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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Na proa de Chaves

11.05.07 | Fer.Ribeiro

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O Jardim e as muralhas são mesmo de Chaves. O Mar é salgado, azul e já todos sabemos que tem muitas lágrimas de Portugal, pelo menos assim o achava o poeta maior de Portugal, mas este mar até é um mar irmão, é galego e não se assustem que ainda não são efeitos do degelo, poderia ser ficção, mas não, é um simples devaneio meu em fazer desta muralha e destes jardins a proa de um barco, a apontar para Portugal por entre mar galego e pelo sim pelo não, de canhões apontados, para o inimigo, claro, e se lhe tirarem o “azimute” (tal como na tropa), pela certa que estão apontados para Lisboa .
 
Devaneios, puros devaneios meus, mas o seu a seu dono, pois este barco e esta proa nem sequer são originais, pois já o Terçolho o tinha visto e posto a navegar no seu blog. Roubei-lhe a ideia, confesso que sou um plagiador e “roubão” , que me desculpe o irmão galego por lhe roubar o mar, mas prometo que para me renegar de tanto pecado, se um dia for presidente da Câmara, trago o mar até Chaves (também sou aldrabão).
 
Bom , para isto terminar em bem e já que comecei a pisar terras de devaneios, da ficção, do plágio e do mar salgado galego, vamos até ao presunto de Chaves, que é candidato a uma das sete maravilhas gastronómicas portuguesas, que embora um bocado como a proa do barco e o mar salgado do meu devaneio, que é galego, dá nome a nossa cidade.
 
Viva o presunto de Chaves! Vote aqui no nosso presunto:
 
 
 
Que raio de post o de hoje… devaneios, puros devaneios! Mas a do voto no presunto, é a sério, vá até ao link e vote mesmo.
 
Ainda bem que amanhã é Sábado e vamos até uma aldeia descansar ou “destressar” , que a vida de cidade, é muito complicada…
 
Até amanhã, e se o g estiver lá, irei até um novo blog de uma aldeia. A “modos” de Ana Hatherly,  fica prometido.
 
Até amanhã!

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