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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Chaves - Relógio de Sol

27.04.07 | Fer.Ribeiro

 

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Acho que a minha caixa de correio electrónico deve ser como a de toda a gente. Muitos mail’s, muita publicidade chata que, por mais que a rotulemos como publicidade não solicitada, ela usa o efeito camaleão e entra novamente no dia seguinte. No entanto às vezes tenho agradáveis surpresas, como mail’s de amigos dos quais já não sabia há mais de 20 anos, mail’s de gente que vem beber ao blog um pouco das suas origens e que em terras distantes já são netos e bisnetos de flavienses e vivem no blog um bocadinho da cidade de  Chaves  que lhes foi contada, etc.. Enfim, como costumo dizer na brincadeira: - nem sei como é que antigamente se conseguia viver sem Internet e sem mail’s.
 
Pois ontem recebi um desses mail’s agradáveis e que em anexo trazia a fotografia que hoje é publicada. Era um mail da FE, é assim o nome dela e que já vai sendo conhecida na blogosfera flaviense pelos seus sempre oportunos e agradáveis comentários, em Castelhano (graças à sua origem asturiana) e, que encontrou em Chaves alguns dos seus amores, um que a levou ao altar e outro que é a cidade de Chaves. Mas com um pormenor, é que a FE tem olho clínico para descobrir pormenores e belezas como a que hoje fica em imagem.
 
Além de agradecer à FE a sua fotografia quero também pedir-lhe desculpas pelo abuso de entrar assim na sua vida, pois além de não ter a honra de a conhecer pessoalmente, nem sequer lhe pedi autorização para dela falar, mas sei que, como flaviense de coração, devo estar perdoado e se não o estiver, reparto culpas com o amigo, companheiro de viagem, de blogs e trabalho – o “Avô Cancelas”.
 
Mas vamos então à fotografia e ao pormenor. Trata-se de uma coluna, de uma varanda do edifício que nasce na Rua Direita, vira ao Largo do Arrabalde e termina na Travessa das Manas e, é nesta, que podemos encontrar este pormenor de coluna do qual faz parte integrante um relógio de sol. Penso que actualmente o relógio de sol é mesmo exemplar único em Chaves, e digo actualmente porque julgo ter existido (não tenho a certeza) um outro até há coisa de quinze ou vinte anos atrás no Largo do Anjo. Seja como for, o exemplar de hoje é um belo exemplar que espero seja cuidado e preservado por muitos e longos anos, pois é mais um pormenor que enriquece o nosso Centro Histórico e mais um pormenor que é património da humanidade num Centro Histórico que também o poderia ser se houvesse a vontade de quem nos tem governado e governa e, não fossem praticados atentados com construção de mamarrachos que assombram a história centenária e milenar da cidade de Chaves.
 
Até amanhã de regresso às aldeias de Chaves.

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