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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Um banco de amor, de dor e até de hospital...

28.02.07 | Fer.Ribeiro

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Parte 1

Não sei se o Luís Mesquita conquistou a Nina ou não, a mensagem ficou, o resto, são encontros ou desencontros da vida, romance, paixão, aventuras e desventuras, traições, algum carinho, amizade e muitas confidências e se a coisa continua, ainda correm o risco de terminar no altar – o que um banco de jardim pode fazer, dizer ou contar de tanta juventude que neles se deixam seduzir e encontrar.

 

Intervalo

Por aqui o que vai estando na ordem do dia são a manutenção ou não das as urgências do Hospital. A decisão cabe ao todo poderoso Ministro da Saúde em cair ou não nas graças da população flaviense. O povo já disse o que queria, quer urgências, mas tal como em eleições e referendos, antes de uma decisão, entra-se em fase de reflexão, faz-se um intervalo, depois logo se vê, a luta continuará ou não. Resta-me acreditar que os nossos argumentos irão ser suficientes para contrariar uma decisão que já parece estar tomada. Mantenho a velinha acesa pelas urgências de Chaves!

 

Parte 2

O Luís e a Nina aproveitaram ou não o banco para o amor. Mas há os que o aproveitam para a consolação da dor. É para isso que os bancos de jardim são feitos, para sentar neles o amor, mas também o descanso de quem se cansa, os pesados anos que se carregam e o alívio da dor, de quem tem dor. Este é convidativo a reumatismos e outras maleitas dos ossos. Resguardado pela retaguarda, é só sentar e aproveitar o sol, só há que ter cuidado com a cabeça, por isso convém protege-la com um chapéu ou até com um lenço atado nas quatro pontas, seja como for, o Inverno ainda por aí anda, e um bocadinho de sol apanhado num banco de jardim, é sempre bem-vindo, só convém proteger a cabeça e não abusar ou adormecer.

 

Fim ou em inglês, como nos filmes, The End!

Como sempre os dias terminam e como sempre um novo dia amanhece, e o amanhecer dos dias está para a esperança, como o entardecer está para a saudade… bem, acho mesmo que o melhor é terminar e dizer até amanhã, como sempre nesta bela e nobre cidade de Chaves.

 

Até amanhã!