempre teve à cidade.

 

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Aproveitando o lançamento do livro estar a ser feito numa das salas de exposição de MACNA, com uma obra de Nadir Afonso de fundo, integrada na exposição “Registos de Luz” que o Museu Nacional de Arte Contemporânea trouxe até Chaves, realçou a visão do Mestre Nadir de, já em meados do século passado, ser um dos primeiros pintores a abandonar a corrente artística até aí dominante e entrar na atual corrente de arte contemporânea com a suas formas geométricas que muitas vezes nos levam além da segunda dimensão, estilo que manteve até à sua morte.

 

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No final da cerimónia, o autor do livro pediu uma salva de palmas para o Mestre, a sua obra e o sempre e orgulhoso Flaviense Nadir Afonso .   Foi uma cerimónia/homenagem, breve, bonita e merecida que dominou o espaço, com todos os presentes a aplaudir de pé, homenagem essa também espelhada no livro que foi lançado “NADIR AFONSO – A Geometria com Universo”. Uma boa prenda de Natal, à venda na loja do MACNA.

 

 

 

04
Dez19

Nadir Afonso

NADIR AFONSO – A Geometria como Universo

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Continuamos com o preto & branco, com uma imagem de um olhar sobre um pormenor do MACNA-Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, uma imagem pensada para aqui podermos cometer uma renúncia ou pecado de colorir um pouco este post, com imagem de cor.

 

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Pecado ou renúncia para anunciar que hoje, precisamente no MACNA, às 18 horas, será lançado mais um livro sobre a obra de Nadir Afonso, neste dia 4 de dezembro, dia do aniversário do nascimento de Nadir que, a ser vivo, faria hoje 99 anos. Um livro/catálogo intitulado “NADIR AFONSO – A Geometria como Universo”, de autoria de António Augusto Joel, com edição do MACNA (Câmara Municipal de Chaves).

 

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Fica também o nome de NADIR, estilizado pelo escultor e designer João Machado, responsável pelo design gráfico do livro (incluindo capa e caixa), aliás imagem que é reproduzida no referido livro. A entrada para o lançamento do livro é livre e gratuita, podendo ainda usufruir de deitar um olho (melhor será os dois) a obras de arte dos nomes mais sonantes da arte portuguesa do Sec.XX e XXI, tais como: Amadeu de Sousa Cardozo; Columbano Bordalo Pinheiro; Armando Basto; Carlos Reis; José Malhoa, Eduardo Viana; Dordio Gomes; Abel Manta; Dominguez Alvarez; Jorge Barradas; Carlos Botelho; Almada Negreiros; Mário Cesariny; Fernando Lemos; António Dacosta; Cândido Costa Pinto; Marcelino Vespeira; Jorge Oliveira; João Hogan; Manuel Filipe; Júlio Pomar; Fernando Lanhas; Arlindo Rocha; Nadir Afonso; Jorge Vieira; Adriano de Sousa Lopes; Carlos Barreira; Carlos Pinheiro; Maria Helena Vieira da Silva; Paulo Quintas; Jorge Pinheiro e Ângelo de Sousa. O negrito e sublinhado é para os artistas flavienses.

 

 

04
Dez19

Crónicas de assim dizer

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Eu e o ego

 

Eu estava numa fase mais ou menos estável da minha vida e vem-me o ego com os seus problemas existenciais e eu sem paciência nenhuma para histórias de crianças, mas ao mesmo tempo com a consciência de que aquilo era uma coisa séria para ele e lá fui ouvindo aqui e ali para depois, enfim, lhe poder dar a minha simples e sincera opinião.

 

Que o tinham empurrado por um desfiladeiro por onde ele tinha descido aos trambolhões, sem corda à cintura ou tapete por baixo, como têm os acrobatas no circo e que se tinha estatelado no chão, sem dó nem piedade e eu com uma estranha vontade de rir e dizer: Oh homem, levante-se mas é do chão, “sacuda a poeira e dê a volta por cima", aludindo à música da Betânia, mas não disse nada disso, não fosse ele pensar que eu não estava a levar a sério aquela queda abrupta, aquele suicídio lento, aquela vitimização, aquela autoflagelação e decidi decompor o problema em partes para ele ficar com a sensação de que eu o estava a levar a sério!

 

Vem-me então com a ladainha do costume: que se tinha exposto perante os outros, quem?, se os outros não existem!; que se tinha despido de preconceitos, quais?, se ainda ficou com alguns fez mal!; que tinha confiado a sua alma a Deus e que lha tinham vendido ao diabo!, e eu que não era especialista na área a achar aquela conversa, passo a expressão, de conversa de ir ao cu, como muito bem diz um amigo meu, mas a esforçar-me por estar atento e não me distrair com raciocínios lógicos e matemáticos que era sempre a minha tendência!

 

E ele continuava com interjeições, baseadas em estados de espírito, que aprofundava com exemplos que eu achava tão ridículos ou mais do que aquilo que queriam provar e perguntava-me, o ego, o que faria eu no seu lugar, se me dissessem o que a ele lhe disseram, em contextos por que eu nunca passaria porque egos não são comigo nem eu permitiria que alguém me dominasse a esse nível!

 

E eu a tentar pôr-me no lugar dele e a dificuldade a ser cada vez maior e a achar que aquilo tudo tinha por base uma enorme falta de sexo e que ele nunca compreenderia isso porque nem sequer sabia do que eu estava a falar, tal como eu não sabia o que ele me estava a tentar dizer, mas que uma coisa era certa: é que não tinha importância nenhuma. Coisa que nunca lhe podia dizer para não lhe ferir o ego, pois que era exatamente isso que ele já tinha a sangrar, só porque tinha dito a não sei quem que estava apaixonado e o outro ego lhe tinha dito que não sentia o mesmo!

 

Ora estas coisas que se resolvem de duas formas muito simples, com um “vai à merda” ou “vai-te foder”; constituíam na cabeça deste meu ego um problema do fim do mundo, só porque não conseguia articular estes dois fantásticos palavrões para os quais não há sinónimo! Está completamente fora de hipótese a terceira, de que já todos se lembraram, que é um simples “vai pró caralho!” Qualquer psicólogo a iniciar funções sabe que estes problemas do ego é assim que se resolvem! Sai-se de casa bem vestidinho, não vá a gente encontrar o Papa, depois de se ter convidado a pessoa para um jantarinho à luz das velas, com música de fundo e antes que chegue a comidinha sai-nos a frase! Regra número dois: é levantarmo-nos da mesa, depois de dizer isto, e abandonar o local sem olhar para trás. Simples que é! Mas como é que eu ia dizer isto ao ego? Não podia e não devia!

 

Ouvi-o até ao fim, deixei que se lamentasse, fazia parte da terapia, deixei que chorasse no meu ombro, limpei-lhe as lágrimas, passei-lhe a mão no pêlo, pelo ombro, pelo dorso, olhei-o nos olhos, sorri-lhe e foi então que ele exigiu mais de mim e me disse: “Então, não dizes nada?”

Pensei, pensei, pensei e as únicas palavras que me vieram à cabeça foi as que me saíram:

- Sexo oral, já ouviste falar?

E, surpresa das surpresas, o ego mandou-me primeiro à merda, depois foder e no fim pró caralho! Aqui sem aspas porque não foi pensado, o gajo disse-o mesmo! Faltou o “puta que te pariu!” Disse-o eu, porque achei que vinha a propósito, então não?!

 

Os egos são lixados, quando a gente finalmente os leva a sério porque, enfim, todos merecem uma oportunidade, os gajos ainda se riem na nossa cara! É por isso que eu, egos, não os levo muito a sério!

 

Cristina Pizarro

 

03
Dez19

Chaves D´Aurora

romance

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  1. BATINAS RASGADAS.

 

Certa manhã de sábado, Afonso e os companheiros partiram até às margens do Mondego, onde já todos se viam com suas batinas, a cantarem canções alegres pelas estreitas ruas de Coimbra. Levavam, como principal bagagem, muitos quilos de esperança. Poucos dias depois, já estavam de volta. Dessa vez, porém, sem ao menos poderem cantar um triste fado. É que, dentre os rapazes dessa equipa de estudos, apenas o Tomazinho Varapau, filho do dono de uma farmácia em Chaves, é que se houvera bem nos exames, e estava a ganhar, assim, a aptidão para, daqui a alguns anos, queimar as fitas e se tornar um novo bacharel flaviense.

 

Tanto o rapaz vitorioso, quanto os demais colegas de Afonso, todos disseram lamentar muito por ele, que sempre estivera a parecer muito bem preparado para os exames. Alguém, no entanto, cogitou que os insucessos da família talvez perturbassem o rapaz de tal sorte que, ao chegar o tão ansiado momento, um misto de insegurança e impotência o abateu.

 

Ao ver João Reis a esperá-lo na Estação, Afonso atirou-se aos braços de Papá e chorou, copiosamente, sem ao menos pensar nos que estavam ao redor. Era a primeira vez que chorava em público, em toda a sua vida. Reis que, de ordinário, não era dado a demonstrar qualquer carinho para com os filhos, passou os braços de modo canhestro pelos ombros do rapaz e lhe afagou a cabeça. – Deixa estar... deixa estar... hás de tentar de novo.

 

 

Algumas semanas após esse facto, o rapaz procurou o pai ao escritório da Rua Santo António, a lhe dizer que não pretendia mais qualquer tentativa de ser admitido a uma universidade, fosse a de Coimbra, do Porto, Braga ou Lisboa, pois estava a querer mesmo era trabalhar no armazém da Rua das Couraças e juntar dinheiro para emigrar ao Brasil.

 

Pelas cartas do Pará que chegavam até Afonso, João Reis e Florinda já andavam desconfiados de algo que, finalmente, agora lhes era dado conhecer. O segundo da prole estava apaixonado por correspondência (similar ao que, no século XXI viria a ocorrer entre usuários da Internet, mas, àquela altura, sem a rapidez e outras características virtuais de hoje).

 

A correspondente era a prima Inezita, filha da Tia Nazica, parenta de Mamã por parte de pai, o aveirense das famosas bengaladas. A menina, pois, nascera e habitava com os seus em Belém do Pará. As cartas trocadas pelos primos, às quais se anexavam fotos de um ao outro, com belas dedicatórias, cartões postais de lá e de cá, folhas ou flores secas e perfumadas, demoravam quase dois meses a cair nas mãos dos destinatários (e se gastavam outros tantos mais, para chegarem as respostas). Era, pois, com uma disfarçada, mas percetível ansiedade, que Afonsito esperava a chegada do comboio que lhe trazia tal correspondência, com as sempre bem-vindas palavras da amada de Além-mar, em pacotes nos quais se incluíam também, por vezes, alguns doces de compota de frutas tropicais (“feitos por mim”, dizia Inezita).

 

 

  1. SENHOR CAZARRÉ.

 

De Além-mar também chegou a Chaves, na Primavera, um velho conhecido e freguês de Reis, lá no Pará. Era o senhor...

 

(continua na próxima terça-feira)

 

fim-de-post

 

 

 

02
Dez19

Quem conta um ponto...

avatar-1ponto

 

471 - Pérolas e Diamantes: O Merdas

 

A mãe de Deogracies-Miquel Gambus (A Felicidade, Lluís-Anton Baulenas)  obrigou o seu filho a tirar o curso de Direito com o argumento irrefutável de que “um advogado pode roubar e enganar mais com uma lei do que uma cambada de gatunos com uma pistola”, até porque enganar lhe estava na massa do sangue. E também porque tinha medo de que o seu único rebento vivo  pusesse a vida em perigo por qualquer bagatela: “uma mulher, uma rusga inesperada da polícia, uma bomba anarquista, etc.”

 

O seu bisavô, que tinha chegado à Catalunha no princípio do século XIX, acompanhando o regresso de Fernando VII, vindo de França, criou uma rede de poder que cresceu espetacularmente em poucos anos. Era o melhor a subornar e a usar bodes expiatórios, tendo sido dos primeiros a perceber que roubar informação era muito melhor do que roubar ouro.

 

Chegou a Presidente da Junta de Freguesia, mas durante uma crise liberal passou um mau bocado. Foi julgado e preso. A sua fama aumentou, pois os guardas receberam ordens expressas para o protegerem e não o incomodarem. Da sua cela continuou a controlar a vida da sua localidade.

 

Reposta a velha ordem, o velho Gambus passou a ser o maior. Saiu da prisão às costas dos carcereiros, como um toureiro, aclamado pela populaça.

 

Dedicou um dia inteiro a distribuir gratificações ao pessoal da penitenciária e a oferecer dotes às filhas de outros prisioneiros. Fundou mesmo um centro para tuberculosos na capital do concelho e deu uma esmola generosa ao abade da paróquia.

 

Mesmo os presidentes de outras freguesias começaram a recorrer aos seus pertinentes conselhos. Passou de Miquel Gambus I, o Gavatxo (Francês), a Miquel Gambus, o Do Rei.

 

Instalado outra vez na sua cadeira do poder, a primeira coisa que fez foi mandar deter um incauto que teve a ousadia de o substituir como Presidente da Junta durante os dezoito meses que esteve encarcerado. Ordenou que o prendessem no meio da praça principal da vila.

 

O primeiro Gambus calçou então umas luvas brancas de tecido, de dedo a dedo, e cortou-lhe os testículos com uma tesoura de costura, para prolongamento do suplício. Depois atirou-os aos cães. Dizem que vendeu o atrevido como eunuco a um rei africano.

 

A este intrépido catalão, sucedeu-lhe o filho Miquel Gambus II, conhecido como o Merdas por ter a mania das grandezas. Tal como o pai, foi presidente vitalício de El Cagaire.

 

A localidade mudou muito graças a ele. Até de nome.

 

A denominação sempre fora El Cagaire porque o rio, encaixado na montanha, fazia uma curva de tal maneira apertada que, vista do ar, parecia o traseiro de uma pessoa a defecar. Tal como um caganer (cagão, figura de uma personagem a defecar, típica dos presépios da Catalunha).

 

O Merdas, não contente com o nome da sua terra, decidiu então agir. Com uma pequena falsificação de um texto medieval e um suborno a um deputado provincial, conseguiu que a  localidade conhecida durante mil anos como El Cagaire passasse a ser oficialmente denominada Alcagaire de la Roca.

 

Dizem que, em prol do desenvolvimento da sua vila, o Merdas saqueou, roubou e matou sempre que lhe apetecia, ou necessitava. Nunca nenhum tribunal conseguiu provar fosse o que fosse.

 

Em plena idade de oiro do caciquismo, a sua rede de interesses económicos e, sobretudo, políticos da família tinham-no tornado praticamente invulnerável. 

 

Apenas no fim da vida se meteu com quem não devia, a Igreja, subestimando o seu poder temporal. E por uma mera questão formal teve de ser enterrado como um pária.

 

Sucedeu-lhe a sua filha Miquela, que resolveu criar uma nova maneira de obter rendimentos para a família, de forma artística e inventiva: a falsificação de resultados eleitorais. Numa época em que as fraudes eleitorais abundavam, apenas Miquela era capaz de as fazer de forma sublime, como se fossem abençoadas por mão divina, tornando-as indemonstráveis. Perfeitas.

 

A filha do Merdas inventou e experimentou os métodos mais diversos e sofisticados, desde a construção de urnas de falsidade indetetável, à criação de centenas de pessoas inexistentes que só ganhavam vida para irem votar.

 

Por isso, pedia quantias astronómicas para garantir a vitória eleitoral e apalavrava acordos segundo os quais, caso não conseguisse a vitória, nada cobrava. Nunca falhou.

 

Dizem que a política tem horror ao vazio mas...

 

Mas fundamenta-se na simetria dos procedimentos.

 

João Madureira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

01
Dez19

Brandim - Montalegre - Barroso

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montalegre (549)

 

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que não tiveram o resumo fotográfico em vídeo aquando do seu post, trazemos hoje aqui o vídeo da aldeia de Brandim.

 

 

 

Link para partilha ou ver original diretamente no youtube:

https://youtu.be/8iV_0cWpo3A

 

Post do blog Chaves dedicado à aldeia barrosã de Brandim, Montalegre:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-brandim-1645851

 

 

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