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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Santa Maria Maior

01.03.07 | Fer.Ribeiro

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Andava eu aqui às volta da publicação de hoje, vi fotografias, revi, tornei a ver e nada. Tal como na época natalícia o Natal não nos sai da cabeça, também agora esta história da urgências do hospital nos invadem os dias, por isso vou novamente até às urgências e com o carácter de urgência que a questão tem.

 

O Ministro da Saúde, já o conhecemos. Ao Sócrates, cada vez mais somos obrigados a conhecê-lo melhor. A vontade do nosso povo flaviense e até tamagano, barrosão e da terra quente, também é conhecida. As cartas estão dadas e o adversário é conhecido, mas não sei porque, paira no ar uma brisa de suspeição, que embora com um bom jogo nas nossas mãos, desconfiamos que o nosso adversário de jogo, além de frio, cruel e até arrogante,  é também batoteiro.

 

Estamos assim lançados ao destino, às incertezas, à insegurança e ao medo dos dias que por aí virão, e quando assim é, recorremos a tudo e a todos e até rezamos, pais-nossos e avés-marias sem fim, mesmo sem saber rezar ou sem nunca antes ter rezado.

 

Também eu, católico de nascença, de actos, cerimónias e tradição, mas pouco praticante (a verdade seja dita), recorro hoje à nossa Santa Padroeira da cidade, a Santa Maria Maior, e até lhe acendo uma velinha para que ilumine o Sócrates, que é como quem diz o Ministro da Saúde e nos conceda a graça de mater por cá as Urgências Médico Cirúrgicas no nosso hospital.

 

Mas como nestas coisas mais vale estar prevenido que remediado e, tudo vale,  se houver por aí alguém jeitoso em meter cunhas (das boas), fazer mezinhas ou que conheça a bruxa da Amoinha,  mais vale dar corda aos sapatos e pôr-se ao caminho. Cada vez é mais urgente tratar das nossas urgências.

 

Até amanhã, em Chaves, em contagem decrescente!

 

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